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Governo, estados e municípios publicam regulamento da reforma tributária sobre o consumo, que começa em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:11

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%Oferecido por

O governo federal, os estados e os municípios publicaram nesta quinta-feira (30) a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo, ou seja, as regras que detalham como vão funcionar os futuros tributos federal e estadual.

Antes de ser aprovada em 2024 e sancionada no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reforma vinha sendo discutida há décadas.

Era muito aguardada pelo setor produtivo para aproximar as regras brasileiras do resto do mundo e simplificar um sistema que é tido como caótico por empresários e investidores.

A alíquota do futuro imposto sobre o consumo, que será uma das maiores do mundo, ainda não foi divulgada. O governo e o Tribunal de Contas da União estão trabalhando nas estimativas para que ela mantenha a carga tributária para os entes federativos. A divulgação acontecerá até o fim de julho.

Apesar de manter o peso dos tributos sobre o consumo — considerado elevado no Brasil, o que penaliza, principalmente, a população mais pobre — a reforma tributária promoverá uma redistribuição entre os setores da economia.

Com a reforma, serão gradualmente extintos, nos próximos anos, o PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal.

Em seu lugar, serão criados dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Eles funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, ou seja, eles serão não cumulativos. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, os impostos seriam pagos uma só vez por todos os participantes do processo.

Por exemplo: se o IVA for de 20%, um produto vendido ao consumidor final por R$ 100 terá imposto de R$ 20, que deverá ser dividido por toda a cadeia de produção (produtor, atacadista, distribuidor, varejista).

Outra mudança é que o tributo sobre o consumo (IVA) seria cobrado no "destino", ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos.

Isso contribuiria para combater a chamada "guerra fiscal", nome dado a disputa entre os estados para que empresas se instalem em seus territórios. Para isso, intensificam a concessão de benefícios fiscais.

Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota pequena de 1%, que será "destacada", ou seja, abatida em outros tributos).A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo.De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios).

Uma nova plataforma tecnológica, que será inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIX, entra em funcionamento no próximo ano para operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços.

🔎 O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo – aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A nova plataforma vai viabilizar o chamado "split payment", ou seja, o pagamento do imposto no ato da compra do produto ou serviço paras vendas eletrônicas, algo que é considerado por especialistas como um desafio para as empresas – que atualmente têm um prazo maior para fazer o recolhimento. Isso exigirá um melhor controle contábil por parte das empresas.

A reforma tributária prevê um mecanismo de "cashback" – ou seja, que os impostos cobrados no consumo sejam "devolvidos" às famílias.

O cashback prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). O benefício entra em vigor em janeiro de 2027.

Aplicado diretamente em contas de serviços essenciais, como água, gás encanado e energia elétrica. Nesse caso, o desconto já vem embutido na fatura.

“Não é exatamente uma devolução. O imposto é calculado, mas o valor correspondente ao cashback é abatido automaticamente”, explica Rodrigo Orair, assessor da Secretaria Executiva da Reforma Tributária.

Nesse modelo, a família se identifica pelo CPF na compra — por exemplo, em supermercados ou farmácias — e recebe posteriormente a devolução de parte do imposto pago.

Segundo a lei, a devolução mínima será de 20% do valor da CBS paga, percentual que pode ser ampliado por decisão do governo. O crédito será feito em conta na Caixa Econômica Federal.

A reforma tributária também prevê a criação de um imposto seletivo, chamado de imposto sobre o pecado, por englobar produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, que entrará em vigor a partir de 2027. O tributo incidirá sobre produtos fumígenos, bebidas alcoólicas e bebidas açucaradas.

Entretanto, a regulamentação do imposto seletivo, com a alíquota para cada produto, por exemplo, ainda não foi enviada ao Congresso Nacional. Para que tenha validade a partir do próximo ano, o regulamento tem de ser definido pelo Legislativo até o fim de 2026.

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Voos comerciais entre Miami e Caracas são retomados após sete anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Mundo Voos comerciais entre Miami e Caracas são retomados após sete anos Retomada ocorre em meio à flexibilização de sanções e reabertura das relações entre Estados Unidos e Venezuela. Por France Presse

A retomada de voos diretos entre Estados Unidos e Venezuela marca um novo capítulo na reaproximação entre os dois países. O primeiro voo comercial entre Miami e Caracas está previsto para esta quinta-feira (30), após sete anos de interrupção.

A operação será feita pela American Airlines, primeira empresa americana autorizada a retomar a rota. A expectativa é de voos diários entre as duas cidades, operados por aeronaves Embraer 175, por meio da subsidiária Envoy Air.

A retomada ocorre após mudanças políticas recentes e a reabertura gradual das relações diplomáticas entre os países, rompidas em 2019. Nas últimas semanas, a embaixada americana em Caracas voltou a funcionar, enquanto a Venezuela retomou sua representação em Washington.

