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Mega-Sena, concurso 3.011: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.011: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta terça-feira (26) era de R$ 2.6 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.011 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça (26), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 2.6 milhões. No entanto, ninguém acertou o prêmio principal.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Alemanha quer aumentar imposto para adultos sem filhos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 17:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%Oferecido por

A decisão vem em meio a uma população alemã cada vez mais envelhecida e da perspectiva de um rombo bilionário no caixa do auxílio-invalidez.

Até o fim de 2028, o Ministério da Saúde projeta um déficit total de 22,5 bilhões de euros (quase R$ 132 bilhões) no caixa do auxílio-invalidez.

O sistema público alemão de saúde e cuidados funciona como uma espécie de INSS: todos contribuem para o mesmo caixa, de onde saem os recursos para pagamento de tratamentos e benefícios em caso de necessidade.

Visão geral do Bundestag, o Parlamento alemão, em foto de 22 de outubro de 2013 — Foto: AP Photo/Michael Sohn

Diante de uma população cada vez mais envelhecida e da perspectiva de um rombo bilionário no caixa do auxílio-invalidez, o governo da Alemanha avalia aumentar, mais uma vez, a alíquota de contribuição para pessoas sem filhos.

A contribuição para o auxílio-invalidez (também conhecido como seguro de cuidados) é paga por todos que são cobertos pelo seguro de saúde público — quase 90% da população alemã.

Para quem tem filhos, a contribuição varia entre 3,1% e 3,6% da renda, a depender do tamanho da prole. Para pessoas sem filhos, a cobrança é de 4,2%, composta de uma taxa-base de 3,6%, mais um percentual extra de 0,6%. Esse valor diferenciado começa a ser cobrado já aos 23 anos.

Um documento interno do Ministério da Saúde que vazou na imprensa alemã nesta terça-feira (26/05) propõe elevar a alíquota de contribuição desse grupo em 0,1%, totalizando 4,3%.

Tem direito a auxílio-invalidez quem precisa de cuidados permanentes, como idosos, doentes crônicos e pessoas com deficiência. Mas, diferentemente do seguro-saúde, o benefício não cobre todas as despesas.

A Alemanha se vê diante de uma população cada vez mais envelhecida. Um em cada cinco habitantes (20%) têm idade igual ou superior a 67 anos, proporção que tende a aumentar à medida que a geração do pós-guerra caminha para a aposentadoria. Esse grupo demográfico, formado por pessoas nascidas até o fim da década de 1960, é muito mais numeroso que as gerações seguintes, que têm menos filhos.

Até o fim de 2028, o Ministério da Saúde projeta um déficit total de 22,5 bilhões de euros (quase R$ 132 bilhões) no caixa do auxílio-invalidez.

Segundo maior parceiro da coalizão governista liderada por Friedrich Merz, da União Democrata Cristã (CDU), o Partido Social Democrata (SPD) sinalizou abertura à proposta de elevar as contribuições para pessoas sem filhos.

Para o especialista em saúde do SPD, Christos Pantazis, é legítimo "discutir diferentes mecanismos — inclusive a questão de uma contribuição maior para pessoas sem filhos", diante dos desafios financeiros do sistema de cuidados.

"Precisamos falar abertamente sobre um financiamento solidário e sustentável no longo prazo", declarou ele aos jornais do grupo Funke. Mas também ponderou: "Uma medida desse tipo pode contribuir para a estabilização, mas não substitui uma reforma estrutural abrangente."

Sigla-irmã da CDU, a União Social Cristã (CSU), da Baviera, também apoia a proposta. "Pais dão uma contribuição importante para a manutenção dos nossos sistemas de seguridade social", afirmou a comissária federal para cuidados de longa duração, Katrin Staffler (CSU), ao grupo de mídia Bayern.

"Quando a geração atual de crianças, no futuro, pagar contribuições como adultos e assim também ajudar a financiar os cuidados de segurados sem filhos, isso se deve principalmente ao esforço educacional de seus pais."

Os Verdes, por sua vez, criticaram o que chamaram de "propostas isoladas imaturas" em detrimento de um "conceito geral viável". "Assim, não se cria nem confiança nem um financiamento estável para o seguro de cuidados", disse a deputada Simone Fischeraos jornais do grupo Funke.

