RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O risco invisível das ‘modinhas de investimento’: como lucro rápido pode virar prejuízo total?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 13:50

g1 explica O risco invisível das 'modinhas de investimento': como lucro rápido pode virar prejuízo total? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Seguir as decisões da maioria é um comportamento comum e, na economia, recebe o nome de comportamento de manada. A tendência faz com que muitas pessoas invistam em determinado ativo apenas porque ele está atraindo cada vez mais investidores.

Esse movimento costuma ganhar força em momentos de alta dos mercados. Com mais compradores, os preços sobem, reforçando a percepção de que o investimento é uma aposta segura, mesmo quando a valorização não reflete o valor real do ativo.

Episódios como a bolha das tulipas na Holanda, a crise das empresas de tecnologia e a crise financeira de 2008 mostram os riscos desse comportamento. Especialistas alertam que consenso não é garantia de acerto e que o entusiasmo coletivo pode aumentar a exposição a perdas.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 17 minutos Mundo VÍDEO: Israel divulga imagens de ataque ao Irã Há 17 minutosBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: ataques entre Irã e Israel complicam Trump às vésperas da Copa

Há 3 horas Blog da Sandra Cohen Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo do MundialHá 3 horas93% das urnas apuradasEleição no Peru: Keiko Fujimori lidera com 50,037%; Sánchez tem 49,963%

Há 25 minutos Mundo Terremoto de magnitude 7,8Crianças escapam por pouco de desabamento de telhado nas Filipinas

Há 1 hora Mundo FOTOS mostram estragos após o terremoto; 32 morreramHá 1 horaCaso Henry Borel’Me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata agressões

Há 3 horas Fantástico Ex-enteada e babá foram decisivas para condenaçãoHá 3 horasRumo ao hexa ⚽🏆🟢🟡🔵Éderson chega à concentração da seleção brasileira nos EUA

Há 3 horas Copa do Mundo Romário, Edmílson… Relembre os cortes do Brasil na CopaHá 3 horasRonaldinho Gaúcho será o embaixador da Globo na CopaHá 3 horasRetatrutidaNova injeção é capaz de até 28% de perda de peso, semelhante à bariátrica

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apple deve lançar iOS 27 e mais novidades daqui a pouco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 13:50

Tecnologia Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Apple deve lançar iOS 27 e mais novidades daqui a pouco Empresa deve apresentar as novas versões dos sistemas operacionais do iPhone, Mac e outros dispositivos a partir das 14h (horário de Brasília). Carregando

Últimos destaques Resumo Apple WWDC 2026 (Foto: Reprodução/YouTube/Apple)

Atualizado há 12 minutos porRedação G1Logo mais, às 14h (horário de Brasília), começa a WWDC, conferência anual para desenvolvedores da Apple. Durante o evento, a empresa deve anunciar novidades para o iPhone, Mac, Apple Watch e outros dispositivos. Acompanhe tudo ao vivo no g1 nesta página.

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Novo leilão da Receita tem smartwatch a R$ 60 e motocicletas elétricas por R$ 2,9 mil; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 12:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,42%Dólar TurismoR$ 5,3880,44%Euro ComercialR$ 5,9760,55%Euro TurismoR$ 6,2290,62%B3Ibovespa168.906 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,42%Dólar TurismoR$ 5,3880,44%Euro ComercialR$ 5,9760,55%Euro TurismoR$ 6,2290,62%B3Ibovespa168.906 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,42%Dólar TurismoR$ 5,3880,44%Euro ComercialR$ 5,9760,55%Euro TurismoR$ 6,2290,62%B3Ibovespa168.906 pts-0,07%Oferecido por

A Receita Federal anunciou nesta segunda-feira (8) um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. O certame será realizado em 15 de junho, em São Paulo.

Entre os itens disponíveis nos 203 lotes estão tablets, smartwatches, caixas acústicas, fones de ouvido, eletrodomésticos, instrumentos musicais, automóveis, motocicletas elétricas, entre outros.

📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1

Os lances devem ser feitos para lotes fechados — ou seja, conjuntos de itens específicos e selecionados.

Entre os lotes com valores mais baixos, há uma opção com lance inicial de R$ 30 que inclui uma luz de preenchimento com tripé. Também aparecem mais de 24 toneladas de sacos de areia comum por R$ 50 e vários smatwatches da marca Xiaomi, por R$ 60.

Já o lote mais caro é o 67, formado por milhares de facas de aço inox e com lance inicial de R$ 580 mil.

No lote 11, é possível adquirir um Toyota Corolla Runx (2005), a partir de R$ 3,5 mil.No lote 14, é possível adquirir um Toyota Premio (2007) com preços a partir de R$ 10,5 mil.Nos lotes 22 e 23, há milhares de brinquedos da marca The Hangrees, com lance mínimo a partir de R$ 105 mil.No lote 43, aparece 20 unidades de pisos vinílicos naturais, com preços a partir de R$ 550.No lote 63, é possível adquirir duas motocicletas elétricas a partir de R$ 2,9 mil.No lote 95, é possível adquirir um patinete elétrico, com lance mínimo de R$ 1,2 mil.No lote 147, há uma guitarra Harmony Juno, com preço a partir de R$ 1,8 mil.No lote 205, há uma Van Peugeot Boxer (2009), com lance mínimo de R$ 8,6 mil.

Toyota que estará disponível no novo leilão da Receita Federal com lance mínimo de R$ 10,5 mil. — Foto: Reprodução/Receita Federal

De acordo com a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas.

O período de recebimento das propostas vai das 8h do dia 8 de junho até as 18h do dia 12 de junho. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 15 de junho (horário de Brasília).

Segundo o Fisco, os lotes compostos por veículos classificados como sucata são destinados "exclusivamente a empresas devidamente registradas nos órgãos de trânsito para praticar as atividades de desmontagem".

