RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O ‘xadrez do petróleo’ com que Trump pressiona a China — e os limites dessa estratégia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 07:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o presidente chinês, Xi Jinping — Foto: AFP via Getty Images/BBC

Pressão sobre a Venezuela, bloqueio do petróleo iraniano no estreito de Ormuz , movimentações no entorno do estreito de Malaca. Nos últimos meses, os Estados Unidos intensificaram sua atuação em pontos estratégicos das rotas globais de energia e comércio, ampliando sua presença em diferentes frentes da disputa geopolítica atual.

Mas o que parecem ser, à primeira vista, crises distintas, com dinâmicas próprias, pode indicar um padrão observado em conjunto: o uso crescente do controle sobre gargalos marítimos, fornecedores de petróleo e corredores comerciais como instrumento de pressão na disputa estratégica com a China.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em 1º de maio que sua viagem a Pequim nesta semana, entre 13 e 15 de maio, será "incrível". Será a primeira viagem de um presidente americano à China em quase uma década.

Em sua bagagem, porém, Trump levará mais do que uma agenda diplomática: a visita de Estado será, inevitavelmente, marcada por um cenário de tensões ampliadas que se estende do Oriente Médio à América Latina e ao Sudeste Asiático.

Após um primeiro ano de governo marcado por uma escalada da guerra comercial com Pequim, a primeira viagem de Trump à China desde seu retorno à Casa Branca tende a funcionar como um teste para a capacidade dos dois países de administrar tensões crescentes sem romper canais de diálogo.

Na véspera das declarações de Trump, autoridades dos dois países já haviam sinalizado essa preocupação.

Em 30 de abril, o chanceler chinês conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos sobre os preparativos da visita, além de discutir temas sensíveis como Taiwan e o Oriente Médio.

O gesto foi interpretado como uma tentativa de manter a comunicação aberta em um momento de incerteza crescente e de evitar que crises paralelas contaminem diretamente a relação bilateral.

Segundo analistas ouvidos pela BBC News Brasil, esse contexto ajuda a entender por que os movimentos recentes dos Estados Unidos vão além de episódios isolados e incidem diretamente sobre um dos pontos mais sensíveis da economia chinesa: o abastecimento de energia.

Antes da crise mais recente no Golfo Pérsico, cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã tinham como destino a China. Ao interferir nesse fluxo, os Estados Unidos não apenas pressionam Teerã, mas também ampliam a volatilidade em um mercado cujos efeitos são sentidos muito além da Ásia, com impacto sobre preços globais de energia, cadeias de abastecimento e inflação em diferentes regiões do mundo.

A pressão sobre a Venezuela, em uma ofensiva que culminou na captura de Nicolás Maduro, segue lógica semelhante ao atingir outro fornecedor relevante de petróleo para Pequim, enquanto as movimentações no Sudeste Asiático ampliam a atenção sobre rotas marítimas críticas para o abastecimento chinês.

A questão central é até que ponto essas ações refletem uma estratégia deliberada de pressão sobre a China ou se são, sobretudo, respostas a crises regionais que acabam produzindo efeitos colaterais globais.

Para o cientista político Mauricio Santoro, as duas interpretações não são excludentes. Segundo ele, os Estados Unidos vivem há pelo menos uma década um período marcado por instabilidade política interna, polarização e decisões frequentemente erráticas. Ainda assim, há um elemento que atravessa governos e partidos: a percepção de que a ascensão da China representa uma ameaça estratégica.

"Existe realmente um tema de política pública que une o Partido Democrata e o Partido Republicano: a preocupação com a China", afirma.

"A ascensão chinesa é vista como uma ameaça aos interesses dos Estados Unidos, e isso tem levado a uma série de iniciativas para criar obstáculos ao desenvolvimento econômico da China."

Nesse contexto, ações militares indiretas, sanções econômicas e pressões diplomáticas passam a ser mobilizadas de forma combinada. Ainda que não tenham a China como alvo imediato, acabam afetando diretamente seus interesses, afirma Santoro, colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha.

"Eu não diria que a China é a motivação essencial dessas ações, mas ela é parte desse cálculo", diz

Antes da crise mais recente no Golfo Pérsico, cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã tinham como destino a China. — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein/File Photo via BBC

Para o analista Lucas Leite, o cenário atual não corresponde exatamente a um plano único e coordenado. O que emerge, segundo ele, é um conjunto de decisões que convergem sobre as mesmas vulnerabilidades. Professor de Relações Internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Leite descreve esse movimento como uma forma de "pressão por fricção".

"Essas ações, juntas, servem para pressionar a China em seu ponto de maior vulnerabilidade estrutural, que é o abastecimento de energia. Mas não está claro se isso é um plano deliberado, integrado ou é uma convergência de coisas distintas", afirma.

Segundo ele, o ponto central não está na intenção declarada de Washington, mas no efeito acumulado dessas decisões, que, na prática, encarecem o acesso da China à energia e aumentam a incerteza sobre suas rotas de abastecimento.

Esse deslocamento da disputa — do campo das tarifas e sanções econômicas para o controle de rotas marítimas, cadeias de abastecimento e pontos estratégicos do comércio global — reflete um desequilíbrio crescente entre as duas potências.

De um lado, a China avança rapidamente em setores como comércio internacional, indústria e tecnologia de ponta. De outro, os Estados Unidos ainda mantêm uma vantagem significativa no campo militar, especialmente na capacidade de projetar poder global por meio de sua Marinha.

"É muito nítido o quanto os Estados Unidos estão perdendo terreno para a China em áreas como comércio e tecnologia", afirma Santoro.

"Fica muito grande essa tentação de usar o poder militar, de usar essa coerção, para tentar obter resultados econômicos."

É nesse ponto que entram os chamados "chokepoints" — gargalos marítimos por onde passa uma parte significativa do comércio global de energia. Entre eles, os estreitos de Ormuz e Malaca ocupam posições centrais.

Ormuz conecta os produtores de petróleo do Golfo aos mercados globais e responde por cerca de um quinto do consumo mundial de petróleo transportado por via marítima. Já Malaca, localizado entre Malásia, Indonésia e Singapura, liga o Oceano Índico ao Mar do Sul da China e funciona como uma artéria vital para a economia chinesa: mais de 80% das importações de petróleo do país passam por esse corredor marítimo.

Essa dependência ficou conhecida como o "Dilema de Malaca", expressão popularizada em 2003 pelo então presidente chinês, Hu Jintao, para descrever o temor de Pequim de que uma potência rival possa interromper o fluxo de energia nessa rota crítica.

"A China sabe que há uma vulnerabilidade histórica no seu acesso ao mar", explica Santoro.

"Embora tenha um litoral muito extenso, esse acesso depende de pontos de estrangulamento que podem ser explorados em um cenário de conflito."

Esse temor voltou ao centro do debate estratégico nos últimos meses. Em abril, os Estados Unidos firmaram com a Indonésia uma parceria de cooperação de defesa e passaram a negociar maior acesso ao espaço aéreo do país, ampliando sua capacidade de vigilância sobre o estreito.

