RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 3.002: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.002: aposta de Curitiba acerta as seis dezenas e leva prêmio de R$ 127 milhões Veja os números sorteados: 04 – 27 – 51 – 52 – 54 – 58. Vencedor realizou jogo com 7 números. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.002 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (30), em São Paulo. Uma aposta de Curitiba (PR) acertou as seis dezenas e vai levar, sozinha, o prêmio de R$ 127.017.606,25.

Segundo a Caixa Econômica Federal, o vencedor fez uma aposta simples, com sete números, em uma lotérica da capital paranaense.

O g1 passou a transmitir, neste mês, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agrishow: comando de trator que se assemelha a ‘videogame’ torna rotina do produtor mais intuitiva e econômica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 20:00

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow: comando de trator que se assemelha a 'videogame' torna rotina do produtor mais intuitiva e econômica Com tela de 'celular' e GPS, tecnologia evita desperdício de insumos e pode ser instalada em máquinas mais antigas para aumentar a produtividade. Por Beatriz Jacomini, Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

Um sistema de piloto agrícola pode transformar a experiência de pilotar qualquer equipamento agrícola em algo parecido com jogar videogame.

O conjunto da PTx Trimble inclui um monitor digital, um receptor GPS de alta precisão e um sistema que atua diretamente na direção da máquina.

A tecnologia também garante passadas paralelas perfeitas, evitando falhas ou sobreposição no plantio e na aplicação de insumos.

O sistema coleta dados da operação e envia tudo para plataformas digitais, permitindo que o produtor acompanhe o trabalho em tempo real.

Já imaginou dirigir um trator como se estivesse jogando videogame? Com tela touch, mapa da lavoura e comandos simples, essa já é a realidade de produtores que visitam a Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP).

No lugar de operações totalmente manuais, entram sistemas inteligentes que praticamente conduzem a máquina sozinhos.

A tecnologia por trás dessa mudança é um piloto automático agrícola, já instalado em tratores como o MF Guide, da Massey Ferguson, com sistema da PTx Trimble, que combina GPS de alta precisão, sensores e uma interface digital parecida com a de um smartphone.

“É uma interface intuitiva, porque quem vai operar nem sempre tem formação técnica. A ideia é ser fácil de usar, como um celular”, explica a especialista de marketing de produto de PTx, Rosiéli Mika.

Na prática, o operador define uma linha inicial e a partir disso o sistema mantém o trator alinhado automaticamente, com margem de erro de até 2,5 centímetros.

O conjunto inclui um monitor digital, um receptor GPS de alta precisão e um sistema que atua diretamente na direção da máquina, como se fosse “uma mão mecânica” guiando o volante.

Sistema de piloto automático transforma experiência de pilotar equipamentos agrícolas mais antigos em algo parecido com jogar videogame. — Foto: Divulgação/PTx

Além de facilitar a operação, o piloto automático muda completamente a rotina no campo. O operador fica menos cansado e pode focar em outras partes da operação.

A tecnologia também garante passadas paralelas perfeitas, evitando falhas ou sobreposição no plantio e na aplicação de insumos, dois problemas que impactam diretamente no bolso do produtor.

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“Se você sobrepõe a aplicação, gasta insumo à toa, se abre demais a passada do maquinário, perde área produtiva. O piloto corrige isso automaticamente, tanto uma situação quanto outro geram prejuízos que podem ser evitados para o produtor”, explica Rosiéli

Além de guiar o trator, o sistema coleta dados da operação e envia tudo para plataformas digitais, permitindo que o produtor acompanhe o trabalho em tempo real, até mesmo à distância. Com isso, decisões que antes eram baseadas apenas na experiência passam a ser guiadas por informações precisas.

Sistema que pode ser acoplado a tratores dá autonomia a máquinas agrícolas no campo. — Foto: Divulgação/PTx

Os ganhos vão além da praticidade. Segundo as empresas, o uso do piloto automático pode gerar economia de até 12% de combustível e aumento de produtividade de até 10%.