Os lotes estarão disponíveis para visitação mediante agendamento, em dias de expediente normal, de 1 a 11 de junho, nas cidades de Araraquara, Barueri, Bauru, Campinas, Guarujá, Santos, Santo André, São Bernardo do Campo, São Paulo, Sorocaba e Taubaté.

Os endereços, horários e contatos para agendamento constam no edital do leilão, disponível no site da Receita Federal, assim como a lista de mercadorias e as fotos dos lotes.

A Receita informou ainda que os licitantes terão 30 dias para retirar os lotes arrematados e que o órgão não se responsabiliza pelo envio das mercadorias.

Bens adquiridos por pessoas físicas não podem ser revendidos, assim como alguns lotes comprados por pessoas jurídicas.

O pagamento das mercadorias deve ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A participação nos leilões eletrônicos ocorre apenas pelo Sistema de Leilão Eletrônico, acessado via e-CAC, com conta GOV.BR de nível Prata ou Ouro.

ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.

ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.

entre 9 e 12 de março, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);selecionar o edital do leilão em questão, de número 0800100/000008/2026 – SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCALescolher o lote em que se quer fazer o lance e clicar em "incluir proposta";aceitar os termos e condições apresentados pelo site da Receita;e incluir o valor proposto (que, necessariamente, deve ser maior do que o valor mínimo estabelecido pela Receita), e salvar.

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo do MundialHá 2 horas93% das urnas apuradasEleição no Peru: Keiko Fujimori lidera com 50,043%; Sánchez tem 49,957%

Há 6 minutos Mundo Terremoto de magnitude 7,8Crianças escapam por pouco de desabamento de telhado nas Filipinas

Há 3 minutos Mundo FOTOS mostram estragos após o terremoto; 32 morreramHá 3 minutosCaso Henry Borel’Me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata agressões

Há 2 horas Fantástico Ex-enteada e babá foram decisivas para condenaçãoHá 2 horasRumo ao hexa ⚽🏆🟢🟡🔵Éderson chega à concentração da seleção brasileira nos EUA

Há 2 horas Copa do Mundo Romário, Edmílson… Relembre os cortes do Brasil na CopaHá 2 horasRonaldinho Gaúcho será o embaixador da Globo na CopaHá 2 horasRetatrutidaNova injeção é capaz de até 28% de perda de peso, semelhante à bariátrica

Há 4 horas Saúde Pesquisa consegue ‘consertar’ genes antes do nascimentoHá 4 horasTodo cuidado é poucoCuidado com o prejuízo! O risco invisível das ‘modinhas de investimento’

Agora G1 Explica Aumento nos custosLatam reduz oferta de voos em junho e julho após alta do combustível, diz CEO

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Latam reduz oferta de voos em junho e julho após alta do combustível, diz CEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1850,52%Dólar TurismoR$ 5,3720,15%Euro ComercialR$ 5,9810,61%Euro TurismoR$ 6,2120,35%B3Ibovespa168.751 pts-0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1850,52%Dólar TurismoR$ 5,3720,15%Euro ComercialR$ 5,9810,61%Euro TurismoR$ 6,2120,35%B3Ibovespa168.751 pts-0,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,1850,52%Dólar TurismoR$ 5,3720,15%Euro ComercialR$ 5,9810,61%Euro TurismoR$ 6,2120,35%B3Ibovespa168.751 pts-0,16%Oferecido por

Aeroporto da Zona da Mata terá retomada de operações da Latam com novos voos para Guarulhos (SP) — Foto: Gabriel Magacho/Divulgação Aeroporto da Zona da Mata

A Latam Brasil reduziu sua oferta de voos em junho e repetirá a medida em julho, com um corte de cerca de 3% na operação planejada para o mês. Segundo o presidente-executivo da companhia, Jerome Cadier, a decisão foi motivada pelo aumento dos custos com combustível, impulsionado pela guerra no Irã.

Em entrevista à Reuters durante a reunião anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo, realizada no Rio de Janeiro, Cadier afirmou que a tendência é que os ajustes continuem ao longo do terceiro trimestre.

Segundo o executivo, a companhia continua prevendo crescimento em relação a 2025. A expectativa inicial era ampliar a capacidade em 11%, mas o ritmo de expansão será menor do que o planejado originalmente.

Na semana passada, a Azul também anunciou que está intensificando os cortes na oferta de voos devido à alta dos preços do combustível de aviação.

Segundo o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, a empresa continuará reduzindo voos para preservar o caixa em um cenário de incerteza.

Rodgerson disse à Reuters que as maiores empresas do setor vêm reajustando a capacidade para se alinhar melhor à demanda diante de níveis de custo mais altos, e a Azul seguirá o exemplo, indo além dos cortes anteriores à medida que o conflito se prolonga.

No fim de maio, o governo renovou os subsídios para o querosene de aviação, que é um insumo sensível para o setor, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas.

No primeiro dia do mês de junho, a Petrobras anunciou que vai reduzir em 14,2% o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para distribuidoras. Isso corresponde a uma diminuição de R$ 0,93 por litro frente ao mês anterior, informou a estatal em comunicado.

Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio. Empresas da Ásia seguem o mesmo caminho e já anunciam reajustes nas tarifas.

A escandinava SAS cancelou centenas de voos em março e anunciou aumento temporário nas tarifas para compensar a alta do combustível. A maioria das suspensões atinge rotas domésticas na Noruega, com impacto menor na Suécia e Dinamarca.

Outras gigantes europeias, como Air France-KLM e Lufthansa, também enfrentam pressão de custos. Parte do impacto é amortecida por contratos de hedge — compra antecipada de combustível a preços fixos —, mas o efeito da alta já começa a aparecer nas tarifas.

Nesta segunda (8), a Reuters informou que os gastos com combustível das companhias aéreas dos EUA aumentaram 78% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a quase US$ 6,5 bilhões. A alta foi impulsionada pelo aumento dos preços do combustível em meio ao conflito no Oriente Médio.

