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Mendonça ficará na relatoria de pedido de investigação sobre filme ‘Dark Horse’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 22:46

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu que a investigação sobre o filme Dark Horse deve ficar com o ministro André Mendonça

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu, em parecer, que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, deve ser o relator de um pedido para investigar valores para o filme "Dark Horse" solicitados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master

O pedido foi apresentado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) no inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes que levou à condenação de Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça. Lindbergh apresentou o pedido nesse caso por entender que houve uma atuação internacional de Eduardo pelo financiamento do filme.

Antes de decidir sobre a abertura, ou não, da investigação, Moraes pediu uma manifestação da Procuradoria- Geral da República (PGR).

Para Paulo Gonet, há uma conexão entre os fatos apontados por Lindbergh e as apurações do caso Master, que já estão sob a relatoria de Mendonça.

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Galípolo assume falha na comunicação do Copom, mas diz que papel do BC não é gerar consenso no mercado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 21:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, fala na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, no dia 19 de maio de 2026 — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, assumiu, nesta quinta-feira (25), a responsabilidade pela comunicação da última decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que gerou dúvidas no mercado.

O BC informou que, mesmo diante da piora das perspectivas para a inflação nos próximos anos — um dos principais parâmetros para as decisões sobre os juros —, optou por manter o ciclo de queda da Selic na semana passada.

Nesta semana, o mercado reagiu mal à ata do Copom, que indicou que o BC manteria os juros inalterados mesmo diante da piora das perspectivas para a inflação nos próximos anos. A interpretação foi de que o Banco Central adotaria uma postura menos rigorosa no combate à inflação.

Galípolo afirmou que o Copom preferiu não reagir a eventos incertos, como a guerra no Oriente Médio. "A responsabilidade, se o parágrafo não conseguiu transmitir aquilo que a gente queria em um espaço conciso, é absolutamente minha".

O BC justificou a decisão afirmando que as "melhores práticas" recomendam não reagir integralmente a variações de preços provocadas por choques de oferta.

Para Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, o principal ponto da ata, divulgada na última terça-feira (23), foi o fato de o Comitê "afirmar que o balanço de riscos agora apresenta assimetria altista, algo que não havia sido mencionado no comunicado da decisão".

Segundo o economista, essa mudança sinaliza uma tentativa de adotar um tom mais duro. No entanto, a ata também traz elementos que apontam na direção oposta.

"Apesar de as projeções do Banco Central permanecerem acima da meta, o Comitê julgou mais adequado considerar trajetórias de juros que evitassem maior volatilidade", explica o especialista.

Em outras palavras, o BC avaliou que interromper o ciclo de cortes da Selic neste momento poderia representar um aumento excessivo dos juros, desacelerando a economia além do necessário para controlar a inflação no longo prazo.

"É um caso particular de uma incompreensão, um ruído que foi gerado a partir daquele parágrafo […] que decorre da tentativa de explicar uma série de coisas em um espaço muito apertado e conciso do próprio comunicado", afirmou Galípolo.

O presidente também ressaltou que "a função do Banco Central não é produzir consenso entre as opiniões do mercado".

Durante entrevista sobre o Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre, Galípolo afirmou que o Banco Central enfrenta hoje dois tipos de pressão: o desgaste provocado pelo nível elevado dos juros e a cobrança por sinalizações sobre os próximos passos da política monetária.

"Existe uma primeira ordem de crítica que vem de setores da economia, da sociedade e da política, inerente ao fato de convivermos há tanto tempo com uma taxa de juros algumas centenas de pontos-base acima da taxa neutra", explicou.

Segundo ele, a Selic permanece em um patamar significativamente alto desde que assumiu o comando da instituição. "É protocolar que a gente tenha críticas de setores que se contraponham a essa taxa", reiterou.

Após comentar essa "exaustão" em relação aos juros elevados, Galípolo abordou a segunda fonte de pressão: a demanda do mercado por maior previsibilidade.

"Em momentos de maior incerteza, é normal esse desejo por guidance [sinalização], por indicações do que o Banco Central fará no futuro. É normal esse tipo de pedido, mas nenhum outro banco central está fazendo isso, e nem a literatura recomenda essa prática justamente por causa do ambiente de incerteza", afirmou.

Segundo o presidente do BC, antecipar os próximos passos da autoridade monetária pode reduzir a eficácia da política de juros.

Por isso, ele defendeu que uma comunicação mais clara não deve ser confundida com a antecipação das decisões futuras. "Uma coisa não pode ser confundida com a outra", pontuou.

