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Trump quer pressionar Xi Jinping a abrir a China para empresas americanas durante viagem ao país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017.

Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas, em seu primeiro encontro bilateral desde 2017.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

"Pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que estas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais elevado!", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

LEIA TAMBÉM: Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação entre superpotências por anos

"A China dá as boas-vindas ao presidente Trump em sua visita de Estado à China", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma entrevista coletiva. "A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos para ampliar a cooperação e administrar as diferenças", acrescentou.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017. Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

Uma das principais questões será a prorrogação da trégua alcançada em outubro na guerra das tarifas.

Os países mantêm muitas divergências, incluindo terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e a questão de Taiwan.

A guerra com o Irã, iniciada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica, abalou a economia mundial e o mercado de energia em particular.

Segundo o governo americano, Trump quer pressionar Pequim, um parceiro estratégico e econômico fundamental de Teerã, a utilizar sua influência e contribuir para uma saída da crise no Golfo.

O presidente republicano tem tentado pôr fim às compras de petróleo iraniano por parte da China com diversas sanções, medidas condenadas pelo governo de Pequim, mas que não provocaram uma crise diplomática aberta.

"Teremos uma longa conversa" sobre o Irã, disse Trump na terça-feira aos jornalistas na Casa Branca. Pouco depois, porém, acrescentou que "não precisa de ajuda com o Irã".

Segundo Trump, a China, principal importadora de petróleo iraniano, não causou "problemas" desde que os Estados Unidos implementaram, em meados de abril, o bloqueio aos portos iranianos.

"Nos damos bem" com Xi Jinping, declarou. "Acho que verá que coisas boas vão acontecer", acrescentou.

Na terça-feira, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, pediu ao Paquistão que "intensifique" os esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.

Estados Unidos e China travam, há alguns anos, uma competição feroz nos campos estratégico, tecnológico e econômico.

"A cúpula parecerá cordial na superfície, mas, no plano tático, será uma partida de rúgbi em que cada parte vai querer levar vantagem", explicou Melanie Hart, especialista em China do Atlantic Council.

Em 2025, após o retorno de Donald Trump à Casa Branca, as duas superpotências travaram uma guerra comercial acirrada, com repercussões globais, e a imposição mútua de tarifas exorbitantes, além de múltiplas restrições.

Paralelamente à reunião de cúpula na China, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, se reuniram na Coreia do Sul para "consultas econômicas e comerciais", informou a imprensa de Pequim.

As partes tiveram uma "conversa franca, profunda e construtiva sobre a resolução de questões econômicas e comerciais de interesse mútuo e a ampliação da cooperação prática", destacou a Xinhua.

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É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 06:02

Fato ou Fake É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa Ao Fato ou Fake, assessoria de imprensa da companhia citou que medida vale para outros países e tem objetivo de 'atender a todos os bolsos e ocasiões de consumo'. Por Redação g1 — g1

Circulam nas redes sociais publicações alegando que a Coca-Cola vai reduzir o tamanho de garrafas no Brasil por causa da "perda do poder de compra da população" no governo Lula (PT). É #FAKE.

Publicados no X, Threads e Instagram, eles associam ao governo Lula a decisão da Coca-Cola de diminuir o tamanho de garrafas no Brasil. Uma das imagens exibidas nas postagens tem o seguinte enunciado: "Coca-Cola reduz a garrafa de 2 litros para 1,25 litros para o brasileiro conseguir comprar em meio à perda do poder de compra".Veja outros dois exemplos de legendas de publicações que viralizaram: "Efeito Lula: até a Coca-Cola diminuiu. Menos produto, mesmo preço. O brasileiro paga mais pra levar menos e ainda dizem que está tudo bem"; e "Você vai pagar o mesmo preço, mas vai levar menos produto. Essa estratégia se chama REDUFLACÃO, uma forma de enganar o consumidor pra que ele não se assuste com os preços e pare de consumir. Governo Lula quebrou o Brasil. Meu problema com quem vota no PT é que ele me arrasta pra lama junto com ele".

Mas isso não é verdade. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa Coca-Cola negou qualquer redução no tamanho de embalagens no Brasil e rejeitou que a medida esteja vinculada ao cenário político nacional: "A empresa não vai acabar com a Coca-Cola de 2 litros, nem suspender operações. O que existe é um ajuste na estratégia global de embalagens, para atender todos os bolsos e ocasiões de consumo". Leia mais abaixo.

Ao jornal "The Wall Street Journal", o brasileiro Henrique Braun, que passou a ocupar em março o cargo de presidente global da Coca-Cola, revelou que a companhia pretende levar às prateleiras opções de embalagens menores para sustentar as vendas em meio à alta da inflação e à queda do poder de compra nos Estados Unidos. Um desses novos produtos é, justamente, a embalagem de 1,25 litros, que será oferecida no país. Em 3 de abril, a empresa divulgou resultados financeiros trimestrais acima da expectativa no meses iniciais de 2026. No Brasil, que integra a divisão da América do Sul, o volume de vendas cresceu 3,6%. A receita somou cerca de US$ 1,2 bilhão, alta de 5% na comparação anual.

