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OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO; empresa pode valer US$ 1 trilhão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 19:48

Tecnologia OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO; empresa pode valer US$ 1 trilhão Empresa não divulgou o tamanho nem os termos da oferta, mas a Reuters informa que a gigante da IA mira avaliação de até US$ 1 trilhão. OpenAI renegociou sua parceria com a Microsoft recentemente. Por Redação g1

A OpenAI, criadora do ChatGPT, protocolou confidencialmente nesta segunda-feira (8) um pedido para uma oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos, juntando-se à rival Anthropic em uma corrida rumo ao mercado de ações, enquanto investidores buscam exposição ao boom da inteligência artificial.

A OpenAI não divulgou o tamanho nem os termos da oferta, mas a Reuters informou que a gigante da IA mira uma avaliação de até US$ 1 trilhão em uma estreia na bolsa que pode acontecer já em setembro.

Nessa avaliação, a OpenAI abriria caminho para um trio de empresas estreando rapidamente com valor de mercado na casa do trilhão de dólares e é vista como o teste mais importante do apetite dos investidores por ações de tecnologia de alto crescimento na última década.

A SpaceX, de Elon Musk, foi a primeira a largar na frente, protocolando um pedido de IPO que seria o maior da história, caso seja concluído, com a empresa buscando uma oferta de US$ 75 bilhões a uma avaliação de US$ 1,75 trilhão.

Nos mercados de previsão, onde participantes apostam no resultado de eventos futuros, a maioria esperava que a OpenAI protocolasse seu pedido de IPO antes da Anthropic.

Os IPOs da Anthropic e da OpenAI consolidariam um período transformador para a indústria de tecnologia e para os mercados globais, com a inteligência artificial emergindo rapidamente como o principal tema de investimento da década.

A OpenAI informou anteriormente neste ano que estava captando US$ 110 bilhões a uma avaliação de US$ 840 bilhões, com apoio de grandes investidores, incluindo SoftBank, Amazon e Nvidia.

Na ocasião, também revelou que o ChatGPT tinha mais de 900 milhões de usuários ativos semanais e mais de 50 milhões de assinantes consumidores.

O pedido de IPO ocorre após a OpenAI renegociar sua parceria com a Microsoft, uma de suas primeiras investidoras, permitindo que a pioneira em IA firmasse novas parcerias com empresas como Amazon.com e a unidade Google, da Alphabet.

O investimento inicial da fabricante do Windows, que totaliza US$ 13 bilhões desde 2019, ajudou a pavimentar o caminho para a rápida ascensão da OpenAI e impulsionou o crescimento do negócio de computação em nuvem Azure.

Em março, a OpenAI afirmou estar gerando US$ 2 bilhões em receita mensal e crescendo aproximadamente quatro vezes mais rápido do que empresas que definiram as eras da internet e da mobilidade, incluindo Alphabet e Meta.

Ainda assim, a indústria que a OpenAI ajudou a criar rapidamente se tornou mais competitiva, com empresas como a Anthropic correndo para desafiar sua liderança, enquanto investidores avaliam se o crescimento meteórico do setor de IA pode ser sustentado.

A Anthropic emergiu como uma das principais rivais, com sua IA Claude registrando forte demanda entre desenvolvedores de software para tarefas de programação, e algumas empresas utilizando seu modelo mais avançado, Mythos, para identificar vulnerabilidades em seus códigos.

A empresa por trás do popular assistente de programação Claude Code protocolou confidencialmente nesta segunda-feira um pedido para uma oferta pública inicial nos Estados Unidos, poucas semanas após captar US$ 65 bilhões em uma rodada de financiamento que a avaliou em US$ 965 bilhões.

Embora essas ofertas de grande porte possam trazer novo impulso ao mercado de IPOs dos Estados Unidos, alguns banqueiros alertam que elas também podem absorver capital que, de outra forma, seria direcionado a operações menores.

A OpenAI foi fundada em 2015 como uma organização sem fins lucrativos focada em pesquisa, mas criou uma divisão com fins lucrativos quatro anos depois para ajudar a financiar os crescentes custos do desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial.

Sua estrutura incomum, que concedia à entidade sem fins lucrativos o controle sobre a organização lucrativa, passou por intenso escrutínio no final de 2023, quando o CEO Sam Altman foi brevemente afastado do cargo antes de retornar dias depois, após uma revolta dos funcionários.

