RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Acionistas da Warner aprovam venda para a Paramount; veja os números

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%Oferecido por

Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovaram a venda integral da gigante do entretenimento para a Paramount.

O aval ocorre após a assinatura da proposta, em fevereiro deste ano, ao fim de meses de disputa que também envolveu a Netflix.

Ao todo, incluindo dívidas, a oferta da Paramount — comandada por David Ellison — chega a cerca de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 545 bilhões), com pagamento de US$ 31 por ação.

A operação deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, reunindo marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones”.

Após o aval dos acionistas da Warner, a megafusão ainda depende do aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos.

A megafusão bilionária entre a Warner Bros. Discovery e Paramount está cada vez mais próxima de ser concluída. Nesta quinta-feira (23), o acordo recebeu a aprovação da maioria dos acionistas da Warner, favoráveis à venda integral da gigante do entretenimento.

O aval ocorre após a assinatura da proposta, em fevereiro deste ano, ao fim de meses de disputa que também envolveu a Netflix —- a empresa optou por não aumentar sua proposta e deixou a negociação.

Ao todo, incluindo dívidas, a oferta da Paramount — comandada por David Ellison — chega a cerca de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 545 bilhões), com pagamento de US$ 31 por ação.

A operação deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, reunindo marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones”, além de uma base estimada de cerca de 200 milhões de assinantes e potencial para redesenhar o mercado global de entretenimento e streaming.

O g1 preparou um infográfico que compara o tamanho das duas empresas e mostra como a operação pode alterar o equilíbrio de forças no setor.

A disputa entre Warner Bros. Discovery, Netflix e Paramount foi marcada por idas e vindas desde o fim de 2025. Inicialmente, a Netflix avançou com uma proposta para adquirir parte dos ativos da Warner, focando em estúdios e streaming.

Na sequência, a Paramount entrou na disputa com uma oferta mais ampla para comprar toda a empresa — incluindo canais de TV — e passou a liderar a negociação.

Após meses de disputa, a Warner considerou a proposta da Paramount superior e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor, o que não aconteceu.

A oferta prevê US$ 31 por ação, inclui a dívida da companhia e estabelece uma multa maior em caso de bloqueio regulatório, tornando o acordo mais atrativo aos acionistas.

O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

💰 Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.

🗞️ Com a aprovação do acordo, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.

Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.

Após o aval dos acionistas da Warner, a megafusão ainda depende do aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

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Conta de luz: Aneel aprova reajustes que atingem mais de 22 milhões de consumidores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%Oferecido por

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica, em processo periódico previsto nos contratos de concessão.

Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.

De forma geral, os principais fatores que pressionaram os reajustes foram os custos com encargos setoriais, além das despesas com compra e transmissão de energia.

Entre as distribuidoras, a CPFL Santa Cruz, com sede em Jaguariúna (SP), registrou o maior aumento, com efeito médio de 15,12% para o consumidor.

A CPFL Santa Cruz atende cerca de 527 mil unidades consumidoras em 45 municípios nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Já a Enel Ceará teve reajuste médio de 5,78% e atende mais de 4,11 milhões de unidades consumidoras.

Na Bahia, a Coelba registrou alta média de 5,85%, impactando aproximadamente 6,92 milhões de unidades consumidoras.

Em alguns casos, os reajustes foram atenuados pelo diferimento tarifário, mecanismo que autoriza o repasse de parte dos custos apenas nos próximos ciclos tarifários.

Com isso, o aumento na conta de luz fica menor no curto prazo, como previsto nos Procedimentos de Regulação Tarifária (Proret).

Foi o caso da Neoenergia Cosern, sediada em Natal (RN), que atende mais de 1,6 milhão de unidades consumidoras em 167 municípios. Com o diferimento, o efeito médio para o consumidor ficou em 5,40%.

O mesmo mecanismo foi aplicado à Energisa Sergipe Distribuidora de Energia, que atende mais de 919 mil unidades consumidoras, resultando em um reajuste médio de 6,86%.

Na CPFL Paulista, que atende mais de 5 milhões de unidades consumidoras em 234 municípios paulistas, o efeito médio foi de 12,13%. Já a Energisa Mato Grosso do Sul teve reajuste médio de 12,11%, atendendo cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras.