Para o partido A Esquerda, um aumento do adicional para pessoas sem filhos seria "uma medida cosmética, que não resolve nem de longe o problema do seguro de cuidados". A especialista do partido na área, Evelyn Schötz, criticou: "A proposta […] tornaria o seguro de cuidados ainda mais injusto do que já é". Em vez disso, ela defendeu a inclusão de segurados privados no sistema público de cuidados.

O sistema público alemão de saúde e cuidados funciona como uma espécie de INSS: todos contribuem para o mesmo caixa, de onde saem os recursos para pagamento de tratamentos e benefícios em caso de necessidade. Mas pessoas com renda elevada não são obrigadas a contribuir, podendo em vez disso optar por um seguro privado de saúde e cuidados. Críticos apontam que essa brecha significa uma perda importante de receita.

Opinião semelhante à de Schötz foi expressa pela presidente da associação social VdK, Verena Bentele, que classificou a proposta em entrevista ao Rheinische Post como injusta por "sobrecarregar unilateralmente pessoas sem filhos", sem que isso tenha sido necessariamente uma escolha de vida. O aumento de 0,1%, pontuou, "teria apenas um efeito financeiro muito pequeno e não fecharia o rombo do seguro de cuidados".

O diretor-executivo federal da Associação Alemã de Assistência a Idosos e Pessoas com Deficiência (VDAB), Thomas Knieling, disse que a proposta é uma "medida pontual sem perspectiva de longo prazo", que não substitui a necessidade de uma estratégia de reforma sustentável.

Presidente do conselho da seguradora DAK e ex-político de saúde da CDU, Andreas Storm disse que o seguro público de cuidados "precisa de medidas rápidas de resgate", e que as medidas ventiladas até agora não resolvem o problema. "Se nada acontecer, vários fundos de cuidados precisarão, em curto prazo, de ajuda financeira para evitar a insolvência", declarou à agência de notícias dpa.

O Ministério da Saúde não quis comentar o tema, mas informou à agência de notícias AFP que pretende apresentar um projeto de lei para reformar o sistema de cuidados. Esperada para maio, a proposta acabou adiada até o início de julho.

Já se sabe, porém, que a ministra da Saúde, Nina Warken (CDU), pretende reduzir os subsídios para internação em lares de idosos. Também há o risco de um acesso, em geral, mais restrito aos benefícios do seguro de cuidados.

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Vazamento de dados do INSS atingiu 2,8 milhões de CPFs, diz Dataprev; 98% eram de falecidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 17:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.247 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.247 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.247 pts-0,88%Oferecido por

Vazamento de dados de segurados do INSS atingiu 2,8 milhões de CPFs, informou nesta terça-feira (26) a Dataprev, empresa estatal de tecnologia.

Um mesmo CPF foi consultado mais de uma vez. Além disso, cerca de 52 mil pessoas vivas tiveram a data de nascimento exposta durante o incidente de segurança de abril.

Na ocasião, técnicos do INSS informaram que teriam sido vazados dados de cerca de 2 milhões de segurados.

O vazamento de dados de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atingiu 2,8 milhões de CPFs, informou nesta terça-feira (26) a Dataprev, empresa estatal de tecnologia responsável por gerenciamento de dados de aposentados e pensionistas.

Desse total, 98% pertenciam a pessoas já falecidas. Um mesmo CPF foi consultado mais de uma vez. Além disso, cerca de 52 mil pessoas vivas tiveram a data de nascimento exposta durante o incidente de segurança ocorrido em abril.

As informações foram divulgadas por Edmar dos Santos Ferreira Junior, representante da Dataprev na reunião desta terça-feira do Conselho Nacional da Previdência Social.

O número é superior ao que foi divulgado quando o caso veio a público, na semana passada. Na ocasião, técnicos do INSS informaram que teriam sido vazados dados de cerca de 2 milhões de segurados.

Embora as causas do incidente ainda estejam sendo investigadas, Ferreira Junior afirmou que já foi identificada uma falha em uma consulta de serviço do Meu INSS. Segundo ele, o sistema, que deveria exigir autenticação por login, estava acessível sem essa etapa de segurança.

"Era uma consulta que estava dentro de uma interface logada, mas ela aceitava uma resposta para quando você tivesse em um ambiente público", explicou Ferreira, esclarecendo que o incidente durou um dia.

