RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil cria 73 mil empregos formais em maio; com forte queda de 52% em comparação ao mesmo mês de 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 14:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%Oferecido por

A economia brasileira gerou 73 mil empregos formais em maio deste ano, informou nesta terça-feira (30) o Ministério do Trabalho e do Emprego.

📈 O resultado representa recuo de 52,3% em relação a janeiro de 2025 — quando foram criados cerca de 153,1 mil empregos com carteira assinada (veja lista abaixo).

2020: 398,2 mil vagas fechadas;2021: 266,7 mil empregos criados;2022: 277,8 mil vagas abertas;2023: 156,2 mil vagas abertas;2024: 139,8 mil empregos criados;2025: 153,1 mil vagas abertas.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, avaliou que a queda do emprego formal em maio deste ano está relacionada com os efeitos da política de juros altos e, também, ao tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump.

“A política monetária vem gerando efeito muito negativo no mercado de trabalho, que era para estar mais positivo. Mas tem o efeito guerra, que gerou transtorno danado no mercado global”, acrescentou o ministro Luiz Marinho.

De acordo com o Ministério do Trabalho, 767,32 mil empregos formais foram criados no país de janeiro a maio deste ano.

O número representa queda de 28% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram abertas 1,07 milhão de vagas com carteira assinada.

Essa foi o pior resultado na geração de empregos para os seis primeiros meses de um ano desde 2020, quando foram fechadas 1,34 milhão de vagas formais.

Ao fim de maio de 2026, ainda conforme os dados oficiais, o Brasil tinha saldo de 47,87 milhões de empregos com carteira assinada.O resultado representa aumento na comparação com abril deste ano (47,8 milhões) e com relação a maio de 2025 (46,9 milhões).

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de maio de 2026 mostram que foram criados empregos formais nos cinco setores da economia: serviço, comércio, indústria, construção e agropecuária.

Os dados também revelam que foram abertas vagas em quatro das cinco regiões do país no mês passado: Sudeste, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte.

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 2.384,10 em maio deste ano, o que representa queda real (descontada a inflação) em relação a abril de 2026 (R$ 2.402,07).

Na comparação com maio do ano passado, porém, houve aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.348,12.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não incluem os informais.

Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad).

Segundo dados oficiais, a taxa de desemprego no Brasil foi de 5,6% no trimestre encerrado em maio. De acordo com o IBGE, essa foi a menor taxa da série histórica para esse período.

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Petrobras muda cálculo do gás natural e reajuste pode cair de 22% para até 6%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 14:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,13%Dólar TurismoR$ 5,3830,08%Euro ComercialR$ 5,905-0,18%Euro TurismoR$ 6,1630,06%B3Ibovespa172.387 pts-0,47%Oferecido por

A Petrobras aprovou um novo cálculo para o gás natural vendido às distribuidoras estaduais nesta terça-feira (30). A medida reduz o reajuste de agosto de 22% para até 6%.

Segundo a estatal, a iniciativa tem como objetivo diminuir os impactos causados pelas oscilações dos preços no mercado internacional de gás natural.

O novo mecanismo passará a considerar um intervalo mínimo e máximo para a cotação do petróleo Brent. Esse cálculo definirá o valor de venda do insumo.

A Petrobras informou que essa faixa de valores funcionará como um limite para conter as variações de preços provocadas pelo mercado internacional.

A mudança será opcional. Ela valerá apenas para os clientes que assinarem aditivos aos seus contratos de fornecimento de gás atuais.

A Petrobras aprovou um novo mecanismo para calcular o preço do gás natural vendido às distribuidoras estaduais. Segundo a companhia, a mudança poderá limitar o reajuste previsto para 1º de agosto a até 6%, abaixo da alta de 22% estimada anteriormente.

De acordo com a estatal, a medida busca reduzir os efeitos das oscilações dos preços internacionais sobre os clientes de gás natural.

