RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dona da Tok&Stok e da Mobly troca comando da empresa um dia após pedir recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%Oferecido por

O Grupo Toky anunciou nesta quarta-feira (13) reestruturação de sua diretoria executiva, incluindo a troca do presidente-executivo, um dia após a controladora das empresas de varejo de casa e decoração Mobly e Tok&Stok pedir recuperação judicial.

Segundo o comunicado divulgado pelo grupo, André Ferreira Peixoto assumirá o cargo de presidente-executivo no lugar de Victor Pereira Noda.

Fabio Ferrante será o novo diretor financeiro e de relações com investidores, substituindo Marcelo Rodrigues Marques, enquanto Daniel Passos de Melo ocupará a diretoria de operações e sistemas logísticos no lugar de Mário Fernandes Filho.

Noda, Marques e Fernandes Filho, fundadores da companhia, permanecerão no conselho de administração do grupo e da Estok Comércio e Representações S.A.

"A transição ora comunicada não acarreta qualquer alteração significativa na estratégia de longo prazo, nos compromissos assumidos perante os acionistas e o mercado, ou na condução dos negócios da companhia", afirmou o grupo.

A holding divulgou na nesta terça-feira (12) que entrou com pedido de recuperação judicial, citando dívida superior a R$1 bilhão.

🔎 Recuperação judicial é um processo em que uma empresa com dificuldades financeiras pede proteção à Justiça para renegociar dívidas e evitar a falência, enquanto continua funcionando normalmente.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

O Grupo Toky também disse que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

"Apesar dos esforços empregados pela administração na negociação da reestruturação do endividamento junto aos credores da controlada Tok&Stok, o alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando", afirmou em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia afirmou que o objetivo do pedido é preservar as operações, manter os serviços e criar condições para renegociar as obrigações financeiras.

Ainda na segunda-feira (11), antes do anúncio de recuperação judicial, o grupo informou que quatro fundos da gestora SPX Capital estão em fase avançada de negociações para vender toda a participação que possuem na empresa, incluindo ações e bônus de subscrição.

O Grupo Toky foi criado em 2024 após a união entre a Mobly e a Tok&Stok, duas marcas tradicionais do setor de móveis e decoração no Brasil.

A fusão deu origem a um dos maiores grupos de varejo de casa e decoração da América Latina, combinando operações físicas e digitais.

A Mobly foi fundada em 2011 por Victor Pereira Noda, Marcelo Rodrigues Marques e Mário Carlos Fernandes Filho, com foco em vendas online de móveis e itens de decoração.

A empresa recebeu investimentos da Rocket Internet e expandiu sua atuação para lojas físicas, contando atualmente com 11 unidades entre megastores, outlets e lojas compactas.

Já a Tok&Stok foi fundada em 1978 pelos franceses Régis e Ghislaine Dubrule. A marca ganhou espaço no mercado brasileiro ao apostar em móveis modernos, modulares e acessíveis, acompanhando o crescimento da classe média urbana e do mercado de apartamentos no país.

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Opep reduz previsão de crescimento de consumo global por petróleo em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9290,67%Dólar TurismoR$ 5,1140,44%Euro ComercialR$ 5,7710,4%Euro TurismoR$ 6,0010,2%B3Ibovespa179.586 pts-0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,9290,67%Dólar TurismoR$ 5,1140,44%Euro ComercialR$ 5,7710,4%Euro TurismoR$ 6,0010,2%B3Ibovespa179.586 pts-0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,9290,67%Dólar TurismoR$ 5,1140,44%Euro ComercialR$ 5,7710,4%Euro TurismoR$ 6,0010,2%B3Ibovespa179.586 pts-0,42%Oferecido por

A Opep reduziu nesta quarta-feira (13) sua previsão de crescimento da demanda global por petróleo em 2026.

O grupo vê um impacto menor sobre a demanda do que a IEA, que, mais cedo, aumentou sua estimativa de queda no consumo de petróleo neste ano.

A Opep afirmou que o consumo deve se recuperar mais adiante e elevou sua previsão de crescimento da demanda para 2027.

A guerra fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, uma rota global estratégica para o petróleo, reduzindo milhões de barris da produção do Oriente Médio e provocando uma disparada nos preços dos combustíveis.

Opep reduz previsão de crescimento da demanda global por petróleo em 2026 — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Opep reduziu nesta quarta-feira (13) sua previsão de crescimento da demanda global por petróleo em 2026, juntando-se a outras instituições, como a Agência Internacional de Energia (IEA), que também cortaram suas expectativas devido à guerra com o Irã.

A demanda global deve ficar, em média, em 104,57 milhões de barris por dia no segundo trimestre, abaixo da previsão de 105,07 milhões de barris por dia divulgada no mês passado.

O relatório anterior já havia reduzido a estimativa para o segundo trimestre em 500 mil barris por dia.

O grupo vê um impacto menor sobre a demanda do que a IEA, que, mais cedo, aumentou sua estimativa de queda no consumo de petróleo neste ano. A Opep afirmou que o consumo deve se recuperar mais adiante e elevou sua previsão de crescimento da demanda para 2027.

A guerra fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, uma rota global estratégica para o petróleo, reduzindo milhões de barris da produção do Oriente Médio e provocando uma disparada nos preços dos combustíveis.

A alta está afetando consumidores e empresas, além de levar governos a adotarem medidas para preservar os estoques.

“O crescimento econômico global continua mostrando resiliência neste ano, apesar das tensões geopolíticas, particularmente no Oriente Médio”, afirmou a Opep, mantendo inalteradas suas previsões para o crescimento da economia.

