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Chevrolet Sonic, Volkswagen Tera ou Fiat Pulse? O g1 mostra o perfil de cliente para cada SUV

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 04:45

Carros Chevrolet Sonic, Volkswagen Tera ou Fiat Pulse? O g1 mostra o perfil de cliente para cada SUV Modelos têm motor 1.0 turbo e brigam na faixa de preço dos R$ 135 mil. Comparativo analisa lista de equipamentos de série, preços de revisões, consumo e desempenho. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

O g1 mostrou em primeira mão o primeiro teste do Chevrolet Sonic. Agora, chegou a hora de colocar o SUV frente a frente com os principais concorrentes: Fiat Pulse e Volkswagen Tera. Os três custam cerca de R$ 135 mil e são equipados com motor 1.0 turbo e câmbio automático.

Antes do lançamento, a expectativa era de que o Sonic competisse com o Volkswagen Nivus. Porém, o preço e as dimensões do modelo o colocaram em disputa direta com o Volkswagen Tera, líder de vendas do segmento, e com o Fiat Pulse.

Mas qual dos três oferece o melhor pacote de equipamentos? Qual é o mais econômico? Qual tem a manutenção mais cara? E para qual perfil de consumidor cada modelo faz mais sentido?

Ao anunciar o Sonic, a Chevrolet fez estardalhaço em torno do preço. A versão de entrada Premier foi lançada por R$ 129.990, mas com um asterisco ao lado. Desde o primeiro dia nas lojas e no site, o SUV tinha preço de tabela de R$ 134.990.

Quem ia até o showroom era informado pelos vendedores de que o preço promocional era “por tempo limitado”. A reportagem do g1 ouviu de uma das vendedoras que o valor mais baixo seria “limitado a 3.000 unidades”. Porém, até a conclusão desta reportagem, a promoção continuava.

Um banner no site também traz, de forma clara desde o lançamento, o preço de R$ 129.990 em condições especiais de compra. A entrada deve ser de 70%, com mais 12 parcelas, ou de 50%, com mais 36 parcelas. Ambas as condições estão sujeitas à análise de crédito da GM Financial.

Portanto, para este comparativo, o g1 considerou os preços de tabela informados pelas montadoras, sem promoções. Assim, Pulse e Tera ficam bem próximos do lançamento da Chevrolet.

O Volkswagen é o mais barato, mas faltam equipamentos que os rivais oferecem de série. É preciso desembolsar mais de R$ 1.400 para incluir ar-condicionado automático e carregador por indução no Tera.

O consumo de combustível na cidade é melhor no Fiat Pulse, que também é o mais potente e tem a melhor aceleração de 0 a 100 km/h. É, portanto, o SUV compacto ideal para o cliente que gosta de mais fôlego e não quer gastar mais na bomba de combustível.

Por falar em gastos, o g1 também levantou os custos das revisões até 50 mil km. Esse dado é importante, pois mostra quanto o consumidor precisa desembolsar nas revisões programadas e, por consequência, o custo para manter as garantias estendidas.

Vale notar que o Chevrolet oferece cinco anos de cobertura, enquanto Fiat e Volkswagen têm três anos de garantia.

O campeão de vendas Tera tem os preços de revisão mais salgados. Ao chegar à marca de cinco anos ou 50 mil km rodados (o que acontecer primeiro), o proprietário do Volkswagen desembolsa R$ 1.482 a mais que o dono do Sonic.

A Fiat não permite consultar o programa de revisão completo do Pulse Hybrid em seu site. Apenas consta a informação de que as três primeiras revisões do modelo, somadas, saem por R$ 2.537. O g1 entrou em contato com a montadora para ter acesso às informações.

Como já foi citado, o Tera não tem ar-condicionado automático nem carregador de celular por indução de série. É preciso desembolsar R$ 1.490 pelo “Pacote Conforto” para ter os dois itens no Volkswagen.

Sonic e Pulse têm esses equipamentos de série e contam com bancos em couro sintético, farol alto automático, sensor crepuscular e alerta de saída de faixa.