" A empresa não vai acabar com a Coca-Cola de 2 litros. A Coca-Cola, no Brasil e no mundo, foca em oferecer ao consumidor um portfólio amplo e flexível, com diferentes opções de bebidas, com ou sem açúcar e com menos calorias, além de variados tipos de embalagens e faixas de preço, atendendo a diferentes ocasiões de consumo e contextos de mercado. Essa é uma estratégia adotada pela companhia há muitos anos, recentemente reforçada em comunicado global".

Sobre a embalagem de 1,25 litro, mencionada em uma das publicações falsas, a empresa informa que o produto não terá comercialização no Brasil: "A embalagem de 1,25 já fez parte do portfólio do Sistema Coca-Cola por volta de 2010, de forma pontual em algumas regiões, mas foi descontinuada por decisão operacional. Atualmente, não há previsão de retorno ou de lançamento desse formato no Brasil, apenas em outros mercados, como os Estados Unidos".Finalmente, com relação ao mercado nacional a resposta cita: "No Brasil, seguem disponíveis no mercado: garrafas de vidro retornáveis de 200mL, 290mL e 1L; garrafa de vidro não retornável 250mL; garrafa PET 200mL, 500mL e 600mL (com variação por região), além de 1L, 1,5L, 2L, 2,25L, 2,5L e 3L; PET retornável 2L e 1L (em regiões pontuais); e latas 220mL, 310mL e 350mL".

50 vídeos VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKEAdicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa

Ao Fato ou Fake, assessoria de imprensa da companhia citou que medida vale para outros países e tem objetivo de ‘atender a todos os bolsos e ocasiões de consumo’.

Há 47 minutos Fato ou Fake É #FAKE comunicado da Ypê comemorando recorde de vendas após Anvisa determinar suspensão

Na semana passada, agência determinou recolhimento de produtos por risco de contaminação; empresa recorreu e conseguiu liberação. Ao Fato ou Fake, Ypê desmentiu post sobre ‘recorde’ e disse que não emitiu nenhum balanço recente sobre resultados.

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Posts usam imagens que têm distorções típicas de conteúdos sintéticos, como palavras em línguas que não existem. Fato ou Fake submeteu conteúdo a ferramenta que detecta IA e apontou 99,1% de probabilidade de esse recurso ter sido usado.

Há 22 horas Fato ou Fake É #FAKE que crise orçamentária de Nova York começou após Zohran Mamdani assumir prefeitura

Publicações virais dizem que déficit déficit fiscal teve início apenas após posse do novo prefeito, em janeiro. Relatórios de órgãos independentes e análises do próprio controlador-geral da cidade mostram que situação existe desde 2022, na gestão Eric Adams.

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Foto falsa apresenta sinais de distorção da realidade, como mão esquerda de Lula com cinco dedos. Presidentes se reuniram em Washington, nos Estados Unidos, em 7 de maio.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE site com endereço ‘.com’ que se passa por página da Coordenação de Vigilância em Saúde da prefeitura de São Paulo

Secretaria Municipal da Saúde publicou nas redes oficiais alerta sobre endereço falso e informou que ele foi tirada do ar. Fraude pode roubar dados como CPF e senha do cadastro gov.br.

Há 4 dias Fato ou Fake #NÃO É BEM ASSIM: Voos da FAB com apenas um passageiro foram investigados no governo Lula, mas também no governo Bolsonaro

Post reproduz trecho real de reportagem exibida na TV, mas sugere que viagens analisadas ocorreram apenas na gestão do petista. Na verdade, autoria do TCU compreendeu período entre 2020 e 2024.

Há 5 dias Fato ou Fake É #FAKE vídeo de Flávio Bolsonaro dizendo que vai criar ‘auxílio sacolão de osso’; áudio foi manipulado com IA

Conteúdo falso foi criado com com IA a partir de vídeo verdadeiro de senador publicado em novembro do ano passado; ferramentas de detecção apontam manipulação e clonagem de voz.

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Posts falsos usam cortes de vídeo real de discurso do presidente na Alemanha, em 20 de abril, quando ele falou sobre potencial dos biocombustíveis brasileiros e criticou barreiras da União Europeia. Gravação foi editada para tirar comentários de contexto.

Há 6 dias Fato ou Fake É #FAKE que vídeo mostre bebês gêmeos que nasceram com tamanhos diferentes; cena exibe bonecas ‘reborn’

Posts enganosos usam vídeo de artista alemã que confecciona bonecas hiper-realistas de bebês e recém-nascidos para inventar narrativa de gêmeos que nasceram com tamanhos diferentes.

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ENTREVISTA: Baldy diz que BYD quer ser líder de mercado até 2030 e vê ‘medo’ na reação de rivais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 04:47

Carros ENTREVISTA: Baldy diz que BYD quer ser líder de mercado até 2030 e vê ‘medo’ na reação de rivais Vice-presidente sênior da BYD concedeu entrevista exclusiva ao g1. Executivo afirma que estratégia de preços e expansão das importações provocou reação das montadoras tradicionais no Brasil. Por André Fogaça, Raphael Martins, g1 — São Paulo

Em entrevista exclusiva ao g1, o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy, foi direto ao ponto: a meta é vender 600 mil carros por ano e colocar a marca no topo das vendas no Brasil até o fim desta década.

