RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 3021: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 21:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3021: confira os números sorteados Veja os números sorteados: 46 – 19 – 16 – 58 – 22 – 24. Uma aposta acertou as seis dezenas e levou R$ 39.427.096,38 para casa. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3021 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (20), em São Paulo. Uma aposta acertou as seis dezenas e levou para casa R$ 39 milhões.

📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do diaClique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp

6 acertos – 1 aposta ganhadoras, R$ 39.427.096,385 acertos – 65 apostas ganhadoras, R$ 30.910,50.4 acertos – 3.942 apostas ganhadoras, R$ 840,14.

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 6 horas Eleições 2026 Flávio usa slogan de Lula e diz que candidatura é ‘missão dada’: ‘Não queria’Há 6 horasCom maiores bancadas no Congresso, PL triplica verba para eleiçõesHá 6 horasCopa do MundoAlemanha vence a Costa do Marfim de virada e vai ao mata-mata

Há 2 horas Copa do Mundo Holanda goleia a Suécia em jogo que interessa ao BrasilHá 2 horasHolanda chega a 14 jogos sem perder e supera recorde do BrasilHá 2 horasCopa do MundoRaphinha tem lesão confirmada e desfalca o Brasil na Copa

Há 4 horas Copa do Mundo Por que a lesão na coxa é tão difícil de evitar no futebol?Há 4 horasVini Jr. assume o protagonismo da Seleção Brasileira na Copa

Há 18 minutos Jornal Nacional Ancelotti diz que Neymar deve estrear no próximo jogoHá 18 minutosLoterias Mega-Sena pode pagar R$ 39 milhões; veja dezenas sorteadas

Há 34 minutos Mega-Sena Volta para casaCom nova regra da Fifa, Copa já tem duas seleções eliminadas

Há 6 horas Copa do Mundo Susto na madrugadaPF abre investigação preliminar para apurar alertas falsos da Defesa Civil

Há 8 horas Política ‘Tudo indica que foi um ataque hacker’, diz secretárioHá 8 horasPor que o alerta extremo chegou a alguns bairros e a outros, não?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Anatel reforça que disparo de alerta com mensagem ‘misantropia’ não foi emitido por autoridades

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%Oferecido por

Anatel reforçou neste sábado (20) que mensagens de alerta com a palavra "misantropia" disparadas na madrugada não foram enviadas por autoridades de defesa civil.

O envio ocorreu após a invasão da plataforma Defesa Civil Alerta. O sistema disparou notificações para celulares em pelo menos 7 unidades da federação.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional retirou a plataforma do ar por volta de 1h30. A Polícia Federal será acionada para investigar o caso.

A Anatel, que coordena a integração com operadoras, defendeu a importância do sistema. A Defesa Civil apura as circunstâncias e a origem do disparo.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nota, na manhã deste sábado (20), para reforçar que as mensagens de alerta extremo recebidas por usuários de telefonia móvel durante a madrugada não foram emitidas pelas autoridades responsáveis pelo sistema de avisos à população.

A nota da Anatel foi divulgada após a plataforma de envios Defesa Civil Alerta sofrer uma invasão e disparar notificações para celulares de pelo menos sete unidades da federação na madrugada deste sábado.

A mensagem de alerta falso disparada continha a palavra "misantropia", que significa aversão ou rejeição à humanidade. Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, em razão da invasão, a plataforma de envios foi retirada do ar por volta da 1h30.

O próprio Ministério da Integração já havia informado que a mensagem foi disparada por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. A pasta disse que vai acionar a Polícia Federal para a investigação do episódio.

Em nota, a Anatel explicou o funcionamento do sistema: os alertas encaminhados pelas operadoras de telefonia móvel, utilizando a tecnologia Cell Broadcast, são originados exclusivamente na plataforma da Defesa Civil. Segundo a Anatel, às operadoras cabe apenas a transmissão dos comunicados para as áreas geográficas previamente definidas pelas autoridades de segurança e proteção civil.

"A Agência reforça a relevância do sistema de alertas por Cell Broadcast, apto a cumprir seu propósito de apoiar as ações de prevenção e resposta a desastres, contribuindo para a proteção da população e a preservação de vidas", afirmou a Anatel no comunicado.

A Defesa Civil já informou que está apurando o ocorrido e adotando as providências cabíveis para identificar as circunstâncias e a origem do disparo dos alertas durante a madrugada.

Alerta da Defesa Civil com a palavra "misantropia" tocou nos celulares dos moradores de Campo Grande. — Foto: Reprodução

Há 5 horas Educação Por que o alerta tocou alto mesmo com o celular no silencioso?Há 5 horas👽🛸ETs? Mistério? Susto com alerta extremo vira meme nas redes

Há 3 horas Tecnologia Especialistas apontam duas hipóteses para invasão de sistema; entendaHá 3 horasCaminho até o hexa 🟢🟡Vai jogar? Ancelotti diz que espera volta de Neymar para Brasil x Escócia

Há 14 minutos Copa do Mundo Raphinha sente dores na coxa e vai fazer examesHá 14 minutosBrasil resolve o jogo no 1º tempo e vence o HaitiHá 14 minutosAnote na agenda 🔰⚽Veja o dia e adversário do próximo adversário do Brasil na Copa do Mundo

Há 13 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 13 horasHolanda, Suécia e Alemanha entram em campo hojeHá 13 horasAcidente em rope jumpPolícia prende mais 3 suspeitos por morte de jovem lançada sem corda

Há 26 minutos Piracicaba e Região Engavetamento na BR-262Acidente com 15 veículos deixa um morto e 5 feridos na Grande BH

Há 51 minutos Minas Gerais Eleições 2026Fundo Eleitoral do PL, de Flávio Bolsonaro, triplica em 4 anos

Há 2 horas Eleições 2026 TSE firma acordo com partidos para evitar fraudes de cotasHá 2 horasPlacar da Fifa Holanda e Países Baixos não são a mesma coisa; entenda a sigla ‘NED’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Defesa Civil Nacional diz que sistema foi invadido e disparou alerta falso; veja o que se sabe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 09:44

Tecnologia Defesa Civil Nacional diz que sistema foi invadido e disparou alerta falso; veja o que se sabe Mensagem com a palavra 'misantropia' e textos desconexos foram enviados a celulares em diferentes regiões do país. Caso será investigado pela Polícia Federal. Por Rayane Macedo, g1 — São Paulo

Moradores de diferentes regiões do país relataram ter recebido, entre a noite de sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado (20), alertas extremos sonoros e mensagens de texto atribuídas à Defesa Civil. O caso chamou atenção pelo conteúdo incomum: em alguns celulares, aparecia apenas a palavra “misantropia”; em outros, mensagens desconexas e com erros de escrita.

A Defesa Civil Nacional informou que a plataforma Defesa Civil Alerta foi retirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20), depois de sofrer uma invasão. Segundo o órgão, o disparo foi feito remotamente por alguém sem autorização e pode ter sido resultado de um ataque hacker.

"A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas", afirmou o órgão.

Antes da confirmação da invasão, autoridades estaduais já haviam informado que não tinham emitido os alertas. A Defesa Civil do Paraná disse que não havia qualquer situação de risco e acionou a Defesa Civil Nacional e a Anatel para investigar o caso.