O Fiat poderia evoluir no cluster de instrumentos. Os concorrentes têm telas de 8 polegadas, enquanto o Pulse utiliza instrumentos tradicionais com uma tela de apenas 3,5 polegadas no centro.

Já o Tera é o único com controle adaptativo da velocidade de cruzeiro com distância e alerta de fadiga. O Fiat Pulse tem menos airbags, não conta com ajuste de profundidade para o volante e não oferece assistente de permanência em faixa. O Sonic é o único com alerta de ponto cego.

O comportamento do consumidor brasileiro deu origem ao segmento dos SUVs compactos. As montadoras perceberam que o cliente queria pagar pouco por um carro mais altinho e com aspecto de utilitário esportivo. Não queria motor beberrão nem tração 4×4.

É como se as fábricas pegassem um hatch da linha de produção e trocassem alguns elementos para lhe dar a etiqueta de SUV.

Dessa estratégia nasceram Renault Kardian, Citroën C3 Aircross, Peugeot 2008, Nissan Kicks, Hyundai Creta, VW T-Cross, Fiat Pulse, Chevrolet Tracker e tantos outros. Todos derivados de plataformas modulares de compactos.

Por incrível que pareça, essa estratégia tem um lado positivo. Esses modelos altinhos conseguem herdar, na maioria das vezes, o comportamento mais urbano de seus “irmãos” compactos.

No caso do Tera, a sensação ao dirigir é muito parecida com a do Polo e a do Nivus. Apesar da baixa potência, o Volkswagen agrada ao volante na hora de encarar uma estrada sinuosa.

O Fiat Pulse é o mais potente e tem o melhor desempenho, mesmo sendo o mais pesado do trio. Isso se reflete em uma experiência mais próxima da proposta de um SUV, muito pela altura extra e pelo acerto da suspensão.

O Sonic é o mais parecido com um hatch. A Chevrolet acertou a mão no modelo, que saiu bem calibrado e com os sistemas de assistência no tom certo. A posição de dirigir não é alta de maneira artificial. Se existir, no futuro, um Sonic RS com motor 1.2, o modelo certamente será mais divertido na estrada.

Em relação ao espaço interno, o Fiat leva vantagem pela altura e não faz feio mesmo com o entre-eixos mais curto. O Sonic e, principalmente, o Tera não acomodam tão bem os ocupantes mais altos.

Quando falamos de vida a bordo, nenhum desses carros comete falhas graves no quesito ergonomia. Existem, porém, pontos em que alguns modelos se destacam.

A multimídia MyLink e o fato de contar com ponto de Wi-Fi e sistema OnStar de série colocam o Chevrolet acima dos rivais em conectividade. Além disso, a lógica do sistema, a velocidade de resposta e até o visual escuro com ícones minimalistas facilitam o uso dentro do Sonic.

O cluster de instrumentos, grande e com formato quase quadrado, causa estranheza no começo, mas em poucos minutos já é possível se acostumar. O mais comum é encontrar um painel com formato mais horizontal, como no Tera.

O sistema multimídia, a lógica de funcionamento e a organização dos menus também agradam no VW. A marca já entendeu que, independentemente do preço do carro, todos os modelos devem oferecer conectividade e sistemas que funcionem de forma praticamente instantânea para o cliente.

A falha é que o carregador por indução não é de série. Como Android Auto e Apple CarPlay sem fio consomem bastante bateria, a necessidade de conectar o celular por cabo para recarregá-lo elimina boa parte da vantagem da conexão sem fio.

Para ter esse recurso, é preciso pagar R$ 1.490 a mais por um pacote que também inclui ar-condicionado automático. Ainda assim, a vida a bordo e a posição de dirigir são boas.

A Fiat escolheu uma estratégia diferente para o Pulse. A multimídia utilizada pela Stellantis e os demais sistemas também são bons, mas ficam um pouco atrás dos rivais neste comparativo.

O quadro de instrumentos, com formato clássico, oferece boa visualização. Ainda assim, é razoável que um cliente disposto a pagar esse valor, ao observar os concorrentes, espere que a Fiat também ofereça um cluster 100% TFT.