Para 2027, a Opep espera que a demanda por petróleo aumente em 1,54 milhão de barris por dia, alta de 200 mil barris por dia em relação à previsão anterior.

A Opep+, grupo que reúne a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados como a Rússia, havia concordado em retomar os aumentos de produção a partir de abril, mas o fechamento do Estreito de Ormuz tornou impossível cumprir o acordo. O relatório afirmou que a produção caiu ainda mais em abril.

A produção de petróleo bruto da Opep+ ficou em média em 33,19 milhões de barris por dia em abril, queda de 1,74 milhão de barris por dia em relação a março, segundo o relatório, que cita fontes secundárias usadas pela Opep para monitorar sua produção.

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Entenda a reviravolta na “taxa das blusinhas”, agora zerada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9300,7%Dólar TurismoR$ 5,1120,4%Euro ComercialR$ 5,7730,43%Euro TurismoR$ 5,9990,17%B3Ibovespa179.735 pts-0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,9300,7%Dólar TurismoR$ 5,1120,4%Euro ComercialR$ 5,7730,43%Euro TurismoR$ 5,9990,17%B3Ibovespa179.735 pts-0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,9300,7%Dólar TurismoR$ 5,1120,4%Euro ComercialR$ 5,7730,43%Euro TurismoR$ 5,9990,17%B3Ibovespa179.735 pts-0,34%Oferecido por

Chegou ao fim a apelidada "taxa das blusinhas", conforme Medida Provisória (MP) assinada pela presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira (12).

Foram quase dois anos de cobrança de 20% de imposto sobre compras internacionais de até 50 dólares (o equivalente hoje a cerca de R$ 245), com objetivo de combater o contrabando e forçar a regularização das plataformas de comércio online.

"O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos", afirmou o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

O governo também argumentou que a revogação beneficia a população de baixa renda, que recorre ao varejo online de baixo custo. A decisão foi celebrada pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne gigantes do setor.

Mas desagradou a indústria brasileira. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o fim da cobrança "cria vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional", impactando desproporcionalmente micro e pequenas empresas.

Já entidades do setor têxtil destacaram que a medida poderia colocar empregos em risco e negativamente impactar a arrecadação pública.

A cobrança no Brasil foi iniciada em agosto de 2024, no âmbito do Programa Remessa Conforme (PRC). Embora tenha se popularizado como "taxa das blusinhas", o imposto não valia só para roupas ultrabaratas. Estavam incluídas diversas mercadorias de baixo valor encomendadas do exterior por pessoas físicas no Brasil.

A cobrança veio em reação ao crescimento do comércio online, alavancado durante a pandemia de covid-19 por empresas como AliExpress, Shein, Amazon, Alibaba e Shopee. Segundo a Receita Federal, chegavam, à época, entre 500 e 800 mil compras internacionais ao Brasil por dia.

Segmentos da indústria nacional levaram a pauta a Brasília, argumentando que havia competição desleal entre produtos vendidos dentro do país e pelas gigantes globais do comércio online.

Mesmo sancionada por Lula, a medida nunca pareceu convencê-lo. O presidente chamou de "irracional" tributar as classes média e baixa, que compram do exterior sem sair do país, enquanto as classes média e alta têm maior margem para fazer compras isentas de imposto em viagens internacionais.

Com a iniciativa, o objetivo da Receita Federal era certificar empresas de comércio eletrônico, aplicar o imposto já no ato da compra e reduzir o tempo que as mercadorias ficam estacionadas nas alfândegas. Desde então, 45 empresas obtiveram a certificação.

Até 2024, as importações de até 50 dólares estavam sujeitas apenas ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, que vai para os cofres estaduais. Somou-se, a partir de então, a taxa federal de 20% para estas compras.

A tributação foi impopular. Em contrapartida, a arrecadação pública com o imposto, acumulada desde o início do programa, gira em torno de R$ 10 bilhões.

De acordo com a Receita Federal, entre 2024 e 2025, o imposto arrecadado foi de R$ 7,8 bilhões. Já nos primeiros quatro meses de 2026, o valor foi de R$ 1,78 bilhão, com alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além disso, segundo levantamento da CNI, a medida resultou em R$ 4,5 bilhões em importações evitadas, aumentando a movimentação da economia brasileira. A confederação estimou ainda os empregos preservados em 135,8 mil.

Celular com aplicativo da chinesa Shein — Foto: DANIEL CYMBALISTA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Mas nem todos enxergam a redução das importações como positiva. Em debate na Câmara dos Deputados em outubro, representantes do setor de mobilidade de transporte internacional reclamaram de um freio de investimentos, com cancelamentos de planos de expansão e perdas financeiras para empresas.

Já a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), afirmou que a "taxa das blusinhas" impactava os estados mais pobres do Brasil. "É o consumidor que tem de estar no centro dessa discussão", disse. À época, era debatido um projeto de lei, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), para pôr fim ao imposto.

Em março, a pesquisa Latam Pulse Brasil, da Atlas Intel, apontou que 62% dos brasileiros achavam que a "taxa da blusinha" havia sido um erro de Lula – o maior percentual dentre 14 decisões avaliadas. A manutenção ou revogação da medida vinha dividindo membros do alto escalão do governo.

Segundo apurou o jornal Folha de São Paulo, a decisão de Lula em derrubar o imposto teria sido política, em vista das eleições deste ano.

