RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo anuncia parceria entre Receita Federal e agência de fronteiras dos Estados Unidos para combate ao crime organizado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O Ministério da Fazenda anunciou que está sendo fechada uma parceria entre a Receita Federal e o U.S. Customs and Border Protection (CBP), a agência de fronteiras dos Estados Unidos, para o combate ao crime organizado transnacional.

A iniciativa, denominada Projeto MIT (Mutual Interdiction Team), visa integrar esforços de inteligência e operações conjuntas para interceptar remessas ilícitas de armamentos e entorpecentes.

"A cooperação está inserida no contexto do diálogo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e integra uma agenda mais ampla de cooperação bilateral voltada ao enfrentamento do crime organizado transnacional", informou o governo.

O anúncio da parceria acontece em um momento no qual os Estados Unidos estão avaliando a possibilidade de considerando classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas, após filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro pressionarem integrantes do governo de Donald Trump, segundo uma reportagem do jornal "The New York Times".

👉 Desde o início do seu mandato, Donald Trump, vem promovendo uma campanha para designar grupos criminosos de diferentes países da América Latina como organizações terroristas. No caso da Venezuela, a designação foi usada como pretexto para que Washington ordenasse uma operação militar perto das águas do país, que culminou na captura de Nicolás Maduro.

Oficialmente, o governo dos EUA não se pronunciou sobre a possibilidade. Mas, no ano passado, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs mais tarifas a produtos brasileiros e sancionou o ministro do STF Alexandre de Moraes em retaliação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. As tarifas e sanções caíram após negociações entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A rigor, no entanto, grupos incluídos na lista de organizações terroristas do Departamento de Estado sofrem restrições e sanções econômicas.

A Casa Branca argumenta que a designação é feita a grupos criminosos que impõem riscos à segurança interna norte-americana — a maioria é aplicada a cartéis do México, vizinho dos EUA —, o que não seria o caso das facções brasileiras.

Há 4 horas Mundo SIGA: Israel bombardeia sul do Líbano; Hezbollah faz mais de 50 ataques em 24hHá 4 horasEnfraquecer Hezbollah e criar ‘zona-tampão’: o que Israel busca no LíbanoHá 4 horasCrime em SPCom base de bombeiros a 6 minutos, morta por PM esperou por meia-hora

Há 4 horas São Paulo 2026 tem maior nº de mortes de mulheres cometidas pela políciaHá 4 horasVaivém do câmbioComo Trump fez o dólar ‘flopar’ e ajudou a valorizar o real

Há 5 horas G1 Explica É #FATO: BC da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 5 horasSistema de pagamento brasileiroPor que Trump voltou a atacar o PIX — e o que os EUA podem fazer

Há 4 horas Economia Por que estados americanos podem proibir data centersHá 4 horasFamílias no vermelhoQuem pode sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em análise

Há 1 hora Economia Proposta para aliviar endividados reacende debate sobre o fundoHá 1 horaComo saber se você vai receber o Pé-de-Meia em 2026Há 1 horaEleições 2026Endividamento dos brasileiros avança e entra na agenda dos pré-candidatos

Há 4 horas Eleições 2026 Missão à Lua 🌑🌒🌓🌕🌖🌗🌘Artemis retorna hoje à noite à Terra; saiba como será o pouso no mar

Há 4 horas Ciência Aeronave voltará à atmosfera a 40 mil km/h e 3 mil °CHá 4 horas🌎🚀Retorno à Terra é considerado o 2º momento mais crítico da missão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IPCA: inflação fica em 0,88% em março, acima das expectativas e puxada por combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,88% em março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos nos últimos 12 meses, a alta foi de 4,14%.

A expectativa dos economistas era de avanço de 0,7% no mês e de inflação acumulada de 4% em 12 meses. Em março de 2025, a variação havia sido de 0,56%.

🎯 Mesmo assim, o índice segue dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, o objetivo é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

Em março, os principais destaques do índice foram os grupos Transportes e Alimentação e bebidas. Transportes registrou alta de 1,64% e respondeu por 0,34 ponto percentual (p.p.) do IPCA do mês. Já Alimentação e bebidas subiu 1,56%, com impacto de 0,33 p.p.

Alimentação e bebida: 1,56%;Habitação: 0,22%;Artigos de residência: 0,51%;Vestuário: 0,46%;Transportes: 1,64%;Saúde e cuidados pessoais: 0,42%;Despesas pessoais: 0,65%;Educação: 0,02%;Comunicação: 0,19%.

Os preços do grupo Transportes aceleraram em março. A alta passou de 0,74% em fevereiro para 1,64%, puxada principalmente pelo aumento dos combustíveis, que subiram 4,47% no período.

E a gasolina teve papel central nesse resultado: depois de cair 0,61% em fevereiro, o preço do combustível subiu 4,59% em março e foi o item que mais pressionou a inflação do mês, com impacto de 0,23 ponto percentual (p.p.) no IPCA.

O óleo diesel também registrou forte alta, passando de 0,23% em fevereiro para 13,90% em março, com impacto de 0,03 p.p. Já o etanol subiu 0,93%, enquanto o gás veicular teve queda de 0,98%.

🔎 Diante da pressão exercida pelos combustíveis sobre a inflação, o governo federal anunciou nesta semana um pacote de medidas para tentar conter a alta dos preços. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das ações será de R$ 30,5 bilhões.

Entre os serviços de transporte, as passagens aéreas continuaram em alta, mas com ritmo menor: o aumento desacelerou de 11,4% em fevereiro para 6,08% em março.

As tarifas de ônibus urbano tiveram alta de 1,17%. O resultado reflete reajustes de preços em algumas cidades e mudanças nas regras de gratuidade ou descontos em domingos e feriados.

Outros serviços de transporte registraram variações mais moderadas. A tarifa de táxi subiu 0,26%, enquanto o metrô teve alta de 0,67%. Já o ônibus intermunicipal avançou 0,22%.

O grupo Alimentação e bebidas registrou forte alta em março. A variação passou de 0,26% em fevereiro para 1,56% no mês seguinte.

Grande parte desse avanço veio dos alimentos consumidos em casa, que subiram 1,94%, após alta de 0,23% no mês anterior.

Outro grupo que apresentou alta relevante foi o de Despesas pessoais, com avanço de 0,65%. O resultado foi influenciado principalmente pelo aumento nos preços de ingressos para cinema, teatro e concertos, que subiram 3,95% após o fim da chamada “Semana do Cinema”, realizada em fevereiro.

No grupo Saúde e cuidados pessoais, os preços subiram 0,42%, com destaque para o aumento nos planos de saúde, que tiveram alta de 0,49%.

