RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Instagram e Facebook vão analisar estrutura óssea para verificar idade de menores no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 10:00

Tecnologia Instagram e Facebook vão analisar estrutura óssea para verificar idade de menores no Brasil Meta diz que sistema não fará reconhecimento facial e analisará fotos, vídeos e informações do perfil para identificar usuários com menos de 13 anos no Instagram e no Facebook. Por Redação g1

Criança mexendo no celular com as redes sociais visíveis no aparelho. — Foto: Unsplash/Sanket Mishra

A Meta anunciou na terça-feira (5) que vai usar IA para analisar imagens de usuários e verificar se eles são menores de idade no Instagram e no Facebook. A tecnologia vai "ler" características como altura e estrutura óssea para identificar contas de pessoas com menos de 13 anos. A novidade chega ao Brasil, nos EUA e na União Europeia.

➡️ A Meta afirma que é preciso ter ao menos 13 anos para criar uma conta no Instagram e no Facebook.

Segundo a empresa, o sistema não fará reconhecimento facial, ao contrário de outras redes que usam esse tipo de tecnologia para verificar a idade dos usuários. Muitas plataformas passaram a exigir selfies ou documentos de identificação em meio à pressão por medidas que reforcem a segurança de crianças e adolescentes online.

"Essa tecnologia permite que nossa IA escaneie fotos e vídeos em busca de pistas visuais sobre a idade de uma pessoa que o texto possa não perceber. Nossa IA analisa temas gerais e pistas visuais, por exemplo altura ou estrutura óssea, para estimar a idade geral de alguém", afirmou a empresa.

A Meta explica que a IA fará uma análise do perfil do usuário "em busca de pistas contextuais". Como exemplo, a empresa cita publicações sobre aniversários e até menções a notas escolares.

"Buscamos esses sinais em vários formatos, como postagens, comentários, biografias e legendas, e continuamos expandindo essa tecnologia para partes adicionais dos nossos aplicativos como Instagram Reels, Instagram Live e grupos do Facebook", explicou.

Caso a Meta identifique que a conta pertence a um menor de idade, ela será desativada, e o usuário precisará enviar um comprovante de idade para evitar a exclusão.

A companhia diz que saber a idade de alguém no ambiente online " é um desafio complexo e de toda a indústria" e cita casos em que alguns menores informam um aniversário de adulto ao criar uma conta em rede social. Por isso, diz estar usando tecnologia sofisticada para identificar essas pessoas.

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Grupo Pão de Açúcar fecha acordo com credores para renegociar dívida de R$ 4,57 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 10:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O Grupo Pão de Açúcar anunciou, na noite de terça-feira (6), que concluiu a renegociação com credores do plano de recuperação extrajudicial referente a uma dívida de R$ 4,57 bilhões.

Segundo o comunicado, o grupo espera reduzir em mais de 50% o valor total das obrigações incluídas no plano ao longo do tempo, além de alongar o prazo médio de pagamento para 6,4 anos e diminuir o custo médio da dívida.

Entre as medidas previstas, o plano inclui a reestruturação de créditos em debêntures conversíveis — títulos de dívida que podem ser transformados em ações da empresa —, no valor de até R$ 1,1 bilhão, além de um novo financiamento para a companhia, de até R$ 200 milhões.

A nova versão do plano contou com o aval de credores que representam 57,49% dos créditos incluídos, informou o grupo.

O plano foi aprovado pelo conselho de administração e será protocolado na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.

O Grupo Pão de Açúcar anunciou, na noite de terça-feira (6), que concluiu a renegociação com credores do plano de recuperação extrajudicial referente a uma dívida de R$ 4,57 bilhões.

Segundo o comunicado, o grupo espera reduzir em mais de 50% o valor total das obrigações incluídas no plano ao longo do tempo, além de alongar o prazo médio de pagamento para 6,4 anos e diminuir o custo médio da dívida.

Entre as medidas previstas, o plano inclui a reestruturação de créditos em debêntures conversíveis — títulos de dívida que podem ser transformados em ações da empresa —, no valor de até R$ 1,1 bilhão, além de um novo financiamento para a companhia, de até R$ 200 milhões.

A nova versão do plano contou com o aval de credores que representam 57,49% dos créditos incluídos, informou o grupo.

O plano foi aprovado pelo conselho de administração e será protocolado na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.

