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Bilionários russos aumentam sua riqueza em 11% em um ano, apesar da guerra e das sanções, diz Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%Oferecido por

Os bilionários russos aumentaram sua riqueza em 11%, atingindo um recorde de US$696,5 bilhões no ano passado, apesar da guerra na Ucrânia e das sanções ocidentais mais duras já impostas a uma grande economia, informou a Forbes Russia.

Os homens mais ricos da Rússia estão todos ligados às vastas reservas de recursos naturais que a Rússia exporta para os mercados globais há décadas – e sua riqueza aumentou à medida que as interrupções nos fluxos comerciais impulsionaram os preços das commodities – embora a Forbes tenha observado que não havia novos nomes no topo da lista.

A Forbes classificou Alexei Mordashov, diretor geral da empresa de investimentos Severgroup, como o bilionário mais rico da Rússia, com uma fortuna de US$37 bilhões que aumentou US$8,4 bilhões em relação à avaliação do ano passado.

Vladimir Potanin, chefe da Interros e da produtora de metais Nornickel , com uma fortuna de US$29,7 bilhões, foi classificado pela Forbes como o segundo mais rico da Rússia.

Vagit Alekperov, ex-chefe da Lukoil , ficou em terceiro lugar, com uma fortuna de US$29,5 bilhões, e Leonid Mikhelson, presidente-executivo da Novatek , e sua família ficaram em quarto lugar, com uma fortuna de US$28,3 bilhões, informou a Forbes.

Antes considerados alguns dos homens mais ricos do planeta, a riqueza dos bilionários russos, muitos dos quais fizeram grandes fortunas em meio ao caos que se seguiu ao colapso da União Soviética, agora é muito menor do que a dos principais titãs da tecnologia dos Estados Unidos.

Elon Musk lidera a lista global de ricos da Forbes com uma fortuna de US$839 bilhões. Larry Page, do Google, está em segundo lugar, com uma fortuna de US$257 bilhões.

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Pentágono avalia que a retirada de minas do Estreito de Ormuz pode levar até 6 meses, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 08:50

Mundo Pentágono avalia que a retirada de minas do Estreito de Ormuz pode levar até 6 meses, diz jornal Informação foi divulgada em reunião confidencial no Congresso dos EUA, segundo o jornal Washington Post. Por France Presse

Petroleiros e navios de carga alinhados no Estreito de Ormuz em 11 de março de 2026, vistos de Khor Fakkan, Emirados Árabes Unidos. — Foto: AP/Altaf Qadri, Arquivo

Retirar as minas no Estreito de Ormuz poderia levar seis meses, o que teria um impacto no preço dos combustíveis em todo o planeta, considerou o Pentágono durante uma apresentação confidencial no Congresso dos Estados Unidos, informou o jornal Washington Post.

O Estreito de Ormuz está praticamente fechado desde o início da guerra em 28 de fevereiro, com os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Quase 20% do petróleo e gás consumidos em todo o mundo transitavam por esta via crucial antes do conflito.

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O Washington Post cita três fontes anônimas, segundo as quais "os parlamentares foram informados de que o Irã pode ter instalado 20 minas ou mais no Estreito de Ormuz e em suas imediações".

Segundo a apresentação de uma fonte do Departamento da Defesa, "algumas foram colocadas na água, à distância, graças à tecnologia GPS", o que dificulta a detecção. Outras teriam sido instaladas com "embarcações pequenas".

"Um fechamento de seis meses do Estreito de Ormuz é uma impossibilidade e algo completamente inaceitável", afirmou um porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, em um comunicado enviado à AFP no qual desmente a notícia.

Parnell destacou que a notícia é baseada em uma "sessão confidencial de informações, a portas fechadas" e que vários pontos são "falsos".

A Guarda Revolucionária do Irã, advertiu em meados de abril sobre uma "zona perigosa" de 1.400 quilômetros quadrados que poderia conter minas.

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Acordo Mercosul-UE pode aumentar exportações brasileiras em 13%, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 07:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%Oferecido por

O governo brasileiro espera ver um aumento de 13% nas exportações do país quando o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia estiver totalmente em prática em 2038.

Para o setor industrial brasileiro especificamente, o ganho nas exportações deve chegar a 26% com o acordo, acrescentou o vice-presidente.

A retirada gradual de tarifas entre os países da UE e do Mercosul começa imediatamente e deve se completar em até 12 anos.