A Defesa Civil de São Paulo também afirmou que não enviou nenhuma mensagem. O órgão informou que a tecnologia Cell Broadcast, usada para alertas severos e extremos, é gerida pela Anatel e disse que entrou em contato com a agência.

Para o especialista em tecnologia Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks, há pelo menos duas hipóteses iniciais que podem orientar a investigação.

A primeira possibilidade, segundo ele, é que o software usado para receber mensagens das autoridades e encaminhá-las às redes de telefonia tenha sido comprometido. Nesse cenário, alguém poderia ter acessado o sistema com credenciais legítimas ou explorado uma falha para disparar mensagens sem autorização.

A segunda hipótese levantada pelo especialista é o acesso remoto a computadores de servidores públicos que tenham autorização para operar esse sistema. Nesse caso, o invasor poderia se passar por um usuário legítimo para enviar os alertas.

Ayub ressalta, no entanto, que essas hipóteses ajudam a explicar como uma invasão desse tipo pode ter acontecido, mas que ainda não há confirmação sobre quem foi o responsável pelo disparo das mensagens.

Morador do Rio de Janeiro mostra alerta extremo recebido no celular com a palavra “misantropia”. — Foto: Reprodução

A palavra “misantropia” chamou atenção de usuários e virou alvo de buscas na internet. Segundo o dicionário Michaelis, o termo significa aversão ou rejeição à humanidade, podendo também se referir a isolamento social, melancolia ou profunda tristeza.

Nas redes sociais, a mensagem rapidamente virou meme. Alguns internautas brincaram com a situação e associaram o alerta a cenários fictícios, como invasões alienígenas e mensagens misteriosas.

Há 3 horas Educação Por que o alerta tocou alto mesmo com o celular no silencioso?Há 3 horas👽🛸ETs? Mistério? Susto com alerta extremo vira meme nas redes

Há 44 minutos Tecnologia Caminho até o hexa 🟢🟡Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Confira agenda

Há 11 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 11 horasEngavetamento na BR-262Acidente com 15 veículos deixa 5 feridos na Grande BH

Há 5 minutos Minas Gerais Efeitos do álcoolExagerou no jogo do Brasil? Veja como amenizar os sintomas da ressaca

Há 1 hora Saúde Frio aumenta risco de infarto e AVC; entendaHá 1 horaSepare o casaco 🧥Último dia do outono terá frio no Sul e no Sudeste; veja previsão

Há 2 horas Meio Ambiente Frente fria traz chuva e rajadas de vento no fim de semana em SPHá 2 horas Na véspera do verão, Europa já enfrenta calor extremoHá 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que o alerta da Defesa Civil tocou alto de madrugada mesmo com o celular no silencioso?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 09:44

Tecnologia Por que o alerta da Defesa Civil tocou alto de madrugada mesmo com o celular no silencioso? Sistema usado para avisos de desastres emite notificações em massa por antenas de celular, sem depender de internet, aplicativo ou cadastro. No caso de alertas extremos, o som é programado para se sobrepor ao modo silencioso. Por Redação g1 — São Paulo

Celulares de várias cidades receberam, na madrugada deste sábado (20), um alerta sonoro extremo com a palavra “misantropia”, sem relação com uma situação real de risco.

O aviso assustou porque tocou alto, como uma sirene, inclusive em aparelhos no silencioso, e ficou ativo até que o usuário visualizasse e interrompesse a mensagem na tela.

O sistema usado é o Defesa Civil Alerta, que envia comunicados emergenciais por antenas de telefonia celular, sem depender de internet, aplicativo ou cadastro prévio.

Alertas classificados como extremos são programados para se sobrepor às configurações comuns do celular, como modo silencioso ou “Não Perturbe”, porque servem para avisar sobre risco grave à população.

A Defesa Civil Nacional informou que a plataforma foi tirada do ar após uma invasão e disse que vai acionar a Polícia Federal para investigar o disparo não autorizado.

O alerta sonoro enviado a celulares de diferentes cidades do Brasil entre a noite de sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado (20) causou susto não apenas pelo conteúdo da mensagem, mas também pela forma como ela apareceu: em volume alto, como uma sirene que continuava tocando até o usuário visualizar a mensagem e interromper o aviso, inclusive em aparelhos que estavam no modo silencioso.

A explicação está no próprio funcionamento do sistema. O Defesa Civil Alerta, plataforma usada para avisos de emergência à população, foi desenhado para furar barreiras comuns do celular em situações de risco extremo. Quando uma mensagem é classificada como “alerta extremo”, o aviso pode tocar em volume elevado e se sobrepor ao uso normal do aparelho, com o intuito de chamar a atenção de quem está em uma área sob ameaça.

No caso desta madrugada, porém, a mensagem não correspondia a uma situação real de risco. A Defesa Civil Nacional informou que a plataforma foi tirada do ar à 1h30 após sofrer uma invasão e disparar um alerta para várias regiões do país.

Segundo o órgão, o envio foi ordenado remotamente por alguém de fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e provavelmente se trata de um ataque hacker.

A mensagem disparada era do tipo “Alerta Extremo” e trazia a palavra “misantropia”, sem relação com desastres naturais, eventos meteorológicos severos ou qualquer orientação de proteção à população.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil afirmou que acionará a Polícia Federal e que o sistema só será religado quando as condições de segurança forem restabelecidas.

Alerta da Defesa Civil com a palavra "misantropia" tocou nos celulares dos moradores de Campo Grande. — Foto: Reprodução

O Defesa Civil Alerta é um sistema público criado para enviar avisos emergenciais a celulares localizados em áreas de risco. Ele é usado em situações como chuvas intensas, enchentes, enxurradas, alagamentos, deslizamentos de terra, vendavais e outros eventos capazes de colocar a população em perigo.

A tecnologia por trás da ferramenta se chama Cell Broadcast. Diferentemente de mensagens comuns de SMS ou notificações de aplicativos, ela não envia o alerta para números cadastrados individualmente. O aviso é transmitido pelas antenas de telefonia celular para todos os aparelhos compatíveis conectados à rede móvel em uma determinada área.

Isso permite que a Defesa Civil envie uma mensagem para uma região específica, delimitada por critérios técnicos e geográficos. Quem estiver naquela área, com um celular compatível e conectado à rede móvel, pode receber o aviso automaticamente.

Por isso, o sistema não exige cadastro prévio, aplicativo instalado, pacote de dados ativo ou conexão à internet. A lógica é alcançar rapidamente o maior número possível de pessoas em uma área sob risco, inclusive quem não se inscreveu em serviços de alerta por SMS.

O ponto central é o nível do alerta. Segundo as regras do Defesa Civil Alerta, há diferenças entre os tipos de aviso.

Em alertas severos, o celular pode emitir um som mais simples, semelhante ao de uma mensagem comum, e o aviso não necessariamente toca se o aparelho estiver no silencioso.Já nos alertas extremos, a lógica é outra. A mensagem aciona um som mais forte, parecido com uma sirene, mesmo que o celular esteja no modo silencioso. Isso acontece porque esse tipo de alerta é reservado para situações em que há risco iminente ou muito grave à vida e à segurança da população.