O governo dos EUA também vem flexibilizando, de forma gradual, sanções impostas ao país sul-americano. Ao mesmo tempo, Caracas aprovou mudanças em leis de hidrocarbonetos e mineração para atrair investimento privado, em um país que concentra algumas das maiores reservas de petróleo do mundo.

Apesar da reaproximação, o Departamento de Estado americano ainda recomenda cautela. O órgão classifica a Venezuela no nível 3 de alerta (em uma escala de 4) e desaconselha viagens devido a riscos como criminalidade, sequestros e limitações na infraestrutura de saúde.

A American Airlines prevê inicialmente um voo diário de ida e volta entre Miami e Caracas, com possibilidade de ampliação da oferta conforme a demanda e a evolução das condições operacionais.

A autorização concedida pelo governo dos EUA tem validade de dois anos e também inclui voos para a cidade de Maracaibo.

Miami abriga uma das maiores comunidades da diáspora venezuelana, o que deve impulsionar a demanda pela rota.

Antes da suspensão, em 2019, a American Airlines era a principal companhia aérea americana em operação na Venezuela. A empresa iniciou voos para o país ainda na década de 1980.

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NR-1: Ministro diz que norma não será adiada sem acordo entre empresas e trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Trabalho e Carreira NR-1: Ministro diz que norma não será adiada sem acordo entre empresas e trabalhadores Em 2025, quando a regra já deveria estar em vigor, o país registrou mais de meio milhão de afastamentos por transtornos mentais. Por Redação g1 — São Paulo

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que não pretende adiar novamente a atualização da NR-1, que amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ele disse que “já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”.

Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria em caso de acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que hoje não existe.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025, ano em que, como o g1 revelou, o país bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que não pretende adiar novamente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ele disse que “já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria em caso de acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que hoje não existe.

“Já fizemos uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para um novo adiamento. Isso só seria possível se as empresas chegarem a um acordo com os sindicatos e representantes dos trabalhadores. Se houver esse entendimento, vamos acatar. Mas esse acordo hoje não existe — e, sem ele, não há prorrogação",afirmou.

O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho.➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.

O ministro também afirmou que as empresas terão que se adaptar às novas exigências e fez um alerta sobre a oferta de consultorias no mercado. Segundo ele, não há necessidade de contratar serviços externos para cumprir a norma.

“As empresas não precisam contratar consultorias caras. Elas podem organizar seus próprios processos com os profissionais que já têm, como equipes de recursos humanos, assistência social e psicologia, seguindo as orientações do manual já publicado”, disse.

Marinho afirmou ainda que as empresas podem buscar apoio em entidades representativas e no Sistema S para implementar as mudanças. O ministro ressaltou que, neste primeiro momento, a atuação da fiscalização será orientativa.

A orientação aos auditores, segundo ele, é observar e apoiar as empresas na adaptação, e não aplicar penalidades imediatas. “A ideia é ajudar as empresas a organizar esse processo. Não é para sair autuando quem ainda enfrenta dificuldades”, afirmou.

Ele também defendeu que a implementação seja gradual e com diálogo entre empresas e trabalhadores, evitando a judicialização. “Esperamos que haja conversa e que a norma seja implementada de acordo com a realidade de cada empresa, sem desespero ou alarmismo”, disse.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025, ano em que, como o g1 revelou, o país bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

Após pressão de sindicatos patronais e empresas, o governo adiou a medida por um ano, para maio de 2026. Agora, novamente sob pressão, um segundo adiamento estava em estudo pelo Ministério do Trabalho.

A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais.

Em março, o MTE informou que ainda não tinha uma definição e que deveria divulgar uma decisão em breve.

As entidades empresariais pressionam por um novo adiamento, alegando que o prazo não foi suficiente para adaptação — principalmente pela falta de orientações técnicas mais claras por parte do Ministério do Trabalho.

Entre os argumentos, o setor afirma que a medida pode transferir às empresas a responsabilidade por problemas de saúde mental, gerar custos extras com profissionais especializados e trazer insegurança jurídica.

Por outro lado, auditores fiscais do trabalho afirmam que as exigências não são novas e que a principal mudança é a inclusão dos riscos psicossociais na fiscalização.

Além disso, o Ministério do Trabalho lançou, no ano passado, uma cartilha para orientar as empresas e, no início deste ano, um manual de interpretação e aplicação da norma.

A possibilidade de um novo adiamento enfrenta resistência de entidades ligadas à fiscalização e à defesa dos trabalhadores.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) se posicionou contra a medida. Em nota, o órgão afirmou que a postergação pode gerar insegurança jurídica, comprometer a proteção à saúde mental no ambiente de trabalho e abrir espaço para o esvaziamento da norma.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT) também criticou a possibilidade de nova prorrogação. “Os trabalhadores estão sofrendo as graves consequências da falta de implementação da NR-1”, afirma a entidade.

Já entidades da área de Segurança e Saúde no Trabalho defendem que seja mantido o prazo de 26 de maio de 2026. Segundo o setor, o tempo de adaptação foi suficiente e há orientação técnica disponível.