Isso acontece porque o sistema reduz manobras desnecessárias e otimiza o trajeto da máquina na lavoura. Outro ponto que chama atenção é que não é preciso comprar um trator novo para ter acesso à tecnologia. O sistema pode ser instalado em máquinas já existentes.

“É um kit com monitor, volante e antena. O produtor instala no trator que ele já tem e passa a ter todos esses benefícios. Se ele faz a operação mais rápido, com mais qualidade e sem sobreposição, a rentabilidade aumenta”, explica Lucas Zanetti, gerente de marketing da Massey Ferguson.

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Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e mais 3 estados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 20:00

Minas Gerais Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e mais 3 estados Negociação oficializada nesta semana prevê integração em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco, mas ainda depende de aprovação do Cade. Por Leonardo Milagres, Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte

A rede Supermercados BH e a DMA Distribuidora, que controla o EPA e o Mineirão Atacarejo, assinaram um acordo para unir as operações comerciais.

A negociação foi oficializada na última terça-feira (28) e prevê uma integração em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

Em comunicado público, o grupo Supermercados BH afirmou que a medida representa um movimento estratégico para ambas as companhias.

A conclusão da transação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e outros três estados — Foto: Reprodução/Redes sociais

A rede Supermercados BH e a DMA Distribuidora, que controla o EPA e o Mineirão Atacarejo, assinaram um acordo para unir as operações comerciais nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco. A negociação foi oficializada na última terça-feira (28).

Em comunicado público, o grupo Supermercados BH afirmou que a medida representa um movimento estratégico para ambas as companhias. O valor da operação não foi anunciado.

A conclusão da transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de algumas condições prévias estabelecidas no acordo.

O g1 procurou a autarquia federal para saber se o pedido de integração está sendo analisado, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Uma vez concluída a integração, a expectativa da varejista comandada pelo empresário Pedro Lourenço é passar a contar com aproximadamente 600 lojas pelo país, além de centros de distribuição e postos de combustíveis.

"A iniciativa tem como objetivo potencializar ganhos de escala, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a capacidade de atendimento ao consumidor, com foco na melhoria contínua da experiência de compra, na ampliação do sortimento e na otimização da logística", disse a rede.

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Após visita do rei Charles III, Trump diz que vai suspender tarifas sobre comércio de uísque entre Escócia e Kentucky

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 17:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai retirar tarifas e restrições que dificultam o comércio de uísque entre a Escócia e o estado americano de Kentucky.

A declaração veio após o republicano se reunir com o rei Charles III e a rainha Camilla, em visita oficial aos EUA nesta semana.

Segundo Trump, a medida foi adotada "em homenagem ao Rei e à Rainha do Reino Unido, que acabam de deixar a Casa Branca e em breve retornam ao seu maravilhoso país".

Ele também afirmou que a medida deve facilitar a cooperação entre a Escócia e o estado de Kentucky na produção de uísque e bourbon, destacando a importância do setor nas duas regiões.

Os EUA e o Reino Unido haviam assinado um acordo em 2025 que permite a Washington cobrar uma tarifa básica de 10% sobre a maioria dos produtos importados do Reino Unido.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 28 de abril de 2026 — Foto: Chris Jackson/Pool via REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (30) que vai retirar tarifas e restrições que dificultam o comércio de uísque entre a Escócia e o estado americano de Kentucky, onde é produzido o bourbon.

“As pessoas querem isso há muito tempo, já que havia um grande comércio entre países, especialmente no que diz respeito aos barris de madeira utilizados”, disse Trump em uma publicação na Truth Social.

A declaração veio após o republicano se reunir com o rei Charles III e a rainha Camilla, em visita oficial aos EUA nesta semana. Durante a passagem pelo país, o monarca fez um discurso histórico no Congresso.

Segundo Trump, a medida foi adotada "em homenagem ao Rei e à Rainha do Reino Unido, que acabam de deixar a Casa Branca e em breve retornam ao seu maravilhoso país".