Para analistas, o movimento não implica controle direto da rota, mas reforça a capacidade americana de monitorar e, em um cenário extremo, influenciar o fluxo marítimo.

A aproximação entre Washington e Jacarta, porém, também expôs resistências internas na Indonésia, que historicamente adota uma política externa de neutralidade e evita se alinhar de forma explícita às disputas entre grandes potências.

"O ponto não é fechar o estreito, mas mostrar que ele pode ser pressionado. Isso já é suficiente para gerar custo e incerteza", diz Leite.

A geografia reforça essa lógica. Em seu trecho mais estreito, o estreito de Malaca tem pouco mais de 2 km de largura, o que o torna particularmente sensível a interrupções. No entanto, essa vulnerabilidade não significa que a China esteja à beira de um colapso em caso de crise. Segundo Leite, a China desenvolveu mecanismos de resiliência que reduzem o impacto de crises externas.

"A China tem reservas estratégicas muito grandes, uma frota de petroleiros paralela e vem acelerando a transição energética", afirma.

Hoje, veículos elétricos e híbridos já representam mais da metade das vendas no país, reduzindo gradualmente a dependência de combustíveis fósseis. Na prática, isso significa que a pressão americana tende a gerar impacto, mas não necessariamente um colapso.

"O que acontece é uma fricção. O petróleo fica mais caro, a logística mais complicada, mas não há um estrangulamento sistêmico."

Os efeitos já são visíveis: aumento de preços, ajustes nas cadeias de importação e pressão sobre refinarias independentes, especialmente aquelas que dependem de petróleo sancionado. Mas, até agora, esses efeitos têm sido administrados.

Ao mesmo tempo, a China dispõe de instrumentos próprios de pressão. Pequim domina cerca de 70% da extração e 90% do processamento global de minerais críticos, insumos essenciais para setores como tecnologia, defesa e energia limpa. Essa posição dominante oferece uma poderosa alavanca de negociação.

"Essa dependência dos Estados Unidos em relação aos minerais chineses é, no curto prazo, mais difícil de contornar do que a dependência da China em relação ao petróleo", avalia Leite.

Além disso, a China tem buscado reduzir sua exposição ao sistema financeiro internacional dominado pelos EUA, ampliando o uso do yuan em transações energéticas e mantendo relações comerciais com países sob sanção.

Diante disso, cresce o risco de que a estratégia americana produza efeitos adversos. Para Santoro, o uso da força militar como instrumento econômico tende a aumentar a instabilidade global, ainda que não garanta ganhos estratégicos claros.

"Será que isso vai dar resultado ou só vai criar um mundo mais instável, mais violento e mais imprevisível? Por enquanto, está criando simplesmente uma situação de caos."

Nesse contexto, a visita de Trump a Pequim se torna um teste importante. De um lado, os Estados Unidos ampliam seus instrumentos de pressão. De outro, Pequim demonstra capacidade de absorver custos e se adaptar a um ambiente mais adverso.

O encontro pode indicar até que ponto essa estratégia de pressão sobre as rotas energéticas será usada como ferramenta de negociação ou se tende a se consolidar como um fator permanente de tensão.

No fim, a disputa entre Estados Unidos e China já não se limita a tarifas ou tecnologia. Ela passa também pelas rotas do petróleo, pelos gargalos marítimos e pela capacidade de transformar fluxos comerciais e energéticos em instrumentos de pressão.

Mas, como mostram os eventos recentes, pressionar nem sempre significa controlar — e o custo dessa estratégia pode acabar sendo compartilhado por todos.

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eBay rejeita oferta de compra de US$ 56 bilhões feita pela GameStop

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 12/05/2026 07:51

Tecnologia eBay rejeita oferta de aquisição da GameStop por US$ 56 bilhões Por Redação g1 — São Paulo

A empresa de comércio eletrônico eBay rejeitou uma oferta de compra de US$ 56 bilhões feita pela varejista de videogames GameStop, segundo a Reuters. A companhia disse que não confia na forma como o negócio seria financiado.

A proposta chamou atenção porque a GameStop é bem menor do que a eBay, o que gerou dúvidas no mercado sobre a viabilidade da operação. Mesmo assim, o CEO da GameStop, Ryan Cohen, afirmou que pode tentar levar a proposta diretamente aos acionistas da eBay, o que abriria espaço para uma tentativa mais agressiva de compra.

Investidores e analistas já vinham mostrando ceticismo em relação ao negócio. As ações da eBay continuam sendo negociadas abaixo do valor oferecido na proposta, o que indica que o mercado também vê incertezas no acordo.

A movimentação também gerou reação negativa entre investidores da GameStop. O investidor Michael Burry, conhecido por “The Big Short”, vendeu toda sua participação na empresa após o anúncio. Ele criticou a estratégia, dizendo que o plano envolve riscos altos, como aumento de dívidas e diluição dos acionistas.

A ideia de Cohen é usar cortes de custos e a estrutura da GameStop, que tem cerca de 1.600 lojas nos Estados Unidos, para fortalecer a eBay e torná-la mais competitiva contra a Amazon.

A GameStop também diz que poderia financiar parte da compra com até US$ 20 bilhões em dívidas, com apoio do banco TD Securities, além da emissão de novas ações.

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Embraer negocia avião militar C-390 para a Colômbia e o Chile, afirma CEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 06:49

Vale do Paraíba e Região Embraer negocia avião militar C-390 para a Colômbia e o Chile, afirma CEO Modelo da fabricante brasileira de aviões é produzido em Gavião Peixoto (SP). Cargueiro apresenta interesse crescente internacional, avalia Francisco Gomes Neto. Por Por Gabriel Araujo, Reuters

A Embraer está em negociações com a Colômbia e o Chile para possíveis encomendas de suas aeronaves de transporte militar C-390.

O Brasil é o único país da América Latina que opera a aeronave, e novos acordos na região ajudariam a Embraer em seu objetivo de impulsionar as vendas externas.

As campanhas de vendas na América Latina podem demorar mais para serem concluídas do que em outras regiões devido às aprovações orçamentárias e aos processos de aquisição.

A fabricante de aviões Embraer está em negociações com a Colômbia e o Chile para possíveis encomendas de suas aeronaves de transporte militar C-390, enquanto aumenta a produção para atender ao crescente interesse internacional, disse o presidente-executivo da empresa, Francisco Gomes Neto.

O Brasil é o único país da América Latina que opera a aeronave, e novos acordos na região ajudariam a Embraer em seu objetivo de impulsionar as vendas externas do C-390, um importante concorrente do C-130 Hércules da Lockheed Martin .

As campanhas de vendas na América Latina podem demorar mais para serem concluídas do que em outras regiões devido às aprovações orçamentárias e aos processos de aquisição, disse Gomes Neto em entrevista na última sexta-feira (8), acrescentando que a Embraer vê o C-390 como uma boa opção para ambos os países.