Há 1 hora Blog da Sandra Cohen Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo do MundialHá 1 hora93% das urnas apuradasEleição no Peru: Keiko Fujimori lidera com 50,071%; Sánchez tem 49,929%

Há 54 minutos Mundo Tremor de magnitude 7,8VÍDEO mostra prédios caindo durante terremoto nas Filipinas; 32 morreram

Há 3 horas Mundo FOTOS mostram estragos após o terremotoHá 3 horasCaso Henry Borel’Me afogava até eu encostar no chão’: ex-enteada de Jairinho relata agressões

Há 1 hora Fantástico Ex-enteada e babá foram decisivas para condenaçãoHá 1 horaRumo ao hexa ⚽🏆🟢🟡🔵Éderson chega à concentração da seleção brasileira nos EUA

Há 57 minutos Copa do Mundo Romário, Edmílson… Relembre os cortes do Brasil na CopaHá 57 minutosRonaldinho Gaúcho será o embaixador da Globo na CopaHá 57 minutosRetatrutidaNova injeção é capaz de até 28% de perda de peso, semelhante à bariátrica

Há 3 horas Saúde Pesquisa consegue ‘consertar’ genes antes do nascimentoHá 3 horasPara se programar 😎🧳A tristeza pós-feriadão bateu? Veja quando será o próximo

Há 6 horas Trabalho e Carreira Prática proibida 🚫Novo VÍDEO mostra turista que pulou nas Cataratas para pegar celular

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entenda a polêmica sobre o uso de antibióticos na produção de carnes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 09:55

GLOBO RURAL Entenda a polêmica sobre o uso de antibióticos na produção de carnes União Europeia formalizou exclusão do Brasil da lista de países que cumprem as regras do bloco contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária. Com isso, país fica proibido de exportar a partir de 3 de setembro. Por Redação g1, Globo Rural

A União Europeia (UE) oficializou a sua decisão de excluir o Brasil da lista de países que cumprem as regras do bloco contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária. Com isso, o Brasil fica proibido de exportar carne para a UE a partir de 3 de setembro deste ano.

Os antimicrobianos são substâncias usadas para controlar microorganismos como bactérias, fungos, vírus e parasitas.

A veterinária Silvana Gorniak, da USP, explica que, na criação animal, esses produtos têm quatro usos principais:

o terapêutico: para tratar o bicho que apresentou algum sintoma;o preventivo: para evitar que a doença apareça;o metafilático: para conter um surto na criação.promotor de crescimento: nesse caso, os antimicrobianos são incluídos na composição da ração para melhorar o desempenho animal.

A UE já adota uma políticia de tolerância zero para o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento. Um exemplo de susbtância usada para esse fim é a monensina, um dos aditivos mais usados em confinamentos bovinos.

"Por que existe essa discussão em relação ao uso dos antimicrobiano como promotor de desempenho? Eu uso uma dose muito mais baixa por um tempo muito prolongado. Essa dose muito mais baixa pode propiciar que parte dessas bactérias possam morrer, mas uma outra grande parte pode sobreviver, carregando genes de resistência".

"Existe uma frase que a gente sempre fala que o que não mata, fortalece. E aí cada vez mais fica mais difícil ter antimicrobianos que possam combater essa bactéria.

Em entrevista ao Globo Rural no início de maio, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, garantiu que os exportadores de carne de aves já não usam antibióticos para melhorar o desempenho em nenhuma fase da criação.

Há 18 minutos Mundo SIGA: Israel diz que atacou sistemas de defesa aérea iranianoHá 18 minutos92% das urnas apuradasEleição no Peru: Keiko Fujimori lidera com 50,16%; Sánchez tem 49,83%

Há 17 minutos Mundo Tremor de magnitude 7,8VÍDEO mostra prédios caindo durante terremoto nas Filipinas; 32 morreram

Há 1 hora Mundo FOTOS mostram estragos após o terremotoHá 1 hora’Polícia paga merreca’Investigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego

Há 11 horas Fantástico Quem é o policial-traficante apontado como chefe do esquemaHá 11 horasRetatrutidaNova injeção é capaz de até 28% de perda de peso, semelhante à bariátrica

Há 1 hora Saúde Pesquisa consegue ‘consertar’ genes antes do nascimentoHá 1 horaPara se programar 😎🧳A tristeza pós-feriadão bateu? Veja quando será o próximo

Há 4 horas Trabalho e Carreira De olho no PaulistãoJuventus da Mooca reforma estádio sem aval da prefeitura e de órgão de patrimônio

Há 3 minutos São Paulo 🎧 PodcastO ASSUNTO: o direito das crianças vítimas de estupro ao aborto legal

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercado financeiro eleva novamente estimativa de inflação em 2026 e vê corte menor de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 09:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é décima terceira semana seguida de aumento.

Expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 95 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros, mas em menor intensidade.

O mercado financeiro subiu outra vez sua estimativa média para a inflação em 2026, que avançou para 5,11%. Esta é décima terceira semana seguida de aumento.

Os analistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste ano (veja mais abaixo nessa reportagem).

As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, próximo de US$ 94 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 5,09% para 5,11%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4,02% para 4,03%;➡️ Para 2028, a previsão caiu de 3,66% para 3,65%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Inflação não está caindo no Brasil e no mundo no ritmo desejado por economistas — Foto: Getty Images via BBC

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026, porém, subiu de 13,25% para 13,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução menor dos juros no decorrer deste ano.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado passou de 11,25% para 11,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,90% para 1,91%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,16 para R$ 5,15 por dólar.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos caiu de R$ 5,25 para R$ 5,20 por dólar.