🔎 Depois de vendido pela Petrobras às distribuidoras estaduais, o gás natural é distribuído por redes canalizadas para residências, empresas e indústrias, além de abastecer usinas termelétricas. Se houver repasse do reajuste pelas distribuidoras, o impacto poderá chegar aos consumidores atendidos por esse sistema. O botijão de cozinha (GLP) não faz parte dessa medida.

Para isso, a Petrobras passará a considerar um intervalo mínimo e máximo para a cotação do petróleo Brent no cálculo do preço de venda do gás.

Segundo a empresa, essa faixa funcionará como um limite para as variações provocadas pelo mercado internacional.

O mecanismo será opcional e valerá apenas para os clientes que aderirem à mudança por meio de aditivos aos contratos de fornecimento de gás.

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Justiça dos EUA mantém processo que acusa Meta de viciar crianças no Facebook e Instagram

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 14:47

Tecnologia Justiça dos EUA mantém processo que acusa Meta de viciar crianças no Facebook e Instagram Juíza rejeitou pedido da empresa para encerrar ação movida por 29 estados americanos e afirmou que há elementos suficientes para discutir na Justiça se as plataformas foram projetadas para estimular o uso compulsivo por menores. Por Reuters

Uma juíza federal dos Estados Unidos rejeitou o pedido da Meta Platforms para encerrar uma ação movida por procuradores-gerais de 29 estados norte-americanos. Eles acusam a empresa de desenvolver o Facebook e o Instagram de forma a tornar crianças e adolescentes dependentes das plataformas e de ocultar conscientemente os danos causados ao público.

Na decisão, divulgada na noite de segunda-feira (29), a juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers, de Oakland, na Califórnia, negou o pedido da Meta para arquivar as acusações relacionadas a práticas enganosas, práticas comerciais desleais e violações da Lei de Proteção à Privacidade Online das Crianças (Children's Online Privacy Protection Act – COPPA).

A magistrada também concluiu que a Meta não cumpriu as exigências da lei relativas à notificação dos pais e à obtenção de consentimento parental. Por esse motivo, concedeu julgamento sumário favorável aos estados nesse ponto específico do processo.

Em nota, a Meta afirmou: "Discordamos fortemente dessas alegações e estamos confiantes de que as provas demonstrarão nosso compromisso de longa data em apoiar os jovens."

Gonzalez Rogers também é responsável por uma ação coletiva multidistrital relacionada ao tema, movida por mais de 2.600 pessoas, distritos escolares e governos locais. O processo discute se plataformas como Facebook, Instagram, Google, YouTube, Snapchat e TikTok foram projetadas para gerar dependência em crianças e adolescentes.

Os estados argumentam que pesquisas mostram que o uso do Facebook e do Instagram por crianças e adolescentes pode contribuir para depressão, ansiedade, insônia, prejuízos à educação e à rotina diária, além de comportamentos de automutilação e até suicídio.

A Meta respondeu que os procuradores-gerais não apresentaram provas de que a empresa tenha enganado consumidores sobre o suposto caráter viciante de suas plataformas, incluindo em depoimentos prestados ao Congresso pelo diretor-presidente, Mark Zuckerberg.

A empresa, sediada em Menlo Park, na Califórnia, também argumentou que "vício em redes sociais" não é uma condição psiquiátrica oficialmente reconhecida. Portanto, segundo a Meta, declarações de que suas plataformas não são viciantes não poderiam ser consideradas falsas.

Além disso, a companhia afirmou que não violou a legislação de privacidade infantil porque Facebook e Instagram são destinados ao público em geral, e não especificamente a crianças menores de 13 anos.

Na decisão de 38 páginas, Gonzalez Rogers afirmou que existem controvérsias relevantes que deverão ser analisadas no processo, entre elas se as plataformas da Meta são, de fato, viciantes, se a empresa negou falsamente que elas foram projetadas dessa forma e se os serviços são direcionados, ao menos em parte, ao público infantil.

Segundo a juíza, os procuradores-gerais apresentaram uma interpretação razoável das declarações da Meta de que Facebook e Instagram não foram desenvolvidos para levar adolescentes a usar compulsivamente as plataformas em prejuízo do próprio bem-estar.