De acordo com o vice-presidente, setores como frutas, açúcar, carne bovina e de frango e alguns tipos de maquinário podem ter impactos imediatos.

Geraldo Alckmin durante Reunião sobre o acordo Mercosul União Europeia em 25 de fevereiro — Foto: Cadu Gomes/VPR

O governo brasileiro espera ver um aumento de 13% nas exportações do país quando o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia estiver totalmente em prática em 2038, afirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin, às vésperas da entrada em vigor parcial do tratado. 

"A degravação é gradual, mas você tem aí perto de 5 mil produtos que a partir do dia 1º de maio estão zerados o imposto, então você vai ter aí um impacto importante", disse Alckmin na quarta-feira (22) em entrevista com agências internacionais de notícias.

Para o setor industrial brasileiro especificamente, o ganho nas exportações deve chegar a 26% com o acordo, acrescentou o vice-presidente.

A entrada em vigor em 1º de maio ainda é provisória, já que alguns países, como a França, questionaram o acordo no Tribunal de Justiça europeu.

Ainda assim, a retirada gradual de tarifas entre os países da UE e do Mercosul começa imediatamente e deve se completar em até 12 anos. 

De acordo com o vice-presidente — que participou das negociações como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio até deixar o cargo este mês — setores como frutas, açúcar, carne bovina e de frango e alguns tipos de maquinário podem ter impactos imediatos. 

Hoje, o comércio entre Brasil e UE – segundo maior parceiro comercial do país atrás da China — chega a US$100 bilhões, com um ligeiro superávit europeu, de aproximadamente US$500 milhões.

Uma conta feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex) aponta para um incremento de até US$1 bilhão na balança comercial brasileira já no primeiro ano de vigência do acordo. 

Além disso, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que as reduções de tarifas e as cotas de exportação podem trazer um aumento de 0,46% no Produto Interno Bruto brasileiro entre 2024 e 2040, o equivalente a mais US$9,3 bilhões. 

Apesar do otimismo com o acordo, a adoção de salvaguardas rígidas pelos europeus, que preveem a suspensão das importações se houver um aumento de 5% acima da média dos últimos três anos, irritou o setor agrícola brasileiro e levou o Brasil a aprovar medidas semelhantes. 

"A salvaguarda vale para os dois lados. Então, se tiver um pico de importação, tanto o Mercosul quanto os países da União Europeia podem pedir uma suspensão temporária. É um acordo equilibrado", afirmou Alckmin.     

Desde 2013 sem assinar acordos comerciais, o Mercosul deu um salto nas negociações nos últimos anos, fechando acordos também com Cingapura e o bloco europeu Efta (Suíça, Noruega, Liechtenstein e Islândia).

Segundo o vice-presidente, ainda é possível que até o fim deste ano sejam assinados novos acordos com Emirados Árabes Unidos e Canadá. 

Além disso, o próprio Mercosul pode crescer. Além da Bolívia, que está em processo de adesão às regras do bloco, a Colômbia demonstrou interesse em participar. E a Venezuela, que está suspensa atualmente, pode voltar, disse o vice-presidente. 

"A Venezuela está suspensa do Mercosul, mas à medida que está vivendo outro momento agora, isso será rediscutido", afirmou. 

Enquanto festeja o início do acordo com a UE, o governo brasileiro continua tentando negociar avanços com os Estados Unidos.

Apesar da maior parte das tarifas norte-americanas terem caído com uma decisão da Suprema Corte norte-americana, os setores de aço e alumínio e cobre continuam com tarifas de 50%, aplicadas ao mundo todo, e de 25% no setor de automóveis e autopeças. 

Além disso, o Brasil está sob duas investigações dentro da seção 301 da lei de comércio norte-americana. Uma delas, que envolve várias dezenas de países, trata de uso de trabalho escravo; a outra, apenas sobre o Brasil, inclui investigações sobre o Pix, desmatamento e ambiente digital de negócios.

Ambas podem ser usadas pelos EUA para retomar com tarifas de 50%. Na semana passada, uma comitiva brasileira esteve nos EUA para negociações sobre as investigações. 

"Nós prestamos todos os esclarecimentos. E, se precisar, faremos outros", disse Alckmin, sem entrar em detalhes sobre as reuniões em Washington. 

