RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,41% em junho com pressão de alimentos e habitação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, subiu 0,41% em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,80%, acima dos 4,64% registrados no período imediatamente anterior.

A prévia de junho ficou 0,21 ponto percentual abaixo da taxa de maio, que havia sido de 0,62%. O resultado também veio levemente abaixo das expectativas do mercado, que projetava alta de 0,44%. Em junho de 2025, o IPCA-15 havia sido de 0,26%.

Segundo o IBGE, os preços de Alimentação e bebidas subiram 0,74% no mês e tiveram o maior impacto na inflação, enquanto o grupo de Habitação avançou 0,72%. Juntos, esses dois grupos explicam cerca de dois terços da alta da inflação no período.

Entre os demais itens, houve variação menor: Transportes teve leve queda de 0,03%, enquanto Saúde e cuidados pessoais registrou alta de 0,47%.

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Receita Federal divulga 1ª lista dos chamados ‘devedores contumazes’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

A Secretaria da Receita Federal divulgou nesta semana a primeira lista dos chamados devedores contumazes em sua página na internet, ou seja, de contribuintes que deixam de pagar impostos de maneira planejada e recorrente a fim de driblar legislações tributárias.

Essa lista inicial, entretanto, contém apenas duas empresas: Menendez Amerino e Bellavana Indústria, Comércio, Importação, Exportação de Tabacos, do setor fumageiro. O Fisco informou que novas empresas serão agregadas com o passar do tempo.

"Com a publicação, os contribuintes passam a se sujeitar às restrições estabelecidas na Lei Complementar, como o impedimento de fruição de quaisquer benefícios fiscais, de participação em licitações promovidas pela administração pública e de propositura de recuperação judicial. Além disso, haverá a declaração de inaptidão da inscrição no cadastro de contribuintes e o cancelamento dos Selos adquiridos em programas de conformidade", explicou o órgão.

As empresas foram classificadas como devedores contumazes, explicou o órgão, por inadimplência substancial, reiterada e injustificada no recolhimento de tributos, segundo os termos da lei complementar 225, aprovada pelo Congresso Nacional.

"O enquadramento ocorreu ao término do processo administrativo, que assegurou notificação prévia e prazo de 30 dias para regularização ou apresentação de defesa, garantindo o contraditório e a ampla defesa. Os contribuintes que não se regularizaram nem se manifestaram no prazo da LC foram declarados revéis e formalmente considerados devedores contumazes. Os primeiros contribuintes nessa situação são do setor fumageiro", informou o Fisco.

A Receita Federal lembrou que as primeiras notificações a contribuintes caracterizados como possíveis devedores contumazes foi feita em abril, justamente a empresas do setor fumageiro, com 13 empresas notificadas. Eles devem mais de R$ 25 bilhões em tributos.

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Braskem inicia processo de mediação e pede cautelar para proteção contra credores financeiros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

Justiça do Trabalho determina que Braskem pague plano de saúde de químico diagnosticado com leucemia na Bahia — Foto: Divulgação/Braskem

A Braskem comunicou nesta quinta-feira (25) que iniciou processo de mediação perante a Câmara Wind de Mediação e protocolou pedido de Tutela de Urgência Cautelar perante a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, em medidas que envolvem apenas os credores financeiros da petroquímica.

"As medidas… foram ajuizadas com o objetivo de preservar um ambiente estável para a continuidade das negociações em andamento exclusivamente com os referidos credores em busca de uma solução consensual, estruturante e ordenada para sua estrutura de capital, alinhada com a posição de liquidez da companhia e as condições da indústria petroquímica global", afirmou, em fato relevante.

No documento, a Braskem afirma ainda que seu conselho de administração também aprovou, caso seja necessário e em momento oportuno, a adoção de eventuais medidas protetivas no exterior.

"A Braskem esclarece e reforça que a Mediação e o PTU (pedido de tutela de urgência cautelar) possuem escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange quaisquer obrigações da companhia com seus fornecedores, clientes e demais stakeholders, as quais permanecem vigentes e seguem sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos."

A Braskem, petroquímica controlada pela Novonor (ex-Odebrecht), está há anos no mercado em busca de um novo comprador. A negociação é considerada estratégica para a empreiteira, que enfrenta um processo de recuperação judicial desde as investigações da Operação Lava Jato.

Em maio, a Novonor recebeu uma proposta não vinculante do fundo de Tanure para aquisição do controle da companhia. A empreiteira detém 50,1% do capital votante da petroquímica.