O erro, assim que identificado, foi corrigido, afirmou o representante da Dataprev. No momento, segundo ele, está sendo desenvolvido uma atualização dos sistemas que vai restringir que somente um usuário possa consultar um CPF por vez.

Na semana passada, veio a público um incidente de segurança no órgão sobre o vazamento de dados de cerca de 2 milhões de segurados.

O caso foi identificado há quase um mês, no dia 22 de abril, pela Dataprev, empresa estatal de tecnologia que gerencia dados de milhões de pessoas, inclusive de aposentados e pensionistas.

Em nota, o INSS disse que foram adotadas as devidas providências e informou que a maioria dos dados que foram expostos eram de cidadãos falecidos.

"De acordo com as informações preliminares, do total de CPFs acessados, 97% foram de cidadãos falecidos. A Dataprev apurou a ocorrência de aproximadamente 50 mil casos envolvendo indivíduos que não possuem registro de óbito – menos de 3% dos casos registrados. Os dados ainda estão sendo consolidados pela Dataprev", afirmou a autarquia.

O instituto afirmou que, apesar do vazamento dos dados, uma série de documentos e etapas são exigidos para que seja aprovada, por exemplo, a concessão de um empréstimo consignado.

A pensão por óbito exige certidão de óbito, dentre outros documentos e procedimentos, completou o INSS.

“A concessão de qualquer benefício possui uma série de travas de segurança. O INSS tem reforçado seus controles internos a fim de oferecer maior segurança à análise de seus benefícios”, diz a nota.

Em 2024, o INSS também confirmou que outra vulnerabilidade no sistema deixou expostas informações sigilosas de pessoas com aposentadorias e benefícios sociais e assistenciais.

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Força Espacial dos EUA fecha contrato de US$ 2,29 bilhões com SpaceX para rede de dados militares

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 17:47

Tecnologia EUA fecham contrato bilionário para uso militar de satélites da SpaceX Rede de comunicações via satélite seria projetada para conectar sensores militares e plataformas de armas em todo o mundo. Por Redação g1

A Força Espacial dos EUA contratou a SpaceX por US$ 2,29 bilhões para desenvolver uma rede de satélites de comunicação.

O objetivo é interligar sensores e plataformas de armas militares globalmente com alta segurança e velocidade.

O programa, denominado Backbone da Rede de Dados Espaciais (SDN), utilizará satélites de órbita baixa interconectados.

Essa arquitetura visa garantir a troca rápida e estável de informações para as forças armadas americanas.

Logos da Tesla, Neuralink, SpaceX, The Boring Company e SolarCity aparecem em frente à foto de Elon Musk — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo

A Força Espacial dos EUA fechou com a SpaceX um contrato de US$ 2,29 bilhões para construir uma rede de comunicações via satélite segura e de alta velocidade, projetada para conectar sensores militares e plataformas de armas em todo o mundo, anunciou o serviço na terça-feira (26).

O programa, chamado Backbone da Rede de Dados Espaciais (SDN, na sigla em inglês), deve manter sensores e sistemas militares conectados de forma contínua e segura, afirmou Ryan Frazier, executivo interino de aquisições da Força Espacial.

Segundo a nota, o sistema será formado por satélites de órbita baixa conectados entre si. A rede deve permitir a troca rápida e estável de dados para as forças armadas dos EUA.

Atualmente, as redes de satélites Starlink e Starshield, da SpaceX, já são usadas nas comunicações militares dos EUA, segundo a agência Reuters.

O governo dos EUA quer ampliar a produção de satélites militares. Em 2024, o Congresso autorizou US$ 13 bilhões para investimentos da Força Espacial em comunicações via satélite, medida vista como um incentivo ao setor privado.

Assim que assumiu o mandato, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para levar adiante o projeto "Golden Dome" ("Domo de Ouro"), um sistema de defesa antimísseis.

Entre as justificativas, o presidente elencou que os EUA sofrem ameaça de ataques balísticos, hipersônicos e de cruzeiro e estabeleceu que o país adotaria o objetivo "da paz pela força".

Em julho do ano passado, a Reuters havia informado que o governo de Donald Trump buscava alternativas à SpaceX, de Elon Musk, para desenvolver o sistema de defesa antimísseis.