"São campanhas que na América Latina às vezes demoram até um pouco mais do que o normal. Mas eles têm necessidade, gostam do avião, têm uma relação muito próxima com a Força Aérea Brasileira de colaboração, então é uma oportunidade", disse ele.

A Embraer pode conseguir fechar um acordo com a Colômbia mais rapidamente do que com o Chile. O presidente colombiano, Gustavo Petro, que está tentando modernizar a frota militar do país, criticou os entraves burocráticos que atrasaram seus planos após a queda de um C-130 em março, que matou 70 pessoas.

"A Colômbia pode ser uma campanha de curto prazo por causa desses eventos", disse Gomes Neto. "Acho que a campanha no Chile é de médio prazo."

A Embraer apresentou o C-390 ao presidente chileno José Antonio Kast na feira aeronáutica FIDAE do país, no mês passado.

Na semana passada, a Embraer anunciou uma encomenda de até 20 aeronaves C-390 dos Emirados Árabes Unidos, sua primeira venda desse modelo no Oriente Médio. Segundo Gomes Neto, a encomenda ocorreu um pouco antes do previsto, em meio à guerra envolvendo os EUA e Israel contra o Irã.

O presidente-executivo afirmou que existe uma percepção positiva em relação à aeronave em nível global, com uma dúzia de países que já a selecionaram e a produção aumentando à medida que as cadeias de suprimentos se recuperam das restrições pós-pandemia.

"Até 2030, chegaremos a 10 aeronaves, o que sustenta todas as campanhas de vendas em que temos trabalhado", disse Gomes Neto, observando que a produção deste ano deverá totalizar seis jatos. "A cadeia de suprimentos está reagindo, engrenando. Estamos azeitando mais a cadeia de suprimentos."

Cargueiro C-390, da Embraer, foi vendido aos Emirados Árabes na última semana. — Foto: Embraer/Divulgação

O C-390 Millennium é um cargueiro militar multimissão, capaz de atuar tanto em operações militares quanto em missões humanitárias, como transporte de cargas, evacuação médica e combate a incêndios.

A aeronave também pode ser utilizada para reabastecimento em voo, funcionando tanto como tanque quanto como receptora de combustível.

Segundo a Embraer, o modelo foi desenvolvido no século XXI e se diferencia pela versatilidade. Com a instalação de kits específicos, a mesma aeronave pode alternar entre diferentes tipos de operação.

O C-390 tem capacidade para transportar até 26 toneladas e já foi selecionado por 12 países. A fabricante afirma que a frota em operação apresenta taxa de conclusão de missão superior a 99%.

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Tesouro Reserva, Selic, CDB ou poupança: qual rende mais? Veja simulações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 04:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

O Tesouro Direto lançou nesta segunda-feira (11) o Tesouro Reserva, novo tipo de aplicação voltado a quem busca uma alternativa simples, com possibilidade de resgate a qualquer momento e rendimento previsível.

Criado como alternativa à poupança, aos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e às caixinhas digitais dos bancos, o Tesouro Reserva permite aplicações a partir de R$ 1 e tem rendimento ligado à Selic, a taxa básica de juros da economia.

Por enquanto, o título está disponível apenas para clientes do Banco do Brasil (BB). A oferta nas demais instituições financeiras dependerá da adesão e da implementação do produto por cada banco.

Thaísa Durso, educadora financeira da Rico, elaborou a pedido do g1 um levantamento comparando os rendimentos do Tesouro Reserva, dos CDBs que pagam 100% do CDI, do Tesouro Selic e da poupança.

O levantamento mostra pouca diferença entre os rendimentos do Tesouro Reserva, do Tesouro Selic e de um CDB que paga 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) — taxa de referência dos empréstimos entre bancos, estimada em 14,4% ao ano.

Tesouro Reserva: Tesouro Nacional lança novo investimento que poderá ser negociado 24 horas por dia

O Tesouro Direto, plataforma do governo federal para investimentos em títulos públicos, lançou nesta segunda-feira (11) o Tesouro Reserva, novo tipo de aplicação voltado a quem busca uma alternativa simples, com possibilidade de resgate a qualquer momento e rendimento previsível.

Criado como alternativa à poupança, aos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e às caixinhas digitais dos bancos, o Tesouro Reserva permite aplicações a partir de R$ 1 e tem rendimento ligado à Selic, a taxa básica de juros da economia.

Por enquanto, o título está disponível apenas para clientes do Banco do Brasil (BB). A oferta nas demais instituições financeiras dependerá da adesão e da implementação do produto por cada banco. (veja detalhes mais abaixo)

Thaísa Durso, educadora financeira da Rico, elaborou a pedido do g1 um levantamento comparando os rendimentos do Tesouro Reserva, dos CDBs que pagam 100% do CDI, do Tesouro Selic e da poupança.

🔎 Os cálculos consideram a Selic em 14,50% ao ano e a tabela regressiva do Imposto de Renda (IR) aplicada aos produtos tributáveis (Tesouro e CDBs). Nesse cenário, o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic aparecem empatados na liderança, enquanto a poupança rende bem menos. Veja:

O levantamento mostra pouca diferença entre os rendimentos do Tesouro Reserva, do Tesouro Selic e de um CDB que paga 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) — taxa de referência dos empréstimos entre bancos, estimada em 14,4% ao ano.

📈 No caso dos CDBs, a rentabilidade pode variar conforme o percentual do CDI oferecido pela instituição financeira. Alguns papéis pagam, por exemplo, 110% do CDI, o que aumenta os ganhos do investidor. Quanto maior, contudo, maior o risco.

Thaísa Durso explica que Tesouro Reserva e Tesouro Selic têm a mesma rentabilidade quando o investidor aplica e resgata o dinheiro ao fim do período, mas a principal diferença está na experiência do investidor.

“O Tesouro Selic sofre marcação a mercado, o que pode gerar pequenas oscilações no valor antes do resgate. Já o Tesouro Reserva elimina esse efeito, oferecendo previsibilidade total — um ponto importante para quem precisa de liquidez sem surpresas”, diz.

Em todos os cenários simulados, a poupança, com retorno de pouco mais de 8% ao ano, aparece na última posição. Em 10 anos, a diferença em relação aos títulos do Tesouro chega a R$ 1.255,04, segundo o levantamento.

A educadora financeira destaca que Tesouro Reserva, Tesouro Selic e CDBs acompanham de perto a taxa básica de juros, enquanto a poupança tende a render menos, mesmo com a isenção de Imposto de Renda.

🔎 A alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai gradualmente até 15% para investimentos mantidos por mais de dois anos. Também há cobrança de IOF em resgates feitos nos primeiros 30 dias. Após esse prazo, o imposto deixa de ser aplicado.

Thaísa Durso, da Rico, destaca que a principal diferença entre os produtos está no emissor e na estrutura: os títulos do Tesouro têm risco soberano, por serem garantidos pelo governo federal, enquanto os CDBs têm risco bancário, mitigado pela cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

“O Tesouro Reserva se destaca por oferecer liquidez 24 horas por dia, inclusive em fins de semana, com liquidação via PIX e sem marcação a mercado, garantindo previsibilidade total. O Tesouro Selic, por sua vez, tem liquidez diária em dias úteis, com oscilações mínimas por ser pós-fixado”, diz.