A ideia é que, diante de um risco real —como uma enchente repentina, deslizamento ou evento extremo—, a pessoa seja avisada mesmo se estiver dormindo, com o telefone bloqueado, usando outro aplicativo ou com as notificações comuns desativadas.

Foi essa característica de segurança que fez o falso alerta causar tanto susto durante a madrugada. Como a mensagem foi classificada como extrema, os celulares reagiram como reagiriam em uma emergência real.

Não. O Defesa Civil Alerta não depende de internet, Wi-Fi ou aplicativo. A mensagem chega pela rede de telefonia móvel, usando a tecnologia Cell Broadcast.

Isso também explica por que várias pessoas receberam o aviso ao mesmo tempo em cidades diferentes. O disparo não funciona como uma conversa individual entre remetente e destinatário, mas como uma transmissão direcionada pelas antenas para os aparelhos dentro da área definida.

Para receber o alerta, o celular precisa ser compatível com a tecnologia e estar conectado a uma rede móvel adequada no momento do envio. Quem estiver apenas no Wi-Fi, sem conexão com a rede de telefonia, fora da área delimitada ou com aparelho incompatível pode não receber a mensagem.

Em alguns celulares, há configurações relacionadas a alertas de emergência e alertas governamentais. Mas autoridades de defesa civil recomendam que esses avisos permaneçam ativados, porque eles são usados em situações em que a informação rápida pode evitar mortes.

O alerta extremo é uma categoria pensada para risco grave. Por isso, ele tem prioridade sobre configurações comuns do aparelho, como o modo silencioso ou o uso de outros aplicativos.

A invasão relatada pela Defesa Civil Nacional expõe uma falha de segurança no uso da plataforma, mas não muda a finalidade do sistema: avisar a população com rapidez em situações de perigo real.

Moradores de várias cidades relataram ter recebido mensagens com a palavra “misantropia” ou variações do termo. O conteúdo não trazia orientação de proteção, indicação de área de risco nem relação com fenômenos climáticos.

Segundo o dicionário Michaelis, misantropia significa aversão, desconfiança ou rejeição à humanidade. O termo também pode ser associado a isolamento social, melancolia ou tristeza profunda.

Defesas civis estaduais e municipais, como as de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Salvador, afirmaram que não foram responsáveis pelo disparo e disseram que não havia, no momento, situação de risco que justificasse um alerta extremo.

A Defesa Civil Nacional afirmou que a plataforma foi tirada do ar após a invasão. Segundo o órgão, a Polícia Federal será acionada para investigar o caso.

Há 3 horas Educação Por que o alerta tocou alto mesmo com o celular no silencioso?Há 3 horas👽🛸ETs? Mistério? Susto com alerta extremo vira meme nas redes

Há 44 minutos Tecnologia Caminho até o hexa 🟢🟡Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Confira agenda

Há 11 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 11 horasEngavetamento na BR-262Acidente com 15 veículos deixa 5 feridos na Grande BH

Há 5 minutos Minas Gerais Efeitos do álcoolExagerou no jogo do Brasil? Veja como amenizar os sintomas da ressaca

Há 1 hora Saúde Frio aumenta risco de infarto e AVC; entendaHá 1 horaSepare o casaco 🧥Último dia do outono terá frio no Sul e no Sudeste; veja previsão

Há 2 horas Meio Ambiente Frente fria traz chuva e rajadas de vento no fim de semana em SPHá 2 horas Na véspera do verão, Europa já enfrenta calor extremoHá 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

ETs? Mistério? Susto com alerta extremo da Defesa Civil Nacional vira meme nas redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 09:44

Tecnologia ETs? Mistério? Susto com alerta extremo da Defesa Civil Nacional vira meme nas redes sociais Órgão diz que foi alvo de uma invasão e que mensagem falsa foi disparada por hackers. Texto continha a palavra 'misantropia', que significa aversão à humanidade. Por Redação g1 — São Paulo

Moradores de ao menos sete cidades brasileiras receberam um alerta sonoro extremo da Defesa Civil entre a noite de sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado (20). As mensagens tinham a palavra "misantropia", sem relação com uma situação real de risco.

A Defesa Civil Nacional informou que a plataforma usada para o envio dos alertas foi retirada do ar à 1h30 deste sábado (20), depois de sofrer uma invasão. Segundo o órgão, o disparo foi feito remotamente por alguém sem autorização e pode ter sido resultado de um ataque hacker (leia a nota completa abaixo).

📱 Nas redes sociais, a mensagem rapidamente virou meme. Alguns internautas brincaram com a situação e associaram o alerta a cenários fictícios, como invasões alienígenas e mensagens misteriosas.

Em Belo Horizonte (MG), moradores relataram que a mensagem mencionava uma invasão alienígena: "Proteja-se: ATAQUE ALIENÍGENA, HUMANOS CHEGAMOSmisantropo".

Mensagem recebida por moradores de Belo Horizonte (MG) na madrugada deste sábado — Foto: Reprodução

O termo "misantropia" significa aversão ou rejeição à humanidade, podendo também se referir a isolamento social, melancolia ou profunda tristeza. Ou seja, não tem ligação com eventos climáticos ou situações de emergência.

"A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas."

Há 3 horas Educação Por que o alerta tocou alto mesmo com o celular no silencioso?Há 3 horas👽🛸ETs? Mistério? Susto com alerta extremo vira meme nas redes

Há 44 minutos Tecnologia Caminho até o hexa 🟢🟡Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Confira agenda

Há 11 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 11 horasEngavetamento na BR-262Acidente com 15 veículos deixa 5 feridos na Grande BH

Há 5 minutos Minas Gerais Efeitos do álcoolExagerou no jogo do Brasil? Veja como amenizar os sintomas da ressaca

Há 1 hora Saúde Frio aumenta risco de infarto e AVC; entendaHá 1 horaSepare o casaco 🧥Último dia do outono terá frio no Sul e no Sudeste; veja previsão

Há 2 horas Meio Ambiente Frente fria traz chuva e rajadas de vento no fim de semana em SPHá 2 horas Na véspera do verão, Europa já enfrenta calor extremoHá 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifaço de Trump: empresas dos EUA afirmam que Brasil é insubstituível e tentam barrar taxa de 25%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%Oferecido por

Extraídas de minas brasileiras, pedras naturais como ametistas, ágatas e quartzos percorrem milhares de quilômetros até chegar aos Estados Unidos, onde são transformadas em itens de decoração, presentes e lembranças vendidos por atacadistas e varejistas.

Esse comércio, no entanto, pode ser afetado pela proposta do governo americano de novamente impor uma tarifa adicional sobre produtos brasileiros.

Por isso, até mesmo empresas americanas que dependem dessas importações passaram a pressionar Washington para retirar os produtos brasileiros da lista de sobretaxas. Elas argumentam que não há fornecedores em outros países capazes de substituir o Brasil em termos de qualidade, escala de produção e preço.

Entre essas empresas está a GeoCentral, atacadista sediada em Mason, no estado de Ohio, especializada em pedras, cristais e fósseis.

A companhia, controlada desde 2008 pela holding familiar CM Paula, pediu formalmente ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) que as pedras semipreciosas brasileiras sejam incluídas na lista de produtos isentos da medida.