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Argentina vai aumentar impostos sobre combustíveis em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%Oferecido por

O governo da Argentina anunciou que aumentará parcialmente os impostos sobre combustíveis a partir de maio.

A medida ocorre em meio ao avanço dos preços do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Irã.

Segundo a Bloomberg News, os preços da gasolina na Argentina já acumulavam uma alta de 20% desde o início do conflito, em fevereiro.

O aumento dos impostos sobre combustíveis ocorre pouco tempo após um anúncio da estatal argentina de energia YPF.

O governo da Argentina anunciou que aumentará parcialmente os impostos sobre combustíveis a partir de maio. A decisão foi publicada no Diário Oficial do país nesta quinta-feira (30).

A medida ocorre em meio ao avanço dos preços do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Irã. Segundo a Bloomberg News, os preços da gasolina na Argentina já acumulavam uma alta de 20% desde o início do conflito, em fevereiro.

O aumento dos impostos sobre combustíveis ocorre pouco tempo após um anúncio da estatal argentina de energia YPF. No início do mês, a companhia informou que manteria os preços da gasolina estáveis nos postos por 45 dias.

“Vamos deixar os preços aproximadamente constantes por 45 dias. […] Se o preço do Brent subir ou cair, vamos manter a gasolina aproximadamente constante”, afirmou o CEO da companhia, Horacio Marin, em entrevista à TV La Nación.

O petróleo tipo Brent, referência internacional, já acumula uma alta de mais de 62% desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Na véspera, o barril da commodity encerrou a sessão cotado a US$ 118,03, no maior patamar em quase quatro anos.

O aumento dos combustíveis já começa a se refletir na inflação argentina. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) indicam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou uma alta de 3,4% em março, puxado principalmente pelos setores de educação (12,1%) e transporte (4,1%).

O resultado representa uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano. No acumulado de 12 meses até março, o índice ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

A Argentina, que já enfrentava uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, o presidente Javier Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de recursos aos estados.

O governo também retirou subsídios às tarifas de água, gás, energia elétrica, transporte público e outros serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. No segundo semestre de 2025, o percentual caiu para 28,2%, no menor nível em sete anos.

Por outro lado, o presidente conseguiu registrar uma sequência de superávits fiscais — quando a arrecadação supera os gastos — e retomar a confiança de parte dos investidores.

Além disso, desde o ano passado, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram uma série de medidas monetárias, fiscais e cambiais para ampliar a entrada de dólares no país, com o objetivo de cumprir o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e apoiar a recuperação econômica.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas internacionais, melhorar o funcionamento do câmbio e atrair investimentos, ao mesmo tempo em que avança no ajuste econômico promovido por Milei.

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Há 1 hora O Assunto Alcolumbre vai ter que lidar com efeito rebote, diz analistaHá 1 horaDerrota coroa relação conturbada de Lula com Congresso; veja os revesesHá 1 horaTabu de 132 anosComo era o mundo na última vez em que um indicado foi rejeitado

Há 3 horas Política ‘Farra dos guardanapos’Empresário condenado por corrupção dividiu jato com Motta e Ciro Nogueira

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Reforma tributária: penalidade por não preencher nota fiscal com impostos sobre consumo começa em agosto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%Oferecido por

O Ministério da Fazenda informou nesta sexta-feira (30) que a penalidade para as empresas que não preencherem os campos relativos aos impostos sobre o consumo, na nota fiscal eletrônica, começarão em agosto deste ano.

Isso ocorre porque a regulamentação da reforma tributária foi publicada nesta quinta-feira (30) no "Diário Oficial da União" (DOU).

A partir dessa publicação, os contribuintes têm um prazo de três meses para preencher as notas fiscais "destacando" os futuros impostos sobre o consumo:

Durante esse período de transição, até agosto, não há aplicação de penalidades pelo não preenchimento dos campos específicos da CBS e do IBS nos documentos fiscais eletrônicos (leia mais abaixo).

Com isso, as notas fiscais que não trouxerem preenchidos os campos dos futuros impostos sobre o consumo, a CBS federal e o IBS estadual, não serão automaticamente rejeitadas antes desse dia.

"A orientação consolida o caráter educativo que marcará 2026, ano inicial de implementação da Reforma Tributária. O período foi concebido como um tempo de aprendizado, testes e calibragem, tanto para contribuintes quanto para administrações tributárias. Além disso, a diretriz confere maior segurança jurídica, permitindo que os contribuintes ajustem gradualmente seus sistemas e rotinas fiscais ao novo modelo", explicaram a Receita Federal e o Comitê Gestor dos estados e municípios no fim do ano passado.

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Reportagem do g1 mostrou, em novembro, que a reforma tributária sobre o consumo está exigindo ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas a partir de 2026.

➡️Especialistas ouvidos relataram que as empresas despreparadas poderiam ter desde mercadorias paradas e incapacidade do contas a pagar, liquidar a fatura, até a possibilidade de a empresa não aproveitar os créditos tributários, gerando um impacto direto no fluxo de caixa.