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Ações da Ferrari despencam mais de 8% após a revelação do 1º carro elétrico da marca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 15:17

Carros Ações da Ferrari despencam mais de 8% após a revelação do 1º carro elétrico da marca SUV elétrico custa US$ 610 mil e foi desenhado por Jony Ive, designer de várias gerações do iPhone. Novidade da Ferrari tem 1.050 cavalos, chega a 310 km/h e tem 530 km de autonomia. Por Redação g1

Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari

A Ferrari apresentou na segunda-feira (25) o Luce, seu primeiro carro elétrico. Apesar dos números impressionantes de desempenho, o design e proposta do modelo causaram reações nas redes sociais.

O mercado financeiro também não assimilou bem a novidade. As ações da Ferrari negociadas na bolsa de Milão caíram 8,37% nesta terça-feira (26). Os papéis da montadora fecharam na segunda-feira ao valor de 310 euros (R$ 1.808) e caíram para 284,05 euros (R$ 1.657) no fechamento desta terça.

A Ferrari apresentou o Luce e afirmou que o modelo é um novo capítulo para a marca de Maranello. O preço anunciado é de US$ 610 mil (R$ 3,2 milhões em conversão direta).

O nome Luce, segundo a marca, evoca claridade e direção. “Ele ilumina o caminho em direção ao futuro a define a intenção de criar uma Ferrari 360º, não somente uma Ferrari elétrica”, diz o comunicado.

O ponto de maior debate é o design do Luce, que tem pouquíssimo elementos marcantes da Ferrari. O SUV tem carroceria arredondada, linha de cintura alta e proporções mais comuns em carros tradicionais. Bem longe do que se espera de uma Ferrari

E a polêmica não é pelo fato de a Ferrari lançar um utilitário esportivo, pois a Purosangue foi bem aceita e tem bons números de vendas.

O capô flutuante com parte inferior em preto e o para-brisas amplo causam estranheza. Assim como o mecanismo dos limpadores de para-brisa, que ficam sempre na vertical e nas laterais do vidro.

Na lateral, a Ferrari fez uma combinação de teto, colunas e saias laterais em preto para tirar o peso visual do carro, que é grande para um esportivo. Chama a atenção um grande aplique preto nas portas dianteiras. As portas traseiras abrem no sentido inverso.

Na traseira, o Luce tenta invocar modelo icônico dos anos 1980 e 1990 com as quatro lanternas redondas e aplique em preto.

O interior já havia sido revelado e mostra a filosofia minimalista que caracteriza os produtos da Apple. Telas com cantos arredondados, botões com acionamento fácil e leitura clara das informações.

Os responsáveis pelo design do Luce são da Lovefrom, estúdio de Jony Ive, designer que trabalhou na Apple e foi responsável por várias gerações do iPhone. Segundo a Ferrari, foi dado ao estúdio a liberdade criativa necessária para definir a direção do design do projeto.

São quatro motores elétricos, um para cada roda, e o total é de 1.050 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 2,5 segundos. Para chegar a 200 km/h depois da largada, o Luice leva só 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km/h.

As baterias de 122 kWh estão plugadas em um sistema de 800 V. Em postos de recarga super-rápida, o Luce pode alcançar 350 kW. Isso permite recuperar até 70 kW para a bateria em 20 minutos.

Com baterias 100% carregadas e nos critérios internacionais, o Luce tem autonomia de mais de 530 km.

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Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 13:45

Agro Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana Por The Conversation Brasil

União Europeia impôs novas restrições à importação de carne bovina brasileira, alegando falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal.

Medida afeta um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do Brasil e expõe tensões estruturais no Acordo de Associação Mercosul-União Europeia.

Decisão ocorre em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

No longo prazo, a solução estrutural mais importante passa por reformas no Mercosul, com a adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória.

Maior exportador de carne bovina do Mercosul e um dos mais competitivos do mundo no setor, o Brasil passou a ser o principal alvo de barreiras sanitárias europeias após a entrada em vigor provisória do Acordo de Associação Mercosul-União Europeia, em 1º de maio de 2026.

Poucos dias depois, em 12 de maio, a Comissão Europeia anunciou restrições à importação de carne bovina brasileira.

A medida, justificada por alegadas falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal, não atinge apenas um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do país. Ela também expõe uma tensão estrutural do acordo: a diferença entre a forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões e exercem o poder regulatório.