"A boa química que foi estabelecida entre o presidente Lula e o presidente Trump nós defendemos que continue. A gente pode ter muita parceria na área tarifária, tem espaço na área tarifária e não tarifária", afirmou.

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A histórica condenação da Lafarge, a grande empresa do setor de cimento, por fomentar o terrorismo internacional

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 07:44

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Bruno Lafont, ex-diretor executivo do grupo Lafarge, no tribunal de Paris, na França, em 13 de abril de 2026 — Foto: EPA via BBC

A histórica condenação de uma das empresas mais importantes da França sacode o mundo das multinacionais e poderá mudar sua forma de operação em zonas de conflito.

Na segunda-feira, 13 de abril, a empresa do setor de cimento Lafarge foi considerada culpada pelo pagamento de milhões de dólares em subornos a grupos jihadistas, incluindo o autodenominado grupo Estado Islâmico (EI), para manter seus negócios na Síria durante a guerra civil do país (2011-2024).

Oito ex-diretores da empresa também foram declarados culpados por financiar o terrorismo internacional. Entre eles, está o seu ex-diretor-executivo, Bruno Lafont, condenado a seis anos de prisão, com início imediato do cumprimento da pena.

Atualmente, a empresa faz parte do conglomerado suíço Holcim. Ela efetuou pagamentos a três organizações jihadistas, incluindo o EI, por um montante de cerca de 5,6 milhões de euros (cerca de R$ 32,3 milhões) entre 2013 e 2014. O objetivo era manter em funcionamento uma fábrica no norte da Síria, segundo a sentença do Tribunal Penal de Paris.

O dinheiro teria permitido que o IE "organizasse atentados terroristas", como o ataque ao semanário francês Charlie Hebdo em janeiro de 2015, segundo o tribunal.

A advogada do ex-diretor-executivo da Lafarge, Jacqueline Laffont, defendeu que a decisão contrária ao seu cliente não é "justa, nem razoável".

"Esta não será a primeira, nem a última vez, em que uma decisão de juízes de primeira instância é revogada pelo Tribunal de Recursos", declarou ela em entrevista à rede de rádio pública francesa France Info.

"Trata-se de uma sentença sem provas, sem demonstração. O tribunal presume a culpabilidade de Bruno Lafont e que ele tinha conhecimento dos pagamentos em questão, que ocorreram dentro da empresa Lafarge, pelo simples fato de que era seu presidente."

Lafont dirigiu a empresa entre 2007 e 2015. Ele reiterou que é inocente e afirmou ter dito a verdade durante o julgamento.

Seus representantes informaram que irão recorrer ao veredito, mas a sentença pode mudar o tabuleiro das multinacionais que operam em zonas de conflito.

A Lafarge declarou à BBC que reconhece a sentença judicial e garantiu que as ações "que ocorreram há mais de uma década constituíram uma violação flagrante do código de conduta da Lafarge".

A empresa descreveu a decisão como um "marco importante" nos seus esforços para "tratar de forma responsável deste tema herdado".

O professor de direito e ciências penais Didier Rebut, da Universidade Paris-Panthéon-Assas, na França, afirma que a decisão é "histórica" por vários motivos.

"Em primeiro lugar, ela é histórica pela qualificação de terrorismo aplicada a fatos cometidos por uma empresa e seus dirigentes no âmbito da sua atividade econômica", declarou ele à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Vista da fábrica de cimento da Lafarge Cement Syria (LCS) em Jalabiya, no norte da Síria — Foto: Getty Images via BBC

Para ele, "o que se deduz é que uma empresa e seus diretores podem ser condenados por terrorismo, em razão das suas decisões econômicas e financeiras".

"Trata-se, aparentemente, da primeira vez na França e no mundo que uma grande empresa internacional e seus dirigentes são condenados por terrorismo, mesmo que, é claro, não exista nenhuma adesão ideológica, nem conivência com os grupos terroristas em questão."

Rebut destaca que a decisão também é histórica devido à gravidade das penas impostas. Ele explica que o veredito demonstra que a qualificação de terrorismo, uma vez mantida, implica sanções proporcionais à sua gravidade.

"Com isso, o tribunal deixa claro que, quando o assunto é terrorismo, não há por que atenuar a pena pelo simples fato de que a conduta em questão consistia em uma decisão econômica ou financeira, não em um ato violento", explica ele.

