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Edamame ganha versão brasileira, com grãos maiores e sabor mais suave

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/05/2026 03:55

GLOBO RURAL Edamame ganha versão brasileira, com grãos maiores e sabor mais suave Embrapa faz experimentos em uma fazenda em Paty do Alferes (RJ). Cultivar é fruto de décadas de pesquisas da empresa estatal de pesquisa agropecuária. Por Redação g1, Globo Rural

O edamame, a soja verde consumida como hortaliça e muito comum na culinária oriental, está ganhando uma versão 100% nacional desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A cultivar brasileira está sendo testada em propriedades de pequeno porte, prometendo ser uma alternativa rentável e nutritiva para a agricultura familiar.

A Fazenda Santa Teresa, localizada no Vale do Café, em Paty do Alferes (RJ), foi o lugar escolhido pela Embrapa para fazer o experimento.

O edamame, a soja verde consumida como hortaliça e muito comum na culinária oriental, está ganhando uma versão 100% nacional desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A cultivar brasileira está sendo testada em propriedades de pequeno porte, prometendo ser uma alternativa rentável e nutritiva para a agricultura familiar (veja reportagem completa no vídeo acima).

🌱 Diferente da soja commodity, utilizada para a produção de óleo e ração animal, o edamame brasileiro passou por um melhoramento genético para apresentar características mais palatáveis ao consumo humano, como grãos maiores e sabor mais suave.

Embora a planta tenha origem asiática, a versão nacional foi adaptada para a realidade climática do Brasil.

A Fazenda Santa Teresa, localizada no Vale do Café, em Paty do Alferes (RJ), foi o lugar escolhido pela Embrapa para fazer o experimento. A fazenda, que também tem serviço de hospedagem, é gerenciada pelas irmãs Valéria Brito e Cristiana Brito.

O cultivo do edamame no local é todo orgânico e tem conseguido uma produtividade acima da média: enquanto o comum é que cada pé produza entre 80 e 90 vagens, a propriedade registra entre 120 e 130 vagens por planta.

Segundo os responsáveis pelo cultivo, o resultado é consequência de um processo rigoroso de nutrição e irrigação.

Na região, a época ideal para plantar edamame vai de outubro a dezembro, e o período da semeadura à colheita dura cerca de três meses. Durante toda a safra, a Embrapa faz quatro visitas à propriedade.

Um dos pontos mais delicados do processo é o momento de colher as vagens. A retirada precisa acontecer quando os grãos ocupam aproximadamente 90% do espaço interno da vagem, conhecido como lóculo.

A janela ideal para a colheita é curta, de apenas três dias. Depois desse período, a soja amadurece, se transforma em semente convencional e perde as características próprias do edamame.

A colheita é feita manualmente. Após a retirada das vagens, o restante da planta, como folhas e talos, é triturado e devolvido ao solo. Esse material funciona como adubação verde devido ao seu alto teor nutricional.

A maior parte da produção é consumida internamente pelos próprios hóspedes da Fazenda Santa Teresa. As vagens são servidas de diversas formas, como em saladas com alface e cenoura ou preparadas em um estilo mais oriental com óleo de gergelim torrado.

Atualmente, cerca de 130 pequenos agricultores em oito estados participam da parceria com a Embrapa. O mercado, embora ainda seja um nicho, é promissor.

No Rio de Janeiro, o quilo do edamame pode ser vendido por até R$ 50, enquanto o custo de plantio para uma área de 50 m² gira em torno de R$ 100.

Além do retorno financeiro, o edamame se destaca pelo valor nutricional, sendo rico em proteínas. Na cozinha, a versatilidade é grande: pode ser consumido como aperitivo (cozido em água e sal), em saladas ou transformado em pastas.

O edamame fresco dura até 5 dias na geladeira, mas se for pré-cozido e congelado, pode ser consumido por até um ano.

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O país europeu que endureceu imigração, mas depende de brasileiros para funcionar; entenda por quê

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/05/2026 03:55

Trabalho e Carreira O país europeu que endureceu imigração, mas depende de brasileiros para funcionar; entenda por quê País tem 1,5 milhões de imigrantes e vive onda de xenofobia impulsionada por partidos de extrema direita. Por Jochen Faget

Entre brasileiros em Portugal, cresce o temor de que fortalecimento do Chega nas urnas se traduza em políticas migratórias mais duras e em um ambiente mais hostil. — Foto: Getty Images via BBC

"Os imigrantes não podem viver de subsídios", estampam os cartazes do partido de extrema direita Chega, que continuam espalhados pelo país desde as últimas eleições.

