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INSS confirma que informações de beneficiários foram expostas em vazamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) confirmou nesta quinta-feira (21) que dados de segurados do INSS vazaram após uma falha na segurança do sistema digital do instituto.

Segundo o INSS, o incidente foi identificado há quase um mês, no dia 22 de abril, pela Dataprev, empresa estatal de tecnologia que gerencia dados de milhões de pessoas, inclusive de aposentados e pensionistas.

Em nota, o INSS disse que foram adotadas as devidas providências e informou que a maioria dos dados que foram expostos eram de cidadãos falecidos.

"De acordo com as informações preliminares, do total de CPFs acessados, 97% foram de cidadãos falecidos. A Dataprev apurou a ocorrência de aproximadamente 50 mil casos envolvendo indivíduos que não possuem registro de óbito – menos de 3% dos casos registrados. Os dados ainda estão sendo consolidados pela Dataprev", afirmou, em nota, o INSS.

O instituto afirmou que, apesar do vazamento dos dados, uma série de documentos e etapas são exigidos para que seja aprovada, por exemplo, a concessão de um empréstimo consignado.

A pensão por óbito exige certidão de óbito, dentre outros documentos e procedimentos, completou o INSS.

CPMI sobre desconto ilegal de benefícios quer ouvir dez ex-presidentes do INSS — Foto: Reprodução/TV Globo

“A concessão de qualquer benefício possui uma série de travas de segurança. O INSS tem reforçado seus controles internos a fim de oferecer maior segurança à análise de seus benefícios”, diz a nota.

Em 2024, o INSS também confirmou que outra vulnerabilidade no sistema deixou expostas informações sigilosas de pessoas com aposentadorias e benefícios sociais e assistenciais.

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SpaceX adia para sexta 12º voo da Starship; entenda o que interrompeu lançamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 21:44

Inovação SpaceX adia para sexta 12º voo da Starship; entenda o que interrompeu lançamento Nova missão usa uma versão mais avançada da Starship, projetada para voos mais longos. Por Redação g1

A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, adiou a tentativa de realizar um novo voo da Starship, nave mais poderosa do mundo.

O lançamento estava marcado para esta quinta-feira (21), a partir da Starbase, no estado americano do Texas, mas não foi realizado devido a uma falha na torre de lançamento. "O pino hidráulico que mantém o braço da torre no lugar não se retraiu", afirmou Musk.

A empresa redesenhou a nave, o propulsor e a plataforma de lançamento usadas em missões da Starship e pretende usar esta missão para testar os novos componentes.

Segundo Musk, haverá uma nova tentativa de lançamento na sexta-feira (22) se o problema com a plataforma puder ser resolvido.

Durante a transmissão, o gerente de comunicações da SpaceX, Daniel Huot, afirmou que a equipe da empresa tentaria verificar se era possível manter o lançamento.

"O desviador de água embaixo do sistema acionou uma interrupção. Isso basicamente dá a equipe a chance de analisar, ver se é algo que precisamos investigar nos dados ou se podemos retomar", disse Huot.

A nova geração da Starship teve seu sistema de propulsão completamente redesenhado e seu tanque de combustível ampliado. A nave também ganhou sistemas para missões mais longas, incluindo um mecanismo para transferir combustível no espaço.

A SpaceX protocolou um pedido de oferta pública de ações, quando uma empresa abre seu capital e passa a ter ações negociadas na bolsa de valores.

Musk vinha sinalizando ao mercado que a SpaceX poderia ser avaliada em US$ 1,75 trilhão. O valor é muito superior ao faturamento anual da empresa, que ficou em US$ 18,5 bilhões em 2025.

A avaliação projetada por Musk equivale a quase 100 vezes a receita da companhia, bem acima do observado em gigantes de tecnologia como Apple e Nvidia.

O primeiro lançamento, em abril de 2023, a Starship explodiu quando ainda estava acoplada ao Super Heavy. Uma falha nos motores fez a empresa ativar um sistema de destruição para explodir o foguete.

No segundo teste, em novembro de 2023, o Super Heavy explodiu, mas logo após se separar da nave. A Administração Federal de Avião dos EUA (FAA, na sigla em inglês) investigou o acidente e afirmou que a SpaceX identificou a necessidade de realizar 17 correções na nave.

