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Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 60 milhões; veja números do concurso 3.007

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 60 milhões; veja números do concurso 3.007 O prêmio para o ganhador da edição desta terça-feira (12) é de R$ 50.2 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.007 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (12), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 50.2 milhões. Ninguém levou a faixa principal, e o prêmio acumulou para R$ 60 milhões.

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Escala 6×1: Durigan diz que é ‘radicalmente contra’ compensar empresas em caso de redução de jornada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que é "radicalmente contra" compensar o setor produtivo caso prospere alguma das proposições no Congresso que preveem o fim da escala 6×1. Para ele, "a titularidade da hora do trabalho não é do empregador".

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência na comissão especial da Câmara dos Deputados — Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

"A gente tem tratado da 6×1, com redução de horas trabalhadas na semana, sem redução de salário, e muita gente fala em indenização, em compensação. Eu sou radicalmente contra isso”, afirmou Durigan, que participa de audiência na Câmara dos Deputados sobre o tema.

“Não cabe indenização. Quando a gente reconhece ganhos geracionais, isso não é só Brasil que faz, isso é um debate mundial, outros países fazem, fazem melhor que a gente e fizeram há muitos anos e não coube indenização para quem não é o titular da hora de trabalho”, argumentou o ministro.

uma proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎 Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O termo é utilizado para se referir ao programa Remessa Conforme, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula.

Medida não muda regras do ICMS, imposto estadual que também é cobrado nessas compras. Em abril, dez estados elevaram a alíquota do ICMS para essas compras de 17% para 20%.

Governo anuncia fim da taxa das blusinhas; compras internacionais de até U$ 50 deixam de pagar imposto federal

O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. O termo é utilizado para se referir ao imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, cobrado através do programa Remessa Conforme.

A mudança, feita a menos de cinco meses das eleições, será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e regulamentada por uma portaria do Ministério da Fazenda, a serem publicadas no "Diário Oficial da União" (DOU).

O governo afirmou que a medida passa a valer após a publicação das novas regras no DOU. A expectativa da Casa Civil da Presidência da República é que isso ocorra ainda nesta terça-feira (12).

A medida não muda regras do ICMS, um imposto estadual que também é cobrado nessas compras. Em abril, dez estados elevaram a alíquota do ICMS para essas compras de 17% para 20%.

"Temos a satisfação de anunciar que foi zerado a tributação sobre a importação, a famosas taxa das blusinhas. Ela foi zerada a partir de hoje. Presidente,todas as compras até US$50 para pessoas físicas estão com tributo zerado. Então, é um avanço importante", afirmou a ministra Miriam Belchior.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em imposto de importação com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal.

Isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,43 bilhão. Também representa novo recorde para janeiro a abril.

➡️ Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

Além do imposto de importação, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado.

➡️ À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

➡️ Na última semana, entretanto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da chamada "taxa das blusinhas" estava em discussão dentro do governo.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa Remessa Conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

➡️ Controversa, a "taxa das blusinhas" é reprovada por parte dos consumidores brasileiros principalmente por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentam que turistas de viagens internacionais têm vantagem ao não recolher o tributo.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse que a medida é um "grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional".

"Ao abrir mão da tributação das plataformas estrangeiras, o governo escolhe penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam, investem e sustentam a arrecadação do país. É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que "a medida enfraquece a indústria nacional e amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A cobrança do imposto também causou impacto nos Correios. A participação das receitas com a distribuição de encomendas internacionais nas contas dos Correios caiu de 22% em 2023 para 7,8% em 2025, segundo as demonstrações financeiras da estatal.

A queda está relacionada à criação do programa Remessa Conforme, do Ministério da Fazenda, que encerrou o monopólio dos Correios na distribuição de encomendas internacionais no Brasil e reduziu a receita da empresa nos últimos dois anos.

Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões para 2023.

Em 2025 o valor caiu para R$ 1,3 bilhão, com uma redução de R$ 2,6 bilhões em relação ao ano anterior.

Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa "Remessa Conforme" escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.

"A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade", afirmou o documento assinado pela diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

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O que é a ‘taxa das blusinhas’, que Lula cancelou após quase dois anos?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O termo é utilizado para se referir ao programa Remessa Conforme, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional e sancionada por Lula.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (12) o fim da chamada taxa das blusinhas. A medida passa a valer na quarta-feira (12).