A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

Ao mesmo tempo em que a União Europeia apresenta o Acordo como instrumento de fortalecimento do multilateralismo, da sustentabilidade e da integração econômica entre democracias, governos europeus enfrentam oposição doméstica.

Essa oposição vem, sobretudo, de setores agrícolas preocupados com a entrada de produtos agropecuários mais baratos e competitivos vindos do Mercosul.

Nesse cenário, mecanismos sanitários e fitossanitários passaram a funcionar também como instrumentos de proteção econômica e acomodação política interna. Esse movimento se intensifica especialmente em períodos pré-eleitorais em alguns países europeus e em um momento de incertezas internacionais.

O Acordo Mercosul-União Europeia foi concluído durante a 65ª Cúpula do Mercosul, em Montevidéu, em dezembro de 2024, após mais de um quarto de século de negociações.

Em vigor provisório desde 1º de maio de 2026, o pacto reúne aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado de cerca de US$ 22,4 trilhões.

Em termos comparativos, esse valor supera o PIB da China, estimado em US$ 19,5 trilhões, e fica abaixo apenas dos Estados Unidos, em torno de US$ 30,3 trilhões, configurando uma potência geoeconômica de escala global.

Como consequência, a parceria tem capacidade multifatorial de impactar a arquitetura geopolítica global. Ela promove um pacto entre democracias em contraposição ao avanço de regimes autocráticos, em um momento de incertezas internacionais.

O acordo não tem foco somente em ganhos econômicos, mas, a partir deles, pretende assentar valores democráticos domésticos, desenvolvimento sustentável, autonomia digital e a recuperação do multilateralismo como plataforma de inserção dos países do Mercosul e da UE no mundo. Os avanços macroestratégicos são evidentes.

Entretanto, não há ganhos sem custos. O sucesso da empreitada deveu-se à incorporação das demandas da União Europeia nas áreas ambiental, sanitária, agrícola e compras governamentais.

Essas medidas visam assegurar um equilíbrio fino entre desenvolvimento industrial, sustentabilidade ambiental e políticas públicas setoriais sensíveis, tais como inovação, saúde, segurança e educação.

Em troca, o Mercosul demandou e obteve a promessa de ampla liberalização tarifária, especialmente no setor agrícola, ainda que com a existência de salvaguardas europeias.

Além disso, o bloco garantiu cooperação em temas sensíveis como desenvolvimento sustentável, inteligência artificial, minerais críticos e tecnologia industrial.

Claramente, os avanços macroestratégicos do acordo vieram acompanhados de concessões mútuas relevantes, o que é natural em parcerias internacionais dessa envergadura. Agora, o avanço do acordo depende da consonância decisória entre as partes.

A crise envolvendo a carne brasileira evidencia um paradoxo institucional no funcionamento do próprio acordo. Enquanto o Mercosul opera como uma agência política intergovernamental, dependente de negociações internas e da aprovação nacional das normas acordadas, a UE segue outra lógica.

Neste caso, trata-se de uma estrutura supranacional, na qual instituições comunitárias podem legislar diretamente sobre os países-membros e, por meio de salvaguardas, abrir espaço para o questionamento de acordos internacionais.

Isso torna a UE mais ágil, coordenada e eficiente para defender interesses econômicos sensíveis de seus membros.

Na prática, a Comissão Europeia utiliza salvaguardas sanitárias e mecanismos regulatórios como instrumentos simultaneamente técnicos, comerciais e políticos.

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Ao alegar que o Brasil usa agentes antimicrobianos para engorda animal e apresenta falhas na rastreabilidade sanitária, a UE restringe exportações brasileiras sem romper formalmente nem deixar de respeitar as regras do Acordo Mercosul-União Europeia.

Assim, a Comissão Europeia neutraliza o poder de mercado da carne brasileira, cuja competitividade se baseia em custos menores de produção. Também protege produtores rurais europeus e utiliza a lógica da supranacionalidade para facilitar reeleições de políticos ligados ao mundo rural europeu.

Além disso, ao não aplicar sanções equivalentes aos demais países do Mercosul, a decisão fragmenta os interesses regionais e dificulta a construção de uma resposta conjunta sul-americana. O Brasil acaba isolado em uma disputa que afeta diretamente um dos setores mais estratégicos de sua pauta exportadora.

Esse quadro se insere em um contexto internacional marcado pela aproximação geopolítica entre China e Estados Unidos e pela ampliação das compras chinesas de carne norte-americana. Nessa conjuntura, as perdas econômicas brasileiras podem ultrapassar US$ 2 bilhões.