Segundo a empresa, mais de 25% de todo o seu portfólio é importado do Brasil de estados como Minas Gerais e Rio Grande so Sul, incluindo a maior parte das pedras preciosas e semipreciosas comercializadas em diferentes formatos, de cristais soltos a produtos prontos para o varejo.

A GeoCentral não está sozinha. Ao menos outras 11 empresas e entidades setoriais enviaram manifestações ao USTR contestando a proposta de sobretaxa sobre mercadorias brasileiras.

Destas, pelo menos nove são companhias americanas. Em comum, elas afirmam que a medida aumentará custos, prejudicará suas operações e reduzirá a competitividade da indústria dos EUA.

Minarais comercilizados pela GeoCentral: empresa pediu a inclusão de pedras naturais na lista de isenção do governo dos EUA — Foto: Divulgação

Em entrevista ao g1, o CEO da CM Paula, George White, afirmou que a empresa compra produtos brasileiros por necessidade, e não apenas por preferência.

“Nós não compramos do Brasil simplesmente porque queremos. Compramos porque o país oferece a melhor combinação de qualidade e custo disponível no mundo.”

Em 2025, as exportações brasileiras da categoria de pérolas e pedras preciosas ou semipreciosas, brutas ou trabalhadas, somaram cerca de US$ 45,6 milhões para os EUA. Quando se incluem joias e outros artigos de matérias preciosas ou semipreciosas, o valor supera US$ 71,8 milhões.

Segundo White, o Brasil possui uma infraestrutura mineradora difícil de ser replicada por outros países, com capacidade para extrair, cortar, polir e preparar pedras para comercialização em larga escala. “Simplesmente não existem alternativas equivalentes em outros lugares”, afirmou.

Em sua manifestação ao USTR, a CM Paula informou que cerca de 120 produtos comercializados pela GeoCentral seriam afetados pela tarifa e argumentou que eles “não estão disponíveis em fontes alternativas com preços razoáveis, qualidade semelhante ou quantidade suficiente fora do Brasil”.

White afirma que a empresa já sofreu impactos relevantes com o aumento das tarifas impostas anteriormente sobre importações brasileiras. Segundo o executivo, as sobretaxas obrigaram a companhia a reduzir despesas, demitir funcionários, diminuir investimentos em marketing e elevar preços praticados no atacado.

Parte desses valores começou a ser devolvida após decisões da Justiça americana que questionaram a legalidade de tarifas impostas pelo governo dos EUA com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Com isso, várias cobranças foram suspensas ou passaram a ser questionadas judicialmente.

No Brasil, as sobretaxas impostas pelos EUA chegaram a 50% sobre parte dos produtos exportados em 2025.

Em 20 de novembro de 2025, porém, o presidente Donald Trump assinou um decreto que retirou a tarifa adicional de 40% aplicada a dezenas de produtos agrícolas e pecuários brasileiros, antes mesmo da decisão definitiva da Justiça americana sobre a legalidade das cobranças.

Posteriormente, após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegais parte dessas sobretaxas, o governo americano passou a utilizar outros instrumentos legais para sustentar algumas cobranças, incluindo uma tarifa global de 10% sobre as importações.

Essa medida também foi contestada judicialmente, mas um tribunal federal de apelações decidiu mantê-la temporariamente em vigor enquanto analisa o recurso do governo.

De acordo com White, a empresa já recuperou cerca de 10% dos valores devidos e espera receber o restante até o fim deste ano ou no início do próximo. Ao todo, a companhia já apresentou 117 pedidos de restituição relacionados a importações provenientes do Brasil e da China.

Mesmo que a tarifa adicional de 25% seja implementada, a GeoCentral afirma que continuará comprando produtos brasileiros.

“Continuaremos importando do Brasil. A única diferença é que teremos de arcar com custos maiores por causa das tarifas”, disse White. Segundo o executivo, a companhia ainda não encontrou em outros países fornecedores capazes de substituir as pedras brasileiras.

A mobilização das empresas americanas ocorre após o USTR concluir uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA, citando temas como o PIX, o combate ao desmatamento ilegal, a pirataria e a aplicação das leis anticorrupção.

Com base no relatório, o órgão propôs uma tarifa adicional de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros e abriu uma consulta pública para receber manifestações de empresas, associações e demais interessados.

O processo será concluído com uma audiência marcada para 6 de julho, quando representantes dos setores afetados poderão apresentar ao governo americano os impactos da medida.

🔎 O número de empresas protestando só não é maior porque a proposta prevê uma longa lista de exceções. Devem ficar de fora da sobretaxa materiais informativos, doações e uma lista específica de produtos, que inclui itens como café, chá, determinadas carnes, frutas, minerais, cereais, sementes, frutos oleaginosos, plantas industriais e medicinais, além de palha e forragem. (veja a lista completa aqui)

Nas manifestações enviadas ao USTR, empresas dos setores de pisos, construção, mineração, educação e habitação sustentam que muitos produtos brasileiros não têm substitutos equivalentes no mercado americano e alertam que a tarifa aumentaria os custos para empresas e consumidores dos próprios EUA, sem fortalecer a produção doméstica.

O g1 localizou algumas delas nos pedidos de participação nas audiências públicas da investigação.

🪵The Fantastic Floor: empresa do estado de Washington e especializada em pisos de madeira pediu a exclusão de espécies brasileiras como jatobá e cumaru da tarifa. Segundo a companhia, essas madeiras são nativas da América do Sul e não estão disponíveis comercialmente nos EUA.🪵Artivo Surfaces: importadora e distribuidora americana de revestimentos e pisos de madeira. Em manifestação ao USTR, afirmou que as madeiras brasileiras precisam ser processadas ainda na origem para preservar sua qualidade e que a sobretaxa não estimularia a produção doméstica. “Aumentar a tarifa não beneficiará os fabricantes ou consumidores dos EUA, porque as matérias-primas são naturalmente indisponíveis e a qualidade do produto não pode ser replicada”, disse.🪵Strong Flooring Solutions: empresa do setor de pisos que argumentou que não existem espécies americanas capazes de reproduzir a aparência das madeiras brasileiras. Para a companhia, consumidores interessados nesse tipo de produto não migrariam para alternativas nacionais simplesmente porque “não há opção disponível”.🪵Wood Timber Import: importadora de produtos de madeira que destacou a importância de molduras e componentes de construção fabricados no Brasil para o mercado imobiliário americano. Segundo a empresa, a produção doméstica não consegue atender à demanda em volume e qualidade suficientes, e novas tarifas apenas elevariam os custos dos projetos.💎JKG Inc. (Jessie Kan Granite): empresa americana distribuidora de placas de granito, mármore e quartzo, afirmou que os materiais brasileiros possuem características geológicas únicas. Em sua manifestação, alertou que a medida apenas encareceria obras e produtos finais: “Adicionar tarifas sobre pedras naturais do Brasil servirá apenas para elevar os custos de construção e aumentar os custos para os consumidores finais”.🏠Legacy Roots Housing Initiative (LRHI): organização voltada ao desenvolvimento de moradias modulares e projetos de infraestrutura habitacional nos EUA. A entidade afirmou que a tarifa sobre esses componentes criaria barreiras para pequenos incorporadores e atrasaria projetos de habitação.🦷 Lauria Dental Model: empresa americana que comercializa modelos odontológicos utilizados por universidades e cursos de formação profissional. A companhia pediu a exclusão desses produtos da medida, argumentando que eles são destinados exclusivamente ao ensino, não competem com dispositivos médicos fabricados nos EUA e que a sobretaxa apenas elevaria os custos da educação.