Em dezembro de 2024, a OpenAI revelou planos para reformular sua estrutura por meio da criação de uma corporação de benefício público, afirmando que a mudança ajudaria a captar muito mais capital e a flexibilizar restrições impostas por sua controladora sem fins lucrativos.

A reformulação rapidamente se tornou controversa após fortes críticas de um de seus primeiros apoiadores, o bilionário Elon Musk, que posteriormente processou a OpenAI e acusou Altman e outros executivos de transformar a organização sem fins lucrativos em um veículo de enriquecimento privado.

Em maio, um júri dos Estados Unidos decidiu contra Musk em seu processo, concluindo que a empresa de IA não era responsável perante a pessoa mais rica do mundo por supostamente ter se desviado de sua missão original de beneficiar a humanidade.

O veredito unânime removeu um importante fator de incerteza para o IPO, com analistas afirmando que ele eliminou um grande obstáculo jurídico que costuma preocupar investidores do mercado acionário.

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Alckmin diz que Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira: ‘Trabalho será feito’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 18:50

Bahia Alckmin diz que Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira: 'Trabalho será feito' Afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show, evento em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Por g1 BA

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou que o presidente Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira.

Afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show.

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que o presidente Lula (PT) atua para reverter a decisão da União Europeia em proibir a importação de carnes produzidas no Brasil. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show, evento em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.

"O trabalho será feito para retirar esse embargo tanto do frango, quanto do porco, quanto dos bovinos", explicou.

O veto da União Europeia à carne do Brasil foi publicado na sexta-feira (5) e, com isso, o país fica proibido de exportar carne a partir de 3 de setembro deste ano.

Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, na abertura da Bahia Farm Show 2026, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. — Foto: Amanda Ercília/GOVBA

Segundo o documento publicado na sexta-feira, o Brasil foi excluído por não ter apresentado à Comissão Europeia as informações necessárias para comprovar que sua produção atende às exigências da UE sobre o uso de antimicrobianos.

➡️ Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.

Na lista anterior, de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel.

Segundo Alckmin, apesar do veto da UE, em outros países houve avança na negociação acerca da carne brasileira.

"A boa notícia é que a China reconheceu o Brasil como isento de febre aftosa sem vacinação. E a outra os Estados Unidos, a carne está totalmente fora de qualquer tarifa", disse.

Além de Alckmin, participaram do evento o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o senador Jaques Wagner (PT).

O vice-presidente Geraldo Alckmin aproveitou sua participação na 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, para anunciar ampliações em programas de incentivo à produção no campo, como o Brasil Soberano e Move Agrícola. Segundo Alckmin, o Governo federal lançou um pacote de crédito que amplia o acesso para empresas exportadoras, setor agrícola e transporte, com condições mais favoráveis de financiamento.

Uma das principais novidades é o programa Brasil Soberano 2, que contará com R$ 15 bilhões em crédito. O acesso foi facilitado: antes, era necessário que a empresa tivesse ao menos 5% do faturamento impactado por exportações. Agora, com a mudança anunciada pelo presidente Lula, esse percentual caiu para 1%.

"Então quem tiver 1% atingido na sua exportação, ou fornecedor para empresa que exporte, tem acesso ao crédito. Pode ser capital de giro, bens de capital ou investimento, são R$ 15 bilhões", explicou.

Outro destaque está no Move Agrícola, com R$ 14 bilhões disponíveis para o setor (antes eram R$ 10 bilhões). A linha terá juros em torno de 9% ao ano, considerados competitivos. A expectativa é estimular a modernização do campo e aumentar produtividade.

Segundo o vice-presidente, a medida visa renovar veículos, reduzir custos logísticos e melhorar eficiência operacional.

"No Move Agrícola os juros vão ser de 9,2%, praticamente 9%, para compra de tratores, implementos agrícolas, plantadeiras, colheitadeiras. Já pode procurar o sistema bancário. Muita gente também compra caminhão, então foi lançado um programa de renovação de frota de R$ 21,1 bilhões; R$ 2 bilhões para ônibus e R$ 19,1 bilhões para caminhões. Hoje o Finame está bem mais de 20% (os juros), vai ser a 12%, que é um programa de renovação de frota também de caminhões e implementos rodoviários", reforçou.