➡️ A "taxa das blusinhas", termo usado para se referir ao programa Remessa Conforme, é uma alíquota de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50 — a cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional.

A partir de quarta as compras até este valor não pagarão imposto, de acordo com o Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. A mudança foi realizada em uma Medida Provisória (MP) que será publicada no "Diário Oficial da União".

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional e sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em imposto de importação com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal.

Isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,43 bilhão. Também representa novo recorde para janeiro a abril.

➡️ Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

Além do imposto de importação, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️ À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

➡️ Na última semana, entretanto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da chamada "taxa das blusinhas" está em discussão dentro do governo.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa Remessa Conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

➡️ Controversa, a "taxa das blusinhas" é reprovada por parte dos consumidores brasileiros principalmente por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentam que turistas de viagens internacionais têm vantagem ao não recolher o tributo.

Há 26 minutos Política Mascote Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas Há 26 minutosTrânsitoSenado aprova renovação simplificada da CNH para bons condutores, mas com exame médico obrigatório

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Há 4 horas Mundo Alimentos de origem animalGoverno fala em ‘surpresa’ e diz que tentará reverter veto da UE à carne

Há 2 horas Agronegócios Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões por anoHá 2 horasBovinos, aves, mel… Veja os produtos que podem ser afetados por veto

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Governo recebe com ‘surpresa’ veto a carnes brasileiras pela UE e tentará reverter decisão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 17:05

Agro Governo recebe com 'surpresa' veto a carnes brasileiras pela UE e tentará reverter decisão Bloco removeu o país de lista daqueles que cumprem regras contra o uso de antimicrobianos na pecuária. Essa lista define quem pode continuar exportando para a UE a partir de 3 de setembro. Por Redação g1

O governo brasileiro disse que recebeu com "surpresa" a retirada do Brasil da lista de países que podem exportar carnes e produtos de origem animal para a União Europeia.

Em nota conjunta, os Ministérios da Agricultura, do Comércio Exterior e das Relações Exteriores disseram que vão tentar reverter a decisão.

A lista define quais países cumprem as normas sanitárias do bloco e poderão continuar exportando carne e outros produtos de origem animal para a Europa a partir de 3 de setembro.

O chefe da Delegação do Brasil junto à União Europeia realizará uma reunião com as autoridades sanitárias da União Europeia na quarta-feira (13), para discutir o assunto, informou a nota.

Segundo a UE, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária, informou a agência de notícias France Presse.

O governo disse que recebeu com "surpresa" a retirada do Brasil da lista de países que podem exportar carnes e produtos de origem animal para a União Europeia. Em nota conjunta, os Ministérios da Agricultura, do Comércio Exterior e das Relações Exteriores disseram que vão tentar reverter a decisão.

"O Governo do Brasil tomará prontamente todas as medidas necessárias para reverter essa decisão, voltar à lista de países autorizados, e garantir o fluxo de vendas desses produtos para o mercado europeu, para o qual exporta há 40 anos", diz o comunicado.

➡️ A lista define quais países cumprem as normas sanitárias do bloco e poderão continuar exportando carne e outros produtos de origem animal para a Europa a partir de 3 de setembro.

O chefe da Delegação do Brasil junto à União Europeia realizará uma reunião com as autoridades sanitárias da União Europeia na quarta-feira (13), para discutir o assunto, informou a nota.

Segundo a UE, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária, informou a agência de notícias France Presse. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, seguem autorizados.

➡️ Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.

O governo brasileiro afirma que o país possui um "sistema sanitário robusto e de qualidade internacional reconhecida".

Em entrevista à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, confirmou que o Brasil não está na lista e poderá deixar "de exportar para a UE mercadorias como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e invólucros".

A lista foi publicada nessa terça-feira (12), mas passará a ter efeito legal quando a UE publicá-la em seu diário oficial.

De acordo com a porta-voz da UE, para voltar à lista, "o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados".

"Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações", afirmou, acrescentando que o bloco vem colaborando com as autoridades brasileiras sobre o tema.

Na lista de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel.

