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Quem mais produz petróleo no Brasil? Veja o ranking das empresas após produção ficar perto de novo recorde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%Oferecido por

A produção de petróleo no Brasil registrou um novo marco. Em maio, o país produziu, em média, 4,3 milhões de barris por dia (bpd), um aumento de 16,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foi o segundo maior volume mensal da história, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O resultado ficou atrás apenas de abril, quando a produção atingiu o recorde de 4,33 milhões de barris por dia.

Grande parte desse avanço foi impulsionada pelo pré-sal, que respondeu por 3,47 milhões de barris por dia, mais de 80% de todo o petróleo produzido no país em maio. O resultado reforça a trajetória de crescimento da produção brasileira, depois de 2025 ter fechado com média anual recorde de 3,77 milhões de barris por dia.

Entre as empresas, a Petrobras segue na liderança com ampla vantagem. Em maio, a estatal produziu 2,55 milhões de barris por dia, o equivalente a cerca de seis em cada dez barris extraídos no Brasil. Em seguida aparecem a Shell, com 415,3 mil barris por dia, e a TotalEnergies, com 209,9 mil barris por dia.

Petrobras: 59,3%Shell: 9,7%TotalEnergies: 4,9%PPSA: 4,8%CNOC Petroleum: 2,8%Petrogral Brasil: 2,5%CNPC: 2,0%Prio Tigris: 1,7%Prio Forte S.A.: 1,4%Equinor Brasil: 1,2%

A produção de gás natural também cresceu na comparação com um ano antes. Foram 206,06 milhões de metros cúbicos por dia em maio, alta de 19,6%. Em relação a abril, porém, houve uma leve queda de 0,3%.

Nem todo o gás produzido chega ao mercado. Em maio, 60,83 milhões de metros cúbicos por dia foram comercializados. Outra parte, 120,13 milhões de metros cúbicos por dia, foi reinjetada nos reservatórios.

Além disso, 19,23 milhões de metros cúbicos por dia foram consumidos nas próprias plataformas de produção, e 5,87 milhões de metros cúbicos por dia foram queimados durante a operação.

Somando petróleo e gás natural, a produção brasileira alcançou 5,597 milhões de barris de óleo equivalente por dia em maio.

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Seca ameaça produção de açúcar na França sem previsão de chuva

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 12:46

Agro Seca ameaça produção de açúcar na França sem previsão de chuva A falta de chuvas nas principais regiões produtoras de beterraba impulsiona os preços do açúcar e reforça a expectativa de queda de 15% na produção da União Europeia. Por Reuters

Beterrabas açucareiras colhidas são vistas em um campo nos arredores de Voinsles, França — Foto: REUTERS/Abdul Saboor/Foto de arquivo

Uma seca prolongada está ameaçando a produção de açúcar na França, o maior produtor da União Europeia, sem previsão de chuva nas principais regiões produtoras de beterraba nas próximas duas semanas, segundo os produtores, enquanto as preocupações com as safras europeias impulsionam uma alta nos preços do açúcar.

O preço do açúcar branco subiu quase 10% na última semana, atingindo na quarta-feira a maior alta em 9 meses e meio, impulsionado também pelo fenômeno climático El Niño na Ásia. Os preços haviam caído para o menor nível em mais de cinco anos no início deste ano devido à oferta abundante, prejudicando os lucros das usinas de açúcar.

A Europa tem enfrentado uma onda de calor recorde que causou centenas de mortes em excesso e perturbou a vida cotidiana por mais de uma semana, com previsão de que o calor volte a se intensificar na próxima semana em países como França e Alemanha.

“A água é fundamental para a beterraba sacarina. Se não chover nas próximas duas semanas, será catastrófico”, disse Franck Sander, presidente da CGB, associação francesa de produtores de beterraba.

A Météo France não prevê chuvas nas planícies de beterraba sacarina ao redor de Paris e no norte da França até pelo menos 14 de julho.

Até o momento, a situação na França é desigual, com beterrabas apresentando folhas secas em alguns campos, enquanto outras estão se saindo melhor, disse Sander.

Em sua última previsão divulgada em 26 de junho, a Comissão Europeia estimou a produção de açúcar da UE na safra 2026/27 em 14,13 milhões de toneladas métricas, uma queda de 15% em relação à safra 2025/26. Isso se deveu a uma redução de 9% na área plantada e a uma queda de 6,5% na produtividade.