O professor também destaca que a decisão demonstra que as grandes empresas não estão isentas de sanções quando contribuem, "incluindo por meio de mecanismos econômicos, para o funcionamento de organizações terroristas".

A Lafarge adquiriu a fábrica de cimento de Jalabiya, no norte da Síria, em 2008, por US$ 680 milhões (cerca de R$ 3,4 bilhões). Ela começou a operar em 2010, poucos meses antes do início da guerra civil no país, em 2011.

Os promotores indicam que os funcionários da empresa residiam na localidade próxima de Manbij. Eles precisavam cruzar o rio Eufrates para ter acesso à fábrica, localizada em uma região que ficaria mergulhada no conflito pouco tempo depois.

A Lafarge se declarou culpada e admitiu ter pago milhões de dólares ao EI para manter sua fábrica em funcionamento — Foto: Getty Images via BBC

A acusação afirma que os pagamentos foram realizados entre 2013 e setembro de 2014. Eles incluíram cerca de 800 mil euros (cerca de R$ 4,3 milhões), destinados a garantir a segurança dos trabalhadores, bem como 1,6 milhão de euros (cerca de R$ 13 milhões) para a compra de matérias-primas em pedreiras sob o controle do Estado Islâmico.

A guerra civil da Síria começou em março de 2011, após violenta repressão dos protestos antigovernamentais do então presidente Bashar al-Assad, que governou o país entre 2000 e 2024.

Em 2014, os jihadistas do Estado Islâmico se apoderaram de amplas zonas da Síria e do vizinho Iraque. Ali, eles proclamaram um autodenominado "califado" transfronteiriço, onde impuseram sua interpretação extremista da lei islâmica.

A juíza Isabelle Prévost-Desprez afirmou que os pagamentos foram "fundamentais" para que o EI pudesse controlar os recursos naturais da Síria.

"Isso permitiu que eles financiassem atos terroristas, tanto na região quanto no exterior, especialmente na Europa", destacou ela.

A Promotoria Nacional Antiterrorista da França (PNAT) qualificou o caso em dezembro como "um deslize, uma perversão que levou a Lafarge, uma referência da indústria francesa, a acabar financiando organizações terroristas com um único objetivo: o lucro".

Didier Rebut destaca que a principal consequência desta sentença é o aumento do nível de exigência para as empresas multinacionais.

"As empresas que operam em zonas de conflito não poderão mais alegar que simplesmente se adaptaram a um contexto local difícil, se seus pagamentos, intermediários, fornecedores ou circuitos logísticos beneficiarem grupos armados ou entidades que receberam sanções", explica ele.

Este veredito provavelmente irá obrigar muitas empresas a reforçar seus sistemas de controle, logística e administração.

"Essencialmente, quando uma empresa sabe que sua atividade depende de tratar com organizações terroristas, o risco deixa de ser sua reputação e passa a ser penal, tanto para a companhia quanto para seus diretores", prossegue Rebut.

O professor afirma que o caso da Lafarge define um precedente importante. Ele demonstra que as empresas podem ser processadas por apoiar economicamente grupos armados em zonas de guerra.

Mas ele esclarece que não haverá necessariamente muitos casos futuros por financiamento do terrorismo, já que esta acusação exige condições jurídicas muito específicas.

Por outro lado, Rebut alerta que a decisão aumenta o risco de que as empresas sejam investigadas por cumplicidade em crimes de guerra ou de lesa-humanidade se continuarem operando, sabendo que suas atividades beneficiam grupos violentos.

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Caso Master: PF conclui que Sicário atentou contra a própria vida e apresenta a Mendonça conclusão de investigação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 05:44

A Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais concluiu a investigação sobre a morte de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, chamado de Sicário por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A conclusão da Polícia Federal (PF) é de que a morte se deu por suicídio e não foi provocada por outra pessoa ou pressão sofrida por Sicário.

Uma equipe da superintendência irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (23) apresentar os resultados ao ministro relator do caso Master, André Mendonça.

Até mesmo a possibilidade de Mourão ter agido sob efeito de substâncias psicotrópicas foi examinada.

A Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais concluiu a investigação sobre a morte de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, chamado de Sicário por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A conclusão da Polícia Federal (PF) é de que a morte se deu por suicídio e não foi provocada por outra pessoa ou pressão sofrida por Sicário.

Uma equipe da superintendência irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (23) apresentar os resultados ao ministro relator do caso Master, André Mendonça.