A União Europeia proíbe os antimicrobianos que são utilizados também para crescimento dos animais, explica Leonardo Munhoz, pesquisador do Centro de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em abril, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria que proíbe a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns antimicrobianos usados como melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina.

Para voltar à lista da UE, o Brasil tem dois caminhos: restringir legalmente o uso dos demais medicamentos mencionados ou garantir que a carne exportada não contenha essas substâncias.

A segunda opção não é fácil de aplicar, pois depende da rastreabilidade do produto, é mais demorada e custosa, aponta Munhoz.

Assim que for comprovado que a pecuária brasileira não usa esses antimicrobianos, o país poderá voltar a exportar, mesmo que isso ocorra após setembro.

"Gera preocupação relevante para o agro porque a União Europeia é um mercado estratégico para proteínas animais e porque essas exigências podem impactar rastreabilidade, certificação sanitária e compliance exportador", afirma o pesquisador.

A União Europeia é o terceiro maior destino da carne bovina brasileira em valor exportado, depois de China e Estados Unidos, segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura. Para carnes em geral, o bloco é o segundo maior mercado, atrás da China.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) disse que o Brasil segue "plenamente habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu" e que "o eventual impedimento às exportações somente ocorrerá caso as garantias e adequações requeridas pelas autoridades europeias não sejam apresentadas até a data estabelecida".

"O setor privado tem trabalhado em parceria com o Ministério da Agricultura na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias […]. Há, inclusive, previsão de missão europeia ao Brasil no segundo semestre para avanço e conclusão desse processo técnico."

"A carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios dos principais mercados internacionais, com rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente. Atualmente, o Brasil exporta para mais de 170 países, sustentado por um dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo", destacou a entidade.

Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse que, com o apoio do governo, "prestará todos os esclarecimentos necessários à União Europeia"

"É importante enfatizar: o Brasil cumpre integralmente todos os requisitos da União Europeia, inclusive no que tange aos regulamentos sobre antimicrobianos. É o que o Brasil demonstrará às autoridades sanitárias europeias."

"O setor brasileiro reforça que o país possui estruturas sanitárias e de controle produtivo robustas, com rígidos protocolos de rastreabilidade, monitoramento veterinário e uso responsável de medicamentos, em linha com referências internacionais de saúde animal e segurança dos alimentos", destacou a ABPA.

O presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Renato Azevedo, afirmou ao g1 que a notícia "pegou de surpresa" o setor. "Entendo que isso é algo político, visto que há uma grande pressão dos europeus para barrar produtos brasileiros depois do acordo do Mercosul", afirmou.

"Para o mel, é totalmente descabido falar em risco de uso excessivo de antibióticos, considerando que o Brasil é o principal produtor de mel orgânico do mundo", destacou Azevedo.

A Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abepesca), por sua vez, diz que não exporta para UE desde 2016.

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Veto da UE à carne do Brasil: veja perguntas e respostas sobre a decisão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 15:58

Agro Veto da UE à carne do Brasil: veja perguntas e respostas sobre a decisão Bloco atualizou, nesta terça-feira (12), a lista de países que cumprem regras contra o uso de antimicrobianos na pecuária, e excluiu o Brasil. Essa lista define quem pode continuar exportando para a UE a partir de 3 de setembro. Por Paula Salati, Vivian Souza, g1 — São Paulo

A União Europeia excluiu, nesta terça-feira (12), o Brasil da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária.

➡️ A lista define quais países cumprem as normas sanitárias do bloco e poderão continuar exportando carne e outros produtos de origem animal para a Europa, a partir de 3 de setembro.

Entenda abaixo o que mudou, quais produtos podem ser impactados, o que dizem o governo e os setores envolvidos e como o Brasil pode tentar reverter a situação.

Segundo a União Europeia, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, seguem autorizados.

Segundo a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, o Brasil poderá deixar de exportar para a UE mercadorias como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e invólucros.

Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.

Segundo Leonardo Munhoz, doutor em direito agroambiental e advogado no VBSO, a União Europeia proíbe antimicrobianos que também são utilizados para crescimento dos animais. São eles:

Segundo a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, o Brasil precisa garantir o cumprimento das regras da União Europeia sobre o uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados.