"Como resultado dessas medidas, o plano de recuperação extrajudicial proporcionará liquidez relevante e reduzirá em mais de R$4 bilhões os desembolsos a serem realizados pela companhia nos próximos dois anos, aliviando o fluxo de caixa no período," disse o GPA.

“O plano firmado nesta data permitirá uma solução estruturada para os desafios financeiros da companhia, ao tratar ao mesmo tempo da liquidez no curto prazo e da sustentabilidade financeira no longo prazo.”

O GPA acrescentou que suas operações seguem saudáveis e que a empresa está em dia com suas obrigações com fornecedores.

O Grupo Pão de Açúcar enfrenta uma crise financeira desde 2022, com prejuízos recorrentes causados principalmente pela queda no consumo, alta da inflação de alimentos e juros elevados, que encareceram suas dívidas. (saiba mais aqui)

A empresa também foi impactada por custos com mudanças de gestão, pagamento de dívidas fiscais e trabalhistas e fechamento de lojas com baixo desempenho. Mesmo com alguma melhora recente, o GPA continuou no vermelho.

No fim de 2025, o grupo acumulava um déficit de cerca de R$ 1,2 bilhão, pressionado por dívidas com vencimento próximo, e chegou a alertar o mercado sobre dúvidas em relação à sua capacidade de continuar operando no longo prazo.

Diante desse cenário, a empresa passou a adotar medidas para reorganizar as finanças, como renegociar dívidas, reduzir custos e buscar reforço de caixa, culminando no plano de recuperação extrajudicial.

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Taxa das blusinhas: ministro da Fazenda admite que fim do imposto está sendo discutido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 10:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira (6) que não abre mão do programa "Remessa Conforme", que regularizou e controlou a importação de produtos de baixo valor no país, mas admitiu que está em discussão dentro do governo o fim da chamada "taxa das blusinhas".

A informação foi divulgada durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo Durigan, o programa Remessa Conforme passou a controlar a entrada das importações de baixo valor no país, observando, por exemplo, se brinquedos estão de acordo com as regras de segurança, assim como se os demais produtos estão em linha com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministro afirmou que não abre mão desse programa, mas admitiu que está em discussão, dentro do governo, o fim da chamada "taxa das blusinhas", ou seja, da cobrança de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50 — iniciada em agosto de 2024 após aprovação do Congresso Nacional.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu Não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa remessa conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

A manutenção da taxa das blusinhas foi defendida pelo vice-presidente da República, e então ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, para defender a indústria nacional de produtos de baixo valor.

Em manifesto, representantes dos setores produtivos, do comércio e varejistas também defenderam sua permanência. Eles disseram que a medida não só gerou empregos, mas também benefícios ao consumidor.

A taxa das blusinhas também tem rendido recursos aos cofres públicos, ajudando a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos três primeiros meses deste ano, a arrecadação subiu de 21,8%, atingindo R$ 1,28 bilhão.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo cai abaixo de US$ 100 com expectativa de acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Os preços do petróleo caíram mais de 10% no mercado internacional diante da expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Golfo.

Por volta das 8h, o barril do petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, cotado a US$ 89,13.

Ao mesmo tempo, bolsas de valores ao redor do mundo subiam e os juros de títulos públicos caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.

Os preços do petróleo caíram mais de 10% no mercado internacional diante da expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

🔎 Por volta das 8h, o barril do petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, cotado a US$ 89,13. Ao mesmo tempo, bolsas de valores ao redor do mundo subiam e os juros de títulos públicos caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.

Segundo a agência Reuters, os dois países estão próximos de fechar um acordo inicial, em formato de um documento curto, com apenas uma página. A proposta já havia sido antecipada pelo site Axios, com base em fontes do governo americano e pessoas que acompanham as negociações.

Além disso, o Paquistão, que sediou a única rodada de conversas até agora, no mês passado, continua atuando como intermediário entre os dois lados.

Autoridades dos Estados Unidos e do Irã não comentaram oficialmente o assunto, de acordo com a agência. No entanto, uma emissora americana informou que o governo iraniano está analisando uma proposta dos EUA com 14 pontos.

Entre as medidas em discussão estão a suspensão temporária do programa nuclear iraniano e, em troca, a redução de sanções impostas pelos EUA, além da liberação de recursos financeiros do Irã que estão bloqueados no exterior.

Outro ponto central é o Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo do mundo. O acordo prevê a redução das restrições à circulação de navios na região.

