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Petrobras mira autossuficiência em diesel e gasolina até 2031

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 13:47

Carros Petrobras mira autossuficiência em diesel e gasolina até 2031 Presidente da estatal diz que cenário internacional e confiança do mercado abrem espaço para ampliar metas de refino. Por Reuters

A Petrobras pode incluir, em seu próximo plano de negócios para o período de 2027 a 2031, iniciativas para produzir 100% da demanda de diesel e gasolina do Brasil, afirmou nesta terça-feira a presidente da estatal, Magda Chambriard.

Durante uma videoconferência para comentar os resultados trimestrais, Magda Chambriard disse que a empresa está avaliando projetos capazes de ir além da meta atual, que prevê a produção de 85% da demanda brasileira de diesel até 2030.

"Com a guerra, com os resultados alcançados pela companhia e pela confiança que o mercado brasileiro tem na Petrobras, estamos tratando de forma segura e rentável analisar a oportunidade que muito provavelmente virá no nosso próximo plano de negócio de atingir a autossuficiência brasileira em diesel (e gasolina)", disse a executiva.

Ela acrescentou que o governo brasileiro tem reconhecido o papel da Petrobras em fornecer combustíveis a preços acessíveis ao mercado interno.

"Essa parceria da Petrobras com o governo brasileiro tem sido, eu posso afirmar aos senhores, proveitosa para a Petrobras e proveitosa para a sociedade brasileira", disse.

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Petrobras planeja elevar preço da gasolina, mas avalia concorrência com etanol, diz CEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 13:47

Carros Petrobras planeja elevar preço da gasolina, mas avalia concorrência com etanol, diz CEO Empresa estuda reajuste da gasolina e monitora queda do etanol para não perder mercado para o biocombustível, que ficou mais competitivo com o início da safra de cana e a redução dos preços nas bombas. Por Redação g1 — São Paulo

Petrobras avalia aumentar em breve o preço da gasolina vendida às distribuidoras, mas quer evitar que o reajuste reduza sua participação no mercado.

Magda Chambriard afirmou que a decisão está sendo tomada com atenção à concorrência com o etanol, que ficou mais barato com o avanço da safra de cana-de-açúcar.

Com o etanol em queda, motoristas podem optar pelo biocombustível caso a diferença de preços em relação à gasolina se torne mais vantajosa.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse na véspera que a Petrobras precisa reavaliar continuamente os preços diante da alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.

Segundo cálculos da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis citados no texto, a defasagem em relação aos preços internacionais é de cerca de 30% no diesel e 65% na gasolina.

Presidente da Petrobras, Magda Chambriard na refinaria da Petrobras Gabriel Passos (REGAP) — Foto: Washington Alves/Reuters

A Petrobras avalia elevar "já, já" o preço da gasolina vendida às distribuidoras, mas quer ter segurança de que o reajuste não comprometerá sua participação no mercado diante da concorrência com o etanol, afirmou nesta terça-feira (12) a presidente da estatal, Magda Chambriard.

"Nós estamos agora tratando desse aumento de gasolina, mas sempre de olho no nosso 'market share' e na evolução do mercado do etanol", disse a executiva, em videoconferência com analistas de mercado.

Isso porque a preocupação da empresa é evitar que um aumento mais forte da gasolina torne o etanol competitivo para o consumidor, reduzindo as vendas do combustível fóssil nos postos.

"Nós estamos tratando disso, vai acontecer já um aumento de preço da gasolina, mas nós temos que ter certeza que esse mercado almejado continua nosso."

Segundo Chambriard, essa análise se tornou ainda mais importante porque o preço do etanol recuou nos últimos 15 duas, impulsionado pelo avanço da produção e pelo início da safra de cana-de-açúcar.

Com o biocombustível mais barato, muitos motoristas podem optar por abastecer com etanol em vez de gasolina, dependendo da diferença de preços entre os dois combustíveis.

Na véspera, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que, diante da disparada do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio, há uma necessidade da Petrobras reavaliar continuamente os preços dos combustíveis no Brasil.

A declaração foi dada após encontro em Brasília com a presidente da empresa, Magda Chambriard. O governo é o controlador da Petrobras, que também tem ações negociadas na Bolsa de Valores.

Questionado se seria possível a estatal segurar por mais tempo a defasagem de 30% no diesel e de 65% na gasolina em relação aos preços internacionais dos produtos, conforme cálculo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Durigan afirmou que esse é um "tema da Petrobras".

"Eu não discuto isso com a Petrobras. O que eu tenho sentido é que há uma necessidade da Petrobras ir reavaliando esses preços. […] E o que Estado tem que fazer é, na medida em que a gente vê a guerra aumentando o custo no país, aumentando os preços, tem que se preparar, porque o Brasil não quer ser sócio da guerra", declarou o ministro da Fazenda.