A maior queda na produtividade esperada foi registrada na França, mas a Comissão também previu uma queda nos outros dois principais produtores, Alemanha e Polônia.

“A seca na França ainda é bastante grave. Os baixos índices de chuva continuarão afetando o extremo oeste da Europa por pelo menos os próximos dez dias e, possivelmente, por duas semanas”, afirmou o corretor e consultor independente do setor açucareiro Michael McDougall.

Os agricultores franceses também estão preocupados com a propagação da doença do amarelecimento após fortes infestações de pulgões no início da safra, disse Sander.

O vírus devastou as plantações em 2020 depois que a União Europeia proibiu alguns pesticidas neonicotinóides usados para proteger as culturas, citando evidências de que eles prejudicavam as abelhas.

A França concedeu isenções temporárias em 2021 e 2022 depois que agricultores e produtores de açúcar afirmaram que a proibição ameaçava a viabilidade do setor. As isenções foram posteriormente revogadas pelo Conselho de Estado da França, após uma decisão do tribunal superior da UE.

O Parlamento está debatendo uma nova isenção esta semana como uma emenda a um projeto de lei agrícola mais abrangente. A ministra da Agricultura afirmou que não se opõe à medida, mas preferiria que ela fosse debatida separadamente para reduzir o risco de o projeto de lei mais amplo ser rejeitado.

Espera-se uma decisão final ainda este mês. No entanto, ela chegaria tarde demais para afetar a safra deste ano, já que os pulgões geralmente infectam as plantas na primavera e os sintomas surgem no verão.

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Argentina zera imposto de exportação de veículos; entenda se preços de carros no Brasil mudam

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 12:46

Carros Argentina zera imposto de exportação de veículos; entenda se preços de carros no Brasil mudam Alíquota de 4,5% deixou de ser cobrada; medida vale até julho de 2027. Ford, Volkswagen, Toyota e Stellantis exportam modelos produzidos na Argentina para o mercado brasileiro. Por Redação g1

Linha de produção do Fiat Cronos no complexo de Ferreyra, na Argentina — Foto: Divulgação / Stellantis

O imposto de exportação de veículos na Argentina foi zerado a partir de julho de 2026. Essa medida vale até julho de 2027. A alíquota até então era de 4,5% e era cobrada de carros que saíam da Argentina para outros mercados, como o Brasil.

Atualmente, Ford, Volkswagen, Toyota e Stellantis produzem carros na Argentina e os exportam para os consumidores brasileiros.

No segmento de picapes, a Ford produz a Ranger e a Volkswagen fabrica a Amarok. A Renault já confirmou a produção da Niagara na Argentina; a novidade chega ao Brasil em setembro deste ano e não teve preço revelado.

A Toyota produz também picape, a Hilux, e o utilitário esportivo “irmão” SW4. Além da van comercial Hiace. Já a Stellantis fabrica dois modelos da Fiat, Titano e Cronos, e dois carros da Peugeot, 208 e 2008. A RAM Dakota também é feita na Argentina.

Segundo Cássio Pagliarin, especialista da Bright Consulting, existe a possibilidade de redução de preço no mercado brasileiro.

"Pode haver reflexo, principalmente nas picapes. A diminuição desse imposto afeta o custo de produção e pode fazê-las mais atrativas", explica o consultor.

Pagliarin também explica que ainda é difícil saber o quanto desse desconto será repassado ao cliente. Segundo o consultor, também existe a possibilidade de algumas marcas somarem esse desconto à sua margem, mas ainda é impossível prever esse fato.

O g1 entrou em contato com todas as montadoras para verificar se o preço para o consumidor brasileiro será reduzido. Nenhuma havia respondido até a publicação da reportagem. A matéria será atualizada assim que possível.

A Associação de Fabricantes de Automóveis da Argentina (ADEFA) afirmou que a redução gradual dos impostos sobre exportações anunciada pelo presidente Javier Milei é um passo importante para aumentar a competitividade da indústria automotiva.

Segundo a entidade, a definição de um cronograma até meados de 2027 dá previsibilidade para que as montadoras planejem a produção, as exportações e os investimentos.