Até mesmo a possibilidade de Mourão ter agido sob efeito de substâncias psicotrópicas foi examinada.

Além do vídeo que mostra toda a permanência de Sicário na cela da PF, os policiais ouviram testemunhas, pessoas próximas e analisaram conversas dele.

Apesar da conclusão do inquérito, sicário permanece com os bens bloqueados, o que não deve mudar. A leitura é que seus recursos eram fruto de ações criminosas.

Ao receber o relatório da PF, a tendência é que Mendonça envie as conclusões para a PGR para analisar um possível arquivamento.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o 'Sicário', quando foi preso em outra investigação em MG — Foto: Reprodução

Em março, a Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar a circunstância da custódia de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário" de Vorcaro, um dos presos na Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta.

Segundo a instituição, ele "atentou contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais".

"Sicário" foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master.

Também foi preso na mesma operação Daniel Vorcaro, banqueiro apontado como chefe da organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.

As investigações apontam que Sicário tinha papel central na organização criminosa e executava ordens de monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral.

Os investigadores mencionam também uma "dinâmica violenta evidenciada pelas conversas entre Vorcaro e Mourão", e indica que ele atuaria como 'longa manus' (expressão do contexto jurídico que indica um agente que atua em nome de outro) da prática das práticas violentas atribuídas à organização.

O relatório fala, ainda, da existência de fortes indícios de que Mourão recebia a quantia de 1 milhão de reais por mês de Vorcaro como remuneração pelos "serviços ilícitos".

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Fraude no INSS: um ano após operação revelar desvios, ressarcimento a segurados chega a quase R$ 3 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 04:44

Política Fraude no INSS: um ano após operação revelar desvios, ressarcimento a segurados chega a quase R$ 3 bilhões Operação investiga desvio de bilhões de reais de aposentadorias e pensões. Prazo para contestar descontos vai até 20 de junho. Por Thiago Resende, Marcela Cunha, TV Globo e g1 — Brasília

A Operação Sem Desconto, que revelou desvios em aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), completa um ano nesta quinta-feira (23). 

Até 27 de março, o órgão devolveu R$ 2,95 bilhões a 4,34 milhões de pessoas que identificaram como irregular o desconto em seu benefício.

➡️De acordo com as investigações, os suspeitos cobravam mensalidades irregulares, descontadas dos benefícios de aposentados e pensionistas, sem a autorização deles.

Em maio de 2025, 9,5 milhões de aposentados e pensionistas receberam uma notificação do INSS sobre descontos associativos.

A partir desse alerta, o órgão abriu um prazo — prorrogado duas vezes, por 90 dias cada uma — para que o segurado respondesse se o desconto havia sido autorizado, se gostaria de contestá-lo e solicitar o ressarcimento ou se o desconto foi legítimo.

🗓️Os aposentados e pensionistas tem até 20 de junho para contestar os descontos indevidos (veja abaixo como contestar).

Em janeiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que proíbe descontos por associações em benefícios pagos pelo INSS.

A lei sancionada, que foi aprovada no fim do ano passado pelo Congresso Nacional, também determinava uma "busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e prevê o seu ressarcimento", mas esse trecho foi vetado pelo presidente.

INSS cria regras para devolver descontos indevidos a herdeiros de aposentados e pensionistas que já morreram — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Em que pese a boa intenção do legislador, o dispositivo contraria o interesse público, pois atribui ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS competências que não lhe são próprias, de modo a expor a autarquia a riscos jurídicos e operacionais, além de custos extraordinários, sem a apresentação da devida estimativa de impacto orçamentário e financeiro", informou o governo, ao explicar as razões do veto.

Pelo texto sancionado, quando for constatado um desconto indevido, a entidade associativa, instituição financeira ou empresa responsável deverá devolver integralmente o valor ao beneficiário em até 30 dias, contados da notificação da irregularidade ou de decisão administrativa definitiva.

O caso foi revelado em 23 de abril, após a primeira fase da operação da Polícia Federal. De acordo com as investigações, os suspeitos cobravam mensalidades irregulares, descontadas dos benefícios de aposentados e pensionistas, sem a autorização deles.

💰O esquema consistia em retirar valores de beneficiários do INSS mensalmente, como se eles tivessem se tornado membros de associações de aposentados, quando, na verdade, não haviam se associado nem autorizado os descontos.