Ela afirmou que, assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações.

restringir legalmente o uso dos demais antimicrobianos mencionados pela UE;ou garantir que a carne exportada não contenha essas substâncias.

Em abril, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria que proíbe a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns antimicrobianos usados como melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina.

O pesquisador afirma que a segunda opção é mais difícil de aplicar porque depende da rastreabilidade do produto, além de ser mais demorada e custosa.

Segundo ele, assim que for comprovado que a pecuária brasileira não usa esses antimicrobianos, o país poderá voltar a exportar, mesmo que isso ocorra depois de setembro.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) disse que o Brasil segue "plenamente habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu" e que "o eventual impedimento às exportações somente ocorrerá caso as garantias e adequações requeridas pelas autoridades europeias não sejam apresentadas até a data estabelecida".

"O setor privado tem trabalhado em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias […]. Há, inclusive, previsão de missão europeia ao Brasil no segundo semestre para avanço e conclusão desse processo técnico."

"A carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios dos principais mercados internacionais, com rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente. Atualmente, o Brasil exporta para mais de 170 países, sustentado por um dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo", destacou a entidade.

Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse que, com o apoio do governo, "prestará todos os esclarecimentos necessários à União Europeia"

"É importante enfatizar: o Brasil cumpre integralmente todos os requisitos da União Europeia, inclusive no que tange aos regulamentos sobre antimicrobianos. É o que o Brasil demonstrará às autoridades sanitárias europeias."

"O setor brasileiro reforça que o país possui estruturas sanitárias e de controle produtivo robustas, com rígidos protocolos de rastreabilidade, monitoramento veterinário e uso responsável de medicamentos, em linha com referências internacionais de saúde animal e segurança dos alimentos", destacou a ABPA.

O presidente da Abemel, Renato Azevedo, disse que a notícia “pegou de surpresa” o setor. Ele afirmou entender que a decisão tem caráter político, diante da pressão dos europeus para barrar produtos brasileiros depois do acordo do Mercosul.

A publicação da lista ocorre 12 dias após a assinatura de um acordo de livre comércio com os países do Mercosul, que é duramente criticado por agricultores e ambientalistas europeus, especialmente na França.

Mas, segundo Leonardo Munhoz, o veto não não tem relação com o acordo. Ele afirma que a lista é uma regulamentação sanitária, ou seja, uma exigência que qualquer país pode adotar para garantir a segurança dos alimentos consumidos pela população.

Segundo dados do Agrostat citados no texto, a União Europeia é o terceiro maior destino da carne bovina brasileira em valor exportado, depois de China e Estados Unidos. Para carnes em geral, o bloco é o segundo maior mercado, atrás da China.

Segundo a UE, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária, informou a agência de notícias France Presse. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, seguem autorizados.

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Sem União Europeia, Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões em carnes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 15:58

Agro Sem União Europeia, Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões em carnes Bloco é o segundo maior mercado para carnes brasileiras em valor, atrás apenas da China, segundo o Ministério da Agricultura. País foi excluído de lista da UE por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária. Por Redação g1, Vivian Souza, g1 — São Paulo

A União Europeia (UE) publicou, nesta terça-feira (12), uma atualização da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária e excluiu o Brasil.

➡️ A lista define quais países cumprem as normas sanitárias do bloco e poderão continuar exportando carne e outros produtos de origem animal para a Europa a partir de 3 de setembro.

Segundo a UE, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária, informou a agência de notícias France Presse.

A União Europeia é o segundo maior mercado para carnes brasileiras em valor, atrás apenas da China, segundo dados da Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura.

➡️ Considerando apenas a carne bovina, o Brasil arrecadou US$ 1,048 bilhão com o bloco, com um total de 128 mil toneladas exportadas. O produto é o mais relevante da categoria nas vendas aos europeus em valor e representa o terceiro maior destino da carne bovina brasileira, atrás de China e Estados Unidos.➡️ A comercialização de carne de frango para a União Europeia, em 2025, atingiu US$ 762 milhões e 230 mil toneladas.➡️ Outros produtos também devem ser impactados. O mel somou US$ 6 milhões em exportações, com volume de mil toneladas.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil não exporta carne suína para a União Europeia.