Por fim, a Energisa Mato Grosso, que atende mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios, registrou efeito médio de 6,86% para o consumidor.

A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência.

O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo.

O g1 apurou que o custo do crédito seria, inevitavelmente, repassado aos consumidores com juros nos próximos anos e que, portanto, poderia trazer dor de cabeça futuramente.

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Guerra no Irã derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 11:50

Agro Guerra no Irã derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico Bloqueio do Estreito de Ormuz e aumento dos custos de frete afetaram o envio de produtos brasileiros ao Golfo Pérsico em março. Agronegócio sente impacto logístico, mas carnes mantêm demanda. Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

As exportações brasileiras para o Golfo Pérsico caíram 31,47% em março, somando US$ 537,1 milhões, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades no Estreito de Hormuz.

O comércio com a região é fortemente concentrado no agronegócio, que responde por cerca de 75% das vendas brasileiras a países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar.

Grãos foram os mais afetados: o milho praticamente deixou de ser exportado, enquanto açúcar e melaços tiveram forte retração, e trigo e centeio não registraram embarques relevantes no mês.

A principal causa da queda foi a crise logística, com rotas mais longas, taxas extras e aumento do tempo e do custo de transporte para evitar a passagem por Hormuz.

Apesar da queda geral, carnes mantiveram a demanda e ajudaram a sustentar o comércio, enquanto o Brasil ampliou fortemente as importações de fertilizantes nitrogenados do Golfo para garantir estoques.

As exportações brasileiras para países do Golfo Pérsico caíram em março, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades de navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados na plataforma ComexStat, mostram que as vendas brasileiras para a região somaram US$ 537,1 milhões no mês. O valor representa uma queda de 31,47% em relação a março do ano passado.

🌊 O Golfo Pérsico reúne mercados importantes para o Brasil, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Omã e Bahrein. A maior parte do comércio com esses países é formada por produtos do agronegócio, que representam cerca de 75% das exportações brasileiras para a região.

Isso porque a interrupção parcial do transporte marítimo afetou principalmente alimentos que dependem de embarques regulares em grande escala.

O milho praticamente deixou de ser enviado no mês, enquanto as exportações de açúcar e melaços sofreram forte retração. Outros grãos também sentiram o impacto: no caso do trigo e do centeio, não houve embarques relevantes ao Golfo Pérsico em março (veja os detalhes na tabela abaixo).

A principal explicação para a queda está na logística. Com o aumento do risco na região, companhias de navegação passaram a cobrar taxas adicionais e a adotar rotas mais longas, muitas vezes contornando o continente africano para evitar a passagem por Ormuz.

Para analistas do mercado financeiro, episódios como o conflito no Irã mostram como fatores políticos passaram a influenciar diretamente o comércio de commodities.

“A geopolítica voltou a ditar regras no fluxo global de mercadorias”, afirma Pedro Ros, CEO da Referência Capital.

Segundo ele, tensões internacionais podem alterar rotas logísticas, pressionar custos de seguro e aumentar a volatilidade de preços, exigindo maior planejamento das empresas exportadoras.

Mesmo com a queda das exportações brasileiras ao Golfo Pérsico em março, alguns produtos mantiveram demanda e ajudaram a sustentar o fluxo comercial com a região. As carnes seguem como um dos principais pilares da pauta brasileira nesses mercados.

O frango permanece como o principal item exportado pelo Brasil ao Golfo, liderando as vendas externas tanto em 2025 quanto no início deste ano.

LEIA TAMBÉM: Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região

A carne bovina também mostrou resiliência no período, com avanço no valor exportado — movimento associado sobretudo à alta dos preços internacionais, e não necessariamente ao aumento do volume embarcado.

A relação comercial entre Brasil e Golfo, no entanto, não se limita às exportações brasileiras.

O país também depende de produtos vindos da região — especialmente fertilizantes nitrogenados, insumos essenciais para a produção agrícola. Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão entre os principais fornecedores desses produtos para o mercado brasileiro.

Diante das incertezas sobre a duração do conflito e das dificuldades no transporte marítimo, empresas brasileiras passaram a antecipar compras para garantir estoques.

Não por acaso, em março, as importações de fertilizantes nitrogenados vindos desses países cresceram mais de 265%, segundo dados do MDIC.