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BC comunica vazamento de dados de 46 chaves PIX de clientes da Credifit Sociedade de Crédito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9040,25%Dólar TurismoR$ 5,1010,19%Euro ComercialR$ 5,752-0,16%Euro TurismoR$ 6,000-0,16%B3Ibovespa180.320 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9040,25%Dólar TurismoR$ 5,1010,19%Euro ComercialR$ 5,752-0,16%Euro TurismoR$ 6,000-0,16%B3Ibovespa180.320 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9040,25%Dólar TurismoR$ 5,1010,19%Euro ComercialR$ 5,752-0,16%Euro TurismoR$ 6,000-0,16%B3Ibovespa180.320 pts-0,87%Oferecido por

O Banco Central (BC) informou que ocorreu um incidente segurança com dados pessoais vinculados a chaves PIX de 46 pessoas com conta na Credifit Sociedade de Crédito, em razão de "falhas pontuais em sistemas dessa instituição".

De acordo com comunicado do BC divulgado na última sexta-feira (9), não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

"As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras", acrescentou o Banco Central.

O BC explicou, ainda, que as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

"Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagens, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail", informou o Banco Central.

O Banco Central informou, ainda, que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

Dados pessoais vinculados a chaves PIX de 46 pessoas com conta na Credifit Sociedade de Crédito foram afetados — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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União Europeia veta importações de carne e animais do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 11:56

Agro União Europeia veta importações de carne e animais do Brasil Bloco atualizou, nesta terça-feira (12), a lista de países que cumprem regras contra o uso de antimicrobianos na pecuária, e excluiu o Brasil. Essa lista define quem pode continuar exportando para a UE a partir de 3 de setembro. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A União Europeia (UE) publicou, nesta terça-feira (12), uma atualização da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária, e excluiu o Brasil.

➡️ A lista, validada por países europeus, estabelece quais países poderão continuar exportando carne para a Europa a partir de 3 de setembro, por cumprirem as normas sanitárias europeias.

Segundo a UE, o país foi excluído por não fornecer garantias quanto à não utilização de produtos antimicrobianos na pecuária, destacou a agência de notícias France Presse.

O g1 procurou o Ministério da Agricultura do Brasil, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

A União Europeia é o terceiro maior destino da carne bovina brasileira, depois da China e dos EUA, segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura. Para carnes em geral, o bloco é o segundo mercado, depois da China.

A publicação da lista reflete o desejo da União Europeia de enviar um forte sinal de vigilância, após críticas do setor agrícola e da França pela assinatura de um acordo de livre comércio com os países do Mercosul.

O acordo entrou em vigor em 1º de maio, em caráter provisório, aguardando decisão judicial na Europa sobre sua legalidade.

"Nossos agricultores seguem alguns dos padrões de saúde e antimicrobianos mais rigorosos do mundo. Portanto, é legítimo que os produtos importados estejam sujeitos aos mesmos requisitos. A decisão tomada hoje demonstra que o sistema europeu de controle funciona", afirmou o comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen.

Segundo as normas europeias, o uso de antimicrobianos em animais para promover o crescimento ou aumentar a produção é proibido. Os animais também não podem ser tratados com antimicrobianos reservados para infecções humanas.

Essas medidas fazem parte da política europeia de combate à resistência dos micróbios aos medicamentos e de evitar o uso desnecessário de antibióticos.

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Dona da Tok&Stok e da Mobly pede recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8990,15%Dólar TurismoR$ 5,0980,13%Euro ComercialR$ 5,751-0,19%Euro TurismoR$ 5,998-0,19%B3Ibovespa180.766 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,8990,15%Dólar TurismoR$ 5,0980,13%Euro ComercialR$ 5,751-0,19%Euro TurismoR$ 5,998-0,19%B3Ibovespa180.766 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,8990,15%Dólar TurismoR$ 5,0980,13%Euro ComercialR$ 5,751-0,19%Euro TurismoR$ 5,998-0,19%B3Ibovespa180.766 pts-0,63%Oferecido por

O Grupo Toky, dono das marcas Tok&Stok e Mobly, informou nesta terça-feira (12) que entrou com pedido de recuperação judicial para tentar reorganizar suas dívidas e evitar um agravamento da crise financeira.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

O Grupo Toky também disse que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

O Grupo Toky, dono das marcas Tok&Stok e Mobly, informou nesta terça-feira (12) que entrou com pedido de recuperação judicial para tentar reorganizar suas dívidas e evitar um agravamento da crise financeira. Segundo o processo, a dívida total da companhia é de cerca de R$ 1,1 bilhão.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

O Grupo Toky também disse que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

"Apesar dos esforços empregados pela administração na negociação da reestruturação do endividamento junto aos credores da controlada Tok&Stok, o alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando", afirmou em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

🔎 Recuperação judicial é um processo em que uma empresa com dificuldades financeiras pede proteção à Justiça para renegociar dívidas e evitar a falência, enquanto continua funcionando normalmente.