A União Europeia proíbe o uso de antimicrobianos na pecuária. Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.

Em entrevista à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, confirmou que o Brasil não está na lista e poderá deixar "de exportar para a UE mercadorias como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e invólucros".

De acordo com a porta-voz da UE, para voltar à lista, "o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados".

"Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações", afirmou, acrescentando que o bloco vem colaborando com as autoridades brasileiras sobre o tema.

Segundo Leonardo Munhoz, doutor em direito agroambiental e advogado no VBSO, os antimicrobianos proibidos são:

Em abril, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria que proíbe a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns antimicrobianos usados como melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina.

Para voltar à lista da UE, o Brasil tem dois caminhos: restringir legalmente o uso dos demais medicamentos mencionados ou garantir que a carne exportada não contenha essas substâncias.

A segunda opção não é fácil de aplicar, pois depende da rastreabilidade do produto, é mais demorada e custosa, aponta Munhoz.

Assim que for comprovado que a pecuária brasileira não usa esses antimicrobianos, o país poderá voltar a exportar, mesmo que isso ocorra após setembro.

"Gera preocupação relevante para o agro porque a União Europeia é um mercado estratégico para proteínas animais e porque essas exigências podem impactar rastreabilidade, certificação sanitária e compliance exportador", afirma o pesquisador.

A publicação da lista ocorre 12 dias após a assinatura de um acordo de livre comércio com os países do Mercosul, criticado por agricultores e ambientalistas europeus, especialmente na França.

A medida desta terça-feira não tem relação com o acordo, afirma Munhoz. A lista é uma regulamentação sanitária, ou seja, uma exigência que qualquer país pode adotar para garantir a segurança dos alimentos consumidos pela população.

O acordo entrou em vigor em 1º de maio, em caráter provisório, e aguarda uma decisão judicial na Europa sobre sua legalidade.

"Nossos agricultores seguem alguns dos padrões de saúde e antimicrobianos mais rigorosos do mundo. Portanto, é legítimo que os produtos importados estejam sujeitos aos mesmos requisitos. A decisão tomada hoje demonstra que o sistema europeu de controle funciona", afirmou o comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen.

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Consumo de vinho no Brasil bate recorde em 2025 e avança na contramão do mercado global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 15:58

Agro Consumo de vinho no Brasil bate recorde em 2025 e avança na contramão do mercado global Segundo a OIV, o Brasil consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho no ano passado, alta de 41,9% sobre 2024. No mesmo período, o consumo mundial caiu 2,7%, e o país também ampliou sua área de vinhedos pelo quinto ano seguido. Por France Presse

O volume representa crescimento de 41,9% em relação a 2024, segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

A área de vinhedos no país cresceu 9,6% e alcançou 91 mil hectares, no quinto ano consecutivo de expansão.

O Brasil foi um dos poucos destaques positivos no mercado mundial de vinhos em 2025. Enquanto o consumo global recuou 2,7%, o país registrou o maior volume de consumo de sua história, segundo estimativas divulgadas nesta terça-feira (12) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

Segundo maior mercado da América do Sul, o Brasil consumiu 4,4 milhões de hectolitros no ano passado. Um hectolitro equivale a 100 litros. O resultado representa um aumento de 41,9% em relação a 2024, quando o consumo havia sido excepcionalmente baixo.

No mundo, o consumo de vinho somou 208 milhões de hectolitros em 2025. De acordo com a OIV, as compras globais vêm encolhendo de forma contínua e já acumulam queda de 14% desde 2018.

Entre os principais mercados, a tendência foi predominantemente de retração. Na Argentina, o consumo caiu pelo quinto ano seguido, recuando 2,6% em relação a 2024, para 7,5 milhões de hectolitros.

Entre os dez maiores consumidores do mundo, apenas Portugal apresentou crescimento no ano passado, impulsionado pela demanda interna.

Segundo a OIV, a redução do consumo reflete mudanças nos hábitos dos consumidores e, desde a pandemia de covid-19, também a perda de poder de compra das famílias e o aumento dos custos e dos preços.

Os Estados Unidos, que durante muitos anos lideraram o mercado mundial de vinhos, reduziram o consumo em 4,3% em 2025, para 31,9 milhões de hectolitros.