O que é o Tesouro Reserva?Quais as condições de aplicação e resgate?Qual a rentabilidade e o risco?Onde e como investir?Por que concorre com CDBs?Quais são as taxas e impostos?

Novo título do Tesouro Direto permite aplicações a partir de R$ 1 — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

É um novo título de dívida pública do Tesouro Direto, plataforma do governo federal para investimentos em papéis públicos. Segundo o Ministério da Fazenda, o produto foi criado para formação de reserva financeira, “com foco em simplicidade e previsibilidade”.

O Tesouro Reserva tem investimento mínimo de R$ 1. Segundo especialistas, isso democratiza e facilita o acesso por investidores iniciantes.

O sistema permite investir e resgatar o dinheiro a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, inclusive com possibilidade de transferência via PIX. A única exceção é o intervalo entre 0h e 1h, todos os dias.

"Isso aproxima o Tesouro Direto da experiência que hoje o investidor já encontra nas fintechs [bancos e plataformas digitais]", avalia Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

O novo título tem rendimento atrelado à Selic, a taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,50% ao ano. A rentabilidade é equivalente a 100% da taxa.

Por ser um título público de renda fixa emitido pelo governo federal, o investimento é considerado de baixo risco. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o produto mira quem “quer rentabilidade, mas também quer segurança”.

🔎 O investimento não está sujeito à volatilidade diária típica da chamada marcação a mercado — mecanismo que faz o valor de títulos oscilar diariamente conforme mudam as expectativas do mercado para os juros e a inflação.

Na prática, isso significa que o valor aplicado não sofrerá oscilações no momento da compra ou do resgate, trazendo mais previsibilidade ao investidor.

O investimento já está disponível para clientes do Banco do Brasil, que desenvolveu o produto em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional.

Segundo o Ministério da Fazenda, a oferta do título em outras instituições financeiras dependerá da adesão e implementação por parte de cada banco.

A pasta acrescenta que, para investir, o processo segue o fluxo tradicional do Tesouro Direto: o cliente do Banco do Brasil deve acessar a área do Tesouro Direto no aplicativo de investimentos, selecionar o Tesouro Reserva, definir o valor da aplicação e confirmar a operação.

Nos demais bancos, a operação deverá funcionar de forma semelhante após a disponibilização do título.

Por ser um investimento prático, com valor mínimo baixo, resgate a qualquer momento e rendimento atrelado à Selic, o Tesouro Reserva se torna uma alternativa interessante aos CDBs, às caixinhas digitais e à poupança, dizem especialistas.

“O desafio será competir com o retorno de CDBs, LCIs e LCAs, que muitas vezes são mais atrativos e não têm taxas”, diz Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos.

💰Os CDBs são investimentos de renda fixa em que o cliente empresta dinheiro ao banco em troca de juros.🏠 As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) são títulos de renda fixa usados pelos bancos para financiar o setor imobiliário, geralmente isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.🌾 As LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) funcionam de forma semelhante às LCIs, mas os recursos são direcionados ao financiamento do agronegócio.🐷 Já nas caixinhas digitais, o banco organiza e aplica automaticamente o dinheiro do cliente em investimentos de renda fixa voltados a objetivos específicos.

Marcos Praça, da ZERO Markets, tem a mesma leitura. Ele avalia que o Tesouro Reserva tende a ser uma alternativa competitiva para a reserva de emergência, principalmente pela combinação entre segurança, rapidez no saque e previsibilidade.

"Em um ambiente de juros ainda altos no Brasil, produtos atrelados à Selic continuam muito atrativos para o investidor conservador", conclui.

Como qualquer investimento do Tesouro Direto, o Tesouro Reserva também está sujeito à tabela regressiva do Imposto de Renda aplicada aos investimentos de renda fixa.

Nesse modelo, a alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai gradualmente até 15% para investimentos mantidos por mais de dois anos.

Até 180 dias de investimento, 22,5%;De 181 a 360 dias de investimento, 20%;De 361 a 720 dias de investimento, 17,5%;Acima de 720 dias, 15%.

🔎 O Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos do investimento, e não sobre o valor total aplicado. Por exemplo: se uma pessoa investir R$ 1.000 e, após um período, o saldo subir para R$ 1.100, o IR será cobrado somente sobre os R$ 100 de ganho.

Além do IR, também há cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em caso de resgate nos primeiros 30 dias da aplicação. Após esse período, o imposto deixa de ser aplicado.

Além disso, o investimento tem taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano. No entanto, aplicações de até R$ 10 mil são isentas dessa cobrança.

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Crise financeira, dívida e juros altos: o que a situação da Cosan tem a ver com o IPO da Compass

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 04:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

A Compass, empresa de gás e energia que tem participação na Comgás, estreou nesta segunda-feira (11) na bolsa brasileira.

A operação marca mais uma tentativa da Cosan, sua controladora, de enfrentar a crise financeira que prejudica seus resultados há mais de dois anos.

O início da crise na Cosan, holding brasileira de infraestrutura e energia, foi silencioso e começou com uma série de decisões estratégicas tomadas pela antiga gestão entre o fim de 2022 e o início de 2023.

Naquele momento, a empresa já enfrentava alto endividamento para financiar investimentos em expansão e aquisições. E rapidamente o modelo de negócio não se mostrou sustentável.

Em 2024, as dívidas começaram a pesar, e a empresa passou a enfrentar problemas financeiros, estratégicos e operacionais.

A Compass, empresa de gás e energia que tem participação na Comgás, estreou nesta segunda-feira (11) na bolsa brasileira. A operação marca mais uma tentativa da Cosan, sua controladora, de enfrentar a crise financeira que prejudica seus resultados há mais de dois anos.

O início da crise na Cosan, holding brasileira de infraestrutura e energia, foi silencioso e começou com uma série de decisões estratégicas tomadas pela antiga gestão entre o fim de 2022 e o início de 2023.

Naquele momento, a empresa já enfrentava alto endividamento para financiar investimentos em expansão e aquisições. E rapidamente o modelo de negócio não se mostrou sustentável.

Em 2024, as dívidas começaram a pesar, e a empresa passou a enfrentar problemas financeiros, estratégicos e operacionais.

A estratégia de usar dívida como ferramenta de investimento explica parte dos problemas atuais da Cosan. Um dos episódios mais marcantes ocorreu no quarto trimestre de 2022, quando a empresa decidiu comprar uma participação relevante na Vale.

A ideia era investir em empresas consolidadas que atuam em setores nos quais o Brasil tem vantagem competitiva. Para isso, a dívida bruta da companhia subiu 30%, para R$ 70,7 bilhões.

A expectativa era ganhar com a valorização das ações e o recebimento de dividendos da Vale, além de conquistar alguma influência estratégica nas decisões da mineradora.