Quase setenta entidades do varejo, que se posicionaram em abril contra um futuro fim da "taxa das blusinhas", previram que o comércio investiria R$ 100 bilhões este ano no Brasil. "Este investimento estaria ameaçado caso houvesse um retrocesso nos passos já dados rumo à isonomia tributária," disse o texto publicado no portal Jota.

Para compras de valor superior, a tributação continuará fixada em 60%, cobrada no ato da compra em sites certificados pelo PRC. Nestas plataformas, o consumidor ganha, entretanto, o equivalente a 20 dólares de desconto. Há também cobrança do ICMS.

Pela MP assinada na terça-feira, o imposto para as compras de até 50 dólares será zerado, enquanto permanecerão os 60% para as demais importações.

Para sites sem a certificação do programa, todas as importações por pessoas físicas, de qualquer valor, estão sujeitas ao imposto federal de 60%, mais ICMS. Nestes casos, a tributação é cobrada depois da compra.

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Dólar inicia o dia com atenções voltadas para encontro entre Trump e Xi Jinping

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (13) com alta, avançando 0,09% na abertura, cotado a R$ 4,9001. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No cenário internacional, as atenções se voltam para o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, em meio à expectativa sobre os próximos passos da relação entre as duas maiores economias do mundo.

▶️ O mercado também segue monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã em busca de um acordo de paz que possa contribuir para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que zera a cobrança de tributos federais sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas em plataformas de comércio eletrônico.

▶️ A chamada “taxa das blusinhas” havia sido criada por lei em 2024, com alíquota de 20% para encomendas nesse valor, em uma tentativa de conter a entrada de produtos importados e reduzir a concorrência com a indústria nacional, especialmente de empresas chinesas.

▶️ No campo político, uma nova pesquisa da Quaest mostra empate técnico entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de outubro. Lula aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41%. Na sondagem anterior, divulgada em abril, o senador liderava, após ambos terem empatado com 41% em março.

Os preços ao consumidor dos Estados Unidos subiram em ritmo acelerado em abril, pelo segundo mês consecutivo. O movimento foi impulsionado pelos custos mais altos de alimentos e de energia — este último como resultado da guerra no Irã.

Segundo dados do Departamento do Trabalho americano, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), registrou um avanço de 0,6% no mês passado, após um aumento de 0,9% em março. A alta veio em linha com o esperado pelos analistas do mercado financeiro, segundo a Reuters.

Nos 12 meses até abril, o IPC subiu 3,8%. Esse foi o maior aumento anual desde maio de 2023 e seguiu uma alta de 3,3% em março.

Os preços do petróleo ultrapassaram os US$ 100 por barril em março, após os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. O movimento se refletiu imediatamente no aumento dos preços da gasolina, do diesel e da querosene de aviação.

Além disso, os preços de alimentos subiram 0,5% em abril nos EUA, após permanecerem estáveis em março. A inflação nos supermercados, por sua vez, avançou 0,7%, impulsionada por um aumento de 2,7% nos preços de carne bovina.

A forte alta do CPI reforça a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) deve manter os juros do país elevados por mais tempo. Em sua última reunião, o BC americano deixou as taxas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75%.

A inflação oficial do Brasil desacelerou em abril, mas os alimentos continuam pesando no bolso do consumidor. O índice ficou em 0,67% no mês, abaixo dos 0,88% registrados em março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Os maiores aumentos vieram dos grupos de alimentação e bebidas, que subiu 1,34%, e saúde e cuidados pessoais, com alta de 1,16%. Juntos, eles responderam por cerca de 67% da inflação de abril.

Entre os outros grupos, habitação avançou 0,63%, vestuário 0,52% e transportes teve alta mais leve, de 0,06%.

A Petrobras teve lucro de R$ 32,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

A alta do preço do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, ajudou os resultados da empresa.

A petroleira também aumentou a produção de petróleo e as vendas de combustíveis, como diesel e gasolina.

💰Além disso, a estatal aprovou o pagamento de R$ 9 bilhões em dividendos aos acionistas, o equivalente a R$ 0,70 por ação.

As chances de um cessar-fogo entre Irã e os EUA diminuíram após Donald Trump afirmar que a trégua está “respirando por aparelhos”.

O Irã rejeitou a proposta americana para encerrar o conflito e exigiu o fim da guerra, compensações pelos danos e o fim do bloqueio naval dos EUA.

🔎A tensão também elevou o preço do petróleo: o barril do Brent ultrapassou US$ 107 com o temor de interrupções no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.

Autoridades iranianas mantiveram o tom duro e afirmaram que o país pode ampliar seu programa nuclear caso volte a ser atacado.

Enquanto isso, os EUA anunciaram novas sanções contra empresas e pessoas acusadas de ajudar o Irã a vender petróleo para a China.

Trump deve chegar à China nesta quarta-feira (13) para se reunir com Xi Jinping, e a crise no Oriente Médio deve estar entre os temas discutidos

Após dados de inflação nos EUA virem acima do esperado, as bolsas de Wall Street encerraram sem direção única.

Na Europa, as bolsas fecharam em queda. O índice alemão DAX recuou 1,54%, enquanto o francês CAC 40 caiu 0,45%. Já o FTSE 100, de Londres, encerrou o dia perto da estabilidade, com leve alta de 0,04%.

As bolsas da Ásia fecharam mistas nesta terça-feira, com investidores atentos ao encontro entre Donald Trump e Xi Jinping nesta semana.