No entanto, a crise ambiental em Maceió (AL) envolvendo a companhia pode dificultar ainda mais a venda. Em maio de 2019, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), órgão ligado ao governo federal, confirmou que a extração de sal-gema feita pela Braskem provocou a instabilidade no solo.

A atividade provocou o afundamento do solo em diversos bairros e levou à evacuação de cerca de 60 mil pessoas. Em 2023, uma das 35 minas da Braskem ruiu sob a lagoa Mundaú, no Mutange.

Vale lembrar que a Braskem é uma sociedade entre a Novonor e a Petrobras. Em 2019, a Novonor, ainda sob o nome Odebrecht, deu entrada na recuperação judicial com uma dívida total de R$ 98,5 bilhões.

A parceria da petroquímica no México, Braskem Idesa, já havia contratado a Lazard e outros dois escritórios de assessoria para auxiliá-la na avaliação de alternativas financeiras.

A Braskem encerrou o primeiro semestre com uma alavancagem financeira de 10,59 vezes, medida em dólares, acima do nível de quase 8 vezes registrado em março e do múltiplo de 6,79 vezes do final de junho de 2024. Ou seja, a dívida da empresa é mais de 10 vezes maior que o lucro que ela gera.

O presidente da Braskem, Roberto Ramos, fez no início de agosto uma veemente defesa da estratégia de reestruturação da empresa, focada em troca da matéria-prima nafta — classificada como um “ponto de partida” do qual se fabricam muitos produtos químicos e plásticos — por gás e a produção de químicos "verdes", derivados de fontes renováveis como cana-de-açúcar e milho.

Na ocasião, o executivo afirmou que o problema da Braskem "não era tamanho da dívida", citando que a empresa não tem nenhum vencimento de curto prazo.

Ele acrescentou que não era "fã de venda de ativos para amortizar dívida" ao ser questionado sobre rumores na imprensa sobre uma eventual venda de ativos nos Estados Unidos.

A dívida bruta corporativa encerrou o trimestre em cerca de US$ 8,5 bilhões (aproximadamente R$ 45,4 bilhões, na cotação atual), com prazo médio de 9 anos e 68% dos vencimentos a partir de 2030.

Ao final de junho, a posição de caixa (total de dinheiro disponível), excluindo a operação mexicana Braskem Idesa, era de US$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 9 bilhões) , sem considerar uma linha de crédito rotativo de US$ 1 bilhão disponível até dezembro de 2026, segundo dados da companhia.

Braskem, petroquímica que fazia exploração de sal-gema em Maceió, foi apontada como causadora das rachaduras em bairros de Maceió — Foto: Divulgação/Braskem

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IPCA-15 sobe 0,62% em maio, puxado por alimentos e conta de luz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, subiu 0,62% em maio, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,64%.

Apesar da desaceleração em relação a abril, quando o índice havia avançado 0,89%, o resultado de maio veio acima das expectativas do mercado. Economistas esperavam alta de 0,57% no mês e inflação acumulada de 4,59% em 12 meses. Em maio de 2025, o IPCA-15 foi de 0,36%.

🎯 Com isso, o indicador segue acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Para 2026, a meta central é de 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, o sistema passou a operar em modelo contínuo, no qual o cumprimento da meta é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, Alimentação, habitação e saúde concentraram as maiores pressões sobre a inflação em maio.

Alimentação e bebidas subiu 1,38% e teve o maior impacto no resultado do mês. Na sequência, aparecem habitação, com alta de 1,03%, e saúde e cuidados pessoais, que avançou 1,05%. Já os demais grupos variaram entre queda de 0,33% em transportes e alta de 0,50% em despesas pessoais.

Alimentação e bebidas: 1,38%Habitação: 1,03%Artigos de residência: 0,21%Vestuário: 0,36%Transportes: -0,33%Saúde e cuidados pessoais: 1,05%Despesas pessoais: 0,50%Educação: 0,01%Comunicação: 0,34%

No grupo alimentação e bebidas, que subiu 1,38% em maio, a maior pressão continuou vindo dos alimentos consumidos em casa, embora o ritmo de alta tenha desacelerado levemente, passando de 1,77% em abril para 1,73% em maio.

Para Lucas Barbosa, economista da AZ Quest, a alimentação foi um dos principais fatores de surpresa no IPCA-15 de maio. Segundo ele, a alta ficou acima da projeção da casa, de 1,47%.

“As surpresas em alimentação têm sido recorrentes, e a pressão tem se espalhado por vários itens”, afirmou. O economista destaca que, após um período mais favorável ao longo de 2025, especialmente no segundo semestre, 2026 passou a registrar aumentos disseminados em diferentes categorias.