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Claro é processada por compartilhamento irregular de dados de clientes com a Serasa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 18:50

Tecnologia ANPD abre processo administrativo contra a Claro por compartilhamento irregular de dados de clientes com a Serasa A Agência Nacional de Proteção de Dados notificou empresas ao identificar problemas no compartilhamento de informações pessoais de consumidores. Multa pode chegar a R$ 50 milhões. Por Redação g1

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) notificou a Claro e a Serasa após identificar indícios de problemas no compartilhamento de informações pessoais de clientes da operadora.

Por causa disso, a Claro será submetida a um processo administrativo sancionador, enquanto a Serasa passará por um procedimento de fiscalização.

A medida contra a Claro teve origem em uma fiscalização que analisou uma parceria firmada entre as duas empresas. Havia sinais de descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Pelo acordo, a operadora fornecia dados de seus clientes à Serasa para o desenvolvimento de métodos de análise de crédito e para avaliações de condições de mercado.

Entre as violações apontadas pela ANPD contra a Claro estão o compartilhamento de dados de consumidores de forma considerada irregular, a falta de clareza nas informações prestadas aos clientes e dificuldades de acesso ao responsável de proteção de dados da empresa.

Se as irregularidades forem confirmadas, a operadora poderá ser penalizada com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As sanções podem incluir multa de até R$ 50 milhões por infração e multa de até 2% do faturamento da companhia.

A ANPD também emitiu orientações à Claro que deverão ser observadas nos contratos de compartilhamento de dados já existentes e nos que vierem a ser firmados.

Segundo o superintendente de Fiscalização da ANPD, Fabrício Guimarães, mais de 100 informações de cada cliente foram compartilhadas pela Claro com a Serasa.

"Existe um limite para esse compartilhamento, que não deve ser excessivo e precisa respeitar o princípio da necessidade, da relevância. Além disso, o compartilhamento de dados precisa ser transparente; os clientes têm que ser informados. Identificamos esses e vários outros problemas na parceria, pedimos várias informações às empresas e elas encerraram o contrato", disse Guimarães.

Em relação à Serasa, a ANPD vai analisar o nível de transparência oferecido aos titulares dos dados e as ferramentas disponibilizadas para o exercício dos direitos previstos na LGPD.

Também vai verificar se a política de privacidade da empresa esclarece quais entidades compartilham informações com a companhia e com quais terceiros esses dados são compartilhados.

Se forem identificadas irregularidades, o caso da Serasa poderá avançar para uma etapa de sanções.

De acordo com o ciclo mais recente de monitoramento da ANPD, no período entre o segundo semestre de 2023 e o primeiro semestre de 2025, a Serasa lidera o número de denúncias recebidas pela agência.

Sobre os prazos de defesa, Claro e Serasa têm 10 dias úteis, contados a partir do recebimento da notificação, para apresentar suas manifestações. O não envio de resposta dentro do prazo poderá ser interpretado como obstrução.

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Governador do RJ diz que espera recuperar R$ 1,4 bilhão de aplicações do RioPrevidência no Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 16:56

Rio de Janeiro Governador do RJ diz que espera recuperar R$ 1,4 bilhão de aplicações do RioPrevidência no Master De acordo com Ricardo Couto, mas de R$ 3 bilhões foram aplicados na instituição de Daniel Vorcaro. Governador em exercício do Rio cumpriu agendas em Brasília nesta segunda. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, afirmou nesta segunda-feira (8) que há expectativa de recuperar cerca de R$ 1,4 bilhão dos recursos que o Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores públicos do estado do Rio, investiu no Banco Master.

Segundo Ricardo Couto, o Estado do Rio aplicou mais de R$ 3 bilhões na instituição financeira. O governador em exercício participou nesta segunda, em Brasília, de uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Após o encontro, ele foi questionado por jornalistas sobre as relações do RioPrevidência com o Master – banco de Daniel Vorcaro que foi liquidado no ano passado após uma série de irregularidades. A reunião com Durigan teve outros temas.

"Hoje, estamos estimando o Estado do Rio consiga resgatar cerca de 1,4 bilhão do que o despendeu. Fizemos uma estimativa e parece que o Estado do Rio de Janeira teve um aporte superior a R$ 3 bilhões, por incrível que pareça, mas nós estamos aí com todos os esforços possíveis para resgatar", disse o governador em exercício.