Portugal vem adotando leis migratórias mais rígidas, e o apoio a essas medidas cresce. Estima-se que vivam no país cerca de 1,5 milhão de estrangeiros, em sua maioria trabalhadores migrantes — o equivalente a aproximadamente 14% da população.

Em Portugal, a hostilidade contra estrangeiros — ou, de forma mais direta, o ódio — tem se intensificado. No entanto, os dados mostram que o país já não consegue prescindir dessa população: os imigrantes não recebem mais benefícios sociais do que os portugueses, e o sistema de proteção social enfrentaria dificuldades financeiras sem suas contribuições.

Além disso, muitos postos de trabalho ficariam vagos — desde garçons em cafés até trabalhadores rurais responsáveis pela colheita de frutas destinadas à exportação, por exemplo, para a Alemanha.

Um estudo publicado pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima), elaborado pelo Observatório das Migrações, comprova a importância dos trabalhadores estrangeiros para o sistema social português.

De acordo com o levantamento, no ano passado cerca de 1,1 milhão de estrangeiros contribuíram para a Previdência Social por estarem empregados formalmente em Portugal. Isso representa um aumento de 447% em relação a dez anos atrás. O valor das contribuições cresceu ainda mais — 763% — alcançando quase 4,2 bilhões de euros, o equivalente a 14% do total arrecadado.

Segundo o sociólogo Elísio Estanque, especialista em migração laboral, Portugal depende das contribuições dos estrangeiros que trabalham no país.

"Portugal está entre os países com a população mais envelhecida da União Europeia. A Previdência Social precisa arcar com um número crescente de aposentadorias, e os gastos com saúde também aumentam de forma significativa. Nesse contexto, as contribuições dos trabalhadores estrangeiros são um suporte essencial", afirma.

Mas não é só isso, ressalta Estanque. Para o pesquisador, os estrangeiros praticamente mantêm o país funcionando.

"O maior grupo de imigrantes, os brasileiros, concentra-se principalmente no comércio e nos serviços", explica. "Eles dirigem carros de aplicativo, fazem entregas de comida — e são presença constante no atendimento de lojas", acrescenta.

A brasileira Verônica Santos é um desses exemplos. Ela chegou a Portugal há três meses e já trabalha em um restaurante na cidade de Leiria. O marido dela atua como ajudante de obra — nenhum dos dois teve dificuldade para encontrar emprego.

"Ganhamos um bom dinheiro aqui", diz Verônica, acrescentando que a decisão de se mudar foi acertada.

"A insegurança é muito grande no Brasil, há muitos crimes. Portugal é muito mais seguro", afirma a jovem, na faixa dos 20 anos.

Ela e o marido dizem se sentir bem na nova vida. Sobre o crescimento do ódio contra estrangeiros, Verônica adota um tom mais ponderado.

"Racistas existem em todo lugar — em Portugal e também no Brasil. Acho que não há muito o que fazer em relação a isso."

Por que brasileiros que emigram preferem EUA, Portugal e Canadá, segundo LinkedIn — Foto: Getty Images via BBC

Partidos de extrema direita, como o Chega, têm transformado os imigrantes em bodes expiatórios para questões de segurança, afirma João Neves, professor de Economia da Escola Superior de Leiria. Segundo ele, os slogans populistas não refletem a realidade.

"Sem trabalhadores imigrantes, setores inteiros da economia teriam de fechar. Falta mão de obra portuguesa e, mesmo com aumentos salariais significativos, não seria possível suprir essa carência", diz.

A indústria do turismo, responsável por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal, depende de mão de obra estrangeira, frequentemente menos valorizada. Sem ela, muitos hotéis não conseguiriam operar. O mesmo vale para diversas propriedades agrícolas, especialmente as que produzem frutas para exportação, que dependem de trabalhadores sazonais vindos, em grande parte, da Ásia.

No caso da Previdência Social, o impacto também é expressivo: em 2025, o saldo positivo entre receitas e despesas relacionadas a estrangeiros chegou a 3,3 bilhões de euros. Esse valor veio principalmente de contribuintes jovens, cujas contribuições ajudam a financiar aposentadorias, seguro-desemprego e benefícios por doença de uma população mais envelhecida.

Embora a mão de obra estrangeira traga benefícios ao país, o ressentimento e o preconceito vêm crescendo em Portugal.

"Nos últimos anos, foi relativamente fácil para estrangeiros se estabelecerem para trabalhar no país. Houve uma entrada desordenada, sem uma política eficaz de integração. Isso gerou focos de tensão social e contribuiu para o aumento da xenofobia", avalia o sociólogo Elísio Estanque.