Preço do combustível já tem sofrido os reflexos do fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: Rene Traut/Rene Traut Fotografie/picture alliance via DW

Há 4 horas Mundo SIGA: Israel bombardeia sul do Líbano; Hezbollah faz mais de 50 ataques em 24hHá 4 horasEnfraquecer Hezbollah e criar ‘zona-tampão’: o que Israel busca no LíbanoHá 4 horasCrime em SPCom base de bombeiros a 6 minutos, morta por PM esperou por meia-hora

Há 4 horas São Paulo 2026 tem maior nº de mortes de mulheres cometidas pela políciaHá 4 horasVaivém do câmbioComo Trump fez o dólar ‘flopar’ e ajudou a valorizar o real

Há 5 horas G1 Explica É #FATO: BC da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 5 horasSistema de pagamento brasileiroPor que Trump voltou a atacar o PIX — e o que os EUA podem fazer

Há 4 horas Economia Por que estados americanos podem proibir data centersHá 4 horasFamílias no vermelhoQuem pode sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em análise

Há 1 hora Economia Proposta para aliviar endividados reacende debate sobre o fundoHá 1 horaComo saber se você vai receber o Pé-de-Meia em 2026Há 1 horaEleições 2026Endividamento dos brasileiros avança e entra na agenda dos pré-candidatos

Há 4 horas Eleições 2026 Missão à Lua 🌑🌒🌓🌕🌖🌗🌘Artemis retorna hoje à noite à Terra; saiba como será o pouso no mar

Há 4 horas Ciência Aeronave voltará à atmosfera a 40 mil km/h e 3 mil °CHá 4 horas🌎🚀Retorno à Terra é considerado o 2º momento mais crítico da missão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre com inflação no Brasil e nos EUA no radar e tensão no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (10) em baixa, recuando 0,22% por volta das 09h05, cotado a R$ 5,0520. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No Brasil, o destaque da manhã é a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), pelo IBGE. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador na comparação mensal, e de 4% no acumulado em 12 meses.

▶️ Nos Estados Unidos, investidores acompanham novos dados relacionados à evolução dos preços e à confiança do consumidor. Ainda pela manhã, também serão divulgados os números de encomendas da indústria americana.

▶️ Ainda no cenário internacional, EUA e Irã se preparam para iniciar uma rodada de negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, que pode encerrar a guerra no Oriente Médio.

O diálogo ocorre após um cessar-fogo anunciado na terça-feira, que prevê uma pausa de duas semanas nos ataques de EUA e Israel ao Irã. Em troca, Teerã se comprometeria a reabrir o Estreito de Ormuz.

▶️ Apesar da trégua, o acordo tem mostrado fragilidades, com registros de violações e a manutenção de um fechamento “de facto” do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Com isso, os preços do petróleo seguem operando em alta. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o Brent subia cerca de 1%, negociado pouco abaixo de US$ 97 por barril, enquanto o WTI avançava 0,7%, para cerca de US$ 98,50.

Os investidores seguem atentos à situação no Oriente Médio, já que ainda há dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

A trégua anunciada há dois dias vem sendo marcada por episódios de tensão e relatos de ataques durante o próprio período de pausa nos combates.

Na quarta-feira (8), houve registros de ofensivas de ambos os lados. O Irã afirmou que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ataques de Israel no Líbano.

Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram disparos de mísseis e drones iranianos mesmo após o início da trégua.

Diante desse cenário, cresce o receio de impactos na oferta de petróleo, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, a US$ 98,57.

Os principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira (9), de olho nos desdobramentos da guerra.

O Dow Jones subiu 0,58%, aos 48.185,80 pontos. O S&P 500 avançou 0,62%, aos 6.824,63 pontos, enquanto o Nasdaq teve ganhos de 0,83%, aos 22.822,42 pontos.

Já as bolsas europeias fecharam em queda, devolvendo parte dos ganhos registrados na véspera. O índice pan-europeu STOXX 600, por exemplo, recuou 0,15%.

Entre os principais mercados da região, o CAC 40, da França, teve queda de 0,22%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 1,14%. O FTSE 100, do Reino Unido, registrou baixa de 0,05%.

Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito. O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%.

Outros mercados da região também operaram sem direção única. O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%. Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%.

Há 4 horas Mundo SIGA: Israel bombardeia sul do Líbano; Hezbollah faz mais de 50 ataques em 24hHá 4 horasEnfraquecer Hezbollah e criar ‘zona-tampão’: o que Israel busca no LíbanoHá 4 horasCrime em SPCom base de bombeiros a 6 minutos, morta por PM esperou por meia-hora

Há 4 horas São Paulo 2026 tem maior nº de mortes de mulheres cometidas pela políciaHá 4 horasVaivém do câmbioComo Trump fez o dólar ‘flopar’ e ajudou a valorizar o real

Há 5 horas G1 Explica É #FATO: BC da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 5 horasSistema de pagamento brasileiroPor que Trump voltou a atacar o PIX — e o que os EUA podem fazer

Há 4 horas Economia Por que estados americanos podem proibir data centersHá 4 horasFamílias no vermelhoQuem pode sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em análise

Há 1 hora Economia Proposta para aliviar endividados reacende debate sobre o fundoHá 1 horaComo saber se você vai receber o Pé-de-Meia em 2026Há 1 horaEleições 2026Endividamento dos brasileiros avança e entra na agenda dos pré-candidatos

Há 4 horas Eleições 2026 Missão à Lua 🌑🌒🌓🌕🌖🌗🌘Artemis retorna hoje à noite à Terra; saiba como será o pouso no mar

Há 4 horas Ciência Aeronave voltará à atmosfera a 40 mil km/h e 3 mil °CHá 4 horas🌎🚀Retorno à Terra é considerado o 2º momento mais crítico da missão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço dos alimentos em março: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Agro Preço dos alimentos em março: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato Alimentos subiram 1,56% em março e foi um dos principais responsáveis pela alta da inflação do mês, que subiu 0,88%, segundo o IBGE. Por Redação g1

Os preços dos alimentos aceleraram de 0,26% em fevereiro para 1,56% em março e foram os principais responsáveis pela alta da inflação do mês, que subiu 0,88%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (10).

A alta foi puxada pela alimentação no domicílio, que subiu 1,94% – bem acima de fevereiro (0,23%) –, com destaque para o avanço dos preços do tomate (20,31%), da cebola (17,25%), da batata-inglesa (12,17%), do leite longa vida (11,74%) e das carnes (1,73%).

Os alimentos acima foram os que mais pesaram na inflação do período por estarem entre os itens mais consumidos pelas famílias e, assim, terem maior impacto sobre o índice geral de preços.

Mas, quando se considera as maiores altas percentuais, destacam-se cenoura e a abobrinha. Já entre as maiores quedas, estão o abacate e a laranja-baía.