Entre os itens pressionados, Barbosa cita carnes, panificados, leite e derivados e, principalmente, hortifrúti, grupo que inclui produtos in natura, como alface, tomate e batata.

“Parte disso é sazonal, mas a alimentação no domicílio tem vindo acima da sazonalidade para o período, ou seja, mais forte do que normalmente se observa nesta época do ano”, disse.

Segundo o economista, o movimento ainda reflete questões de oferta e demanda, além de problemas climáticos pontuais que afetam principalmente os hortifrutis. No caso das carnes, ele aponta que o aumento das exportações para a China também contribui para a pressão nos preços no curto prazo.

“Ainda assim, os riscos para alimentação seguem para cima, especialmente no segundo semestre, por conta do El Niño”, afirmou.

O grupo habitação também ganhou força em maio e subiu 1,03%, puxado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial, que avançou 2,16% e teve o maior impacto individual no IPCA-15 do mês.

A pressão veio, sobretudo, da volta da bandeira tarifária amarela, que adiciona cobrança extra na conta de luz. Além disso, algumas capitais tiveram reajustes nas tarifas de energia:

O grupo saúde e cuidados pessoais subiu 1,05% em maio, pressionado principalmente pelos produtos de higiene pessoal, medicamentos e planos de saúde.

🧴 Produtos de higiene pessoal: +1,60%💊 Produtos farmacêuticos: +1,25%🏥 Plano de saúde: +0,50%

No caso dos medicamentos, a alta reflete o reajuste autorizado de até 3,81% nos preços dos remédios, em vigor desde 1º de abril.

Após pressionarem a prévia da inflação em abril, quando avançaram 6,06%, os combustíveis passaram a registrar queda de 1,47% em maio, ajudando a aliviar o índice no período.

O recuo foi puxado pelas baixas no etanol (-2,73%), no óleo diesel (-2,04%) e na gasolina (-1,32%), enquanto o gás veicular teve alta de 2,12%.

A desaceleração acontece em meio às medidas adotadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis diante da disparada do petróleo no mercado internacional, causada pelas tensões no Oriente Médio.

Entre as ações anunciadas estão subsídios temporários para diesel e gasolina, além de benefícios tributários para reduzir o impacto da alta internacional sobre os preços internos.

Já as passagens aéreas voltaram a subir em maio, com avanço de 3,25%, após queda de 14,32% no mês anterior.

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Com estímulos à economia em um ano eleitoral, BC eleva para 2% estimativa de alta do PIB em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 08:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

O Banco Central elevou sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 1,6% para 2%. A informação consta no Relatório de Política Monetária do segundo trimestre, divulgado nesta quinta-feira (25).

A revisão para cima acontece apesar do patamar de juros altos, e dos efeitos da disparada do petróleo, e da guerra entre Estados Unidos e Irã, encerrada por um acordo de paz, sobre a economia brasileira.

➡️A autoridade monetária explica que o aumento da estimativa de expansão da economia, neste ano, reflete, "em grande parte", "estímulos de natureza fiscal e creditícia".

"A revisão decorre principalmente da surpresa positiva no resultado do primeiro trimestre e da melhora nas perspectivas para agropecuária e indústria extrativa. Ela também reflete a expectativa de maior dinamismo da demanda interna e dos setores mais sensíveis ao ciclo econômico, em grande parte associada a estímulos de natureza fiscal e creditícia", diz a autoridade monetária.

Em um ano eleitoral, o governo tem lançado mão de uma série de linhas de crédito com taxas favorecidas, como, por exemplo, para caminhoneiros, taxistas, microempreendedores, para a reforma de imóveis e para renegociação de dívidas.

➡️O aumento dessa modalidade faz o Banco Central (BC) manter a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em um patamar maior. Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano, ainda em patamar considerado restritivo à economia, apesar de três cortes seguidos.

"Ainda assim, em um contexto de política monetária contracionista [juro alto] e de reduzido grau de ociosidade dos fatores de produção, permanece a perspectiva de crescimento moderado no trimestre corrente e ao longo do segundo semestre. Embora seus efeitos mais evidentes sobre a economia brasileira até o momento tenham se concentrado nos preços, o conflito no Oriente Médio também eleva a incerteza em torno das projeções de crescimento", acrescenta o BC.

Mesmo com o aumento na estimativa de crescimento do PIB para este ano, a instituição ainda estima que haverá desaceleração frente ao ano de 2025 — quando foi registrada uma expansão de 2,3%. Se confirmado, também será o menor crescimento desde 2020.