Há 32 minutos Mundo Tremor de magnitude 7,8VÍDEO mostra prédios caindo durante terremoto nas Filipinas; 32 morreram

Há 40 minutos Mundo FOTOS mostram estragos após o terremotoHá 40 minutos’Polícia paga merreca’Investigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego

Há 11 horas Fantástico Para se programar 😎🧳A tristeza pós-feriadão bateu? Veja quando será o próximo

Há 3 horas Trabalho e Carreira 🎧 PodcastO ASSUNTO: o direito das crianças vítimas de estupro ao aborto legal

Há 3 horas O Assunto Caso Henry BorelBabá e ex-enteada de Jairinho foram decisivos para condenação

Há 12 horas Fantástico Ação vexatóriaEmpresário gera revolta ao tingir cabelo de idoso sem-teto em troca de doações

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Google e SpaceX fecham acordo bilionário para turbinar IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 09:15

Tecnologia Google e SpaceX fecham acordo bilionário para turbinar IA Acordo ocorre em meio à disputa entre gigantes da tecnologia por infraestrutura para desenvolver sistemas de inteligência artificial cada vez mais avançados. Por France Presse

Elon Musk, dono do X, da SpaceX e da Tesla, em reunião na Casa Branca, em 26 de fevereiro de 2025 — Foto: Reuters/Bryan Snyder

A SpaceX fechou um acordo bilionário para fornecer ao Google uma grande capacidade de computação, reforçando sua posição como fornecedora de infraestrutura para inteligência artificial (IA).

O contrato foi anunciado em um momento em que as gigantes da tecnologia disputam recursos para desenvolver modelos de IA cada vez mais avançados. No caso do Google, a capacidade computacional será usada para impulsionar o Gemini, sua família de modelos de inteligência artificial.

Segundo o acordo, o Google pagará US$ 920 milhões (cerca de R$ 4,7 bilhões) por mês até junho de 2029 para utilizar aproximadamente 110 mil processadores gráficos (GPUs) da Nvidia, componentes amplamente usados no treinamento e na operação de sistemas de IA.

Ao longo de todo o contrato, os pagamentos podem chegar a quase US$ 30 bilhões (R$ 153,7 bilhões). A tarifa mensal integral começará a ser paga em outubro de 2026.

No mês passado, a Anthropic, empresa responsável pelo chatbot Claude, também fechou um contrato com a SpaceX para alugar um de seus principais centros de dados em Memphis, nos Estados Unidos. O acordo prevê pagamentos de US$ 1,25 bilhão (R$ 6,4 bilhões) por mês.

As instalações foram construídas originalmente para atender a xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, que se fundiu à SpaceX em fevereiro.

Os acordos com Google e Anthropic foram anunciados poucos dias antes da abertura de capital da SpaceX, que pode se tornar a maior da história. A expectativa é que a empresa seja avaliada em US$ 1,8 trilhão (R$ 9,22 trilhões).

Há 32 minutos Mundo Tremor de magnitude 7,8VÍDEO mostra prédios caindo durante terremoto nas Filipinas; 32 morreram

Há 40 minutos Mundo FOTOS mostram estragos após o terremotoHá 40 minutos’Polícia paga merreca’Investigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego

Há 11 horas Fantástico Para se programar 😎🧳A tristeza pós-feriadão bateu? Veja quando será o próximo

Há 3 horas Trabalho e Carreira 🎧 PodcastO ASSUNTO: o direito das crianças vítimas de estupro ao aborto legal

Há 3 horas O Assunto Caso Henry BorelBabá e ex-enteada de Jairinho foram decisivos para condenação

Há 12 horas Fantástico Ação vexatóriaEmpresário gera revolta ao tingir cabelo de idoso sem-teto em troca de doações

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em queda, com novos ataques entre Israel e Irã no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 09:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta segunda-feira em queda de 0,13%, cotado a R$ 5,1501 às 9h, conforme investidores seguem atentos à guerra no Oriente Médio. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ A escalada das tensões no Oriente Médio fica no radar dos investidores nesta segunda-feira, após Israel e Irã trocarem ataques diretos pela primeira vez desde o cessar-fogo em abril. A sequência começou com uma ofensiva israelense a Beirute no final de semana. Teerã respondeu com mísseis e gerou novas retaliações.

Em meio às tensões, os preços do petróleo no mercado internacional operam em alta. Perto das 8h50, o barril do Brent, referência internacional, subia 1,79%, cotado a US$ 94,76. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 1,82%, cotado a US$ 92,19 o barril.

▶️ Na agenda de indicadores, os destaques da semana ficam com os novos dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos. A decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) também fica no radar.

Nesta segunda-feira, o Boletim Focus, do BC, registrou uma nova alta nas estimativas de inflação pelo mercado financeiro em 2026, na 13ª semana seguida de aumento. Os analistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste ano.

A guerra no Oriente Médio mergulhou em uma nova fase, após Irã e Israel trocarem ataques mútuos pela primeira vez desde o cessar-fogo de abril. (acompanhe os principais acontecimentos)

A ofensiva começou no último domingo, após Irã ter lançado uma série de mísseis em direção a Israel no último domingo, em retaliação a um ataque israelense na capital do Líbano. Com isso, Israel realizou novos bombardeios a "alvos militares" no Irã — explosões foram ouvidas em Teerã, Tabriz e Isfahan, segundo a rede de TV Al Jazeera.

Esta também foi a segunda vez em menos de 24 horas que Israel desafia Donald Trump e realiza ataques a países da região.

"A Força Aérea Israelense atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e centro do Irã há pouco", disseram as forças de Israel, em suas redes sociais.

Trump tentou estabelecer um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, que atua no Líbano, durante a semana. Israel violou o acordo, no entanto, bombardeando Beirute.

Trump usou o seu perfil no Truth Social para mostrar sua insatisfação com a volta dos confrontos entre os dois países, mas afirmou que Irã e Israel "estão buscando" um acordo de cessar-fogo após os novos ataques.

Com as novas tensões no Oriente Médio e em meio às expectativas pelos novos dados de inflação previstos para esta semana, os futuros de Wall Street operavam em alta.