Na França, principal mercado da União Europeia, a queda foi de 3,2%, para 22 milhões de hectolitros, mantendo uma trajetória de redução observada há várias décadas.

Na União Europeia, responsável por 48% do consumo global, a Itália também registrou retração, de 9,4%, para 20,2 milhões de hectolitros. Alemanha e Espanha seguiram a mesma tendência.

Ao lado do Brasil, o Japão esteve entre os poucos países que apresentaram aumento no consumo de vinho em 2025.

A China, por sua vez, perdeu posições no ranking mundial. Atualmente, é o 11º maior consumidor de vinho, depois de ocupar a sexta colocação em 2020. Desde 2018, o país vem reduzindo suas compras de forma contínua.

O avanço brasileiro não se limitou ao consumo. O país também ampliou a área dedicada ao cultivo de uvas para vinho, em contraste com a tendência de retração observada em diversos produtores internacionais.

A Espanha, que possui a maior área de vinhedos do mundo, somava 919 mil hectares em 2025, uma redução de 1,3% em relação ao ano anterior.

Na América do Sul, a Argentina manteve a trajetória de queda iniciada em 2015 e encerrou 2025 com 196 mil hectares, 1,9% abaixo do registrado em 2024.

O Chile também continuou encolhendo sua área cultivada. Em 2025, os vinhedos do país ocuparam 154 mil hectares, uma queda de 3,7% no ano. Desde 2019, a área total recuou 27%.

Na direção oposta, o Brasil expandiu sua área de vinhedos pelo quinto ano consecutivo, alcançando 91 mil hectares em 2025, um crescimento de 9,6% na comparação com o ano anterior.

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Comissão de Segurança aprova projeto que autoriza uso do FGTS para comprar arma de fogo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 15:58

Política Comissão de Segurança aprova projeto que autoriza uso do FGTS para comprar arma de fogo Texto permite saque todos os anos no dia do aniversário do trabalhador. Proposta ainda passará por três comissões antes de ir ao Senado. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

Projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende autorizar trabalhadores a usar recursos do FGTS para comprar armas de fogo.

O texto prevê que o saque possa ser feito uma vez por ano, na data de aniversário do trabalhador – ou no dia útil subsequente – mediante apresentação de autorização válida para compra da arma e comprovante de regularidade nos sistemas de controle da Polícia Federal ou do Exército.

Segundo o projeto, o dinheiro poderá ser usado para adquirir a arma, munições e acessórios considerados essenciais para armazenamento seguro.

O autor do projeto argumenta que o alto custo para aquisição de armas legalizadas dificulta o acesso da população de baixa renda.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou nesta terça-feira (12) um projeto que autoriza o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS) para comprar armas de fogo.

A proposta agora seguirá para as comissões de Finanças e Tributação, de Trabalho e Constituição e Justiça. Como tramita em regime conclusivo pelos colegiados, o projeto pode ir direto ao Senado, sem passar pelo plenário, caso não haja recurso.

O texto é de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS) e foi relatado na comissão pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que se posicionou favorável à proposta.

O valor do saque deverá ser igual ao preço da arma, da cota anual de munições correspondentes à arma adquirida e acessórios essenciais à sua guarda segura do armamento.

Projeto de Lei quer permitir usar o saldo do FGTS para comprar armas e munições. — Foto: Adobe Stock

Segundo a proposta, o saque poderá ser feito todos os anos no dia do aniversário do trabalhador ou no dia útil subsequente.

Para sacar o dinheiro, o trabalhador precisará apresentar uma autorização válida para compra da arma e comprovante de regularidade nos sistemas de controle da Polícia Federal ou do Exército.

A proposta não amplia as regras do saque-aniversário, mas cria uma mobilidade de saque que usa a data do aniversário do trabalhador como referência para a nova lei.

A proposta também estabelece que o trabalhador precisará cumprir todas as exigências previstas na legislação atual, como comprovação de capacidade técnica e psicológica, além da ausência de antecedentes criminais.

O autor do projeto argumenta que o alto custo para aquisição de armas legalizadas dificulta o acesso da população de baixa renda. O FGTS foi criado para proteger o trabalhador em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, doenças graves e compra da casa própria.