Produção de soja e milho em Macapá – Exportação para a Guiana Francesa — Foto: Arthur Alves/PMM

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SpaceX prepara IPO na bolsa, mas deve manter controle concentrado em Elon Musk

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 11:50

Tecnologia SpaceX prepara IPO na bolsa, mas deve manter controle concentrado em Elon Musk Documento de IPO indica que a empresa pretende manter status de “companhia controlada”, permitindo a Musk concentrar poder e reduzir exigências de independência no conselho. Por Reuters

A SpaceX está dizendo aos investidores em potencial que seu conselho não precisará de uma maioria de diretores independentes da empresa.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem precisará de comitês independentes de remuneração e nomeação.

Ela só precisa ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes, segundo o documento.

A SpaceX está dizendo aos investidores em potencial que seu conselho não precisará de uma maioria de diretores independentes da empresa, de acordo com um trecho de seu pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) analisado pela Reuters, ressaltando como o fundador Elon Musk está mantendo o controle da fabricante de foguetes e inteligência artificial.

Diferentemente da grande maioria das empresas de capital aberto, a SpaceX disse que manteria o "status de empresa controlada" após seu IPO de US$1,75 trilhão, previsto para meados do ano.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem precisará de comitês independentes de remuneração e nomeação, segundo o trecho do registro da oferta. Ela só precisa ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes, segundo o documento.

Um estudo realizado em 2024 pela National Association of Corporate Directors (Associação Nacional de Diretores Corporativos) constatou que apenas 3% a 4% do índice Russell 3000 era composto por empresas em que pessoas de dentro constituíam a maioria do conselho.

A SpaceX ainda pode optar por adicionar diretores independentes. Um precedente é a Meta, uma empresa de tecnologia cujo poder de voto majoritário do presidente-executivo lhe confere o status de "empresa controlada" de acordo com as regras da Nasdaq.

Apesar disso, a Meta continuou a ter a maioria de seus diretores independentes. A SpaceX não retornou imediatamente uma solicitação da Reuters para comentar o registro.

A notícia vem depois que a Reuters informou que Musk e um pequeno grupo de pessoas têm ações com direito a voto que superam os outros investidores.

Ter uma diretoria com ideias semelhantes não é novidade para Musk. Embora sua montadora de carros elétricos Tesla indique que a maioria de seus nove diretores é independente, de acordo com os padrões da Nasdaq, muitos críticos levantaram a preocupação de que o conselho – que inclui o irmão de Musk, Kimbal, e o ex-diretor de tecnologia da Tesla, JB Straubel – continua muito próximo do presidente-executivo.

Essas preocupações contribuíram para um longo ciclo de reclamações na Tesla, como a decisão de um juiz em 2024 de rescindir o pacote de pagamento de US$56 bilhões a Musk, alegando que o conselho não tinha independência quando concedeu o pagamento em 2018. Musk ganhou uma decisão que restabeleceu o pagamento em dezembro.

Por outro lado, o fato de ter o status de empresa controlada poderia dar à SpaceX mais flexibilidade para fazer acordos salariais, disse David Larcker, professor da Universidade de Stanford que acompanha a governança corporativa.

O status "parece aliviar algumas das coisas que têm sido legalmente dolorosas para a Tesla", disse Larcker.

O conselho de administração da SpaceX supervisionará quantias potencialmente enormes de remuneração para Musk, de acordo com partes relacionadas do documento.

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Tendência é de que Correios ainda apresentem ‘elevado prejuízo’ em 2026, diz governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%Oferecido por

Os Correios podem continuar a ter um agravamento da situação econômico-financeira, seguindo tendência observada nos últimos dois anos, apesar do plano de restruturação em vigor.

A informação está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado na semana passada pelo governo ao Congresso Nacional.

"Entre as medidas do referido plano [de restruturação financeira], estão a redução de custos, com medidas de saneamento de seus planos de previdência complementar, reestruturação de planos de saúde, programas de demissão voluntária, alienação de imóveis ociosos e reajuste tarifário, dentre outras, mas a tendência é de que a empresa ainda apresente elevado prejuízo em 2026", diz o governo.

No documento, o Executivo diz também que é provável que a empresa estatal tenha de receber aportes de capital da União até 2027, algo já admitido pela ministra da Gestão, Esther Dweck.