Na China, os índices recuaram após fortes altas recentes: Xangai caiu 0,25% e Hong Kong perdeu 0,22%. Já o Japão avançou 0,52%. A maior queda foi na Coreia do Sul, onde o índice Kospi recuou 2,29%.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Nissan reduz prejuízo, mas segue no vermelho e corta custos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:45

Carros Nissan reduz prejuízo, mas segue no vermelho e corta custos Montadora japonesa afirma ver sinais de recuperação após perdas bilionárias, pressão de tarifas dos EUA e avanço de concorrentes chinesas. Por Associated Press

Um trabalhador passa por uma linha de SUVs Infiniti na linha de produção da fábrica de montagem de veículos da Nissan em Smyrna. — Foto: AP Photo/Kristin M. Hall

A montadora japonesa Nissan reduziu suas perdas no ano fiscal encerrado em março, mas permaneceu no vermelho, pressionada pelas tarifas dos Estados Unidos, pela inflação e pela concorrência cada vez mais forte.

A Nissan Motor Co., sediada na cidade portuária de Yokohama, registrou prejuízo de 533 bilhões de ienes (US$ 3,4 bilhões), menor do que os 670,9 bilhões de ienes em perdas registrados no ano fiscal anterior.

As vendas anuais da empresa caíram 5%, para 12 trilhões de ienes (US$ 76 bilhões). O presidente-executivo Ivan Espinosa afirmou que a Nissan está avançando de forma consistente e já vê “sinais claros” de recuperação.

“Superamos a fase de recuperação e estamos entrando em um período de crescimento”, disse. “Vamos aproveitar esse momento com uma gestão rigorosa de custos e uma execução mais rápida de produtos, impulsionando vendas e lucratividade.”

No trimestre entre janeiro e março, a Nissan teve prejuízo líquido de 282,9 bilhões de ienes (US$ 1,8 bilhão), ante perdas de 676 bilhões de ienes no mesmo período do ano anterior. As vendas trimestrais recuaram quase 2%, para 3,43 trilhões de ienes (US$ 22 bilhões).

A Nissan afirmou que segue trabalhando em cortes de custos e outras medidas para voltar à lucratividade. Segundo a empresa, o lucro operacional ficou acima do esperado, e a expectativa é de melhora nos resultados neste ano com o lançamento de novos modelos.

A montadora, responsável por veículos como o Altima, o SUV Pathfinder, o elétrico Leaf e os modelos de luxo Infiniti, vendeu 3,15 milhões de veículos globalmente no ano fiscal encerrado em 31 de março.

Apesar do discurso otimista dos executivos sobre o plano de recuperação, a situação financeira da empresa é considerada uma das piores dos últimos anos. A Nissan está cortando milhares de empregos e já vendeu o prédio de sua sede.

A companhia prevê voltar ao lucro no ano fiscal encerrado em março de 2027, com ganho líquido estimado em 20 bilhões de ienes (US$ 127 milhões).

As montadoras japonesas enfrentam dificuldades diante da forte concorrência das fabricantes chinesas, que vêm dominando mercados asiáticos.

Nos últimos anos, houve negociações para uma possível fusão parcial entre a Nissan e a rival japonesa Honda Motor Co., que também enfrenta desafios, mas as conversas fracassaram. Apesar disso, ainda podem surgir parcerias pontuais entre as empresas.

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Mega-Sena 30 anos: prêmio de sorteio especial sobe para R$ 200 milhões; concurso não acumula

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:45

Loterias Oferecido por: Mega-Sena 30 anos: prêmio de sorteio especial sobe para R$ 200 milhões; concurso não acumula Sorteio será realizado no dia 24 de maio. Inicialmente, estimativa era de R$ 150 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

A Caixa Econômica Federal aumentou a estimativa do prêmio do concurso especial de 30 anos da Mega-Sena para R$ 200 milhões. O sorteio será realizado às 11h no dia 24 de maio.

Inicialmente, o concurso de número 3.010 tinha prêmio estimado em R$ 150 milhões, segundo anúncio divulgado pela Caixa em abril.

Segundo as regras divulgadas pela Caixa, o prêmio do sorteio especial não acumula, então se ninguém acertar as seis dezenas, o valor principal será dividido entre os apostadores que acertarem a quina.

Se ainda assim não houver vencedores suficientes, seguirá para a quadra, aumentando as chances de alguém acertar a sequência de números.

As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) do dia 23 de maio pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A Caixa ainda informou que a partir de domingo (17) todas as apostas na modalidade da Mega-Sena passarão a ser exclusivas para a Mega 30 anos.

Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6.

Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante.

De acordo com a Caixa, 980 apostas já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria. O maior prêmio pago em um concurso regular da Mega-Sena — sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em outubro de 2022.

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Quaest: 38% consideram que Desenrola vai ajudar muito as famílias endividadas e 27% acham que vai ajudar pouco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 38% dos brasileiros avaliam que o novo programa Desenrola do governo federal vai ajudar muito as pessoas a saírem da situação de endividamento.

Lançado pelo governo Lula na semana passada, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário, com renda mensal de até cinco salários-mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026.

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a proposta de proibir que beneficiários do programa façam apostas online por um período: 79% disseram ser a favor da medida, enquanto 16% se declararam contra.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 38% dos brasileiros avaliam que o novo programa Desenrola do governo federal vai ajudar muito as pessoas a saírem da situação de endividamento. Outros 27% dizem que deve ajudar um pouco, enquanto 33% afirmam que não vai ajudar.

Lançado pelo governo Lula na semana passada, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário, com renda mensal de até cinco salários-mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026.