"As propostas da extrema direita, das quais o governo tem se aproximado cada vez mais, são desumanas, ineficazes e não solucionam os problemas do país", afirma. Na sua visão, limitar o tempo de permanência dos estrangeiros — eventualmente a apenas seis meses — tende a agravar a situação.

"A pressão para aceitar condições de trabalho mais precárias aumenta, já que os imigrantes tentam ganhar o máximo possível em pouco tempo para melhorar de vida ao retornar ao país de origem. Isso os torna mais vulneráveis", conclui.

Para o economista João Neves, Portugal precisa desenvolver uma política migratória de longo prazo que seja consistente e sustentável.

"Nós também já fomos um país de emigração. Muitos portugueses deixaram suas regiões para trabalhar em outros países da Europa. Isso aconteceu há apenas 60 anos e, ao que parece, não tiramos as devidas lições", afirma.

Ainda assim, há regras em vigor: trabalhadores estrangeiros que retornam a seus países não conseguem reaver as contribuições feitas para a aposentadoria, ao contrário do que ocorre, por exemplo, na Alemanha. Esses valores permanecem com a Previdência Social portuguesa.

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Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral em SP

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/05/2026 03:55

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral em SP Empreendedores transformam materiais descartados em armações personalizadas e sustentáveis; marca já fatura cerca de R$ 171 mil por ano. Por PEGN

As peças são feitas com tampinhas de garrafa, resíduos de armações e outros materiais descartados.

Os óculos são produzidos seguindo a tradição do lunetier, termo usado para designar artesãos especializados na criação de armações autorais.

Além dos modelos da coleção, inspirados na cidade de São Paulo, os empreendedores também produzem óculos sob medida, adaptados ao formato do rosto de cada pessoa.

O que para muita gente é lixo pode se transformar em estilo. Em São Paulo, tampinhas de garrafa, resíduos de armações e outros materiais descartados ganham nova vida nas mãos de um casal de empreendedores que criou uma marca de óculos sustentáveis e autorais.

Antes de chegarem ao rosto dos clientes, as peças percorrem um caminho improvável: passam por um processo artesanal que reaproveita materiais e transforma resíduos em design.

A marca foi criada por Vitor Frutuoso e Stephanie Oliveira, que decidiram unir experiência técnica e criatividade para desenvolver um produto com identidade própria.

A ideia do empreendimento surgiu a partir de uma inquietação com o excesso de plástico descartado no centro de São Paulo.

“A gente já sentia esse incômodo com o lixo plástico que via pela cidade. Então a marca já nasceu com um propósito”, conta o casal.

Stephanie é designer e visagista, especializada em trabalhar a identidade e a expressão no rosto das pessoas. Já Vitor tem mais de duas décadas de experiência como técnico óptico e trabalhou por anos no mercado tradicional de óculos.

Foi justamente no contato com clientes que surgiu o insight para criar algo diferente. “Muita gente dizia que estava procurando algo fora do comum. Isso me fez buscar algo novo”, afirma Vitor.

Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral — Foto: Reprodução/PEGN

Para tirar a ideia do papel, os empreendedores participaram de um programa de aceleração que ajudou a estruturar o negócio.

Com o aporte inicial de R$ 45 mil, eles montaram um ateliê e compraram equipamentos que permitiram iniciar a produção das armações.

Uma das matérias-primas utilizadas é o acetato, material feito a partir da fibra do algodão e de óleos vegetais. Além disso, sobras de produção também são reaproveitadas.

“A indústria perde um óculos quando corta a peça. A gente não. O que sobra a gente recicla e usa novamente”, explica Stephanie.

Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral — Foto: Reprodução/PEGN

No ateliê, os óculos são produzidos seguindo a tradição do lunetier, termo usado para designar artesãos especializados na criação de armações autorais.

Cada peça é feita manualmente, o que permite maior atenção aos detalhes e personalização para cada cliente.

Além dos modelos da coleção, inspirados na cidade de São Paulo, os empreendedores também produzem óculos sob medida, adaptados ao formato do rosto de cada pessoa.

Segundo Vitor, isso permite um encaixe mais confortável e natural. “A gente respeita o tamanho do nariz, a posição das têmporas e o formato do rosto. O óculos já nasce feito para aquela pessoa”, diz.

As vendas acontecem principalmente em feiras de moda e design, além de atendimentos online e consultorias personalizadas.

No atendimento remoto, os clientes enviam fotos do rosto para que os empreendedores analisem as características faciais e indiquem o modelo mais adequado.

Atualmente, o negócio registra faturamento anual de cerca de R$ 171 mil. Para os clientes, o diferencial vai além do design. “É um acessório que traz a personalidade para fora”, diz Antonia Mendes, cliente da marca.