A companhia afirmou que o objetivo do pedido é preservar as operações, manter os serviços e criar condições para renegociar as obrigações financeiras.

No pedido de recuperação judicial protocolado na Justiça de São Paulo, o Grupo Toky solicitou medidas urgentes para evitar o colapso das operações e garantir a continuidade das atividades, citando "risco de dano irreparável" nas operações da companhia.

Um dos principais pedidos da empresa é a liberação imediata de cerca de R$ 77 milhões em valores de vendas feitas no cartão de crédito que estão retidos pela SRM Bank. Segundo o grupo, o bloqueio desses valores afetou o caixa da empresa e colocou em risco pagamentos básicos, como salários de mais de 2 mil funcionários.A companhia também pediu à Justiça a suspensão, por 180 dias, de cobranças e ações por dívidas enquanto tenta renegociar os débitos com credores (o chamado “stay period”).

Outro ponto do pedido é a manutenção de contratos e serviços considerados essenciais para o funcionamento da empresa.

O grupo quer impedir interrupções em operações de logística, transporte, sistemas digitais, computação em nuvem, energia elétrica e abastecimento de água.

Na petição, o Grupo Toky afirma que enfrenta dificuldades financeiras desde a pandemia de Covid-19, período em que fechou mais de 17 lojas. Segundo a empresa, juros altos, inflação persistente, crédito mais restrito e a queda na compra de bens duráveis, como móveis, agravaram a crise do setor.

Em 2023, a Tok&Stok tentou reorganizar as finanças com a renegociação de cerca de R$ 339 milhões em dívidas bancárias, um acordo de reestruturação tecnológica com a Domus Aurea e um aporte de R$ 100 milhões feito pelos acionistas. Apesar disso, a recuperação não avançou como esperado.

Desde então, o grupo passou a buscar novas formas de reestruturação financeira, incluindo recuperação extrajudicial e, agora, recuperação judicial.

O processo também cita como credores e parceiros instituições financeiras, empresas de tecnologia, logística e concessionárias de serviços essenciais.

O Grupo Toky foi criado em 2024 após a união entre a Mobly e a Tok&Stok, duas marcas tradicionais do setor de móveis e decoração no Brasil.

A fusão deu origem a um dos maiores grupos de varejo de casa e decoração da América Latina, combinando operações físicas e digitais.

A Mobly foi fundada em 2011 por Victor Pereira Noda, Marcelo Rodrigues Marques e Mário Carlos Fernandes Filho, com foco em vendas online de móveis e itens de decoração.

A empresa recebeu investimentos da Rocket Internet e expandiu sua atuação para lojas físicas, contando atualmente com 11 unidades entre megastores, outlets e lojas compactas.

Já a Tok&Stok foi fundada em 1978 pelos franceses Régis e Ghislaine Dubrule. A marca ganhou espaço no mercado brasileiro ao apostar em móveis modernos, modulares e acessíveis, acompanhando o crescimento da classe média urbana e do mercado de apartamentos no país.

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BC aponta R$ 10,6 bilhões em ‘dinheiro esquecido’ em março; bancos devem repassar nesta terça parte dos recursos ao governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

Banco Central informou nesta terça-feira (12) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,57 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

Sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Governo informou que vai usar de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0.

Transferência de recursos ao fundo público (FGO) será realizada pelas instituições financeiras até esta terça-feira (12).

Será lançado um edital de chamamento público para os correntistas prevendo um prazo de 30 dias para que clientes dos bancos possam contestar a transferência realizada.

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (12) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,57 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

R$ 8,13 bilhões são recursos de 45,3 milhões de pessoas físicas;R$ 2,43 bilhões são valores de 5,04 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 14,55 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Dinheiro esquecido: atualizações mensais do BC podem revelar valores na conta de quem não tinha — Foto: Reprodução/TV Globo

No começo deste mês, o governo informou que vai usar de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0 – novo programa de renegociação de dívidas.

Esse dinheiro irá para um fundo público, o FGO, para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, parte do dinheiro desse fundo vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

"Os recursos não reclamados serão utilizados para o FGO garantir operações do próprio sistema financeiro. Haverá segregação de 10% do saldo transferido que ficará disponível para cobrir eventuais pedidos de resgate [pelos correntistas]", informou o governo.

➡️O Ministério da Fazenda argumenta que esses recursos, que hoje estão nas tesourarias das instituições financeiras, "passarão a gerar benefícios para todo o sistema financeiro, em especial para as famílias que renegociarem suas dívidas".

➡️De acordo com portaria publicada na última terça-feira (5), a transferência de recursos ao fundo público (FGO) será realizada pelas instituições financeiras em um prazo de cinco dias úteis, ou seja, até esta terça-feira (12).