O governo também projeta que as estatais federais seguirão no vermelho até 2030 (veja mais abaixo nessa reportagem).

🔎 Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.

Segundo a ministra informou em março, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.De acordo com ela, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal. "Por isso é parte da equação também", explicou a ministra.

Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo.

Puxado pela situação dos Correios, as estatais federais registraram, em todo ano passado, um déficit de R$ 5,13 bilhões, o segundo pior resultado da história.

A situação continuou ruim no primeiro bimestre deste ano, quando o resultado negativo somou R$ 4,1 bilhões.

🔎Os números foram divulgados pelo Banco Central. O termo "déficit" significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano.

A série do Banco Central não considera a Petrobras, a Eletrobras e nem as empresas do setor financeiro (bancos públicos).O BC lembra que a Petrobras e a Eletrobras foram excluídos do cálculo das estatais federais em 2009, mas explica que a série histórica de anos anteriores foi revisada com base na nova metodologia — sendo válida, portanto, de 2002 em diante.Entram nesse cálculo empresas como Correios, a Emgepron, a Hemobrás, a Casa da Moeda, a Infraero, o Serpro, a Dataprev e a Emgea.O conceito do Banco Central considera apenas a variação da dívida, conceito amplamente utilizado em análises fiscais internacionais, enquanto o governo se utiliza do conceito conhecido por "acima da linha" (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida).

O Tribunal de Contas da União (TCU) destacou nesta quarta-feira (22) que 95% do déficit das estatais não dependentes foi puxado por 4 empresas, dentre elas os Correios

Para 2026, o governo estimou, no projeto de lei de diretrizes orçamentárias, um aumento do déficit das estatais para R$ 6,75 bilhões.Para 2027, a equipe econômica projetou que o rombo pode ser maior ainda: R$ 7,55 bilhões.Para 2028, 2029 e 2030, o déficit estimado para as estatais federais é de, respectivamente: R$ 6,1 bilhões; R$ 5,04 bilhões e de R$ 5,71 bilhões.

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Projeto de lei que proíbe radar de trânsito escondido é aprovado por comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:45

Carros Projeto de lei que proíbe radar de trânsito escondido é aprovado por comissão da Câmara Proposta proíbe radares ocultos e próximos entre si; regra vale para equipamentos fixos e móveis. Lei também obriga órgão de trânsito a divulgar localização de radares na internet. Por Redação g1

Agente de trânsito posiciona o radar atrás da mureta de proteção da rodovia — Foto: Carlos Pradini

Foi aprovado nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados um projeto de lei que cria regras mais rígidas para a visibilidade e a sinalização de radares de fiscalização de velocidade.

A proposta inclui essas normas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para padronizar a fiscalização em todo o país.

Nada mais de um radar atrás do outro: fica proibido o uso de radares portáteis próximos a radares fixos. A distância mínima deverá ser de 2 quilômetros em rodovias e de 500 metros em áreas urbanas.Radar escondido nunca mais: não será permitida a instalação de radares fixos atrás de postes, árvores, construções ou passarelas. Agentes que utilizam radares móveis também não poderão ficar escondidos.Painel com velocidade: passa a ser obrigatória a instalação de painéis eletrônicos que informem ao motorista a velocidade registrada pelo radar. A exigência vale para radares fixos em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido.Radares listados na internet: o órgão de trânsito será obrigado a divulgar na internet a localização exata de todos os radares, além da data da última verificação do equipamento pelo Inmetro.Critério para instalação de radares: será necessário apresentar estudo técnico e justificativa para a instalação de qualquer radar.

O Projeto de Lei 4751/24 recebeu alterações da deputada Rosana Valle (PL-SP), relatora da proposta na comissão.

“A proposta dá mais segurança jurídica aos motoristas e reforça a educação para o trânsito, evitando práticas voltadas apenas à arrecadação, associadas ao que se convencionou chamar de ‘indústria da multa’”, afirmou a relatora.

O autor do projeto é o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). Ele defende que a melhor sinalização dos radares pode aumentar a conscientização dos motoristas.

“O termo ‘indústria da multa’ é usado com frequência para descrever a ideia de que existe no Brasil um sistema arrecadatório que teria como principais alvos os condutores que cometem infrações de trânsito”, diz Silva.