➡️Já a Receita Federal negou que haverá um aumento de complexidade na emissão das notas fiscais, e também afastou interpretações de que poderá haver um cenário caótico para as empresas a partir de 2026.

Segundo o órgão, os campos das notas fiscais serão praticamente os mesmos de hoje, como: CNPJ ou CPF, de compradores ou vendedores, além da quantidade de produtos, valor da venda e códigos tributários, por exemplo.

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Veja dicas para o cultivo e poda do cacau

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

GLOBO RURAL Veja dicas para o cultivo e poda do cacau Material gratuito do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) traz informações sobre produção, manejo e colheita do cacau. Por Globo Rural

Neste domingo (3), o Globo Rural indica um folheto do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) com informações sobre produção, manejo e colheita do cacau.

A publicação traz dicas específicas sobre a poda do cacaueiro, incluindo o material indicado para fazer os cortes e as recomendações para cada tipo de poda.

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Como possível ação dos EUA no Irã elevou petróleo ao maior nível desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%Oferecido por

Os preços do petróleo atingiram o nível mais alto desde 2022 após a divulgação de um relatório segundo o qual militares dos Estados Unidos devem apresentar ao presidente americano, Donald Trump, novos planos para uma possível ação contra o Irã.

O Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) preparou um plano para uma série de ataques "breves e contundentes" com o objetivo de destravar as negociações com o Irã, informou o site Axios. A BBC entrou em contato com o Centcom e com a Casa Branca para comentar, mas não recebeu resposta até o momento.

O barril de petróleo do tipo Brent subiu quase 7% e chegou a ultrapassar US$ 126 (cerca de R$ 630), o maior valor desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

Os preços de energia vêm subindo nesta semana com as negociações de paz estagnadas, com o estratégico estreito de Ormuz ainda, na prática, fechado.

O site Axios informou que o Comando Central dos EUA preparou um plano para uma série de ataques "breves e contundentes" contra o Irã — Foto: Costfoto/NurPhoto via Getty Images

Antes dos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, passavam pelo estreito cerca de 20% do petróleo global, entre outros insumos.

A reportagem do site Axios, com base em fontes anônimas, afirma que a proposta de ataques deve incluir alvos de infraestrutura.

Outro plano envolve assumir o controle de parte do estreito de Ormuz para reabrir a rota ao transporte comercial, o que pode exigir o envio de tropas terrestres, segundo o Axios.

O petróleo West Texas Intermediate, que serve como referência de preço nos EUA, também subiu, com alta de 2,3%, para cerca de US$ 109 (aproximadamente R$ 545) o barril.

O contrato futuro do Brent para entrega em junho vence na quinta-feira (30/4). Já o contrato mais negociado, com entrega em julho, avançava cerca de 2%, para perto de US$ 113 (cerca de R$ 565), nas negociações da manhã na Ásia.

Os mercados de petróleo reagiram rapidamente à possibilidade de uma nova ação militar no Golfo, afirmou Yeow Hwee Chua, professor de economia da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura.

Ele acrescentou que mesmo uma pequena chance de escalada do conflito pode ter "efeitos desproporcionais" sobre a oferta global de energia.

Os EUA disseram que vão bloquear portos iranianos enquanto o Irã continuar a ameaçar embarcações que tentam usar o estreito de Ormuz, o que pode afetar gravemente o transporte global de energia.

O Irã reagiu aos ataques aéreos dos EUA e de Israel ao ameaçar atacar navios na região, por onde costuma passar cerca de um quinto da energia consumida no mundo.

Os preços do petróleo já haviam subido 6% na quarta-feira (29/4), após relatos de que os EUA se preparavam para um bloqueio "prolongado" ao Irã.

"Há sinais de que uma escalada do conflito voltou ao centro das discussões, seja com os EUA mantendo o bloqueio ao Irã, seja com relatos e rumores de que, para sair desse impasse, o Irã pode voltar a atacar", disse Naveen Das, analista sênior de petróleo da Kpler, empresa de inteligência marítima.

Ele afirmou ao programa Today, da BBC, que um preço do petróleo próximo de US$ 125 (cerca de R$ 625) é o ponto em que empresas e políticos "começam a ficar mais apreensivos".

"Podemos começar a ver mais iniciativas para tentar reduzir a escalada", acrescentou, porque a alta dos preços "tem efeito em cadeia não só sobre o petróleo, mas também sobre produtos derivados, a inflação e praticamente todos os aspectos da vida cotidiana".

A BBC apurou que executivos do setor de energia se reuniram com Trump na terça-feira (28/4) para discutir formas de limitar o impacto da guerra sobre os consumidores americanos, o que aumentou a preocupação do mercado com uma possível interrupção prolongada no fornecimento de energia.

"A grande questão, na minha visão, é por quanto tempo o governo Trump conseguirá suportar a pressão econômica", disse Will Walker-Arnott, gestor de investimentos da Raymond James, ao programa Today.