➡️O governo também informou que será lançado um edital de chamamento público para os correntistas.

➡️Assim que publicado, o edital irá prever um prazo de 30 dias corridos para que clientes dos bancos possam contestar a transferência realizada pelo governo ao fundo do Desenrola 2.0. Eles deverão apresentar documentação necessária.

"Uma vez realizada a transferência, o Ministério da Fazenda, com apoio do FGO, publicará edital de chamamento público no Diário Oficial da União, que trará link para acesso a sistema de informações, em ambiente restrito e com acesso individualizado, no qual será possível consultar, dentre outros, sobre os montantes transferidos, a instituição responsável, a agência e número da conta", diz o Ministério da Fazenda.

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

💰No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Desde maio do ano passado, o BC informou que é possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores a receber.

Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome", informou o Banco Central, na ocasião.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativadas.A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução dos recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e se proteja de golpes.

Em fevereiro, o Banco Central mudou a verificação de segurança do Sistema Valores a Receber para evitar fraudes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta "gov.br", nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

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IPCA: inflação desacelera para 0,67% em abril, mas alimentos seguem como principal pressão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,67% em abril, segundo dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado mostra uma desaceleração em relação a março, quando os preços haviam avançado 0,88%.

Já na comparação com os últimos 12 meses, a trajetória foi de aceleração: a inflação passou de 4,14% até março para 4,39% em abril. No mesmo mês do ano passado, o IPCA havia registrado variação mensal de 0,43%.

🎯 Mesmo com esse resultado, o índice segue dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, o objetivo é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

O grupo Alimentação e bebidas foi o que mais pressionou a inflação de abril, respondendo sozinho por 0,29 ponto percentual do IPCA. Na sequência, apareceu Saúde e cuidados pessoais, com impacto de 0,16 ponto percentual.

Juntos, os dois grupos concentraram a maior parte da alta dos preços no mês e foram responsáveis por cerca de dois terços (67%) do resultado do índice.

Segundo Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE, a pressão dos alimentos refletiu uma combinação de menor oferta de alguns produtos e aumento nos custos de transporte.

“Os combustíveis sendo mais caros acabam influenciando o preço do frete. E, chegando no transporte, obviamente isso chega para o consumidor final no preço que ele vai pagar lá no balcão.”

Alimentação e bebida: 1,34%;Habitação: 0,63%;Artigos de residência: 0,65%;Vestuário: 0,52%;Transportes: 0,06%;Saúde e cuidados pessoais: 1,16%;Despesas pessoais: 0,35%;Educação: 0,06%;Comunicação: 0,57%.

O grupo Alimentação e bebidas subiu 1,34% em abril e acumula alta de 3,44% nos quatro primeiros meses de 2026, mantendo-se como o principal fator de pressão sobre a inflação no período.

Dentro de casa, os preços dos alimentos consumidos no domicílio avançaram 1,64%. As maiores altas foram registradas em produtos bastante presentes no dia a dia dos brasileiros:

🥕 Cenoura: +26,63%🥛 Leite longa vida: +13,66%🧅 Cebola: +11,76%🍅 Tomate: +6,13%🥩 Carnes: +1,59%

Já a alimentação fora do domicílio — que inclui gastos com restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos semelhantes — teve alta de 0,59% em abril.

Os lanches continuaram subindo, mas em ritmo um pouco menor, passando de 0,89% em março para 0,71% em abril. No caso das refeições, como almoços e jantares, a variação foi de 0,49% para 0,54% no mesmo período.

O grupo Saúde e cuidados pessoais subiu 1,16% em abril, tornando-se o segundo principal fator de pressão sobre a inflação no mês.

No caso dos medicamentos, o avanço dos preços ocorreu após a autorização para reajustes de até 3,81%, em vigor desde 1º de abril.

Já os produtos de higiene pessoal também contribuíram para elevar o índice, com destaque para os perfumes, que registraram a maior alta dentro dessa categoria.

Consumidores estão sentindo no bolso o aumento no preço dos alimentos em supermercados. — Foto: Rede Amazônica

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Dólar abre em alta com mercado de olho em dados de inflação no Brasil e nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

O dólar abre esta terça-feira (12) em alta de 0,21%, cotado a R$ 4,9018 por volta das 9h08, com investidores atentos aos dados de inflação ao consumidor de abril no Brasil e nos Estados Unidos. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa o pregão às 10h.

▶️ O IBGE divulgou os dados da inflação oficial do Brasil referentes a abril. O índice desacelerou para 0,67% no mês, mas os alimentos continuam sendo a principal pressão sobre os preços ao consumidor. (veja mais abaixo)

▶️Já nos EUA, o governo divulga os números da inflação ao consumidor de abril. Os dados são acompanhados pelo mercado porque podem influenciar decisões sobre juros no país.