"A redução da carga tributária sobre as exportações representa um estímulo direto para recuperar a competitividade nos mercados regionais e globais, em um cenário mundial extremamente desafiador", acrescentou Rodrigo Pérez Graziano, presidente de ADEFA.

A entidade também defendeu que províncias e municípios eliminem impostos e taxas locais que, segundo ela, reduzem a competitividade das exportações e podem representar um impacto de até 10% sobre o valor dos veículos exportados.

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Fifa diz que abuso online na Copa do Mundo aumentou 13 vezes, 11% motivado por questões raciais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 12:46

Tecnologia Fifa diz que abuso online na Copa do Mundo aumentou 13 vezes, 11% motivado por questões raciais Serviço da entidade analisou mais de seis milhões de publicações e identificou 89 mil mensagens abusivas durante a fase de grupos. Por Reuters

A Fifa informou nesta quarta-feira (1º) que os abusos online aumentaram 13 vezes na fase de grupos da Copa do Mundo, somando 89 mil publicações consideradas abusivas.

O monitoramento digital analisou mais de 6 milhões de postagens. Os ataques motivados por racismo responderam por 11% de todas as mensagens ofensivas identificadas.

A entidade moderou cerca de 2 milhões de comentários e encaminhou 1.000 contas para investigação. O formato de 48 seleções influenciou no volume de dados analisados.

A Fifa também reúne evidências de abusos para as autoridades policiais. Os jogadores holandeses Justin Kluivert, Quinten Timber e Crysencio Summerville sofreram insultos racistas nas redes.

Os órgãos de monitoramento digital da Fifa identificaram 89 mil publicações abusivas nas redes sociais durante a fase de grupos da Copa do Mundo, informou a entidade que controla o futebol mundial nesta quarta-feira (1º).

Esse aumento foi registrado depois que o Serviço de Proteção às Redes Sociais (SMPS) da Fifa analisou mais de seis milhões de publicações e comentários — um salto de 33% em relação a 2022. Os abusos raciais representaram 11% de todas as mensagens ofensivas identificadas.

A proporção de ataques motivados por racismo aumentou 3% em relação à fase de grupos no Catar. Segundo a Fifa, isso representou um "aumento significativo no material objetivamente pior e mais ofensivo" nas redes sociais.

"Disponível para todas as seleções, jogadores, técnicos e árbitros que participam de torneios da Fifa, o SMPS protege esses profissionais e seus seguidores contra conteúdos discriminatórios e ofensivos", afirmou a entidade em comunicado.

🔎 O SMPS utiliza uma combinação de tecnologia e moderação humana para detectar, filtrar e bloquear mensagens racistas, discriminatórias ou ameaçadoras, além de proteger os seguidores dos jogadores da exposição a conteúdo abusivo.

A Fifa informou que 225 mil publicações foram selecionadas para análise humana. Dessas, os moderadores classificaram 89 mil como abusivas e adotaram medidas, enquanto cerca de 1.000 contas foram encaminhadas para investigação mais aprofundada.

Segundo a Fifa, o formato ampliado do torneio, com 48 seleções, ante as 32 do Catar, também contribuiu para o aumento do volume de conteúdo analisado.

As ferramentas de moderação automatizadas do serviço também ocultaram cerca de 181 mil comentários de ódio nas contas das seleções.

Além disso, mais de dois milhões de comentários foram moderados durante a fase de grupos, incluindo spam e conteúdo de bots ou contas falsas — um volume quatro vezes maior do que o registrado em 2022.

"Como parte da evolução do SMPS, o serviço também reúne evidências para as autoridades policiais", afirmou a Fifa.

“Mais de 100 casos foram identificados que atendem aos critérios legais para a abertura de processos judiciais contra os responsáveis.”

Os jogadores holandeses Justin Kluivert, Quinten Timber e Crysencio Summerville sofreram insultos racistas nas redes sociais após desperdiçarem pênaltis na derrota para o Marrocos.

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EUA sancionam duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com o PCC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 12:46

Mundo EUA sancionam duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com o PCC Esta é a primeira rodada de sanções econômicas do governo Trump contra alvos suspeitos de ter ligação com a facção brasileira após ter classificado o PCC e o CV como grupos terroristas internacionais. Por Redação g1

O presidente Donald Trump fala no Salão Oval da Casa Branca durante a assinatura de uma ordem executiva sobre computação quântica, na segunda-feira, 22 de junho de 2026, em Washington — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O governo Trump anunciou nesta quarta-feira (1º) sanções contra duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As sanções foram formalizadas pelo Departamento do Tesouro norte-americano.