Mas o desempenho da Vale foi fraco em 2024. As ações da empresa caíram 23,2% no ano, por conta do recuo de 15% no preço do minério de ferro no mercado internacional.

Além disso, a alta da taxa básica de juros no país também prejudicou a Cosan. A dívida contraída para comprar a participação na Vale ficou mais cara, e o investimento passou a gerar mais custos do que retorno.

Com isso, a Cosan não demorou a anunciar uma “adequação” na participação na Vale. Em abril de 2024, a companhia vendeu mais de 33 milhões de ações da mineradora, levantando cerca de R$ 2 bilhões.

Isso ocorreu ao mesmo tempo dos primeiros sinais de deterioração financeira da Raízen, empresa fundada em 2011 em parceria entre Cosan e Shell. (entenda mais abaixo)

A Cosan reportou prejuízo líquido de R$ 9,4 bilhões em 2024 e encerrou o ano sinalizando a venda total de sua participação na Vale para reduzir o endividamento.

Na ocasião, o então vice-presidente financeiro, Rodrigo Araújo, afirmou que a empresa havia registrado ganhos contábeis de R$ 5 bilhões com a participação. As ações, porém, foram vendidas por valor inferior ao registrado em balanço.

A Raízen estreou na bolsa em 2021 com uma estratégia semelhante, baseada em um ritmo acelerado de investimentos para expansão. Nos anos seguintes, porém, também teve dificuldade para manter esse modelo.

Além dos efeitos da alta dos juros, a companhia passou a registrar piora nos resultados financeiros e operacionais a partir de 2024 — em parte por causa de eventos climáticos que afetaram a produtividade agrícola.

No ano-safra 2023/24 — entre abril de 2023 e março de 2024 —, a Raízen reportou lucro líquido de R$ 614,2 milhões, queda de 75,5% em relação ao ciclo anterior.No ano-safra 2024/25, a Raízen registrou prejuízo de R$ 4,2 bilhões.Dados mais recentes apontam prejuízo de R$ 19,8 bilhões nos nove primeiros meses do ano-safra 2025/26.

Diante do agravamento do cenário, a empresa entrou com pedido de recuperação extrajudicial em março deste ano, com mais de R$ 65 bilhões em dívidas. A deterioração da Raízen impactou diretamente os resultados da Cosan.

Uma das saídas para a crise financeira da Cosan foi o IPO da Compass. Diferentemente de outras estreias na bolsa, a operação não buscou expansão, mas reforçar o caixa e aliviar a pressão financeira sobre a holding.

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Caverna subterrânea e fungos naturais ajudam produtor a criar queijos premiados em Goiás

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 03:55

GLOBO RURAL Caverna subterrânea e fungos naturais ajudam produtor a criar queijos premiados em Goiás João Vicente Borges, de Guapó, cria produtos inusitados, como queijo imerso em cerveja preta, outro flambado no whisky e uma receita inspirada no sabor do pequi. Por Redação g1, Globo Rural

O produtor rural de Guapó (GO) João Vicente Borges vem chamando a atenção no mercado gastronômico ao utilizar uma caverna subterrânea para maturar queijos artesanais.

O método, que usa diferentes tipos de fungos naturais para aprimorar o sabor e a aparência dos produtos, já rendeu diversos prêmios nacionais e internacionais à fazenda.

Há quase 20 anos, Borges administra a propriedade que pertenceu aos avós dele. A família sempre trabalhou com pecuária leiteira, mas em 2017 ele decidiu investir na produção de queijos finos.

Hoje, com um rebanho de 50 vacas das raças pardo suíço e holandesa, a queijaria processa cerca de 600 litros de leite por dia.

O produtor rural de Guapó (GO) João Vicente Borges vem chamando a atenção no mercado gastronômico ao utilizar uma caverna subterrânea para maturar queijos artesanais.

O método, que usa diferentes tipos de fungos naturais para aprimorar o sabor e a aparência dos produtos, já rendeu diversos prêmios nacionais e internacionais à fazenda.

Há quase 20 anos, Borges administra a propriedade que pertenceu aos avós dele. A família sempre trabalhou com pecuária leiteira, mas em 2017 ele decidiu investir na produção de queijos finos.

Hoje, com um rebanho de 50 vacas das raças pardo suíço e holandesa, a queijaria processa cerca de 600 litros de leite por dia.

🧀 O grande diferencial dos queijos está na etapa final de maturação. Depois de passarem por câmaras frias, onde ocorre a formação da casca e o desenvolvimento inicial dos fungos, as peças são levadas para uma caverna construída a 5 metros de profundidade.

O ambiente tem paredes de pedra e chão coberto por pedriscos, o que ajuda a manter a umidade do ar em torno de 80% e a temperatura entre 14°C e 16°C. Segundo o produtor, essas são as condições ideais para que pelo menos seis tipos de fungos naturais e benéficos se desenvolvam nos queijos.

Entre eles está o penicillium roqueforti, responsável pelo sabor característico do gorgonzola, além do fungo conhecido popularmente como “pelo de gato”.

A fazenda produz atualmente nove tipos de queijos, com períodos de maturação que variam de alguns dias a vários meses — ou até anos. Além do tempo e das condições naturais da caverna, Borges aposta em receitas diferentes para criar sabores exclusivos.

Entre os destaques da produção está o queijo na cerveja, que fica imerso em cerveja preta por 48 horas e ganha uma tonalidade caramelizada.

Outro exemplo é o Foguinho, queijo flambado no whisky e maturado por 60 dias. A linha também inclui o Do Cerrado, receita inspirada no sabor do pequi, mesmo sem utilizar o fruto na composição. Já o Bálsamo é uma das peças mais valorizadas da produção e chega a pesar cerca de 2,5 kg.

Atualmente, a caverna armazena até 8 mil peças de queijo. Com o Selo Arte — certificação que permite a comercialização interestadual de produtos artesanais de origem animal —, a fazenda vende cerca de 2 mil queijos por mês para diferentes estados do país.

“Todos os nossos queijos já foram premiados, muitos deles mais de uma vez. Isso mostra que conseguimos manter a qualidade da produção”, afirma João Vicente, que já planeja expandir o negócio.

Caverna subterrânea e fungos naturais ajudam produtor goiano a criar queijos exclusivos — Foto: Reprodução/Globo Rural

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Cade analisa se houve irregularidades na venda de mina de terras raras para empresa dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 02:27

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

Mina de terras raras em Minaçu (GO) é alvo de acordo bilionário entre empresa brasileira e americana; operação prevê expansão da produção e fornecimento por 15 anos — Foto: Divulgação/Serra Verde

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) instaurou um procedimento administrativo para apuração de ato de concentração (APAC) envolvendo a Serra Verde Pesquisa e Mineração S.A. (Serra Verde), em Goiás, e a USA Rare Earth, Inc. (USAR).

