RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lula diz que vai incluir estudantes com pendências no Fies em programa de renegociação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 20:47

Política Lula diz que vai incluir estudantes com pendências no Fies em programa de renegociação Programa para pagamento de dívidas foi uma demanda do presidente Lula, que tem dito que as dívidas estão consumindo boa parte da renda dos brasileiros. Por Isabella Calzolari, g1 — Brasília

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante visita ao novo prédio do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) — Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (10) que vai incluir estudantes com pendências no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores – que está em estudo e pode ser lançado pelo governo nos próximos dias.

"Agora estamos com problema porque está aumentando endividamento do Fies. Vamos ter que colocar eles também na nossa negociação de endividamento. Não pode tirar o jovem do seu sonho universitário porque está devendo", disse Lula.

"Tem tanta gente que deve pro governo. A gente sonha que ele pague a dívida dele sendo profissional competente. Vai melhorar qualidade da produtividade do país, mais mão de obra qualificada", afirmou.

A elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda do presidente Lula, que tem demonstrado, em entrevistas e discursos, preocupação com o nível de endividamento das famílias.

O petista deu a declaração durante uma visita novo prédio do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo.

Com o alto nível de endividamento da população, o governo anunciou que avalia medidas para aliviar a pressão sobre as finanças das famílias — e uma delas envolve o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o Ministério do Trabalho, a pasta avalia a liberação de até R$ 17 bilhões do fundo para ajudar trabalhadores a quitar dívidas.

A proposta pode beneficiar mais de 10 milhões de pessoas e integra um pacote mais amplo para reduzir o endividamento, tema tratado como prioridade pelo presidente Lula e reforçado nesta semana pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

A primeira medida prevê a liberação de um valor entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar trabalhadores a quitarem dívidas.

A iniciativa, no entanto, não deve contemplar todos os brasileiros: o foco será em pessoas de menor renda, com exclusão de quem recebe salários mais altos — como na faixa de R$ 20 mil, por exemplo. O entendimento da pasta é que essa faixa de renda teria mais condições de arcar com os débitos.

O Ministério, no entanto, não detalhou se já existe um teto salarial específico definido para essa proposta.

Já a segunda medida, divulgada anteriormente, prevê a liberação de cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. O valor é destinado a quem aderiu ao saque-aniversário, foi demitido e teve parte do saldo do FGTS bloqueada como garantia de empréstimos bancários.

Na prática, essa segunda proposta busca devolver valores que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações. Quando o trabalhador antecipa o saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal retém parte do saldo do FGTS como uma garantia do empréstimo — uma espécie de reserva para cobrir o pagamento caso o trabalhador tenha dificuldade de quitar a dívida.

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Ataque hacker desvia pagamento e causa prejuízo milionário a empresa de energia no Reino Unido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 19:41

Tecnologia Ataque hacker desvia pagamento e causa prejuízo milionário a empresa de energia no Reino Unido Empresa faria pagamento para outra companhia, mas a invasão redirecionou cerca de R$ 4,7 milhões para um terceiro que não estava envolvido na negociação. Por Redação g1

Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker desviar o destino de um pagamento.

O caso envolveu a subsidiária americana da Zephyr Energy, empresa britânica de petróleo e gás que relatou o incidente a seus investidores na quinta-feira (9).

O ataque fez o valor ser transferido para um terceiro sem envolvimento na negociação, informou a Zephyr Energy.

O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião — Foto: Altieres Rohr/G1

Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker desviar o destino de um pagamento que seria feito a outra companhia.

O caso se tornou público na última quinta-feira (9) e envolveu a subsidiária americana da Zephyr Energy, empresa britânica de petróleo e gás que relatou o incidente a seus investidores.

O ataque fez o valor ser transferido para um terceiro sem envolvimento na negociação, informou a Zephyr Energy.

"A empresa notificou imediatamente as autoridades policiais competentes e está trabalhando com os bancos e consultores envolvidos para tentar recuperar os fundos desviados", continuou.

A empresa não detalhou a invasão, mas esse tipo de ataque costuma envolver acessos indevidos a caixas de entrada de e-mails e a sistemas de contabilidade, por exemplo.

Os "ataques de comprometimento de e-mail comercial" estão entre os mais comuns e, em 2025, geraram prejuízo de mais de US$ 3 bilhões para milhares de vítimas em 2025, segundo um relatório do FBI.

A Zephyr Energy disse que seus sistemas estão sendo monitorados continuamente e que, apesar de seguir padrões de mercado, adotou novas camadas de segurança.

A empresa disse ainda que está realizando suas atividades normalmente e que tem capital de giro suficiente para que a invasão não afete sua operação.

Área de exploração de petróleo da Zephyr Energy em Utah, nos Estados Unidos — Foto: Divulgação/Zephyr Energy

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Por que Casa Branca orientou funcionários a não fazerem apostas em mercados de previsões como Kalshi e Polymarket

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 17:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Funcionários da Casa Branca, sede do governo americano, foram alertados no mês passado para não usar informações privilegiadas em apostas em "mercados de previsões".