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Banco Central vê inflação acima da meta até o fim do ano e prevê ter de escrever nova carta aberta por descumprir objetivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 08:55

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O Banco Central estimou nesta quinta-feira (25) que a inflação, no acumulado em doze meses, permanecerá acima do teto do sistema de metas até o fim deste ano.

Com isso, a autoridade monetária prevê ter de escrever uma nova carta aberta ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, por descumprir o objetivo fixado em lei.

➡️Entenda: desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%. ➡️Pela regra, o BC tem de escrever carta aberta quando houver estouro da meta de inflação por seis meses seguidos.

Em doze meses até maio deste ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial subiu para 4,72%, ultrapassando, assim, o teto de 4,5% fixado no sistema de metas brasileiro.

Nesta quinta-feira (25), o Banco Central informou, por meio do Relatório de Política Monetária, que projeta uma inflação de 4,8% em doze meses até outubro e de 5,2% no ano de 2026 fechado.

➡️Como a inflação oficial permanecerá acima do teto de 4,5% do sistema de metas até o fim do ano, o BC projeta que terá de escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda em novembro – pois haveria estouro da meta por seis meses seguidos em outubro.

A explicação para o aumento da inflação neste ano é a guerra no Oriente Médio. O conflito fez disparar o preço do petróleo e, por isso, tem pressionado a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Com a guerra, o barril de petróleo operou, nos últimos meses, ao redor de US$ 100. Com o acordo de paz anunciado entre os Estados Unidos e o Irã, o produto teve queda neste início de semana, operando ao redor de US$ 75 por barril nesta quinta-feira (25).

Por conta do conflito, os economistas do mercado financeiro, além do Banco Central, elevaram sua estimativa de inflação, atingindo, na semana passada, 5,33%. Eles também passaram a projetar cortes menores de juros no decorrer de 2026.

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IBM anuncia primeiro chip do mundo abaixo de 1 nanômetro; entenda o que isso significa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 07:50

Inovação IBM anuncia primeiro chip do mundo abaixo de 1 nanômetro; entenda o que isso significa Segundo a empresa, será possível reunir 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha e aumentar capacidade de desempenho em relação a modelos anteriores. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

A nova tecnologia permite reunir quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha.

O chip pode oferecer até 50% mais desempenho e 70% mais eficiência energética do que a geração anterior.

A IBM anunciou nesta quinta-feira (25) a primeira tecnologia de chip do mundo com dimensão abaixo de 1 nanômetro. A empresa disse que o avanço deve permitir 50% mais desempenho na comparação com a geração anterior.

O componente tem arquitetura de 0,7 nanômetro, que permite reunir quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha. É aproximadamente o dobro da densidade em relação ao chip de 2 nanômetros apresentado pela companhia em 2021.

🔎 Um chip é um circuito integrado que reúne transistores, fabricados com materiais semicondutores como o silício e capazes de controlar o processamento de informações. Chips de menos nanômetros costumam ter mais transistores na mesma área, melhorando a capacidade de processamento.

Chips com materiais semicondutores são úteis tanto para itens como celulares e carros, setores de inteligência artificial e infraestrutura crítica, entre outros.

Segundo a fabricante, o que torna o novo chip diferente é o fato de ele ser o primeiro a contar com uma arquitetura tridimensional. Além de colocar transistores lado a lado, foi possível colocar um em cima do outro.

A IBM disse que o novo chip pode apresentar 70% mais eficiência energética do que a versão anterior e que poderá colocá-lo em produção nos próximos cinco anos, como costuma acontecer no setor.

A empresa destacou ainda que a atualização aproxima o escalonamento de chips para o nível de um angstrom (0,1 nanômetro), em que as dimensões se aproximam do tamanho de átomos individuais.

E, apesar de admitir que fabricantes enfrentam limites físicos para aumentar a densidade dos chips, a companhia afirmou que poderá continuar a manter os avanços por mais uma década.

"Não estamos apenas criando transistores menores, estamos reinventando a forma como os chips são construídos para oferecer muito mais potência e eficiência energética", afirmou Jay Gambetta, diretor da IBM Research, divisão de pesquisa e desenvolvimento da empresa.

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Mais ovelhas do que gente? Faça o QUIZ e descubra curiosidades do agro das seleções da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 05:47

Agro Mais ovelhas do que gente? Faça o QUIZ e descubra curiosidades do agro das seleções da Copa do Mundo Quiz reúne curiosidades sobre produção agropecuária e comércio entre os países que disputam o Mundial. Por Redação g1, g1 — São Paulo

Sabia que alguns países da Copa têm mais ovelha do que gente? Teste e descubra. — Foto: Tanner Yould/Unplash

Você sabe quais países da Copa têm mais ovelhas do que habitantes? Para onde o Brasil mais exporta erva-mate? Ou quais produtos agrícolas compra do Uzbequistão?