A dívida renegociada terá descontos entre 30% e 90%, com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Nesta segunda-feira (11), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o Desenrola 2.0 já está próximo de R$ 1 bilhão em valores renegociados.

Segundo a Quaest, 57% dos entrevistados já tinham ouvido falar do Desenrola 2.0, enquanto 43% afirmaram que ficaram sabendo do programa recentemente.

Com o endividamento das famílias em níveis recordes e metade dos brasileiros inadimplentes, segundo dados mais recentes, a pressão das dívidas mobiliza o governo e se tornou um tema da disputa presidencial de 2026.

O percentual de endividados atingiu 80,4% em março, maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Lula assina medida provisória do Desenrola 2.0. — Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

Dados do Banco Central (BC) mostram que quase metade da renda dos brasileiros está comprometida com dívidas como cartão de crédito, empréstimos e financiamentos. O nível de endividamento no sistema financeiro se aproxima do registrado em 2022, no fim do governo Jair Bolsonaro (PL).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a proposta de proibir que beneficiários do programa façam apostas online por um período: 79% disseram ser a favor da medida, enquanto 16% se declararam contra.

Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, há uma forte relação entre o endividamento e o vício em jogos online, principalmente entre os homens. Pesquisas qualitativas têm mostrado que 29% dos entrevistados relataram ter começado a apostar para tentar pagar contas, e 27% buscavam renda extra. Entre os inadimplentes, 46% apostam — incluindo quem já está com o nome negativado.

Segundo a pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta, 50% consideram que o Desenrola 2.0 é uma boa ideia, porque ajuda quem está endividado a sair do vermelho. Outros 22% avaliam que ajuda apenas em parte, enquanto 23% dizem que é uma má ideia, por estimular o endividamento.

Quaest 1º turno: Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%; Caiado e Zema têm 4% cadaQuaest 2º turno: Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41%Quaest: para 46%, escândalo do Master afeta negativamente governos Lula e Bolsonaro, Supremo, Congresso e BCQuaest: para 43%, Lula saiu mais forte após encontro com TrumpQuaest: 49% desaprovam e 46% aprovam o governo Lula

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Os impactos da decisão da UE de barrar a carne brasileira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Agro Os impactos da decisão da UE de barrar a carne brasileira Veto da União Europeia a produtos brasileiros de origem animal não é imediato e ainda pode ser revertido. Bloco cobra garantias sobre controle do uso de antimicrobianos na pecuá Por Deutsche Welle

A União Europeia retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano.

A decisão não tem um impacto imediato, pois entra em vigor em 3 de setembro. No momento não há qualquer proibição em vigor, e o Brasil continua exportando carne e outros produtos de origem animal para a UE.

Se não for revertida até a data limite, a decisão significaria uma perda anual de cerca de 1,8 bilhão de dólares para os exportadores brasileiros.

A UE não reclamou que a carne brasileira esteja contaminada. O bloco europeu afirmou ter adotado a medida porque o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

O governo do Brasil se declarou surpreso com a retirada do país da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para a União Europeia, anunciada nesta terça-feira (12/05).

Os ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura e Pecuária e do Desenvolvimento afirmaram que vão tomar todas as medidas necessárias para reverter essa decisão.

Já o embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, declarou que vai buscar esclarecimentos já nesta quarta-feira, numa reunião com autoridades da União Europeia da área de saúde animal.

A decisão da UE não tem um impacto imediato, pois entra em vigor em 3 de setembro. No momento não há qualquer proibição em vigor, e o Brasil continua exportando carne e outros produtos de origem animal para a UE.

Se não for revertida até a data limite, a decisão significaria uma perda anual de cerca de 1,8 bilhão de dólares para os exportadores brasileiros, segundo números do Ministério da Agricultura.

Isso não significa que haveria uma queda no preço das carnes para os brasileiros, pois os exportadores podem redirecionar a carne destinada à exportação para um outro país – a UE não é nem de longe o principal destino.

Além da carne bovina, o principal produto de origem animal que o Brasil exporta para a UE, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a União Europeia foi o quarto maior destino da carne bovina brasileira em 2025, com 128,9 mil toneladas, num valor total de 1,06 bilhão de dólares. Quase metade do que o Brasil exporta vai para a China, e o segundo maior comprador são os Estados Unidos.

Em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que somaram 8,90 bilhões de dólares. Em seguida vêm os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e 1,64 bilhão de dólares.

Já na carne de frango, a União Europeia foi apenas o oitavo maior comprador em 2025, com 233 mil toneladas exportadas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), num total de 302 milhões de dólares. O ranking é liderado pelos Emirados Árabes Unidos, que importaram 479,9 mil toneladas.

A UE é o décimo destino de ovos brasileiros, com 301 toneladas, segundo a ABPA. Apenas 1% da produção brasileira de ovos é destinada ao exterior.

A UE não reclamou que a carne brasileira esteja contaminada. O bloco europeu afirmou ter adotado a medida porque o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

A questão é regulatória e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

A UE considera que o Brasil ainda não demonstrou de forma suficiente que essas substâncias deixaram de ser usadas ao longo de toda a cadeia produtiva animal destinada à exportação.

Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade.

A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos.

Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

Sim, para voltar à lista de países autorizados a exportar para a UE, "o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados", afirmou uma porta-voz da Comissão Europeia à agência de notícias Lusa.

"Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações", disse. Ela acrescentou que a Comissão Europeia tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre essa questão.

O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

A ABPA comunicou que o Brasil já cumpre todos os requisitos da União Europeia, inclusive os sobre antimicrobianos, e que vai demonstrar isso às autoridades sanitárias europeias.