Cenoura: 28,08%Abobrinha: 23,56%Tomate: 20,31%Cebola: 17,25%Feijão-carioca (rajado): 15,4%Batata-doce: 13,41%Açaí (emulsão): 12,56%Batata-inglesa: 12,17%Leite longa vida: 11,74%Pimentão: 8,58%

Abacate: -13,2%Laranja-baía: -8,19%Maçã: -5,79%Laranja-lima: -3,98%Peixe-palombeta: -3,84%Limão: -3,64%Banana-maçã: -3,46%Mandioca (aipim): -3,25%Inhame: -3,21%Açúcar refinado: -2,98%

Há 4 horas Mundo SIGA: Israel bombardeia sul do Líbano; Hezbollah faz mais de 50 ataques em 24hHá 4 horasEnfraquecer Hezbollah e criar ‘zona-tampão’: o que Israel busca no LíbanoHá 4 horasCrime em SPCom base de bombeiros a 6 minutos, morta por PM esperou por meia-hora

Há 4 horas São Paulo 2026 tem maior nº de mortes de mulheres cometidas pela políciaHá 4 horasVaivém do câmbioComo Trump fez o dólar ‘flopar’ e ajudou a valorizar o real

Há 5 horas G1 Explica É #FATO: BC da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 5 horasSistema de pagamento brasileiroPor que Trump voltou a atacar o PIX — e o que os EUA podem fazer

Há 4 horas Economia Por que estados americanos podem proibir data centersHá 4 horasFamílias no vermelhoQuem pode sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em análise

Há 1 hora Economia Proposta para aliviar endividados reacende debate sobre o fundoHá 1 horaComo saber se você vai receber o Pé-de-Meia em 2026Há 1 horaEleições 2026Endividamento dos brasileiros avança e entra na agenda dos pré-candidatos

Há 4 horas Eleições 2026 Missão à Lua 🌑🌒🌓🌕🌖🌗🌘Artemis retorna hoje à noite à Terra; saiba como será o pouso no mar

Há 4 horas Ciência Aeronave voltará à atmosfera a 40 mil km/h e 3 mil °CHá 4 horas🌎🚀Retorno à Terra é considerado o 2º momento mais crítico da missão

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que governo Trump voltou a atacar o Pix (e o que EUA podem fazer contra ele)?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 06:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Pix se tornou referência internacional de sistema de pagamento digital — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo via BBC

Quase dez meses depois de abrirem uma investigação comercial contra o Pix, os Estados Unidos voltaram a alfinetar o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro, reacendendo a discussão sobre as investidas do governo Trump contra ele e as possíveis medidas de efeito prático que pode tomar nesse sentido.

O Pix foi mencionado em um relatório de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas americanas.

O documento foi elaborado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Office of the United States Trade Representative, USTR), a mesma agência que em julho do ano passado abriu um inquérito para apurar se considera o Pix uma "prática desleal", que fere a competitividade do setor produtivo americano.

O Pix é citado três vezes nas mais de 500 páginas do National Trade Estimate Report de 2026, em apenas um parágrafo:

"O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Partes interessadas dos EUA expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao pix, o que prejudica os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA. O Banco Central exige o uso do pix por instituições financeiras com mais de 500.000 contas."

O governo brasileiro reagiu e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a afirmar que o "o Pix é do Brasil". "Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix", ele declarou em entrevista na semana passada.

Até o presidente da Colômbia saiu em defesa do sistema de pagamentos brasileiro. Na segunda-feira (6/4), Gustavo Petro elogiou o modelo e, em uma longa publicação nas redes sociais, pediu que o sistema fosse estendido a seu país.

A investigação da USTR ainda está em andamento e não tem data fechada para ser concluída. Enquanto se aguarda o desfecho, uma das perguntas que surgem no debate em torno do caso é: o que os EUA podem fazer de concreto contra o sistema de pagamentos brasileiro?

Especialistas apontam que o PIX contraria interesses de big techs e de empresas de cartão — Foto: Getty Images/BBC

Os especialistas em comércio exterior e regulação econômica ouvidos pela reportagem frisaram que os EUA não têm jurisdição para agir diretamente contra o Pix.

As ferramentas à disposição dos americanos se concentram no âmbito comercial e estão descritas na própria legislação que foi usada para abrir a investigação contra o Brasil, a seção 301 do Trade Act de 1974.

Vão desde a suspensão de benefícios e acordos comerciais à restrição de importações de produtos e serviços ou imposição de tarifas sobre esses bens e serviços.

Ou seja, os EUA poderiam, por exemplo, dar início a um novo tarifaço sobre as exportações brasileiras com destino aos portos americanos ou retirar o Brasil do Sistema Geral de Preferências (SGP), um programa de benefícios tarifários instituído nos anos 1970 para países em desenvolvimento.

"Trata-se, portanto, mais de um mecanismo de pressão externa e econômica sobre o Estado brasileiro do que um poder regulatório sobre a infraestrutura de pagamentos em si", destaca Camila Villard Duran, especialista em direito econômico e regulação do mercado monetário.

Duran destaca que no novo relatório do USTR a linguagem usada no capítulo do Brasil é semelhante à que descreve supostas "práticas desleais" no setor de pagamentos em diversos outros países que também são criticados pelos EUA.

"O caso brasileiro, nesse sentido, não é isolado, mas integrado a uma estratégia política mais ampla de contestação de práticas nacionais em serviços financeiros digitais", diz ela, que é professora associada de direito da ESSCA School of Management, na França, e cofundadora do Instituto Mulheres na Regulação.

"Assim, a consequência mais plausível não é uma medida direcionada tecnicamente ao Pix, mas sim alguma forma de retaliação comercial mais ampla", avalia Duran.

Nesse sentido, uma fonte brasileira próxima às negociações diz ser difícil arriscar o que exatamente viria, caso a investigação de fato concluísse que as acusações contra o Brasil são pertinentes.

Historicamente, pondera a fonte, os EUA pouco usaram o instrumento da seção 301 do Trade Act de 1974 e, no caso específico da investigação contra o Brasil, o escopo de temas analisados pelo USTR é amplo e vai bem além do Pix.

Também inclui, por exemplo, as tarifas a que os produtores de etanol americanos estão submetidos para acessar o mercado brasileiro e até o desmatamento ilegal, acusado de dar vantagem competitiva injusta às exportações agrícolas brasileiras.

Renê Medrado, sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados, faz avaliação semelhante e exemplifica: ainda que os EUA por ventura optassem por uma retaliação comercial ampla, é difícil estimar se as eventuais tarifas seriam colocadas para uma lista ampla de produtos ou se seriam seletivas.

"E tem isso de que o governo americano às vezes fala que vai [fazer alguma coisa], depois volta atrás…", ele acrescenta, ao comentar sobre o desafio de se traçar possíveis cenários.

"Agora, o ponto é: o ambiente hoje é bom", completa Medrado, referindo-se ao estado das relações entre os governos Lula e Trump.

Desde que os dois presidentes se cruzaram nos bastidores da assembleia-geral da ONU em Nova York em setembro do ano passado, há um diálogo bilateral maior entre Brasil e EUA e uma expectativa de que um encontro presencial formal entre os dois aconteça.

"O alcance dessas medidas dependerá muito mais da dinâmica da política bilateral e da eficácia da diplomacia brasileira", comenta a professora Camila Villard Duran.