Os EUA acusaram os seguintes indivíduos e empresas de ter ligações com a rede de lavagem de dinheiro do PCC:

Victor Henrique de Oliveira Shimada;Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira;Victory Trading Intermediacão De Negocios Cobrancas E Tecnologia Ltda;Pixwave Solucoes De Pagamentos Ltda;Wave Construcoes Inteligentes Ltda.

Esta é a primeira rodada de sanções econômicas divulgadas pelo governo Trump contra alvos que acredita ter relação com a facção brasileira após ter classificado o PCC e o CV como grupos terroristas internacionais, em junho.

👉 Entenda aqui o que acontece com pessoas e empresas sancionadas economicamente pelo governo dos EUA.

No comunicado do Departamento do Tesouro, o governo Trump voltou a chamar o PCC de "maior organização criminosa transnacional do Hemisfério Ocidental" e afirmou que a facção representa uma "ameaça significativa à segurança nacional dos EUA". Além disso, acusou o PCC de utilizar o sistema financeiro norte-americano para lavar dinheiro.

Segundo os EUA, Victor e Stella e as três empresas citadas integrariam uma rede internacional de lavagem de dinheiro do PCC, que tem sido investigada na Flórida. Outros seis acusados de integrar essa rede de lavagem de dinheiro foram presos em janeiro deste ano no estado norte-americano, segundo o comunicado.

Sobre Victor Shimada, os EUA o chamaram de "elo-chave entre membros do PCC na Flórida e traficantes internacionais" e o acusaram de:

lavar mais de US$ 30 milhões em recursos ilícitos gerados em várias cidades dos EUA, utilizando criptomoedas para transferir valores de volta ao Brasil em nome do PCC;envolver-se em outros crimes financeiros além da lavagem de dinheiro do tráfico.

EUA sancionam duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com o PCC em 1º de julho de 2026. — Foto: Reprodução/Departamento do Tesouro dos EUA

Shimada foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo em julho de 2025 por lavagem de dinheiro no âmbito do escândalo da VaideBet, ex-patrocinadora do Corinthians. Os EUA citaram que a Victory Trading, da qual Shimada é sócio, foi utilizada para lavar dinheiro desviado do clube de futebol brasileiro, porém não mencionou o nome do time alvinegro no comunicado.

Outra empresa da qual Shimada é sócio, a Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda, com sede em Portugal, também foi sancionada pelos EUA nesta quarta.

Já sobre Stella, os EUA afirmaram que ela é parente de Shimada e atuou como a secretária dele e intermediária na coleta de grandes quantias em dinheiro, fornecendo serviços logísticos essenciais para as operações de lavagem da rede.

“Esta designação é mais um passo do governo dos Estados Unidos para enfrentar e reconhecer a crescente presença da geração de receitas ilícitas do Primeiro Comando da Capital dentro de nossas fronteiras. (…) O crime organizado no Hemisfério Ocidental não pode ser autorizado a estabelecer operações em solo americano que contribuam para a criminalidade e a ilegalidade”, afirmou Gene Lange, subsecretário norte-americano para Terrorismo e Inteligência Financeira.

Governo Trump diz que PCC usa sistema financeiro americano para lavar dinheiroO que acontece com as pessoas e empresas sancionadas pelo governo dos EUA? EntendaClassificar PCC e CV como terroristas faz parte da estratégia de Trump para a região; entendaA nova declaração do governo Trump sobre PCC e CV que preocupa o governo Lula: 'Ameaças à segurança regional'

Victor Shimada, sócio da Victory Trading Intermediacão De Negocios Cobrancas E Tecnologia Ltda, sancionado pelo governo dos EUA em 1º de julho de 2026. — Foto: Reprodução/GloboNews

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Petrobras reduz em 14,5% preço do querosene de aviação a partir de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,49%Dólar TurismoR$ 5,3910,34%Euro ComercialR$ 5,9150,26%Euro TurismoR$ 6,1610,15%B3Ibovespa171.726 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,49%Dólar TurismoR$ 5,3910,34%Euro ComercialR$ 5,9150,26%Euro TurismoR$ 6,1610,15%B3Ibovespa171.726 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,49%Dólar TurismoR$ 5,3910,34%Euro ComercialR$ 5,9150,26%Euro TurismoR$ 6,1610,15%B3Ibovespa171.726 pts-0,17%Oferecido por

A Petrobras vai reduzir em 14,5% o preço do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras a partir de julho. Segundo a estatal, o corte equivale a uma queda de R$ 0,81 por litro em relação ao valor cobrado no mês anterior.