Couto afirmou ainda que o governo estadual já adotou medidas judiciais para buscar o ressarcimento dos valores.

Segundo ele, decisões favoráveis ao Estado já foram obtidas. E parte dos recursos encontra-se bloqueada como garantia para eventual indenização.

Como mostrou o g1, os aportes do RioPrevidência no Banco Master cresceram 7 vezes em um ano sem aval de comitê do Comitê de Investimentos da entidade.

Além disso, o RioPrevidência foi o único cotista de dois fundos de investimentos ligados ao Banco Master, segundo representação da Polícia Federal enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o documento, os fundos em que o RioPrevidência aparece como único cotista são o Arena Fundo de Investimento em Renda Fixa Título Público e o Horizonte I Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo.

A PF afirma que a estrutura dessas aplicações levanta suspeitas porque os aportes ocorreram em fundos recém-criados ou com pouca trajetória, em contexto de investigação sobre a atuação do Banco Master na captação de recursos de regimes próprios de previdência social (RPPS), como os fundos de servidores estaduais e municipais.

Na reunião com Durigan, Ricardo Couto tratou da dívida do estado com a União, que já chega a R$ 231 bilhões.

O Rio de Janeiro aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) em 2017. Uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda em vigor, reduziu o valor das prestações pagas mensalmente pelo estado.

No último mês, o pagamento foi de R$ 270 milhões. Com o fim da validade da decisão, previsto para julho, as parcelas passariam a R$ 436 milhões por mês, o que, segundo o governo estadual, tornaria inviável a prestação de serviços públicos essenciais.

No fim do ano passado, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei que permite ao estado aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

Com a adesão ao programa, a parcela mensal da dívida cairia de R$ 436 milhões para R$ 119 milhões, o que representa uma economia de R$ 4 bilhões por ano. Os juros também são menores e podem chegar a zero.

Diante desse cenário, o governador afirmou que está em discussão a apresentação de ativos do Estado à União para melhores condições de pagamento da dívida.

"Os pontos que nós estamos levando é a perspectiva de termos o reconhecimento de um crédito por parte do governo do estado junto a Petrobras, a possibilidade de nós usarmos esse crédito junto à União até quem sabe para realizar o pagamento da dívida, o que poderia acarretar uma antecipação de 3 anos pela primeira vez, no âmbito dessa questão que envolve o estado do Rio e União", disse ele.

"Nós também teríamos outras perspectivas aí como questões que envolvem valor de juros, correção, uma série de coisas que nós estamos vendo. E eu acho que até o final do mês, como mencionado, nós estaríamos assinando e o Rio de Janeiro entrará num outro processo graças à compreensão que estamos tendo do governo federal", complementou o governador em exercício.

O governador afirmou que participará, ainda nesta segunda-feira, de uma reunião no Ministério da Justiça para discutir outro tema: o futuro do terreno da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.

Couto disse que estuda formas para desapropriar o terreno da refinaria, em Manguinhos — de cerca de 600 mil metros quadrados.

A ideia é usar o valor de uma eventual venda para pagar as dívidas da empresa com os cofres públicos.

O Grupo Refit é apontado como um dos maiores sonegadores de impostos do país. A dívida com o Estado já passa de R$ 13 bilhões.

A crise da Refit ganhou destaque em setembro de 2025, quando a Agência Nacional de Petróleo (ANP) interditou a empresa, afirmando haver indícios de que era uma refinaria fantasma.

O desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ e governador em exercício do Rio — Foto: Divulgação

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Apple lança iOS 27 turbinado com IA; veja quais iPhones vão receber o sistema

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Tecnologia Apple lança iOS 27 turbinado com IA; veja quais iPhones vão receber o sistema Novidades foram anunciadas durante a WWDC, que pode marcar a última participação de Tim Cook como CEO da Apple antes de sua aposentadoria neste ano. Por Darlan Helder, Victor Hugo Silva, Henrique Martin, g1

A Apple anunciou nesta segunda-feira (8) o iOS 27, nova versão do sistema operacional dos iPhones. Desta vez, a empresa deu um bom destaque a novos recursos de inteligência artificial.