O terceiro voo aconteceu em março de 2024 e durou 50 minutos. A Starship foi destruída, mas a empresa considerou o teste um avanço porque nunca havia ido tão longe nesse tipo de missão.

O quarto teste ocorreu em junho de 2024 e foi o primeiro considerado bem-sucedido. A Starship conseguiu pousar no Oceano Índico e o Super Heavy, no Golfo do México, como planejado.

Na quinta missão, em outubro de 2024, a empresa conseguiu pela primeira vez trazer o Super Heavy de volta com uma captura no ar feita pelos “braços da plataforma”, além do pouso da Starship no Oceano Índico. A cápsula explodiu, como já era esperado, segundo a companhia.

A manobra de retorno do foguete para a base de lançamento pode tornar os voos espaciais mais baratos.

No sexto teste, em novembro de 2024, a SpaceX não conseguiu fazer com que o foguete Super Heavy retornasse para a plataforma de lançamento, como aconteceu no mês anterior.

O foguete acabou pousando no Golfo do México poucos minutos depois do lançamento, como previsto para casos em que não houvesse condições ou autorização do diretor da missão para repetir a manobra. A nave pousou no Oceano Índico cerca de uma hora após a decolagem.

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, assistiu à missão no local do lançamento, ao lado de Elon Musk.

Trump já havia anunciado que o bilionário lideraria o novo Departamento de Eficiência Governamental durante seu mandato.

No sétimo voo, em janeiro de 2025, a empresa de Musk conseguiu repetir a manobra em que o foguete Super Heavy é levado de volta à plataforma de lançamento.

Mas a SpaceX perdeu o contato com a nave pouco antes do pouso, algo que já havia acontecido em outros testes.

Na ocasião, um vídeo registrou destroços da Starship cruzando o céu no Haiti. Por segurança, voos comerciais que passavam pela região do Caribe foram obrigados a desviar de suas rotas.

No oitavo voo da Starship, no início de março, a SpaceX perdeu novamente o contato com a nave cerca de dez minutos após o lançamento.

Vídeos registraram os destroços da nave no céu na região das Bahamas (veja abaixo). Segundo o governo dos EUA, 240 voos no país foram prejudicados pela explosão.

Apesar disso, pela terceira vez, a empresa conseguiu “capturar” no ar o foguete que transportou a nave pouco antes do pouso e colocá-lo de volta na plataforma de decolagem.

Na nona missão, que aconteceu em maio, a SpaceX perdeu o controle da nave 40 minutos após o lançamento. Ela deveria pousar no Oceano Índico.

Além disso, a nave não conseguiu abrir a porta para lançar a carga — oito simuladores de satélites da Starlink, braço da SpaceX no setor de internet. E, apesar de conseguir reaproveitar o foguete propulsor Super Heavy pela primeira vez, a empresa perdeu o contato com o equipamento durante a descida.

No décimo voo, em agosto, a Starship conseguiu lançar carga no espaço pela primeira vez: um conjunto de oito simuladores de satélites da Starlink. A nave também conseguiu reacender o motor no espaço e pousou no Oceano Índico.

O 11º voo da Starship, de Elon Musk, ocorreu em outubro de 2025 e foi considerado bem-sucedido, já que tanto o foguete quanto a cápsula pousaram com sucesso no oceano.

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Meta fecha acordo nos EUA por custos escolares associados ao vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 18:58

Tecnologia Meta fecha acordo nos EUA por custos escolares associados ao vício em redes sociais Processos se multiplicam após condenações que associam redes sociais ao agravamento de depressão e ideação suicida. Por Redação g1, g1 — São Paulo

A Meta, dona do Facebook e do Instagram, chegou nesta quinta-feira (21) a um acordo judicial nos Estados Unidos em um caso que buscava obrigar plataformas a cobrir custos de escolas com uma crise de saúde mental causada por redes sociais.

Pelo acordo, que segue outros semelhantes com YouTube e Snapchat, as empresas responsáveis pelas redes sociais vão assumir despesas que vinham sendo pagas por escolas do condado de Breathitt, no estado do Kentucky.

A ação pedia mais de US$ 60 milhões para cobrir esses custos, mas o acordo encerrou o julgamento que estava marcado para 15 de junho em um tribunal federal de Oakland, na Califórnia.