Ela escreveu que, caso as provas dos autores demonstrem que as plataformas foram realmente projetadas com esse objetivo, um júri poderá concluir que essas declarações eram falsas para uma pessoa razoável.

De acordo com os registros judiciais, o julgamento das ações movidas pelos estados da Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey contra a Meta está marcado para 18 de agosto.

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No Mercosul, Lula diz que vai disputar reeleição para ‘garantir’ democracia no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 13:44

Política No Mercosul, Lula diz que vai disputar reeleição para 'garantir' democracia no Brasil Petista defendeu integração dos países do bloco acima de posições ideológicas. Lula também pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas de terremotos na Venezuela. Por Fabiano Andrade, Ana Flávia Castro, TV Globo e g1 — Brasília

O presidente Lula declarou que disputará a reeleição em outubro para garantir a democracia no Brasil. A fala ocorreu nesta terça-feira (30) durante a cúpula do Mercosul.

Lula defendeu a integração do Mercosul acima de posições ideológicas. Ele afirmou que o bloco não pode funcionar de acordo com a eleição deste ou daquele presidente.

O presidente propôs usar a arquitetura do PIX como base para pagamentos no Mercosul. O objetivo da ferramenta é reduzir custos e ampliar o uso de moedas locais.

Lula sugeriu a criação de um fundo sul-americano para desastres naturais. Ele também apresentou dados sobre o comércio do bloco, que atingiu 50 bilhões de dólares.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante cúpula de líderes do Mercosul, que vai tentar a reeleição em outubro deste ano para "garantir" a democracia no Brasil.

O petista deu a declaração durante fala de improviso em Assunção, após ler um discurso com tom institucional sobre as relações entre os países do Mercosul; e do bloco com outros países e grupos econômicos.

"Vou concorrer às eleições para garantir que o país se mantenha como um país democrático", afirmou Lula.

O presidente disse que a democracia voltou a ser ameaçada mundialmente, mencionando tentativas de golpe, inclusive no Brasil.

Lula tentará um quarto mandato como presidente no Brasil nas eleições deste ano. O petista deve ter como principal adversário Flávio Bolsonaro (RJ), filho de Jair Bolsonaro que é pré-candidato pelo PL.

🔎O Mercosul é um bloco econômico regional sul-americano criado em 1991, atualmente integrado por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia, com o objetivo de promover a integração econômica e aduaneira, e a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países membros.

O presidente do Brasil comentou os 35 anos do Mercosul, afirmando que a criação do bloco foi uma resposta ao passado autoritário na região.

Durante o pronunciamento, Lula defendeu integração entre os países do Mercosul acima das posições ideológicas de cada presidente.

"O Mercosul não pode funcionar de acordo com a eleição deste ou daquele presidente. Senão, a gente nunca vai ter um bloco forte funcionando. Nunca vai conseguir se transformar em um bloco econômico de muita vitalidade", disse o petista.

"Acreditem, independentemente de quem seja eleito no Brasil, o Mercosul continuará sendo prioridade. Quero pedir um esforço nestes seis meses para consolidar as instituições de apoio do Mercosul para que ele funcione independentemente de quem foi eleito presidente dos países do nosso bloco", completou Lula.

Sem citar o avanço de partidos de direita na América do Sul, o petista disse que o Mercosul é a "melhor opção institucional" em uma região polarizada. E que "ninguém é dono" do continente.

Além de Lula, a reunião do bloco desta terça contou com as presenças dos presidentes do Paraguai, Santiago Peña; Uruguai, Yamandú Orsi; do Chile, José Antonio Kast; e do Equador, Daniel Noboa.

O presidente da Argentina, Javier Milei, que é adversário político de Lula, alegou compromissos locais no país vizinho e não compareceu à reunião de chefes de Estado.

Aliado da família Bolsonaro, Milei, que se encontrou com Flávio nesta segunda (29), enviou como representante para a reunião do Mercosul o chanceler Pablo Quirino.