O alerta foi feito por email enviado em 24 de março, um dia depois de o presidente americano, Donald Trump, anunciar uma pausa de cinco dias em sua ameaça de atacar usinas e infraestrutura de energia do Irã.

O email enviado aos funcionários da Casa Branca faz referência a reportagens jornalísticas sobre o uso de informações que não vieram a público para apostar em plataformas como Kalshi e Polymarket.

Davis Ingle, porta-voz da Casa Branca, disse à BBC que "qualquer insinuação sem provas de que funcionários do governo estejam envolvidos em tal atividade é jornalismo infundado e irresponsável".

Ingle afirmou também que todos os funcionários federais dos EUA estão sujeitos às diretrizes de ética do governo, que proíbem o uso de informações privilegiadas para ganho financeiro. "O único interesse especial que sempre guiará o presidente Trump é o bem-estar do povo americano."

A BBC entrou em contato com a Kalshi e a Polymarket para comentar o assunto, mas não recebeu respostas ainda.

A empresa comandada por bilionária brasileira no centro de polêmicas sobre 'apostas em guerra'

A Polymarket passou a ser escrutinada em janeiro depois que um apostador ganhou quase meio milhão de dólares (cerca de R$ 2,5 milhões) por causa de uma aposta na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pouco antes do anúncio oficial.

Não está claro quem fez a aposta, já que a conta anônima tem um identificador de blockchain com letras e números.

O caso gerou preocupações acerca do eventual uso de informações privilegiadas de operações militares americanas.

A popularidade de mercados de previsões, que movimentaram mais de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) no ano passado, tem crescido bastante.

As previsões podem estar relacionadas a praticamente tudo. Em geral estão ligadas a esportes, mas também podem envolver apostas, por exemplo, em decisões do Banco Central sobre a taxa de juros ou o resultado de eleições.

Essas empresas estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Apostas no mercado de previsões sobre conflitos alimentaram também o debate sobre como esse setor da indústria deve ser regulamentado.

Diferentemente das bets (firmas de apostas tradicionais), em que as probabilidades são definidas pela própria empresa, as plataformas de mercados de previsão funcionam mais como uma bolsa de valores, permitindo que os usuários apostem uns contra os outros no resultado de eventos futuros por meio de algo chamado de "contratos de eventos". Esses eventos sempre têm como resultado um cenário de "sim" ou "não".

Esse modelo permitiu que essas empresas ficassem sob supervisão dos reguladores financeiros nacionais da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Nesta semana, o congressista americano Ritchie Torres, membro do Partido Democrata que integra o Comitê de Serviços Financeiros, enviou um comunicado à CFTC solicitando uma investigação de apostas "suspeitas".

Em março, líderes do Partido Democrata (de oposição ao governo Trump, do Partido Republicano) apresentaram um projeto de lei para banir completamente o mercado de previsões de negociar apostas relacionadas a guerras ou ações militares.

Em teoria, essas apostas já infringem as regras financeiras dos EUA, que proíbem a negociação de contratos relacionados a guerra, terrorismo, assassinato, jogos de azar ou outras atividades ilegais. As apostas realizadas no âmbito das empresas desse mercado de previsões poderiam ser consideradas contratos desse tipo, perante a lei, argumentam os críticos.

"Corrupção e exploração estão prosperando neste momento por brechas nos mercados de previsões", afirmou o senador americano Andy Kim (Democrata por Nova Jersey). "Essa manipulação leva a uns poucos escolhidos a ganharem um monte, às custas dos trabalhadores americanos."

Críticos dos mercados de previsões afirmam que essas plataformas realizam, na verdade, operações de apostas esportivas e jogos de azar — e que estariam tentando se "disfarçar" como "bolsas de negociações" para evitar regras e impostos mais rigorosos enfrentados pelas bets, que são regulamentadas pelos Estados.

A divergência sobre quem deve fiscalizar os aplicativos gerou dezenas de batalhas judiciais nos EUA, à medida que os Estados começam a reivindicar seu direito de regulamentar essas empresas, em vez de deixar a supervisão a cargo da CFTC.

No Brasil, há relatos de que brasileiros conseguem usar essas plataformas usando remessas internacionais com criptomoedas ou cartões internacionais.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, as plataformas de apostas tradicionais — as bets brasileiras — que pagaram por outorgas de R$ 30 milhões para operar no Brasil, vêm solicitando, em reuniões com o governo, que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda bloqueie a operação de plataformas como a Kalshi.

Elas argumentam que essas empresas não poderiam operar no Brasil por não terem sede no país e nem terem pago pela outorga. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, a cofundadora da Kalshi, a mineira Luana Lopes Lara, disse que a empresa está em expansão e que estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil.

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Justiça suspendeu imposto de exportação a petroleiras com base em trecho que não existe em MP, diz governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 17:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) afirmou que a decisão o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que concedeu a liminar que suspendeu o imposto de exportação de petróleo bruto citou um trecho de uma medida provisória (MP) que não existe.