“Resolvemos este caso de forma amigável e seguimos focados em nosso trabalho de longa data para criar proteções como as Contas para Adolescentes, que ajudam os jovens a permanecer seguros online, ao mesmo tempo em que dão aos pais controles simples para apoiar suas famílias", disse um representante da Meta à agência de notícias Reuters.

Segundo a agência, outros 1,2 mil distritos escolares buscam solução semelhante para o mesmo problema: o vício em redes sociais.

Em março, um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais.

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento.

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas.

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SpaceX tenta nesta quinta o 12º voo da Starship, maior nave do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 16:53

Inovação Ao vivo Encerrada Especial Publicitário SpaceX tenta nesta quinta o 12º voo da Starship, maior nave do mundo Lançamento marcado para as 19h30 (horário de Brasília) pretende testar versão mais avançada da nave, com foco em futuras missões para a Lua e Marte. Carregando

Últimos destaques Resumo Starship, nave da SpaceX, em foto divulgada em 21 de maio de 2026 (Foto: Divulgação/SpaceX)

Atualizado há 30 minutos porRedação G1A SpaceX, do bilionário Elon Musk, tenta realizar o 12º voo da Starship, nave mais poderosa do mundo. A decolagem está marcada para esta quinta-feira (21), às 19h30 (horário de Brasília).

O objetivo da missão é testar a versão mais avançada do veículo espacial. Segundo a empresa, ele agora está mais preparado para realizar voos de longa duração.

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Mais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; veja prazo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 21/05/2026 16:53

Empreendedorismo Guia do empreendedor Mais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; veja prazo Prazo para envio da declaração anual termina em 31 de maio; atraso pode gerar multa e até problemas no CNPJ. Por Rafaela Zem — São Paulo

Mais de 9 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) ainda não entregaram a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI).

O envio da DASN-SIMEI é necessário para manter o CNPJ regular e comprovar que o MEI está dentro das regras do regime, que permite faturamento anual de até R$ 81 mil.

Quem perder o prazo pode pagar multa e até ter o CNPJ cancelado em casos de inadimplência prolongada.

Mais de 9,4 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) ainda não acertaram as contas com a Receita Federal.

Dos 16,7 milhões de registros ativos no país, apenas 7,26 milhões entregaram a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), o equivalente a 43,3% do total. Os dados foram divulgados pela Receita Federal ao g1 e extraídos do painel oficial da instituição nesta quinta-feira (21).

O envio é obrigatório e deve ser feito até 31 de maio no Portal do Empreendedor. Mesmo quem não teve faturamento em 2025 precisa preencher a declaração.

A DASN-SIMEI reúne informações sobre o faturamento do MEI ao longo de 2025 e indica se houve contratação de empregado no período.

O documento deve ser apresentado anualmente à Receita Federal para manter o CNPJ regular e comprovar que a empresa atua dentro das regras do regime, cujo limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano.

O não envio pode gerar multas e até o cancelamento do CNPJ. O registro também pode ser cancelado definitivamente caso o MEI fique dois anos sem pagar as contribuições mensais obrigatórias.

Para facilitar o preenchimento, o MEI pode utilizar o Relatório Mensal de Receitas Brutas, onde registra os valores obtidos a cada mês. O controle também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI💻 Quem deve declarar? 📅 E se eu perder o prazo. O que acontece? 💵 Ultrapassei o limite de faturamento. E agora? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2025.

A entrega fora do prazo da DASN-SIMEI gera uma multa de 2% a cada mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos devidos, ou mínimo de R$ 50.

O MEI também pode ter o CNPJ cancelado definitivamente, caso não tenha pagado nenhuma contribuição mensal durante os últimos dois anos.

O limite de faturamento anual do MEI em 2025 foi de R$ 81 mil, o que dá uma média de R$ 6.750 ao mês (ou um valor proporcional de acordo com o mês de abertura).

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2025, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar acima de 20% do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

Vale lembrar que no regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

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Desenrola 2.0: ministro da Fazenda diz que um milhão de pessoas já foram beneficiadas pelo programa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que mais de um milhão de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola 2.0. O balanço do ministro foi divulgado nesta quinta-feira (21).

Segundo Durigan, no eixo do programa para famílias, foram mais 449 mil dívidas quitadas à vista com um desconto médio de 85% sobre o valor devido – do somatório de um R$ 1 bilhão, foram pagos R$ 154 milhões.