"O Rei e a Rainha me fizeram fazer algo que ninguém mais conseguiu, praticamente sem nem pedir!", acrescentou o republicano, ao destacar a própria decisão.

Ele também afirmou que a medida deve facilitar a cooperação entre a Escócia e o estado de Kentucky na produção de uísque e bourbon, destacando a importância do setor nas duas regiões.

🔎 Uísque é o nome geral de destilados de grãos produzidos em diversos países, como Escócia, Irlanda, EUA e Japão. O bourbon é um tipo específico de uísque feito nos EUA, com pelo menos 51% de milho e envelhecido em barris novos de carvalho carbonizados.

Os EUA e o Reino Unido haviam assinado um acordo em 2025 que permite a Washington cobrar uma tarifa básica de 10% sobre a maioria dos produtos importados do Reino Unido. Após a formalização do novo anúncio de Trump, parte dessas tarifas tende a cair.

Segundo a BBC, representantes da indústria afirmaram que as destilarias poderão “respirar um pouco mais aliviadas em um período de forte pressão sobre o setor”.

A rede britânica de comunicação acrescentou que o governo do Reino Unido confirmou que a medida se aplica a todas as tarifas sobre uísque, incluindo o irlandês.

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Vale anuncia R$ 12 bi em investimentos no ES na celebração dos 60 anos de Tubarão em Vitória

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 16:15

Espírito Santo Vale anuncia R$ 12 bi em investimentos no ES na celebração dos 60 anos de Tubarão em Vitória Investimentos serão em projetos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos. Unidade Tubarão completou 60 anos em abril de 2026. Por g1 ES

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), durante evento em comemoração aos 60 anos da unidade Tubarão, em Vitória.

Segundo a companhia, os investimentos serão em projetos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos.

A Vale vai investir cerca de R$ 12 bilhões no Espírito Santo até 2030. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), durante evento em comemoração aos 60 anos da unidade de Tubarão, em Vitória.

Segundo a companhia, os investimentos serão feitos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos. Os projetos, no entanto, não foram detalhados pela companhia.

O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve no evento de comemoração pelos 60 anos, na capital capixaba, falou sobre a atuação da companhia na região e destacou o pioneirismo do porto.

"Celebrar os 60 anos da unidade Tubarão é reconhecer a importância do Espírito Santo para a Vale e para a mineração brasileira. Foi aqui que nasceu uma operação pioneira, baseada na integração entre mina, ferrovia e porto, que transformou nossa logística e segue estratégica para o presente e o futuro da companhia".

O surgimento do Porto de Tubarão representou um avanço para a economia capixaba. Inclusive, apenas o parque industrial da Vale no estado já chegou a ser responsável por 13% do PIB (Produto Interno Brunto) do Espírito Santo.

Pimenta destacou também a importância do Espírito Santo para a empresa como lobby logístico. "Investimos em soluções que também beneficiem o estado. Estamos focados em descarbonização e tecnologia", completou.

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O evento contou com a presença de autoridades empresarias e políiticas, como o governador Ricardo Ferraço.

A produção de pelotas de minério de ferro nas seis usinas da Vale, em Tubarão, bateu em 5,02 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026. O volume é 35,1% acima do que foi produzido nos primeiros três meses de 2025, 3,7 milhões de toneladas, avançou em 2,8% na comparação com as 4,89 milhões de toneladas que saíram das usinas no quarto trimestre do ano passado.

As linhas capixabas tiveram resultado mais forte que a média geral das pelotizadoras, que ampliaram a sua produção em 14% na comparação com o início do ano passado. Os dados foram divulgados na noite de terça-feira (28), junto com os resultados da companhia.

A história da unidade Tubarão está ligada à formação da logística da mineração do Brasil. A partir da década de 1960, o Porto de Vitória se consolidou como a principal rota de escoamento do minério de ferro extraído em Minas Gerais e transportado pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.