Segundo a PGFN, a decisão que atendeu um pedido das empresas Equinor, TotalEnergies, Petrogal, Shell e Repsol-Sinopec se baseou em um trecho de norma que não existe na legislação vigente.

A alíquota de 12% foi instituída por MP pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como parte de um conjunto de ações voltadas a reduzir os efeitos da alta nos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis sobre os consumidores brasileiros, em meio ao conflito no Oriente Médio.

De acordo com a PGFN, o magistrado fundamentou a concessão da liminar em um suposto artigo da MP da subvenção do diesel, que vincularia a arrecadação do imposto de exportação ao atendimento de necessidades fiscais emergenciais da União.

PGFN recorreu da decisão; ao analisar o recurso, juiz admitiu "erro material grave", mas não reviu decisão por considerar que "conclusões" não foram afetadas.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) afirmou que a decisão o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que concedeu a liminar que suspendeu o imposto de exportação de petróleo bruto citou um trecho de uma medida provisória (MP) que não existe.

Segundo a PGFN, a decisão que atendeu um pedido das empresas Equinor, TotalEnergies, Petrogal, Shell e Repsol-Sinopec se baseou em um trecho de norma que não existe na legislação vigente.

🔎 A alíquota de 12% foi instituída por MP pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como parte de um conjunto de ações voltadas a reduzir os efeitos da alta nos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis sobre os consumidores brasileiros, em meio ao conflito no Oriente Médio.

De acordo com a PGFN, o magistrado fundamentou a concessão da liminar em um suposto artigo da MP da subvenção do diesel, que vincularia a arrecadação do imposto de exportação ao atendimento de necessidades fiscais emergenciais da União.

Em resposta à alegação de que a decisão usa um trecho da MP que não existe, o juiz admite que a decisão levou em conta "três parágrafos que não integram o texto da referida medida provisória. Porém, não reviu a decisão. O caso deve ir para análise colegiada no tribunal.

"Foi um erro material grave, mas que não afeta as conclusões extraídas do processo de interpretação segundo o qual a exposição de motivos deve ser levada em conta, máxime por ser tratar de uma medida executiva (portanto, eminentemente administrativa), ainda que com força de lei", escreveu.

Nos bastidores do governo, a avaliação de integrantes é de que a decisão foi tomada com base em um texto falso. Para a PGFN, esse equívoco compromete a base da decisão e evidência uma "fragilidade jurídica" na concessão da liminar.

Segundo esses relatos, há a suspeita de que uma das petroleiras tenha anexado aos autos uma versão modificada da medida provisória, e que o juiz não teria conferido a autenticidade do documento antes de utilizá-lo como fundamento.

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

O governo federal sustenta que o tributo foi instituído como forma de compensar o subsídio de R$ 1,20 concedido ao diesel.

A decisão afirma que o imposto de 12%, instituído há cerca de um mês após o salto nos preços do petróleo devido à guerra entre Estados Unidos-Israel e o Irã, pode ser inconstitucional.

O magistrado também destacou que o próprio governo reconheceu que a cobrança tinha objetivo arrecadatório, o que, segundo ele, caracteriza um “verdadeiro desvio de finalidade”.

A isenção pode criar um problema para o governo, uma vez que a taxa visava cobrir perdas de arrecadação decorrentes de cortes de impostos sobre combustíveis. A estatal brasileira Petrobras, maior exportadora de petróleo do país, não é afetada pela decisão.

As críticas ao imposto ganharam força nesta quarta-feira (8). Segundo a Reuters, o Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), que representa o setor, afirmou que a cobrança pode se tornar um obstáculo a novos investimentos no país.

Executivos das grandes petroleiras também reforçaram a necessidade de maior previsibilidade, defendendo que o Brasil mantenha estabilidade fiscal e regulatória para atrair capital ao setor.

"Este imposto não é oportuno, especialmente diante da necessidade de demonstrar que o Brasil é um destino atraente para investimentos de longo prazo no setor de petróleo e gás", disse o chefe do IBP, Roberto Ardenghy, em um evento na quarta-feira.

O Ministério de Minas e Energia do Brasil não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. No início da quarta-feira, o ministro Alexandre Silveira defendeu o imposto como uma medida excepcional devido ao impacto do conflito no Oriente Médio nos preços dos combustíveis no Brasil.

No mesmo evento em que o IBP e as petrolíferas criticaram o imposto, Silveira disse que as empresas estão lucrando com o conflito no Oriente Médio e podem "pagar um pouco mais" para ajudar o governo a subsidiar o combustível.

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‘Nubank Parque’? Por que empresas pagam milhões por naming rights de estádios

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 17:23

Economia Midia e Marketing 'Nubank Parque'? Por que empresas pagam milhões por naming rights de estádios Banco fechou acordo com a WTorre para batizar o estádio do Palmeiras até 2044. Estimativas indicam que custará cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) por ano. Valores oficiais não foram divulgados. Por André Catto, g1 — São Paulo

Estádios, teatros, casas de shows, cinemas, times de futebol e até estações de metrô. Os naming rights não são novidade, mas viraram "febre" no marketing brasileiro nos últimos anos.