"As pessoas já começam a se preocupar com o impacto inflacionário da alta do petróleo", acrescentou.

A guerra, iniciada em 28 de fevereiro, provocou uma crise energética global, com alta do petróleo e risco de desabastecimento, especialmente após o bloqueio do estreito de Ormuz.

Nesse cenário, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis, avalia a revista britânica The Economist.

A revista publicou um artigo em 26 de março em que afirma que "o Brasil tem uma arma secreta contra choques do petróleo" e que "os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar os efeitos do conflito no Oriente Médio".

Neste contexto, a The Economist afirma que poucos países estavam preparados para um choque do petróleo, mas "o Brasil estava". Isso porque o país, ao longo de décadas, investiu em alternativas e construiu "a indústria de biocombustíveis mais sofisticada do mundo".

A reportagem destaca ainda o papel estrutural desses combustíveis na economia brasileira. "Eles são misturados à gasolina e ao diesel, com percentuais obrigatórios definidos pelo governo de 30% e 15%, respectivamente, entre os mais altos do mundo", observa a revista.

O artigo também chama atenção para a frota nacional: "três quartos dos veículos leves no Brasil possuem tecnologia que permite rodar com qualquer mistura, desde gasolina pura até etanol 100%".

"Isso reduz a dependência do Brasil de combustíveis fósseis importados e protege o país contra mercados inflacionados. O preço da gasolina nos postos brasileiros subiu 10% desde o início da guerra, e o do diesel, 20%, segundo dados divulgados em 20 de março pelo regulador de energia. É um aumento doloroso, mas muito abaixo dos saltos de 30% a 40% observados nos Estados Unidos."

A The Economist lembra que essa estratégia começou nos anos 1970, após outra crise do petróleo, e desde então se consolidou como base da política energética do país.

"Na época, o Brasil importava 80% do combustível que consumia; o embargo árabe estava sufocando a economia. Transformar o excedente de cana-de-açúcar em etanol foi uma solução óbvia", aponta o texto.

A revista menciona ainda um plano do governo federal, em 2023, para promover o biodiesel, derivado de sementes, principalmente de soja. Hoje, diz a revista, o governo federal mantém essa linha, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que como "poucos abraçaram os biocombustíveis com tanta intensidade".

Ainda assim, a revista faz uma ressalva: "os biocombustíveis não podem eliminar totalmente os custos provocados pela alta do petróleo".

Mas a avaliação é que o Brasil entra nessa crise em posição mais favorável. Enquanto grandes economias enfrentam alta mais intensa de preços e risco de escassez, o país consegue amortecer parte do impacto — e até se beneficiar com o aumento da demanda global por alternativas ao petróleo.

A análise aponta também que o modelo começa a chamar atenção internacional, com países como Índia e Japão estudando adaptar a experiência brasileira.

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Com novo CEO brasileiro, Coca-Cola encolhe embalagens para driblar queda no consumo e inflação

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%Oferecido por

A aposta é em embalagens menores e mais acessíveis, numa tentativa de sustentar as vendas em meio à alta da inflação.

O brasileiro Henrique Braun, novo CEO da Coca-Cola, explicou que a empresa prefere ajustar o tamanho das embalagens em vez de reduzir preços com promoções.

Diante do aperto no orçamento das famílias — especialmente nos Estados Unidos — e a queda no consumo de refrigerantes, a Coca-Cola decidiu ajustar sua estratégia. A aposta é em embalagens menores e mais acessíveis, numa tentativa de sustentar as vendas em meio à alta da inflação.

O brasileiro Henrique Braun, novo CEO da Coca-Cola, explicou, em entrevista ao The Wall Street Journal, que a empresa prefere ajustar o tamanho das embalagens em vez de reduzir preços com promoções.

A ideia é que as pessoas comprem com mais frequência, mesmo que levem menos refrigerante por vez. Segundo Braun, latinhas menores já fazem sucesso em alguns mercados, como nos Estados Unidos, principalmente em lojas de conveniência.

“Na América do Norte, vimos o avanço das mini latas e dos multipacks. Também levamos versões individuais menores para lojas de conveniência, que passaram a ser uma opção de entrada mais barata”, afirmou.

A companhia também lançou uma garrafa de 1,25 litro, pensada para o consumo em casa, como uma opção intermediária — nem tão grande, nem tão cara.

Apesar do cenário desafiador, a companhia apresentou resultados acima das expectativas no primeiro trimestre.

O lucro por ação chegou a US$ 0,91, um aumento de 18% em comparação com o ano passado. Considerando os ajustes, ficou em US$ 0,86 — acima da expectativa do mercado, que era de US$ 0,81, segundo a FactSet.

A receita também cresceu: subiu 12% e atingiu US$ 12,5 bilhões, superando o que analistas de Wall Street previam. Esse resultado foi impulsionado principalmente pela maior venda de concentrados, que são a base usada pelos parceiros para produzir os refrigerantes.