O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se transformar em lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

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Petróleo volta a subir e se aproxima de US$ 105 após Irã apreender navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subir nesta quinta-feira (23), impulsionado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz e pelo agravamento do conflito com o Irã.

A alta ocorre após o Irã apreender dois navios que tentavam deixar o estreito — uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo.

O episódio elevou as dúvidas sobre a sustentação do cessar-fogo com os Estados Unidos e ampliou a aversão ao risco entre investidores.

O conflito segue em impasse. Mesmo sob bloqueio naval na região, o Irã continua exportando petróleo de forma discreta.

O preço do petróleo voltou a subir nesta quinta-feira (23), impulsionado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz e pelo agravamento do conflito com o Irã.

🔎 O barril do Brent avançou cerca de 2,5% ao longo da manhã, chegando a se aproximar de US$ 105. Por volta das 9h58 (horário de Brasília), era negociado a US$ 102,71, com alta de 0,79%. O movimento refletiu o aumento do risco geopolítico, que pressionou mercados globais.

A alta ocorre após o Irã apreender dois navios que tentavam deixar o estreito — uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo. O episódio aumentou as incertezas sobre a continuidade do cessar-fogo com os Estados Unidos e deixou os investidores mais cautelosos.

O conflito segue em impasse. Mesmo sob bloqueio naval na região, o Irã continua exportando petróleo de forma discreta.

O cessar-fogo foi prorrogado pelo presidente Donald Trump, mas Teerã ameaça abandonar a trégua e as negociações caso a restrição marítima não seja suspensa. A tensão aumentou ainda mais após novos ataques a embarcações.

Em paralelo, o Hezbollah sinalizou que pretende manter a trégua com Israel, desde que o acordo seja respeitado — um indicativo de que o conflito permanece contido em algumas frentes, mas longe de uma solução ampla.

O cenário pressionou os mercados. Na Europa, as principais bolsas caíram entre 0,2% e 0,8%, em meio também a sinais de desaceleração econômica. Dados recentes apontaram contração inesperada da atividade empresarial na zona do euro, especialmente em Alemanha e França, segundo a agência Reuters.

Nos Estados Unidos, os futuros de Wall Street operaram em queda, enquanto investidores aguardam novos desdobramentos da crise. Os rendimentos dos Treasuries subiram, acompanhando a alta do petróleo (veja mais detalhes do dia no mercado).

Na Ásia, os mercados chegaram a renovar máximas históricas antes de recuar diante do avanço dos preços da energia. Japão, Coreia do Sul e Taiwan fecharam em baixa, refletindo o temor de impacto sobre o crescimento global.

Analistas avaliam que o ambiente segue altamente instável. “Os mercados estão extremamente sensíveis. Mesmo um ruído não confirmado sobre escalada já é suficiente para impulsionar o petróleo e pressionar ativos de risco”, afirmou Charu Chanana, em entrevista à agência.

Além da apreensão de navios, persistem preocupações com possíveis interrupções mais severas no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — cenário que pode prolongar a alta dos preços e intensificar pressões inflacionárias globais.

O mercado, segundo especialistas, segue em um ambiente de incerteza, no qual qualquer novo desdobramento pode provocar fortes oscilações.

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Quem é MrBeast, considerado o maior youtuber do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:24

Tecnologia Quem é MrBeast, considerado o maior youtuber do mundo Jimmy Donaldson (MrBeast) tem mais de 400 milhões de inscritos no YouTube e é conhecido por promover desafios envolvendo dinheiro. Por Redação g1

Uma brasileira afirma ter sofrido assédio sexual e moral durante o período em que trabalhou na empresa do youtuber Jimmy Donaldson, a MrBeast Industries. Lorrayne Mavromatis expôs o caso em um vídeo publicado em seu Instagram, na noite desta quarta-feira (22).

"Eu era uma das poucas mulheres no alto escalão executivo e, muitas vezes, a única mulher na sala. Quando eu dava uma ideia, era chamada de burra, apenas para ficar ali e assistir um homem dizer exatamente a mesma coisa noventa segundos depois e receber uma rodada de aplausos", relatou ela.

Ela disse ainda que foi obrigada a comparecer, sozinha, em reuniões privadas na casa do CEO empresa. "Em uma sala no andar de cima, iluminada apenas por um abajur lateral e tive que escutar o quanto atrante e bonita eu era".

Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast, é um influenciador digital e o maior youtuber do mundo, com mais de 470 milhões de inscritos na plataforma.

Ele se tornou famoso por produzir vídeos com desafios que envolvem grandes quantias de dinheiro e por investir valores milionários em suas gravações, que frequentemente misturam entretenimento e ações de impacto social.

MrBeast ganhou projeção ao reinvestir praticamente tudo o que ganha na produção de novos conteúdos. Entre seus vídeos mais populares está a recriação, na vida real, da série Round 6, com prêmio de US$ 456 mil. Ele também já gravou conteúdos com celebridades como Cristiano Ronaldo.

Um de seus vídeos, ele chamou atenção por ter sido gravado na Ilha das Cobras, no litoral de São Paulo, considerada uma das áreas mais perigosas do mundo devido à grande concentração de serpentes venenosas.

Durante a filmagem, MrBeast e sua equipe passaram uma noite no local e usaram equipamentos de proteção para evitar ataques das cobras.

Além do YouTube, MrBeast expandiu seus negócios para outras áreas. No Brasil, lançou a hamburgueria MrBeast Burger, que opera apenas por delivery em algumas cidades, com preços populares. A marca surgiu nos EUA em 2020 e se espalhou para mais de 1.700 pontos de venda no mundo.

O influenciador também criou o reality show Beast Games, exibido no Prime Video, que reuniu mil participantes disputando um prêmio de US$ 5 milhões.

O programa, porém, é alvo de processos judiciais movidos por participantes, que alegam terem sido submetidos a condições inadequadas e a um ambiente marcado por misoginia e sexismo.

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Dólar abre a R$ 4,96 com tensão no Estreito de Ormuz e petróleo em alta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (23) em queda, recuando 0,13% às 9h, cotado a R$ 4,9635. Já o Ibovespa, principal índica da bolsa brasileira, abre às 10h.

A tensão no Oriente Médio voltou a ganhar destaque após novos episódios envolvendo embarcações comerciais no Estreito de Ormuz. O movimento ocorre em meio a sinais de força militar na região e enquanto investidores acompanham também a divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos.

▶️ A Guarda Revolucionária do Irã apreendeu dois navios de carga e realizou disparos contra uma terceira embarcação no Estreito de Ormuz, em mais um episódio de demonstração de poder na região. Ao mesmo tempo, a Marinha dos Estados Unidos afirmou ter forçado 27 navios a recuar após um bloqueio imposto aos portos iranianos.

🔎 O fechamento do canal, que completou dez dias nesta quarta-feira, continua a trazer preocupações sobre a oferta da commodity e seus eventuais impactos na inflação mundial. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o Brent avançava 0,97%, negociado a US$ 102,81 por barril.

▶️ No campo dos indicadores econômicos, os EUA divulgam nesta quinta-feira os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, com expectativa de cerca de 210 mil solicitações na última semana. Ainda ao longo da manhã, também estão previstos os números de exportação de grãos do país.

Em meio à guerra no Oriente Médio, os EUA decidiram estender por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irã. A medida, anunciada por Donald Trump, atende a um pedido do primeiro-ministro do Paquistão, que tenta mediar uma saída diplomática para o conflito.

🔎A trégua, que estava prestes a expirar, foi mantida até que o governo iraniano apresente uma proposta unificada para avançar nas negociações de paz.

Apesar da suspensão dos ataques diretos, o cenário segue longe de uma desescalada. Washington manteve o bloqueio naval no Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o transporte global de petróleo — decisão vista por Teerã como provocação e continuidade das hostilidades.

Autoridades iranianas reagiram com desconfiança, indicando que a prorrogação do cessar-fogo pode ser apenas uma manobra tática dos EUA. Como resposta, o Irã sinalizou que não pretende reabrir o estreito enquanto a restrição americana continuar em vigor.As negociações também enfrentam impasses. Uma nova rodada de conversas foi adiada diante da falta de resposta iraniana, ampliando a incerteza sobre um possível acordo. Ao mesmo tempo, Trump lida com desgaste interno, com sua taxa de aprovação girando em torno de 36%, pressionado pela condução da guerra.