A declaração é ousada, mas o desempenho recente da empresa indica que a meta não deve ser subestimada. A BYD iniciou as vendas de carros no Brasil em 2022, com os modelos Tan e Han, e sequer figurava entre as 21 fabricantes que mais venderam veículos no país.

Com pouco mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, a BYD precisa multiplicar seus emplacamentos por seis para atingir a meta da diretoria. A Fiat, líder em 2025, registrou 533.710 veículos emplacados — volume 4,7 vezes maior que o da chinesa.

Aos poucos, porém, a montadora vai incomodando as líderes: nas vendas no varejo — quando o carro é vendido com intermediação da concessionária — o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido do Brasil neste ano, superando modelos populares como Volkswagen Tera e Hyundai Creta.

Em entrevista exclusiva ao g1, o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy, foi direto ao ponto: a meta é vender 600 mil carros por ano e colocar a marca no topo das vendas no Brasil até o fim desta década.

A declaração é ousada, mas o desempenho recente da empresa indica que a meta não deve ser subestimada. A BYD iniciou as vendas de carros no Brasil em 2022, com os modelos Tan e Han, e sequer figurava entre as 21 fabricantes que mais venderam veículos no país.

Em 2023, foram 17.937 unidades vendidas e o 15º lugar, à frente de RAM (16.951) e BMW (15.108).Em 2024, a marca registrou 76.811 emplacamentos e alcançou o 10º lugar, superando Caoa Chery (60.929), Ford (48.311) e Citroën (33.885).Em 2025, foram 112.814 unidades vendidas e o 8º lugar, à frente de Honda (103.460) e Nissan (77.808).

Com pouco mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, a BYD precisa multiplicar seus emplacamentos por seis para atingir a meta da diretoria. A Fiat, líder em 2025, registrou 533.710 veículos emplacados — volume 4,7 vezes maior que o da chinesa.

Aos poucos, porém, a montadora vai incomodando as líderes: nas vendas no varejo — quando o carro é vendido com intermediação da concessionária — o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido do Brasil neste ano, superando modelos populares como Volkswagen Tera, Chevrolet Onix e Hyundai Creta.

BYD Dolphin Mini: 18.052 emplacamentos;Hyundai Creta: 17.197 emplacamentos;Volkswagen Tera: 15.495 emplacamentos;Fiat Strada: 14.461 emplacamentos;Chevrolet Tracker: 14.349 emplacamentos;Volkswagen Nivus: 13.683 emplacamentos;BYD Song: 13.495 emplacamentos;Volkswagen Polo: 12.778 emplacamentos;Hyundai HB20: 11.217 emplacamentos;Chevrolet Onix: 11.142 emplacamentos.

“Quando a gente fala que vai fabricar 600 mil carros em solo brasileiro, é para atender a América Latina, sim, mas o nosso objetivo é que a gente possa chegar até 2030 como marca número 1 de vendas de carros aqui no mercado brasileiro”, afirma Baldy.

No Brasil, apenas um complexo industrial tem capacidade semelhante: a fábrica da Stellantis, em Betim (MG), que pode produzir até 650 mil veículos por ano e reúne marcas como Fiat e Peugeot. Além de atender ao mercado interno, o complexo também exporta para mais de 30 países.

Ao g1, o político que virou executivo também faz críticas a concorrentes e à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com quem trava uma disputa sobre carga tributária e concorrência desde a chegada da empresa ao país.

Embate com a Anfavea sobre Importação;Marcas tradicionais deram 'tapa na cara' do consumidor;BYD Dolphin Mini custa menos para manter que uma moto;Críticas ao boicote ao Salão do Automóvel;Polêmica sobre tecnologia de carregamento e "ignorância".

Até a publicação desta reportagem, a BYD concentra a produção em kits que chegam quase prontos do exterior. Esses conjuntos são montados na fábrica da empresa na Bahia e, depois, os veículos são entregues aos clientes.

“É impraticável qualquer indústria automobilística vir para o Brasil investir bilhões de reais e não começar pelo regime de montagem. Não existe, não existiu”, aponta Baldy.

Esse tipo de montagem tinha carga tributária menor em comparação aos impostos pagos por outras montadoras no Brasil, o que gerou atritos no setor. O tema motivou uma carta assinada por fabricantes, com apoio da Anfavea.

“O presidente da Anfavea esteve lá na nossa inauguração. Eles sabe o tamanho do nosso investimento. Então, quer dizer, nós somaremos à Anfavea sendo contrários ao regime de montagem”, disse

A pressão surtiu efeito: o governo antecipou a recomposição do imposto de importação, que passou a 35% para todos. A BYD afirma que pretende avançar para a fabricação completa dos veículos, mas ainda não informou quando isso deve ocorrer.