▶️Os investidores também devem repercutir o balanço financeiro da Petrobras. O resultado, divulgado na segunda (10), ainda reflete apenas parte da alta do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio.

▶️E a guerra no Oriente Médio segue elevando a tensão entre Irã, Israel e os EUA. Teerã pediu o fim do conflito e garantias contra novos ataques, enquanto o presidente Donald Trump classificou a resposta iraniana como “inaceitável” antes de viajar para a China para se reunir com Xi Jinping.

A inflação oficial do Brasil desacelerou em abril, mas os alimentos continuam pesando no bolso do consumidor. O índice ficou em 0,67% no mês, abaixo dos 0,88% registrados em março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Os maiores aumentos vieram dos grupos de alimentação e bebidas, que subiu 1,34%, e saúde e cuidados pessoais, com alta de 1,16%. Juntos, eles responderam por cerca de 67% da inflação de abril.

Entre os outros grupos, habitação avançou 0,63%, vestuário 0,52% e transportes teve alta mais leve, de 0,06%.

A Petrobras teve lucro de R$ 32,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

A alta do preço do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, ajudou os resultados da empresa.

A petroleira também aumentou a produção de petróleo e as vendas de combustíveis, como diesel e gasolina.

💰Além disso, a estatal aprovou o pagamento de R$ 9 bilhões em dividendos aos acionistas, o equivalente a R$ 0,70 por ação.

As chances de um cessar-fogo entre Irã e os EUA diminuíram após Donald Trump afirmar que a trégua está “respirando por aparelhos”.

O Irã rejeitou a proposta americana para encerrar o conflito e exigiu o fim da guerra, compensações pelos danos e o fim do bloqueio naval dos EUA.

🔎A tensão também elevou o preço do petróleo: o barril do Brent ultrapassou US$ 107 com o temor de interrupções no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.

Autoridades iranianas mantiveram o tom duro e afirmaram que o país pode ampliar seu programa nuclear caso volte a ser atacado.

Enquanto isso, os EUA anunciaram novas sanções contra empresas e pessoas acusadas de ajudar o Irã a vender petróleo para a China.

Trump deve chegar à China nesta quarta-feira (13) para se reunir com Xi Jinping, e a crise no Oriente Médio deve estar entre os temas discutidos

As bolsas da Ásia fecharam mistas nesta terça-feira, com investidores atentos ao encontro entre Donald Trump e Xi Jinping nesta semana.

Na China, os índices recuaram após fortes altas recentes: Xangai caiu 0,25% e Hong Kong perdeu 0,22%. Já o Japão avançou 0,52%. A maior queda foi na Coreia do Sul, onde o índice Kospi recuou 2,29%.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato no mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 10:07

Agro Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato no mês Cenoura, leite longa, cebola, tomate e carnes foram destaque de alta. Entre as principais quedas, estão o café e o frango. Por Paula Salati, Janize Colaço, g1 — São Paulo

A alta de 1,34% no preço dos alimentos em abril foi o maior impacto na inflação do mês, que subiu 0,67% em relação a março, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira (12).

Apesar disso, o ritmo de aumento do preço dos alimentos desacelerou em relação a março, quando o grupo havia registrado alta de 1,56%.

⬆️ A inflação dos alimentos consumidos em casa subiu 1,64% e foi a que mais impactou índice em abril. A alta foi impulsionada pelos aumentos da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%).

⬇️ Por outro lado, o café moído (-2,30%) e o frango em pedaços (-2,14%) registraram algumas das principais quedas do mês.

Já a alimentação fora de casa subiu menos, com alta de 0,59%. O preço do lanche desacelerou, passando de 0,89% em março para 0,71% em abril. Já a refeição teve leve aceleração, de 0,49% para 0,54% no mesmo período.

☕A tendência é que o preço do café continue desacelerando ao longo deste ano, diante da expectativa de uma colheita maior no Brasil. Segundo economistas ouvidos pelo g1 em abril, o aumento da produção vai ajudar a aliviar os preços, mas dificilmente o produto voltará ao patamar de seis anos atrás.

A seguir, veja as principais altas e quedas nos preços dos alimentos em abril, em relação a março.