Pela lista de equipamentos, preço e design, o Sonic surge como uma novidade interessante no segmento. O modelo tem atributos para fazer sucesso se a Chevrolet mantiver o preço agressivo e introduzir novas versões de entrada. O cliente que busca novidade tem perfil para o Sonic.

O Pulse tem vantagem pelo consumo mais baixo, pelo desempenho e pelas proporções que o deixam “altinho”. O cliente que busca esses atributos em primeiro lugar tem perfil para o Fiat.

Já o Tera tem ao volante o DNA de condução da Volkswagen e alguns itens exclusivos, como controle adaptativo da velocidade de cruzeiro com distância e alerta de fadiga. Mas poderia ter manutenção mais barata. Os números de vendas mostram o sucesso do carro e indicam que seu público é formado por consumidores que valorizam a marca.

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Petróleo: saiba como a crise no Estreito de Ormuz beneficia os negócios do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 03:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1571,78%Dólar TurismoR$ 5,3641,7%Euro ComercialR$ 5,9431,13%Euro TurismoR$ 6,1910,98%B3Ibovespa169.019 pts-0,77%Oferecido por

A crise no Estreito de Ormuz beneficia o Brasil, que surge como alternativa segura ao petróleo do Golfo Pérsico devido à sua produção offshore no Atlântico.

O país produz 4 milhões de barris por dia e viu a China elevar sua participação nas exportações brasileiras de petróleo bruto de 40% para quase 70%.

O petróleo do pré-sal e o incentivo à exploração na margem equatorial atraem mercados globais que buscam óleo bruto de fácil refino em águas ultraprofundas.

Apesar do potencial, o Brasil enfrenta gargalos estruturais, como a baixa capacidade de refino e a necessidade de investimentos bilionários de longo prazo para ampliar a produção.

O presidente Lula equilibra a transição energética com a expansão da Petrobras, enquanto o país enfrenta concorrência crescente de novos produtores mundiais, como a Guiana.

Plataforma destinada ao Sistema de Produção do Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

Desde o início da guerra no Irã e das repetidas ameaças ao Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica por onde passa aproximadamente 20% do petróleo mundial, o mercado petrolífero entrou em uma nova era de incerteza.

Os preços dispararam, os Estados buscam garantir seus suprimentos e diversos produtores de petróleo tentam lucrar com essa instabilidade. Entre eles está o Brasil.

O gigante sul-americano está emergindo como uma alternativa ao petróleo do Golfo. Seu petróleo offshore, extraído na costa atlântica, evita as rotas de navegação ameaçadas do Oriente Médio.

Essa posição geográfica, em tempos de crise, torna-se uma vantagem estratégica. "É perfeitamente lógico que os grandes consumidores busquem fornecedores mais estáveis, que não sejam afetados pelo caos que reina no Oriente Médio. E esse é, obviamente, o caso do Brasil", confirma Adel El Gammal, especialista em geopolítica energética e secretário-geral da Aliança Europeia de Pesquisa Energética (EERA).

Essa estabilidade já se reflete nos números. O Brasil, nono maior produtor de petróleo do mundo, responde por aproximadamente 4% da produção global.

"Para se ter uma ideia da escala, o Brasil produz cerca de 4 milhões de barris por dia, o que equivale à produção dos Emirados Árabes Unidos", continua o especialista.

Em meio à guerra no Irã, o Brasil viu um aumento nas compras de petróleo. Dois países, em particular, se destacaram: China e Índia. A China, que tradicionalmente importava a maior parte de seu petróleo bruto do Golfo Pérsico, redirecionou massivamente suas compras para o Brasil.

🔎 Segundo dados do governo brasileiro, as exportações de petróleo para a China dobraram no primeiro trimestre, atingindo o recorde de US$ 7,2 bilhões. Mais de 60% das exportações da Petrobras agora são destinadas à China.

"A China representava cerca de 40% das exportações brasileiras de petróleo bruto antes da crise no Estreito. Agora, está se aproximando de 70%", revela Adel El Gammal.

As duas principais petrolíferas chinesas, a China National Petroleum Corporation (CNPC) e a China National Offshore Oil Corporation (CNOOC), já tinham presença no Brasil por meio de parcerias, mas "o conflito no Oriente Médio apenas acelerou e fortaleceu seu relacionamento".