O episódio também demonstra como a supranacionalidade europeia fortalece a capacidade da UE de utilizar regulações sanitárias, ambientais e fitossanitárias como instrumentos de política econômica externa.

As decisões comunitárias produzem efeitos rápidos e relativamente uniformes sobre todo o mercado europeu, ampliando o poder de negociação do bloco e reduzindo custos políticos internos.

A primeira frente de reação brasileira envolve a atuação diplomática e jurídica dentro da própria estrutura institucional europeia. O Brasil pode contestar tecnicamente as medidas junto ao Tribunal de Justiça da União Europeia.

Para isso, busca demonstrar a higidez do sistema nacional de rastreabilidade animal e comprovar que o uso responsável de agentes antimicrobianos não contamina a carne exportada. Caso consiga anular a decisão contrária ao interesse exportador agropecuário nacional, a diplomacia brasileira poderá reduzir os impactos econômicos e políticos da medida.

Entretanto, a solução estrutural mais importante passa por reformas no próprio Mercosul. A adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória poderia reduzir a vulnerabilidade dos países do bloco diante de barreiras técnicas aplicadas individualmente pela União Europeia.

Regras sanitárias comuns e estruturas decisórias mais integradas ampliariam a capacidade de coordenação regional e dificultariam o uso seletivo de salvaguardas contra apenas um país-membro.

Nesse cenário, medidas europeias contra um único integrante do Mercosul tenderiam a produzir impactos mais amplos sobre toda a cadeia regional de exportação agrícola, correndo-se, assim, riscos de aumento de preços e inflação na Europa.

Isso reduziria incentivos políticos para o uso estratégico de barreiras fitossanitárias como mecanismo indireto de proteção comercial e eleitoral.

No limite, o risco é que o acordo produza uma assimetria permanente: a União Europeia preserva seus ganhos no setor industrial, enquanto o Mercosul vê parte de suas vantagens agrícolas ser bloqueada por salvaguardas sanitárias, ambientais e fitossanitárias.

A carne brasileira não seria um caso isolado, mas o primeiro exemplo paradigmático de uma nova realidade em que a abertura comercial prometida pelo acordo convive com mecanismos regulatórios capazes de neutralizar alguns dos principais benefícios econômicos esperados pelos países sul-americanos.

Mais importante: uma reforma supranacional do Mercosul poderia ampliar os benefícios efetivos do próprio Acordo Mercosul-União Europeia.

Sem mecanismos regionais mais integrados, há o risco de que a liberalização favoreça de forma assimétrica os ganhos industriais europeus, enquanto as vantagens agrícolas do Mercosul sejam progressivamente limitadas por barreiras técnicas e sanitárias.

A perspectiva é de que a diplomacia brasileira venha a solucionar esse problema utilizando argumentos técnicos e os próprios avanços macroestratégicos do acordo para reduzir resistências europeias.

Isso exigirá esforço diplomático contínuo na região e na Europa se a lição de casa (a reforma do processo decisório do Mercosul) não for feita no sentido da adoção de mecanismos supranacionais mais robustos.

Marcelo Fernandes de Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Governo divulga marca de azeite com riscos para a saúde do consumidor; veja qual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 13:45

Agro Governo divulga marca de azeite com riscos para a saúde do consumidor; veja qual Lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo foi considerado desclassificado e impróprio para consumo humano. Por Vivian Souza

Ministério da Agricultura divulgou um alerta de risco à saúde do consumidor na comercialização de um lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo.

Uma análise de amostras mostrou que o lote 260289 contém a mistura de outros óleos vegetais na composição do produto, caracterizando fraude.

A Secretaria de Defesa Agropecuária, que realizou a operação, identificou irregularidades relacionadas à empresa responsável pela importação e comercialização do produto.

A fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote e orienta os consumidores a interromperem imediatamente o uso do produto e solicitarem a substituição.

O Ministério da Agricultura divulgou um alerta de risco à saúde do consumidor na comercialização de um lote do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo, considerado desclassificado e impróprio para consumo humano.

Uma análise de amostras mostrou que o lote 260289 contém a mistura de outros óleos vegetais na composição do produto, caracterizando fraude.