Além disso, o ministro afirmou que 685,5 mil dívidas foram refinanciadas, também com desconto de 85%. De R$ 9 bilhões, foi refinanciado R$ 1,3 bilhão em dívidas.

De acordo com o ministro, foram 34 mil contratos refinanciados do Fies até 19 de maio. O valor original era de R$ 2 bilhões e, com umdesconto médio de 80%, as operações refinanciadas totalizam R$ 410 milhões.

Em relação ao desenrola Empresas, no Programa Nacional de Apoio a Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), já foram feitas 31 mil operações, que totalizam R$ 5,1 bilhões. 

No Proced, voltada para MEIs e microempresas, o programa já realizou 9.703 operações, no valor de R$ 396 milhões.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. O governo também fará um novo aporte de até R$ 5 bilhões.

Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online, assim como os

"Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", declarou o presidente.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.

Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20) — Foto: Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo

Senador diz que pagamento ocorreu após venda de terreno e que, à época da transação, tinha participação inferior a 1%.

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Suprema Corte dos EUA decide em favor de empresa americana que teve propriedade confiscada por Cuba há mais de 65 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 15:45

Mundo Suprema Corte dos EUA decide em favor de empresa americana que teve propriedade confiscada por Cuba há mais de 65 anos A decisão da Corte não é definitiva no processo movido pela Havana Docks — mas ocorre em meio à crescente pressão sobre Havana por parte do governo Trump, incluindo a acusação formal de Raúl Castro pelo abate, em 1996, de aviões civis pilotados por exilados baseados em Miami. Por Associated Press

Um carro Dodge ano 1949 usado como táxi passa sob uma faixa com os dizeres 'A revolução é invencível' em Havana, Cuba — Foto: Reuters

A Suprema Corte dos EUA decidiu nesta quinta-feira (21) a favor de uma companhia americana que teve propriedades confiscadas em Cuba, pela revolução de Fidel Castro, há mais de 65 anos.

Por 8 votos a 1, os juízes reativaram as ações movidas por uma empresa americana, a Havana Docks, que operava docas na capital cubana. O processo tem como alvo quatro companhias de cruzeiro que levaram turistas a Cuba durante o breve período de reaproximação durante o governo Obama.

O juiz Clarence Thomas escreveu em nome da Corte que o tribunal federal de apelações de Atlanta errou ao rejeitar as ações, sustentando que “as companhias de cruzeiro utilizaram propriedades confiscadas, sobre as quais a Havana Docks detém o direito de reivindicação”.

A decisão da Corte não é definitiva no processo movido pela Havana Docks — mas ocorre em meio à crescente pressão sobre Cuba por parte do governo do presidente Donald Trump, incluindo a acusação formal, na quarta-feira (20), do ex-presidente cubano Raúl Castro pelo abate, em 1996, de aviões civis pilotados por exilados baseados em Miami.

O caso na Suprema Corte girou em torno de uma disposição da lei federal conhecida como Lei Helms-Burton, aprovada pelo Congresso em resposta aos abates dos aviões.

O Título III da lei permite que americanos processem quase qualquer empresa que exerça atividade comercial ou se beneficie de propriedades confiscadas pelo governo cubano.

Antes do primeiro governo Trump, todos os presidentes haviam suspendido a disposição devido a objeções de aliados dos EUA que faziam negócios em Cuba e ao impacto sobre futuros acordos negociados entre os EUA e Cuba.

Em 2016, o presidente Barack Obama usou uma coletiva de imprensa conjunta com Castro para anunciar que as companhias de cruzeiro poderiam retomar o serviço para Cuba.

Carnival, Norwegian, Royal Caribbean e MSC Cruises começaram a fazer paradas em Havana, permitindo que os passageiros de cruzeiro fizessem excursões a casas noturnas, pontos turísticos, rios e praias locais.

Isso mudou abruptamente em 2019, quando Trump decidiu ativar a disposição que permitia os processos judiciais e, em seguida, anunciou novas restrições de viagem. As companhias de cruzeiro cancelaram às pressas as paradas em Cuba e redirecionaram os navios em alto-mar.

Em sua decisão no processo movido pela Havana Docks, a juíza distrital Beth Bloom, de Miami, considerou as companhias de cruzeiro responsáveis ​​pelo uso do terminal de Havana, que antes era controlado pela empresa.