“Você começa com o regime de montagem, como é conhecido como SKD. Aí você ultrapassa esse momento e vai para um regime de mais a fabricação de alguns componentes, até você chegar na fabricação completa, e esta é a motivação do nosso investimento no Brasil”, aponta o executivo.

Segundo Baldy, os kits devem chegar cada vez menos prontos, com a inclusão gradual de etapas realizadas no Brasil, como soldagem, moldagem de peças e pintura.

Baldy afirmou que a chegada da BYD ao Brasil provocou reação das montadoras tradicionais, principalmente por causa da estratégia de preços mais baixos. Na prática, o lançamento do Dolphin desencadeou um “efeito dominó” nos preços de alguns carros elétricos.

Baldy deu outro nome ao fenômeno. “Eu não vou dizer que seja de indignação, isso é medo, porque quando nós chegamos no Brasil, foi um tapa na cara, promovido pelos nossos concorrentes”, disse Baldy.

Renault Kwid E-Tech: de R$ 149.990 para R$ 99.990;JAC E-JS1: de R$ 164.900 para R$ 154.900;Caoa Chery iCar: de R$ 149.990 para R$ 139.990;Peugeot e-2008: de R$ 259.990 para R$ 159.990.

“Qual que é a sensação do consumidor em relação a esse tipo de atitude. Então nós promovemos no Brasil um verdadeiro chacoalho na indústria automobilística”, aponta Baldy.

Em uma das declarações mais polêmicas da entrevista, Baldy afirmou que o Dolphin Mini tem custo de uso menor do que motocicletas populares.

“O nosso BYD Dolphin Mini, é mais econômico que andar numa moto. Se você comparar com uma moto, seja uma Honda Biz ou uma Honda CG, é mais barato você dirigir um BYD Dolphin Mini. Você gasta com 20.000 km R$ 380 para fazer uma revisão”, apontou o executivo.

O carro, porém, exige um investimento inicial muito mais alto: o Dolphin Mini custa R$ 119.990 — valor suficiente para comprar nove unidades da Honda Biz zero quilômetro, cada uma por R$ 13.240.

O Salão do Automóvel de São Paulo ficou sete anos sem ser realizado e retornou em 2025 com formato semelhante ao das edições anteriores, mas com menos marcas de destaque do setor.

Participaram empresas como BYD, Denza, Caoa Chery e Changan, além de Fiat, Jeep, Peugeot, RAM, GAC, Geely, Honda e Hyundai, mas as ausências chamaram ainda mais atenção.

Ficaram de fora marcas tradicionais como Ford, Chevrolet, Volkswagen, Nissan, Audi, Porsche, Mercedes-Benz e BMW.

Para Baldy, a postura de grandes marcas — que pedem mudanças fiscais ao governo e depois não participam do evento — foi “ridícula”.

“Quando é para reclamar em benefício de proteção própria, tudo se une ali na Anfavea e correm para fazer os pleitos que são necessários no governo. Então, acho que isso é um pouco desleal”.

Até fevereiro de 2026, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) aponta a existência de 21.061 eletropostos no Brasil. Desse total, 14.582 são de recarga lenta, em que um carro elétrico leva cerca de oito horas para completar a carga.

Os carregadores rápidos representam menos da metade do total, com 6.479 pontos no país. Neles, os veículos conseguem recarregar em menos de uma hora.

Apesar do crescimento no número de pontos, ainda há grandes regiões sem infraestrutura de recarga, e poucas marcas investem na expansão da rede.

Na década passada, o grupo Volkswagen criou rotas com carregadores, como na Rodovia Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Mais recentemente, a Volvo avançou ao conectar outros centros urbanos.

Baldy rebate as críticas de que a BYD não investiu. “aqueles que comentam ou que fazem esse tipo de comentário ou desconhecem a tecnologia ou são ignorantes”, disse.

Ele destacou a chegada de carregadores ultrarrápidos ao Brasil, com a promessa de recuperar cerca de 400 quilômetros de autonomia em apenas cinco minutos de recarga.

“As nossas concessionárias Denza terão os carregadores super rápidos instalados já nesse ano de 2026 e outros pontos que nós estamos hoje discutindo para serem hubs de carregamento para oferecerem inclusive este nosso carregador super rápido”, disse Baldy.

Os modelos da Denza, submarca de luxo da BYD, são compatíveis com esses carregadores ultrarrápidos.

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Governo estuda medidas para aliviar efeitos da reforma tributária sobre o setor aéreo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Diante de estimativas de que os custos das companhias aéreas podem triplicar caso a reforma tributária para o setor seja mantida nos moldes atuais, o governo federal estuda medidas para reduzir os impactos sobre as empresas e evitar reflexos no preço das passagens aéreas.

🔎Aprovada em 2023 e sancionada em 2025, a Reforma Tributária passa por um período de teste neste ano. A partir de janeiro de 2027, entra em vigor com a substituição do PIS/Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A substituição do ICMS e do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) se dará de forma gradual a partir de 2029 até 2033.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) estima que a carga tributária do setor seja triplicada, "elevando ainda mais o custo das operações e comprometendo a competitividade das empresas, a demanda e a conectividade do Brasil".