Na prática, esse documento inicial serviria para encerrar o conflito e abrir um prazo de 30 dias para negociar um acordo mais completo, com regras detalhadas sobre o programa nuclear do Irã, o fim das sanções e a normalização do transporte marítimo.

Durante esse período, tanto as restrições do Irã à navegação quanto o bloqueio naval dos Estados Unidos seriam reduzidos gradualmente. Caso as negociações fracassem, porém, as medidas podem ser retomadas.

Mais cedo, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão de uma operação militar que escoltava navios na região. A missão não conseguiu restabelecer o fluxo de embarcações e acabou aumentando as tensões, com novos ataques.

No episódio mais recente, um navio de uma empresa francesa foi atingido na região, deixando tripulantes feridos.

Desde o fim de fevereiro, o Estreito de Ormuz enfrenta restrições, o que elevou o risco para o transporte de petróleo e ajudou a pressionar os preços do combustível. Por isso, qualquer sinal de acordo tem impacto imediato no mercado global.

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Desenrola 2.0: governo estuda nova linha de crédito para trabalhadores informais, diz ministro da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira (6) que o governo federal estuda uma nova linha de crédito dentro do Desenrola 2.0 para os trabalhadores informais, a ser lançada no fim de maio ou começo de junho.

A informação foi divulgada durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

"A gente tem um primeiro momento agora do Desenrola para quem está inadimplente. Ela não tem crédito, não cartão de crédito, está com nome negativado. Mas estamos estudando uma segunda rodada para quem está adimplente e tem juros altos", explicou o ministro.

"Uma pessoa informal, por exemplo, um olhar que a gente tem com muito cuidado. Ele não tem renda fixa por mês, não tem salário recorrente, uma loja com histórico de recorrência de recebimento. Tem de ganhar seu dia a dia de maneira pontual. Estamos estudando linha para informais para ser anunciada no fim de maio, começo de junho", detalhou.

Lançado nesta semana, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário que têm renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.

Serão feitos novos empréstimos, pelos bancos, para dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Descontos entre 30% e 90%;Taxa de juros máxima de 1,99% ao mês;Até 48 meses de prazo;Prazo de até 35 dias para pagamento da primeira parcela;Limite da nova dívida (após descontos) até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira;

Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas.

O programa tem o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país. A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim desta segunda-feira (4) — e, com isso, já passou a valer.

📱O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

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IBGE, AGU e mais: veja quais concursos públicos ainda devem sair em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 05:59

Trabalho e Carreira Concursos IBGE, AGU e mais: veja quais concursos públicos ainda devem sair em 2026 Lista atualizada mostra concursos previstos, pedidos em análise e mudanças recentes em órgãos federais ao longo de 2026. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O ano de 2026 começou em ritmo acelerado para quem busca uma vaga no serviço público. Nos primeiros meses, diversos concursos tiveram editais publicados, inscrições encerradas e até provas aplicadas, concentrando boa parte das oportunidades no primeiro trimestre.

Mesmo assim, o cenário está longe de esfriar. Órgãos federais seguem com seleções previstas para os próximos meses e, em paralelo, várias instituições mantêm pedidos de autorização em análise no governo.

🔎 Levantamento da Associação de Apoio aos Concursos Públicos e Exames (Aconexa) aponta a previsão de mais de 230 mil oportunidades ao longo do ano, considerando seleções federais, estaduais e municipais.

Entre os processos com avanços mais concretos está o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que passou por mudanças no planejamento.

Outros órgãos, como Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU), Banco Central do Brasil (BCB), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Agência Brasileira de Inteligência (Abin), seguem aguardando aval do Ministério da Gestão.

Na prática, isso significa que ainda há espaço para novos editais em 2026 — mas com maior grau de incerteza, já que tudo depende de autorização formal.

A legislação não impede a realização de concursos públicos. Editais podem ser publicados, provas aplicadas e resultados homologados normalmente.A restrição vale apenas para nomeações e posses nos três meses anteriores ao pleito.

Como o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, fica proibida a nomeação de aprovados entre 4 de julho de 2026 e 5 de janeiro de 2027. Na prática, isso tende a concentrar os esforços dos órgãos no primeiro semestre, tanto na publicação de editais quanto na conclusão das etapas dos concursos.

O concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) segue como um dos mais aguardados do ano, mas passou por ajustes.