As seleções do mundial têm curiosidades que vão muito além do futebol. Faça o quiz e teste seus conhecimentos sobre a produção agropecuária e o comércio entre os países da Copa.

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Recebeu um dinheiro extra? Veja quando vale mais amortizar o financiamento ou investir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 02:49

g1 explica Recebeu um dinheiro extra? Veja quando vale mais amortizar o financiamento ou investir No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Quem recebe um dinheiro extra pode ficar em dúvida entre amortizar o financiamento da casa ou investir o valor. A decisão depende do custo de oportunidade, ou seja, de qual das opções oferece o maior benefício financeiro.

A comparação deve levar em conta os juros do financiamento, a rentabilidade do investimento, além dos impostos, da inflação e dos riscos. Se o rendimento líquido do investimento superar o custo da dívida, investir pode ser a melhor escolha.

Especialistas afirmam que amortizar o financiamento costuma ser mais indicado quando os juros são altos ou a situação financeira está mais apertada. Já investir tende a fazer mais sentido para quem já tem uma reserva de emergência, paga juros baixos e consegue obter uma rentabilidade superior ao custo do financiamento.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Primeira emissão de títulos públicos do Brasil na China deve arrecadar até 5 bilhões de yuans, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 02:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

Dario Durigan, Ministro da Fazenda do Brasil, fala durante uma entrevista à Reuters em Pequim, China. — Foto: Maxim Shemetov / Reuters

O Brasil planeja emitir seus primeiros títulos panda nos próximos dois a três meses e captar até 5 bilhões de yuans (US$ 734,99 milhões), disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, à Reuters em Pequim nesta quinta-feira (25).

Com isso, o Brasil pretende vender a investidores chineses os chamados Panda Bonds, títulos de dívida emitidos por governos ou empresas estrangeiras no mercado financeiro da China e negociados em yuan.

🔎 Ao comprar esses títulos, os investidores emprestam dinheiro ao governo brasileiro, que se compromete a devolver os recursos no futuro com o pagamento de juros.

Se a operação for confirmada, será a primeira vez que o Brasil buscará financiamento por meio desse instrumento no mercado chinês.

A iniciativa ocorre poucos meses após o país realizar sua primeira emissão de títulos em euros desde 2014. Em abril, o governo captou 5 bilhões de euros (cerca de R$ 29 bilhões) junto a investidores internacionais.

Segundo a Reuters, a emissão dos Panda Bonds faz parte da estratégia do Ministério da Fazenda de diversificar as fontes de financiamento do país e ampliar sua presença nos mercados internacionais.

A ideia é reduzir a dependência do dólar e acessar investidores de outras regiões do mundo, especialmente da China.

O anúncio deve ocorrer durante uma viagem de autoridades brasileiras a Xangai e Pequim, entre os dias 24 e 26 de junho. A agenda será liderada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Procurado pela Reuters, o ministério não comentou o assunto.

A visita acontece em um momento de fortalecimento das relações econômicas entre Brasil e China, principal parceiro comercial brasileiro.

No ano passado, o Brasil foi o principal destino dos investimentos chineses no mundo recebendo US$ 6,1 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) em novos projetos e negócios, segundo relatório do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

O valor representa 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no exterior no período, colocando o Brasil à frente de países como Estados Unidos, Indonésia e Cazaquistão. Além disso, o país foi o único a permanecer entre os cinco principais destinos do capital chinês nos últimos cinco anos.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, cumprimentam-se cerimônia no Palácio do Povo, em Pequim, no dia 13 de maio de 2025 — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O movimento também ocorre em meio a tensões com os EUA, após o governo do presidente Donald Trump propor novas tarifas sobre produtos brasileiros e classificar facções criminosas do país como organizações terroristas.

Antes da viagem, representantes dos dois países participarão de uma reunião de um subcomitê financeiro bilateral.

De acordo com a Reuters, o governo brasileiro também pretende apresentar iniciativas ligadas à agenda de sustentabilidade, como o programa Eco Invest Brasil, o projeto Tropical Forest Forever Facility (TFFF), voltado à preservação de florestas tropicais, e os avanços na criação de um mercado regulado de carbono.

A expectativa é que essas medidas ajudem a atrair mais investimentos chineses para setores estratégicos da economia brasileira.

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