Por que então os EUA voltaram a alfinetar o Pix? No relatório do USTR de março do ano passado, o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro não havia nem sido mencionado diretamente, ao contrário do que aconteceu no deste ano.

Mesmo no documento em que formalizou a investigação contra o Brasil, a agência não citou o Pix nominalmente, apesar de ter feito referência indireta a ele ("O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", diz o texto).

A fonte ouvida pela BBC News Brasil que tem proximidade com as negociações comenta que uma das hipóteses para o endurecimento no tom agora foi o desfecho de uma reunião recente da Organização Mundial do Comércio (OMC) em que o Brasil bloqueou uma proposta dos EUA e outros países para estender a moratória de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas, que inclui serviços digitais como streamings, softwares e jogos.

E há ainda a grande derrota que o tarifaço de Trump sofreu no judiciário americano em fevereiro deste ano, quando a Suprema Corte considerou que o instrumento que vinha sendo usado para embasar as medidas (a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, ou IEEPA, na sigla em inglês), na verdade não autorizava o governo americano a instituir as tarifas.

Em um artigo de março deste ano, duas analistas do centro de pesquisas americano Brookings Institute pontuaram que, diante desse revés, a Seção 301, usada na investigação contra o Brasil, pode entrar no cardápio do governo americano como opção para voltar a taxar seus parceiros comerciais.

Do lado do setor financeiro, a jurista Camila Villard Duran chama atenção para a expansão do Pix no Brasil, "que altera diretamente o equilíbrio competitivo para empresas americanas, como Visa e Mastercard", mas especialmente para o fenômeno mais amplo no qual ele está inserido, de transformação estrutural e reorganização da ordem monetária e financeira internacional.

"O Pix já não é apenas um sistema de pagamentos eficiente. Ele representa um modelo de infraestrutura pública, que reduz a dependência de redes privadas estrangeiras e concentra, no âmbito doméstico, o controle jurisdicional sobre dados e fluxos financeiros", destaca Duran.

A professora aponta que, no relatório do USTR, os EUA fazem críticas semelhantes às feitas ao Brasil a países como Índia, Tailândia e Paquistão, "onde políticas públicas nacionais promovem sistemas domésticos de pagamento, impõem requisitos de localização de dados ou criam barreiras regulatórias à atuação de empresas estrangeiras".

"Em todos esses casos, o argumento dos EUA é semelhante: tais medidas seriam discriminatórias e restringiriam o acesso de empresas americanas a mercados nacionais", completa.

Post do governo federal de julho de 2025: gestão Lula tem procurado usar episódios para tentar melhorar imagem — Foto: Governo do Brasil/X

Diante desse panorama, Duran avalia que a pressão sobre o Pix e sobre sistemas de pagamentos de outros países também está ligada a uma questão ainda mais ampla, de soberania.

O que está em jogo, diz ela, já não é apenas a concorrência entre empresas, "mas o controle sobre infraestruturas consideradas como críticas".

"Nas minhas pesquisas, tanto sobre a criação do euro digital como sobre os projetos de plataformas alternativas para transações financeiras transfronteiriças, noto que a ideia de 'soberania monetária' está se deslocando muito rapidamente da autonomia da política monetária para o controle jurisdicional sobre as infraestruturas de pagamento e dos dados monetários que elas geram", afirma Duran.

"A moeda, na economia digital, torna-se cada vez mais informação e, nesse contexto, o controle jurisdicional sobre esses dados passa a ser um elemento central do poder monetário estatal."

Desde o início dos ataques do governo Trump ao sistema de pagamentos a gestão Lula tem procurado usar os episódios para melhorar sua imagem apostando em um discurso focado justamente na soberania nacional.

Membros do governo também têm buscado usar a polêmica para atingir adversários políticos, especialmente aqueles ligados ao bolsonarismo, que têm um histórico de proximidade com a gestão Trump.

Após a divulgação do último relatório do USTR, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o "silêncio" de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), dizendo que o senador "prefere bater palma para americano do que defender o que facilita a vida de milhões de brasileiros" e que acabaria com Pix.

Diversos vídeos e conteúdos anônimos compartilhados nos últimos dias também faziam afirmações nesse sentido.

Flávio, que é pré-candidato à presidência, chegou a se pronunciar sobre o assunto e negou qualquer intenção de acabar com o sistema de pagamentos.

Há 2 horas G1 Explica É #FATO: BC da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 2 horasSistema de pagamento brasileiroPor que Trump voltou a atacar o PIX — e o que os EUA podem fazer

Há 40 minutos Economia Por que estados americanos podem proibir data centersHá 40 minutosEndividamento das famíliasPosso sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano do governo

Há 22 minutos Economia Plano reacende debate sobre uso do fundo; entendaHá 22 minutosComo saber se você vai receber o Pé-de-Meia em 2026Há 22 minutosEleições 2026Endividamento dos brasileiros avança e entra na agenda dos pré-candidatos

Há 42 minutos Eleições 2026 🎧 PodcastO ASSUNTO: os objetivos da Artemis e o futuro da nova corrida espacial

Há 6 minutos O Assunto Congonhas e GuarulhosAeroportos de SP têm voos cancelados como reflexo de falha técnica

Há 1 hora São Paulo Prova do 9º anoBananildo e minibananildos: por que questão com frutas virais confunde

Há 41 minutos Educação Impacto na saúde mentalComo posts do TikTok promovem desinformação sobre TDAH e autismo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

É #FATO: Banco Central da França tirou todo o ouro que o país armazenava nos Estados Unidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 05:46

Fato ou Fake É #FATO: Banco Central da França tirou todo o ouro que o país armazenava nos Estados Unidos Post alega que barras foram vendidas em Nova York. Ao Fato ou Fake, assessoria da instituição confirmou operações envolvendo 129 toneladas, entre julho de 2025 e janeiro de 2026, que renderam US$ 12,8 bilhões. Dinheiro foi usado para comprar ouro guardado em Paris. Por Jorge Fofano — g1

Circulam nas redes sociais publicações dizendo que a França vendeu toda a sua reserva de ouro guardada em Nova York para comprar uma quantia equivalente na Europa. É #FATO.

Publicado nesta segunda-feira (6) no X, onde já foi visto mais de 7,1 milhões de vezes, o post apresenta a legenda, em inglês:"A França vendeu seu ouro armazenado em Nova York e comprou uma quantidade equivalente na Europa. Todas as reservas de ouro da França agora estão localizadas em Paris".Abaixo, há imagems do presidente do país, Emmanuel Macron, e de barras de ouro.

Procurado pelo Fato ou Fake, o Banco Central da França confirmou a venda do ouro alocado no Federal Reserve, em Nova York. Veja a nota enviada por e-mail: "Entre julho de 2025 e janeiro de 2026, o Banco Central francês executou a venda de 129 toneladas de ouro, que correspondia ao total do metal guardado em Nova York. Foram 26 operações de venda pontuais, que geraram um ganho de capital excepcional de US$ 12,8 bilhões. As barras de ouro compradas com esse valor estão, agora, sendo mantidas em Paris".