🌱 Entidades setoriais também entraram no debate. A American Seed Trade Association (ASTA), que representa a indústria de sementes dos EUA, pediu participação na audiência pública do USTR e defendeu que sementes para plantio sejam excluídas da tarifa proposta sobre produtos brasileiros.

Segundo a associação, a implementação da nova taxa prejudicaria a competitividade do setor americano e afetaria cadeias globais de suprimento essenciais para a inovação agrícola.

Após o prazo para envio de manifestações por escrito, que se encerra em 1º de julho, e da audiência pública marcada para 6 de julho, o governo dos EUA deverá analisar as contribuições recebidas antes de tomar a decisão final.

A expectativa é que o processo seja concluído até 15 de julho, data prevista para eventual implementação das novas tarifas.

Segundo o Itamaraty, o Brasil tem atuado em duas frentes para tentar reverter a proposta: a contestação técnica da investigação conduzida pelo USTR e a negociação diplomática com Washington.

O governo brasileiro afirma já ter enviado manifestações formais ao órgão americano e estuda apresentar uma nova contribuição durante o período de consultas.

Em paralelo, o tema pode ganhar espaço na agenda política internacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cúpula do G7, na França, e o governo brasileiro trabalha com a possibilidade de um encontro com o presidente Donald Trump, embora não haja reunião bilateral oficialmente marcada.

Nos bastidores, a avaliação é que a proposta de sobretaxa de 25% ainda pode ser negociada antes da conclusão do processo conduzido pelo USTR.

Ao g1, a Amcham Brasil, entidade que representa empresas e as relações comerciais entre Brasil e EUA, afirmou que acompanha de perto a investigação conduzida pelo governo americano e defende uma saída negociada para o impasse.

A entidade informou que vem mantendo conversas com autoridades brasileiras e americanas sobre o tema. Segundo a Amcham, foi realizada uma reunião em 15 de junho, em São Paulo, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e representantes de cerca de 15 empresas.

No encontro, foram discutidos os possíveis impactos da imposição de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.

A Amcham também disse que participou da consulta pública e da audiência promovidas pelo governo dos EUA e prepara uma nova manifestação à USTR.

O documento deve destacar os efeitos das sobretaxas sobre as cadeias de suprimentos, a produção e o consumo no mercado americano, além do papel do Brasil como fornecedor estratégico e do risco de que esses produtos sejam substituídos por concorrentes de outras regiões, especialmente da Ásia.

"Brasil e Estados Unidos possuem uma relação econômica altamente complementar e estratégica", afirmou a entidade, em nota. Por isso, acrescentou, "segue trabalhando para que eventuais divergências sejam tratadas por meio do diálogo e da cooperação, preservando o comércio, os investimentos e a competitividade das empresas dos dois países".

Há 7 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 7 horasIrã x EUAO que se sabe sobre o programa nuclear iraniano, o ponto mais delicado do acordo de paz entre Irã e EUA

Há 1 hora Mundo Para que serviu a guerra? A pergunta inevitável levantada pelo acordo entre EUA e IrãHá 1 horaMundoPresidente da Bolívia decreta estado de emergência após 50 dias de protestos

Há 1 hora Mundo Advogado de ultradireita e senador de esquerda disputam 2º turno na Colômbia: saiba quem sãoHá 1 horaBrasil x EUATrump diz ter ‘observado’ Lula no G7 e afirma que brasileiro é ‘muito volátil’

Há 12 horas Mundo EUA apresentam novo Air Force One, presente do Catar a TrumpHá 12 horasEconomiaTarifaço de Trump: empresas dos EUA afirmam que Brasil é insubstituível e tentam barrar taxa de 25%

Há 25 minutos Economia ‘Taxa das blusinhas’: após fim do imposto, varejo e importadores levam disputa ao Congresso e à JustiçaHá 25 minutosFeira de SantanaServidor que amputou o próprio pé alegou que perdeu membro em sequestro

Há 1 hora Feira de Santana e Região Norte e NoroesteMédico preso no Paraná colocou cama, guarda-roupas e televisão em centro-cirúrgico; VEJA FOTOS

Há 1 hora Norte e Noroeste Emoção em fotos 📸Gari e capitã da PM em GO fazem ensaio para celebrar os 25 anos juntos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

QUIZ: você reconhece os países da Copa do Mundo pelos pratos típicos de cada um?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 05:44

Agro QUIZ: você reconhece os países da Copa do Mundo pelos pratos típicos de cada um? O g1 preparou um quiz com os pratos típicos de algumas das seleções que jogam neste final de semana, na Copa do Mundo de 2026. Teste seus conhecimentos gastronômicos. Por Redação g1 — São Paulo

Que tal uma volta ao mundo pelos sabores da Copa? O g1 preparou um quiz com pratos típicos de 10 das 16 seleções que entram em campo neste fim de semana na Copa do Mundo de 2026.

Há 7 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 7 horasIrã x EUAO que se sabe sobre o programa nuclear iraniano, o ponto mais delicado do acordo de paz entre Irã e EUA

Há 1 hora Mundo Para que serviu a guerra? A pergunta inevitável levantada pelo acordo entre EUA e IrãHá 1 horaMundoPresidente da Bolívia decreta estado de emergência após 50 dias de protestos

Há 1 hora Mundo Advogado de ultradireita e senador de esquerda disputam 2º turno na Colômbia: saiba quem sãoHá 1 horaBrasil x EUATrump diz ter ‘observado’ Lula no G7 e afirma que brasileiro é ‘muito volátil’

Há 12 horas Mundo EUA apresentam novo Air Force One, presente do Catar a TrumpHá 12 horasEconomiaTarifaço de Trump: empresas dos EUA afirmam que Brasil é insubstituível e tentam barrar taxa de 25%

Há 26 minutos Economia ‘Taxa das blusinhas’: após fim do imposto, varejo e importadores levam disputa ao Congresso e à JustiçaHá 26 minutosFeira de SantanaServidor que amputou o próprio pé alegou que perdeu membro em sequestro

Há 1 hora Feira de Santana e Região Norte e NoroesteMédico preso no Paraná colocou cama, guarda-roupas e televisão em centro-cirúrgico; VEJA FOTOS

Há 1 hora Norte e Noroeste Emoção em fotos 📸Gari e capitã da PM em GO fazem ensaio para celebrar os 25 anos juntos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pedidos de autorização de pesquisa para terras raras explodem, mas agência teme que bloqueios orçamentários causem prejuízos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,165-0,17%Dólar TurismoR$ 5,354-0,51%Euro ComercialR$ 5,9280,02%Euro TurismoR$ 6,159-0,36%B3Ibovespa168.334 pts0,03%Oferecido por

Levantamento da Agência Nacional de Mineração (ANM) aponta que, desde 2023, o Brasil tem registrado um crescimento expressivo nos requerimentos de autorização de pesquisa para terras raras.