Segundo o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) Vinícius de Carvalho informou à época, as associações envolvidas no esquema diziam prestar serviços como assistência jurídica para aposentados e ofereciam descontos em mensalidades de academias e planos de saúde, por exemplo, mas não tinham estrutura.

Ao todo, 11 entidades foram alvos de medidas judiciais. Os contratos de aposentados e pensionistas com essas entidades foram suspensos, segundo o ministro da CGU.

O caso derrubou autoridades do governo, como o ministro da Previdência e o presidente do INSS. Além disso, foi aberta uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS para apurar o caso.

⏱️O prazo da CPMI acabou no fim de março e o relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”.

ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto;ex-procurador do órgão Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho;Antônio Carlos Antunes Camilo, o "Careca do INSS", figura central no esquema de desvios;empresário Maurício Camisotti;André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e relacionamento com o cidadão do INSS;Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;Thaisa Hoffmann, empresária e esposa de Virgílio;Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), e irmão do presidente da entidade, Carlos Lopes;Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário também ligado à Conafer;Samuel Chrisostomo do Bonfim Júnior, também ligado à Conafer;ex-presidente de associações de aposentados e pensionistas no Ceará Cecília Rodrigues Mota;empresário Natjo de Lima Pinheiro;entre outros.

Contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;Receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;Sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;Têm processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.

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Como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 04:44

Bem-Estar Longevidade: modo de usar Como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas Estudo transcontinental mostra que pessoas acima de 66 anos têm mais encontros com grupos diversificados da sociedade. Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Acabei de ler um artigo instigante do professor Carlo Ratti, diretor do MIT Senseable City Lab – cuja tradução vai além de Laboratório de Cidades Sensíveis do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Nesse caso, o termo “sensível” indica que a cidade é capaz de medir (e “sentir”) a atividade humana por meio de sensores e dados. No jornal “Financial Times”, Ratti detalha um estudo que será publicado na revista Nature Cities: como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas.

Estudo transcontinental mostra que pessoas acima de 66 anos têm mais encontros com grupos diversificados da sociedade — Foto: Mariza Tavares

E como os pesquisadores chegaram a essa conclusão? Graças ao uso dos celulares, deixamos rastros de nossos deslocamentos e atividades. As informações mapeiam a rede de encontros entre seres humanos. “Imagine as pessoas como partículas se movimentando no tempo e espaço. Fizemos um levantamento dos padrões de mobilidade diária dos indivíduos, associando-os a dados socioeconômicos e à idade”, escreveu o professor.

Trata-se do primeiro estudo transcontinental a cruzar dados de 200 mil pesquisas domiciliares de mobilidade (que contêm informações socioeconômicas detalhadas e autorrelatadas) com o rastreamento por GPS. Isso permitiu medir a “mistura social” – o encontro entre diferentes classes de renda – com maior precisão. O trabalho, realizado em Boston, Chicago, Hong Kong, Londres e São Paulo, revela que aposentados acima de 66 anos interagem com grupos mais diversificados da sociedade do que segmentos mais jovens em idade ativa.

O padrão se repete nas cinco cidades do estudo. Essa “mistura social”, que é intensa entre adultos jovens, tende a declinar na meia-idade, quando as prioridades se concentram em família e trabalho. Com o passar do tempo, a rotina estreita não somente o número de lugares aonde vamos, como também a diversidade de pessoas que encontramos. A aposentadoria remove essa barreira, abrindo espaço para deslocamentos menos previsíveis e mais diversos.

Para Ratti, as cidades poderiam usar tais informações para aumentar as oportunidades de interação social. Ele dá exemplos, como estimular espaços públicos a oferecer atividades intergeracionais. Em Londres, sugere que os pubs seriam uma ótima opção, já que tradicionalmente reúnem diferentes gerações. “Fundamentalmente, nossa pesquisa desafia a narrativa de que o envelhecimento populacional está relacionado a um quadro de declínio: força de trabalho encolhendo, custos crescentes, maior isolamento. A aposentadoria costuma ser vista como um retraimento, um afastamento. Ao contrário, pode ser uma retomada, uma reabertura”, defende.

O estudo faz parte de uma mudança no formato e abordagem das pesquisas urbanas. Por décadas, análises quantitativas eram voltadas para os aspectos físicos da cidade: prédios, ruas, infraestrutura. Atualmente, há uma preocupação em ampliar tal visão, incluindo as interações que dão significado a esses espaços. O trabalho, uma parceria do MIT Senseable City Lab e da Universidade de Hong Kong, chama-se Latent patterns of urban mixing in mobility analysis across five global cities (Padrões latentes de mistura urbana na análise de mobilidade em cinco cidades globais). Há uma versão pré-publicação neste link.