Em português, o termo significa “direitos de nome”. E, para expandir sua marca para um público específico, as empresas compram o direito de rebatizar locais, equipamentos ou espaços.

Foi assim que, anos atrás, nasceu o icônico Credicard Hall, em São Paulo. Esse é provavelmente o primeiro grande caso de sucesso no país — tanto que a distribuidora Vibra ainda se desdobra para que o espaço seja reconhecido como Vibra São Paulo. Desde então, outros exemplos se multiplicaram.

De olho no futebol e em grandes eventos, a venda de naming rights fez o estádio do Corinthians se tornar a Neo Química Arena. O Estádio do Morumbi, por sua vez, passou a se chamar MorumBIS, enquanto o tradicional Pacaembu virou Mercado Livre Arena Pacaembu.

Antes deles, em 2014, o Parque Antarctica, estádio do Palmeiras, deu lugar ao Allianz Parque — o que vai mudar a partir de agora. A arena alviverde passará a ter o nome do Nubank, após o banco anunciar, nesta sexta-feira (10), um acordo com a WTorre, responsável pela gestão do estádio.

O contrato prevê que o Nubank terá os naming rights da arena até 2044. As estimativas apontam que o banco pagará cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) por ano pela aquisição do direito. Valores oficiais não foram divulgados.

A mudança ocorre após 13 anos sob a marca Allianz. O novo nome do estádio ainda será decidido por votação popular entre três opções: Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank.

Quando o assunto são naming rights, há peculiaridades: cada contrato tem regras próprias, incluindo duração, contrapartidas e prazos de pagamento. Além disso, envolvem cifras que chegam a dezenas — ou centenas — de milhões de reais para rebatizar um local icônico. Mas vale a pena?

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, as empresas consideram fatores como características do local, fluxo de pessoas, contexto histórico e potencial de negócio. Os objetivos variam, mas incluem, em geral, o desejo de ampliar o reconhecimento da marca ou "bombar" lançamentos.

Por que empresas optam por naming rights?Foco no esporte e no entretenimentoEstratégia avança, mas ainda é embrionária no BrasilO objetivo é o nome da marca 'pegar'?Como os prazos e valores são determinados — e quais os riscos?

A visibilidade da marca é um dos principais benefícios dos acordos. Mas os verdadeiros impactos da ação decorrem de uma série de outros elementos que compõem a estratégia, explicam especialistas em marketing de negócios ouvidos pelo g1.

"Nas negociações de naming rights, também pode ficar acordado que, dentro daquele local, a empresa possa colocar suas lojas, pontos de vendas ou operações, em uma ação que vai muito além de dar nome ao espaço", explica o especialista em marketing Idel Halfen.

É o que exigem os últimos grandes contratos divulgados no país. Além de rebatizar os estádios, as empresas compraram o direito de operar suas marcas dentro dos espaços, criando um ecossistema de contato direto com o público. (entenda mais abaixo)

A Mondelēz, dona da marca de chocolates BIS, por exemplo, fechou um acordo com o São Paulo Futebol Clube que inclui a venda dos produtos no estádio e a criação de um ambiente "voltado para experiências", com a renomeação de setores internos do espaço.

"Isso tudo vai permitir, pelos próximos três anos, ações que vão gerar 'awareness' [reconhecimento da marca], que vão se conectar com o consumidor e também ganhar novos compradores", afirma Fabiola Menezes, diretora de marketing de chocolates da Mondelēz Brasil.

A compra dos naming rights do estádio é o maior investimento de comunicação já feito na história da marca BIS, e pretende ampliar a capacidade produtiva para expandir a presença da marca nos pontos de venda pelo Brasil. O acordo é de R$ 75 milhões em três anos — uma média anual de R$ 25 milhões.

Há acordos menores no país, como o do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que fechou naming rights de R$ 7,5 milhões para se chamar Arena BRB por três anos, a partir de 2022.

E também há gigantes, a exemplo do próprio Pacaembu, que assinou em 2024 contrato de mais de R$ 1 bilhão com o Mercado Livre para naming rights de 30 anos — o maior já registrado no Brasil.

De acordo com especialistas, é importante para uma estratégia de impacto em naming rights que a exposição das marcas seja feita de forma continuada.

Por isso, os períodos são mais longos, chegando a anos. Só assim é possível fortalecer a relação com o público que frequenta aquele espaço e gerar uma aproximação com o cliente.

A premissa básica dos naming rights é a aplicação em locais com grande fluxo de pessoas, de preferência do perfil de consumidor que a aquela empresa pretende atingir. Mas o tempo mostrou que o modelo está muito mais "adaptado" aos equipamentos de esportes e entretenimento, como estádios, casas de shows e teatros.

Isso não acontece à toa. Em geral, são locais atrelados a momentos de alegria e descontração, onde as pessoas vivem histórias com envolvimento emocional e formam lembranças, o que ajuda a criar uma conexão com as marcas.