Mesmo assim, o consumo ainda enfrenta dificuldades. Nos Estados Unidos, a confiança dos consumidores caiu para o nível mais baixo já registrado pela Universidade de Michigan, em meio a preocupações com a inflação, conflitos internacionais e um mercado de trabalho mais fraco.

No Brasil, a Coca-Cola FEMSA é responsável pela produção e distribuição das bebidas da Coca-Cola. O portfólio inclui refrigerantes como a própria Coca-Cola, Fanta, Sprite e Schweppes, além de chás Leão, sucos Del Valle e bebidas à base de soja Ades.

A empresa também atua nos segmentos de energéticos, isotônicos, além de cervejas como Therezópolis, Eisenbahn, Sol, Kaiser, Bavaria, Tiger e Estrella Galicia, e da água mineral Crystal.

No Brasil, que integra a divisão América do Sul, o volume de vendas cresceu 3,6%, totalizando 306 milhões de caixas. A receita somou cerca de US$ 1,2 bilhão, alta de 5% na comparação anual.

Segundo a companhia, o crescimento no Brasil ajudou a compensar a fraqueza no México, principal mercado da divisão México e América Central. A divisão da América do Sul registrou avanço de 18,8% no lucro operacional, equilibrando os resultados consolidados da companhia.

Após quase 30 anos de carreira na companhia, Henrique Braun assumiu o cargo de CEO global da Coca-Cola em março deste ano.

Com dupla nacionalidade — nasceu na Califórnia e foi criado no Brasil — ele começou como trainee em 1996 e passou por diversas áreas e regiões do mundo, incluindo liderança na China, Brasil e América Latina.

Nos últimos anos, ocupou cargos globais estratégicos, como diretor de operações (COO), coordenando operações em todos os mercados.

Braun substituiu James Quincey, que continua como chairman. Segundo a Coca-Cola, a escolha do executivo reflete sua experiência internacional e atuação em um período de mudanças no consumo e maior concorrência.

Há 4 horas Blog da Andréia Sadi Até oposição se surpreende com 10 votos a mais do que o esperadoHá 4 horasLula pode indicar outro nome ao STF? O que acontece agora?Há 4 horasVALDO: Pacheco repete que STF é ‘realmente página virada’Há 4 horasASSISTA: Congresso pode reduzir pena de Bolsonaro e impor nova derrota a Lula

Há 20 minutos Política Parlamentares analisam veto do presidente ao PL da dosimetriaHá 20 minutos100º documentário do Globoplay’Territórios – Sob o Domínio do Crime’ mostra avanço das facções no Brasil

Há 2 horas TV e Séries ‘Tá filmando! Sai’: as imagens de resgate de delegado baleadoHá 2 horas’Achava que nunca chegaria’: facções ameaçam indígenasHá 2 horas🎧O AssuntoAlexandre de Moraes também não queria Messias no STF; OUÇA

Há 1 hora O Assunto Alcolumbre vai ter que lidar com efeito rebote, diz analistaHá 1 horaDerrota coroa relação conturbada de Lula com Congresso; veja os revesesHá 1 horaTabu de 132 anosComo era o mundo na última vez em que um indicado foi rejeitado

Há 3 horas Política ‘Farra dos guardanapos’Empresário condenado por corrupção dividiu jato com Motta e Ciro Nogueira

Há 10 horas Política ‘Vai no DC. Preciso pagar o cartão’Mensagem interceptada liga família de Marcinho VP ao chefe do CV

Há 7 horas Distrito Federal Fraudes do Master: PF analisa proposta de delação de ex-INSSHá 7 horasMercado de trabalhoDesemprego sobe para 6,1% em março, diz IBGE

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Desemprego sobe para 6,1% no trimestre terminado em março, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

A taxa de desocupação ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado e é o menor nível já registrado para esse período do ano desde o início da série, em 2012.

Apesar disso, o número de pessoas sem trabalho aumentou no curto prazo. Ao todo, 6,6 milhões estavam desocupadas, alta de 19,6% em relação ao trimestre anterior, o equivalente a mais 1,1 milhão de pessoas.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 13%, com 987 mil pessoas a menos nessa condição.

Já o total de ocupados somou 102 milhões. Esse contingente recuou 1,0% no trimestre, mas avançou 1,5% em relação ao ano anterior, indicando uma recuperação ao longo de períodos mais longos.

Esse movimento também aparece no nível de ocupação, que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada. O indicador ficou em 58,2%, com queda de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior e alta de 0,4 ponto na comparação anual.

A taxa composta de subutilização ficou em 14,3% no trimestre encerrado em março. O indicador subiu 0,9 ponto percentual em relação ao período anterior, mas recuou 1,6 ponto na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Ao todo, 16,3 milhões de pessoas estavam nessa condição. Esse contingente aumentou 6,6% no trimestre, com mais 1 milhão de pessoas, mas caiu 10,1% em um ano, o equivalente a 1,8 milhão a menos.