Como acontece todos os anos, a WWDC foi aberta por Tim Cook, CEO da Apple. Este pode ter sido um dos últimos grandes eventos públicos de Cook à frente da companhia, já que ele anunciou recentemente sua aposentadoria e deixará o cargo em setembro.

Entre as mudanças visuais do iOS, a Apple apresentou uma nova versão do Liquid Glass, efeito translúcido inspirado em vidro que aparece em elementos da interface, como notificações, botões e barras de comando.

O novo iOS 27 será compatível com iPhones a partir do iPhone SE de 2ª geração (veja todos os modelos que receberão o sistema).

De acordo com a empresa, o Liquid Glass agora pode ser ainda mais personalizado pelo usuário, que poderá optar por um visual mais transparente ou mais opaco (escuro).

Os ícones dos aplicativos, como Mapas e Safari, também foram atualizados e passaram a incorporar mais características do Liquid Glass, com maior destaque para os efeitos de transparência e reflexo.

Usando o Gemini (do Google) por trás, a Apple também apresentou uma nova versão da Siri. Segundo a empresa, a assistente ganhou um app próprio e foi reformulada para ficar mais fluida e intuitiva.

Entre as novidades, está o "inteligência visual", em que Siri passa a entender o que está sendo exibido na tela do iPhone. Em uma das demonstrações, a assistente identificou um local mostrado em uma foto do Instagram e sugeriu uma rota até o destino usando o Apple Mapas.

A câmera do iPhone vai ter um "Modo Siri" para fazer buscas visuais usando a Siri IA – como informações nutricionais de um prato de comida.

A empresa também mostrou que a Siri poderá acessar informações atualizadas em tempo real. Como exemplo, a assistente exibiu a tabela da Copa do Mundo e a classificação das seleções durante a competição.

A Apple afirmou ainda que a voz da Siri está mais natural e expressiva, com o objetivo de tornar as interações mais parecidas com uma conversa humana. Os usuários também poderão ajustar características como velocidade e nível de expressividade da voz.

Segundo a empresa, a nova geração da Siri IA será lançada inicialmente em inglês e chegará a outros idiomas "em breve". Desenvolvedores já podem testar a novidade a partir desta segunda.

A Apple afirmou que o iOS e o macOS ficarão mais rápidos graças a melhorias no uso da memória RAM e do processador. Segundo a empresa, uma das áreas beneficiadas será a navegação pela biblioteca de fotos do iPhone.

As buscas em Macs, iPads e iPhones também devem ficar mais ágeis devido a mudanças no sistema de indexação de arquivos. A Apple disse que parte dessas melhorias estará disponível até mesmo em modelos mais antigos, como o iPhone 11.

Outra novidade é o AirDrop, ferramenta de transferência de arquivos da empresa. Segundo a Apple, o recurso está até 80% mais rápido do que na versão anterior.

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Guia g1 #2: como escolher entre pagamento à vista, financiamento ou consórcio na compra de um carro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Podcasts Guia g1 Guia g1 #2: como escolher entre pagamento à vista, financiamento ou consórcio na compra de um carro Neste episódio, a planejadora Paula Bazzo explica diferenças, custos, prazos e como saber qual a melhor modalidade de pagamento para evitar endividamento e fazer o melhor negócio. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

Comprar um carro não é só escolher o modelo — é decidir como pagar. Neste episódio do podcast Guia g1, a planejadora Paula Bazzo explica quando vale mais a pena pagar à vista, financiar ou entrar em um consórcio — e como evitar erros que pesam no orçamento.

Quem paga à vista elimina dívidas e pode conseguir descontos ou benefícios extras na concessionária. Em contrapartida, imobiliza um valor alto em um bem que se desvaloriza com o tempo, perdendo o rendimento que esse dinheiro poderia gerar em investimentos.

O financiamento é indicado para quem precisa do carro de imediato, mas não tem o valor total. Exige uma entrada e cobra juros — hoje em torno de 2% ao mês.

Já o consórcio não tem juros, mas cobra taxa de administração e fundo de reserva — e serve para os compradores que não têm tanta pressa em ter o veículo, já que pode depender de sorteio ou lance para liberação da carta de crédito.

Bazzo ainda recomenda que os compradores se atentem ao Custo Efetivo Total (CET) do financiamento — que inclui juros, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), seguros e taxas — e avaliem o impacto da inflação no consórcio, já que as parcelas são corrigidas pelo IPCA.