Inicialmente, estavam previstas 39.108 vagas temporárias para atuação no Censo Agropecuário e no levantamento da população em situação de rua. Agora, o total foi reduzido para 36.946 vagas.

Segundo o instituto, o número anterior era uma estimativa máxima e foi revisado após ajustes técnicos, considerando critérios operacionais e o uso de recursos públicos.

Outro ponto alterado foi o cronograma da banca organizadora. A contratação, prevista para março, foi adiada para abril. As empresas interessadas puderam enviar propostas entre os dias 6 e 17.

A seleção será feita por processo seletivo simplificado, com provas objetivas — geralmente com cerca de 60 questões de múltipla escolha. O IBGE estima atrair cerca de 364 mil inscritos.

A Controladoria-Geral da União informou que mantém em andamento um pedido de autorização para novo concurso público. A solicitação prevê vagas para os cargos de auditor federal de finanças e controle e técnico federal de finanças e controle.

Até o momento, não há definição sobre o número de vagas nem previsão de edital, já que o processo depende de autorização do Ministério da Gestão.

As oportunidades administrativas incluem funções como analista técnico-administrativo, administrador, contador, economista, estatístico, arquiteto, engenheiro, jornalista e médico.

Segundo o órgão, os pedidos foram enviados ao Ministério da Gestão ao longo de 2025 e seguem sem resposta.

A Agência Nacional de Aviação Civil informou que encaminhou pedido de autorização em maio de 2025, mas ainda não há confirmação da realização do concurso em 2026.

228 vagas para especialista em regulação;104 para analista administrativo;103 para técnico em regulação;60 para técnico administrativo.

Além disso, há previsão de formação de cadastro de reserva. O órgão afirma que aguarda manifestação do governo para avançar no processo.

O Banco Central do Brasil mantém o pedido de concurso enviado em 2025. A solicitação prevê 560 vagas, distribuídas entre:

De acordo com o BC, a necessidade está ligada à redução do quadro de servidores, principalmente devido a aposentadorias. O pedido ainda aguarda autorização.

A Agência Brasileira de Inteligência também confirmou que há um pedido em análise para carreiras de inteligência. Até agora, não há definição sobre o número de vagas, cargos ou prazo para publicação de edital.

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Dívida e inadimplência: entenda a diferença e como escapar da bola de neve

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 03:52

Dívida e inadimplência: entenda a diferença e como escapar da bola de neve No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ter dívidas faz parte da vida financeira da maioria das pessoas. O problema começa quando elas deixam de ser pagas e viram inadimplência — sinal de que a dívida cresceu além da capacidade de pagamento, seja por juros altos, prazos curtos, imprevistos ou queda de renda.

Esse desequilíbrio já afeta mais do que as famílias. Com muitos atrasos, a inadimplência tende a encarecer o crédito, desacelerar a economia e dificultar contratações. Sair desse ciclo exige estratégia, como priorizar dívidas caras, renegociar e evitar novos compromissos.

Neste vídeo, você vai entender os riscos da inadimplência e como escapar da bola de neve. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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O que é a ‘erva dos gatos’, que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/05/2026 02:47

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O que é a ‘erva dos gatos’, que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil Empresa criada em Curitiba aposta em produtos artesanais para gatos e cresce com foco em bem-estar animal e produção manual, após investimento inicial de R$ 50 mil. Por PEGN

Arquiteta troca de carreira e cria negócio com catnip após testar a aceitação da planta entre amigos e veterinários.

Com investimento inicial de R$ 50 mil, empresa de Curitiba fatura cerca de R$ 20 mil por mês com loja online.

Diferencial está na produção artesanal: brinquedos feitos à mão, com catnip fresco, e participação de artesãs.

O crescimento da população de gatos no Brasil tem impulsionado um mercado cada vez mais atento ao bem-estar dos pets — e também aberto novas oportunidades de negócio.

Foi nesse cenário que a arquiteta Fabiane Munaretto decidiu mudar de carreira e apostar em um nicho pouco explorado: produtos com catnip, a erva conhecida por estimular e relaxar felinos.

A ideia surgiu de forma despretensiosa, dentro de casa. A partir do cultivo da planta — da espécie Nepeta cataria, da mesma família da hortelã — Fabiane começou a distribuir amostras para amigos, veterinários e outros tutores.