Ainda no discurso, Lula propôs o compartilhamento de experiências em inteligência artificial e sugeriu que a arquitetura do PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, sirva de base para uma infraestrutura comum de pagamentos no Mercosul.

O petista disse que o objetivo da criação dessa ferramenta seria reduzir custos e ampliar o uso de moedas locais.

Durante a reunião desta terça, os líderes do Mercosul fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas de dois terremotos na Venezuela na semana passada. O ato foi proposto por Lula, no início do discurso na 68ª Cúpula de presidentes do Mercosul.

O número oficial de mortes após os terremotos na Venezuela chegou a 1.719 nesta terça, mas continua crescendo.

Milhares de pessoas estão desaparecidas e desabrigadas. Ao discursar na reunião do Mercosul, Lula mencionou as vítimas e pediu cooperação entre os países.

No discurso, Lula defendeu a criação de um fundo para desastres naturais na América do Sul. Ele disse que o fundo é uma "necessidade estratégica" para os países da região e propôs um mecanismo sul-americano de enfrentamento a desastres naturais e de financiamento para adaptação climática.

O presidente também mencionou o impacto das guerras, como instabilidade e elevação dos preços de alimentos e energia.

O presidente apresentou dados sobre a evolução econômica do bloco. Disse que o comércio interno saltou de US$ 4,5 bilhões em 1991 para US$ 50 bilhões em 2025.

Ele citou a ratificação de acordos comerciais com Singapura e Europa, além do avanço de diálogos com Canadá, Índia e Vietnã.

O petista mencionou que o Mercosul lançará nesta cúpula as negociações para uma parceria econômica com o Japão e que pretende buscar a mesma aproximação com a China em breve.

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Mercosul critica assimetrias com UE e prepara negociações comerciais com a China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3830,09%Euro ComercialR$ 5,902-0,26%Euro TurismoR$ 6,1590,000%B3Ibovespa171.947 pts-0,73%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (30) que o Mercosul pretende iniciar em breve negociações comerciais com a China.

Lula afirmou que o bloco iniciou tratativas para parceria econômica com o Japão. Também continuam as negociações com Canadá, Índia e Vietnã.

A abertura da 68ª cúpula do bloco, realizada em Assunção, registrou críticas do presidente do Paraguai, Santiago Peña, ao acordo com a União Europeia.

Peña questionou a utilidade de negociar com a Europa se as transações não servirem para desenvolver os países que ainda não estão desenvolvidos.

A manifestação do presidente paraguaio critica a divisão interna das cotas de exportação com tarifas reduzidas para vendas ao mercado europeu.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (30), durante a cúpula do Mercosul, em Assunção, que o bloco pretende iniciar em breve negociações comerciais com a China, enquanto amplia sua agenda de acordos com outros parceiros.

Segundo Lula, o Mercosul também deu início às negociações para uma parceria econômica com o Japão e segue avançando nas conversas para fechar acordos comerciais com Canadá, Índia e Vietnã.

A abertura da 68ª cúpula também foi marcada por críticas do presidente do Paraguai, Santiago Peña, à forma como o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia está sendo implementado.

"Para que negociamos com a Europa se o acesso a novos mercados não há de servir para desenvolver o que o que ainda não está desenvolvido?", afirmou Peña.

A declaração faz referência à divisão, entre os países do Mercosul, das cotas de exportação com tarifas reduzidas para a venda de produtos ao mercado europeu.

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Quem é o torcedor japonês que viralizou com ‘ataque de raiva’ após derrota para o Brasil; momento foi encenado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 12:44

Tecnologia Quem é o torcedor japonês que viralizou com 'ataque de raiva' após derrota para o Brasil; momento foi encenado O streamer e influenciador japonês Gamix é o criador da cena que viralizou. O que começou como uma brincadeira acabou conquistando os brasileiros, rendendo ao criador mais de 300 mil novos seguidores. Por Redação g1 — São Paulo

Vídeo viral de torcedor japonês surtando é obra de influencer — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um jovem de cabelo azul, vestindo a camisa da seleção japonesa e cercado por torcedores brasileiros enrolados na bandeira verde e amarela, grita, chora e ameaça arrancar a própria camisa dos "Samurais Azuis" após a derrota do Japão para o Brasil por 2 a 1.

