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Mega-Sena, concurso 2.999: prêmio acumula e vai a R$ 100 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 22:23

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.999: prêmio acumula e vai a R$ 100 milhões Veja os números sorteados: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Quina teve 111 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 28.755,27. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (23), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 100 milhões.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Petrobras abre mão de preferência e assina novo acordo de acionistas da Braskem

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 22:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

Na prática, a estatal abriu mão de comprar mais ações da Braskem neste momento e também de vender sua fatia nas mesmas condições da negociação da participação da Novonor.

Mesmo com as mudanças, a Petrobras seguirá como uma das principais acionistas da Braskem, com 36,1% do capital total e 47% das ações com direito a voto.

Ao mesmo tempo, a petroleira fechou um novo acordo com o fundo Shine I Fundo de Investimento em Participações (FIP), sob gestão da Vórtex Capital e assessorado pela IG4 Capital.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (23) que assinou um novo acordo de acionistas da Braskem e decidiu não exercer direitos que lhe permitiriam aumentar sua participação na empresa após a saída da Novonor do controle da petroquímica.

Na prática, a estatal abriu mão de comprar mais ações da Braskem neste momento e também de vender sua fatia nas mesmas condições da negociação da participação da Novonor.

🔎 No mercado, esses mecanismos são conhecidos como “direito de preferência” (que permite comprar mais ações) e “tag along”, que dá ao acionista a opção de vender sua participação nas mesmas condições de uma grande negociação.

Mesmo com as mudanças, a Petrobras seguirá como uma das principais acionistas da Braskem, com 36,1% do capital total e 47% das ações com direito a voto. A petroleira dividirá o controle da companhia com um fundo de investimentos.

Paralelamente, a petroleira fechou um novo acordo com o fundo Shine I Fundo de Investimento em Participações (FIP), sob gestão da Vórtex Capital e assessorado pela IG4 Capital. O objetivo é estabelecer controle compartilhado da Braskem entre as duas partes.

Pelo novo modelo, a Petrobras e o FIP terão o mesmo número de representantes no conselho de administração e na diretoria da empresa. Além disso, decisões estratégicas só poderão ser tomadas com o aval de ambas as partes — o que, na prática, estabelece controle compartilhado.

A mudança ocorre após a Novonor acertar a venda de sua participação na Braskem. Com isso, o novo acordo só passa a valer depois da conclusão dessa transferência de ações.

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Meta vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 19:49

Tecnologia Meta vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA, diz agência Segundo a France Presse (AFP), a empresa enviou um comunicado interno a funcionários informando os cortes. O número representa 10% do quadro da companhia. Por France Presse — São Paulo

A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" do grupo, que participa da corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas. A informação é da agência France Presse (AFP), citando uma fonte próxima ao caso.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" do grupo, que participa da corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

Entre o fim de 2023 e o fim de 2025, o quadro de funcionários da Meta cresceu em mais de 11 mil pessoas.

Embora a inteligência artificial não tenha sido mencionada diretamente como motivo da redução de pessoal anunciada nesta quinta-feira, no fim de janeiro o diretor-executivo Mark Zuckerberg já havia associado essa tecnologia à redução de custos.

"Projetos que antes exigiam grandes equipes agora são concluídos por uma única pessoa altamente qualificada", afirmou.

A empresa, com sede em Menlo Park, planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões (R$ 570 bilhões a R$ 670 bilhões) em 2026, principalmente para garantir infraestrutura para IA — de chips a centros de dados.

No fim de fevereiro, a Meta anunciou um acordo com a AMD para a compra de milhões de chips por ao menos 60 bilhões de dólares (R$ 297 bilhões).

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Cade reabre investigação contra Google por uso de conteúdo produzido por IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 18:07

Política Cade reabre investigação contra Google por uso de conteúdo produzido por IA Conselho instaurou processo administrativo para investigar a conduta da empresa e o impacto de sua atuação no mercado jornalístico. Julgamento pode resultar em sanções administrativas por infração econômica. Por Redação g1 — Brasília

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu nesta quinta-feira (23), por unanimidade, reabrir um processo para investigar o Google por suposto uso em excesso de notícias produzidas por ferramentas de inteligência artificial (IA).