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Inteligência Artificial já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação profissional

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 03:44

Trabalho e Carreira Inteligência Artificial já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação profissional Pesquisa no Brasil indica queda nas chances de emprego para jovens em setores mais expostos à IA, tendência semelhante à observada em países desenvolvidos, onde vagas iniciais já recuam. Por RFI

Estudo realizado no Brasil confirma que a inteligência artificial já afeta o emprego e a renda dos jovens.

Universidades como a prestigiosa Stanford previam que os recém-ingressos no mercado de trabalho estariam entre os mais atingidos pelo desenvolvimento da IA generativa.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) verificou que os jovens de 18 a 29 anos que atuam nos setores mais vulneráveis aos impactos da chegada da tecnologia têm quase 5% menos chances de conseguir um emprego do que antes da IA.

Os profissionais com mais experiência e na etapa final da carreira parecem poupados – pelo menos por enquanto.

Um estudo realizado no Brasil confirma que a inteligência artificial já afeta o emprego e a renda dos jovens. Universidades como a prestigiosa Stanford previam que os recém-ingressos no mercado de trabalho estariam entre os mais atingidos pelo desenvolvimento da IA generativa.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) verificou que os jovens de 18 a 29 anos que atuam nos setores mais vulneráveis aos impactos da chegada da tecnologia têm quase 5% menos chances de conseguir um emprego do que antes da IA.

“Eles estão, justamente, em trabalhos que trabalhadores mais seniores usam para tomar as suas decisões. Você precisa de um jovem para montar uma tabela, um gráfico, escrever um resumo”, aponta Daniel Duque, pesquisador-associado do Ibre.

“São trabalhos que podem até ser qualificados e exigir algum tipo de qualificação, mas são um tanto mais burocráticos e são os mais facilmente substituídos pela IA, que pode fazer as coisas mais rápido, mais barato e, muitas vezes, melhor.”

Os profissionais com mais experiência e na etapa final da carreira parecem poupados – pelo menos por enquanto.

A ánalise dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou que as faixas de 30 a 44 anos e de 45 a 59 anos foram pouco ou nada afetadas.

Os cargos “sêniores” envolvem mais responsabilidade, capacidade de análise e tomada de decisão que, mesmo nas áreas mais vulneráveis, estão menos suscetíveis à substituição pela IA, salienta Duque.

Já para os jovens, os impactos começaram a ser sentidos no ano seguinte ao surgimento da inteligência artificial generativa de massa, com o chatGPT, no fim de 2022, e se aprofundaram em 2024 e 2025, com a aparição de outros robôs, como Claude e Gemini.

“Um dos aspectos dessa grande mudança que a gente está vendo é que a adoção da IA está sendo mais rápida do que a adoção de várias outras tecnologias no passado. Tanto o computador, quanto a internet foram sendo adotadas muito mais lentamente do que a IA está sendo, e é por isso que o efeito no mercado de trabalho está sendo muito rápido.”

Nos países desenvolvidos, onde a automatização do trabalho é mais acelerada, o recrutamento de jovens desenvolvedores já chegou a cair até 20%, constataram pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford, no Estados Unidos, em novembro de 2025.

]Na França, um estudo publicado em março pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (Insee) revelou números semelhantes, mostrando que as empresas europeias já delegam à IA uma parte do trabalho que costumava ser realizado pelos “júniores”, como tratamento de dados e redação.

“O Brasil está um pouco menos exposto do que os países desenvolvidos, mas existem as questões da substituibilidade, que é o quanto a pessoa é altamente substituível pela IA, e da complementaridade, ou seja, o quanto o trabalho dela é complementar ao da IA. Nisso, o Brasil está um pouco pior, porque entre as ocupações expostas, há um maior grau de exposição por substituição”, aponta Daniel Duque.

A razão é a baixa qualificação da mão de obra no país: para ser complementar à IA, é preciso ter o domínio da tecnologia.

Na França, a Associação Nacional de Recursos Humanos (ANDRH) notou, ainda, que algumas empresas têm optado por diminuir o número de estagiários e, no lugar, incentivar os funcionários a aumentar o uso da inteligência artificial.