A resposta foi imediata. “Você deveria vender”, ouviu diversas vezes. O incentivo foi o empurrão que faltava para deixar a arquitetura de lado e investir no novo negócio.

A ‘erva dos gatos’ que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil — Foto: Reprodução/PEGN

Com cerca de R$ 50 mil de investimento inicial, ela estruturou uma loja online de brinquedos artesanais para gatos, todos produzidos com catnip fresco. Hoje, a empresa fatura em média R$ 20 mil por mês.

Além do apelo funcional — já que a planta pode causar efeitos que vão do relaxamento à excitação nos animais —, o diferencial da marca está na produção manual. Cada peça é feita à mão, desde o cultivo da erva até a costura dos brinquedos, que podem custar entre R$ 29 e R$ 230.

A operação também movimenta uma pequena cadeia produtiva. Artesãs parceiras participam da fabricação dos produtos, garantindo renda e um toque personalizado às peças. “Por trás de cada brinquedo, tem história, capricho e trabalho humano”, resume a equipe.

Apaixonada por gatos — ela tem nove em casa —, Fabiane diz que o negócio nasceu da combinação entre afeto e conhecimento.

Antes de empreender, ela já atuava com ONGs e estudava o comportamento felino, o que ajudou a desenvolver produtos mais adequados às necessidades dos animais.

Do lado dos clientes, o cuidado na produção faz diferença. Tutores relatam que o frescor do catnip e o design dos brinquedos tornam a experiência mais atrativa para os pets, que interagem, mordem e carregam os itens com frequência.

Com presença online e vídeos que mostram a reação dos gatos, a marca vem ganhando visibilidade nas redes sociais — um canal importante para pequenos negócios do setor pet.

Hoje, mais do que vender produtos, a empreendedora diz que encontrou propósito. “Quero melhorar a vida dos gatinhos por meio do que a gente produz aqui”, afirma.

A ‘erva dos gatos’ que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍Endereço: Av Candido De Abreu, 427 Curitiba/PR – CEP: 80530-000📞Telefone: (41) 99208‑6420📧 E-mail: contato@cancancatnip.com.br🌐 Site: https://cancancatnip.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/cancan.catnip📘 Facebook: https://www.facebook.com/cancan.catnip

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Latam reduz voos no Brasil e vê impacto de até US$ 700 milhões com combustível

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

A Latam Airlines Group reduziu entre 2% e 3% os voos previstos para junho no Brasil em meio à alta dos preços do combustível de aviação, que já levou a companhia a rever projeções e estimar custos adicionais superiores a US$ 700 milhões no segundo trimestre.

Segundo o presidente-executivo da Latam Brasil, Jerome Cadier, os ajustes na malha são pontuais e refletem o encarecimento do querosene e o preço atual das passagens. Ele afirmou que, até agora, não houve cancelamentos significativos de viagens em abril e maio, mas alertou que, se a guerra no Oriente Médio se prolongar, a empresa pode antecipar revisões para o terceiro e quarto trimestres.

De acordo com Cadier, a Latam Brasil está pagando atualmente o dobro por litro de combustível em relação a fevereiro, com alta acumulada de cerca de 100% nos últimos três meses.

"Hoje, aqui no Brasil, a Latam Brasil está pagando o dobro para cada litro de combustível de aviação do que estava pagando em fevereiro deste ano. O aumento acumulado nos últimos 3 meses é de 100%."

O cenário já aparece nos resultados do grupo. Em balanço divulgado, a Latam reportou lucro líquido de US$ 576 milhões no primeiro trimestre, com margem operacional ajustada de 19,8% e ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 1,3 bilhão. A companhia transportou 22,9 milhões de passageiros no período, alta de 9,1% na comparação anual, após ampliar a capacidade em 10,4%.

Mesmo com o desempenho positivo, a empresa destacou o impacto da alta do combustível, que já gerou cerca de US$ 40 milhões em custos adicionais no trimestre. Diante da volatilidade, a Latam revisou suas projeções para 2026 e passou a estimar ebitda ajustado entre US$ 3,8 bilhões e US$ 4,2 bilhões.

A companhia afirmou ainda que pretende compensar parte dos impactos com medidas como ajustes de capacidade, controle de custos e gestão de receitas, além de manter a liquidez acima de US$ 4 bilhões. Apesar do aumento dos preços, a empresa disse não ver risco de desabastecimento nos destinos em que opera.