O caso teve origem no próprio Cade, que viu a necessidade de aprofundar as apurações das condições concorrenciais do mercado de busca e da utilização pelo Google de conteúdos produzidos por IA.

O processo administrativo reaberto nesta quinta vai investigar a conduta da empresa e o impacto de sua atuação no mercado jornalístico. O julgamento pode resultar em sanções administrativas por infração econômica.

A Superintendência-Geral chegou a concluir pela "ausência de indícios suficientes de infração à ordem econômica e recomendou o arquivamento do feito".

O caso foi avocado pelo Tribunal e posteriormente distribuído à relatoria do ex-conselheiro e presidente Gustavo Augusto, que chegou a votar pelo arquivamento do processo.

O julgamento foi retomado em 8 de março com o voto do conselheiro Diogo Thomson, que defendeu a investigação por haver indícios robustos a respeito da atuação da empresa.

Após o voto de Thomson, Augusto ajustou sua posição anterior e concordou com a apuração sobre o uso de notícias em IA.

A conselheira Camila Cabral retomou a sessão com seu voto a favor da abertura do processo. Segundo a conselheira, o Google usa sem autorização prévia das empresas que produzem conteúdo jornalístico.

"O tema enfrentado nestes autos recomenda cautela justamente porque envolve ambiente de rápida transformação tecnológica, forte assimetria informacional e baixa observabilidade externa sobre os mecanismos pelos quais a plataforma organiza a busca, distribui atenção, coleta dados, monetiza tráfego e reutiliza conteúdo produzido por terceiros. Em casos dessa natureza, a dificuldade não está apenas em medir efeitos já consumados", disse a conselheira em seu voto.

Segundo a conselheira, o "problema, portanto, alcança também a forma pela qual a plataforma dominante administra a arquitetura da intermediação informacional e transforma conteúdo de terceiros em insumo para retenção de atenção, coleta de dados e reforço de seu próprio poder de coordenação".

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Governo envia ao Congresso projeto que permite usar receita do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 18:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) que encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre a possibilidade de converter aumento de receita com petróleo em redução de tributos a combustíveis. A proposta já foi protocolada na Câmara dos Deputados.

No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrente da guerra no Oriente Médio (veja mais abaixo).

A proposta é uma autorização para reduzir tributos sobre combustíveis (diesel, gasolina, etanol e biodiesel) toda vez que for apurado aumento extraordinário da receita decorrente das cotações do preço do petróleo.

Assim, quando houver aumento de receita, o montante seria utilizado para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS Cofins e Cidi.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a tese do governo é de que, como o Brasil é produtor e exportador de petróleo, as receitas públicas aumentam quando o preço sobe em função de receitas com royalties e PPSA, por exemplo.

"O ponto central nosso é converter esse aumento de receita em mecanismos que possam amortecer os efeitos para a população", explicou.

"Para o caso da gasolina nós não temos proposta imediata de redução de tributos. A proposta é nos dar condições fiscais para redução do tributo", adicionou.

"A cada 10 centavos retirados dos tributos teríamos o impacto de 800 milhões por dois meses. A retirada é efetivada por meio de um decreto presidencial e só serão propostos na medida em que houver autorização do Congresso", complementou.

Segundo o projeto enviado pelo governo federal, os recursos decorrentes de aumento de receita extraordinário que poderão ser utilizados terão como fonte: 

royalties e participação especial da União da exploração de petróleo ou gás natural;dinheiro oriundo da venda do petróleo, o gás natural e outros hidrocarbonetos destinados à União;montante oriunda de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos ao setor de óleo e gás;dividendos da União recebidos de empresas do setor de óleo e gás;recursos oriundos do Imposto de Exportação de 12% extraordinário das exportações de petróleo.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as medidas serão acompanhadas diariamente pela equipe econômica.