A Secretaria de Defesa Agropecuária, que realizou a operação, identificou irregularidades relacionadas à empresa responsável pela importação e comercialização do produto. Por exemplo, a falta de documentos fiscais e do CNPJ da empresa no rótulo.

A fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote e orienta os consumidores a interromperem imediatamente o uso do produto e solicitarem a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Segundo o Ministério da Agricultura, a empresa foi notificada, mas não apresentou manifestação dentro do prazo estabelecido e será autuada administrativamente.

Ministério da Agricultura dá algumas pistas para encontrar um azeite de qualidade — Foto: Arte/g1

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Gigante global de energia, BP demite presidente do conselho após problemas de gestão e conduta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 11:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

A BP, uma das maiores empresas de energia do mundo, destituiu o presidente de seu conselho de administração, Albert Manifold, nesta terça-feira (26).

A companhia citou falhas na gestão, na supervisão das atividades e no comportamento esperado do executivo.

A decisão teve efeito imediato e ocorre apenas alguns meses após a nomeação de Manifold para ajudar a reformular a estratégia da companhia.

Há menos de três anos, por exemplo, o ex-presidente da BP Bernard Looney foi demitido após mentir ao conselho sobre relacionamentos pessoais com colegas.

A BP (antiga British Petroleum), uma das maiores empresas de energia do mundo, destituiu o presidente de seu conselho de administração, Albert Manifold, nesta terça-feira (26), citando falhas na gestão, na supervisão das atividades e no comportamento esperado do executivo.

A decisão teve efeito imediato e ocorre apenas alguns meses após a nomeação de Manifold para ajudar a reformular a estratégia da companhia. A saída do executivo acontece em meio a escândalos e repetidas mudanças na liderança da BP.

Há menos de três anos, por exemplo, o ex-presidente da BP Bernard Looney foi demitido após mentir ao conselho sobre relacionamentos pessoais com colegas. Já seu sucessor, Murray Auchincloss, deixou a empresa abruptamente em dezembro, sem que a companhia desse um motivo claro para sua saída.

“[A decisão] ocorre após sérias preocupações levantadas ao conselho sobre padrões de governança, supervisão e conduta”, disse a BP.

“O conselho ficou surpreso e desapontado ao tomar conhecimento de problemas de supervisão e conduta que considera inaceitáveis e tomou medidas decisivas”, disse a diretora independente sênior Amanda Blanc. Ela supervisionou a nomeação de Manifold em outubro.

O executivo havia supervisionado a nomeação de Meg O'Neill como a quinta CEO da BP desde 2020, com o objetivo de acelerar a mudança de foco da empresa de volta para os combustíveis fósseis e reduzir investimentos em energias renováveis — uma estratégia anunciada por Auchincloss no início do ano passado.

Procuradas pela Reuters, uma porta-voz da BP e a Elliott Management — empresa que detém cerca de 5% da companhia — não responderam.

Após o anúncio, as ações da BP caíram quase 10%, e a negociação chegou a ser suspensa na Bolsa de Londres.

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Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 11:55

Carros Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design". Por BBC

Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari

A fabricante de carros esportivos de luxo Ferrari lançou na segunda-feira (25/05) seu primeiro carro totalmente elétrico — o Luce — que custará US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões).

O novo modelo se afasta do visual típico da Ferrari por ser o primeiro carro de cinco lugares da marca italiana, criado em colaboração com a agência LoveFrom, fundada pelo ex-chefe de design da Apple, Jony Ive.

Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design".

Rivais do segmento de supercarros, como Lamborghini e Porsche, reduziram seus planos de produzir veículos elétricos devido à baixa demanda e à intensa concorrência de marcas chinesas.

O diretor-executivo da Ferrari, Benedetto Vigna, disse em Roma que o Luce, que significa "luz" em italiano, levou meia década para ser desenvolvido.

A Ferrari planeja lançar o veículo elétrico após ter inicialmente descartado essa ideia, optando por fabricar carros híbridos movidos tanto a gasolina quanto a eletricidade.

O Luce funciona com um motor elétrico fabricado pela Ferrari em cada roda, ajudando o carro a atingir 96 km/h em cerca de 2,5 segundos.

A empresa afirmou que todos os componentes são feitos internamente, de modo que o carro possa ser reparado pela própria companhia no futuro, protegendo o valor de revenda do Luce.