"O Banco Central vai preservar o seu direito de não dar essa informação quando achar que não interessa divulgá-la antecipadamente. Não porque estamos escondendo o que vamos fazer, mas porque essa decisão será tomada daqui a 40 dias, na próxima reunião", concluiu Galípolo.

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Mega-Sena, concurso 3023: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 21:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3023: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira era de R$ 2,5 milhões.No entanto, o valor acumulou. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3023 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (25), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 2,5 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 7 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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TCU arquiva processo sobre empréstimo bilionário do governo do DF para socorrer o BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 19:47

Distrito Federal TCU arquiva processo sobre empréstimo bilionário do governo do DF para socorrer o BRB Ministro relator afirmou que a competência para fiscalizar a operação é do TCDF. Governo do DF pretende contratar R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O TCU arquivou o processo sobre o empréstimo do GDF para socorrer o BRB. A Corte decidiu que a fiscalização cabe ao TCDF.

A lei que autoriza o empréstimo de R$ 6,6 bilhões foi sancionada nesta quarta-feira (24). A dívida deve levar mais de 10 anos para ser quitada.

O dinheiro virá do FGC, com grandes bancos como fiadores. Como contragarantia, o governo usará recursos do FPE e do FPM.

A crise do BRB decorre de operações com o Banco Master. A PF investiga fraudes e o ex-presidente da instituição foi preso.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu arquivar o processo que poderia analisar o empréstimo bilionário que o governo do Distrito Federal pretende contratar para socorrer o patrimônio do Banco de Brasília (BRB).

Relator do caso, o ministro Jhonatan de Jesus avaliou que a competência para esse acompanhamento é do Tribunal de Contas do Distrito Federal, e não do TCU.

"Considerando que o negócio jurídico em testilha está sendo estruturado diretamente entre o Governo do Distrito Federal e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), associação civil de direito privado, sem que haja a demonstração de atos de gestão envolvendo recursos públicos federais", disse Jhonatan de Jesus.

Como antecipou o g1, a área técnica do TCU já havia concluído que a Corte não tem competência legal para analisar o empréstimo de até R$ 6,6 bilhões pretendido pelo governo distrital.

O Tribunal de Contas do DF, por sua vez, já recebeu representação de um deputado distrital apontando possíveis irregularidades no empréstimo. O pedido ainda está em análise na área técnica e não tem relator designado.

O governo do Distrito Federal se prepara para assumir uma dívida bilionária que deve levar mais de 10 anos para ser quitada: um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para recompor o patrimônio do Banco de Brasília (BRB).

A lei que autoriza o acordo firmado no Supremo Tribunal Federal (STF) para viabilizar o socorro o empréstimo foi sancionada nesta quarta-feira (24).

O dinheiro virá do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), e os maiores bancos públicos e privados do país atuarão como fiadores. Como contragarantia, porém, o governo colocou na reta os recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

➡️ Contragarantia é o bem que pode ser obtido pelo fiador, quando ele é acionado para cobrir um calote. Ou seja: os grandes bancos pagariam a conta, mas usariam o FPE e o FPM para reaver o dinheiro.

A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.

Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.

Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.

O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, "crédito podre" que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.

O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.

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Terremoto na Venezuela: como celulares conseguiram alertar usuários antes dos tremores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 18:48

Tecnologia Terremoto na Venezuela: como celulares conseguiram alertar usuários antes dos tremores Sistema usa acelerômetro para monitorar vibrações fora do comum e enviar notificações, mas intervalo pode ser curto. Tremores deixaram mais de 180 mortos e 1.500 feridos. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

Algumas pessoas na Venezuela receberam alertas de tremores pelo celular antes de dois terremotos atingirem o norte do país na última quarta-feira (24). O abalo deixou mais de 180 mortos e 1.500 feridos.

As notificações foram enviadas pelo recurso de alertas antecipados de terremotos disponível no Android, sistema operacional do Google.

A venezuelana Jessie Figueira disse ao g1 que recebeu um alerta cerca de 30 segundos antes de sentir o tremor.

"Terremoto próximo: você poderá sentir tremores. A magnitude inicial estimada é de 6,2 a cerca de 357 quilômetros de distância", indicou um dos alertas compartilhados nas redes sociais.

"Essa abordagem usa os mais de 2 bilhões de smartphones Android em uso no mundo como mini-sismômetros, criando a maior rede de detecção de terremotos do planeta", diz a empresa em seu site.