🔎 O procedimento de Apuração de Ato de Concentração (APAC) no Cade investiga fusões, aquisições ou associações de empresas consumadas sem a devida aprovação prévia do órgão.➡️ A empresa americana USA Rare Earth firmou um acordo para adquirir participação na mineradora Serra Verde, responsável por uma mina de terras raras em Minaçu, no norte de Goiás, em uma transação avaliada em cerca de US$ 2,8 bilhões. ➡️O negócio prevê a combinação das operações das duas companhias para criar uma cadeia completa de produção — da extração à fabricação de ímãs — fora da Ásia, região que hoje domina esse mercado.

Conforme o Cade, o processo busca entender se a combinação de negócios da Serra Verde e da USAR e o acordo de fornecimento informados configurariam ato de concentração. Caso o Conselho entenda que sim, será realizada uma avaliação se seria caso de notificação obrigatória ou, se as empresas deveriam ter submetido a operação a verificação de possível impactos concorrenciais.

Após o acordo com a empresa USA Rare Earth pela venda da mina por US$ 2,8 bilhões, a mineradora foi alvo de críticas por parte de autoridades, que questionaram a negociação com "recursos do subsolo brasileiro que pertencem à União".

"A abertura do APAC não significa necessariamente que os atos deverão ser notificados ou que haja problemas concorrenciais. Ao final de sua apuração, a Superintendência-Geral poderá decidir pelo seu arquivamento, pela consumação da operação, ou pela abertura de processo administrativo", divulgou o Conselho.

Mina de terras raras vendida a empresa dos EUA por US$ 2,8 bilhões em Goiás: o que muda na prática?

O acordo entre a mineradora goiana e a empresa dos EUA cria uma empresa multinacional com oito operações, no Brasil, EUA, França e Reino Unido, ressaltou o Cade. Dessa forma, a empresa passa a ter operações ativas em toda a cadeia de suprimento de terras leves e pesadas.

Além disso, a Serra Verde assinou um contrato de 15 anos para destinar 100% da produção de sua Fase I a uma Sociedade de Propósito Específico (SPE). A empresa é financiada por agências governamentais dos Estados Unidos e capital privado, garantindo preços mínimos para suas terras raras magnéticas.

Segundo a empresa, o material exportado é rico em elementos estratégicos como neodímio, praseodímio, disprósio e térbio, fundamentais para a produção de ímãs permanentes usados em veículos elétricos, turbinas eólicas e outras tecnologias de energia limpa.

"Ao longo dos últimos 16 anos, a empresa investiu mais de US$ 1 bilhão para construir uma operação integrada de mineração e processamento que transforma o minério em um produto intermediário de maior valor agregado: o Carbonato Misto de Terras Raras de alta pureza", disse a Serra Verde ao g1.

"Ainda não dispomos da tecnologia necessária para separar terras raras em escala industrial. No entanto, a combinação com a USA Rare Earth nos dá acesso a essa tecnologia, e definiremos o local para a separação após a realização de uma análise técnica e econômica completa. A separação no Brasil está sendo avaliada", afirmou a mineradora.

🔎 As "terras raras" são um grupo de 17 elementos químicos conhecidos por suas propriedades magnéticas e condutoras únicas. Apesar do nome, eles não são necessariamente "raros" na crosta terrestre, mas são extremamente difíceis de serem encontrados em concentrações puras e de difícil extração mineral.

A Serra Verde é a única mineradora fora da Ásia a produzir em escala comercial quatro elementos magnéticos essenciais. O depósito de argila iônica em Minaçu, onde os minerais são extraídos, é um dos maiores do mundo, e possui um diferencial devido aos impactos ambientais relativamente baixos.

Em entrevista ao g1, Ricardo Grossi, presidente e diretor de operações da Serra Verde, informou que a negociação não irá promover mudanças imediatas na operação no Brasil e que a gestão local segue inalterada.

“A mina e a planta em Minaçu seguem operando normalmente, sob a liderança da equipe atual, com continuidade da estratégia já em curso. A operação permanece focada no ramp-up e na expansão previstos, e a gestão local segue inalterada. Ao mesmo tempo, o acordo fortalece a empresa ao dar acesso à tecnologia ao longo de toda a cadeia produtiva e maior integração global, sem alterar o dia a dia da operação”, explicou.

Após a negociação, o foco da mineradora continua sendo a execução do projeto de otimização e expansão para elevar a produção para 6,4 mil toneladas por ano de óxidos de terras raras até o fim de 2027.

“Depois disso, a empresa combinada estará em uma posição mais forte para crescer e investir, potencialmente criando novas funções e promovendo um desenvolvimento econômico significativo em torno de Minaçu”, destacou Grossi.

A mineradora iniciou sua produção comercial em janeiro de 2024. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em 2025, foram exportadas quase 678 toneladas de terras raras para a China.

No entanto, em 2026, Goiás exportou apenas 2 toneladas para os Estados Unidos, com valor de US$ 67 mil. No ano passado, foram exportados 51 kg para os norte-americanos.

TERRAS RARAS: Rede entra com ação no STF para suspender acordo com empresa dos EUA sobre mina de GoiásNEGOCIAÇÃO: Empresa americana compra mina em Goiás por US$ 2,8 bilhõesENTENDA: Mina de terras raras vendida a empresa dos EUA por US$ 2,8 bilhões em Goiás: o que muda na prática?

Mineração Serra Verde é considerada a única operação fora da Ásia a produzir, em escala, os quatro elementos magnéticos essenciais de terras raras — Foto: Divulgação/Serra Verde

A negociação foi anunciada pela USA Rare Earth no dia 20 de abril e prevê a combinação das operações das duas companhias para liderar toda a cadeia produtiva, desde a extração das terras raras, às etapas de separação, processamento dos elementos, até a fabricação de ímãs permanentes.

Do montante de US$ 2,8 bilhões, US$ 300 milhões serão pagos em dinheiro e o restante em ações. Além da aquisição, o acordo inclui um contrato de fornecimento de 15 anos. Também serão estabelecidos preços mínimos para os minerais, o que garante previsibilidade de receita e reduz riscos para a operação.

Na sexta-feira (24), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o subsolo do território brasileiro pertence à União e que cabe a ela regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos.

Em entrevista à emissora governamental Canal Gov, ele ressaltou que o memorando de entendimento entre o governo de Goiás e os Estados Unidos para a exploração de terras raras no estado tem um vício de inconstitucionalidade e "não se sustenta".

O acordo também é alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). O partido Rede Sustentabilidade solicitou à Corte que avalie se a operação fere a Constituição Federal e, caso se confirme, a suspenda.

No final da tarde desta sexta-feira (24), o partido, em conjunto com a deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ), ingressou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). O grupo argumenta que a estruturação da nova empresa precisa ser avaliada porque recursos minerais estratégicos são bens estes pertencentes à União.

Além disso, deputados do PSOL chegaram a protocolar, na última quarta-feira (22), uma representação na Procuradoria-Ge'ral da União (PGR) questionando a legalidade da aquisição da mineradora Serra Verde pela empresa americana USA Rare Earth.