A mudança das gigantes da indústria automotiva para veículos elétricos vem enfrentando grandes obstáculos nos últimos anos.

Montadoras, incluindo Ford e Volkswagen, reforçaram sua aposta em carros a gasolina, especialmente nos EUA, devido à baixa demanda e a mudanças regulatórias sob o presidente Donald Trump, que reduziu incentivos para compradores de veículos elétricos.

O lançamento do carro-conceito elétrico da Jaguar foi duramente criticado por abandonar o estilo clássico da marca britânica.

Uma pessoa disse no X: “A Ferrari acabou de matar sua marca, assim como a Jaguar. Isso vai direto para o ferro-velho.”

“O que está acontecendo com os fabricantes europeus de carros de luxo? Primeiro Jaguar e agora Ferrari”, postou outra pessoa.

Mas nem todos tiveram opiniões negativas sobre o novo carro. Em uma postagem, uma pessoa disse: “Uma verdadeira aula de design. A Ferrari acaba de revelar o impressionante conceito LUCE, que é um divisor de águas.”

O diretor de design da Ferrari, Flavio Manzoni, disse em uma entrevista à YouTuber Cleo Abram que os críticos fazem parte do processo de inovação.

Ele reconheceu que o conceito de uma Ferrari elétrica com novo design é "polarizador", mas acredita que as pessoas irão apreciá-la nos próximos meses.

A Ferrari também disse que continuará oferecendo carros a gasolina e híbridos junto com seu veículo totalmente elétrico.

A Lamborghini abandonou seus planos de lançar carros totalmente elétricos, optando por modelos híbridos, citando a baixa demanda por veículos elétricos de luxo de alto padrão.

A Porsche, da Alemanha, reduziu seus planos para veículos elétricos devido à fraca demanda, pressionada por vendas baixas na China e tarifas nos EUA.

Montadoras ocidentais também enfrentaram intensa concorrência de fabricantes chinesas, que conseguem produzir veículos mais rapidamente e a custos mais baixos.

A Ferrari é a fabricante de carros mais valiosa da Europa. Ela depende da venda de carros altamente exclusivos — uma estratégia que ajudou a proteger a Ferrari de grande parte da pressão enfrentada pelos concorrentes.

No entanto, as ações da Ferrari caíram mais de 25% no ano passado, refletindo uma queda maior nas marcas de luxo, já que a inflação em todo o mundo afetou a demanda por produtos de alto padrão.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).

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Labubu chega oficialmente ao Brasil em junho após explosão de versões falsificadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

Os bonecos Labubu serão vendidos oficialmente no Brasil. A Candide confirmou nesta terça-feira (26) uma parceria com a Pop Mart, empresa chinesa dona dos personagens, para trazer os produtos ao mercado brasileiro.

As vendas começam já em junho, com previsão para o dia 5, informou a Candide ao g1. Segundo a empresa, a operação da Pop Mart no Brasil contará com 30 produtos diferentes, com preços entre R$ 299,99 e R$ 799,99.

Os Labubus são bonecos de pelúcia com aparência excêntrica e dentes serrilhados, criados em 2015 pelo artista de Hong Kong Kasing Lung.

Eles viraram febre nos últimos meses, primeiro entre celebridades. Rihanna, Maya Massafera, Virginia Fonseca e Marina Ruy Barbosa já apareceram com os bonecos pendurados em bolsas.

Os originais são vendidos em caixas-surpresa, o que significa que o comprador só descobre qual personagem recebeu depois de abrir a embalagem. Dependendo da sorte, é possível tirar desde modelos comuns até versões raras da coleção.

Após a parceria com a Pop Mart, os personagens ajudaram a fabricante chinesa a faturar mais de US$ 2,3 bilhões, segundo a Forbes.

Até então, os produtos da Pop Mart não eram vendidos oficialmente no Brasil. Com a febre dos bonecos nas redes sociais, versões falsificadas passaram a ser facilmente encontradas no país.

Enquanto um Labubu original chegou a custar US$ 300 (cerca de R$ 1,6 mil) em junho do ano passado, era possível encontrar réplicas na região da 25 de Março por preços entre R$ 65 e R$ 250, como mostrou o g1 em junho de 2025.

"Chegou a hora de oferecer essa experiência de forma oficial, com acesso amplo e a qualidade que a marca representa", disse Moise Candi, CEO da Candide.

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