🔎Chamados de "terras raras", esses minerais compõem um grupo de 17 elementos químicos encontrados na natureza, normalmente misturados a outros minérios de difícil extração e com alto valor comercial.

Desconhecidas aos olhos do público, mas cobiçadas nos bastidores da indústria e da diplomacia, as "terras raras" se tornaram um dos recursos mais estratégicos do planeta. São essenciais para a fabricação de turbinas eólicas, baterias de carros elétricos, cabos de transmissão, foguetes, equipamentos médicos, armas e dispositivos eletrônicos de última geração.

Com papel central na transição energética, defesa e na produção de alta tecnologia, estes recursos estão no centro de disputas e negociações geopolíticas, e o Brasil tem potencial privilegiado para se destacar no cenário.

Os números demonstram o aumento no interesse por terras raras nos últimos anos – especialmente a partir de 2023–, um reflexo da percepção da crescente relevância estratégica.

Entre 2023 e o começo de junho, foram contabilizados cerca de 3 mil pedidos. Para efeito comparativo, foram contabilizados 745 requerimentos em todo o período entre 1975 e 2022 .

O requerimento de pesquisa é a primeira fase um longo período até a concessão da lavra, quando uma empresa recebe autorização para explorar uma jazida.

Apesar do potencial, as atividades relacionadas as terras raras podem ser atingidas pelo bloqueio de R$ 22,7 milhões no orçamento da Agência Nacional de Mineração (ANM). O alerta foi feito pelo diretor-presidente da autarquia, Mauro Sousa.

🔎 Um bloqueio no orçamento é como um "freio de emergência" temporário nas finanças do governo. Ele acontece quando os gastos obrigatórios, como pagamento de aposentadorias, sobem mais do que o esperado. Quando isso acontece, o governo precisa reter parte do dinheiro de gastos não essenciais, como obras, para não ultrapassar o limite de gastos permitido.

Segundo Sousa, a restrição orçamentária demandará que a agência reveja prioridades em um cenário já de escassez de recursos.

"Isso significa alocar os recursos da melhor forma possível. Nem todas as atividades serão desenvolvidas no tempo necessário e adequado", afirmou a jornalistas após evento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) nesta semana.

O setor responsável pelos minerais críticos e estratégicos já opera com uma estrutura "modesta". De acordo com Sousa, a unidade conta com quatro servidores, que comandam estudos e ações relacionadas ao tema.

A limitação orçamentária ocorre em um momento que o Brasil busca ampliar sua participação na cadeia global desses minerais. O diretor da ANM menciona que o país tem firmado acordos de cooperação e memorandos de entendimento com outros países para acelerar estudos e investimentos no setor.

"Nós criamos compromissos internacionais e precisamos ter uma estrutura institucional capaz de dar as respostas adequadas. Quando isso acontece, perdemos a capacidade de cumprir aquilo com que o Estado brasileiro está se comprometendo", disse.

Serviço Geológico do Brasil avança com pesquisas sobre potencial para terras raras — Foto: Divulgação/SGB

Para o diretor-presidente da ANM, há uma contradição entre os objetivos estratégicos do país e a redução dos recursos destinados à autarquia.

"Somos falhos quando cortamos recursos que não permitem que aquilo que foi acordado seja efetivamente cumprido. Isso é uma contradição do Estado brasileiro", avaliou.

Além das ações voltadas aos minerais estratégicos, o bloqueio pode afetar questões como leilões de área para exploração e ações de fiscalização de barragens. Caso a limitação dos recursos seja mantida, 43 barragens e 18 pilhas de mineração que deveriam receber vistorias técnicas até o fim do ano poderão ficar fora do cronograma inicialmente planejado.

🔎Essas inspeções subsidiam decisões regulatórias, ações de fiscalização e avaliações de segurança operacional. Algumas das estruturas previstas para vistoria exigem monitoramento contínuo devido ao potencial impacto social, ambiental e econômico, incluindo instalações localizadas próximas a comunidades e áreas ambientalmente sensíveis.

A restrição de recursos também afeta etapas consideradas essenciais para a análise de processos minerários. Em muitos casos, vistorias de campo são necessárias para a aprovação de Relatórios Finais de Pesquisa e de Planos de Aproveitamento Econômico (PAEs), documento que detalha como uma jazida será explorada comercialmente.

Sem essas verificações presenciais, a tramitação dos processos tende a ficar mais lenta, o que pode retardar investimentos e a entrada de novos empreendimentos em operação.

Há 6 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 6 horasIrã x EUAO que se sabe sobre o programa nuclear iraniano, o ponto mais delicado do acordo de paz entre Irã e EUA

Há 13 minutos Mundo MundoPresidente da Bolívia decreta estado de emergência após 50 dias de protestos

Há 15 minutos Mundo Advogado de ultradireita e senador de esquerda disputam 2º turno na Colômbia: saiba quem sãoHá 15 minutosBrasil x EUATrump diz ter ‘observado’ Lula no G7 e afirma que brasileiro é ‘muito volátil’

Há 11 horas Mundo EUA apresentam novo Air Force One, presente do Catar a TrumpHá 11 horasEleições 2026PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro por vídeo com IA e alega propaganda antecipada

Há 8 horas Eleições 2026 Feira de SantanaServidor que amputou o próprio pé alegou que perdeu membro em sequestro

Há 5 minutos Feira de Santana e Região Norte e NoroesteMédico preso no Paraná colocou cama, guarda-roupas e televisão em centro-cirúrgico; VEJA FOTOS

Há 5 minutos Norte e Noroeste Viralizou 👶🏼Teste de gravidez ou ‘caneta de Mounjaro’? Sogro confunde presente, demora a entender que será avô e reação viraliza; VÍDEO

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Carro zero por R$ 13 mil, gasolina a R$ 1,70: como era o mercado de carros quando o Brasil ganhou a Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/06/2026 04:44

Carros Carro zero por R$ 13 mil, gasolina a R$ 1,70: como era o mercado de carros quando o Brasil ganhou a Copa Enquanto a Seleção de 2002 encantava o mundo, o Volkswagen Gol era o carro mais vendido. A marca Alfa Romeo ainda estava no país. O etanol ainda era chamado de álcool. E quase ninguém tinha SUV. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Volksweagen Sport de 2002 era o modelo que fazia referência à Copa do Mundo — Foto: divulgação / Volkswagen

O torcedor brasileiro convive com um jejum de 24 anos sem conquistar a Copa do Mundo. Voltar a 2002 é lembrar do bom futebol e também tomar um choque de realidade.

O Brasil de 2002 não tinha redes sociais — Facebook e o finado Orkut só seriam criados em 2004. O iPod ainda engatinhava e não existiam smartphones.

No máximo, havia o jogo da cobrinha em um celular Nokia. E esse aparelho, quando caía no chão, era capaz de trincar o azulejo.

O mercado automotivo brasileiro também era bem diferente. Por isso, o g1 reuniu algumas curiosidades de 2002 para relembrar aqueles tempos.