Para o casal, trabalhar com design autoral exige autenticidade. “Moda sai de moda, mas estilo não”, afirma Vitor.

Mais do que vender óculos, os empreendedores dizem que querem estimular a liberdade de expressão — nas cores, nas formas e na forma como cada pessoa escolhe se apresentar ao mundo.

Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua São Bento, 290 – 3º andar – sala 3 São Paulo/SP – CEP: 01010-000📞 Telefone: (11) 96866-0310📧 E-mail: savemedesign.sv@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/savemedesign

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Copa do Mundo 2026: como identificar figurinhas falsas do álbum?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/05/2026 00:58

Rio de Janeiro Copa do Mundo 2026: como identificar figurinhas falsas do álbum? Com o maior álbum de figurinhas já lançado para uma Copa do Mundo, golpistas têm aproveitado a alta demanda para falsificar cromos e vendê-los por preços abaixo do valor oficial tabelado pela Panini. Por Redação g1 — Rio de Janeiro

Com a chegada da Copa do Mundo de 2026, golpistas tentam lucrar em cima dos torcedores de diversas maneiras — e uma delas é através do álbum de figurinhas da Copa. Nesta sexta-feira (22), a Polícia Civil apreendeu cerca de 200 mil figurinhas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Preço abaixo do oficial: a Panini, responsável pelo álbum, definiu o valor oficial dos envelopes em R$ 7. Preços muito abaixo disso podem ser um indício de falsificação.Material do pacote: o papel usado nos envelopes falsos costuma ser mais grosso, poroso e de qualidade inferior em comparação ao original.Qualidade das figurinhas: as imagens dos jogadores geralmente apresentam impressão mais opaca, menor nitidez e resolução inferior nas versões falsificadas.

Quanto custa completar o álbum da Copa no Brasil em comparação com outros países?Panini vai atualizar figurinhas da seleção após convocação; veja quem entra e sai no álbum da Copa

Comparação entre uma figurinha falsa (à esquerda) e uma verdadeira (à direita) — Foto: Reprodução/X

O álbum oficial está sendo vendido por R$ 24,90. Já os pacotes de figurinhas (os originais) custam R$ 7 e vêm com sete unidades cada. À primeira vista, os valores parecem acessíveis, mas o custo total para completar o álbum pode ultrapassar facilmente a marca de R$ 1 mil.

Isso acontece porque o número de figurinhas é alto e há repetição frequente nos pacotes. O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México.

Com isso, a coleção é a maior já lançada, com 980 figurinhas e 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos no álbum.

Nas lojas on-line, o colecionador pode comprar os pacotes em grande volume e já gastar R$ 700 em 100 envelopes de figurinhas – ou R$ 724,90 na versão que inclui o álbum.

Além disso, o álbum tem versões especiais que vão de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial).

Há ainda uma edição premium que chega a R$ 359,90 e inclui o álbum na versão capa dura, 40 envelopes de figurinhas e um box para guardar a coleção.

Polícia Civil apreende figurinhas falsificadas da Copa do Mundo no compartimento de carga de um ônibus Nova Iguaçu — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

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FGTS libera mais de R$ 16 bilhões na próxima semana; parte em saques e restante para pagamento de débitos no Desenrola 2.0

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/05/2026 00:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%Oferecido por

O governo liberará mais de R$ 16 bilhões em recursos de trabalhadores no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na próxima semana, segundo informações do Ministério do Trabalho.

De acordo com o governo, parte desses recursos (R$ 8,4 bilhões) irá direto da conta do trabalhador vinculada ao FGTS e para sua conta corrente ou depósito.

São recursos de mais de 10,5 milhões de trabalhadores optantes do saque-aniversário que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025, cuja liberação foi autorizada por meio de uma medida provisória publicada pelo governo.

O restante dos recursos, no valor de até R$ 8,2 bilhões, poderá ser usado pelos trabalhadores como garantia no Desenrola 2.0, para pagamento de débitos antigos, que têm juros mais altos.

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para quitar dívidas.

➡️Com isso, trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025, e que também tenham dívidas bancárias, e queiram usar o FGTS para pagar dívidas bancárias poderão fazer duas retiradas na próxima semana.