"Vamos manter o compromisso de que a gente perceber de arrecadação adicional é o limite para reduzir a tributação. Aprovando o projeto, faremos uma redução parcial sobre gasolina e etanol. Trabalho pelo período de dois meses que vai ser avaliado", explicou.

No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrentes da guerra no Oriente Médio.

Segundo o ministro do Planejamento, o custo total das medidas anunciadas no início do mês será de R$ 30,5 bilhões. Mas, segundo ele não terá impacto fiscal, pois será compensado por receita advinda do óleo diesel e royalties, por exemplo.

As ações contemplam subvenção (um apoio financeiro) ao diesel importado, ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e ao querosene da aviação.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédito para o setor aéreo.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).

➡️ O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

Segundo o governo, a medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

Pelo lado dos estados, o subsídio será feito por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é usado pelo governo federal para repassar recursos mensalmente aos governos estaduais.

Agora, parte desse dinheiro será retido, em valor equivalente a R$ 0,60 por litro, que cada estado vai contribuir.

➡️ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

A medida também cria uma nova subvenção de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor.

Essa subvenção será realizada apenas com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.

A medida durará por dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.

Além disso, o governo vai publicar um decreto que zera o PIS/Cofins que incidem sobre o biodiesel. Segundo o Palácio do Planato, a medida vai gerar uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.

O combustível renovável hoje é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.

O governo também subsidiará o gás de cozinha. Segundo o governo, haverá uma compensação relativa à diferença entre o preço nacional e o internacional, que será coberto por uma subvenção de até R$ 330 milhões.

De acordo com o ministro da Fazenda, a isenção do PIS/Cofins, tanto para o biodiesel quanto para o querosene da aviação, será compensada pelo ajuste da alíquota dos cigarros.

Diante do risco de as passagens aéreas aumentarem em até 20%, o governo federal anunciou que vai zerar o PIS/Cofins até o final do ano sobre o querosene da aviação.

O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciado pela Petrobras na última semana.

Também serão lançadas duas linhas de crédito. Uma delas será ofertada pelo Fundo Nacional da Aviação (Fnac) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.

As tarifas de navegação também serão prorrogadas. As taxas referentes aos meses de abril, maio e junho serão pagas pelas empresas aéreas somente no mês de dezembro.

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Plano de reestruturação dos Correios: resultado parcial está abaixo das expectativas, aponta estatal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%Oferecido por

Após pouco mais de cinco meses da aprovação do plano de reestruturação dos Correios pelo Conselho de Administração da empresa, a estatal apresentou nesta quinta-feira (23) um balanço das ações tomadas no período.

Além do balanço do plano, a empresa também informou que fechou o ano de 2025 com um prejuízo de R$ 8 bilhões.

Além disso, para atingir as metas definidas, os Correios esperam, até o final do ano, ter retornos positivos por meio de ações diretas como:

Programa de Demissão Voluntária e redução de custos com planos de saúde.Reestruturação da rede de atendimento: a estatal poderá eliminar até mil pontos deficitários.Modernização da operação e da infraestrutura tecnológica.Monetização de ativos e venda de imóveis: há potencial identificado de R$ 1,5 bilhão nessa frente.Expansão de portfólio para comércio eletrônico e avaliação de fusões e aquisições para reconstruir a empresa a médio prazo.

Entretanto, o início da execução do plano não foi como o esperado. O plano de demissão voluntária (PDV) anunciado pela empresa no começo do ano, foi aderido por 3,2 mil funcionários.

Mesmo assim, o presidente da estatal, Emmanoel Schmidt Rondon, afirmou que o resultado acabou sendo positivo frente ao PDV anterior, que ficou aberto para cadastro entre 2024 e 2025 e teve uma adesão de 3,8 mil pessoas.

"Como vocês podem ver, o PDV que abrimos este ano teve uma duração menor que o outro, que durou o ano todo e atingiu a mesma quantidade de funcionários", afirmou Rondón.

Nos dois primeiros leilões, realizados em fevereiro, por exemplo, os Correios colocaram 21 unidades à venda, mas apenas 4 foram arrematadas.