Perto das 9h, o índice futuro do Dow Jones tinha subia 0,28%, enquanto o do S&P 500 avançava 0,69% e o do Nasdaq tinha ganhos de 1,28%.

Já na Europa, os índices operavam sem direção única. Entre os principais índices da região, o alemão DAX tinha queda de 0,32%, enquanto o francês CAC-40 caía 0,04% e o britânico FTSE 100 ganhava 0,27%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram em seus níveis mais baixos em dois meses nesta segunda-feira, acompanhando uma queda global no setor de tecnologia.

O índice CSI300 caiu 2,4%, enquanto o Shangai Composite Index recuou 1,7% e o Hang Seng perdeu 1,2%.

Já no Japão, o Nikkei teve perdas de 3,85%, enquanto o Kospi, da Coréia do Sul, registrou uma desvalorização de 8,29%.

Há 32 minutos Mundo Tremor de magnitude 7,8VÍDEO mostra prédios caindo durante terremoto nas Filipinas; 32 morreram

Há 40 minutos Mundo FOTOS mostram estragos após o terremotoHá 40 minutos’Polícia paga merreca’Investigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego

Há 11 horas Fantástico Para se programar 😎🧳A tristeza pós-feriadão bateu? Veja quando será o próximo

Há 3 horas Trabalho e Carreira 🎧 PodcastO ASSUNTO: o direito das crianças vítimas de estupro ao aborto legal

Há 3 horas O Assunto Caso Henry BorelBabá e ex-enteada de Jairinho foram decisivos para condenação

Há 12 horas Fantástico Ação vexatóriaEmpresário gera revolta ao tingir cabelo de idoso sem-teto em troca de doações

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Melhor que qualquer ‘hacker’ humano: o que é o novo modelo de inteligência artificial que assusta o sistema financeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 07:45

Tecnologia Melhor que qualquer 'hacker' humano: o que é o novo modelo de inteligência artificial que assusta o sistema financeiro A Anthropic afirma ter descoberto que sua nova ferramenta consegue superar humanos em algumas tarefas de hacking e segurança cibernética. Por BBC

Nas últimas semanas, o mundo da inteligência artificial tem andado em polvorosa após alegações feitas pela empresa líder Anthropic sobre seu novo modelo, Claude Mythos.

A empresa afirma ter descoberto que a ferramenta pode superar humanos em algumas tarefas de hacking e segurança cibernética — o que levou reguladores, parlamentares e instituições financeiras a discutirem os perigos que ela poderia representar para serviços digitais.

Várias gigantes da tecnologia receberam acesso ao Mythos por meio de uma iniciativa chamada Project Glasswing, concebida para reforçar a resiliência contra o próprio Mythos.

A Anthropic anunciou esta semana que vai estender o acesso ao Mythos para outras 150 instituições em setores diversos, como energia, água, saúde, comunicações e equipamentos. Novos parceiros precisarão atender a requisitos de segurança antes de obterem acesso ao modelo.

Alguns analistas ainda são mais céticos sobre a capacidade do Mythos e dizem que é do interesse da Anthropic sugerir que ela possui uma ferramenta com habilidades nunca antes vistas.

O tema também causou medo no sistema financeiro e chegou a ser abordado em reunião do FMI em Washington envolvendo autoridades internacionais.

Na prática — como costuma acontecer com a IA — a tarefa de distinguir entre fatos e exageros é complicada.

O Mythos é um dos modelos mais recentes da Anthropic, desenvolvido como parte de seu sistema de IA mais amplo chamado Claude. Ele engloba o assistente de IA e a família de modelos da empresa, rivalizando com o ChatGPT da OpenAI e o Gemini do Google.

Pesquisadores que testam como modelos de IA lidam com solicitações ou tarefas específicas, conhecidos como "red teams", disseram em um relatório que o Mythos era "incrivelmente capaz em tarefas de segurança de computadores".

Eles descobriram que a ferramenta poderia localizar bugs inativos escondidos em códigos de décadas atrás e explorá-los com facilidade.

Em vez de disponibilizá-lo amplamente aos utilizadores do Claude, a Anthropic concedeu acesso a 12 empresas de tecnologia por meio do Project Glasswing, que descreveu como "um esforço para proteger sistemas essenciais de software".

Entre elas estão a gigante de computação em nuvem Amazon Web Services, os fabricantes de dispositivos Apple, Microsoft e Google, e os fabricantes de chips Nvidia e Broadcom.

A Crowdstrike, cuja atualização defeituosa de software causou uma grande interrupção global em julho de 2024, também está entre os parceiros do projeto, e a Anthropic afirma ter concedido acesso ao Mythos a mais de 40 organizações responsáveis por softwares considerados críticos.

Em um vídeo divulgado junto com o lançamento do Project Glasswing, o chefe da Anthropic, Dario Amodei, disse que a empresa se ofereceu para trabalhar com funcionários do governo dos EUA a fim de "ajudar a se defender contra o risco desses modelos".

A Anthropic afirma que, durante os testes, descobriu que o modelo é altamente habilidoso em tarefas de segurança cibernética e hacking, superando humanos.

"O Mythos Preview já encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web", afirmou a Anthropic em 7 de abril.

"Dada a velocidade do progresso da IA, não demorará muito para que tais capacidades se disseminem, potencialmente além de agentes comprometidos com seu uso seguro."

A empresa disse que ele poderia localizar — com pouca supervisão — falhas críticas que exigem ação imediata em sistemas antigos, incluindo uma vulnerabilidade que esteve presente em um sistema por 27 anos, e sugerir maneiras de explorá-las.

Desde então, alguns ministros das finanças, banqueiros centrais e executivos do setor financeiro expressaram sérias preocupações, temendo que o modelo possa comprometer a segurança dos sistemas financeiros.

O ministro das Finanças do Canadá, François-Philippe Champagne, disse à BBC que o Mythos foi discutido em uma reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington em abril.