De acordo com a empresa, a redução ocorre porque os preços internacionais do combustível perderam força após a diminuição das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que haviam pressionado as cotações nos últimos meses.

Os preços do QAV são reajustados pela Petrobras no início de cada mês, conforme previsto em contrato.

Este é o segundo corte consecutivo no preço do combustível. Em junho, a Petrobras já havia reduzido o valor em 14,2% (R$ 0,93 por litro), encerrando uma sequência de aumentos registrada desde março.

Apesar das duas quedas seguidas, o querosene de aviação ainda acumula alta de 40,5% em 2026. Em comparação com o preço praticado em dezembro de 2025, o litro do combustível continua R$ 1,39 mais caro.

🔎 O querosene de aviação é o combustível usado pela maior parte dos aviões comerciais. Produzido a partir do refino do petróleo, o QAV é formulado para funcionar com segurança em motores a jato, suportando condições extremas de temperatura e altitude.

Para o setor aéreo, o QAV é um dos principais custos de operação. Em períodos de alta do petróleo ou do dólar, seu preço costuma subir, o que pode aumentar as despesas das companhias aéreas e, em alguns casos, pressionar o preço das passagens.

Com a redução anunciada pela Petrobras, o custo do combustível tende a diminuir para as distribuidoras, o que pode aliviar parte das despesas das companhias aéreas.

No entanto, isso não significa uma queda imediata no preço das passagens, já que outros fatores, como demanda, câmbio e concorrência, também influenciam o valor cobrado dos passageiros.

Nos últimos meses, o preço do QAV foi pressionado pela alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos temores de interrupção no transporte da commodity pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de petróleo.

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio das passagens domésticas chegou a R$ 632,53 em maio, alta de 11,2% em relação ao mesmo mês de 2025.

No mesmo período, o litro do querosene de aviação atingiu R$ 6,46, avanço de 68,5% na comparação anual, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Trump diz que fundos administram seu dinheiro e atribui ganhos à alta do mercado de ações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1950,59%Dólar TurismoR$ 5,4000,5%Euro ComercialR$ 5,9210,34%Euro TurismoR$ 6,1650,21%B3Ibovespa171.433 pts-0,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,1950,59%Dólar TurismoR$ 5,4000,5%Euro ComercialR$ 5,9210,34%Euro TurismoR$ 6,1650,21%B3Ibovespa171.433 pts-0,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,1950,59%Dólar TurismoR$ 5,4000,5%Euro ComercialR$ 5,9210,34%Euro TurismoR$ 6,1650,21%B3Ibovespa171.433 pts-0,34%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que não tinha nada a ver com suas finanças pessoais, um dia depois de ter declarado mais de US$1,4 bilhão em renda proveniente dos empreendimentos de criptomoedas de sua família.

Trump disse ainda que muitas pessoas estão lucrando porque o mercado de ações nos EUA está em alta.

“Eu não me envolvo… Temos fundos que administram meu dinheiro”, disse Trump a repórteres na Base Conjunta de Andrews, enquanto se preparava para voar para Dakota do Norte.

Os documentos financeiros, sua declaração anual de 2025 junto ao Escritório de Ética Governamental dos EUA, mostraram que suas empresas receberam quase US$800 milhões da World Liberty Financial, um empreendimento de criptomoedas que ele e seus filhos cofundaram.

Essa receita, que o presidente divide com membros da família, incluiu mais de US$520 milhões provenientes da venda de tokens de criptomoedas e mais de US$250 milhões da venda de participações nos negócios da World Liberty.

“Vocês sabem por que estou lucrando? Porque o mercado de ações está em alta, todo mundo está lucrando”, disse Trump.