A construção do porto começou quando a Vale ainda era Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), antes da privatização da estatal. Esse movimento resultou, em 1º de abril de 1966, na inauguração do Porto de Tubarão, com a entrada em operação do Píer 1, marco decisivo para a expansão das exportações minerais brasileiras.

No jornal A Gazeta do dia 2 de abril, a manchete era: "Castelo Branco inaugurou Tubarão sem falar".

Três anos depois, em 1969, a unidade iniciou uma nova fase industrial com a inauguração da primeira usina de pelotização, agregando valor à produção mineral.

A partir dos anos 1980, a operação passou a adotar, de forma estruturada, controles ambientais, com sistemas de recirculação de efluentes, monitoramento contínuo de emissões e ações de recuperação vegetal.

Nas décadas seguintes, a expansão incluiu novos terminais, usinas e infraestruturas, além da adoção de equipamentos voltados à redução de impactos ambientais, como as barreiras de vento, instaladas a partir de 2009.

Em 2016, a Unidade Tubarão avançou na segurança ambiental com o fechamento do primeiro transportador de minério do Porto, no Píer 2.

Já em 2023, outro marco foi alcançado com a inauguração da usina de briquetes, reforçando o compromisso com a redução das emissões de carbono.

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Confiança do consumidor cai e entra em campo pessimista em abril, segundo Ipsos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 16:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%Oferecido por

A confiança do consumidor brasileiro caiu em abril e entrou em campo pessimista, segundo levantamento da Ipsos.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou de 52,2 pontos em março para 49,2 em abril — queda de 3 pontos em um mês. O resultado rompeu a linha de neutralidade e atingiu o menor patamar em 11 meses, de acordo com o estudo.

O levantamento aponta uma retração disseminada em todos os componentes do índice, com piora na percepção sobre situação financeira, emprego, consumo e expectativas para os próximos meses. A instituição classificou o movimento como uma “fadiga do otimismo”.

Geração Z e os Baby Boomers são os mais pessimistas em relação ao futuro econômico — Foto: Adriano Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo

Para Rafael Lindemeyer, líder do cluster de experiência da Ipsos, a retração brasileira acompanha um mês de perdas quase generalizadas no mapa global.

“Potências como os Estados Unidos e o Reino Unido viram seus índices derreterem (queda de 2,2 e 2,1 pontos, respectivamente). A Europa continental segue na mesma esteira, com a Alemanha perdendo 1,8 ponto. Na América Latina, a Argentina e o Chile apresentaram quedas agudas, sendo que o Chile recuou 7,5 pontos. O diagnóstico aponta que esse choque de pessimismo tem um gatilho claro: os impactos econômicos decorrentes da eclosão da Guerra no Irã”, afirma.

O chamado “termômetro do presente”, que mede a percepção sobre a situação atual da economia, caiu de 44,1 para 39,4 pontos em abril. Já o índice ligado a investimentos e consumo recuou de 50 para 45,4 pontos. O indicador de emprego retraiu para 50,3 pontos, enquanto o índice de expectativas futuras passou de 65,8 para 63,6.

Segundo a pesquisa, 32% dos brasileiros acreditam que o país está no rumo certo. Em dezembro de 2025, esse percentual era de 41%.

A percepção sobre a situação econômica do Brasil permaneceu estável em abril: 31,5% classificaram o cenário como “bom”. Apesar disso, o levantamento aponta deterioração em relação ao início do ano. Em janeiro, o índice havia chegado a 42,7%.

O estudo também mostra piora na avaliação da economia local. O percentual de brasileiros que consideram a economia de sua região “forte” caiu para 31%, enquanto 48,2% acreditam que a situação econômica local estará melhor nos próximos seis meses — primeira vez no ano em que menos da metade da população demonstra expectativa de melhora.

“O índice, o cenário de abril revela uma deterioração mais disseminada. O componente de Expectativas, que vinha sustentando o otimismo brasileiro, sofreu uma correção importante. Esse movimento sugere que o consumidor parou de projetar uma melhora automática no curto prazo, possivelmente influenciado pela persistência de juros elevados e revisões para cima nas projeções de inflação de itens essenciais, como alimentos e energia”, diz Lindemeyer.