Nesse contexto de tensão, novos episódios agravaram o quadro. O Irã afirmou ter apreendido dois navios comerciais no Estreito de Ormuz, sob a justificativa de que navegavam sem autorização e comprometiam a segurança da região. Uma das embarcações foi associada a Israel.

Além disso, ao menos três navios foram alvo de ataques nas proximidades, segundo autoridades marítimas internacionais. Apesar dos danos, não houve vítimas.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados também pode votar nesta quarta-feira um parecer favorável ao avanço das propostas que preveem o fim da escala 6×1.

Se aprovadas, as PECs seguem para uma Comissão Especial e depois para o plenário, antes de irem ao Senado.

👩‍🏭🧑‍🏭Atualmente, existem mais de uma proposta na Câmara que alteram a jornada de trabalho no Brasil, fixada na maioria dos casos em 44 horas semanais. Em fevereiro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) determinou que as propostas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) passassem a tramitar juntas (veja mais detalhes abaixo).

Paralelamente à tramitação das PECs, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu enviar um projeto de lei próprio sobre o mesmo assunto.

A avaliação do governo é a de que a aprovação de um projeto de lei é mais fácil, já que demanda menos votos para ser aprovado e tem tramitação mais curta.

🔎Uma PEC precisa de aval de ao menos 308 deputados, enquanto um projeto de lei depende apenas da maioria dos presentes no momento da votação.

Nos EUA, as bolsas em Wall Street operam em leve alta. Por volta das 13h25 (horário de Brasília), Dow Jones subia 0,64%, enquanto o S&P 500 avançava 0,78%. Já o Nasdaq registrava ganho de 1,25%.

Na Europa, o movimento foi mais contido. O índice STOXX 600 fechou em queda de 0,35%, aos 613,88 pontos.

Em Paris, o CAC 40 caiu 0,96%, enquanto o DAX, da Alemanha, recuou 0,25%. O FTSE 100, de Londres, fechou em queda de 0,21%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,22%, aos 26.163 pontos. Já na China continental, os índices fecharam em alta: o SSEC, de Xangai, subiu 0,52%, aos 4.106 pontos, e o CSI300 avançou 0,66%, aos 4.799 pontos.

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Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio; veja as principais acusações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:24

Trabalho e Carreira Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio; veja as principais acusações Lorrayne Mavromatis afirma ter trabalhado durante a licença-maternidade e relata ambiente hostil; caso está em andamento na Justiça dos Estados Unidos. Por Redação g1 — São Paulo

A brasileira Lorrayne Mavromatis afirmou que sofreu assédio sexual e moral enquanto trabalhava em empresas do youtuber MrBeast, um dos maiores criadores de conteúdo do mundo.

As alegações constam em uma ação judicial protocolada na Justiça dos EUA, à qual o g1 teve acesso.

No processo, Lorrayne afirma que foi submetida a uma série de irregularidades trabalhistas durante o período em que esteve empregada pelas companhias.

Entre os principais pontos da ação está a suposta violação da Lei de Licença Familiar e Médica, que garante afastamento temporário do trabalho em situações como o nascimento de filhos.

O processo descreve um ambiente de trabalho marcado pelo tratamento desigual entre homens e mulheres. Segundo a ação, Lorrayne teria sido excluída de reuniões compostas apenas por homens.

A brasileira Lorrayne Mavromatis afirmou, em publicação nas redes sociais na quarta-feira (22), que sofreu assédio sexual e moral enquanto trabalhava em empresas do youtuber MrBeast, um dos maiores criadores de conteúdo do mundo.

As alegações constam em uma ação judicial protocolada na Justiça dos Estados Unidos, à qual o g1 teve acesso.

No processo, Lorrayne afirma que foi submetida a uma série de irregularidades trabalhistas durante o período em que esteve empregada pelas companhias.

Entre os principais pontos da ação está a suposta violação da Lei de Licença Familiar e Médica (Family and Medical Leave Act – FMLA), que garante afastamento temporário do trabalho em situações como o nascimento de filhos. Segundo a denúncia, a empresa teria:

Deixado de orientar formalmente a funcionária sobre seus direitos ao solicitar a licença‑maternidade.Exigido que ela continuasse trabalhando durante o período de afastamento, incluindo:Participação em chamadas de trabalho enquanto ainda estava na sala de parto;Gestão de lançamentos de produtos;Atuação em projetos que envolveram inclusive viagem internacional ao Brasil, poucas semanas após o nascimento do filho.Demitido a funcionária menos de três semanas após seu retorno integral ao trabalho, o que, segundo a autora, caracterizaria retaliação. A ação afirma ainda que Lorrayne foi posteriormente substituída por um homem.