A força do petróleo brasileiro também reside em sua natureza. As imensas reservas offshore descobertas nos últimos vinte anos na costa do Rio de Janeiro estão entre as mais promissoras do mundo.

Extraído das águas ultraprofundas do Atlântico, esse petróleo bruto, conhecido como "pré-sal", possui características notáveis.

"O petróleo brasileiro tem a vantagem de ser leve e com baixo teor de enxofre. É um petróleo que se aproxima da qualidade do petróleo Brent, sendo considerado de alta qualidade. Diferentemente, por exemplo, do petróleo venezuelano, que é muito pesado e difícil de refinar", enfatiza Adel El Gammal.

Segundo Samuele Furfari, doutor em Ciências Aplicadas e professor de Geopolítica da Energia na Universidade Livre de Bruxelas, "o governo tem incentivado a exploração da margem equatorial, que é a zona geológica que se estende da costa amazônica brasileira até a Guiana. É um novo Eldorado. Toda essa área é rica em petróleo", um ativo valioso nos mercados globais que buscam petróleo bruto de fácil refino.

No entanto, o Brasil enfrenta restrições estruturais que dificultam qualquer desenvolvimento rápido. “O aumento da capacidade produtiva deve ser acompanhado do aumento da capacidade de refino. E, no Brasil, essa é uma de suas limitações; está longe de ser suficiente”, observa Adel El Gammal.

A isso se soma o que os economistas chamam de baixa elasticidade, ou seja, o fato de que “é difícil aumentar significativamente a produção no curto prazo sem investimentos adicionais e desenvolvimento de infraestrutura”, continua o pesquisador.

A mesma observação foi feita por Samuele Furfari, que apontou que “no setor petrolífero, trabalhamos em uma escala de longo prazo. O que decidimos hoje terá efeitos daqui a dez anos. Qualquer aumento significativo na capacidade requer investimentos de vários bilhões de dólares e projetos que se desenrolam ao longo de anos”.

Graças às exportações, o presidente Lula pretende continuar capitalizando nesse setor. Nos últimos meses, seu governo enviou diversos sinais favoráveis à indústria petrolífera.

A Petrobras continuou a exploração de seus gigantescos campos offshore, e Brasília anunciou recentemente a retomada da perfuração no campo de Urucu, na Amazônia, onde os poços de hidrocarbonetos estavam paralisados havia mais de dez anos.

Essa posição pode parecer paradoxal para um presidente que, ao mesmo tempo, tenta se apresentar como um dos líderes na luta contra as mudanças climáticas.

No entanto, segundo Adel El Gammal, essa contradição ilustra principalmente as realidades econômicas que o Brasil continua a enfrentar.

“Lula é a favor da transição energética, mas ele é o chefe de um Estado produtor de petróleo e precisa levar essa realidade em consideração. A Petrobras é um ator fundamental na economia brasileira e impulsiona toda a economia nacional", explica.

Outra realidade é a da política brasileira. Esse gigante sul-americano opera dentro de um sistema político descentralizado. Lula, mesmo como presidente, não tem total liberdade de ação em todas as questões.

“Lula também é obrigado a negociar, a encontrar um equilíbrio com as potências regionais, com a oposição e com os interesses financeiros profundamente enraizados no país. É a combinação de todos esses fatores que reduz sua margem de manobra”, observa o analista da área de energia.

Para Samuele Furfari, não há nada de absurdo em Brasília continuar a desenvolver seus recursos petrolíferos.

“Todo Estado busca a prosperidade de sua população. E, quando um país possui recursos, ele quer explorá-los.” O especialista belga vê essa estratégia, inclusive, como uma evolução natural para um país que ele descreve como “uma terra do futuro, rica em recursos agrícolas, hídricos e energéticos”.

Além do Brasil, a crise do Estreito de Ormuz revelou uma transformação mais profunda no cenário energético global. Um mundo que Samuele Furfari descreve assim: “Não é mais um mercado hegemônico, onde uma minoria de atores dita as regras; é um mercado disperso, onde cada produtor pode encontrar seu lugar.”