O vídeo viralizou nas redes sociais e gerou uma onda de memes na internet brasileira. Mas a cena não passou de uma encenação do streamer e influenciador japonês conhecido como Gamix.

O próprio criador de conteúdo compartilhou nos stories do Instagram um vídeo de bastidores que mostra ele entregando o celular para outra pessoa gravar o "piti" falso. Mesmo assim, o influencer ganhou mais de 300 mil novos seguidores no Instagram depois dos conteúdos.

Torcedor japonês perde a linha após derrota para a seleção brasileira. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Gamix é um streamer e influenciador digital japonês conhecido por seus vlogs, transmissões ao vivo e vídeos de humor. Ele acumula mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e também produz conteúdo para o Instagram e o TikTok.

Ele ficou conhecido pela promessa de que se não conseguir colaborar com o maior YouTuber do mundo, MrBeast, até o final de 2026, vai se aposentar das redes sociais.

Após viralizar com o vídeo em que simula um ataque de raiva, Gamix gravou conteúdos ao lado da influenciadora brasileira Camila Loures. Os vídeos seguem o mesmo estilo de humor, com encenações de explosões de raiva.

Em uma das publicações, compartilhada pelos dois no Instagram, Gamix repete a reação exagerada. A legenda da postagem brinca: "Quando o contatinho não responde".

Segundo dados do Social Blade, o streamer ganhou mais de 300 mil seguidores no Instagram desde que começou a publicar os conteúdos, nesta segunda (29).

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Jogo do Brasil faz consumo de energia cair e obriga ONS a reduzir geração eólica e solar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,171-0,07%Dólar TurismoR$ 5,3840,1%Euro ComercialR$ 5,905-0,12%Euro TurismoR$ 6,1650,09%B3Ibovespa171.990 pts-0,7%Oferecido por

O ONS reduziu em cerca de 20 gigawatts a geração eólica e solar na segunda-feira (29). A medida manteve o equilíbrio da rede durante o jogo do Brasil.

A partida contra o Japão ocorreu às 14h. A interrupção de atividades pela população reduziu o consumo no período de alta produção solar.

O consumo nacional de energia recuou 21% perto do intervalo do jogo. Após o fim da partida, a demanda subiu rapidamente 12.783 megawatts em uma hora.

O corte de geração evitou riscos de instabilidade no Sistema Interligado Nacional. ONS informou que não foi preciso interromper sistemas solares das distribuidoras.

O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, afirmou que o órgão se prepara para o próximo jogo em 5 de julho. A operação poderá ter maior complexidade.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reduziu em cerca de 20 gigawatts (GW) a geração de energia eólica e solar na tarde de segunda-feira (29) para manter o equilíbrio da rede elétrica durante o jogo da seleção brasileira contra o Japão pela Copa do Mundo. A medida foi necessária após uma forte queda no consumo de energia, informou o órgão nesta terça-feira.

A partida, que garantiu a classificação do Brasil para as oitavas de final, foi a primeira do torneio disputada no meio da tarde, às 14h.

Nesse horário, parte da população interrompeu suas atividades para acompanhar o jogo, reduzindo o consumo de energia justamente em um período de alta produção de usinas solares.

Essa mudança repentina dificulta a operação do sistema elétrico, que precisa manter, em tempo real, o equilíbrio entre a energia produzida e a consumida para evitar problemas no fornecimento.

O desafio é ainda maior porque milhões de painéis solares instalados em casas, empresas e propriedades rurais geram eletricidade diretamente para a rede, sem que o ONS consiga controlar essa produção.

Durante a partida, o consumo nacional de energia caiu 21%, chegando a 66.515 megawatts médios perto do intervalo.