Taxa de desocupação: 6,1%População desocupada: 6,6 milhões de pessoasPopulação ocupada: 102 milhõesPopulação fora da força de trabalho: 66,5 milhõesPopulação desalentada: 2,7 milhõesEmpregados com carteira assinada: 39,2 milhõesEmpregados sem carteira assinada: 13,3 milhõesTrabalhadores por conta própria: 26 milhõesTrabalhadores informais: 38,1 milhõesTaxa de informalidade: 37,3%

Entre os grupos que compõem esse indicador, o número de pessoas que trabalham menos horas do que gostariam ficou em 4,4 milhões, sem variações relevantes nas duas comparações.

Já a população fora da força de trabalho somou 66,5 milhões, estável no trimestre e com alta de 1,3% em um ano, o que representa mais 841 mil pessoas.

A população desalentada, que reúne aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 2,7 milhões. Esse grupo não apresentou mudança significativa no trimestre, mas recuou 15,9% na comparação anual, com 509 mil pessoas a menos.

🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam, por falta de qualificação ou de oportunidades na região onde moram, por exemplo.

O número de trabalhadores no setor privado somou 52,4 milhões no trimestre encerrado em março. Esse total recuou 1,0% em relação ao período anterior, com menos 527 mil pessoas, mas avançou 1,1% na comparação anual, o equivalente a 583 mil a mais.

Dentro desse grupo, o emprego com carteira assinada permaneceu estável no trimestre, em 39,2 milhões, e cresceu 1,3% em um ano. Já os sem carteira, de 13,3 milhões, caiu 2,1% no trimestre e não apresentou variação relevante na comparação anual.

No setor público, o número de ocupados ficou em 12,7 milhões, com queda de 2,5% no trimestre e alta de 3,7% em um ano. Entre os trabalhadores por conta própria, o total chegou a 26,0 milhões, estável no trimestre e com crescimento de 2,4% na comparação anual.

A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores. O índice recuou em relação ao trimestre anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os rendimentos seguiram em alta. O ganho médio habitual chegou a R$ 3.722, com avanço de 1,6% no trimestre e de 5,5% em um ano, atingindo o maior valor da série.

Esse movimento também se refletiu no total de rendimentos pagos à população. A massa de renda somou R$ 374,8 bilhões, estável no trimestre e 7,1% maior na comparação anual, também no maior nível já registrado.

O rendimento médio mensal apresentou aumento em poucos setores na comparação com o trimestre anterior. As altas ficaram concentradas em comércio e em atividades ligadas ao setor público, enquanto os demais segmentos não registraram mudanças relevantes.

🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,0% (mais R$ 86)🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 2,5% (mais R$ 127)

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o avanço da renda foi mais disseminado e atingiu diferentes áreas da economia. Nesse caso, seis grupos apresentaram crescimento, enquanto os demais permaneceram sem variação significativa.

🏗️ Construção: alta de 4,5% (mais R$ 124)🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,9% (mais R$ 113)💻 Informação, comunicação e atividades financeiras e profissionais: alta de 5,9% (mais R$ 291)🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 4,0% (mais R$ 198)🧰 Outros serviços: alta de 11,4% (mais R$ 320)🏠 Serviços domésticos: alta de 4,9% (mais R$ 66)

Há 3 horas Blog da Andréia Sadi Lula pode indicar outro nome ao STF? O que acontece agora?Há 3 horas🎧O AssuntoAlexandre de Moraes também não queria Messias no STF; OUÇA

Há 8 minutos O Assunto Alcolumbre vai ter que lidar com efeito rebote após vitória, diz analistaHá 8 minutos100º documentário do Globoplay’Territórios – Sob o Domínio do Crime’ mostra avanço das facções no Brasil

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Dólar abre a R$ 4,98 com foco no petróleo e na agenda de indicadores no Brasil e nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (30) em queda, recuando 0,32% na abertura, aos R$ 4,9858. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A agenda econômica do dia reúne indicadores relevantes no Brasil e no exterior. Enquanto o mercado acompanha dados de emprego por aqui, nos Estados Unidos a atenção se volta ao crescimento da economia e à inflação, em meio a tensões geopolíticas.

▶️ No Brasil, o destaque é a divulgação da Pnad Contínua de março, prevista para as 9h pelo IBGE. A taxa de desemprego vinha em 5,8% no trimestre até fevereiro, após subir frente ao período anterior e recuar na comparação anual. Para março, a expectativa do mercado é de que o índice avance para cerca de 6,1%.

▶️ Nos Estados Unidos, o Departamento do Comércio divulga às 9h30 a primeira estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2026. No dado anterior, a economia havia crescido 0,5% frente ao trimestre imediatamente anterior. Agora, a projeção é de aceleração, com alta de 2,3% no período.

▶️ Ainda no cenário externo, o preço do petróleo Brent ultrapassou os US$ 125 por barril no início desta quinta-feira, refletindo incertezas sobre o conflito no Irã. A guerra, que já dura nove semanas, segue sem perspectiva clara de resolução.