As licenças concedidas pelo Departamento do Tesouro do governo Obama para transportar passageiros americanos a Cuba não isentavam as companhias de cruzeiro do processo, decidiu Bloom.

Ela concedeu à Havana Docks uma indenização de mais de US$ 400 milhões. Um tribunal federal de apelações decidiu a favor das companhias de cruzeiro, revertendo a sentença.

O caso agora retorna ao tribunal de apelações. Thomas reconheceu que as companhias de cruzeiro têm argumentos adicionais que ainda precisam ser analisados.

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Como Deolane tem Cadillac Escalade? SUV de R$ 2,1 milhões não é vendido oficialmente no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 15:45

Carros Como Deolane tem Cadillac Escalade? SUV de R$ 2,1 milhões não é vendido oficialmente no Brasil Utilitário esportivo apreendido com a influenciadora entrou no Brasil por importação independente. Processo envolve Ibama, Denatran e tributos altos. Entenda como é feita a compra. Por Redação g1 — São Paulo

O custo final de um veículo importado pode dobrar, somando impostos como IPI e ICMS, taxas aduaneiras e transporte.

Veículos trazidos de forma independente não contam com garantia de fábrica no Brasil, demandando importação de peças e manutenção especializada.

A adaptação a condições locais é um desafio, pois o combustível brasileiro e a suspensão não são ideais para esses carros.

Ao menos quatro carros de luxo são apreendidos durante Operação Vérnix. — Foto: Bervelin Albuquerque/TV Globo

A Cadillac ainda não vende carros no Brasil, a marca confirmou que chega ao país no último trimestre de 2026. Mesmo assim, a marca norte-americana vai oferecer somente carros elétricos no mercado brasileiro.

Então, como a influenciadora Deolane Bezerra tem um Cadillac Escalade na garagem? O SUV de luxo foi apreendido nesta quinta-feira (21) quando Deolane foi presa por suspeita de lavar dinheiro para o PCC. Além do modelo norte-americano, foram apreendidos um Mercedes-Benz G63, um Range Rover e um Jeep Commander.

O preço para trazer o carro ao Brasil, segundo importadores consultados pelo g1, parte de R$ 2,1 milhões. Não está claro se Deolane fez a compra direto dos Estados Unidos ou se adquiriu o Cadillac como seminovo já no Brasil.

O Escalade é o modelo principal da Cadillac e vem equipado com motor V8 com 6.2 litros e 691 cv de potência e 89,9 kgfm de torque. O SUV tem tração nas quatro rodas, câmbio automático de 10 marchas e as rodas medem 22 polegadas.

No painel, a tela de 55 polegadas se estende por toda a cabine. Interior do carro tem acabamentos em madeira, couro e materiais nobres.

A chegada desses veículos ocorre por meio da importação independente, que permite que pessoas e empresas tragam carros ao Brasil sem depender das fabricantes. No entanto, é preciso atenção às condições e às exigências da legislação.

O programa Mover estabelece as regras para a importação de carros no Brasil. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem realizar a operação, desde que seja caracterizada para uso próprio, e há empresas especializadas em prestar consultoria nesses trâmites. A burocracia é extensa, e o valor dos tributos pode assustar.

Depois de escolher o veículo, é preciso verificar se ele se enquadra no critério de “novo”. O carro não pode ter quilometragem alta. A lei não determina um limite, mas, na prática, cerca de 300 km é o valor aceito pela alfândega.Em alguns países, o carro é emplacado ainda na fábrica, o que pode dificultar o processo.Em seguida, é necessário apresentar documentos que comprovam a compatibilidade renda do CPF com a compra. No caso do processo passar pelos dados do cliente final.O Ibama também deve ser consultado para emitir a Licença de Importação. Se o veículo não atender às regras de emissões e ruído, pode ser barrado nessa etapa.

E a burocracia não termina aí, pois o Denatran também participa do processo. O órgão precisa emitir o Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT), que atesta que o veículo está de acordo com as normas brasileiras.

“Ainda não tivemos nenhum carro barrado por não atender às exigências do Ibama ou do Denatran”, explica Natel Valério, diretor comercial da Direct Imports.

“São muitas etapas e documentos. Por isso, os clientes buscam nossa assessoria e, muitas vezes, optam por fazer a operação pela nossa empresa. Isso agiliza a conclusão da compra”, diz Valério.