“Quando vamos a um show ou a um jogo, existe ali um ambiente mágico, em que você está bem aberto a sensações e emoções. Por isso é tão especial se associar a um equipamento desse tipo”, afirma Fernando Trevisan, especialista em gestão e marketing esportivo da Trevisan Escola de Negócios.

Apesar do crescimento notável dos contratos de naming rights no país, a exploração dessa ação de marketing ainda é muito baixa perto de outros mercados, como o norte-americano. É o que mostra um levantamento da agência Jambo Sport Business, feito em 2024 com base nas principais ligas esportivas.

Na NBA, maior liga de basquete do mundo, por exemplo, mais de 90% das arenas possíam naming rights. A única ainda sem contrato é o Madison Square Garden, onde o New York Knicks manda seus jogos. Por outro lado, na série A do campeonato brasileiro de futebol, a parcela era de apenas 31,6%.

NHL, de hóquei: 93,8%NFL, de futebol americano: 90%MLS, de futebol: 82,8%WNBA, de basquete feminino: 75%MLB, de baseball: 70%

"Enquanto o Brasil ainda 'engatinha' no que tange às operações de naming rights, vemos os EUA bastante maduros", diz o relatório.

O levantamento ainda mostra que, em território norte-americano, havia predominância de empresas do mercado financeiro no uso de direitos de nome. De um total de 120 arenas analisadas, o segmento possuia naming rights de 44%.

Em seguida, estavam os setores automotivo (8,3%), de bens de consumo (6,4%), varejo (6,4%) e telecomunicações (5,5%). No Brasil, por outro lado, não foi destacada uma padronização.

O mercado consolidado lá fora também tem se mostrado uma oportunidade para empresas brasileiras. Nesse sentido, o grupo econômico Inter&Co anunciou, em janeiro de 2024, um acordo para nomear o estádio das equipes norte-americanas Orlando City SC e Orlando Pride para Inter&Co Stadium.

A instituição brasileira afirmou à época que o objetivo era "aumentar seu conhecimento da marca nos Estados Unidos", em um empreendimento com planos que incluem tornar o estádio "palco de eventos culturais e musicais, com um primeiro show a ser realizado em 2024".

O Nubank também já havia ampliado sua atuação nessa estratégia. Em março de 2026, passou a dar nome ao estádio do Inter Miami CF, time de futebol dos EUA. O Nu Stadium é a casa da equipe de Lionel Messi, um dos maiores jogadores do mundo na última década.

“Há um maior entendimento do mercado, que hoje conta com mais parâmetros sobre naming rights. Isso mostra que empresas novas no segmento financeiro adotam estratégias mais agressivas e buscam investir em conhecimento e fortalecimento da marca”, analisa Idel Halfen.

Casos icônicos, como o antigo Credicard Hall (hoje chamado Vibra São Paulo), levantam a questão: afinal, o nome vai realmente "pegar" para o público? E se o nome da marca não pegar? E mais: vale correr o risco de adquirir os naming rights de um local e, possivelmente, continuar sendo chamado pelo nome antigo?

Não há um padrão visto no mercado sobre esses pontos. Em geral, contratos mais longos tendem a fixar melhor o nome da marca àquele determinado espaço. Mas também depende do contexto do local: se ele já tem um nome forte ou não, se o público vai ou não aderir à mudança.

No caso dos estádios, as maiores oportunidades de fixação de nome estão nas novas arenas (aquelas recém-construídas, com nomes ainda não consolidados). É o caso da Arena MRV, do Atlético Mineiro, por exemplo, cujo nome já era usado antes mesmo de o estádio ficar pronto.

Ainda segundo analistas, estádios já existentes que passaram por grandes reformas também oferecem essa oportunidade, como o próprio Allianz Parque, antigo Palestra Itália ou Parque Antarctica — que, inclusive, chamava-se assim porque a propriedade pertenceu à Companhia Antarctica Paulista, produtora de bebidas que, após uma fusão, deu origem à Ambev.

O especialista em marketing Fernando Trevisan explica que, no entanto, a busca unicamente pela fixação de nome tem mudado entre as empresas no Brasil.

"As marcas estão aproveitando os outros tipos de retorno que esses contratos permitem, com foco no relacionamento com o público", diz, reforçando que o enfoque pode estar direcionado às experiências da marca dentro do local, e não necessariamente à tentativa de fazer o nome "pegar".

Além disso, ele reforça que outras empresas têm demonstrado interesse na estratégia ao perceberem projetos de naming rights já em vigor estão se viabilizando e dando certo — incluindo os de curto prazo.

O processo de escolha de valores e duração de contratos de naming rights também não costuma seguir um padrão definido. Os pontos levados em conta são as características do local, o fluxo de pessoas, o contexto histórico e o potencial de negócio — atributos que podem agregar mais ou menos valor à marca, de acordo com o objetivo que ela perseguir.

"O responsável pelo investimento também precisa prestar contas internamente, seja para o CEO ou para o conselho da empresa. Então, quanto mais embasada, mais aquela ação se justifica dentro da própria companhia que está investindo", afirma o especialista em marketing Idel Halfen.