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) surge, para ele, como o símbolo dessa ruptura, porque “eles entenderam que o mundo mudou; a OPEP é coisa do passado.”

Boas notícias para Brasília, mas essa dinâmica tem seus limites. Por ora, resta uma incógnita para o Brasil: a duração da crise atual. Embora as tensões no Estreito de Ormuz ofereçam ao Brasil uma oportunidade imediata, não há garantia de que ela seja sustentável a longo prazo.

O Brasil poderia aproveitar uma janela de oportunidade, mas a concorrência está se intensificando em todos os lugares. Guiana, Angola, Moçambique, Azerbaijão e Canadá também buscam fortalecer sua posição no mercado global.

Com a entrada de novos produtores, o prêmio de escassez de que o Brasil desfruta atualmente está se erodindo gradualmente. No entanto, o mercado de petróleo permanece profundamente cíclico e extremamente sensível aos desdobramentos geopolíticos.

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Próximo feriadão é só daqui a 3 meses; veja os feriados que ainda restam em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 00:46

Trabalho e Carreira Próximo feriadão é só daqui a 3 meses; veja os feriados que ainda restam em 2026 Dos seis feriados restantes, cinco caem perto do fim de semana e podem ser emendados, ampliando os dias de descanso. Confira o calendário. Por Redação g1 — São Paulo

Após o Corpus Christi, que garantiu para alguns trabalhadores um descanso prolongado de até quatro dias, muita gente já começou a olhar para os próximos feriados de 2026.

Ao todo, o calendário terá 10 feriados nacionais, sendo que nove cairão em dias úteis — cenário considerado favorável para quem pretende planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

O próximo feriado nacional será o 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, que neste ano cairá em uma segunda-feira e poderá render um novo “feriadão”.

Na sequência, o Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, também cairá em uma segunda-feira e poderá prolongar o descanso para quem não trabalha aos fins de semana.

Após o Corpus Christi, celebrado na última quinta-feira (4) e que garantiu, para alguns trabalhadores, um descanso prolongado de até quatro dias, muita gente já começou a olhar para o próximo feriadão.

Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 — e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.

O próximo feriado nacional, porém, só acontecerá daqui a três meses: o 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, que neste ano cai em uma segunda-feira e pode render folga prolongada para quem não trabalha aos fins de semana.

Vale lembrar que, mesmo nos feriados nacionais, nem todos os trabalhadores são dispensados. A legislação permite o funcionamento de atividades consideradas essenciais.

⚠️ Nesses casos, quem trabalhar na data tem direitos garantidos, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois do 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, o próximo feriado nacional será 12 de outubro, quando é celebrado o Dia de Nossa Senhora Aparecida.

A data também cairá em uma segunda-feira e poderá render um descanso prolongado para quem não trabalha aos fins de semana.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

As melhores datas para tirar férias em 2026: veja como emendar feriados e ganhar até seis dias de descansoFeriados de 2026: quase todos caem em dias úteis e viram folga prolongada; veja como aproveitar

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Guia g1 #1: qual é o melhor momento para trocar de carro?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 00:46

Podcasts Guia g1 Guia g1 #1: qual é o melhor momento para trocar de carro? Neste episódio, Rogério Galvão, do canal Único Dono, ensina como aproveitar períodos do ano — como fim de mês e troca de modelo — para fazer um bom negócio ao comprar um carro. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

O melhor momento para comprar um carro pode variar de acordo com o tipo de veículo, as condições do mercado e até mesmo o perfil do comprador.

No primeiro episódio da nova temporada do podcast Guia g1, o especialista em carros usados Rogério Galvão, explica que não existe uma “data mágica” para fazer o melhor negócio, mas sim janelas de oportunidade.

Segundo ele, início e fim de ano, fim de mês e períodos de troca de modelo costumam ser os momentos mais vantajosos para quem está em busca de um carro novo, seminovo ou usado.

O especialista também alerta para os cuidados com promoções sazonais, como as da Black Friday, e dá a dica: é essencial usar a razão e não a emoção na hora da compra: pensar no orçamento, nas necessidades da família e nos custos de manutenção antes de se deixar levar pelo design ou pela empolgação do momento.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

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