Nesta terça, a estatal informou que, até agora, garantiu uma arrecadação de cerca de R$ 11,3 milhões pela venda de 11 imóveis.

E que prepara novos leilões nos dias 9 e 16 de abril, quando 42 propriedades estarão disponíveis para lances em todo o país.

A empresa também prevê o fechamento, até o fim deste ano, de 1000 unidades, incluindo agências, sem impactar a universalização –prestação do serviço em todo o país.

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Correios fecharam 2025 com um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões; série negativa vem desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%Oferecido por

Ao todo, a empresa registrou um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, sendo 6,4 bilhões só com despesas com precatórios.

Este é o 14º trimestre consecutivo de prejuízo da empresa desde o 4º trimestre de 2022. O prejuízo acumulado no primeiro semestre havia sido de R$ 4,36 bilhões.

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De acordo com as demonstrações, o principal gasto a motivar esse aumento bilionário nas despesas foi o pagamento de precatórios referentes a decisões judiciais transitadas em julgado.

Ainda segundo informações apresentadas pela empresa, a receita bruta no ano passado foi de R$ 17,3 bilhões, —11,35% menor que a de 2024.

O Plano de Demissão Voluntária (PDV) faz parte do conjunto de medidas adotadas pelos Correios para reduzir despesas com pessoal e equilibrar as contas da estatal.

"Como vocês podem ver, o PDV [Plano de Demissão Voluntária] que abrimos este ano teve uma duração menor que o outro, que durou o ano todo e atingiu a mesma quantidade de funcionários", afirmou o presidente Emmanoel Schmidt Rondon, presidente dos Correios.

Segundo os Correios, entre 3 de fevereiro e 7 de abril, 3.181 funcionários aderiram ao programa, o que gerou uma expectativa de redução de gastos de cerca de 40%.

Considerando os PDVs lançados em 2024 e 2025, o total de adesões chega a 3.756 empregados, com uma economia estimada em R$ 147,1 milhões neste ano e uma projeção de R$ 775,7 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela empresa.

O PDV é um mecanismo pelo qual o trabalhador opta por deixar a empresa de forma voluntária, mediante o recebimento de indenizações e benefícios previstos em regulamento, prática recorrente em processos de reestruturação de estatais.

Nos últimos dias de 2025, os Correios conseguiram fechar um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões, que foi pago quase totalmente no dia 30 de dezembro.

A chegada do dinheiro pouco afetou o resultado financeiro da empresa em 2025, porque a necessidade do aporte é para cobrir parte dos altos gastos com despesas que os Correios vêm apresentando e não para reduzi-las, num primeiro momento.

A assinatura do contrato de empréstimo foi publicada no dia 27 de dezembro, no Diário Oficial da União (DOU), e envolve um consórcio com os bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, após autorização do Tesouro Nacional, em 18 de dezembro, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

De acordo com presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco aportaram R$ 3 bilhões cada. Já Itaú e Santander emprestaram outros R$ 1,5 bilhão, cada um.

O contrato prevê um prazo de carência de 3 anos e pagamentos mensais a partir de dezembro de 2029. A taxa de juros ficou em 115% do CDI – abaixo do teto de 120% do CDI, estabelecido pelo Tesouro.

Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.

Além dos R$ 12 bilhões, o governo federal deu mais espaço para os Correios conseguirem captar novo empréstimo com garantias da União. A ampliação foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no dia 26 de fevereiro.

Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo com garantias da União. Entretanto, o martelo só deve ser batido, segundo pessoas que participam das discussões, no fim do primeiro semestre.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Rádio Eldorado vai encerrar atividades após quase 70 anos no ar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%Oferecido por

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar.

A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).

Segundo a empresa, a decisão ocorre após o fim da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM.

Além disso, o grupo afirma que a mudança faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa, com o objetivo de fortalecer sua presença no ambiente digital.

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar.

A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).

Segundo a empresa, a decisão ocorre após o fim da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM.

Além disso, o grupo afirma que a mudança faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa, com o objetivo de fortalecer sua presença digital.