Cenoura: 26,63%Morango: 17,35%Pimentão: 14,1%Melancia: 13,77%Leite longa vida: 13,66%Cebola: 11,76%Melão: 10,38%Repolho: 10,32%Pepino: 8,11%Peixe-anchova: 7,15%Açaí (emulsão): 6,95%Peixe-serra: 6,93%Peito: 6,89%Peixe-cavala: 6,88%Coentro: 6,78%Batata-inglesa: 6,57%Manga: 6,3%Tomate: 6,13%Laranja-baía: 5,28%Uva: 4,44%

Laranja-lima: -7,96%Banana-maçã: -7,85%Abobrinha: -7,36%Inhame: -6,53%Peixe-aruanã: -6,22%Maracujá: -5,36%Peixe-filhote: -3,72%Leite de coco: -3,57%Abacate: -3,56%Maçã: -3,25%Peixe-cação: -2,35%Café moído: -2,3%Mamão: -2,24%Frango em pedaços: -2,14%Doce de frutas em pasta: -2,06%Banana-d'água: -2,01%Carne de porco: -1,93%Peixe-pintado: -1,85%Peixe-sardinha: -1,79%Mandioca (aipim): -1,62%

No mês, a inflação subiu 0,67%, uma desaceleração em relação a março, quando os preços haviam avançado 0,88%.

Já na comparação com os últimos 12 meses, a trajetória foi de aceleração: a inflação passou de 4,14% até março para 4,39% em abril. No mesmo mês do ano passado, o IPCA havia registrado variação mensal de 0,43%.

🎯 Mesmo com esse resultado, o índice segue dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, o objetivo é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

O grupo Alimentação e bebidas foi o que mais pressionou a inflação de abril, respondendo sozinho por 0,29 ponto percentual do IPCA. Na sequência, apareceu Saúde e cuidados pessoais, com impacto de 0,16 ponto percentual.

Juntos, os dois grupos concentraram a maior parte da alta dos preços no mês e foram responsáveis por cerca de 67% do resultado do mês.

Alimentação e bebida: 1,34%;Habitação: 0,63%;Artigos de residência: 0,65%;Vestuário: 0,52%;Transportes: 0,06%;Saúde e cuidados pessoais: 1,16%;Despesas pessoais: 0,35%;Educação: 0,06%;Comunicação: 0,57%.

Segundo Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE, a alta dos alimentos em abril foi influenciada por dois fatores principais: a menor oferta de alguns produtos e o aumento do custo do transporte.

Produtos como cenoura, cebola e tomate tiveram oferta mais limitada, o que ajudou a elevar os preços. Ao mesmo tempo, a alta de +1,80% dos combustíveis pode ter encarecido o frete, já que grande parte da produção agrícola é transportada por caminhões movidos a diesel, que subiu 4,46%.

“Os combustíveis sendo mais caros acabam influenciando o preço do frete. E, chegando no transporte, obviamente isso chega para o consumidor final no preço que ele vai pagar lá no balcão."

Por outro lado, alguns itens ajudaram a reduzir a pressão sobre a inflação, como maçã, café moído e frango em pedaços. No caso da maçã, Gonçalves explicou que a queda de preços foi favorecida pelo aumento da oferta, impulsionado pelo avanço da colheita.

Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato — Foto: Celso Tavares/g1

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Há 29 minutos Blog do Valdo Cruz Asfixia financeira, reforço de prisões e mais: o plano do governo contra facçõesHá 29 minutosPF faz operação contra facções criminosas e tenta prender 71 suspeitosHá 29 minutosEleições 2026Lula e Flávio ainda não têm palanque em MG, estado decisivo para eleições

Há 3 horas Eleições 2026 Datafolha divulga na sexta pesquisa da corrida para presidenteHá 3 horasO ASSUNTO: a guerra política em torno da dosimetriaHá 3 horasPrevisão do tempo 🥶❄️Frio segue forte até amanhã, e nova frente fria avança no fim da semana

Há 10 horas Meio Ambiente Rio tem madrugada gelada; ondas fecham avenida no LeblonHá 10 horasEmergência de saúdeOMS confirma 11 casos de hantavírus e descarta maior disseminação

Há 25 minutos Saúde Hospital na Holanda isola funcionários após contato com passageirosHá 25 minutosPaíses devem seguir suas ‘diretrizes’ para conter a doença, diz OMSHá 25 minutosMaior pesquisa genômica do BrasilCâncer no DNA? Estudo acha mutação hereditária em 1 a cada 10 pacientes

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Projeto pretende autorizar uso do FGTS para comprar armas; texto será analisado em comissão de segurança da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 08:50

Política Projeto pretende autorizar uso do FGTS para comprar armas; texto será analisado em comissão de segurança da Câmara Projeto de autoria de deputado do PL ainda deve passar por outras comissões antes de ir ao plenário da Câmara. Por Redação g1

Projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende autorizar trabalhadores a usar recursos do FGTS para comprar armas de fogo.

A proposta de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS) deve ser analisada nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Segurança Pública da Casa.

O texto prevê que o saque possa ser feito uma vez por ano, na data de aniversário do trabalhador – ou no dia útil subsequente – mediante apresentação de autorização válida para compra da arma e comprovante de regularidade nos sistemas de controle da Polícia Federal ou do Exército.

Segundo o projeto, o dinheiro poderá ser usado para adquirir a arma, munições e acessórios considerados essenciais para armazenamento seguro.