Depois disso, ainda é necessário registrar a Declaração de Importação no Sistema de Comércio Exterior. O sistema é ligado à Receita Federal e reúne informações sobre processos de exportação e importação.

“Com carros zero quilômetro, não tivemos problemas de homologação para a legislação brasileira”, explica Jair De Paula Machado Júnior, sócio de uma empresa de assessoria aduaneira.

“Os carros a diesel é que demandam mais atenção. Eles precisam atender à legislação mais recente de emissões. Caso contrário, o Ibama poderia barrar”, diz De Paula.

Se o carro estiver pronto no país de origem, todo esse processo pode demorar até 90 dias. Além da extensa documentação, importar um carro de forma independente envolve diversas taxas. Também há o custo de transporte: embarque no país de origem, envio em navio cargueiro e desembarque no Brasil.

“Para um veículo de US$ 100 mil, as taxas de aduana e transporte podem, somadas, ficar entre R$ 80 mil e R$ 120 mil”, explica Valério.

É comum que o preço do veículo praticamente dobre ao somar Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ICMS, taxas aduaneiras e custos de documentação.

“Vendemos uma Tesla Cybertruck em outubro de 2025 por cerca de R$ 900 mil”, conta Valério. Nos EUA, a marca vende o modelo na versão topo de linha por US$ 115 mil (cerca de R$ 600 mil).

Com a documentação regularizada, o veículo segue para registro e emplacamento no Detran, como ocorre com qualquer outro carro.

A dor de cabeça pode não terminar com o emplacamento. Um modelo trazido de forma independente não é necessariamente coberto pelas garantias oferecidas pela fabricante no Brasil.

🔎 Por exemplo: a Honda não é obrigada a oferecer garantia nem fornecer peças ou manutenção para modelos da Acura no país, mesmo sendo proprietária da marca.

Isso também vale para modelos vendidos oficialmente no Brasil. Se alguém importar um Mustang com motor 2.3 turbo, a Ford não é obrigada a prestar atendimento de garantia como faria com um Mustang GT comercializado pela própria marca no país.

Portanto, quem compra um importado independente precisa ter em mente que peças e manutenção tendem a ser mais caras.

“Nós também ajudamos nossos clientes nos trâmites para importar peças para a manutenção desses veículos”, diz Valério.

O diretor comercial conta que os proprietários geralmente procuram oficinas especializadas e providenciam as peças. “Em até 30 dias, é possível que o componente chegue ao Brasil”, explica.

Além disso, esses carros não foram desenvolvidos especificamente para rodar com o combustível brasileiro. Embora atendam às exigências do Ibama, componentes de alta tecnologia podem ser afetados pelo combustível brasileiro, que contém cerca de 30% de etanol. A maior concentração de etanol é mais corrosiva e exige adaptações por parte das montadoras.

Alguns clientes optam pela importação independente para realizar uma extravagância: ter na garagem um carro que quase ninguém tem. Os valores, prazos e condições normalmente não são vantajosos para modelos mais acessíveis.

Por isso, é comum que marcas de luxo, como Cadillac, Tesla e Hummer, estejam entre as mais procuradas.

“Já tivemos vários clientes procurando por Cadillac Escalade”, conta De Paula. O assessor acrescenta que há clientes que trazem desde versões customizadas do Mercedes-Benz Classe S até picapes como a Toyota Tundra.

Esses são alguns exemplos de clientes que buscam configurações e opcionais não oferecidos no Brasil. Assim, é possível encontrar modelos importados nesse regime, mesmo quando as marcas têm operação no país.

Esses veículos passam pelo mesmo processo e não ficam sob responsabilidade das fabricantes, mesmo que as marcas tenham operação no país.

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Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 1º lote de restituição na sexta-feira; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 21/05/2026 14:49

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 1º lote de restituição na sexta-feira; veja como fazer Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 16 bilhões — o maior da história. Por Redação g1 — São Paulo

Os contribuintes poderão fazer a consulta ao 1º lote de restituições do Imposto de Renda 2026 a partir desta sexta-feira (22). A consulta será aberta às 10h.

Este é o maior valor já pago pela Receita Federal em um lote de restituição do IRPF, e contempla também restituições residuais de exercícios anteriores.