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Relatório da ONU aponta enormes benefícios potenciais e grandes riscos decorrentes da IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 10:46

Tecnologia Relatório da ONU aponta enormes benefícios potenciais e grandes riscos decorrentes da IA Especialistas da ONU alertam que a inteligência artificial pode impulsionar avanços em diversas áreas, mas também traz riscos crescentes à saúde mental, à democracia, aos direitos humanos e à segurança, exigindo uma governança baseada em evidências científicas. Por Reuters

Corrida da IA movimenta expectativas em torno das ferramentas e nos milhões de dólares que podem gerar. — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Ilustração

O rápido desenvolvimento da IA oferece enormes benefícios potenciais para países e pessoas em todo o mundo, mas também apresenta grandes riscos, afirmaram 40 cientistas e especialistas renomados no primeiro relatório elaborado por um painel científico independente da ONU sobre a tecnologia.

O relatório, que será apresentado aos governos no primeiro Diálogo Global da ONU sobre a governança da IA, em Genebra, de 6 a 7 de julho, oferece a primeira avaliação científica global e independente da IA, com um relatório mais completo e abrangente previsto para o próximo ano.

Os membros do painel foram selecionados em todas as regiões do mundo e cumprem um mandato de três anos, independentemente de qualquer governo, instituição ou empresa.

• Os formuladores de políticas precisam de evidências científicas para governar a IA, mas as capacidades da tecnologia estão superando o entendimento científico e a capacidade de adaptação dos governos, com poucos métodos disponíveis para controlar sistemas de IA altamente autônomos.

• O copresidente do painel Yoshua Bengio observou evidências crescentes de comportamentos enganosos da IA e afirmou que a ciência não pode garantir que a IA não causará danos catastróficos “seja por conta própria, seja devido a usuários mal-intencionados”, à medida que suas capacidades aumentam.

• “Os benefícios potenciais da IA são enormes”, concluiu o relatório. “A implantação rápida e descontrolada da tecnologia em grande escala também apresenta riscos consideráveis, incluindo danos à saúde mental dos usuários, uso potencial como ferramenta destrutiva, impactos nos sistemas sociais, econômicos e ambientais, e desafios associados ao controle da tecnologia.”

• A adoção da IA acelerou de forma ampla, mas desigual, entre países e setores. Globalmente, mais de um bilhão de pessoas agora usam IA conversacional semanalmente, mas a adoção nos países em desenvolvimento está atrasada.

• O desenvolvimento da IA está ainda mais concentrado, com os EUA respondendo por 75% do poder de computação entre os 500 maiores supercomputadores de IA do mundo, e a China, por 15%.

• Embora mais de 7.000 idiomas sejam falados em todo o mundo, os modelos atuais de IA são treinados para apenas uma pequena fração deles, e a tradução automática de alguns idiomas está repleta de erros que podem afetar diagnósticos de saúde e decisões de tratamento.

• Os riscos incluem possíveis impactos negativos sobre os direitos humanos, os sistemas sociais e o meio ambiente, com a circulação cada vez mais frequente de material de abuso sexual infantil gerado por IA e de violência sexual facilitada por deepfakes.

• A IA também facilita a produção e o direcionamento de conteúdo persuasivo em grande escala, contribuindo para uma “erosão gradual da integridade da informação que pode enfraquecer a confiança pública, a coesão social e a deliberação democrática”.

• A maioria dos países, incluindo as economias avançadas, carece do conhecimento técnico necessário para avaliar os novos modelos de IA mais avançados ou participar de forma significativa de sua governança.

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EUA suspendem restrições, e Anthropic libera acesso global a modelos avançados de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 10:46

Tecnologia EUA suspendem restrições, e Anthropic libera acesso global a modelos avançados de IA Em 12 de junho, Washington obrigou a Anthropic a bloquear abruptamente o acesso aos dois modelos de ponta, Mythos 5 e Fable 5, por motivos de segurança nacional. Por France Presse

A Anthropic disponibilizará globalmente seus modelos de inteligência artificial mais potentes a partir desta quarta-feira (1º). A liberação ocorre após os EUA suspenderem restrições de exportação.

Em 12 de junho, o governo norte-americano forçou o bloqueio imediato dos modelos Mythos 5 e Fable 5. A decisão foi justificada por razões de segurança nacional.