Já a Abiec afirmou que a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios dos principais mercados internacionais, "com rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

Sim, várias vezes. Em 2008, por exemplo, a UE decretou um embargo à carne bovina, alegando que o Brasil havia deixado de introduzir medidas mais rigorosas relativas à segurança de alimentos.

Em 2017, a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, provocou turbulências no mercado interno e de exportação de carne. A UE e vários países impuseram restrições parciais ou totais às importações do produto.

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A cidade futurista em ‘8D’ que mostra como a China se transformou desde a última visita de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Inovação A cidade futurista em '8D' que mostra como a China se transformou desde a última visita de Trump Pequim é 'sem dúvida o concorrente mais poderoso que os EUA enfrentaram em sua história', diz um analista. Por BBC

Quando o líder da China, Xi Jinping, receber seu colega americano em Pequim nesta semana, Donald Trump se lembrará de sua última visita em 2017.

A recepção desta semana promete ser igualmente grandiosa, incluindo uma parada em Zhongnanhai, o exclusivo complexo de acesso restrito onde a principal liderança da China vive e trabalha.

Agora, em um terceiro mandato sem precedentes, um ambicioso Xi vem avançando com planos para “novas forças produtivas” com pesados investimentos em energia renovável, robótica e inteligência artificial.

Se o presidente americano e seu governo quiserem ver uma amostra do futuro que Pequim vem buscando na última década, eles precisam olhar além do centro imponente da capital, onde passarão a maior parte do tempo.

Quando o líder da China, Xi Jinping, receber seu colega americano em Pequim nesta semana, Donald Trump se lembrará de sua última visita em 2017 — ele foi internsamente cortejado, com um jantar na Cidade Proibida, uma honra que nenhum presidente dos EUA antes dele havia recebido.

A recepção desta semana promete ser igualmente grandiosa, incluindo uma parada em Zhongnanhai, o exclusivo complexo de acesso restrito onde a principal liderança da China vive e trabalha. A agenda também será igualmente espinhosa, com o Irã sendo uma nova fonte de tensão, ao lado do comércio, da tecnologia e de Taiwan.

Mas muita coisa mudou à medida que Trump retorna a uma China mais forte e muito mais assertiva. Agora, em um terceiro mandato sem precedentes, um ambicioso Xi vem avançando com planos para “novas forças produtivas” com pesados investimentos em energia renovável, robótica e inteligência artificial.

Se o presidente americano e seu governo quiserem ver uma amostra do futuro que Pequim vem buscando na última década, eles precisam olhar além do centro imponente da capital, onde passarão a maior parte do tempo.

No remoto e acidentado norte, a energia solar e eólica agora domina vastas paisagens. No sul industrioso, a automação está remodelando fábricas e cadeias de suprimentos, e megacidades como Chongqing se tornaram tema recorrente nos feeds de influenciadores nas redes sociais.

Bilhões em financiamento estatal transformaram Chongqing, um centro industrial arenoso no sudoeste, em um símbolo poderoso de uma China em mudança que está adotando novas tecnologias, novos negócios e um novo adjetivo — descolado — enquanto tenta mostrar ao mundo uma face mais amigável.

Em 2017, a China estava tentando provar que estava em pé de igualdade com os EUA, diz Ali Wyne, consultor sênior de pesquisa e defesa das relações EUA-China no International Crisis Group.

“Acho que a delegação chinesa, compreensivelmente, gastou um enorme esforço diplomático tentando transmitir a impressão de que o presidente Xi estava no mesmo nível geopolítico que o presidente Trump. O que eu acho impressionante é que, desta vez, essa afirmação não é necessária por parte dos chineses.”

Washington agora reconhece a China como “potência quase equivalente”, diz Wyne, que descreve Pequim como “indiscutivelmente o concorrente mais poderoso que os Estados Unidos enfrentaram em sua história”.

A estação de metrô de Liziba é famosa entre visitantes com imagem de prédio que 'engole' o trem Crédito: Getty Images

Trump, por sua vez, pode muito bem ser o líder estrangeiro mais inconstante que a China já encontrou. Ele até tem um apelido aqui — Chuan Jianguo, que significa “Trump, o construtor da nação”. Online, muitos chineses acreditam que suas políticas polêmicas e guerras comerciais ajudaram a ascensão da China ao enfraquecer a posição global dos Estados Unidos.

“Ele não se importa nem um pouco com as consequências”, diz um homem de meia idade em férias em Chongqing. “Ele deveria saber que compartilhamos o mesmo mundo. É uma aldeia global. Ele nem sempre deve colocar a América em primeiro lugar.”

Ele diz que não quer compartilhar seu nome, enquanto se amontoa com a multidão em um mirante para ver o horizonte vertical e sobreposto, iluminado por neon de Chongqing.

“A China vem criando estratégias voltadas para o futuro há décadas”, acrescenta, enquanto a “capital cyberpunk” mundial se ilumina atrás dele ao entardecer.

Chongqing foi esculpida nas montanhas porque os construtores não tinham para onde ir além de construir para cima. As estradas sobem e contornam encostas íngremes, enquanto o metrô serpenteia por baixo e depois atravessa camadas de edifícios. Tudo se sobrepõe para criar o que os jornalistas de viagens apelidaram de cidade “8D” da China.

Assim como os turistas empoleirados acima, os visitantes dos barcos abaixo tentam tirar a melhor foto: a paisagem vertical que paira sobre o rio Yangtze em tons de azul elétrico, magenta e vermelho.