O autor do projeto argumenta que o alto custo para aquisição de armas legalizadas dificulta o acesso da população de baixa renda.

Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende autorizar trabalhadores a usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar armas de fogo.

A proposta de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS) deve ser analisada nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Segurança Pública da Casa. A relatoria do projeto é do deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e o parecer é a favor da proposta.

O texto prevê que o saque possa ser feito uma vez por ano, na data de aniversário do trabalhador – ou no dia útil subsequente – mediante apresentação de autorização válida para compra da arma e comprovante de regularidade nos sistemas de controle da Polícia Federal ou do Exército.

➡️ A proposta não amplia as regras do saque-aniversário (entenda mais abaixo), mas cria uma mobilidade de saque que usa a data do aniversário do trabalhador como referência para a nova lei.

Projeto de Lei quer permitir usar o saldo do FGTS para comprar armas e munições. — Foto: Adobe Stock

Segundo o projeto, o dinheiro poderá ser usado para adquirir a arma, munições e acessórios considerados essenciais para armazenamento seguro.

A proposta também estabelece que o trabalhador precisará cumprir todas as exigências previstas na legislação atual, como comprovação de capacidade técnica e psicológica, além da ausência de antecedentes criminais.

O autor do projeto argumenta que o alto custo para aquisição de armas legalizadas dificulta o acesso da população de baixa renda.

O FGTS foi criado para proteger o trabalhador em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, doenças graves e compra da casa própria.

Críticos da proposta questionam o uso do fundo para aquisição de armamentos e defendem que os recursos mantenham a finalidade original de proteção social.

Se aprovado na Comissão de Segurança Pública, o texto ainda precisará passar por outras comissões da Câmara e pelo plenário, antes de seguir para análise do Senado.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito do trabalhador com carteira assinada e só pode ser sacado mediante condições específicas, como compra da casa própria ou na aposentadoria.

Enquanto ele não é retirado pelo trabalhador, fica depositado na Caixa Econômica Federal, com rendimento geralmente abaixo da poupança, e é usado em programas de habitação, por exemplo.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. Assim, o trabalhador pode ter mais de uma conta de FGTS, incluindo a do emprego atual e dos anteriores.

Até o dia 7 de cada mês, os empregadores devem depositar em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. Quando a data não cair em dia útil, o recolhimento deve ser antecipado.

Para os contratos de trabalho de aprendizagem, o percentual é reduzido para 2%. No caso de trabalhador doméstico, o recolhimento é correspondente a 11,2%, sendo 8% a título de depósito mensal e 3,2% a título de antecipação do recolhimento rescisório.

O FGTS é pago sobre salários, abonos, adicionais, gorjetas, aviso prévio, comissões e 13º salário.

Esses depósitos mensais pertencem aos empregados que, em situações específicas (veja mais abaixo), podem sacar o total. O fundo não acarreta desconto no salário, pois se trata de uma obrigação do empregador.

Trabalhadores regidos pela CLT, trabalhadores rurais, empregados domésticos, temporários, avulsos, safreiros (operários rurais que trabalham apenas no período de colheita) e atletas profissionais.

Uma conta do FGTS fica inativa quando deixa de receber depósitos da empresa devido à extinção ou rescisão do contrato de trabalho. No entanto, o trabalhador poderá sacar esse dinheiro desde que esteja nas condições de retirada ou quando o governo autorizar o saque, como ocorreu em 2017.

Todo dia 10 as contas do FGTS recebem atualização monetária mensal (com base nos parâmetros fixados para atualização dos saldos dos depósitos de poupança, que é a Taxa Referencial) e juros de 3% ao ano.

Além disso, desde 2016, há a distribuição do lucro do FGTS para os trabalhadores. O percentual de distribuição é de 50% do lucro líquido do exercício anterior. Os valores creditados nas contas dos trabalhadores são proporcionais ao saldo da conta vinculada apurada no dia 31 de dezembro do ano anterior. Ou seja, mesmo que o dinheiro já tenha sido sacado, o valor será creditado nesta mesma conta.

Além da correção pela Taxa Referencial (TR) e juros de 3% ao ano, o FGTS também distribui parte do lucro anual do fundo aos trabalhadores, conforme decisão do Conselho Curador. O resultado distribuído não conta para o pagamento da multa rescisória de 40%.

Quando o trabalhador é demitido sem justa causa, ele tem direito a receber o saldo do FGTS que foi depositado pelo empregador durante a vigência do contrato de trabalho mais a multa rescisória de 40% em cima desse valor total.

Mesmo que uma parte do dinheiro do FGTS seja sacada, independente da razão, os 40% são calculados em cima do total que a empresa depositou ao longo do contrato de trabalho, e não sobre o valor que restou após o saque realizado.