O risco, nestes casos, é que a longo prazo os futuros empregados sêniores tenham menos competências.

“É um problema grande, porque é muito bem documentado que essas primeiras experiências no mercado de trabalho vão determinar, em grande parte, a sua trajetória toda no mercado de trabalho. Se você tira os trabalhadores do mercado nesse momento mais cedo da carreira, eles não vão formar experiências, não vão ter uma liderança em quem se espelhar depois e, com isso, não vão aprender a tomar as decisões que os sêniores estão tomando”, explica o pesquisador.

“No futuro, talvez a gente vá criar melhores modelos de IA que vão acabar podendo tomar decisões tão boas ou melhores que as dos humanos e, de fato, a gente não vai precisar de mais trabalhador nenhum.”

É por isso que a democratização do acesso à IA e a distribuição dos seus benefícios para a produtividade em todas as camadas da sociedade estão entre os principais desafios para o futuro do mercado de trabalho, salienta o pesquisador brasileiro.

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BRB: acionistas e DF terão até o fim de maio para comprar novas ações e manter nível de participação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 01:12

Distrito Federal BRB: acionistas e DF terão até o fim de maio para comprar novas ações e manter nível de participação Emissão de novos papéis para ampliar o capital do BRB foi aprovada nesta quarta (22). Operação servirá para 'recuperar' o banco, abalado por transações ruins com Banco Master. Por g1 DF

Investidores que têm ações do Banco de Brasília (BRB) terão até o fim de maio para decidir se vão exercer o direito de preferência – ou seja, se vão comprar as novas ações que o BRB pretende lançar na B3 nas próximas semanas e manter o nível de participação no capital do banco.

A emissão de até R$ 8,8 bilhões em novos papéis foi autorizada nesta quarta-feira (22) pela assembleia de acionistas do banco.

Entre os dias 29 de abril (próxima quarta) e 28 de maio, essas ações estarão disponíveis apenas para quem já estiver investindo no BRB até a próxima terça (28). As ações que não forem compradas pelos atuais investidores ficam, então, disponíveis para o restante do mercado.

A regra vale, inclusive, para o próprio governo do Distrito Federal – que é acionista controlador do banco e detém, atualmente, 53,71% do total de ações.

➡️ Na prática, isso significa que o DF precisaria comprar 53,71% dos novos papéis emitidos para manter seu "nível de sociedade" no banco, sem reduzir esse percentual.

➡️A emissão de ações será de no mínimo R$ 536 milhões, e no máximo R$ 8,8 bilhões – os números foram aprovados em assembleia e inscritos em documento pelo BRB.

➡️Com isso, para manter o nível de participação atual no BRB, o DF terá que encontrar uma forma de comprar, até o fim de maio, algo entre R$ 287,8 milhões e R$ 4,72 bilhões.

"Isso [aumento do capital] é muito importante e já demonstra que o banco tem um cronograma para integralização do capital no prazo de 29 de maio. Grande passo", disse o presidente do BRB, Nelson Souza, nesta quarta (22).

🔎 O aumento de capital abre espaço para uma "injeção" de recursos no BRB. A medida permite, por exemplo, expandir operações, seja com ações, fundos ou empréstimos.

🔎 O aumento de capital também permite ao governo do DF executar medidas já anunciadas, como o uso de imóveis públicos como garantia para empréstimos e o pedido de empréstimo ao FGC. Com 53% do controle do banco, o governo terá de aportar pelo menos R$ 4 bilhões para acompanhar a capitalização.

O BRB informou na segunda-feira (20) que assinou um memorando de entendimento com a gestora Quadra Capital para estruturar um fundo de investimento voltado à transferência de ativos atualmente detidos pela instituição.

Segundo o banco, a operação tem valor de referência de até R$ 15 bilhões. Desse total, entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões devem ser pagos à vista. O restante, estimado entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões, será convertido em cotas subordinadas do fundo que será criado para administrar e monetizar esses ativos.

A governadora Celina Leão (PP) comentou sobre o assunto nesta terça-feira (21). Para ela, o acordo mostra a "responsabilidade e seriedade como nós estamos tratando esse momento".

O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.

O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.

Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense.

A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país.

Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado.

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Mega-Sena pode pagar R$ 70 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 01:12

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 70 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.999 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 70 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (23), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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