Esta é uma cidade que oferece uma janela para a tentativa de Pequim de rivalizar com o poder americano em mais de uma maneira. A China vem aprimorando seu poder brando e oferecendo aos turistas estrangeiros a entrada sem visto. Cerca de dois milhões deles colocaram Chongqing em sua lista imperdível no ano passado, ao lado de Pequim e Xangai.

Mas o crescimento espetacular de Chongqing tem um preço. Sua construção envolveu um dos maiores esforços sustentados de construção urbana da história moderna. E o governo local, com uma população de mais de 30 milhões de pessoas, está agora fortemente endividado. Uma economia lenta e um setor imobiliário em dificuldades não estão ajudando.

Além do horizonte futurista da cidade, há bairros mais antigos onde os trabalhadores separam pacotes ou vendem frutas e vegetais na esperança de ganhar alguns dólares por dia. As tarifas de Trump e agora a guerra entre EUA e Israel no Irã estão pressionando pontos sensíveis da economia chinesa, à medida que os preços das casas caem, o desemprego aumenta e o baixo consumo persiste.

Apesar de tudo isso, o controle autoritário do Partido Comunista Chinês permaneceu firme. Muitos chineses hesitam em falar de política e, embora tenham uma mensagem para Trump, não quiseram compartilhar seu nome.

“Quero dizer a Donald Trump que pare de agitar as coisas”, diz uma manicure cujos investimentos sofreram devido à desaceleração da economia global após a crise no Oriente Médio.

Apesar de sua ascensão, Chongqing ainda tem muitos trabalhadores lutando para ganhar a vida — Foto: via BBC

“Quando penso nos EUA, penso nisso: liberdade e as pessoas de lá podem encontrar sua personalidade e descobrir seu potencial”, diz uma estudante de moda em férias com sua amiga.

“É um país cheio de criatividade e sabedoria, e muitos jovens chineses gostariam de estudar lá.”

Isso se tornou um sonho mais incerto por causa dos laços tensos entre as duas superpotências nos últimos anos. Mas isso também fez com que engenheiros chineses impulsionassem a inovação em casa.

Em um laboratório principal de dois andares em um dos muitos novos centros de negócios em Chongqing, um grupo de crianças do jardim de infância ri de alegria enquanto observam um peixe-robô nadar ao redor do tanque.

Outros robôs humanóides ganham vida e exibem seus movimentos de kung-fu ou dança descolada. As crianças estão ansiosas para se exibirem para as câmeras da BBC e a professora as ajuda a praticar inglês, fazendo-as repetir em uníssono: “Esse robô sabe dançar!”

A China já tem o maior número de robôs industriais em suas fábricas, e o estado planeja investir cerca de 400 bilhões de dólares em robótica somente neste ano.

Chongqing, que se encontra no centro desse investimento, pretende se tornar o Vale do Silício do oeste da China. Mas aqui e em todo o país, a robótica chinesa pode precisar da ajuda americana.

Os robôs precisam de um cérebro que funcione rapidamente e é por isso que a China deseja comprar mais chips de IA de ponta da empresa norte-americana Nvidia. Isso pode ser um obstáculo na reunião desta semana.

Em 2022, o governo Biden tentou frear a IA e a robótica chinesas negando-lhes semicondutores de ponta. O presidente Trump relaxou essa política. No ano passado, ele abriu caminho para a Nvidia começar a vender alguns de seus chips avançados para a China, mas não os mais avançados.

Enquanto a China e os EUA lutam pela supremacia tecnológica, os analistas acreditam que há uma preocupação maior com a ascensão da IA.

Alguns temem que um malfeitor com um laptop em um bunker em qualquer lugar possa hackear os serviços de saúde ou encontrar códigos de lançamento nuclear, e argumentam que este é um momento para os dois líderes pensarem no bem maior, e não na grande competição de poder entre as grandes potências.

A concorrência certamente ditará a agenda. A China já está fazendo todo o possível para garantir que não confie nos EUA como seu principal parceiro comercial.

As exportações da China para os EUA caíram cerca de 20% nos últimos anos e os Estados Unidos são agora o terceiro maior parceiro comercial da China, atrás do Sudeste Asiático e da União Europeia.

A pompa da última visita de Trump não impediu que os EUA impusessem tarifas enormes sobre produtos chineses e Pequim aprendeu a lição.

Quando Trump se tornou o líder presidencial em 2024, as autoridades chinesas começaram a trabalhar. Eles participaram de reuniões de think tanks em Washington quando mais uma vez o ouviram avisar que iria coibir o que considerava práticas comerciais chinesas injustas.

Quando as tarifas chegaram no ano passado, a China foi o único país que não recuou. Se a frágil trégua comercial se manterá ou levará a um acordo mais substantivo, é a grande questão desta semana. Mas o último ano certamente encorajou Pequim.

“Não dependemos do mercado dos EUA”, diz Lucia Chen, que vende carros elétricos para a Sahiyoo, uma empresa em Chongqing, que é uma cidade-chave nessa busca pela autossuficiência. Chongqing lidera o país na fabricação de automóveis, sustentando a posição da China como a maior montadora do mundo.

Xi pediu ligações ferroviárias diretas daqui através da Ásia Central para a Europa, que custam cerca de 5 bilhões de dólares, e Chen considera essa ligação ferroviária útil para vender mais mercadorias aos clientes.