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Chocolate ou ‘sabor chocolate’?: nova lei fixa regras e define categorias; veja quais são

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 00:56

Agro Chocolate ou ‘sabor chocolate’?: nova lei fixa regras e define categorias; veja quais são Lei sancionada pelo presidente Lula torna mais rígida a receita para o produto poder levar o nome do doce. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

Uma lei que aumenta a quantidade de cacau na receita do chocolate foi sancionada pelo presidente Lula na segunda-feira (11).

O texto também especifica as definições dos diferentes tipos do produto, o que não era feito na lei anterior.

Mas isso pode não impactar de fato a indústria. Com o aumento do preço do cacau nos últimas anos, os fabricantes têm popularizado os produtos "sabor chocolate", que têm uma quantidade inferior do ingrediente.

O termo, no entanto, não é definido por lei. A nova regra determina apenas que o produto vendido não pode enganar o consumidor, ou seja, dizer que é de fato chocolate quando não for.

Uma lei que aumenta a quantidade de cacau na receita do chocolate foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na segunda-feira (11). O texto também especifica as definições dos diferentes tipos do produto, o que não era previsto na legislação anterior.

Mas isso pode não impactar de fato a indústria. Com o aumento do preço do cacau nos últimas anos, os fabricantes têm popularizado os produtos "sabor chocolate", que têm uma quantidade inferior do ingrediente. (saiba mais abaixo.)

Nem esse termo, no entanto, é definido por lei. A nova regra determina apenas que o produto vendido não pode enganar o consumidor, ou seja, dizer que é de fato chocolate quando não for.

🍫 Chocolate: produto obtido a partir da mistura de massa de cacau, cacau em pó ou manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo o mínimo de 35% de sólidos totais de cacau, dos quais ao menos 18% devem ser manteiga de cacau e 14% devem ser isentos de gordura.

O texto que havia sido aprovado no Senado mencionava "chocolate amargo ou meio amargo", mas a definição foi alterada na Câmara.

Na legislação anterior, que era de 2022, poderia ser considerado chocolate quando o produto tivesse a partir de 25% de sólidos totais de cacau, como massa, pasta, liquor, pó ou manteiga, com outros ingredientes.

🍫 Chocolate branco: produto isento de matérias corantes, composto por manteiga de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 20% de manteiga de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite.

Esse tipo do doce era a única variação que tinha definição na lei anterior. Ela já determinava 20% de sólidos totais de manteiga de cacau, mas não determinava a porcentagem sólidos totais de leite.

🍫 Chocolate em pó: produto obtido pela mistura de açúcar ou edulcorante ou outros ingredientes com cacau em pó, contendo o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau.

🍫 Chocolate ao leite: produto composto por sólidos de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 25% de sólidos totais de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite ou seus derivados;

🍫 Chocolate doce: produto composto de sólidos de cacau e de outros ingredientes, que contém, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau, sendo que pelo menos 18% tem que ser de manteiga de cacau e 12% isentos de gordura.

🍫 Achocolatado, chocolate fantasia, chocolate composto, cobertura sabor chocolate ou cobertura sabor chocolate branco: deve ser preparado com mistura de cacau, adicionado ou não de leite e de outros ingredientes. Deve ter, no mínimo, 15% de sólidos de cacau ou de manteiga de cacau.

Além disso, o texto também define como deve ser a composição de outros subprodutos do cacau, como manteiga, licor, bombom, mas não estabelece quantidade mínima de cacau para esses itens.

Nos últimos anos, o preço do cacau tem subido por problemas climáticos nas lavouras dos maiores produtores do fruto do mundo, localizados na África.

Para controlar o preço por aqui, a indústria de chocolates mais populares, passou a usar os teores mínimos de cacau nos produtos, de acordo com o levantamento da Associação Bean to Bar Brasil, de fabricantes de chocolate fino.

Além disso, os preços fizeram com que fossem lançados doces com o nome "sabor chocolate" (e não "chocolate"), para poder baixar ainda mais a quantidade do fruto, aponta o presidente da associação, Bruno Lasevicius.

"Eu acho que está havendo uma aceitação por parte do público dos menores teores. Boa parte da população não tem poder aquisitivo para comprar um chocolate com um alto valor agregado", afirma.

O presidente explica ainda que, em alguns casos, é usada apenas a casca da amêndoa, que possui um resquício do sabor do chocolate.

Já na indústria de chocolates mais caros, a produção já se enquadra na nova legislação, diz Lasevicius. São eles:

🍫 chocolates finos: como os da associação Bean to Bar, a amêndoa é selecionada diretamente de produtores. Entre os associados, o chocolate já usa de 70% a 80% de sólidos de cacau para fazer o amargo e pelo menos 50% para o ao leite, por exemplo.

🍫 chocolates industriais premium: segundo Lasevicius, algumas marcas mais caras de chocolate industrializado também já usam teores mais elevados de sólidos de cacau, variando entre 50% e 70%.

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Copa do Mundo 2026: golpistas clonam site da FIFA para enganar brasileiros em busca de ingressos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 00:56

Tecnologia Copa do Mundo 2026: golpistas clonam site da FIFA para enganar brasileiros em busca de ingressos Empresa de segurança identificou ao menos cinco páginas falsas com versões em português e ofertas suspeitas de ingressos para partidas do Brasil no torneio. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

A empresa de cibersegurança ESET identificou ao menos 5 sites falsos que imitam o da FIFA para aplicar golpes com ingressos, hospedagem e produtos da Copa do Mundo de 2026.

Os links fraudulentos têm versões em português e incluem até ofertas de ingressos para jogos do Brasil, como a partida contra Marrocos.

Segundo a empresa, os sites são divulgados por anúncios no Google, redes sociais, WhatsApp, SMS e e-mails.

As páginas reproduzem o visual oficial da FIFA e exibem "promoções" de ingressos, hospedagem e produtos ligados ao torneio.

FOTO DE ARQUIVO: O logotipo da Copa do Mundo da FIFA de 2026 de Nova York/Nova Jersey é revelado durante o evento de lançamento na Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos, em 18 de maio de 2023. — Foto: Reuters/Brendan McDermid/Foto de arquivo

Faltam menos de 30 dias para a Copa do Mundo de 2026, e criminosos já aproveitam o interesse pelo campeonato para aplicar golpes com sites falsos da FIFA, incluindo versões em português.

Ao menos cinco páginas fraudulentas foram criadas nas últimas semanas, segundo a empresa de segurança digital ESET.

Os sites têm versões em português e incluem até opções de ingressos para a partida entre Brasil e Marrocos, marcada para 13 de junho.

De acordo com a ESET, os sites falsos são divulgados por meio de anúncios no Google, redes sociais, WhatsApp, SMS e e-mail.

As páginas, às quais o g1 teve acesso, reproduzem com alto nível de fidelidade o design do site oficial da FIFA, incluindo logotipo, identidade visual e até o fluxo de compra de ingressos. Também oferecem hospedagem e itens relacionados à Copa do Mundo, como camisetas.

O g1 procurou a FIFA, que afirmou que sempre incentiva os torcedores a comprarem ingressos apenas pelo FIFA.com/tickets, a fonte oficial e preferencial de ingressos para a Copa do Mundo.