Segundo a instituição, essas operações de venda não estão relacionadas a questões geopolíticas:

"Não se trata de um gesto geopolítico. O movimento de recompra de novas barras de ouro atende a uma política conduzida desde 2005 e a recomendações de um relatório de controle interno de 2024, que exigem a modernização e padronização do ouro francês, conforme os padrões internacionais. Ainda há um estoque residual de 5% do total da reserva, localizada em Paris, que ainda precisa passar pela padronização. Isso será cumprido até 2028".

Ao Fato ou Fake, Ramiro Ferreira, especialista em investimentos e cofundador do Clube do Valor, analisa que, embora o BC negue uma motivação geopolítica para a venda, o momento escolhido para a repatriação do ouro casa coincide com a deterioração das relações comerciais e políticas entre o governo Trump e a Europa:

"A França diz que foi uma decisão técnica. E, tecnicamente, não está mentindo: as barras armazenadas em Nova York datavam do final da década de 1920 e não atendiam mais aos padrões modernos de pureza e peso exigidos no comércio internacional de ouro. Mas a repatriação ocorreu justamente quando o Fed de Nova York recebia um número recorde de pedidos de bancos centrais estrangeiros para retirar e repatriar fisicamente suas reservas de ouro, coincidentemente, o mesmo período em que tarifas, guerras comerciais e a imprevisibilidade do governo Trump dominaram a agenda global".

Em uma reportagem publicada em setembro de 2025, a agência de notícias Reuters revelou que, pela primeira vez desde 1996, os bancos centrais passaram a deter mais ouro nas reservas do que títulos da dívida pública americana. Segundo estudo do Banco Central Europeu (BCE), o estoque do metal pelas entidades monetárias chegou a 36 mil toneladas.

Já nesta quarta-feira (8), a própria Reuters informou, com base em uma pesquisa com gestores de quase 100 bancos centrais, que 40% dos entrevistados avaliavam aumentar ainda mais sua exposição ao ouro.

🥇 O ouro é considerado um investimento seguro pelos investidores e tende a se valorizar em momentos de crise . Atualmente, a elevação da dívida soberana dos Estados Unidos, preocupações sobre a independência do Fed e tensões geopolíticas em diferentes pontos do mundo diminuíram a confiança no dólar e aumentaram a procura pelo metal precioso.

O ouro chegou a bater US$ 5.595 a onça (31,1035 gramas) em janeiro deste ano, a maior cotação da história. A cotação do metal desta quinta-feira (9) foi de US$ 4,7 mil, uma queda de 16% em relação ao pico.

VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKEAdicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Post alega que barras foram vendidas em Nova York. Ao Fato ou Fake, assessoria da instituição confirmou operações envolvendo 129 toneladas, entre julho de 2025 e janeiro de 2026, que renderam US$ 12,8 bilhões. Dinheiro foi usado para comprar ouro guardado em Paris.

Há 41 minutos Fato ou Fake É #FAKE que Brasil perdeu vaga em comissão de direitos humanos da OEA e foi classificado como ‘país governado por ditador’

Itamaraty abriu mão de vaga porque fez acordo com México; decisão ocorreu depois de candidata apoiada por Trump vencer nas primeiras rodadas da votação. Ao Fato ou Fake, assessoria da OEA desmentiu alegações.

Ontem Fato ou Fake É #FAKE mensagem de WhatsApp do TSE cobrando dinheiro para ‘regularizar pendências eleitorais’; trata-se de golpe

Texto com tom alarmista envia link que leva vítima a transferir dinheiro a criminosos. Ao Fato ou Fake, Tribunal Superior Eleitoral TSE disse não fazer ‘qualquer tipo de cobrança para serviços de regularização eleitoral’: ‘Todos os serviços são gratuitos’.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE que foto mostre helicóptero militar americano abatido em deserto no Irã; imagem foi criada com inteligência artificial

Conteúdo falso começou a circular após Forças iranianas atingirem dois helicópteros dos EUA que atuavam em resgate de pilotos. Ferramenta de detecção do Google aponta uso de IA da própria empresa para criar a imagem.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE que Neymar foi creditado como ‘ex-jogador’ em série da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho

Posts manipulam imagem de trailer de documentário para inserir legenda falsa, em inglês, dizendo: ‘NEYMAR JR. Ex-jogador brasileiro de futebol. Lenda do Barcelona’. Na versão oficial, essa referência não existe. Ao Fato ou Fake, pai do atacante desmentiu publicações.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE que vídeo mostre Trump admitindo ataque do Irã contra porta-aviões dos EUA; comentário foi sobre operação na Venezuela

Posts enganosos tiram de contexto discurso de 27 de março do presidente americano no qual ele falou sobre a caputura de Maduro, ocorrida no início deste ano.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE que Canadá tenha aprovado lei que torna citações da Bíblia ‘discurso extremista’ e ‘de ódio’

Projeto de Lei C-9 endurece punições contra crimes de ódio, mas não pune proclamação de versículos religiosos nem foi aprovado definitivamente.

Há 3 dias Fato ou Fake É #FAKE alerta da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX

Também é falso vídeo de onça-pintada com sucuri na boca parando trânsito em rodovia de Mato Grosso.

Há 3 dias G1 Fato ou Fake É #FAKE que vídeo de astronautas da Artemis II foi gravado em estúdio com ‘fundo verde’ e efeitos visuais

Post manipulam trecho de entrevista de astronautas para sugerir que registro usou chroma key. Missão da Nasa em direção à Lua decolou na quarta-feira (dia 1º), com previsão de retorno na sexta-feira (10).

Há 4 dias Fato ou Fake É #FAKE que Lula deu bolsa de R$ 7 mil por mês e moradia gratuita a refugiados muçulmanos no Brasil

Post também tira de contexto vídeo gravado em 2024, após repatriação de brasileiros que moravam no Líbano. Ao Fato ou Fake, Ministério do Desenvolvimento Social informou que não há benefícios concecidos com base em nacionalidade ou religião.

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/04/2026 05:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês Após alcançar 5 milhões de visualizações, manicure de Minas Gerais transforma ideia em negócio, cria produto com impressora 3D e já ganha mais que no salão. Por PEGN

Manicure de Ipatinga (MG) criou abridor de latas em formato de esmalte para preservar as unhas das clientes.

Com investimento inicial de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero e começou a produzir os abridores sob demanda.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure, com faturamento mensal de R$ 11 mil.

Um abridor de latas para que mulheres evitassem danificar as unhas recém-feitas foi a ideia que fez a manicure Karina Drumond, de Ipatinga (MG), viralizar nas redes sociais.

A ideia nasceu dentro do próprio salão. Karina queria oferecer um brinde diferente para as clientes no fim de ano e lembrou de um modelo de abridor de latas. Com a ajuda do namorado, que tinha uma impressora 3D, começou a desenvolver um acessório em formato de esmalte — pensado para preservar as unhas.