O automóvel mais barato do Brasil em julho de 2002 era o Fiat Uno Mille três portas a álcool (veja abaixo por que ele ainda não era chamado de etanol), vendido por R$ 13.577.

Mas sejamos justos: corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o modelo custaria hoje o equivalente a R$ 55.589.

Várias versões do Fiat Mille ficaram marcadas pelos preços baixos nos anos 1990 e começo dos anos 2000 — Foto: Divulgação / Stellantis

Outro dado importante é que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a renda média do brasileiro era de R$ 636 em 2002. Corrigido pelo IPCA, o valor equivale hoje a R$ 2.604.

O hatch tinha motor 1.0 aspirado de quatro cilindros e rendia 61 cv. De série, oferecia vidros verdes, cintos traseiros laterais de três pontos e… só. Apoios de cabeça no banco traseiro, travas elétricas e vidros elétricos faziam parte de um pacote que custava R$ 671.

Limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, além do controle interno manual do retrovisor, custavam R$ 424. Já a pintura metálica acrescentava R$ 294 ao preço final.

O opcional mais curioso era o ar-condicionado. No Uno Mille, era preciso desembolsar R$ 2.407 para ter a cabine climatizada. Isso equivalia a quase 18% do valor do carro.

Em 2002, os postos de combustíveis usavam o nome “álcool”, e isso seguiu sem questionamentos por décadas. Em 2008, algumas entidades ligadas ao setor sucroenergético passaram a defender a troca do nome para etanol.

🔎 O argumento da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) era que o slogan “Álcool e direção não combinam”, usado na campanha da Lei Seca, confundia o público.

Além disso, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) queria padronizar a nomenclatura para alinhá-la ao mercado internacional.

“A palavra álcool é uma denominação generalizada [há vários tipos de álcool] e o etanol é um produto específico, de maior valor comercial”, disse Haroldo Lima, presidente da ANP na época.

A padronização só veio em dezembro de 2009, por meio de uma resolução da ANP, e passou a valer em todo o Brasil em 2010.

Em um momento de combustíveis caros, vale lembrar que o litro da gasolina custava R$ 1,77 em 2002. O etanol saía por R$ 0,94 e o diesel custava R$ 1,07. Os dados são da ANP.

Outra curiosidade: quando o Brasil conquistou o pentacampeonato, ainda não existiam carros flex no mercado. O primeiro foi o Volkswagen Gol, lançado em 2003.

Por falar nele, entre 1987 e 2013 o Gol foi o carro mais vendido do Brasil. No ano do pentacampeonato, o hatch encerrou 2002 com 208,3 mil unidades vendidas.

Na Europa, o carro mais vendido foi o Volkswagen Golf, com mais de 587 mil unidades emplacadas, seguido de perto pelo Peugeot 206.

Nos Estados Unidos, o carro mais vendido de 2002 foi o Toyota Camry, com mais de 434 mil unidades. Entre todos os veículos, porém, a liderança ficou com a Ford F-150, que somou mais de 813 mil unidades emplacadas naquele ano.

Em 2002, a Fiat Strada era a picape mais vendida do Brasil, com 26.053 unidades emplacadas. O volume representava cerca de 40% do segmento de picapes compactas.

Em 2026, a história não mudou: a picape da Fiat vendeu mais de 142 mil unidades e respondeu por mais de 67% do segmento.

Mas é preciso contextualizar: hoje as picapes compactas mudaram de patamar. O foco passou a ser quase exclusivamente o trabalho.

Para quem busca uma picape para uso particular, há versões mais equipadas da Strada, mas principalmente modelos como Fiat Toro, Renault Oroch e Chevrolet Montana. Em breve, o mercado também verá a chegada da Volkswagen Tukan e da BYD Mako.

Em 2002, como a Volkswagen não tinha os direitos da competição, não podia usar a designação “Copa” no Gol. A solução foi batizar a versão de Sport e adotar o tom Amarelo Solar como cor exclusiva.

O hatch vinha com motor 1.0 aspirado a gasolina, que gerava 76 cv e 9,7 kgfm de torque. A lista de equipamentos de série tinha direção hidráulica e limpador de vidro traseiro com desembaçador. Travas e vidros elétricos, por exemplo, eram opcionais.

Em 2026, a Volkswagen patrocina as equipes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O modelo alusivo à competição é o T-Cross Seleção, que tem lista de equipamentos interessante e visual com frases e estrelas.

A Copa do Mundo de 2002 foi disputada na Coreia do Sul e no Japão, e marcas japonesas e coreanas faziam sucesso por aqui. Carros chineses sequer eram considerados no Brasil.

A BYD produzia apenas veículos pesados e só lançou seu primeiro carro em 2005. A JAC Motors, que chegou ao Brasil em 2011 prometendo revolucionar o mercado nacional com o J3, também atuava no segmento de caminhões. Seu primeiro veículo de passageiros foi a van Refine, lançada em 2002.GWM e Geely foram fundadas nos anos 1980 e só passaram a produzir carros de passeio no fim da década de 1990. A Chery surgiu em 1997, enquanto as subsidiárias Omoda e Jaecoo nasceram em 2022 e 2023, respectivamente.

O cenário em 2026 é bem diferente. Entre janeiro e abril deste ano, quase metade dos veículos importados pelo Brasil veio da China. Só em abril, mais de 17% das vendas no país foram de marcas chinesas.

O primeiro Ford Ecosport foi mostrado em 2002 e chegou às lojas em 2003 — Foto: Divulgação / Ford

Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 43,1% dos veículos vendidos no Brasil em 2025 eram SUVs.

Em 2002, esse segmento era praticamente irrelevante no Brasil. A oferta se concentrava em utilitários esportivos grandes e modelos derivados de picapes. O modelo importado mais vendido no ano do pentacampeonato foi o Mitsubishi Pajero, com 4.028 unidades.

A história começou a mudar justamente no Salão do Automóvel de 2002, quando a Ford apresentou a primeira geração do Ecosport.

Derivado do Fiesta, o modelo chegou às lojas em 2003 e inaugurou no Brasil o segmento dos SUVs mais acessíveis, baseados em plataformas de carros compactos.

A mesma receita é aplicada até hoje em SUVs como Fiat Pulse, Chevrolet Tracker, Renault Duster, Citroën C3 Aircross, Volkswagen T-Cross e outros.

O Chevrolet Tracker já existia no mercado em 2002, mas era um irmão gêmeo do Suzuki Grand Vitara — Foto: Divulgação / GM

Se hoje o mercado automotivo passa a sensação de ser “mais do mesmo”, em 2002 havia várias opções que hoje parecem curiosas.

No ano do penta, era possível entrar em uma concessionária Volkswagen e levar para casa um Santana ou uma Parati Turbo. Para quem precisava trabalhar, a Kombi seguia firme e forte no catálogo da marca.

Os saudosistas devem lembrar que, em 2002, ainda era possível comprar modelos da Alfa Romeo no Brasil. O sedã 166 tinha motor 3.0 V6 de 226 cv, câmbio automático e suspensão traseira independente. O preço de US$ 59 mil assusta até em 2026.

A Chevrolet já vendia o Tracker por aqui em 2002, mas o SUV era, na prática, um Suzuki Vitara com detalhes e emblemas diferentes. No início da trajetória da dupla, o motor era um 2.0 turbodiesel de 87 cv fornecido pela Mazda.