A Eldorado é considerada uma referência em curadoria musical e jornalismo cultural, tendo marcado gerações de ouvintes na capital paulista.

No entanto, o Estadão afirma que mudanças no consumo de áudio – especialmente o avanço das plataformas de streaming e a queda do consumo de rádio tradicional – impactaram o modelo de operação das emissoras FM.

Nos últimos anos, o grupo tem investido em conteúdo digital e audiovisual, com ampliação da atuação em site, aplicativo, redes sociais e vídeos. A aquisição da NZN, em 2025, também reforçou essa estratégia, ampliando a capacidade de produção e distribuição de conteúdo.

Apesar do fim da transmissão em FM, a marca Eldorado não será descontinuada. Segundo o comunicado, projetos e programas da emissora serão adaptados a novos formatos, com foco em vídeo e plataformas digitais.

A empresa cita, como exemplo, os programas Som a Pino e Clube do Livro, que passarão por reformulação.

Ao anunciar o encerramento, a empresa agradeceu aos profissionais e ouvintes que fizeram parte da trajetória da rádio ao longo de décadas, destacando seu papel na cena cultural paulistana.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio moral e sexual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Tecnologia Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio moral e sexual Lorrayne Mavromatis afirma que era chamada de 'burra' e que foi obrigada a comparecer em reuniões privadas com o CEO. Além disso, relata que voltou a trabalhar menos de um mês depois de ter tido bebê. Por Redação g1 — São Paulo

A brasileira Lorrayne Mavromatis fez uma postagem em suas redes sociais na quarta-feira (22) relatando ter sofrido assédio sexual e moral durante os anos em que trabalhou na empresa do youtuber MrBeast.

Ela entrou com um processo contra a MrBeast Industries em um tribunal na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

A brasileira conta ainda que foi obrigada a comparecer, sozinha, em reuniões privadas na casa do CEO da empresa, "em uma sala iluminada apenas por um abajur lateral".

No vídeo, Lorrayne não cita o nome do CEO que a teria assediado. Contudo, o processo menciona o nome de um ex-CEO da empresa chamado James Warren.

A brasileira Lorrayne Mavromatis afirmou, em suas redes sociais, nesta quarta-feira (22), que sofreu assédio sexual e moral durante os anos em que trabalhou na empresa do youtuber MrBeast, a MrBeast Industries.

Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast, é o maior youtuber do mundo, com mais de 470 milhões de inscritos na plataforma. Ele ficou famoso por produzir vídeos com desafios que envolvem grandes quantias de dinheiro e por investir valores milionários em suas gravações.

Além do relato, ela entrou com um processo contra a empresa em um Tribunal na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O g1 entrou em contato com a MrBeast Industries e aguarda posicionamento.

"Nos últimos três anos, eu trabalhei na MrBeast Industries. […] Eu estava genuinamente, profundamente orgulhosa de ter a oportunidade de trabalhar ao lado de alguns dos melhores do setor", diz Lorrayne, no início da postagem.

"Eu era uma das poucas mulheres no alto escalão executivo e, muitas vezes, a única mulher na sala. Quando eu dava uma ideia, era chamada de burra — apenas para ficar ali e assistir um homem dizer exatamente a mesma coisa 90 segundos depois e receber uma rodada de aplausos", completou.

Veja as principais acusações contra a empresa do MrBeastQuem é MrBeast, considerado o maior youtuber do mundo

A brasileira conta ainda que foi obrigada a comparecer, sozinha, em reuniões privadas na casa do CEO da empresa, "em uma sala iluminada apenas por um abajur lateral".

No vídeo, Lorrayne não cita o nome do CEO que a teria assediado. No entanto, o processo menciona o ex-CEO da empresa, James Warren.

Após três anos trabalhando nas empresas do MrBeast, Lorrayne contou que engravidou, mas disse que o que "deveria ser um momento mágico e feliz foi imediatamente substituído por medo".

"Eu tinha uma licença-maternidade aprovada e assinada pelo RH e concordei que trabalharia até o meu último dia de gravidez. Eu disse: enquanto eu estiver em trabalho de parto a caminho do hospital, eu ligarei para vocês. E é aí que quero que minha licença comece".