“Os torcedores são fortemente aconselhados a permanecer atentos, evitar plataformas não oficiais e recorrer exclusivamente aos canais oficiais da FIFA para a compra de ingressos e pacotes de hospitalidade”, diz a organização, em nota.

Na página original, a FIFA solicita que o usuário faça login antes de acessar a compra de ingressos. No site falso visto pelo g1, o mesmo procedimento é reproduzido em uma página praticamente idêntica.

A principal diferença é que a plataforma original permite acesso com contas do Google ou da Apple, enquanto a versão fraudulenta aceita apenas dados preenchidos manualmente em um formulário — um detalhe que pode indicar tentativa de golpe.

O g1 também notou que o site falso oferece a opção "português" no campo "Linguagem de Comunicação Preferida". Já a página oficial da FIFA disponibiliza apenas inglês, alemão, francês e espanhol.

Outro ponto que chama atenção é que o jogo entre Brasil e Marrocos aparece no site falso com ingressos supostamente em promoção, de US$ 2.205 por US$ 1.696. No site oficial da FIFA, porém, não há mais bilhetes disponíveis para essa partida. (veja a comparação na imagem acima).

Esse tipo de golpe é conhecido como typosquatting. Criminosos criam endereços muito parecidos com os de sites verdadeiros e clonam o visual das páginas originais.

A vítima pode cair no golpe ao cometer um erro de digitação ou não perceber pequenas alterações no endereço, que costuma ser quase idêntico ao verdadeiro. A estratégia inclui trocar letras e símbolos por caracteres semelhantes, como "l" (L minúsculo) por "I" (i maiúsculo) ou substituir "m" por "rn".

Em alguns casos, ataques de typosquatting são potencializados com anúncios online. A semelhança no endereço confunde a vítima, que clica no anúncio sem perceber que está indo para um site falso.

O primeiro ponto a observar é o endereço do site (URL). Páginas de grandes empresas costumam usar domínios conhecidos, sem variações suspeitas.

O site oficial da FIFA, por exemplo, termina em ".com", enquanto um dos fraudulentos identificados usa a extensão ".shop" e ".store".

Só que outro site falso identificado pela ESET também termina em ".com", assim como o original, mas começa com "www.wc26", o que pode indicar golpe. O endereço oficial da FIFA para venda de ingressos é "www.fifa.com".

Site falso imitando o da FIFA tem problema de design com ícones muito pequenos. — Foto: Reprodução

Também vale analisar a estrutura da página. Golpistas podem copiar o visual de sites oficiais, mas pequenas inconsistências podem denunciar a fraude. Em um dos links fakes visto pelo g1, o chat de ajuda ao usuário exibia mensagens em um idioma que parecia japonês ou chinês.

Outro alerta é o senso de urgência criado pelos criminosos. Páginas fraudulentas costumam exibir mensagens como "últimas unidades" ou cronômetros de contagem regressiva para pressionar a vítima a concluir a compra rapidamente.

Também é importante desconfiar de preços muito abaixo do mercado. Criminosos costumam anunciar ingressos e produtos com descontos exagerados para atrair vítimas.

"A combinação entre paixão pelo futebol, ansiedade por ingressos e aparência legítima dos sites cria um ambiente extremamente favorável para golpes. Além do prejuízo financeiro, existe também o risco de roubo de identidade e comprometimento de contas pessoais caso o usuário reutilize senhas em outros serviços", explica Thales Santos, especialista em segurança da informação da ESET Brasil.

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Escala 6×1: Após unificação de propostas, ministros serão ouvidos pela comissão que analisa o assunto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 00:56

Política Escala 6×1: Após unificação de propostas, ministros serão ouvidos pela comissão que analisa o assunto Presidente da Câmara disse que vai priorizar a discussão sobre o tema. Intenção do governo é votar o tema até o fim do mês. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

A comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho entra na segunda semana de atividades na Câmara com a presença de ministros do governo Lula e a intensificação do engajamento do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Trabalhadores pedem fim da escala 6×1 em ato realizado em Belo Horizonte — Foto: TV Globo/ Reprodução

Motta chegou a convocar sessões de segunda a sexta e publicou vídeo citando o tema no Dia das Mães.

Na última quarta (6), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, compareceu a uma audiência na comissão. Nesta semana, são esperados o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

Durigan vai discutir aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho nesta terça-feira (12). Já Boulos participará de audiência na quarta-feira (13) sobre os aspectos sociais e diálogo social para redução da jornada de trabalho.

O comparecimento dos ministros mostra a articulação do governo para aprovar o tema, apontado como uma das prioridades de Lula para este ano de eleições. A ideia é votar o texto no colegiado dia 26 de maio e, no plenário, dia 27.

O Palácio do Planalto conta ainda com a boa vontade de Motta. O presidente da Câmara fez questão de realizar a primeira reunião externa da comissão na Assembleia Legislativa da Paraíba, seu estado.

Presidente da Câmara, Hugo Motta realizou evento sobre proposta de redução da escala 6×1 em João Pessoa — Foto: Josemar Gonçalves / Câmara dos Deputados

Na oportunidade, Motta reforçou que o ambiente para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara é favorável e que as particularidades de cada setor serão consideradas.

Outra estratégia adotada pelo presidente da Câmara para acelerar a aprovação da proposta é convocar sessões de votações todos os dias.

🔎O prazo para apresentar emendas ao texto na comissão especial é contado em sessões do plenário. Segundo o regimento, os parlamentares têm dez sessões para sugerir acréscimos ou retiradas de trechos ao texto. Depois dessas dez sessões, a proposta já pode ser votada na comissão especial e seguir para o plenário. Por isso, a estratégia de convocar sessões todos os dias permite que a PEC seja votada com mais celeridade na comissão.

Motta convocou sessões para segunda e sexta-feira nesta semana, o que não é muito usual, já que os parlamentares costumam estar fora de Brasília.

Audiência da comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho realizada em 6 de maio — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Além disso, para facilitar o atingimento de quórum, o presidente da Câmara permitiu os trabalhos remotos – quando os parlamentares podem registrar presença e votar por aplicativo.

Com a sessão realizada nesta segunda (11), já se passaram seis encontros desde que a comissão foi instalada. As dez sessões poderão ser alcançadas já na sexta-feira (15).

Motta também aproveitou o Dia das Mães para pressionar pela aprovação do texto. Em tom que antecipa o clima eleitoral, o presidente da Câmara ligou a aprovação da PEC a uma maior convivência das mães com seus filhos.

Nas redes sociais, Motta afirmou que a pauta não é apenas econômica, mas “sobre a defesa da família brasileira”.

“O trabalho é digno, mas a ausência nos momento que não voltam mais dói na alma das famílias”, afirmou. “Não é apenas uma pauta econômica, é uma pauta humana”.

O relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas.

Relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA) — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho; aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil; limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva dos empregadores; limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva da classe trabalhadora.

A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.

uma proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra; a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎 Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6×1 — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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