Após o apito final, às 16h02, a demanda voltou a subir rapidamente, com aumento de 12.783 MW em apenas uma hora — volume equivalente ao consumo médio somado dos Estados de Minas Gerais e Paraná.

Em nota, o ONS informou que a redução de 20 GW na geração renovável "se deve a elevada geração distribuída e carga muito reduzida".

"Neste cenário, o objetivo da redução é prevenir riscos à estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) e evitar a perda de controlabilidade do sistema, preservando a segurança e a continuidade do fornecimento de energia à sociedade", acrescentou.

O corte corresponde a cerca de 10% da capacidade das grandes usinas conectadas ao sistema elétrico nacional e evidencia as limitações enfrentadas pelo setor de energia renovável.

Nos últimos anos, o crescimento da oferta de eletricidade, aliado à capacidade insuficiente das linhas de transmissão para escoar essa produção, tem levado a cortes de geração, prejuízos bilionários para o setor e ao adiamento ou cancelamento de investimentos.

Segundo o ONS, não foi necessário interromper, de forma emergencial, a geração das pequenas usinas e dos sistemas solares conectados às redes das distribuidoras.

Separadamente, o diretor-geral do órgão, Marcio Rea, afirmou que o órgão já se prepara para o próximo jogo do Brasil, marcado para 5 de julho.

"Avaliamos que mais pessoas estarão ligadas na Copa, o que poderá aumentar ainda mais a complexidade da operação", acrescentou, em comunicado.

Torcedor japonês perde a linha após derrota para a seleção brasileira. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Presidente da CVM terá de prestar contas ao Senado a cada 6 meses, diz projeto aprovado em comissão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,174-0,03%Dólar TurismoR$ 5,3830,07%Euro ComercialR$ 5,905-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.551 pts-0,96%Oferecido por

A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou nesta terça-feira (30) projeto que obriga o presidente da CVM a prestar contas semestralmente ao colegiado do Senado.

A proposta segue em caráter terminativo para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso. O texto iguala a fiscalização da autarquia à do Banco Central.

O projeto da senadora Jussara Lima foi relatado por Eduardo Braga. A proposta ganhou força após críticas de parlamentares sobre a atuação do órgão no caso Master.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) concluiu nesta terça-feira (30) a aprovação do projeto que obriga o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a prestar contas, a cada seis meses, ao colegiado sobre a atuação da autarquia.

O texto foi aprovado em turno suplementar, concluindo a votação, e tem caráter terminativo. Ou seja, caso não haja recurso, segue direto para a Câmara dos Deputados.

O projeto dá à CVM a mesma fiscalização por parte da CAE que ocorre com o Banco Central. O presidente do BC vai ao Senado semestralmente prestar contas da atuação do órgão.

O projeto, de autoria da senadora Jussara Lima (PSD-PI), ganhou força após a CVM virar alvo de parlamentares que criticaram a atuação de autarquia no escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

O texto foi relatado pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), e prevê a apresentação de um parecer sobre a evolução do mercado e das atividades da CVM.

"O presidente da Comissão de Valores Mobiliários deverá apresentar, no Senado Federal, em arguição pública, no primeiro e no segundo semestres de cada ano, relatório acerca da evolução do mercado de valores mobiliários, do cumprimento do mandato institucional da autarquia e do cumprimento do plano estratégico vigente", diz trecho da proposta.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo anuncia R$ 525 bilhões para o agronegócio e muda regras do crédito rural

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%Oferecido por

O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o novo Plano Safra 2026/2027. O programa de crédito rural é voltado ao financiamento da produção agropecuária do país.

O novo ciclo destinará R$ 525,1 bilhões para o financiamento de médios e grandes produtores rurais. O montante representa um aumento de R$ 9 bilhões.

A iniciativa entra em vigor em 1º de julho. A validade do programa se estenderá até 30 de junho de 2027.

O governo alterou regras do crédito rural para esta edição. Financiamentos subsidiados não poderão ser usados em empreendimentos que prevejam supressão de vegetação nativa.