A empresa que, desde 2021, identificou mais de 18 mil tremores com esse mecanismo. Cerca de 2 mil terremotos tiveram intensidade suficiente para o envio dos alertas e levaram a 790 milhões de alertas nos dispositivos dos usuários.

O sistema usa o acelerômetro do celular, sensor que mede a vibração e a aceleração dos aparelhos – é o mesmo que gira a tela automaticamente quando o dispositivo é virado de lado. Registros fora do padrão indicam que um lugar pode ter sido atingido por um terremoto.

O sinal é enviado junto da localização aproximada para um servidor do Google que combina dados de vários aparelhos para confirmar o tremor.

As notificações são disparadas em casos de terremotos de magnitude 4,5 ou superior. Na Venezuela, foram dois tremores de magnitudes 7,2 e 7,5 registrados com intervalo de menos de um minuto em áreas muito populosas.

Além da magnitude, o Google considera a Escala de Intensidade Mercalli Modificada (MMI), que mede efeitos práticos de terremotos. A escala vai de 1 a 12, sendo 1 para tremores não sentidos e 12 para abalos com destruição generalizada.

O Android pode fazer alertas de atenção, para terremotos com intensidade MMI 3 e 4, como aconteceu na Venezuela, e alertas de ação, voltados para tremores com intensidade MMI acima de 5, explica o Google.

Android envia alertas de ação e de atenção por meio de sistema de detecção de terremotos — Foto: Divulgação/Google

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Conta de luz deve ter alívio em agosto com R$767,2 mi de “bônus de Itaipu”; veja quem recebe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,183-0,4%Dólar TurismoR$ 5,390-0,36%Euro ComercialR$ 5,895-0,21%Euro TurismoR$ 6,145-0,15%B3Ibovespa172.230 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,183-0,4%Dólar TurismoR$ 5,390-0,36%Euro ComercialR$ 5,895-0,21%Euro TurismoR$ 6,145-0,15%B3Ibovespa172.230 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,183-0,4%Dólar TurismoR$ 5,390-0,36%Euro ComercialR$ 5,895-0,21%Euro TurismoR$ 6,145-0,15%B3Ibovespa172.230 pts1,01%Oferecido por

Conta de luz seguirá sem taxa extra em fevereiro, decide Aneel — Foto: Divulgação/Agência Nacional de Energia Elétrica

As faturas de energia elétrica em agosto no Brasil deverão contar com um alívio no valor de R$767,2 milhões relacionado ao "bônus de Itaipu", segundo informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira.

Pelos cálculos da Aneel, unidades com consumo médio mensal de 116 kWh — valor próximo ao da média dos beneficiários — receberiam um crédito aproximado de R$9,16.

O bônus de Itaipu é um valor distribuído a milhões de consumidores residenciais e rurais todo ano após apuração do saldo registrado na conta de comercialização da energia da usina hidrelétrica binacional no ano anterior.

Para a distribuição do crédito aos consumidores, R$524,4 milhões foram deduzidos do montante total para a constituição de reserva técnica financeira para 2026, mecanismo criado para mitigar impactos associados a variações de fluxo de caixa e da tarifa da usina.

A homologação dos valores está prevista para ocorrer na reunião de diretoria da Aneel da próxima terça-feira, conforme a pauta divulgada nesta quinta-feira. A agência não indicou imediatamente qual seria o impacto na conta de luz.

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Presidente do BC reage a questionamentos dos EUA ao PIX: ‘Algo que terá de ser aceito’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,55%Dólar TurismoR$ 5,390-0,35%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,147-0,12%B3Ibovespa173.128 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,55%Dólar TurismoR$ 5,390-0,35%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,147-0,12%B3Ibovespa173.128 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,55%Dólar TurismoR$ 5,390-0,35%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,147-0,12%B3Ibovespa173.128 pts1,54%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (25) que vários outros países têm sistemas instantâneos de pagamentos semelhantes ao PIX brasileiro, e avaliou que isso é algo que terá de ser aceito e incorporado.

Ele respondeu a uma pergunta sobre a investigação dos Estados Unidos à ferramenta brasileira, que pode resultar em aumento de tarifas.

Novas críticas de autoridades norte-americanas ao PIX aconteceram no início deste mês. A acusação é de favorecimento do sistema de pagamentos brasileiro em detrimento de empresas americanas que atuam no setor.

"Do ponto de vista do relatório dos Estados Unidos, o Banco central vem disponibilizando gente e tempo para estar auxiliando nas explicações necessárias ao governo americano. É um problema que, como o PIX coloca o Brasil em uma posição que em poucas coisas o Brasil tem essa possibilidade de estar na fronteira do que há de mais moderno e é exemplo pro resto do mundo, e o PIX é um deles", disse Galípolo.