De acordo com levantamento da agência Jambo Sport Business, que também é assinado por Halfen, é difícil estabelecer uma correlação entre as características das arenas ao valor pago pelas marcas.

"É mais provável admitir que, assim como ocorre na maioria dos exercícios de 'valuation' [atribuição de valor de mercado de empresas], o que pragmaticamente define o valor dos contratos é a intenção das partes envolvidas, o quanto se está disposto a pagar e a receber", diz o estudo.

Além de atribuir valor, o "valuation" é uma espécie de levantamento que indica que elementos qualitativos como status e credibilidade influenciam no interesse das marcas. O valuation também é ponto central quando o assunto são os riscos para as partes em contratos de naming rights.

Um estádio, por exemplo, pode deixar de ganhar dinheiro ao fechar acordo por valores abaixo de seu potencial. Do outro lado, a marca pode perder ao superestimar o negócio e desembolsar mais do que terá de retorno futuramente.

Outro risco dos naming rights, dizem especialistas, é o envolvimento da empresa patrocinadora em algum escândalo que prejudique a sua imagem — e, consequentemente, a imagem do espaço nomeado.

Por fim, há ainda a possibilidade de a estratégia simplesmente não ser bem-sucedida, frustrando os recursos investidos. "Mas são riscos bem calculados perto da receita que os naming rights geram para um clube de futebol, um dono de estádio ou uma casa de show", afirma Fernando Trevisan.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO da OpenAI tem casa atingida por coquetel molotov, diz site

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 15:47

Tecnologia CEO da OpenAI tem casa atingida por coquetel molotov, diz site Ataque aconteceu na casa de Sam Altman em São Francisco, nos Estados Unidos. Suspeito foi preso, segundo a Wired. Por Redação g1

O CEO do OpenAI, Sam Altman, teve sua casa em São Francisco, nos Estados Unidos, atingida por um coquetel molotov nesta sexta-feira, segundo a Wired.

O suspeito pelo ataque é um homem de 20 anos preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco. Não há feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.

"Hoje de manhã, alguém atirou um coquetel molotov na casa de Sam Altman e também fez ameaças à nossa sede em São Francisco. Felizmente, ninguém ficou ferido", diz o comunicado da empresa.

A polícia afirmou que o homem arremessou um "dispositivo destrutivo incendiário" contra a casa, o que causou um incêndio em um portão externo.

Cerca de uma hora depois, agentes atenderam a outra ocorrência em um estabelecimento comercial na região envolvendo um homem que ameaçava incendiar o prédio.

"Quando os policiais chegaram ao local, reconheceram o homem como o mesmo suspeito do incidente anterior e o detiveram imediatamente", afirmou a polícia, em comunicado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Meta deve enfrentar novo processo nos EUA por acusação de vício em redes sociais entre jovens

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Tecnologia Meta deve enfrentar novo processo nos EUA por acusação de vício em redes sociais entre jovens Empresa responsável pelo Facebook e Instagram já foi condenada a pagar US$ 6 milhões a uma mulher que afirma ter desenvolvido vício no uso das redes sociais. Por Reuters

A Meta, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, deve enfrentar uma ação judicial movida pela procuradora-geral do estado norte-americano de Massachusetts, que afirma que a empresa controladora do Facebook e do Instagram criou, de forma deliberada, produtos para viciar jovens.

A Meta nega as acusações e afirma que adota uma série de medidas para garantir a segurança de adolescentes e jovens em suas plataformas.

A decisão ocorre após um julgamento considerado histórico, no qual um júri da cidade norte-americana de Los Angeles concluiu, em março, que Meta e Google agiram de forma negligente ao criarem plataformas de mídia social prejudiciais aos jovens.

O júri determinou o pagamento de US$ 6 milhões a uma mulher de 20 anos que afirmou ter desenvolvido dependência de redes sociais ainda na infância.

Um júri diferente, um dia antes, decidiu que a Meta deveria pagar US$ 375 milhões em multas civis em um processo movido pelo procurador-geral do estado norte-americano do Novo México.

A ação acusa a empresa de enganar os usuários sobre a segurança do Facebook e do Instagram e de permitir a exploração sexual infantil nessas plataformas.

Outros 34 estados dos Estados Unidos movem processos semelhantes contra a Meta em um tribunal federal.

A ação apresentada pela procuradora-geral de Massachusetts, Andrea Joy Campbell, do Partido Democrata, é uma de pelo menos nove abertas por procuradores-gerais desde 2023 em tribunais estaduais. Entre elas está uma ação protocolada na quarta-feira pela procuradora-geral de Iowa, Brenna Bird, do Partido Republicano.

A ação afirma que recursos do Instagram, como notificações automáticas, "curtidas" em publicações e a rolagem infinita de conteúdo, foram desenvolvidos para explorar vulnerabilidades psicológicas dos adolescentes, especialmente o chamado "medo de ficar de fora".

O processo afirma que os recursos do Instagram, como notificações push, "curtidas" de publicações de usuários e uma rolagem interminável, foram projetados para lucrar com as vulnerabilidades psicológicas dos adolescentes e seu "medo de ficar de fora".