Na avaliação da Ipsos, os extremos geracionais foram os mais afetados pela piora das expectativas. A Geração Z e os Baby Boomers registraram as maiores quedas no otimismo em relação ao futuro econômico.

A percepção sobre a situação financeira pessoal também piorou. Apenas 27,9% classificaram sua condição financeira atual como boa, enquanto 68,2% disseram acreditar que estarão em situação melhor daqui a seis meses.

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Jaecco 7 ganha versão Elite de R$ 179.990; SUV híbrido plug-in tem 1.200 km de autonomia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 14:47

Carros Jaecco 7 ganha versão mais barata, de R$ 179.990; SUV híbrido plug-in tem 1.200 km de autonomia Nova versão Elite está em pré-venda e foi desenvolvida exclusivamente para o mercado brasileiro. O modelo tem motor 1.5 turbo de 135 cv e motor elétrico de 204 cv. Por Redação g1

Utilitário esportivo Jaecco 7, da Omoda Jaecoo, ganha nova vesão Elite — Foto: Divulgação / Omoda Jaecoo

A Omoda Jaecoo anunciou nesta quinta-feira (30) o lançamento da versão Elite do Jaecoo 7 no mercado brasileiro. A nova configuração chega como a opção mais acessível do portfólio, com preço de R$ 179.990. O modelo foi desenvolvido exclusivamente para o Brasil e já está em pré-venda.

Segundo a empresa, a versão foi criada após ouvir as demandas do mercado brasileiro. O Jaecoo 7 Elite utiliza o sistema híbrido SHS (Super Hybrid System), que oferece até 1.200 km de autonomia combinada.

O conjunto entrega 279 cavalos de potência, com motor 1.5 turbo de 135 cavalos aliado a um motor elétrico de 204 cavalos. A transmissão é do tipo DHT, com uma única marcha, e a bateria tem capacidade de 18,3 kWh.

Em equipamentos, o modelo traz central multimídia de 13,2 polegadas, porta-malas com abertura elétrica e sensor de presença, carregador por indução com refrigeração, além de itens esperados para um SUV nessa faixa de preço.

A versão Luxury do Jaecoo 7, que custa R$ 234.990, também recebeu novidades. Agora, conta com bancos dianteiros ventilados, câmeras ao redor do veículo, airbag de joelho para o motorista e teto solar panorâmico. Essa versão também passou a ter a mesma tela multimídia de 13,2 polegadas.

A Omoda Jaecoo oferece sete anos de garantia e, segundo a empresa, já conta com mais de 70 concessionárias espalhadas por 24 estados brasileiros. A meta é alcançar mais de 100 lojas no país até o fim de 2026.

Utilitário esportivo Jaecco 7, da Omoda Jaecoo, ganha nova vesão Elite — Foto: Divulgação / Omoda Jaecoo

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Reforma tributária: ministro da Fazenda diz que empresas terão apenas de enviar notas fiscais; declaração será pré-preenchida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (30) que a reforma tributária sobre o consumo, cuja regulamento foi publicado pela União, estados e municípios, permitirá uma forte simplificação para as empresas.

Segundo ele, a reforma representará um salto de desenvolvimento para o país, em várias vertentes, com as empresas tendo de emitir apenas a nota fiscal eletrônica.

A partir daí, a Receita Federal consolidará as informações e as empresas, e as empresas terão apenas de confirmar os dados, modelo semelhante ao da declaração pré-preenchida do IR das pessoas físicas.

"A primeira delas é a redução de burocracia que a reforma vai trazer. Hoje, os negócios tem uma serie de obrigações de declarações a diferentes fiscos. Para além da obrigação de emitir a nota fiscal, tem uma série de agrupamento de dados que as pessoas tê,m de transmitir. A gente basicamente passa a ter só a obrigação de emissão da nota fiscal, a partir da reforma tributária", declarou Durigan.