Os primeiros testes não deram certo. Protótipos quebraram e não conseguiam abrir as latas. Após ajustes no design, o casal chegou a um modelo funcional. A validação veio em um evento com amigas e clientes: o produto funcionou e foi bem recebido.

Com a repercussão inesperada dos vídeos, que chegaram a ultrapassar cinco milhões de visualizações, Karina recebeu diversas mensagens de seguidores em busca do produto. Foi então que decidiu transformar a ideia em negócio, mesmo sem experiência em vendas ou precificação.

Com investimento inicial de cerca de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero. Criaram um site, estudaram vendas online e começaram a produzir os abridores sob demanda. A primeira venda foi de 100 unidades.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure. Enquanto o salão fatura cerca de R$ 6,5 mil por mês, os abridores rendem aproximadamente R$ 11 mil mensais, com unidades vendidas a partir de R$ 9,90.

Além do faturamento, a visibilidade também impulsionou a clientela do salão, evidenciando como o digital pode potencializar pequenos negócios. Agora, os próximos passos incluem investir em mais impressoras 3D para ampliar a produção e reduzir o prazo de entrega, hoje entre cinco e seis dias úteis.

Para Karina, o momento é de aproveitar a oportunidade. A ideia é consolidar a marca no mercado e transformar a solução criativa em referência — sem abrir mão do propósito inicial: ajudar clientes a manter as unhas intactas.

📍 Endereço: Rua Salgueiro n°96 – Bairro Bom Jardim Ipatinga -MG – CEP: 35162295 Telefone: (31) 98449-3008🌐 Site: www.unhasseguras.com.br📧 E-mail: unhasseguras@gmail.com📘 Facebook: Unhasseguras( página)📸 Instagram: @unhasseguras.oficial📲 Tiktok: Unhas.seguras

Há 1 hora G1 Explica É #FATO: Banco Central da França tirou todo o ouro que armazenava nos EUAHá 1 horaEndividamento das famíliasEntenda o plano do governo que pode liberar R$ 17 bilhões do FGTS

Há 23 minutos Economia Plano reacende debate sobre uso do fundo; entendaHá 23 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: os objetivos da Artemis, e o temor dos EUA com o avanço espacial chinês

Há 3 horas O Assunto Congonhas e GuarulhosAeroportos de SP têm voos cancelados como reflexo de falha técnica

Há 3 minutos São Paulo Prova do 9º anoBananildo e minibananildos: por que questão com frutas virais pode confundir

Há 7 minutos Educação Formação de chapa’Sonho de consumo’: Flávio Bolsonaro sinaliza Tereza Cristina como vice ideal

Há 7 horas Mato Grosso do Sul Em encontro, Leite diz que Caiado tem ‘todas as condições de governar o país’Há 7 horasPresidente do PT confirma candidatura de Lula, e Kassab afirma apoio a TarcísioHá 7 horasNikolas, Boulos, Zambelli…Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e têm problemas na justiça

Há 1 hora Política Por que um candidato com mais votos pode não se eleger deputadoHá 1 horaMandato-tampão para governadorEntenda situação do Rio após STF suspender julgamento de eleições indiretas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como Trump fez o dólar ‘flopar’ – e ajudou a valorizar o real

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 04:45

Como Trump fez o dólar 'flopar' – e ajudou a valorizar o real No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A política externa imprevisível de Donald Trump tem mexido com o humor dos mercados — e ajudado a explicar por que o dólar perdeu força nos últimos meses, enquanto moedas como o real ganharam terreno.

Diante das incertezas sobre os rumos dos Estados Unidos, investidores passaram a buscar oportunidades fora do país. Parte desse dinheiro migra para mercados emergentes, como o Brasil, o que aumenta a entrada de recursos e favorece a valorização do real.

Na prática, funciona assim: quando há mais dólares entrando no país — seja por exportações ou por investimentos — cresce a troca da moeda americana por reais. Com mais oferta de dólares circulando, o preço tende a cair.

No vídeo acima, você entende como esse movimento global acabou fazendo o dólar “flopar” e por que isso impacta diretamente o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica destrincha temas de economia e finanças para mostrar, de forma simples, o que está por trás das mudanças no mercado

Há 4 horas Mundo Formação de chapa’Sonho de consumo’: Flávio Bolsonaro sinaliza Tereza Cristina como vice ideal

Há 6 horas Mato Grosso do Sul Em encontro, Leite diz que Caiado tem ‘todas as condições de governar o país’Há 6 horasPresidente do PT confirma candidatura de Lula, e Kassab afirma apoio a TarcísioHá 6 horasNikolas, Boulos, Zambelli…Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e têm problemas na justiça

Há 2 horas Política Mandato-tampão para governadorEntenda situação do Rio após STF suspender julgamento de eleições indiretas

Há 2 horas Política Cármen antecipa para próxima terça saída da presidência do TSEHá 2 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: os objetivos da Artemis, e o temor dos EUA com o avanço espacial chinês

Há 2 horas O Assunto Alto consumo de energiaPor que estados americanos podem proibir a construção de data centers

Agora G1 Explica Controle de fronteirasNovo sistema de entrada na União Europeia entra em vigor hoje; entenda

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que estados americanos podem proibir a construção de data centers

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 04:03

Tecnologia Por que estados americanos podem proibir a construção de data centers Com alto consumo de energia dos data centers, parlamentares discutem suspender temporariamente a criação desses empreendimentos. Maine pode se tornar o primeiro estado americano a barrar novos projetos. Por Redação g1

Gigantes de tecnologia têm feito investimentos enormes em data centers à medida que precisam de muita capacidade para armazenar informações na "nuvem" e treinar modelos de inteligência artificial cada vez mais avançados.

Os data centers costumam consumir muita energia e, por isso, estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a criação desses espaços.

O caso mais avançado é o do Maine, que pode ser o primeiro estado americano a proibir a construção de novos data centers. A Câmara e o Senado estaduais já aprovaram a proposta, que, para virar lei, precisa ser sancionada pela governadora Janet Mills, do Partido Democrata.

A proposta do Maine impediria, até novembro de 2027, a criação de data centers com, no mínimo, 20 megawatts de potência. Projetos dessa capacidade podem consumir energia elétrica equivalente a mais de 15 mil residências, segundo o jornal The Wall Street Journal.

Vista aérea de um data center da AWS que integra a região US-EAST-1, no norte da Virgínia, nos EUA — Foto: Reuters/Jonathan Ernst

Gigantes de tecnologia têm feito investimentos enormes em data centers à medida que precisam de muita capacidade para armazenar informações na "nuvem" e treinar modelos de inteligência artificial cada vez mais avançados.

Os data centers costumam consumir muita energia e, por isso, estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a criação desses espaços.

O caso mais avançado é o do Maine, que pode ser o primeiro estado americano a proibir a construção de novos data centers. A Câmara e o Senado estaduais já aprovaram a proposta, que, para virar lei, precisa ser sancionada pela governadora Janet Mills, do Partido Democrata.