Quem é demitido por justa causa não tem direito ao saque do FGTS nem à multa dos 40%. Ele deve se enquadrar nas situações que permitem o saque (veja abaixo). Da mesma forma, quem pede demissão também não tem direito ao saque do FGTS nem à multa – também deve obedecer às hipóteses que autorizam o saque.

A reforma trabalhista criou a possibilidade da demissão por comum acordo, que dá direito ao trabalhador de sacar 80% do que foi depositado de FGTS e a 20% da multa rescisória sobre o valor total (e não sobre os 80%). Os 20% que não forem sacados poderão ser retirados dentro das regras gerais de saques do fundo.

Na demissão sem justa causa;No término do contrato por prazo determinado;Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou decretação de nulidade do contrato de trabalho;Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;Na rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo da conta do FGTS;Na aposentadoria;No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do governo federal;Na suspensão do trabalho avulso por prazo igual ou superior a 90 dias;No falecimento do trabalhador;Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos;Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;Quando o trabalhador ou seu dependente estiver com câncer;Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave;Quando o trabalhador permanecer por 3 anos ininterruptos fora do regime do FGTS (sem emprego com carteira assinada), com afastamento a partir de 14/07/1990, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta;Quando a conta vinculada permanecer por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos e o afastamento do trabalhador ter ocorrido até 13/07/1990;Para aquisição da casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional concedido no âmbito do SFH – nesse caso, é preciso ter 3 anos sob o regime do FGTS; não ser titular de outro financiamento no âmbito do SFH; não ser proprietário de outro imóvel;Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio.

Criado em 2019, o saque-aniversário permite ao trabalhador retirar, uma vez por ano, parte do saldo disponível em suas contas do fundo no mês de nascimento. A adesão é opcional .

Já no saque-aniversário, o trabalhador passa a ter direito a retiradas anuais de parte do saldo do fundo, mas abre mão do saque integral em caso de demissão sem justa causa. Nessa situação, ele poderá sacar apenas a multa rescisória, sem acesso ao restante do dinheiro depositado na conta do FGTS. O saldo continua disponível apenas em situações previstas em lei, como aposentadoria, compra da casa própria ou doenças graves.

A mudança para o saque-aniversário pode ser feita pelo aplicativo do FGTS ou em agências da Caixa Econômica Federal. Segundo a Caixa, a primeira adesão tem efeito imediato. Porém, caso o trabalhador decida voltar ao saque-rescisão, a alteração não ocorre automaticamente.

Pelas regras atuais, o retorno ao modelo tradicional só passa a valer no primeiro dia do 25º mês após o pedido de mudança, desde que não exista operação de antecipação do saque-aniversário contratada. Esse período é chamado de carência e vale para qualquer nova alteração de modalidade após a primeira adesão.

A opção escolhida pelo trabalhador vale para todos os contratos de trabalho vinculados ao FGTS. Isso significa que, mesmo em caso de novo emprego, o trabalhador continua na modalidade de saque-aniversário até solicitar a mudança e cumprir o prazo de carência previsto em lei.

Enquanto o dinheiro não é sacado pelo trabalhador, ele é usado pelo governo para financiar projetos de habitação popular, infraestrutura e saneamento básico.

O FGTS é uma espécie de poupança forçada que o empregador faz para o trabalhador. Por isso, é importante que o saldo seja monitorado para verificar se os depósitos estão sendo efetuados.

A consulta ao saldo pode ser feita pessoalmente, no balcão de atendimento de agências da Caixa, no site da Caixa ou pelo aplicativo FGTS. Há ainda a opção de receber os extratos pelos Correios, por e-mail ou por SMS – clique aqui para ver todas as opções.

Ao descobrir que o dinheiro não foi depositado, o trabalhador pode entrar em contato com a empresa e cobrar o depósito dos valores atrasados.Se não houver acordo, ele pode buscar auxílio nas Superintendências Regionais do Trabalho (antigas DRTs), agências ou gerências do Ministério do Trabalho ou ainda no sindicato da sua categoria para formalizar denúncia, que pode ser anônima. A rede de atendimento está disponível no site do Ministério do Trabalho. Os documentos necessários são apenas carteira de trabalho, número do PIS e o extrato da conta vinculada do FGTS.O trabalhador também pode fazer uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) ou ingressar com reclamação na Justiça do Trabalho.Na Justiça do Trabalho, o trabalhador pode entrar com uma ação até dois anos após o desligamento da empresa. E ele pode cobrar até cinco anos de FGTS não depositado.Já a denúncia ao Ministério do Trabalho pode ser feita mesmo após esse período do desligamento, pois a fiscalização trabalhista pode cobrar o FGTS irregular a qualquer tempo, não se restringindo ao prazo prescricional da Justiça do Trabalho.Nos casos em que a empresa não existe mais, o trabalhador também pode ingressar com uma ação na Justiça do Trabalho e requerer o pagamento do FGTS devido.

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