"No papel, parecia lindo, mas na realidade, não significava nada. Eu estava no hospital em trabalho de parto em uma reunião de equipe; uma semana após o parto, ainda me recuperando, privada de sono, emocionalmente e fisicamente exausta, eu já estava de volta ao trabalho."

Lorrayne conta que foi demitida duas semanas depois de voltar da licença-maternidade. "E a razão foi: 'você tem um calibre muito alto para essa posição. Precisamos de alguém com um calibre menor'".

"Minha filha acabou de completar um ano. E quando olho para trás, para aqueles primeiros meses, e percebo que perdi o tempo de vínculo com o meu bebê, perdi os primeiros momentos dela — seu primeiro sorriso, sua primeira risada — isso me machuca de formas que eu nem consigo expressar. Esses momentos não esperam por você. Eles acontecem e, depois, se vão"

Lorrayne comentou ainda que não teve a chance de se recuperar, tanto física quanto mentalmente. "Tudo isso foi tirado de mim. Nunca poderei recuperar isso."

"Hoje estou tomando medidas legais. Por todas as mulheres que enfrentaram medo no ambiente de trabalho, que foram levadas a acreditar que precisam escolher entre seus filhos ou suas carreiras. Por cada mulher que foi silenciada. Tentaram me silenciar o suficiente — mas chega."

Entre os principais pontos da ação está a suposta violação da Lei de Licença Familiar e Médica (Family and Medical Leave Act – FMLA), que garante afastamento temporário do trabalho em situações como o nascimento de filhos.

Deixado de orientar formalmente a funcionária sobre seus direitos ao solicitar a licença‑maternidade.Exigido que ela continuasse trabalhando durante o período de afastamento, incluindo: Participação em chamadas de trabalho enquanto ainda estava na sala de parto; Gestão de lançamentos de produtos; Atuação em projetos que envolveram inclusive viagem internacional ao Brasil, poucas semanas após o nascimento do filho.Demitido a funcionária menos de três semanas após seu retorno integral ao trabalho, o que, segundo a autora, caracterizaria retaliação. A ação afirma ainda que Lorrayne foi posteriormente substituída por um homem.

O processo descreve o ambiente de trabalho como um “Clube do Bolinha”, marcado por tratamento desigual entre homens e mulheres.

Segundo a ação, Lorrayne teria sido excluída de reuniões compostas apenas por homens, além de relatar episódios considerados humilhantes.

Entre eles, estaria a ocasião em que teria sido obrigada a buscar uma cerveja para Jimmy Donaldson (nome de MrBeast) antes de uma gravação — uma tarefa que, segundo a denúncia, tinha caráter degradante, especialmente por ter ocorrido diante da equipe.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Acionistas da Warner Bros aprovam a aquisição pela Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%Oferecido por

Uma megafusão entre Warner e Paramount recebeu o aval dos acionistas, aproximando da linha de chegada um acordo que pode remodelar profundamente Hollywood e o setor de mídia como um todo.

Segundo uma contagem preliminar de votos nesta quinta-feira, a esmagadora maioria dos acionistas da Warner Bros. Discovery votou a favor da venda de toda a empresa para a Paramount por US$ 31 por ação, o que totaliza US$ 81 bilhões — aproximadamente R$ 402 biilhões. Incluindo dívidas, o negócio é avaliado em quase US$ 111 bilhões — aproximadamente R$ 551 bilhões.

A Paramount, controlada pela Skydance, quer comprar toda a Warner. Isso significa que HBO Max, títulos cult como “Harry Potter” e até a CNN podem em breve ficar sob o mesmo teto que a CBS, “Top Gun” e o serviço de streaming Paramount+. O aval dos acionistas aumenta a probabilidade de que isso se concretize.

Mas o acordo ainda enfrenta análises regulatórias em andamento, incluindo pelo Departamento de Justiça dos EUA. A Warner disse esperar concluir a operação em algum momento do terceiro trimestre fiscal.