"Hoje, a aviação brasileira possui 60% dos custos atrelados ao dólar, o que representa um cenário desafiador para o crescimento da indústria. O texto da reforma tributária aprovado pelo Congresso pode tornar o cenário ainda mais complexo", afirmaram em nota.

A proposta em estudo prevê que o acesso à redução de 40% nas alíquotas do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e CBS, benefício previsto em lei para voos regionais, seja definido com base em toda a malha aérea operada pela companhia, e não apenas em trechos isolados.

Segundo o secretário de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos, Daniel Longo, a ideia é reconhecer que a aviação regional funciona de forma integrada, e não fragmentada.

“Em vez de analisar rota por rota, a ideia é olhar para a malha como um todo. Se a empresa tiver uma operação predominantemente regional, ela poderá acessar o desconto tributário de 40%”, explicou ele, ao g1.

Pelo modelo em discussão, seriam consideradas empresas aéreas regionais aquelas com pelo menos 50% da oferta de assentos destinada a rotas regionais.

O enquadramento permitiria a aplicação mais ampla do benefício tributário, criando condições para que receitas obtidas em rotas mais rentáveis ajudem a sustentar a expansão e a manutenção de voos em áreas menos atendidas do país.

Em relação ao imposto seletivo, a proposta em discussão prevê a isenção dos tributos para aeronaves com maior eficiência ambiental.

✈️ A medida busca estimular as companhias aéreas a renovarem suas frotas com modelos mais modernos e menos poluentes.

De acordo com o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, a proposta é que aeronaves que possuem parâmetros mais eficientes, do ponto de vista ambiental, no mercado, sejam isentas do imposto.

“Isso para incentivar as empresas aéreas nos processos de renovação de frota a focarem naquelas aeronaves mais modernas e ambientalmente menos poluentes”, explicou Longo.

Segundo ele, o tema vem sendo tratado em conjunto com o Ministério da Fazenda e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

✈️ Em relação aos voos internacionais, o governo analisa uma nota técnica da Anac que pode abrir caminho para a adoção do princípio da reciprocidade na cobrança de tributos.

A proposta busca reconhecer a prevalência dos acordos internacionais de serviços aéreos sobre a legislação tributária brasileira. Na prática, a avaliação é de que esses acordos poderiam afastar a incidência do novo tributo sobre operações internacionais.

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Fim da taxa das blusinhas ameaça empregos e cria concorrência desleal, dizem entidades da indústria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Entidades do setor de varejo e indústria reagiram a decisão do governo federal de encerrar a chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

Apesar de especialistas ressaltarem que a medida terá impacto imediato nos preços para o consumidor, o setor alerta preocupação com as empresas brasileiras e empregos.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou que a medida vai "aprofundar a concorrência desigual" enfrentada pelas empresas brasileiras, principalmente pequenos e médios negócios.

Entidades do setor de varejo e indústria reagiram a decisão do governo federal de encerrar a chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

Apesar de especialistas ressaltarem que a medida terá impacto imediato nos preços para o consumidor, o setor alerta preocupação com as empresas brasileiras e empregos.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

Segundo a entidade, o fim da tributação prejudica empresas brasileiras, especialmente micros e pequenas companhias, que "investem e sustentam a arrecadação do país".

"É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou que a medida vai "aprofundar a concorrência desigual" enfrentada pelas empresas brasileiras, principalmente pequenos e médios negócios.

"A medida que a ampliar a assimetria competitiva entre a indústria nacional e plataformas internacionais de comércio eletrônico", disse a Federação.

Além disso, a entidade reforçou um estudo publicado antes da implementação da taxação em 2024. Segundo a pesquisa da FIEMG, a manutenção daquele cenário [sem as taxas] poderia provocar a perda de 1,1 milhão de empregos e a redução de R$ 99 bilhões no faturamento do setor produtivo nacional.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reforçou o aspecto prejudicial da medida à indústria brasileiras e desenvolvimento do país. Entendida como um "retrocesso", o fim da 'taxação das blusinhas' é vista pela entidade como uma decisão que amplia a desigualdade entre empresas nacionais e estrangeiras.

“Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Em abril, mais de 50 entidades lançaram um manifesto contra o fim da taxação, possibilidade que já era ventilada pelo governo na época.

O texto foi assinado por entidades como Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), AbLos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings), Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), ABVTex (Associação Brasileira de Varejo Têxtil), Anamaco (Associação Nacional Comerciantes Material Construção), CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), CNI e IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), entre outras.

O manifesto ressaltou que a criação da taxa "criaram empregos e ampliaram investimentos e R$ 42 bilhões adicionais por ano passaram a ser recolhidos para União".

O documento também afirmou que a cobrança beneficiava setores além do de vestuário, como eletrônicos, materiais de construção e produtos para pets.