O estado afirma que dados internos da empresa indicam que a plataforma provoca dependência e causa prejuízos às crianças.

A Meta tentou barrar o processo de Massachusetts com base na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações de 1996, uma legislação federal dos EUA que, em geral, protege empresas de internet de ações judiciais relacionadas ao conteúdo publicado por usuários.

O estado sustenta que a Seção 230 não se aplica a declarações consideradas falsas que, segundo a acusação, a Meta fez sobre a segurança do Instagram, as ações para proteger o bem-estar de usuários jovens e os sistemas de verificação de idade usados para impedir o acesso de crianças com menos de 13 anos.

Um juiz de primeira instância concordou com o argumento e afirmou que a lei também não se aplica às acusações sobre os efeitos negativos do design do Instagram.

Segundo o magistrado, o estado busca responsabilizar a Meta principalmente por sua própria conduta comercial, e não pelo conteúdo publicado por terceiros.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tesouro estima que carga tributária somou 32,4% do PIB em 2025 e bateu novo recorde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – somou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (10) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Isso representa um crescimento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior, quando a carga tributária somou 32,22% do PIB.

O aumento da carga tributária em 2025 está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal. Parte dessa alta está relacionada diretamente com aumento de tributos, como no caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

"Em relação aos Impostos sobre bens e serviços, é importante mencionar o aumento de 0,10 ponto percentual do PIB nos Impostos sobre operações financeiras (IOF), resultado decorrente de operações relativas à saída de moeda estrangeira e da elevação das alíquotas incidentes sobre operações de câmbio e crédito", diz o Tesouro Nacional.

O valor da carga tributária engloba tributos pagos ao governo federal, estados e municípios. A divisão é a seguinte:

a carga tributária somente da União somou 21,6% do PIB no ano passado, contra 22,34% do PIB em 2025;no caso dos estados, a carga tributária estimada pelo Tesouro Nacional somou 8,38% do PIB em 2025, em comparação com 8,48% do PIB no ano anterior;os municípios, por sua vez, tiveram sua carga estimada em 2,42% do PIB em 2025, contra 2,40% do PIB no ano anterior.

Além do aumento do IOF, o Tesouro Nacional apontou que houve aumento da carga tributária na categoria Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, um acréscimo de 0,23 ponto percentual do PIB no Imposto sobre a renda retido na fonte (IRRF).

"Refletindo, entre outros fatores, o crescimento dos rendimentos do trabalho decorrente da expansão da massa salarial", diz o documento.

O Tesouro destacou, ainda, o crescimento da carga em 0,12 ponto percentual do PIB na arrecadação das Contribuições para o RGPS (Regime Geral da Previdência Social).

O resultado foi impulsionado pelo "crescimento da massa salarial e criação de postos de trabalho formais, além dos efeitos da reoneração escalonada [aumento de tributo] da contribuição patronal e da folha de pagamentos".

Assim como a Receita Federal, responsável por calcular a carga tributária oficial do Brasil (em divulgação feita somente no fim de cada ano), o Tesouro Nacional informou que implementou um aprimoramento metodológico de modo a adequar a estatística produzida às melhores práticas internacionais.

Com essa alteração, que o Tesouro diz ter sido recomendada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), passou a excluir as contribuições destinadas ao FGTS e ao Sistema S – tributos pagos pelas empresas – do cálculo.

Com a mudança metodológica, para atender adequar ao modelo internacional, portanto, o Tesouro Nacional excluiu do cálculo contribuições que são obrigatórias, ou seja, que são pagas por todas empresas.

Se esses tributos fossem considerados no cálculo, a carga tributária seria de 34,35% do PIB em 2025.

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ANP cria novo canal para denunciar irregularidades em postos e revendas de gás; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu nesta semana um novo canal para denúncias de irregularidades em postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha) e outros agentes regulados.

A medida vem em meio ao debate cada vez mais frequente sobre a comercialização de combustíveis adulterados e ocorre após a agência ter intensificado a fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos nos postos.

Segundo a ANP, a iniciativa também visa “direcionar as informações de forma mais ágil, permitindo que a equipe de fiscalização organize a apuração dos fatos”.

Ainda de acordo com a agência, o Portal FalaBR passará a receber apenas denúncias de outros temas, como qualidade de produtos, segurança e meio ambiente.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu nesta semana um novo canal para denúncias de irregularidades em postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha) e outros agentes regulados.

A medida vem em meio ao debate cada vez mais frequente sobre a comercialização de combustíveis adulterados e ocorre após a agência ter intensificado a fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos nos postos, diante das oscilações do preço do petróleo no mercado internacional em razão da guerra no Oriente Médio.

Segundo a ANP, a iniciativa também visa “direcionar as informações de forma mais ágil, permitindo que a equipe de fiscalização organize a apuração dos fatos”.

a solicitação de informações em geral;sugestões, elogios, reclamações, informações ou dúvidas sobre serviços prestados pela ANP; edenúncias contra servidores da agência.