▶️ O bloqueio aos portos iranianos e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz pelos EUA continuam pressionando as cotações, enquanto sinais de possível escalada reduzem as expectativas de um acordo rápido.

O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã publicamente, demonstrando insatisfação com as propostas apresentadas nas negociações e indicando a possibilidade de novos ataques militares.

As conversas para encerrar o conflito seguem travadas, sem avanço concreto. Ao mesmo tempo, os EUA avaliam diferentes estratégias, incluindo declarar vitória e reduzir sua presença militar na região.

Do lado iraniano, o país afirma que a guerra não acabou e que responderá com mais intensidade caso seja atacado novamente. Durante o cessar-fogo, Teerã tem aproveitado para reorganizar sua capacidade militar, incluindo a recuperação de equipamentos e a produção de drones.

Outro ponto central da crise é o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O Irã mantém restrições à passagem de navios e condiciona a reabertura total ao fim definitivo da guerra e a garantias de segurança.

🛢️ A passagem permanece, na prática, fechada, o que impede que petroleiros sigam viagem até seus destinos.⏳ A interrupção já dura semanas e ocorre mesmo após um cessar-fogo frágil no conflito regional, mantendo investidores em alerta.

O mercado financeiro espera que o Banco Central do Brasil realize um novo corte na taxa básica de juros nesta quarta-feira (29), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

🔎A projeção majoritária é de redução de 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,75% para 14,5% ao ano — o que marcaria o segundo corte consecutivo.

A decisão ocorre em um cenário mais delicado. A guerra no Oriente Médio tem pressionado a inflação global, principalmente por meio da alta do petróleo, que já impacta os preços dos combustíveis no Brasil.

Esse contexto faz com que parte dos analistas defenda mais cautela ou até uma pausa no ciclo de queda dos juros.

O Banco Central, no entanto, toma suas decisões com base nas projeções futuras de inflação. Com a meta contínua fixada em 3% (com tolerância entre 1,5% e 4,5%), a autoridade monetária avalia se há espaço para estimular a economia sem perder o controle dos preços.

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (29), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.

Foi a terceira reunião consecutiva em que o banco central dos EUA manteve a taxa no mesmo nível. Esta também é a última decisão com Jerome Powell na presidência da instituição. Ele deixará o cargo em 15 de maio, após oito anos no comando e em meio a atritos com Donald Trump.

➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio.

A gestão de Powell foi marcada por choques relevantes, como a pandemia, a guerra entre Rússia e Ucrânia, além das tensões mais recentes no Oriente Médio, que mantiveram a inflação sob pressão.

Nesse cenário, o Fed alternou ciclos de alta e queda de juros para tentar equilibrar controle de preços e atividade econômica.

Nos últimos anos, Powell também enfrentou forte pressão política de Donald Trump, que criticou duramente a condução da política monetária e cobrou cortes mais rápidos nos juros. As críticas vieram acompanhadas de ataques públicos e até de uma investigação sobre gastos do Fed, que acabou sendo encerrada sem acusações.

Com a saída de Powell, cresce a expectativa sobre a possível mudança de direção na política monetária americana, especialmente com a indicação de um novo presidente alinhado ao governo, Kevin Warsh.

Os mercados globais tiveram um dia misto nesta quarta-feira, com desempenho positivo na Ásia e majoritariamente negativo nos Estados Unidos e na Europa, refletindo tanto fatores internos quanto o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Em Wall Street, os principais índices fecharam sem direção única. Enquanto o Dow Jones recuou 0,57% e o S&P 500 caiu 0,04%, o Nasdaq teve ganhos de 0,04%.

Já na Europa, os índices encerraram a sessão no nível mais baixo em três semanas, em meio a balanços corporativos mistos, preocupações sobre os efeitos econômicos da guerra no Irã e cautela antes da decisão de juros do Fed.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,60%. Entre os principais mercados da região, o FTSE 100, de Londres, recuou 1,16%, enquanto o DAX, de Frankfurt, caiu 0,27% e o CAC-40, de Paris, perdeu 0,39%.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta, puxadas por setores ligados a tecnologia e transição energética. Em Xangai, o índice SSEC subiu 0,71%, aos 4.107 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,10%, aos 4.810 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,68%, aos 26.111 pontos.

Em Seul, o Kospi subiu 0,75%, aos 6.690 pontos. Já Taiwan registrou queda de 0,55%, aos 39.303 pontos, e Singapura também caiu 0,55%, aos 4.860 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,27%, aos 8.687 pontos, enquanto o mercado de Tóquio permaneceu fechado.

O desempenho positivo na China foi impulsionado principalmente por ações de terras raras, baterias e energia limpa, com ganhos expressivos após resultados fortes de empresas do setor.

Ainda assim, investidores mostraram cautela após o Politburo do Partido Comunista Chinês sinalizar continuidade das políticas atuais, sem novos estímulos imediatos.

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