O manifesto cita a pesquisa do Instituto Locomotiva, que indicou que após a implementação da taxa, 12% dos consumidores deixaram de comprar em plataformas estrangeiras, optando pelas lojas e sites do varejo em atuação no Brasil. Outros 36% reduziram as compras nos sites estrangeiros, enquanto a maioria (52%) manteve (34%) ou ampliou (18%) o consumo nestas plataformas.

"A previsão é de que apenas o Comércio invista este ano R$ 100 bilhões no Brasil. Este investimento estaria ameaçado caso houvesse um retrocesso nos passos já dados rumo à isonomia tributária. Já o fim da ‘taxa das blusinhas’ não traria nenhum investimento novo para o Brasil, já que estas plataformas internacionais quase nada aplicaram no País até hoje, embora tenham faturado por aqui, entre 2023 e 2025, R$ 40 bilhões", ressaltou o manifesto, divulgado em abril.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que a medida “enfraquece a indústria nacional” e "amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

A medida foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). Segundo o governo, a isenção entrou em vigor já nesta terça (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto imediato nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

"O efeito tende a ser imediato, com produtos importados — muitos deles vindos da China — ficando mais baratos sem a incidência desse imposto”, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

“Isso se soma à valorização do real frente ao dólar, já que grande parte desses produtos é cotada na moeda americana”, acrescenta. Como mostrou o g1, o dólar fechou a R$ 4,89 nesta terça-feira, no menor nível em mais de dois anos, acumulando queda de 10,81% em 2026.

O especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a medida deve valer para cargas que chegarem ao Brasil já nesta quarta.

“Com o fim do imposto de importação, a cobrança ficará restrita ao ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Com isso, o preço final tende a cair imediatamente. Os e-commerces também vão se ajustar rapidamente para retirar a cobrança no momento da compra”, afirma.

👗 EXEMPLO: uma compra de US$ 50 passava a custar US$ 60 com o imposto de importação de 20%. Depois, com a cobrança de 17% de ICMS sobre esse valor, o total chegava a US$ 72,29 — ou R$ 354 pela cotação do dólar desta terça.

👗EXEMPLO: sem o imposto de importação de 20%, uma compra de US$ 50 terá apenas a cobrança do ICMS de 17% (ou de 20%, em alguns estados). Como o imposto estadual é calculado “por dentro”, o total da compra será de US$ 60,24 — ou cerca de R$ 295.

🔎 O imposto “por dentro” significa que o ICMS já faz parte do preço final da compra. Por isso, nesse caso, os US$ 50 são divididos por 0,83 — e não apenas acrescidos em 17%. É que o imposto também incide sobre ele mesmo. Assim, o total chega a US$ 60,24.

Ou seja, na prática, um mesmo produto pode cair de R$ 354 para R$ 295 com o fim da taxa das blusinhas.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

Segundo ele, o imposto criado em 2024 funcionava como uma proteção para a indústria nacional, especialmente o setor de moda, ao dificultar a entrada de produtos importados mais baratos e estimular o consumo de itens produzidos no Brasil.

“Do ponto de vista macroeconômico, a medida ajudava a defender empregos nacionais e foi relevante para o país”, afirma.

“Não por acaso, países da União Europeia e os próprios Estados Unidos também passaram a taxar remessas de pequeno valor recentemente, justamente para tentar reduzir essa enxurrada de produtos asiáticos baratos, principalmente eletrônicos, roupas e acessórios”, acrescenta.

Empresas brasileiras criticaram a decisão anunciada nesta terça-feira pelo governo e classificaram a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque à indústria e ao varejo nacional”. (leia mais abaixo)

Nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão com imposto de importação sobre encomendas internacionais, segundo a Receita Federal. O valor representa alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025 e recorde para o período.

➡️ A taxa das blusinhas entrou em vigor em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, criando imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no programa Remessa Conforme.

➡️ Posteriormente, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

➡️ Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da “taxa das blusinhas” estava em discussão no governo. O imposto foi criado na gestão de Fernando Haddad à frente da pasta.

➡️ A medida era criticada por consumidores por encarecer produtos importados baratos vendidos em plataformas internacionais.

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula (PT).

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Dívida e juros: por que deixar para pagar depois custa tão caro?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 03:46

g1 explica Dívida e juros: por que deixar para pagar depois custa tão caro? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Uma dívida pequena, como uma fatura atrasada ou uma conta deixada para depois, pode rapidamente se transformar em um problema difícil de controlar. Isso ocorre porque, ao atrasar ou parcelar o pagamento, o valor passa a crescer com a incidência de juros.

Esse crescimento é conhecido como “juros sobre juros”, quando a taxa incide sobre um valor que já foi corrigido anteriormente. Com o tempo, a dívida pode aumentar de forma acelerada, especialmente em casos de taxas altas, pagamento apenas do mínimo ou adiamento.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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De renda extra a negócio próprio: como transformar uma ideia em uma empresa sua

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor De renda extra a negócio próprio: como transformar uma ideia em uma empresa sua Veja estratégias para testar produtos, entender a demanda e crescer de forma segura antes de investir mais dinheiro. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Começar com uma renda extra tem sido o primeiro passo para quem quer empreender e aumentar a renda mensal. Cada vez mais pessoas apostam em ideias simples — como produção de alimentos, prestação de serviços ou vendas on-line — para complementar o orçamento.