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A tentativa da Paramount de adquirir a Warner esteve longe de ser tranquila. E, embora o conselho da Warner agora apoie a fusão, nem sempre esteve disposto a esse casamento.

No fim do ano passado, a Warner rejeitou as investidas da Paramount para fechar um acordo de US$ 72 bilhões com a Netflix envolvendo estúdios e streaming. A Paramount, por sua vez, foi diretamente aos acionistas com uma oferta hostil para assumir toda a empresa, incluindo o negócio de TV a cabo que a Netflix não queria.

As três companhias passaram meses disputando publicamente quem tinha a melhor proposta. O conselho da Warner apoiou repetidamente a oferta da Netflix. Mas, no fim, a Paramount ofereceu mais dinheiro e a Netflix desistiu da disputa em vez de prolongar a briga.

Esse drama corporativo pode ter chegado ao fim, mas as implicações permanecem. Milhares de atores, diretores, roteiristas e outros profissionais da indústria manifestaram “oposição inequívoca” ao acordo, em uma carta que argumenta que mais concentração levará à perda de empregos e a menos opções para cineastas e público.

“O que está em jogo claramente não é apenas um acordo corporativo, mas quem controla as notícias, quem controla o entretenimento, quem controla as narrativas”, disse o senador democrata Cory Booker em uma audiência realizada em Washington na semana passada. “Trata-se da concentração e consolidação do poder cultural.”

A fusão reuniria dois dos cinco grandes estúdios tradicionais restantes de Hollywood. Também uniria duas grandes plataformas de streaming — Paramount+ e HBO Max — e dois nomes importantes do jornalismo televisivo nos EUA — CBS e CNN — além de uma série de outras marcas e redes de entretenimento.

Executivos das empresas afirmam que isso será positivo para os consumidores, que teriam acesso a catálogos maiores, especialmente se HBO Max e Paramount+ se tornarem um único serviço.

O CEO da Paramount, David Ellison, também tentou tranquilizar cineastas com a promessa de uma janela de exibição nos cinemas de 45 dias e a meta de lançar 30 filmes por ano entre Paramount e Warner, que, segundo ele, permanecerão como operações separadas dentro da empresa combinada.

“Eu amo o cinema e amo o filme”, disse Ellison na CinemaCon na semana passada. “Podem contar com nosso total compromisso.”

Mas o novo controlador também buscará cortar custos. Documentos regulatórios já indicam que isso incluiria demissões e redução de operações sobrepostas. Críticos também são céticos quanto aos benefícios ao consumidor, alertando para possíveis aumentos de preços no streaming e menor diversidade de conteúdo no futuro.

Há ainda a questão do jornalismo. Desde que passou ao controle da Skydance há menos de um ano, a CBS, pertencente à Paramount, já passou por mudanças editoriais significativas, incluindo a nomeação da fundadora da Free Press, Bari Weiss, como editora-chefe da CBS News. Se a aquisição da Warner for concluída, muitos esperam mudanças semelhantes na CNN, que há tempos é alvo de críticas do presidente Donald Trump.

Outras dúvidas sobre influência política também surgiram. O Departamento de Justiça e a liderança das empresas afirmam que a política não terá papel no processo regulatório — mas o próprio Trump já comentou publicamente o futuro da Warner em algumas ocasiões. Ele também mantém relação próxima com a família Ellison, especialmente com o bilionário fundador da Oracle, Larry Ellison, que está financiando com bilhões de dólares a proposta da empresa de seu filho.

Enquanto isso, a Paramount garantiu recursos de diversos fundos soberanos — incluindo o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, além de fundos dos Emirados Árabes Unidos e do Catar, segundo documentos regulatórios. Esses investidores, porém, não terão direito a voto na futura empresa combinada, segundo os registros. A Paramount não detalhou publicamente quanto cada um está investindo.

Outros países, incluindo reguladores europeus, também estão analisando o acordo — e estados americanos podem tentar contestá-lo. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, tem sido especialmente crítico da operação e afirmou que o estado está investigando o caso.

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