Os novos contratos passarão a informar a origem dos recursos utilizados. A medida foi adotada como forma de aumentar a transparência das operações de crédito.

O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o novo ciclo do Plano Safra, que é o principal programa de crédito rural do país voltado ao financiamento da produção agropecuária.

O Plano Safra 2026/2027, segundo o governo, terá R$ 525,1 bilhões destinados ao financiamento de médios e grandes produtores rurais.

O valor teve aumento de R$ 9 bilhões com relação ao último plano referente ao período 2025/2026.

O novo Plano Safra entra em vigor em 1º de julho e terá validade até 30 de junho de 2027 (leia mais abaixo).

R$ 414,7 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização;R$ 110,3 bilhões serão direcionados para investimentos.

A partir desta safra, financiamentos com recursos subsidiados não poderão ser usados por empreendimentos que prevejam a supressão de vegetação nativa.

Os contratos também passarão a informar a origem dos recursos usados nas operações de crédito, como forma de aumentar a transparência.

Lula no lançamento do Plano Safra 2025, que oferece crédito com juros subsidiados a agricultores — Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou do lançamento do Plano Safra para grandes propriedades.

Lula embarcou na manhã desta terça para Assunção, no Paraguai, onde participa da Cúpula do Mercosul.

O lançamento do Plano Safra é conduzido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, em Brasília, no Palácio do Planalto.

Lula deve retornar a Brasília ainda nesta terça e a expectativa é que participe, no fim do dia, da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Reino Unido pode intervir em acordo de US$ 110 bilhões entre Paramount e Warner Bros Discovery

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,1%Dólar TurismoR$ 5,3790,01%Euro ComercialR$ 5,907-0,13%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa171.146 pts-1,19%Oferecido por

Torre de Água da Warner Bros é retratada nos estúdios da Warner Bros, em Burbank, Califórnia, EUA — Foto: Reuters

O Reino Unido sinalizou que pode intervir na proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance Corp., avaliada em US$ 110 bilhões, citando preocupações com o impacto sobre a liberdade de imprensa e a oferta de conteúdo sob demanda.

A medida é o primeiro passo de um processo que pode levar o negócio a ser analisado pelo órgão regulador antitruste do país.

O órgão ganhou destaque em 2023 ao bloquear a compra da Activision Blizzard, avaliada em US$ 69 bilhões, pela Microsoft — dona da franquia “Call of Duty” — decisão que gerou reação negativa das duas empresas americanas.

A possível intervenção do Reino Unido ocorre em um momento em que o acordo já foi aprovado por Estados Unidos, China, Austrália, Alemanha, França e Arábia Saudita.

A ministra da Cultura, Lisa Nandy, que fixou o prazo de 6 de julho para resposta das empresas, afirmou em comunicado: “Estou ciente da necessidade de chegar a uma decisão final em tempo hábil e me empenharei para fazê-lo da maneira adequada.”

A Paramount é dona do Channel 5, emissora de TV aberta britânica que transmite programas de notícias, enquanto a Warner controla a CNN International.

Outros ativos no Reino Unido que podem ser afetados incluem a TNT Sports, a Cartoon Network, a Nickelodeon, além da Paramount+ e da HBO Max.

Após o prazo de resposta, Nandy decidirá se emitirá uma notificação formal de intervenção de interesse público.

Caso isso ocorra, o caso será analisado pelo órgão regulador de mídia britânico, o Ofcom, e pela Autoridade de Concorrência e Mercados.

Os órgãos reguladores têm até 40 dias para apresentar seus relatórios. Depois disso, Nandy decidirá se aprova o negócio ou se o encaminha para uma investigação mais aprofundada, que pode durar até 24 semanas.

Caso sejam identificadas preocupações, as empresas podem tentar resolvê-las com medidas corretivas, como venda de ativos ou compromissos para proteger a independência editorial. Nenhuma das empresas respondeu a pedidos de comentário.

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