Segundo ele, porém, vários outros países têm um sistema instantâneo de pagamentos parecido com o brasileiro.

"Vários países do mundo vem aqui entender como a gente fez e copiar. Mas o Brasil não é o único que tem. Hoje, vários países têm. Me parece que é um processo de evolução meio natural, a gente está vendo vários outros BCs e autoridades tentarem seguir esse movimento. Parece algo que, com o tempo, terá de ser devidamente aceito e incorporado", conclui o presidente do Banco Central.

Segundo o governo americano, o BC atua simultaneamente como regulador e operador do sistema, o que favoreceria o PIX e limitaria a atuação de concorrentes.

As censuras fazem parte da justificativa para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após uma investigação comercial do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas.

De acordo com o órgão, o governo brasileiro adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA contra o PIX. Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.

Na verdade, o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do PIX Internacional e às discussões do Brics sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.

A reação do presidente Lula foi rápida. Também no começo de junho, ele apareceu em um evento em Catalão, Goiás, segurando um cartaz que dizia: "O PIX é do Brasil".

Durante o discurso, Lula cobrou do presidente norte-americano Donald Trump uma reunião e afirmou que espera um telefonema para que Trump explique as medidas anunciadas.

"Viram que eu entrei aqui com essa faixa: 'O PIX é do Brasil'. É porque ontem [segunda], o presidente americano, numa atitude intempestiva — porque nós estávamos negociando depois da minha visita ao presidente [Donald] Trump — de forma intempestiva, anunciou um aumento de taxação das coisas brasileiras para 25%, com base numa mentira", afirmou Lula, na ocasião.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Paramount está pronta para vender joint venture com Universal por compra da Warner, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%Oferecido por

A Paramount Skydance Corp. está preparada para se desfazer de sua joint venture de distribuição de filmes com a Universal Pictures para atender às preocupações da União Europeia sobre concorrência em relação à aquisição da Warner Bros. Discovery por US$ 110 bilhões, disse à Reuters, nesta quarta-feira (25), uma fonte familiarizada com o assunto.

A proposta, que será apresentada na próxima terça-feira (30), foi elaborada após uma reunião com autoridades europeias de defesa da concorrência, segundo a fonte.

Caso seja formalizada, a medida estenderá em dez dias úteis o prazo preliminar da Comissão Europeia para analisar o negócio, passando de 7 para 21 de julho.

Em fevereiro, a Reuters noticiou com exclusividade que a aquisição deveria receber aval da União Europeia sem grandes obstáculos, com a Paramount disposta a vender canais menores, como suas marcas infantis, se necessário.

Segundo a fonte, essa possibilidade foi descartada porque os reguladores não identificaram problemas nesse segmento.

A venda da parceria de distribuição de filmes com a Universal Pictures pode aliviar as preocupações manifestadas por exibidores de cinema na Europa.

A operação também está sendo analisada em um procedimento separado, previsto no Regulamento da União Europeia sobre Subsídios Estrangeiros, já que a oferta conta com financiamento do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, da L'imad Holding Company, de Abu Dhabi, e da Autoridade de Investimento do Catar.

A expectativa é que a Paramount obtenha aprovação sem restrições nessa etapa. Na semana passada, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a aquisição, afirmando que é improvável que o negócio prejudique a concorrência ou os consumidores.

Apesar disso, Califórnia, Nova York e outros estados norte-americanos preparam uma ação judicial para tentar barrar a operação, disseram à Reuters fontes familiarizadas com o assunto.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Diretor do BC defende decisão do Copom que cortou taxa de juros: ‘dobrar ou triplicar Selic não abriria estreito de Ormuz’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%MoedasDólar ComercialR$ 5,180-0,43%Dólar TurismoR$ 5,394-0,29%Euro ComercialR$ 5,895-0,19%Euro TurismoR$ 6,151-0,06%B3Ibovespa172.838 pts1,37%Oferecido por

O diretor de Política Econômica, Paulo Picchetti, defendeu nesta quinta-feira (25) a decisão do Banco Central de cortar a taxa Selic, de 14,5% para 14,25% ao ano na semana passada, reiterando que a política de juros não deve reagir integralmente a "variações de preços decorrentes de choques de oferta".

🔎Choques de oferta são eventos inesperados que alteram, repentinamente, a disponibilidade ou o custo de bens e serviços e, portanto, são insensíveis a mudanças na taxa básica de juros da economia.