"O telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita) continua ativo e pode ser utilizado para qualquer tipo de manifestação. A divisão de temas entre o novo formulário e o Portal FalaBR se refere apenas ao envio eletrônico", informou a ANP em nota.

Segundo a ANP, a denúncia deve ser feita por meio do preenchimento do formulário exclusivo, seguindo as orientações abaixo:

O cidadão deve informar o CNPJ do estabelecimento (exceto em casos de revenda ou atividade clandestina). Nos postos de combustíveis, essa informação costuma estar disponível em placas de identificação instaladas na área externa ou interna do local, em quadros de avisos obrigatórios ao consumidor, em local visível, e também em notas fiscais, cupons fiscais ou comprovantes de pagamento. Nas revendas de GLP, a informação geralmente pode ser encontrada na fachada ou na área interna de atendimento, em placas ou quadros informativos visíveis ao consumidor, com identificação da empresa e da autorização, além de constar em recibos, notas fiscais ou comprovantes de entrega do botijão.Ao relatar uma denúncia ou reclamação, o cidadão não deve informar dados pessoais nem qualquer informação que possa identificá-lo. O relato deve conter apenas a descrição dos fatos relacionados ao estabelecimento ou à atividade questionada.

Acesse o formulário de denúncia e reclamação da ANP (clique aqui para acessar);Selecione, entre as opções, qual agente regulado será alvo da reclamação e clique em "Avançar";Marque o tipo de denúncia que deseja fazer e clique em "Avançar";Informe o CNPJ do posto, selecione o produto relacionado e preencha as demais informações de localização do agente regulado. Depois, clique em "Avançar";Detalhe o ocorrido com o máximo de informações possível. ⚠️ Atenção: Nunca coloque suas informações pessoais. Depois, clique em "Enviar".

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Entenda por que o Cade apura possível acordo antecipado entre Azul e American Airlines

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Campinas e Região Entenda por que o Cade apura possível acordo antecipado entre Azul e American Airlines Caso foi enviado para análise interna após indícios apresentados por entidade de defesa do consumidor. Azul se recusou a comentar. Por Gabriella Ramos, g1 Campinas e Região

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou uma petição que aponta possível atuação conjunta entre Azul e American Airlines antes da aprovação do órgão.

O caso foi enviado para análise interna após indícios apresentados por uma entidade de defesa do consumidor.

A petição foi feita em 2 de março de 2026 pelo Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPSConsumo), que afirma que as empresas podem ter adiantado a execução do acordo e passado a agir de forma alinhada antes da autorização do Cade.

O envio do caso para análise não significa que há irregularidade comprovada. Agora, a Superintendência-Geral vai avaliar as informações e decidir quais serão os próximos passos.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou uma petição que aponta possível atuação conjunta entre Azul e American Airlines antes da aprovação do órgão. O caso foi enviado para análise interna após indícios apresentados por uma entidade de defesa do consumidor.

A petição foi feita em 2 de março de 2026 pelo Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPSConsumo), que afirma que as empresas podem ter adiantado a execução do acordo e passado a agir de forma alinhada antes da autorização do Cade.

💡 Para entender melhor: pela legislação brasileira, o Cade é responsável por analisar previamente operações entre empresas que possam impactar a concorrência em determinado mercado.

a eleição de um executivo da American Airlines, Jeff Ogar, para o Conselho de Administração e o Comitê Estratégico da Azul;a assinatura de um contrato que dá à American o direito de comprar participação acionária;e declarações de executivos da Azul indicando participação prévia de representantes da American e da United em decisões estratégicas durante a recuperação judicial nos Estados Unidos.

"O Cade deve analisar a concorrência nas rotas, a conectividade, os preços, a integração de malhas e os possíveis efeitos indiretos por meio de alianças globais, considerando o novo cenário da Azul sob influência simultânea de American e United e as relações cruzadas com a Gol”, afirmou a presidente do IPSConsumo, Juliana Pereira, em nota.

Ao analisar o caso, o relator no Cade, conselheiro Diogo Thomson de Andrade, decidiu aceitar a denúncia como formal no dia 4 de março. Na prática, isso significa que o órgão entendeu que há elementos suficientes para uma análise mais aprofundada.

Na mesma decisão, ele determinou o envio do caso à Superintendência-Geral do Cade, área responsável por avaliar se há necessidade de abrir uma investigação e quais medidas podem ser tomadas.

Azul anuncia acordo para aporte de 300 milhões de dólares da American Airlines, da United Airlines e de credoresAmerican e United ficam com 8% da Azul após aporte de US$ 100 milhões em plano de recuperação

A decisão foi confirmada por unanimidade pelos demais conselheiros do Cade em sessão virtual de 16 de março de 2026.

O envio do caso para análise não significa que há irregularidade comprovada. Agora, a Superintendência-Geral vai avaliar as informações e decidir quais serão os próximos passos.

Procurada pelo g1, a Azul informou que não irá se manifestar sobre o assunto. A American Airlines também foi procurada, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem até o momento da publicação.

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