“Estou bastante otimista sobre o desenvolvimento futuro da indústria de veículos elétricos de Chongqing”, diz ela em um passeio pela fábrica. “Minha família e amigos mudaram de carros a combustível para veículos elétricos. Por causa da guerra do Irã, os preços da gasolina aumentaram muito e muitos compradores estão considerando um veículo elétrico pela primeira vez.”

Mesmo com a crise no Oriente Médio se arrastando, Trump está vindo para a China em parte para tentar acabar com a guerra. Ele espera a ajuda da China para intermediar um acordo com seu amigo Teerã — mais um sinal do papel agora fundamental de Pequim no cenário mundial.

O presidente dos EUA também gosta de se gabar de ter um bom relacionamento com Xi e pode achar que pode negociar com o líder da China.

Ele também vai querer algo tangível desta cúpula e, se vier a Pequim e conseguir sair dizendo que convenceu os chineses a comprar mais produtos americanos, poderá ver isso como uma vitória.

Um acordo comercial seria um grande alívio, mas mesmo sem isso, uma visita presidencial dos EUA após quase uma década aprimora a mensagem de Xi de que a China está aberta aos negócios e ao mundo.

“Sinto que a China está ficando cada vez mais conectada ao mundo, mais integrada à comunidade internacional”, diz um fotógrafo em Chongqing.

“Era muito difícil para mim ver pessoas com cabelos loiros como você no passado – mas agora eu conheço muitos estrangeiros. Somos todos como uma família.”

Ele é um dos muitos que atendem a uma estranha economia local que surgiu aqui. Na beira do rio, do outro lado de onde um trem local entra em uma das torres residenciais, uma fila de visitantes fica de boca aberta.

Uma mulher está gritando instruções para o marido tirar a foto da maneira certa quando o trem começa a chegar — ela mastiga como se tivesse terminado uma refeição deliciosa. Parece uma tendência ridícula, mas “comer trem em Chongqing” é viral.

Um homem – com mais de 70 anos – brinca que participar desse espetáculo nas redes sociais o está ajudando a “ficar mais jovem de coração”.

Essa é a China que Xi quer que o mundo veja mais enquanto ele tenta se retratar como um farol de estabilidade, em contraste com um Trump imprevisível.

Já há cerca de um ano desde que Trump chegou ao poder, a ordem mundial mudou notavelmente, fortalecendo a mão de Pequim.

Sua abordagem “America First” fez com que aliados e rivais se recuperassem de tarifas que vão e voltam, enquanto Pequim estendia o tapete vermelho para um desfile de líderes políticos do Ocidente, incluindo Reino Unido, Canadá e Alemanha.

Claro, isso está longe de ser o quadro completo. Também há vigilância generalizada, controle estatal estrito sobre todos os meios de comunicação e qualquer tipo de dissidência ou crítica contra o governo ou os líderes do país não é tolerado.

A transformação da cidade pode ser lida como uma história de sucesso ou um sinal de alerta. De qualquer forma, oferece ao mundo — e a Donald Trump — uma prévia do que a China espera que esteja por vir.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação.

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Trump quer pressionar Xi Jinping a abrir a China para empresas americanas durante viagem ao país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017.

Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas, em seu primeiro encontro bilateral desde 2017.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

"Pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que estas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais elevado!", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

LEIA TAMBÉM: Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação entre superpotências por anos

"A China dá as boas-vindas ao presidente Trump em sua visita de Estado à China", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma entrevista coletiva. "A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos para ampliar a cooperação e administrar as diferenças", acrescentou.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017. Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

Uma das principais questões será a prorrogação da trégua alcançada em outubro na guerra das tarifas.

Os países mantêm muitas divergências, incluindo terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e a questão de Taiwan.

A guerra com o Irã, iniciada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica, abalou a economia mundial e o mercado de energia em particular.

Segundo o governo americano, Trump quer pressionar Pequim, um parceiro estratégico e econômico fundamental de Teerã, a utilizar sua influência e contribuir para uma saída da crise no Golfo.

O presidente republicano tem tentado pôr fim às compras de petróleo iraniano por parte da China com diversas sanções, medidas condenadas pelo governo de Pequim, mas que não provocaram uma crise diplomática aberta.

"Teremos uma longa conversa" sobre o Irã, disse Trump na terça-feira aos jornalistas na Casa Branca. Pouco depois, porém, acrescentou que "não precisa de ajuda com o Irã".

Segundo Trump, a China, principal importadora de petróleo iraniano, não causou "problemas" desde que os Estados Unidos implementaram, em meados de abril, o bloqueio aos portos iranianos.

"Nos damos bem" com Xi Jinping, declarou. "Acho que verá que coisas boas vão acontecer", acrescentou.

Na terça-feira, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, pediu ao Paquistão que "intensifique" os esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.

Estados Unidos e China travam, há alguns anos, uma competição feroz nos campos estratégico, tecnológico e econômico.

"A cúpula parecerá cordial na superfície, mas, no plano tático, será uma partida de rúgbi em que cada parte vai querer levar vantagem", explicou Melanie Hart, especialista em China do Atlantic Council.

Em 2025, após o retorno de Donald Trump à Casa Branca, as duas superpotências travaram uma guerra comercial acirrada, com repercussões globais, e a imposição mútua de tarifas exorbitantes, além de múltiplas restrições.

Paralelamente à reunião de cúpula na China, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, se reuniram na Coreia do Sul para "consultas econômicas e comerciais", informou a imprensa de Pequim.

As partes tiveram uma "conversa franca, profunda e construtiva sobre a resolução de questões econômicas e comerciais de interesse mútuo e a ampliação da cooperação prática", destacou a Xinhua.

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