De acordo com o ministro da Fazenda, a consolidação das informações das notas fiscais, que já estão sendo enviadas no formato de teste neste ano por meio do super sistema por mais da metade das empresas, ficará a cargo do governo, estados e municípios.

"A consolidação das informações fica mais a cargo dos poderes públicos do que dos contribuintes. Isso é importante para a vida das empresas. A declaração unificada vai ser precedida de uma apuração assistida, como eu tenho defendido na linha do fim do IR. Mais estimulo à racionalidade econômica e não se perder com questões burocráticas", acrescentou Durigan.

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Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:11

Tecnologia Anatel suspende leilão da faixa 700 MHz após decisão da Justiça Suspensão trava planos de reforço do 4G e pode atrasar a ampliação da cobertura do 5G no país. Por Reuters

A Anatel anunciou nesta quinta-feira (30) que o leilão de frequências na faixa de 700 MHz foi suspenso de maneira temporária pela Justiça.

Segundo o presidente da Comissão Especial de Licitação (CEL) da Anatel, Vinicius Caram, a agência está tomando "todas as medidas cabíveis para a reversão da decisão".

O leilão envolve autorizações de uso de radiofrequências nas subfaixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira (30) que o leilão de frequências na faixa de 700 MHz foi suspenso de maneira temporária pela Justiça.

A decisão liminar foi proferida pela 10ª vara cível federal de São Paulo na noite de quarta-feira como parte de um mandado de segurança coletivo apresentado pela Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp).

Segundo o presidente da Comissão Especial de Licitação (CEL) da Anatel, Vinicius Caram, a agência está tomando "todas as medidas cabíveis para a reversão da decisão".

O leilão envolve autorizações de uso de radiofrequências nas subfaixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz também ajuda a ampliar o alcance do 5G.  

Ao todo, oito operadoras participam do leilão: Claro, TIM, Telefônica Brasil (Vivo), Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, IEZ! Telecom, MHNet e Unifique.

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Acordo entre Mercosul e União Europeia entra em vigor de forma provisória nesta sexta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:11

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%Oferecido por

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul entra em vigor de forma provisória a partir desta sexta-feira (1º).

O decreto que promulga o tratado foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana. A medida encerra a etapa interna brasileira de incorporação do tratado ao ordenamento jurídico.

Com isso, tanto o Brasil quanto a União Europeia começam a implementar o acordo provisoriamente a partir de amanhã, permitindo a aplicação gradual de suas regras entre os países integrantes dos blocos.

A expectativa é que, embora tenha gerado controvérsias entre os países membros da União Europeia, o tratado beneficie exportadores da região e acalme os críticos, mesmo que não possa compensar totalmente o golpe das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apoiadores europeus, como Alemanha e Espanha, afirmam que o acordo ajudará a compensar o impacto das tarifas americanas e reduzirá a dependência da China em relação a minerais essenciais.

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul entra em vigor de forma provisória a partir desta sexta-feira (1º).

O decreto que promulga o tratado foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana. A medida encerra a etapa interna brasileira de incorporação do tratado ao ordenamento jurídico.

Com isso, tanto o Brasil quanto a União Europeia começam a implementar o acordo provisoriamente a partir de amanhã, permitindo a aplicação gradual de suas regras entre os países integrantes dos blocos.

A expectativa é que, embora tenha gerado controvérsias entre os países membros da União Europeia, o tratado beneficie exportadores da região e acalme os críticos, mesmo que não possa compensar totalmente o golpe das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apoiadores europeus, como Alemanha e Espanha, afirmam que o acordo ajudará a compensar o impacto das tarifas americanas e reduzirá a dependência da China em relação a minerais essenciais.

Já a França e outros críticos argumentam que o acordo aumentará as importações de carne bovina e açúcar mais baratos, prejudicando os agricultores nacionais, enquanto ambientalistas dizem que ele pode acelerar a destruição das florestas tropicais.