Uso do FGTS, juros de até 1,99%, dívidas do Fies: o que se sabe sobre o pacote contra o endividamento

Trabalhador que optou pelo saque-aniversário e foi demitido sem justa causa entre 2020 e 2025 terá direito ao chamado "saque complementar" do FGTS. Os valores serão retirados de sua conta vinculada no FGTS até a segunda-feira (25) e depositados na terça-feira (26), informou o Ministério do Trabalho.De acordo com o governo, 84% os trabalhadores beneficiados pelo saque complementar já têm uma conta bancária informada no aplicativo do FGTS. Esses não precisarão fazer nada, apenas aguardar o depósito dos recursos. Quem não tem conta bancária indicada no aplicativo, deve ir à uma agência da Caixa, com documentação pessoal, para sacar os recursos do saque complementar. O Ministério do Trabalho explicou que, como os recursos de que tem direito ao saque complementar já terão saído da conta vinculada no FGTS na segunda-feira (25), os trabalhadores poderão saber já neste dia quanto poderão usar para pagar débitos no Desenrola 2.0.Do valor que restar na conta, após o saque pelo trabalhador que terá direito ao saque complementar, poderão ser usados até 20%, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar dívidas bancárias.No Desenrola 2.0, o trabalhador consultará seu saldo e poderá autorizar o banco ao qual está devendo a buscar o valor do saldo disponível para negociação. Depois, negocia com o banco devedor o valor com desconto da dívida na própria instituição financeira. Em seguida, o banco avisará à Caixa Econômica Federal que houve a negociação. A Caixa, por sua vez, solicitará ao trabalhador, pelo aplicativo, o valor do recurso do seu FGTS para pagar a instituição. A Caixa tem 30 dias para repassar o dinheiro ao banco. O prazo para as negociações é de 90 dias.

Essa é a segunda vez que o governo liberou recursos de trabalhadores que ficaram retidos no FGTS por conta das regras do saque-aniversário. A primeira foi no início de 2025. Serão liberados, nesta vez, outros R$ 8,4 bilhões.

🔎 A explicação é que, quando adere ao saque-aniversário do FGTS, o trabalhador demitido sem justa causa pode sacar apenas o valor da multa rescisória de 40%, mas não o saldo integral da conta do FGTS, que fica bloqueado para saque imediato. Permanecem válidas, porém, outras hipóteses de saque previstas em lei, como aposentadoria, doença grave e compra da casa própria, por exemplo.

💰 No fim do ano passado, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que a medida não causa impacto na sustentabilidade dos recursos do FGTS disponíveis para obras em habitação e infraestrutura.

O Desenrola 2.0, programa para reduzir o endividamento da população brasileira, foi lançado pelo governo federal no início de maio.

O programa prevê a renegociação de dívida, com descontos, e troca por uma dívida mais barata, tendo como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

A expectativa do governo é de que sejam renegociados até R$ 58 bilhões em dívidas antigas e novas.

Pelas regras, o trabalhador também poderá usar parte do seu saldo disponível do FGTS para pagar débitos, justamente o valor que está sendo liberado na próxima semana.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. O governo também fará um novo aporte de até R$ 5 bilhões.

Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online. O programa também prevê que os bancos perdoem dívidas de até R$ 100.

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Mega-Sena 30 anos: entenda as regras do sorteio deste domingo, com prêmio de 300 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/05/2026 00:58

Loterias Oferecido por: Mega-Sena 30 anos: entenda as regras do sorteio deste domingo, com prêmio de 300 milhões Sorteio será realizado neste domingo, 24 de maio às 11h. Concurso comemorativo terá prêmio estimado em R$ 300 milhões. As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) deste sábado (23). Por Redação g1 — São Paulo

Segundo a Caixa, o prêmio não acumula: se ninguém acertar as seis dezenas, a bolada vai para a quina.

As apostas podem ser feitas até sábado (23), às 22h, em lotéricas, no app ou no site das Loterias Caixa.

A Caixa Econômica Federal realiza neste domingo (24) o sorteio especial da Mega-Sena 30 anos, concurso comemorativo que terá prêmio estimado em R$ 300 milhões. O sorteio será realizado às 11h.

Segundo as regras divulgadas pela Caixa, o prêmio do sorteio especial não acumula. Com isso, se ninguém acertar as seis dezenas, o valor principal será dividido entre os apostadores que acertarem a quina.

Se ainda assim não houver vencedores suficientes, seguirá para a quadra, aumentando as chances de alguém acertar a sequência de números.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no site do g1Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no canal do g1 no YouTube

Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6, e o valor vai aumentando de acordo com a quantidade de números.

As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) deste sábado (23) pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante. Pela primeira vez, os bolões online poderão ser comprados até uma hora antes do sorteio.

O sorteio do concurso especial da Mega-Sena 30 anos será no próximo domingo, 24 de maio de 2026. A Caixa Econômica Federal elevou a estimativa do prêmio para R$ 300 milhões — Foto: Cesar ConventiI/Fotoarena/Estadão Conteúdo

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