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Desenrola 2.0: com regras e sistema no ar, bancos ainda não definem início das renegociações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Bancos consultados pelo g1 ainda não dão prazo de início para as renegociações do Novo Desenrola Brasil.

Embora a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diga que o setor financeiro está pronto para iniciar as operações, as instituições afirmavam, até a noite desta terça-feira (5), que ainda aguardavam definições operacionais e ajustavam seus sistemas para viabilizar o programa.

O novo Desenrola foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o crédito no país.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites e agências. Para isso, o governo precisava publicar uma portaria com as regras, o que foi feito pelo Ministério da Fazenda, que também já ativou os sistemas para as renegociações.

O g1, então, procurou os principais bancos brasileiros. A seguir, veja as últimas respostas de cada instituição.

Bancos consultados pelo g1 ainda não dão prazo de início para as renegociações do Novo Desenrola Brasil.

Embora a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diga que o setor financeiro está pronto para iniciar as operações, as instituições afirmavam, até a noite desta terça-feira (5), que ainda aguardavam definições operacionais e ajustavam seus sistemas para viabilizar o programa.

O novo Desenrola foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o crédito no país.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites e agências. Para isso, o governo precisava publicar uma portaria com as regras, o que foi feito pelo Ministério da Fazenda, que também já ativou os sistemas para as renegociações.

O g1, então, procurou os principais bancos brasileiros. A seguir, veja as últimas respostas de cada instituição.

Itaú UnibancoSantanderBradescoBTG Pactual e Banco PanC6 BankBanco do BrasilNubankCaixa Econômica FederalBanco Inter

O Itaú Unibanco informa que está pronto para disponibilizar as ofertas de renegociação aos clientes elegíveis em todos os seus canais — Superapp, WhatsApp (11 4004 1144), site (itau.com.br/renegociacao) e parceiros credenciados de renegociação. O banco ressalta que as ofertas estarão disponíveis aos clientes tão logo sejam finalizadas todas as questões técnicas de conexão com o Fundo Garantidor de Operações (FGO).

As condições de renegociação seguem os parâmetros estabelecidos pelo programa, sendo elegíveis pessoas físicas com renda de até cinco salários mínimos e dívidas de até R$ 15 mil em atraso entre 90 dias e dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos que podem chegar a 90% do valor da dívida, juros de até 1,99% ao mês e prazo de pagamento de até 48 meses.

“O Santander considera positivas iniciativas que favoreçam a saúde financeira da população brasileira e informa que irá aderir ao Novo Desenrola Brasil. O Banco está preparado para iniciar a oferta do serviço aos clientes o mais brevemente possível, dentro das condições definidas pelo Governo. Além disso, possui condições diferenciadas para os clientes que não se enquadram nos critérios do Desenrola 2.0, com taxas e prazos especiais. Os canais de atendimento estão à disposição do público para esclarecimento de eventuais dúvidas."

O Bradesco informa que vai aderir à nova fase do programa de renegociação de dívidas lançado hoje pelo governo federal, o Novo Desenrola Brasil. O banco está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa. Enquanto isso, clientes interessados podem realizar um pré-cadastro, mediante o preenchimento do formulário já disponível no portal https://renegocie.bradesco.com.br

Adicionalmente, o Bradesco disponibilizará um programa com condições próprias de renegociação para os clientes que não se enquadrem no programa do governo, seja por atraso menor ou maior do que o previsto ou por renda superior ao estabelecido como elegível. Com a iniciativa, o banco pretende ampliar os efeitos do processo de alívio do endividamento da população.

O Bradesco também irá habilitar os canais de atendimento telefônico e a rede de agências para oferecer suporte ao programa. Os demais clientes que não estiverem enquadrados no Desenrola 2 terão acesso a ofertas de renegociação disponíveis no mesmo portal.

"O BTG Pactual e o Banco Pan informam que irão aderir ao programa Desenrola 2.0. As instituições acompanham o andamento da medida provisória publicada hoje e a regulamentação do programa, e manterão seus clientes informados sobre prazos, funcionamento e critérios de adesão assim que houver definições adicionais."