Do ponto de vista econômico, especialistas alertam que os ganhos desse e de outros acordos concluídos pela UE nos últimos meses serão modestos e provavelmente não compensarão totalmente a perda de comércio com os Estados Unidos.

O Parlamento Europeu, que precisa aprovar o acordo, havia votado em janeiro por contestá-lo no tribunal superior da UE, cuja decisão pode demorar até dois anos. Mesmo assim, a Comissão Europeia decidiu aplicar o tratado de forma provisória a partir de 1º de maio.

Defensores esperam que o maior acordo da história da UE em termos de redução de tarifas — negociado ao longo de 25 anos — beneficie rapidamente os exportadores do bloco, para que, quando o Parlamento Europeu for votar, talvez em até dois anos, as vantagens já estejam evidentes.

Além do Mercosul, a UE acelerou a conclusão de acordos comerciais com Índia, Indonésia, Austrália e México desde a reeleição de Trump.

Esses acordos ajudam a reforçar o livre comércio, ainda mais em um momento em que as tarifas impostas por Trump e as restrições chinesas às exportações de minerais essenciais enfraquecem a ordem global.

O bloco europeu também espera que os acordos ajudem a compensar uma queda de 15% ou mais nas exportações para os Estados Unidos e um impacto de cerca de 0,3% no PIB já neste ano.

No entanto, Carsten Brzeski, chefe global de macroeconomia da ING Research, afirmou que é difícil imaginar que essas novas relações comerciais substituam os Estados Unidos.

"Em termos simples, o PIB per capita dos EUA é de longe maior do que o desses novos parceiros comerciais", disse o executivo à Reuters.

A Comissão Europeia estimou que o acordo com o Mercosul aumentará o PIB da UE em 0,05% até 2040. Já o acordo com a Índia, apelidado pela UE de “mãe de todos os acordos”, poderia acrescentar 0,1% ao PIB, segundo o Instituto Kiel para a Economia Global.

Esses benefícios ainda estão a pelo menos uma década de distância, quando os acordos estiverem plenamente implementados, enquanto os efeitos das tarifas de Trump são imediatos.

As empresas da UE também devem enfrentar forte concorrência nesses mercados, onde rivais chineses vêm ampliando sua presença de forma constante há cerca de duas décadas.

"O elefante na sala é a China", disse Lucrezia Reichlin, professora de economia da London Business School à Reuters.

"E não se trata apenas de tarifas. Se observarmos o que a China fez na Ásia e na África, veremos que se trata de investimentos e da transição energética também."

Maximiliano Mendez-Parra, principal pesquisador do ODI Global, afirmou que muita coisa mudou desde que foi coautor de um relatório para a Comissão Europeia, em dezembro de 2020, que previa um aumento de 0,1% no PIB da UE com o acordo UE-Mercosul. Desde então, segundo ele, a China ampliou as vendas de veículos e máquinas, justamente itens que a UE busca exportar.

As reduções tarifárias devem ajudar as empresas da UE a competir de forma mais eficaz com os preços frequentemente baixos dos produtos chineses, mas os desafios continuam a aumentar.

A China já começou a compensar os efeitos das tarifas dos Estados Unidos, ao registrar um superávit comercial recorde de quase US$ 1,2 trilhão em 2025, impulsionado pelo crescimento das exportações para mercados fora do país.

O Global Trade Alert estimou que as tarifas dos Estados Unidos levaram ao redirecionamento de cerca de US$ 150 bilhões em exportações chinesas. Desse total, países da Asean absorveram mais de US$ 70 bilhões em produtos adicionais, além de aumentos expressivos para a América Latina, a África Subsaariana e o Golfo.

Assim, embora os acordos comerciais da UE devam ajudar, o bloco dificilmente compensará a perda de exportações para os Estados Unidos sem uma agenda de reformas internas. Atualmente, cerca de 60% das exportações da UE ocorrem entre países do próprio bloco, e um mercado único mais eficiente e competitivo poderia compensar parte dessas perdas.

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