Ele comparou os choques de oferta a um "hematoma", e explicou, em seguida, que uma eventual elevação da taxa de juros neste momento não reabriria o Estreito de Ornuz — que estava fechado nos últimos meses por conta da guerra entre Estados Unidos e Irã. Seu fechamento foi um dos principais fatores a impulsionar a inflação corrente, e as expectativas para o futuro, por pressionar os preços dos combustíveis.

"É como um hematoma, leva uma pancada e fica roxo. Tem sua dinâmica, sua inércia, não tem muito o que você pode fazer no caminho para tirar ele, não tem um remédio que pode tomar. Desaparece se não houver outro choque", disse Pichetti, sobre a natureza dos chamados "choques de oferta".

"Se a gente dobrasse ou triplicasse a Selic, não ia abrir estreito de Ormuz, não ia fazer o El Nino mudar de ideia e deixar de nos visitar esse ano. Mas causaria volatibilidade", acrescentou o diretor do Banco Central.

Ele reiterou que a autoridade monetária segue perseguindo o chamado "horizonte relevante" da política de juros, ou seja, perseguir a meta de 3%, fixada pelo Conselho Monetário Nacional, considerando a inflação encerrada um ano e meio adiante (18 meses).

Pichetti explicou que a instituição citou, em seus comunicados oficiais sobre a taxa de juros, o primeiro trimestre de 2028, embora esse não fosse o horizonte relevante (que, nesse Copom, é o ano de 2027 fechado), para mostrar que as projeções recuavam mais fortemente pela dissipação do choque de oferta na economia (conflito no Irã e El Nino).

"Foi uma situação especial que levou a gente a chamar a atenção a isso. Ali era um hematoma desaparecendo. A gente não esta alongando o horizonte relevante, a não pretendemos fazer isso. Foi uma situação muito especial que levou a gente a chamar a atenção a isso", disse o diretor do BC.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando, em tese, na meta considerando o ano de 2027 fechado.Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4,15%, ou seja, bem acima da meta central de 3%, enquanto o BC projeta uma inflação de 3,7% neste período.O distanciamento da projeção de inflação do mercado da meta central de inflação para o próximo ano não impediu, porém, o BC de baixar os juros nas duas últimas reuniões do Copom.O Banco Central informou, no comunicado da decisão de baixar os juros, divulgado na semana passada, que avalia que "trajetórias alternativas garantindo a convergência da inflação à meta no primeiro trimestre de 2028, o horizonte relevante a partir de sua próxima decisão, são compatíveis com a suavização na variação dos agregados macroeconômicos".

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com alta do petróleo, arrecadação federal soma R$ 266,8 bilhões em maio e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 11:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,193-0,18%Dólar TurismoR$ 5,4110,04%Euro ComercialR$ 5,9060,000%Euro TurismoR$ 6,1600,08%B3Ibovespa172.239 pts1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-0,18%Dólar TurismoR$ 5,4110,04%Euro ComercialR$ 5,9060,000%Euro TurismoR$ 6,1600,08%B3Ibovespa172.239 pts1,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-0,18%Dólar TurismoR$ 5,4110,04%Euro ComercialR$ 5,9060,000%Euro TurismoR$ 6,1600,08%B3Ibovespa172.239 pts1,02%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 266,8 bilhões em maio deste ano, informou nesta quinta-feira (25) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 10,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 241 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrada para meses de maio desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

▶️Segundo a Receita Federal, a arrecadação recorde em maio também é resultado da disparada do preço do petróleo. Com um preço mais alto, resultado da guerra entre Estados Unidos e Irã, também subiram as receitas do governo com o produto, como "royalties" e extração. Além disso, o Executivo estabeleceu uma taxação extra sobre exportações.

▶️Somente em maio, o imposto de exportação sobre o petróleo arrecadou R$ 1,05 bilhão e as receitas não administradas (que englobam royalties, concessões, permissões e cotas-parte e compensações financeiras pela exploração de recursos naturais, entre outros) teve aumento de R$ 4,1 bilhões. Já a arrecadação sobre a extração do produto subiu R$ 8 bilhões.

"O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IOF e do IRPJ e da CSLL. Destaca-se, ainda, recolhimentos atípicos de IRPJ e CSLL no mês de maio e a arrecadação de Imposto de Exportação sobre óleo bruto", informou a Receita Federal.

Nos cinco primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 1,32 trilhão — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 1,34 trilhão de janeiro a maio, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 6,42% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,26 trilhão.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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