Em 2002, porém, outro motor 2.0 turbodiesel entrou em cena, desta vez da Peugeot. O propulsor rendia 108 cv e 25,5 kgfm de torque.

Fiat Toro passa pela linha de produção da Stellantis em Goiana, Pernambuco — Foto: Divulgação / Stellantis

Em 2002, os brasileiros compraram quase 1,4 milhão de automóveis, segundo dados da Fenabrave. Em 2025, o mercado nacional registrou mais de 2,5 milhões de emplacamentos.

A produção nacional também cresceu: passou de 1,7 milhão de veículos no ano do penta para mais de 2,6 milhões no ano passado.

Dois dados curiosos aparecem no anuário da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A estimativa para 2002 era de uma frota circulante de 18,4 milhões de veículos no Brasil.

Em 2024, ano mais recente disponível no documento, a estimativa é de que o Brasil tenha mais de 40,3 milhões de veículos em circulação.

Há 6 horas Mundo Memes: gols de Matheus Cunha e Vini Jr. contra o Haiti animam internetHá 6 horasIrã x EUAO que se sabe sobre o programa nuclear iraniano, o ponto mais delicado do acordo de paz entre Irã e EUA

Há 11 minutos Mundo MundoPresidente da Bolívia decreta estado de emergência após 50 dias de protestos

Há 13 minutos Mundo Advogado de ultradireita e senador de esquerda disputam 2º turno na Colômbia: saiba quem sãoHá 13 minutosBrasil x EUATrump diz ter ‘observado’ Lula no G7 e afirma que brasileiro é ‘muito volátil’

Há 11 horas Mundo EUA apresentam novo Air Force One, presente do Catar a TrumpHá 11 horasEleições 2026PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro por vídeo com IA e alega propaganda antecipada

Há 8 horas Eleições 2026 Feira de SantanaServidor que amputou o próprio pé alegou que perdeu membro em sequestro

Há 3 minutos Feira de Santana e Região Norte e NoroesteMédico preso no Paraná colocou cama, guarda-roupas e televisão em centro-cirúrgico; VEJA FOTOS

Há 3 minutos Norte e Noroeste Viralizou 👶🏼Teste de gravidez ou ‘caneta de Mounjaro’? Sogro confunde presente, demora a entender que será avô e reação viraliza; VÍDEO

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Crossfut’: ex-jogador cria treino que mistura futebol e crossfit, e espera faturar mais na Copa

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 20/06/2026 04:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Crossfut': ex-jogador cria treino que mistura futebol e crossfit, e espera faturar mais na Copa Aula diferente conquista quem não gosta de academia e transforma diversão em oportunidade de negócio. Por Pegn — São Paulo

A Copa do Mundo costuma aquecer não apenas a paixão dos torcedores, mas também os negócios ligados ao esporte. Em Fortaleza (CE), um empreendedor encontrou uma forma de transformar esse interesse em oportunidade ao criar o "Crossfut", um modelo de treino que mistura fundamentos do futebol com exercícios de crossfit.

O responsável pela ideia é Bruno Lopes, proprietário de uma academia de futebol na capital cearense.

Antes de empreender, ele construiu uma longa trajetória nos gramados: foram cerca de 20 anos no esporte, sendo 16 como profissional, com passagens por 15 clubes, como Vitória, Brasiliense, Ferroviária, Marília, Horizonte e Sampaio Corrêa.

Após encerrar a carreira como atleta, Bruno investiu na formação acadêmica e cursou Educação Física, buscando complementar a experiência prática com conhecimento teórico.

O negócio surgiu em 2019, quando Bruno e a esposa, Jéssica, decidiram abrir uma escolinha de futebol para crianças e adolescentes. No início, a realidade era desafiadora, com apenas dois alunos matriculados.

Com o tempo, o crescimento veio principalmente por indicação. À medida que alunos e pais aprovavam o trabalho, a procura aumentava, impulsionando a expansão da operação.

Inicialmente, as atividades eram realizadas em quadras alugadas, em um modelo no qual cerca de 30% do valor das mensalidades era destinado ao pagamento desses espaços.

Com o aumento da demanda e a limitação de espaço, Bruno decidiu investir na criação de uma estrutura própria. Ao todo, cerca de R$ 500 mil foram aplicados na implantação da arena, que inclui um campo society e duas quadras de areia.

A ampliação permitiu não apenas atender mais alunos, mas também diversificar os serviços oferecidos.

Foi nesse contexto que surgiu o “cross fut”, uma modalidade voltada ao público adulto. A proposta combina treinos com bola e exercícios funcionais, com foco em condicionamento físico.

O modelo também se diferencia por atrair pessoas que não se identificam com academias tradicionais. Segundo Bruno, muitos alunos não treinariam em outro ambiente, mas aderem à prática por gostarem de futebol, o que torna a atividade mais prazerosa e contínua.

Para os alunos, o diferencial vai além do exercício físico. A atividade combina lazer, saúde e socialização.

De olho na movimentação gerada pelo mundial, o empreendedor planeja ações específicas para o período, como a organização de torneios temáticos inspirados em seleções, envolvendo alunos e convidados.

A expectativa é que o evento impulsione a demanda e gere um aumento significativo nos resultados. Bruno estima um crescimento de 30% a 40% no lucro durante a Copa do Mundo.

A estratégia aposta no engajamento natural do público com o futebol nesse período, que tende a estimular tanto a prática esportiva quanto a busca por atividades relacionadas ao tema.

Há 4 horas Tecnologia VÍDEO: Raphinha é substituído e deixa o campo com doresHá 4 horasMarrocos marca com 1 minuto e bate Escócia pelo grupo do BrasilHá 4 horas📲Moradores de Curitiba, Rio, São Paulo e DF relatam alerta sonoro com palavra “misantropia” em celulares

Alerta extremo enviado a celulares trazia apenas a palavra “misantropia”, que significa aversão ou rejeição à humanidade. Até agora, governo do Paraná e Defesa Civil de SP dizem que não emitiram a mensagem.

Há 32 minutos Paraná Copa do MundoVEJA: à frente no placar, Paraguai tem jogador expulso contra a Turquia

Há 32 minutos Copa do Mundo Caminho até o hexa 🟢🟡Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Veja todos os detalhes

Há 4 horas Mundo Fratura de jogador do Canadá choca, mas ele sai sorrindo; entendaHá 4 horasRAIO-X: Ismael Koné passa por cirurgia após quebrar a pernaHá 4 horasEleições 2026PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro por vídeo com IA e alega propaganda antecipada

Há 6 horas Eleições 2026 Brasil x EUATrump diz ter ‘observado’ Lula no G7 e afirma que brasileiro é ‘muito volátil’

Há 9 horas Mundo Avião presidencial ✈️EUA apresentam novo Air Force One, presente do Catar a Trump

Há 9 horas Mundo Obra em WashingtonTinta descasca em espelho d’água reformado por Trump por R$ 75 milhões

Há 9 horas Mundo Investimentos privados e estrangeirosCuba aprova a maior abertura de sua economia em quase 70 anos

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 2NO NEW POSTS