O C6 Bank informa que está trabalhando na implementação dos fluxos e procedimentos para viabilizar a renegociação de dívidas por meio do Novo Desenrola Brasil. Quando essa forma de renegociação estiver habilitada, o banco vai comunicar aos clientes elegíveis em seus canais oficiais. A contratação, quando o produto estiver no ar, será feita por meio dos canais oficiais de atendimento do banco – aplicativo oficial do C6 Bank, WhatsApp (11 2832-6049) e telefone (3003-6116 para capitais e regiões metropolitanas e 0800-660-6116 para demais localidades).

Enquanto a conexão com o programa Desenrola não é estabelecida, é possível conferir as condições de renegociação já oferecidas pelo C6 Bank via central de atendimento ou app. No aplicativo, basta digitar “renegociação” no campo “Posso te ajudar”, localizado no topo da tela inicial, e seguir as orientações.

Clientes do Banco do Brasil já podem manifestar interesse em renegociar suas dívidas pelo Desenrola. O Banco do Brasil atuará no Novo Desenrola e aguarda as regulamentações para iniciar a oferta.

De forma antecipada, os clientes já podem verificar se atendem às condições do Programa e manifestar o seu interesse pela renegociação no site do BB (https://www.bb.com.br/site/pra-voce/desenrola-brasil/).

Quando estiverem vigentes, as renegociações poderão ser feitas pelo WhatsApp da instituição (61 4004-0001), no aplicativo, Internet Banking, nos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

“Os compromissos do BB com a educação financeira, a inclusão bancária e o apoio à reorganização financeira das famílias se materializam em mais uma iniciativa do Governo do Brasil, o Desenrola, para o qual estamos oferecendo canais digitais acessíveis e atendimento especializado para apoiar a retomada do equilíbrio financeiro dos nossos clientes”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

O BB oferece ainda condições especiais aos clientes que não estejam contemplados nas características do Programa. A medida é decorrente da campanha realizada em mutirão nacional do setor bancário, no qual o Banco chegou a renegociar R$1,7 bilhão, com mais de 180 mil acordos, em março. A iniciativa reforça o compromisso do Banco do Brasil com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito, além de promover a educação financeira como um dos seus pilares de atuação.

O Nubank confirma sua participação no Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal voltado à renegociação de dívidas bancárias e à reorganização financeira de milhões de brasileiros. Como um dos principais parceiros privados da iniciativa, a instituição oferecerá condições especiais a clientes elegíveis, reforçando sua estratégia de ser o principal aliado na vida financeira das pessoas. As ofertas serão enviadas aos clientes gradualmente pelos canais oficiais.

A jornada de renegociação ocorre integralmente no aplicativo, sem redirecionamento para portais externos. O cliente encontra a oferta personalizada, com o valor atualizado da dívida, o desconto aplicado e as opções de parcelamento, e conclui o acordo em poucos toques.

Em complemento ao Novo Desenrola Brasil, o Nubank lança também uma campanha própria voltada a clientes que não se enquadram nos critérios do programa federal — seja por renda acima do limite estabelecido, seja pelo tipo ou pela data da dívida. A iniciativa também oferece descontos expressivos, conforme análise individualizada de cada caso, e as ofertas são enviadas pelos canais de comunicação oficiais ao cliente.

Clientes que aderirem a qualquer das duas campanhas, além de regularizar a dívida, poderão ter o cartão de crédito reativado, desde que atendam aos critérios internos de elegibilidade e passem por nova análise de crédito.

O modelo de renegociação do Nubank opera com ofertas baseadas na capacidade de pagamento de cada cliente, políticas internas que limitam o crescimento da dívida ao longo do tempo e campanhas recorrentes com descontos e prazos mais longos, acompanhadas de conteúdos educativos sobre organização financeira.

"A CAIXA participará ativamente das medidas do Governo do Brasil para reduzir o endividamento das famílias brasileiras e atuará no Novo Desenrola Brasil. A partir desta terça-feira (5), os clientes da CAIXA já podem procurar os canais do banco, através do telefone Alô CAIXA (4004 0104 para capitais e regiões metropolitanas e 0800 104 0104 nas demais regiões), nas agências, pelo site do banco, e a partir de amanhã pelo WhatsApp CAIXA (0800 104 0104), para manifestar interesse em renegociar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal."

"O Inter participará do programa Desenrola Brasil (2.0), iniciativa que contribui para a organização financeira dos brasileiros e amplia as alternativas de renegociação de dívidas. A instituição aguarda as definições do governo sobre a operacionalização da nova fase e reforça que já disponibiliza, em seus canais, opções de renegociação com condições competitivas para seus clientes."

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