Os pagamentos serão feitos a partir de 29 de maio — mesmo dia em que se encerra o prazo para declaração.

Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 16 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores.

Do total, aproximadamente R$ 8,64 bilhões serão destinados aos contribuintes prioritários. São eles:

256.697 idosos acima de 80 anos2.256.975 contribuintes entre 60 e 79 anos222.100 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave1.054.789 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério4.959.431 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2026 serão feitos em quatro lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 23 de março.

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Em nota oficial, o Fisco afirma que "assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte". Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

"Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade", afirma a nota.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

4004-0001 (capitais)0800-729-0001 (demais localidades)0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber a situação de sua declaração do IR, o trabalhador deve buscar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal na internet.

Acesso se dá mediante o uso da conta gov.br, nos níveis prata ou ouro.Contribuinte deve procurar, no serviço, por "declarações e demonstrativos".Em seguida deve buscar o "Meu Imposto de Renda", e consultar a declaração de 2026.

No caso de haver pendência, isso quer dizer que a declaração caiu na malha fina do leão, ou seja, foi retida por conta de divergências de dados com aqueles que o Fisco possui sobre o contribuinte.

Nesse caso, a inconsistência pode ser resultado de uma informação errada informada pelo próprio contribuinte, pela empresa na qual trabalha (fonte pagadora) ou até mesmo terceiros (prestadores de serviços).

Ao entrar no Centro Virtual de Atendimento, a Receita Federal informará qual a divergência na declaração retida em malha fina, e como resolver o problema.

No caso de o trabalhador ter informado um dado errado, ele deve enviar uma declaração retificadora para corrigir a informação. Assim que a isso for feito pelo trabalhador, sua declaração sai da malha fina.No caso de a fonte pagadora, ou de uma prestadora de serviços (da qual o contribuinte incluiu uma nota fiscal em sua declaração) ter errado, o contribuinte deve aguardar a retificação da informação.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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VÍDEO: protótipo de ‘carro voador’ da Embraer conclui etapa de testes de voo pairado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 13:51

Vale do Paraíba e Região VÍDEO: protótipo de 'carro voador' da Embraer conclui etapa de testes de voo pairado Embraer é dona da EVE, empresa que vai fabricar o eVTOL, nome do 'carro voador'. Fabricante anunciou que os testes foram bem sucedidos nesta quinta (21). Por g1 Vale do Paraíba e região

Os testes foram realizados cinco meses após o voo inaugural do eVTOL na fábrica da Embraer, localizada em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo.

Durante os ensaios, o protótipo demonstrou estabilidade notável em voo pairado e executou manobras de baixa velocidade com sucesso.

A equipe validou sistemas de controle, os efeitos do fluxo descendente dos rotores e o comportamento térmico do veículo.

Os testes avançaram para velocidades de até 37 km/h, permitindo validar modelos aerodinâmicos e preparar para voos mais rápidos.

O protótipo do ‘carro voador’ concluiu a fase de voos pairados e de baixa velocidade. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (21) pela Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer com sede em São José dos Campos.

A fase ocorre cinco meses após o voo inaugural do modelo na planta da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, onde também ocorreram os testes de voo pairados e de baixa velocidade.

Segundo a empresa, os testes avaliaram o desempenho do veículo em voo parado e em manobras de baixa velocidade, abaixo de 15 nós (cerca de 28 km/h). Também foram analisados os sistemas de controle, o comportamento térmico da aeronave e os efeitos do fluxo de ar gerado pelos rotores.

Ao longo dos ensaios, o protótipo chegou a atingir cerca de 20 nós, equivalente a 37 km/h, em deslocamento horizontal. Nessa fase, foram feitos testes com comandos simultâneos nos quatro eixos de controle da aeronave.

De acordo com a Eve, os resultados ajudam a preparar o avanço para velocidades maiores e para a ampliação do envelope de voo.

Os próximos testes devem acontecer nas próximas semanas, ainda em solo, como preparação para a fase de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.

O modelo tem capacidade para cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto) e autonomia de 100 quilômetros, o que permite cobrir trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais, por exemplo. Atualmente, há cerca de 3 mil unidades do carro voador encomendadas, produzidas em Taubaté.

A Eve prevê iniciar as entregas dos eVTOLs em 2027, mesmo ano em que pretende começar as operações comerciais com os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical.

A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período.

50 vídeos Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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