Críticos da proposta questionam o uso do fundo para aquisição de armamentos e defendem que os recursos mantenham a finalidade original de proteção social.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito do trabalhador com carteira assinada e só pode ser sacado mediante condições específicas, como compra da casa própria ou na aposentadoria.

Enquanto ele não é retirado pelo trabalhador, fica depositado na Caixa Econômica Federal, com rendimento geralmente abaixo da poupança, e é usado em programas de habitação, por exemplo.

Há 41 minutos Agronegócios Proibição vem por uso de substâncias para tratar infecções em animaisHá 41 minutosEvento no PlanaltoLula promete Ministério da Segurança se PEC parada no Senado passar

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Justiça dos EUA retoma tarifaço global de 10% de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 14:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8950,05%Dólar TurismoR$ 5,0980,12%Euro ComercialR$ 5,742-0,35%Euro TurismoR$ 5,992-0,29%B3Ibovespa180.377 pts-0,84%MoedasDólar ComercialR$ 4,8950,05%Dólar TurismoR$ 5,0980,12%Euro ComercialR$ 5,742-0,35%Euro TurismoR$ 5,992-0,29%B3Ibovespa180.377 pts-0,84%MoedasDólar ComercialR$ 4,8950,05%Dólar TurismoR$ 5,0980,12%Euro ComercialR$ 5,742-0,35%Euro TurismoR$ 5,992-0,29%B3Ibovespa180.377 pts-0,84%Oferecido por

Foto de arquivo: Trump mostra tabela do tarifaço em 2 de abril de 2025 — Foto: Reuters/Carlos Barria/File Photo

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos suspendeu temporariamente nesta terça-feira (12) uma decisão de instância inferior contra a tarifa global de 10% imposta pela administração do presidente Donald Trump sob a Seção 122 da Lei de Comércio.

Com a decisão, as tarifas seguem em vigor, inclusive para três importadores que haviam conseguido na Justiça a suspensão das taxas, segundo a agência Reuters.

A decisão desta terça-feira é mais um capítulo da disputa judicial em torno do chamado “tarifaço” de Trump.

Na semana passada, a Corte de Comércio Internacional dos EUA havia considerado ilegal a tarifa global de 10% aplicada sobre importações. O entendimento dos juízes foi de que Trump não tinha autoridade legal para impor esse aumento amplo nas taxas usando a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.

O placar foi de 2 votos a 1. Apesar disso, os efeitos da decisão ficaram limitados apenas aos autores da ação: duas pequenas empresas americanas e o estado de Washington.

Após a derrota, o governo Trump recorreu da decisão. Agora, o tribunal de apelações suspendeu temporariamente o entendimento da corte inferior e manteve as tarifas em vigor enquanto o caso continua sendo analisado.

A atual tarifa de 10% foi criada por Trump em fevereiro, depois de outra derrota judicial importante.

Na ocasião, a Suprema Corte dos EUA decidiu que o presidente havia extrapolado seus poderes ao impor tarifas globais usando uma lei de emergência nacional de 1977. Os ministros entenderam que apenas o Congresso americano pode aprovar tarifas amplas sobre produtos importados.

Depois dessa decisão, Trump mudou de estratégia e passou a usar a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 como base legal para manter as taxas.

O governo argumenta que as tarifas são necessárias para combater desequilíbrios comerciais dos EUA. Já os críticos afirmam que a lei não foi criada para permitir um tarifaço amplo sobre importações.

As tarifas atuais têm caráter temporário e devem expirar em 24 de julho, caso não sejam prorrogadas pelo Congresso americano.

A disputa acontece em meio às tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China e poucos dias antes de uma reunião prevista entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.

Além da batalha judicial, o tarifaço também abriu uma disputa bilionária. Segundo estimativas da Universidade da Pensilvânia, empresas afetadas pelas tarifas podem pedir reembolsos que chegariam a US$ 175 bilhões, além de juros.

Até abril, cerca de 56,5 mil importadores já haviam concluído etapas para receber reembolsos eletrônicos, em um total de US$ 127 bilhões, segundo dados da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.

Parlamentares democratas têm pressionado empresas para que eventuais devoluções sejam usadas para reduzir preços aos consumidores, e não para recompras de ações ou bônus a executivos.

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