❓ Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos.

A proposta do Maine impediria, até novembro de 2027, a criação de data centers com, no mínimo, 20 megawatts de potência. Projetos dessa capacidade podem consumir energia elétrica equivalente a mais de 15 mil residências, segundo o jornal The Wall Street Journal.

A medida prevê ainda um conselho responsável por propor medidas para garantir que os data centers não prejudiquem a população do Maine.

Apenas 9 data centers estão em funcionamento no Maine, segundo dados do site Data Center Map. A Virgínia lidera o ranking nos EUA com 579 data centers em operação, enquanto o Brasil tem 204 empreendimentos desse tipo.

Mas, apesar de o Maine ter poucos empreendimentos, a preocupação é com o possível aumento no custo de energia causado por esses empreendimentos. O estado já tem uma das maiores tarifas do país, segundo o Administração de Informação de Energia dos EUA.

Data centers costumam usar muita energia elétrica e podem contribuir com o aumento da conta de luz nos Estados Unidos. Por lá, concessionárias de energia investirão em infraestrutura para atender à demanda e poderão repassar os custos para consumidores, afirmaram analistas à CNBC.

Os empreendimentos também levantam preocupações sobre o uso de água. Fazer até 50 perguntas para o ChatGPT pode consumir meio litro de água, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside.

A deputada estadual Melanie Sachs, do Partido Democrata, disse que a proibição no Maine garantirá a gestão responsável da terra e da água. "Este projeto não é contra a inovação, nem rejeita o desenvolvimento econômico", afirmou em março, segundo o site Maine Morning Star.

Já o deputado estadual Steven Foster, do Partido Republicano, disse que já há regras para data centers e que a proibição não é necessária. "Muito medo foi alimentado sobre a construção de um data center de inteligência artificial em qualquer lugar do Maine, o que é contrário à realidade", afirmou em março.

Propostas de suspender a construção de data centers também surgiram em estados como Virgínia e Geórgia, bases de projetos de empresas como Meta, Google e Microsoft.

Esses projetos também foram apresentados em estados como Nova York, Maryland e Oklahoma, mas, por enquanto, não se tornaram lei em nenhum deles.

A proibição temporária a novos data centers já existe por meio de leis municipais de algumas cidades no Michigan e em Indiana, segundo o Wall Street Journal. A lei do Maine teria o maior alcance até o momento.

Projeto do Scala AI City, 'cidade' de servidores que será construída em Eldorado do Sul (RS) — Foto: Divulgação/Scala Data Centers

No Brasil, os primeiros projetos de data centers de IA poderão ter consumo equivalente ao de mais de 16 milhões de casas. Os empreendimentos serão construídos no Rio de Janeiro (RJ), em Eldorado do Sul (RS), em Maringá (PR), em Uberlândia (MG) e em Caucaia (CE).

O projeto de Caucaia é da ByteDance, empresa chinesa dona do TikTok, e envolve um complexo com cinco data centers que deverão entrar em operação em setembro de 2027. Ele terá capacidade inicial de 200 megawatts.

O projeto da ByteDance prevê um investimento de mais de R$ 580 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Google começa a liberar mudanças em endereços do Gmail; veja como vai funcionarGolpistas criam páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil; veja como se proteger'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra para lançar ataques letais em minutos

Há 4 horas Mundo Blog do Valdo CruzEm gesto a Lula, Alcolumbre libera que CCJ analise indicação de Messias ao STF

Há 7 horas Blog do Valdo Cruz Relator diz que apresentará relatório favorável à aprovação de MessiasHá 7 horasDosimetriaAlcolumbre marca para dia 30 análise de veto de Lula ao PL que reduz pena de Bolsonaro

Há 2 horas Política Pressa de Alcolumbre para analisar veto passa por acordo com oposição para não instalar CPMI do Master, avaliam governistasHá 2 horasFormação de chapa’Sonho de consumo’: Flávio Bolsonaro sinaliza Tereza Cristina como vice ideal

Há 5 horas Mato Grosso do Sul Em encontro, Leite diz que Caiado tem ‘todas as condições de governar o país’Há 5 horasPresidente do PT confirma candidatura de Lula, e Kassab afirma apoio a TarcísioHá 5 horasNikolas, Boulos, Zambelli…Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e têm problemas na justiça

Há 1 hora Política Mandato-tampão para governadorEntenda situação do Rio após STF suspender julgamento de eleições indiretas

Há 2 horas Política Cármen antecipa para próxima terça saída da presidência do TSEHá 2 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: os objetivos da Artemis, e o temor dos EUA com o avanço espacial chinês

Há 1 hora O Assunto Alto consumo de energiaPor que estados americanos podem proibir a construção de data centers

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Os seis quitutes que ganharam da coxinha como melhor comida de rua da América do Sul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 04:03

Agro Os seis quitutes que ganharam da coxinha como melhor comida de rua da América do Sul No ranking feito pelo TasteAtlas, salgado ficou em 7º lugar, perdendo espaço para pratos peruanos e argentinos, como espetinhos de coração bovino, empanadas e até milho com queijo. Por Redação g1

A coxinha brasileira ficou em 7º lugar no ranking TasteAtlas de melhores comidas de rua da América do Sul, atrás de pratos peruanos e argentinos.

Os seis primeiros lugares foram: anticuchos de coração e de peixe (Peru), empanadas tucumanas e argentinas, choclo con queso (Peru) e sandwich de lomo (Argentina).

O guia do TasteAtlas descreve a coxinha como um dos salgados favoritos do Brasil e conta um pouco sobre a história do prato.

Segundo o TasteAtlas, o ranking é feito com base em avaliações de usuários reais, com mecanismos para evitar votos falsos ou motivados por patriotismo.

Imagem de coxinhas de frango; quitute ficou em 7º lugar. — Foto: Centro de Comunicação Social da Prefeitura de Piracicaba

A coxinha provavelmente ficaria em primeiro lugar em qualquer lista de melhores comidas de rua feita por brasileiros. Não é o caso do TasteAtlas.

No ranking da plataforma sobre os melhores quitutes de rua da América do Sul, a coxinha ficou em 7º lugar, perdendo espaço para pratos peruanos e argentinos, como espetinhos de coração bovino, empanadas e até milho com queijo.

O TasteAtlas é uma enciclopédia gastronômica criada pelo jornalista croata Matija Babić, em 2018.

Os rankings são baseados em avaliações dos usuários da plataforma, mas, segundo a empresa, há mecanismos para identificar usuários reais, ignorar votos de bots ou motivados por patriotismo local e dar mais peso às avaliações de pessoas consideradas mais conhecedoras.

O anticucho de coração é um prato tradicional do Peru feito com espetinhos de coração bovino. A receita leva cubos de coração marinados em uma mistura de óleo, vinagre de vinho tinto, alho, orégano, cominho, sal e pasta de pimenta ají panca.