"Certamente é sério o suficiente para merecer a atenção de todos os ministros das Finanças", disse ele.

O diretor do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, disse à BBC: "Temos de analisar com muito cuidado agora o que esse desenvolvimento recente da IA pode significar para o risco de crime cibernético."

A União Europeia disse que também está em discussões com a Anthropic sobre suas preocupações relacionadas ao Mythos. Em maio, o bloco europeu recebeu acesso à ferramenta.

Ciaran Martin, ex-chefe do Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido, disse à BBC no início desta semana que a alegação de que o Mythos poderia descobrir vulnerabilidades críticas muito mais rapidamente do que outros modelos de IA "realmente abalou as pessoas".

"A segunda questão é que, mesmo com vulnerabilidades existentes que conhecemos, mas contra as quais as organizações podem não ter aplicado correções ou podem não estar bem defendidas, ele é simplesmente um hacker muito bom", disse ele.

Muitos analistas independentes e especialistas em segurança cibernética ainda não puderam testar o Mythos por conta própria, e alguns permanecem céticos quanto ao seu desempenho.

O Instituto de Segurança em IA do Reino Unido concluiu recentemente que, embora se trate de um modelo muito poderoso, sua maior ameaça seria contra sistemas mal protegidos e vulneráveis.

"Não podemos afirmar com certeza se o Mythos Preview seria capaz de atacar sistemas bem protegidos", disseram seus pesquisadores.

A italiana Valentina Palmiotti — mais conhecida como Chompie — participa de torneios internacionais de hacking ético, em que competidores ganham dinheiro encontrando vulnerabilidades em sistemas de segurança antes que elas possam ser exploradas por cibercriminosos.

Ela disse à BBC que seus dias de competição podem estar contados devido à ascensão de ferramentas de IA como o Claude Mythos.

Novos modelos e ferramentas estão surgindo o tempo todo e geralmente são acompanhados por promessas de revolucionar nossas vidas — para melhor ou para pior.

Aproveitar essa mistura de medo e entusiasmo sobre a IA e seu impacto futuro também se tornou uma marca registrada do setor e de suas estratégias de marketing nos últimos anos.

No caso da Mythos, ainda não sabemos o suficiente para entender se essas esperanças ou temores são justificados, ou mais um reflexo do entusiasmo que cerca o setor.

O CEO da Anthropic, Dario Amodei, já alertou contra o uso indevido dos produtos da empresa antes — Foto: Reuters via BBC

Em ambos os casos, de acordo com o National Cyber Security Centre, órgão britânico de cibersegurança, a coisa mais importante que podemos fazer agora é não entrar em pânico e, em vez disso, focar na necessidade de corrigir a segurança cibernética básica.

Afinal, a maioria dos hackers não precisa de ferramentas de superinteligência artificial para violar sistemas — ataques muito mais simples geralmente são suficientes.

"Para alguns, esse é um evento apocalíptico, para outros, parece muito exagero", disse Martin à BBC.

Mas ele afirmou que, seja esta ferramenta ou outras subsequentes desenvolvidas pela Anthropic ou por concorrentes, além dos riscos existe uma oportunidade de construir um mundo online mais seguro.

"No médio prazo, há uma oportunidade de usar essas ferramentas para corrigir muitas das vulnerabilidades subjacentes da internet", afirmou.

No final de abril, a Anthropic anunciou que estava investigando uma denúncia de que um pequeno grupo de pessoas obteve acesso ao Claude Mythos.

"Estamos investigando uma denúncia de acesso não autorizado ao Claude Mythos Preview por meio de um de nossos ambientes de fornecedores terceirizados", afirmou a empresa em comunicado.

A declaração foi uma resposta a uma reportagem da Bloomberg, que revelou que usuários em um fórum privado conseguiram acessar o modelo sem as permissões necessárias.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).

A empresa de IA que enfrentou o Pentágono nos EUA — e por que isso afeta o mundo todoComo Elon Musk pode ficar trilionário com oferta de ações da SpaceX na bolsaO recado do papa Leão 14 sobre a inteligência artificial em seu primeiro 'cartão de visitas' ao completar um ano de pontificado

Há 8 minutos Mundo ‘Polícia paga merreca’Investigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego

Há 9 horas Fantástico Para se programar 😎🧳Próximo feriadão é só daqui a 3 meses; veja quais ainda restam em 2026

Há 2 horas Trabalho e Carreira ‘Devolvido a ninguém’Jovem questiona ‘desadoção’ na Justiça após perder sobrenome de mães

Há 9 horas Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: o direito das crianças vítimas de estupro ao aborto legal

Há 2 horas O Assunto Caso Henry BorelBabá e ex-enteada de Jairinho foram decisivos para condenação

Há 11 horas Fantástico Monopólio do crime no RioTráfico e milícia controlam até venda de comida para mercados e padarias

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Investigação dos EUA contra o PIX expõe disputa global por controle dos pagamentos digitais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 05:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%Oferecido por

A investigação dos Estados Unidos reacende o debate sobre a soberania dos sistemas de pagamento. Apesar das acusações de “concorrência desleal”, o uso de cartões de crédito cresceu 125% no Brasil desde a criação do PIX.

Esse novo episódio de tensão na relação entre Brasil e Estados Unidos mostra como os meios de pagamento se tornaram um tema estratégico em um mundo cada vez mais digital. Após a ameaça de novas medidas comerciais por parte de Washington, na última terça-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva culpou Flávio Bolsonaro e participou de um evento em Goiás segurando um cartaz com a frase: “O PIX é do Brasil”.

Durante o discurso em Goiás, Lula voltou a defender o sistema. “Ninguém vai fazer a gente mudar o PIX”, afirmou o presidente, que também disse esperar um telefonema de Donald Trump para discutir os impasses entre os dois países.

A reação ocorreu horas depois de o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluir uma investigação aberta com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio, de 1974.