O g1 procurou as empresas citadas nesta reportagem, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

O processo descreve o ambiente de trabalho como um “Clube do Bolinha”, marcado por tratamento desigual entre homens e mulheres.

Segundo a ação, Lorrayne teria sido excluída de reuniões compostas apenas por homens, além de relatar episódios considerados humilhantes.

Entre eles, estaria a ocasião em que teria sido obrigada a buscar uma cerveja para Jimmy Donaldson (nome de MrBeast) antes de uma gravação — uma tarefa que, segundo a denúncia, tinha caráter degradante, especialmente por ter ocorrido diante da equipe.

A denúncia também cita condutas atribuídas ao então CEO da empresa, James Warren, que teria feito comentários considerados inapropriados sobre a aparência da funcionária e solicitado encontros privados fora do ambiente profissional.

Em outro trecho do processo, Lorrayne afirma que Warren teria comentado sobre o suposto “efeito sexual” que ela causaria em MrBeast.

Ainda segundo o relato, ao comunicar que um cliente teria feito avanços indesejados, ela teria ouvido como resposta que deveria se sentir “honrada”.

Após formalizar uma queixa interna sobre o ambiente de trabalho, em novembro de 2023, Lorrayne afirma que passou a sofrer uma série de consequências profissionais, que descreve como retaliatórias. Entre elas, segundo o processo:

Foi transferida de um cargo executivo para uma função de nível médio na divisão de mercadorias da empresa;Teve suas atribuições reduzidas e perdeu autonomia;Foi desligada de sua equipe;Passou a atuar em um setor descrito internamente como o local onde “as carreiras seguem para morrer”;Teria sido isolada profissionalmente, com redução de orçamento e responsabilidades.

A ação judicial afirma ainda que as empresas ligadas a MrBeast não possuíam um manual tradicional de funcionários, adotando em seu lugar um documento intitulado “How to Succeed in MrBeast Production” (“Como ter sucesso na produção do MrBeast” ,em português).

“É normal que os meninos sejam infantis”;“'Não' não quer dizer não” (no contexto de alcançar resultados para vídeos);“A quantidade de horas que você trabalha é irrelevante”.

Para Lorrayne, essas orientações teriam contribuído para a normalização de comportamentos abusivos e para a violação de direitos trabalhistas básicos.

A brasileira afirma que as experiências vividas durante e após a gravidez resultaram em impactos graves à sua saúde mental, incluindo diagnósticos de depressão severa, ansiedade e episódios de ideação suicida.

A ação inclui pedidos de indenização por sofrimento emocional, além de alegações de violação das leis da Carolina do Norte, que proíbem discriminação de gênero e retaliação no ambiente de trabalho.

No processo, a brasileira pede indenizações e outras medidas de reparação contra as empresas, incluindo o pagamento de salários e benefícios perdidos após a demissão e uma compensação adicional prevista na legislação americana.

Ela também solicita a reintegração ao cargo — ou pagamento indenizatório —, além de danos por sofrimento emocional e danos punitivos, sob a alegação de conduta deliberada ou negligente.

O pedido inclui ainda reembolso de custos processuais, pagamento de juros e o reconhecimento judicial de violação de leis trabalhistas da Carolina do Norte, além de outras medidas que a Justiça considerar cabíveis.

A autora afirma, por fim, que pretende ampliar a ação com base na lei federal dos Estados Unidos que proíbe discriminação no trabalho, após autorização da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC).

O processo foi protocolado na Justiça Federal dos EUA, no Tribunal Distrital do Distrito Leste da Carolina do Norte.

A escolha do local ocorreu porque as empresas mantêm operações na região, especialmente em Greenville, e, segundo a ação, os fatos apontados como irregulares ocorreram dentro dessa jurisdição.

Até o momento, as empresas citadas não se manifestaram publicamente sobre as acusações. O caso segue em tramitação na Justiça dos Estados Unidos.

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