Em muitos casos, o que começa como atividade paralela acaba se transformando no negócio principal, com potencial de faturar mais de R$ 5 mil por mês. Mas especialistas alertam que não basta ter uma boa ideia.

O processo exige validação: é preciso testar o produto, entender se há demanda e ouvir o cliente antes de investir mais dinheiro. Começar pequeno ajuda a reduzir riscos e evitar prejuízos.

Criar um MVP (Minimum Viable Product), ou produto mínimo viável, ajuda a sair do “achismo” e a verificar, na prática, se o negócio tem chances reais de dar certo.

Neste vídeo, o g1 mostra como transformar uma renda extra em negócio principal, com dicas de especialistas sobre planejamento, testes e crescimento sustentável — e explica os principais cuidados para dar esse passo sem comprometer o orçamento.

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MPF pede suspensão imediata do maior leilão de energia da história do Brasil; associação diz que preço da energia deve subir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 01:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal a suspensão imediata dos atos de homologação e assinatura de contratos dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026 (LRCAPs 2026), alegando irregularidades no processo conduzido pelo governo federal.

A ação do MPF se soma a questionamentos apresentados por associações do setor, como a Abraenergias e o Sindienergia-RN, que apontam supostas falhas concorrenciais e impactos tarifários elevados nos LRCAPs 2026.

A Abraenergias afirma que a manutenção dos leilões pode gerar “prejuízo bilionário, estimado em R$ 500 bilhões”, com impacto direto nas tarifas de energia e na economia nacional.

A ação foi apresentada nesta semana e mira diretamente o certame organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo o MPF, o modelo adotado para os leilões pode gerar impactos bilionários aos consumidores de energia elétrica, além de favorecer termelétricas movidas a combustíveis fósseis sem justificativa técnica suficiente.

O órgão também questiona a falta de transparência e possíveis falhas nos estudos que embasaram a realização do certame.

Na ação, os procuradores argumentam que os leilões podem comprometer a modicidade tarifária, princípio que busca garantir tarifas mais baixas para os consumidores. Isso pode ocorrer, segundo os procuradores, em caso de contratação de usinas com custo elevado e menos eficientes. O MPF sustenta ainda que há risco de danos ambientais e econômicos caso os contratos avancem antes da análise completa das irregularidades apontadas.

Os LRCAPs são mecanismos utilizados pelo governo para garantir capacidade adicional de geração de energia ao sistema elétrico nacional, especialmente em momentos de maior demanda ou risco de escassez hídrica. O leilão de 2026 prevê a contratação de potência de usinas termelétricas e outros empreendimentos para reforçar a segurança energética do país nos próximos anos.

O MPF pede que a Justiça conceda uma liminar suspendendo imediatamente qualquer homologação dos resultados e a assinatura dos contratos até que sejam esclarecidos os questionamentos levantados na ação.

possível ausência de estudos técnicos adequados;risco de aumento nas tarifas de energia;contratação considerada excessiva de térmicas;impactos ambientais associados ao aumento do uso de combustíveis fósseis;violação aos princípios da transparência e da eficiência administrativa.

O Brasil negociou, em leilão no mês de março, 19 gigawatts (GW) em novos contratos para usinas termelétricas e hidrelétricas, garantindo negócios para empresas como Petrobras, Eneva, Axia e Copel. Foi a maior contratação já realizada pelo setor elétrico do país.

Ao todo, 100 empreendimentos, novos e existentes, foram contratados, somando cerca de R$ 64,5 bilhões em investimentos, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com base em informações das empresas.

A nova capacidade, equivalente a quase 10% do parque instalado atual, busca garantir a segurança no fornecimento de energia já a partir deste ano.

Com o crescimento das energias eólica e solar nos últimos anos, o país passou a precisar também de usinas que possam entrar em operação rapidamente quando houver queda na geração dessas fontes, que variam conforme o clima.

O leilão viabilizou a recontratação de várias termelétricas já existentes, como Norte Fluminense e Santa Cruz, da Âmbar Energia (do grupo J&F), além de Nova Piratininga, Juiz de Fora, Seropédica, Termomacaé e Termobahia, da Petrobras.

Também foram contratadas usinas flutuantes a gás da turca Karpowership, além de projetos a carvão mineral da Eneva em Itaqui e Pecém.

Na área hidrelétrica, empresas como Axia, Engie Brasil, Copel e a chinesa SPIC garantiram contratos para instalar novas máquinas em usinas já existentes.

Esse foi o maior leilão de geração de energia já realizado no Brasil, tanto em volume quanto em investimentos. O recorde anterior havia sido em 2009, com o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, de 11 GW de potência.

Já o único leilão de capacidade realizado até então, em 2021, contratou 4,6 GW e garantiu R$ 5,98 bilhões em investimentos.