No documento, o Brasil é acusado de adotar práticas consideradas “irracionais” ou “discriminatórias” contra empresas americanas de pagamentos eletrônicos ao favorecer o PIX, um sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central.

Governo Trump conclui que Pix é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Embora a decisão não leve automaticamente a sanções, ela abre caminho para possíveis medidas comerciais contra o Brasil. A investigação questiona, entre outros pontos, o fato de o Banco Central atuar ao mesmo tempo como regulador e operador do sistema, a obrigatoriedade de oferta do PIX por grandes instituições financeiras e as regras que garantem destaque ao serviço nos aplicativos dos bancos.

Em resposta à conclusão preliminar da investigação, o governo brasileiro classificou as acusações como injustificadas e reiterou que o PIX é uma infraestrutura pública de pagamentos, aberta a empresas nacionais e estrangeiras. Em nota, o Planalto manifestou “indignação” com a decisão do USTR e informou que continuará negociando com Washington até a divulgação do relatório final, prevista para 15 de julho.

A controvérsia surge em meio a uma escalada mais ampla das tensões entre Brasília e Washington. Na última sexta-feira (29), os Estados Unidos classificaram as facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Para o cientista político Feliciano Guimarães, professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), os dois episódios fazem parte de um cenário mais amplo de deterioração das relações entre os dois países.

"Estamos entrando em um dos capítulos mais perigosos da história do relacionamento entre Brasil e Estados Unidos desde a Guerra Fria", afirma.

Na avaliação de Guimarães, a classificação amplia as ferramentas disponíveis para os Estados Unidos pressionarem indivíduos, empresas e instituições brasileiras possivelmente ligadas a essas organizações. Esse aumento de possibilidades de ação se torna ainda mais sensível com a proximidade da eleição presidencial, em outubro.

"Imagine o que aconteceria com a economia brasileira se, duas semanas antes das eleições, o Departamento de Estado designasse o Itaú como um banco ligado a organizações terroristas como o PCC e o Comando Vermelho", questiona.

No cenário projetado pelo pesquisador, as ações do banco cairiam rapidamente, seus ativos nos Estados Unidos poderiam ser bloqueados e a instituição correria o risco de ser afastada do sistema Swift, usado para transações financeiras internacionais.

"Haveria uma quebra automática do sistema financeiro brasileiro, e o governo federal não teria capacidade de cobrir. A mesma coisa poderia acontecer com os outros bancos. Este é, de longe, o maior perigo. Agora, todos os bancos brasileiros têm que quintuplicar o departamento de compliance para retirar todo dinheiro suspeito de passar por PCC e CV de dentro da instituição, imediatamente."

Nas primeiras reações à classificação dessas facções como organizações terroristas, integrantes do governo brasileiro já demonstraram preocupação com possíveis efeitos sobre o PIX. O receio é que os Estados Unidos adotem medidas contra o sistema de pagamentos e as empresas que o utilizam, com base na interpretação de que ele poderia facilitar atividades criminosas. Poucos dias depois, ao classificar o tema como "prática comercial desleal", o PIX passou ao centro da tensão diplomática.

A ofensiva dos Estados Unidos contra o PIX não surgiu de forma repentina. A investigação foi aberta pelo USTR, em julho de 2025, e também analisa temas como comércio digital, tarifas, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

Desde então, o governo brasileiro contesta sua legitimidade, argumentando que o PIX é uma infraestrutura pública de pagamentos, aberta a qualquer instituição autorizada a operar no país, e que o uso da Seção 301 é incompatível com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em abril deste ano, representantes do Ministério da Fazenda e do Itamaraty viajaram a Washington para prestar esclarecimentos às autoridades americanas.

A China também consolidou plataformas próprias para pagamentos instantâneos, como Alipay e WeChat Pay — Foto: Don Huh via DW

A economista Monica de Bolle, pesquisadora do Peterson Institute for International Economics, questiona a própria base da investigação. "O PIX não é uma prática comercial. O PIX é um sistema público de pagamentos não discriminatório", define.

Para De Bolle, a investigação só pode ser compreendida quando se consideram os interesses econômicos envolvidos. Grandes empresas americanas do setor de pagamentos vêm pressionando governos em diferentes partes do mundo diante do avanço de sistemas digitais criados ou apoiados por Estados.

"Essas plataformas acabam afetando os negócios dessas empresas. Desde a adoção do PIX, empresas como Visa e Mastercard têm reclamado muito, alegando que vão perder mercado", afirma.

Segundo a economista, o peso político dessas empresas ajuda a explicar por que o PIX foi incluído na investigação comercial dos Estados Unidos.

"Essas empresas têm um lobby muito forte. Como o governo Trump funciona muito com lobby, acabou aceitando as reclamações dessas empresas de cartão de crédito em relação ao PIX."

De Bolle considera que a posição brasileira é sólida do ponto de vista jurídico. "A chance de os Estados Unidos prevalecerem nessa investigação 301 é relativamente baixa. O Brasil tem como recorrer na OMC e provavelmente ganha essa causa porque, de novo, o PIX não é um instrumento de política comercial", afirma.

Apesar da acusação de concorrência desleal, a ampla adoção do PIX no Brasil teve como principal efeito a substituição do dinheiro em espécie, sem reduzir o uso de cartões. Em 2020, ano de lançamento do sistema, o volume movimentado com cartões no país foi de cerca de R$ 2 trilhões. Em 2025, esse total chegou a R$ 4,5 trilhões — um crescimento de aproximadamente 125%, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

A cientista política Denilde Holzhacker, professora de Relações Internacionais da ESPM e coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Americanos, acrescenta que empresas de tecnologia como Meta, Apple e Google também têm interesse direto na evolução do mercado brasileiro de pagamentos digitais e exercem influência significativa sobre o atual governo americano.