Depois de absorver os temperos, a carne é colocada em espetos e levada à grelha até ficar bem cozida e levemente tostada por fora.

O anticucho costuma ser servido com acompanhamentos como rodelas grossas de batata cozida, milho e molho de ají amarillo para mergulhar. A recomendação do TasteAtlas é aproveitar o prato com uma cerveja bem gelada.

Essas empanadas são uma especialidade da região de Tucumán, na Argentina, e bem diferentes das versões mais comuns em Buenos Aires. As tucumanas costumam ser feitas à mão, seguindo receitas tradicionais, e se destacam pela massa crocante e pelo equilíbrio entre massa e recheio.

A massa é preparada com farinha de trigo e gordura bovina. Já o recheio pode levar carne, frango ou até dobradinha, além de ingredientes como cebola, ovo cozido, páprica e cominho.

As tucumanas autênticas são assadas em forno de barro, e ficam ainda melhores acompanhadas de uma taça de vinho local.

As empanadas argentinas já são bastante conhecidas entre os brasileiros. Embora sejam mais consumidas na versão salgada, também existem opções doces, com recheios como doce de leite e marmelo.

A massa, geralmente feita com farinha de trigo, é aberta fina, recheada e dobrada, formando um “pacotinho” que depois é assado ou frito até ficar dourado. As versões mais tradicionais levam carne moída, cebola e especiarias, garantindo um sabor marcante.

Cada região da Argentina, no entanto, tem seu próprio estilo: há as menores e mais picantes de Salta; as maiores, ao estilo de Mendoza, com alho e azeitonas; as da Cordilheira, feitas com carne de cordeiro, entre outras variações.

Mais do que um prato, as empanadas são um símbolo cultural do país — as chamadas empanadas criollas já foram, inclusive, declaradas Patrimônio Cultural Alimentar pelo Ministério da Cultura argentino.

O anticucho de pescado é um prato tradicional do Peru feito com espetinhos de peixe. A receita começa com a marinada de peixes brancos mais firmes em uma mistura de alho, páprica, sal, vinagre, suco de limão, óleo, cominho e pimenta-do-reino.

Na hora de servir, os espetinhos costumam vir acompanhados de fatias grossas de batata cozida, alface, milho e molho de ají amarillo para mergulhar. A finalização é com gomos de limão, que realçam o sabor.

O "choclo con queso" nada mais é do que um milho com queijo, prato típico do Peru que costuma ser consumido como lanche, entrada ou acompanhamento.

Ele é feito com o choclo peruano, um tipo de milho com grãos grandes, sabor levemente adocicado e textura mais firme.

Apesar de também aparecer em restaurantes, é mais comum encontrar esse preparo nas ruas, vendido por ambulantes. Em versões mais modernas, o prato pode ganhar forma de um gratinado, com ingredientes como cebola, cominho, farinha e leite.

Esta é uma versão “turbinada” do sanduíche de carne: recheado com fatias finas de bife de lomo, tomate, cebola, alface, maionese, molho chimichurri, presunto, queijo e ovo frito, o sanduíche de lomo — ou lomito — é praticamente um exagero de tão recheado.

Apesar da receita tradicional, o preparo é aberto a variações: há quem substitua a carne bovina por porco ou acrescente ingredientes como berinjela, entre outros.

Popular na Argentina e no Uruguai, o sanduíche é facilmente encontrado em carrinhos de rua espalhados pelas áreas urbanas dos dois países.

O guia do TasteAtlas descreve a coxinha como "um dos salgados favoritos do Brasil" e conta um pouco sobre a história do prato.

Segundo a publicação, a coxinha surgiu em São Paulo no século 19 e, a partir dos anos 1950, se espalhou para os estados do Rio de Janeiro e Paraná.

"Reza a lenda que o quitute foi criado para o filho da princesa Isabel, que só gostava de comer coxa de frango", diz a publicação.

Já historiadores da alimentação apontam outra origem: "o salgado teria surgido durante a industrialização paulista, como uma alternativa mais barata e durável aos cortes tradicionais de frango vendidos na porta das fábricas para os trabalhadores", acrescenta.

8º – Papa rellena (Peru): batatas recheadas típicas do Peru — uma espécie de croquete de purê de batata frito com recheio de carne. O recheio costuma levar carne bovina picada, misturada com cebola e cominho. 9º – Choripán (Argentina): considerado um dos ícones da comida de rua argentina, é um sanduíche feito com linguiça chorizo e diferentes condimentos, servido em pão crocante. 10º – Picada Colombiana (Colômbia): Prato tradicional em que uma variedade de carnes e vegetais grelhados ou fritos é servida em uma grande travessa. Costuma incluir batatas papa criolla, porco, frango, carne bovina, morcela (chouriço de sangue), longaniza, arepas, guacamole e milho doce.

Segundo a empresa, há mecanismos para identificar usuários reais, ignorar votos de bots ou motivados por patriotismo local e dar mais peso às avaliações de pessoas consideradas mais conhecedoras.

Na lista “Top 49 South American Street Food”, até 15 de março de 2026, foram registradas 8.147 avaliações. Desse total, 3.620 foram reconhecidas pelo sistema como legítimas.

O TasteAtlas afirma que os rankings não devem ser vistos como uma conclusão definitiva sobre comida no mundo. O objetivo, segundo a plataforma, é promover pratos locais, valorizar culinárias tradicionais e despertar a curiosidade sobre receitas ainda não experimentadas.

Há 4 horas Mundo Blog do Valdo CruzEm gesto a Lula, Alcolumbre libera que CCJ analise indicação de Messias ao STF

Há 7 horas Blog do Valdo Cruz Relator diz que apresentará relatório favorável à aprovação de MessiasHá 7 horasDosimetriaAlcolumbre marca para dia 30 análise de veto de Lula ao PL que reduz pena de Bolsonaro

Há 2 horas Política Pressa de Alcolumbre para analisar veto passa por acordo com oposição para não instalar CPMI do Master, avaliam governistasHá 2 horasFormação de chapa’Sonho de consumo’: Flávio Bolsonaro sinaliza Tereza Cristina como vice ideal

Há 5 horas Mato Grosso do Sul Em encontro, Leite diz que Caiado tem ‘todas as condições de governar o país’Há 5 horasPresidente do PT confirma candidatura de Lula, e Kassab afirma apoio a TarcísioHá 5 horasNikolas, Boulos, Zambelli…Deputados mais votados em 2022 causam polêmicas e têm problemas na justiça

Há 1 hora Política Mandato-tampão para governadorEntenda situação do Rio após STF suspender julgamento de eleições indiretas

Há 2 horas Política Cármen antecipa para próxima terça saída da presidência do TSEHá 2 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: os objetivos da Artemis, e o temor dos EUA com o avanço espacial chinês

Há 1 hora O Assunto Alto consumo de energiaPor que estados americanos podem proibir a construção de data centers

0

PREVIOUS POSTSPage 3 of 4NEXT POSTS