Segundo a educadora financeira, é essencial comparar planos equivalentes (mesmo valor e prazo) e desconfiar de ofertas que prometem “juros zero”, pois costumam ter entradas altas ou prazos curtos.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

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Guia g1 #3: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Podcasts Guia g1 Guia g1 #3: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha? Neste episódio, Reinaldo Domingos explica os riscos, benefícios, custos de manutenção e como identificar quando um carro prestes a ser descontinuado pode — ou não — ser um bom negócio. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

O Renault Clio, carro novo mais barato do Brasil, custa atualmente R$ 78.690. Por esse preço, muita gente considera migrar para um seminovo ou usado. Mas, dependendo do momento, é possível encontrar descontos significativos em modelos zero quilômetro que estão prestes a sair de linha.

As promoções em veículos próximos da descontinuação podem variar de R$ 30 mil a até R$ 60 mil, como foi o caso da Volkswagen Amarok: em 2014 unidades do modelo antigo chegaram a ter R$ 60 mil de desconto em concessionárias, por conta da chegada de uma nova geração.

No entanto, esse tipo de oferta sempre levanta dúvidas: vale a pena comprar um carro que vai deixar de ser produzido? Quais são os cuidados necessários antes de fechar negócio?

Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, explica o que muda quando um carro é descontinuado — e quando essa compra pode fazer sentido.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

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Guia g1 #4: é melhor comprar um carro 0 km básico ou um usado bem equipado?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Podcasts Guia g1 Guia g1 #4: é melhor comprar um carro 0 km básico ou um usado bem equipado? Neste episódio, Murilo Briganti explica como avaliar procedência, conservação, custos de manutenção e o impacto da desvalorização para descobrir qual opção faz mais sentido para o seu orçamento. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

O carro zero mais barato hoje gira em torno de R$ 80 mil — e muita gente nas redes pergunta: vale mais comprar um 0 km pouco equipado ou um usado bem equipado? Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting, explica que a resposta depende do perfil do comprador e de três pilares fundamentais: procedência, conservação e custo total do veículo.

Procedência significa entender de onde veio o carro: histórico de uso, número de proprietários, registros de sinistro e regularidade documental. Murilo reforça que o barato pode sair caro quando há pendências — RENAVAM, chassi e motor são o “CPF” do veículo — e que compras com documentação duvidosa transformam-se em dor de cabeça jurídica e financeira.

Conservação e custo total são igualmente decisivos. Um 0 km básico traz previsibilidade — garantia, revisões programadas e menos surpresas técnicas — enquanto um usado pode exigir revisão inicial, troca de peças e, às vezes, seguro mais caro. Para comparar, Murilo recomenda projetar um ciclo de 2 a 3 anos: some preço de compra, combustível, IPVA, seguros, manutenção e depreciação para ver qual opção é mais alinhada ao seu bolso.

Há sinais de alerta que devem inviabilizar uma compra: histórico confuso de proprietários, quilometragem incompatível com o desgaste, pinturas e soldagens recentes, e resistência do vendedor em mostrar documentos. Murilo aconselha que quem não tem conhecimento técnico prefira comprar em revendas ou concessionárias que oferecem respaldo jurídico; quem aceita o risco e faz checklist rigoroso pode economizar comprando de particular — desde que contrate vistoria especializada quando necessário.

No fim, não há resposta universal: escolha o que cabe no seu orçamento e no seu momento de vida. Se você busca previsibilidade e tranquilidade, um 0 km básico tende a ser mais adequado; se prioriza conforto e conteúdo, um usado equipado pode ser a solução — desde que procedência e conservação estejam comprovadas.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

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Guia g1 #5: comprar, alugar ou assinar um veículo? Veja o que vale a pena

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Podcasts Guia g1 Guia g1 #5: comprar, alugar ou assinar um veículo? Veja o que vale a pena Neste episódio, o planejador financeiro Jeff Patzlaff compara comprar carro, aluguel e carro por assinatura, explica custos, quilometragem ideal e quando cada opção vale mais a pena com exemplos reais. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

Neste último episódio do podcast Guia g1, o planejador financeiro certificado e especialista em finanças comportamentais Jeff Patzlaff explica que o primeiro passo, antes de escolher entre compra, aluguel ou assinatura, é entender se o carro é realmente uma necessidade ou um desejo.