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Taxa das blusinhas: imposto revogado por Lula arrecadou mais de R$ 9 bi em menos de dois anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 00:49

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O governo federal arrecadou cerca de R$ 9,6 bilhões em imposto de importação com as encomendas internacionais nos quase três anos em que a medida esteve em vigor.

Nesta terça-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. A mudança foi viabilizada por uma medida provisória assinada por Lula e por um decreto regulamentando a medida pelo Ministério da Fazenda.

➡️ A "taxa das blusinhas", termo usado para se referir ao programa Remessa Conforme, é uma alíquota de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

O argumento era de que havia desigualdade tributária entre os produtos vendidos no Brasil e os itens importados comercializados por marketplaces estrangeiros. No período, a taxação rendeu aos cofres públicos R$ 2,88 bilhões.

Apenas nos primeiros quatro meses deste ano, a cobrança arrecadou quase R$ 1,8 bilhão aos cofres públicos.

O valor representa um crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação somou R$ 1,43 bilhão. O valor é um recorde para o período.

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

Ao anunciar a revogação da medida nesta terça-feira (12), o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a taxação ajudou a regularizar o setor e combater irregularidades nas importações.

“Foi um avanço importante, lembrando que isso só foi possível depois de um avanço muito significativo para regularizar o setor e combater o contrabando, que era uma marca presente nesse segmento”, declarou Ceron em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Segundo ele, o fim da cobrança deve beneficiar principalmente a população de menor renda, que utiliza plataformas internacionais para adquirir produtos de uso cotidiano a preços mais baixos.

A "taxa das blusinhas" também rendeu recursos aos cofres públicos, ajudando a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.

Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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‘Taxa das blusinhas’: o que muda com o fim do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 00:49

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A medida será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto rápido nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas, nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

A medida será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). Segundo o governo, a isenção entrou em vigor já nesta terça (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto imediato nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

"O efeito tende a ser imediato, com produtos importados — muitos deles vindos da China — ficando mais baratos sem a incidência desse imposto”, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

“Isso se soma à valorização do real frente ao dólar, já que grande parte desses produtos é cotada na moeda americana”, acrescenta. Como mostrou o g1, o dólar fechou a R$ 4,89 nesta terça-feira, no menor nível em mais de dois anos, acumulando queda de 10,81% em 2026.

O especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a medida deve valer para cargas que chegarem ao Brasil já nesta quarta.

“Com o fim do imposto de importação, a cobrança ficará restrita ao ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Com isso, o preço final tende a cair imediatamente. Os e-commerces também vão se ajustar rapidamente para retirar a cobrança no momento da compra”, afirma.

👗 EXEMPLO: uma compra de US$ 50 passava a custar US$ 60 com o imposto de importação de 20%. Depois, com a cobrança de 17% de ICMS sobre esse valor, o total chegava a US$ 72,29 — ou R$ 354 pela cotação do dólar desta terça.

👗EXEMPLO: sem o imposto de importação de 20%, uma compra de US$ 50 terá apenas a cobrança do ICMS de 17% (ou de 20%, em alguns estados). Como o imposto estadual é calculado “por dentro”, o total da compra será de US$ 60,24 — ou cerca de R$ 295.

🔎 O imposto “por dentro” significa que o ICMS já faz parte do preço final da compra. Por isso, nesse caso, os US$ 50 são divididos por 0,83 — e não apenas acrescidos em 17%. É que o imposto também incide sobre ele mesmo. Assim, o total chega a US$ 60,24.

Ou seja, na prática, um mesmo produto pode cair de R$ 354 para R$ 295 com o fim da taxa das blusinhas.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

Segundo ele, o imposto criado em 2024 funcionava como uma proteção para a indústria nacional, especialmente o setor de moda, ao dificultar a entrada de produtos importados mais baratos e estimular o consumo de itens produzidos no Brasil.

“Do ponto de vista macroeconômico, a medida ajudava a defender empregos nacionais e foi relevante para o país”, afirma.

“Não por acaso, países da União Europeia e os próprios Estados Unidos também passaram a taxar remessas de pequeno valor recentemente, justamente para tentar reduzir essa enxurrada de produtos asiáticos baratos, principalmente eletrônicos, roupas e acessórios”, acrescenta.

Empresas brasileiras criticaram a decisão anunciada nesta terça-feira pelo governo e classificaram a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque à indústria e ao varejo nacional”. (leia mais abaixo)

Nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão com imposto de importação sobre encomendas internacionais, segundo a Receita Federal. O valor representa alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025 e recorde para o período.

➡️ A taxa das blusinhas entrou em vigor em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, criando imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no programa Remessa Conforme.

➡️ Posteriormente, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

➡️ Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da “taxa das blusinhas” estava em discussão no governo. O imposto foi criado na gestão de Fernando Haddad à frente da pasta.

➡️ A medida era criticada por consumidores por encarecer produtos importados baratos vendidos em plataformas internacionais.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

Segundo a entidade, o fim da tributação prejudica empresas brasileiras, especialmente micros e pequenas companhias, que "investem e sustentam a arrecadação do país".

"É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que a medida “enfraquece a indústria nacional” e "amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula (PT).

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