O PIX foi criado com o objetivo de ampliar a inclusão financeira, aumentar a concorrência no sistema bancário e modernizar a infraestrutura de pagamentos do país. Em 2018, o Banco Central convidou o setor privado a desenvolver uma plataforma nacional de pagamentos instantâneos.

Como a iniciativa não avançou, a autoridade monetária decidiu assumir o projeto e desenvolver o PIX com sua própria equipe técnica.

Lançado em novembro de 2020, o sistema já soma mais de 175 milhões de usuários cadastrados, dos quais cerca de 160 milhões são pessoas físicas. Hoje, é utilizado por aproximadamente 93% da população adulta do país e responde por quase metade de todas as transações financeiras realizadas no Brasil.

Segundo estudo da ACI Worldwide e do Centre for Economics and Business Research (CEBR), o PIX pode adicionar cerca de R$ 280 bilhões à economia brasileira até 2028.

"O PIX não foi criado para substituir Visa e Mastercard. Ele foi criado para promover inclusão financeira, tecnologia e inovação", afirma o alemão Ralf Germer, fundador e CEO da fintech PagBrasil. "O Brasil é claramente uma referência mundial. Não foi o primeiro país a criar um sistema desse tipo, mas foi provavelmente o mais bem-sucedido e se tornou um exemplo para outros países."

Germer atribui o sucesso da iniciativa a uma trajetória mais longa de digitalização do sistema financeiro brasileiro. Quando esteve no país pela primeira vez, em 1986, ficou surpreso ao conseguir tirar um extrato de sua conta em qualquer agência bancária.

"Na Alemanha, ainda não era possível. Eu só conseguia fazer isso na minha própria agência. Isso mostra que o Brasil sempre foi muito avançado nessa área", recorda.

A Índia desenvolveu o Unified Payments Interface (UPI), hoje o maior sistema de pagamentos instantâneos do mundo — Foto: Indranil Aditya/NurPhoto/picture alliance via DW

Ao comentar a investigação nos Estados Unidos, o executivo questiona a acusação de concorrência desleal e destaca que o PIX é uma infraestrutura de pagamentos.

"Talvez possamos compará-lo à malha rodoviária de um país. A rede de estradas é, em grande parte, operada pelo Estado. Algumas estradas são construídas pelo próprio Estado, outras pela iniciativa privada. Mas as regras — por onde passam as estradas, quais são as normas de trânsito — são definidas pelo Estado."

"E há um ponto muito importante: o PIX é uma infraestrutura aberta. Todas as empresas que atuam no Brasil podem participar: comerciantes, bancos e também os operadores americanos de cartões, que de fato participam do sistema", destaca.

O Brasil não está sozinho na busca por maior autonomia. A Índia desenvolveu o Unified Payments Interface (UPI), hoje o maior sistema de pagamentos instantâneos do mundo, enquanto a China consolidou plataformas próprias como Alipay e WeChat Pay. O desafio agora é integrar esses sistemas. Iniciativas como o BRICS Pay e acordos bilaterais procuram facilitar pagamentos internacionais, e brasileiros já conseguem usar o PIX para pagar compras em países como a Argentina.

O uso crescente de instrumentos financeiros como forma de pressão geopolítica nos últimos anos tem levado governos e bancos centrais a intensificar o debate sobre como reduzir a dependência de infraestruturas financeiras controladas por terceiros.

A economista Carla Beni, da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta a exclusão de bancos russos do sistema Swift após a invasão da Ucrânia como um marco dessa transformação.

"O mundo de hoje não é mais o do pós-guerra. Tornou-se uma necessidade importante não deixar uma infraestrutura de pagamentos nas mãos de uma empresa estrangeira ou de outro governo", afirma.

O debate ganhou força especialmente na Europa. Em discurso recente, o presidente do Banco Central alemão (Bundesbank), Joachim Nagel, classificou o euro digital como uma questão de "autonomia estratégica" para o continente. Ao mesmo tempo, instituições financeiras europeias desenvolvem o Wero, uma iniciativa criada para oferecer uma alternativa regional às redes internacionais de pagamento.

Defensores desses projetos afirmam que a Europa ainda depende excessivamente de empresas estrangeiras para processar pagamentos eletrônicos. Assim como ocorreu no Brasil com o PIX, a discussão envolve a capacidade de manter sob controle local infraestruturas consideradas estratégicas para a economia digital.

Para Guimarães, a forma como Washington vai lidar com o caso brasileiro será observada atentamente por outros países.

"Se eles conseguirem quebrar o Brasil ou reverter o PIX, estarão mandando um sinal para o mundo. Qualquer país que queira buscar soberania digital nos mesmos termos saberá que terá problemas."

Há 6 horas Mundo Saiba como a crise no Estreito de Ormuz beneficia os negócios do BrasilHá 6 horasOs houthis do Iêmen proíbem navegação israelense no Mar VermelhoHá 6 horasEleição no PeruBoca de urna aponta Keiko Fujimori com 50,7% e Sánchez com 49,3%

Há 10 horas Mundo Eleito chega com sistema que dificulta ‘impeachment express’Há 10 horasEsquerdista e filha de Fujimori: veja quem são os candidatosHá 10 horasCampanha foi marcada por polarização e ‘desconfiança crônica’Há 10 horasMonopólio do crimeTráfico e milícia controlam até venda de comida para mercados e padarias no Rio

Há 8 horas Fantástico ParaíbaInvestigador que recebeu R$ 4 milhões traficando drogas zomba de emprego: ‘Polícia paga merreca’

Há 7 horas Fantástico Caso Henry BorelBabá e ex-enteada de Jairinho foram decisivos para condenação

Há 9 horas Fantástico ‘Devolvido a ninguém’Jovem questiona ‘desadoção’ na Justiça após perder sobrenome de mães

Há 7 horas Fantástico Esperança da medicinaConheça o medicamento que promete atacar o câncer de pâncreas avançado

0

PREVIOUS POSTSPage 2 of 3NEXT POSTS