Introduzindo caso a caso, na compra, além da parcela, ele explica que entram custos como IPVA, seguro, manutenção e documentação, que podem somar cerca de 12% ao ano do valor do veículo, sem contar a depreciação, mais forte nos dois primeiros anos.

No financiamento, ele reforça que o consumidor deve olhar sempre o Custo Efetivo Total (CET) e levar em consideração os juros cobrados nas parcelas. Segundo Jeff, comprar tende a fazer mais sentido para quem roda muito, pretende ficar alguns anos com o mesmo carro ou usa o veículo para gerar renda, como motoristas de aplicativo.

Nesses casos, o valor do bem se dilui melhor ao longo do tempo, principalmente quando a quilometragem mensal passa de aproximadamente 1.500 km.

A assinatura, explica o especialista, é basicamente um aluguel de longo prazo, em que o cliente escolhe modelo e configurações e paga uma mensalidade que costuma variar de 2% a 4% do valor do carro, com IPVA, seguro e manutenção incluídos.

Essa opção costuma ser vantajosa para quem gosta de trocar de carro a cada 1 ou 2 anos, especialmente em modelos mais caros, que desvalorizam muito no início, e para quem prefere ter previsibilidade de gastos. Ouça o episódio acima.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

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Cachorro é infectado por praga mortal nos Estados Unidos, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 14:51

Agro Cachorro é infectado por praga mortal nos Estados Unidos, diz agência Casos de infecção pela mosca-da-bicheira subiram para quatro após bezerro e cão testarem positivo. Segundo órgão americano, os animais estão a centenas de quilômetros um do outro no Texas. Por Redação g1

Imagem de uma mosca-da-bicheira (Cochliomyia hominivorax). — Foto: Departamento de Agricultura dos EUA.

Segundo a agência Associated Press, mais dois casos da mosca-da-bicheira foram confirmados no Texas, Estados Unidos. Isso demonstra a dificuldade de interromper a disseminação de uma praga que pode potencialmente devastar a indústria pecuária do país, anunciou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta segunda-feira (8).

A mosca-da-bicheira é, na verdade, uma larva que se alimenta de tecido vivo em vez de matéria morta. As fêmeas depositam seus ovos em feridas abertas de qualquer animal de sangue quente, como bovinos, mas animais silvestres, animais de estimação e, ocasionalmente, até seres humanos podem ser infestados.

O USDA informou que os novos casos foram encontrados em um bezerro e em um cão, separados por centenas de quilômetros, nos condados de La Salle e Andrews, no Texas.

Isso eleva para quatro o número total de casos confirmados. A mosca-da-bicheira foi identificada pela primeira vez em um bezerro de três semanas no começo de junho, e um segundo caso foi encontrado a apenas alguns quilômetros de distância, também em um bezerro jovem.

“Enquanto lidamos com essas ocorrências que exigem atenção imediata e continuamos a coletar amostras de casos suspeitos, estamos simultaneamente trabalhando para erradicar completamente a praga”, disse em comunicado Dudley Hoskins, subsecretário de marketing e regulamentação do USDA.

Antes de ser eliminada nos Estados Unidos na década de 1960, a mosca era um problema anual de clima quente para os pecuaristas.

O USDA e a indústria pecuária dos Estados Unidos vêm se preparando para uma infestação desde que a praga foi detectada no México no fim de 2024, após décadas sendo contida no extremo sul do Panamá.

O governo combate a mosca por meio da criação de machos estéreis, que então acasalam com fêmeas selvagens, que acasalam apenas uma vez durante sua vida, que dura vários meses.

Ao acasalarem com machos estéreis, as fêmeas não produzem mais moscas e os surtos podem eventualmente ser interrompidos.

O USDA anunciou planos para aumentar a produção de moscas estéreis em instalações fora dos Estados Unidos enquanto constrói uma fábrica de moscas no Texas.

A secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, receberá uma atualização sobre a infestação na tarde de segunda-feira no U.S. Livestock Insects Research Laboratory, em Kerville, Texas.

Agora Saúde Eleições 2026Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro

Ministro atendeu pedido do PL, que alegava que perguntas induziam respostas negativas. Levantamento foi feito após áudios do senador e de Vorcaro.

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