Na última sexta-feira (26), Washington permitiu o uso do Mythos 5 exclusivamente para operadores de infraestrutura e ciberdefensores locais. Agências de segurança estrangeiras continuaram sem acesso.

A fabricante não confirmou se a nova liberação beneficiará os órgãos internacionais. Recentemente, a CIA comparou os modelos avançados de inteligência artificial a "armas nucleares digitais".

A Anthropic permitirá, a partir desta quarta-feira (1º), o acesso mundial aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais recentes e potentes, após o governo dos Estados Unidos suspender as restrições à comercialização dessas tecnologias, informou a empresa americana nesta terça-feira (30).

Em 12 de junho, Washington obrigou a Anthropic a bloquear abruptamente o acesso aos dois modelos de ponta, Mythos 5 e Fable 5, por motivos de segurança nacional.

"Recebemos uma notificação de que o Departamento de Comércio suspendeu os controles de exportação sobre o Claude Fable 5 e o Mythos 5", afirmou a companhia em uma publicação no X. "Começaremos a restabelecer o acesso amanhã", acrescentou.

Na última sexta-feira (26), o governo suspendeu parcialmente as restrições ao Mythos 5, permitindo o acesso ao modelo por alguns "ciberdefensores e operadores de infraestrutura" dos EUA.

Parceiros estrangeiros, especialmente as agências estatais de cibersegurança da Europa e da Ásia, continuavam sem acesso.

A Anthropic, que há meses mantém uma relação turbulenta com o governo dos EUA, não esclareceu se a medida permitirá que esses órgãos estrangeiros tenham acesso aos seus modelos de IA.

O governo de Donald Trump, que por muito tempo se mostrou contrário a qualquer regulamentação da IA, mudou de direção diante das capacidades cada vez mais avançadas desses modelos.

Nesta terça-feira, o diretor da CIA, John Ratcliffe, classificou esses modelos como "armas nucleares digitais".

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Meta enfrenta demissões e críticas internas em meio à corrida pela IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 10:46

Trabalho e Carreira Meta enfrenta demissões e críticas internas em meio à corrida pela IA Empresa ampliou investimentos em inteligência artificial, mas vive reestruturação marcada por cortes de pessoal, pressão sobre funcionários e disputas para alcançar rivais do setor. Por France Presse

Chuva de demissões, vigilância de funcionários, fuga de cérebros. Na Meta, a corrida pela inteligência artificial (IA) cobra um preço: um clima interno tóxico que nem mesmo a prosperidade da gigante da tecnologia consegue apaziguar.

Há mais de um ano, a empresa matriz do Facebook, Instagram e WhatsApp vem enfrentando reduções de pessoal, uma reorganização caótica de sua pesquisa em IA e intensa pressão sobre seus funcionários.

Por outro lado, seus gastos de investimento em IA dispararam. Mark Zuckerberg, seu fundador com poder quase absoluto, decidiu impor cortes drásticos e maior supervisão sobre suas equipes.

Este ano, a empresa eliminou aproximadamente 8.000 cargos, quase 10% de sua força de trabalho. Demissões, supressões de postos e transferências forçadas afetaram quase um quinto dos empregados em apenas um ano.

A imprensa americana está repleta de relatos que descrevem uma "cultura do medo", onde todos temem a próxima onda de demissões e os rumores paralisam o trabalho.

Esses cortes financiam uma corrida frenética por infraestrutura: a Meta planeja investir até 145 bilhões de dólares (750 bilhões de reais) em inteligência artificial este ano, quase o dobro do valor do ano passado.

Após cerca de 6.500 funcionários serem realocados para a divisão de IA da Meta, alguns reclamaram de tarefas "monótonas" destinadas a treinar máquinas ou até mesmo automatizar seus próprios trabalhos.

Essa é a lógica por trás da controversa "Iniciativa de Aprimoramento das Capacidades do Modelo", lançada em abril e suspensa em 22 de junho. Ela registrava cliques, digitações e histórico de navegação de funcionários nos Estados Unidos para treinar agentes de IA.

Zuckerberg a defendeu durante uma reunião interna: "Os modelos de IA aprendem observando pessoas realmente inteligentes fazendo coisas", disse ele, segundo a Wired.

No entanto, mais de 1.600 funcionários assinaram uma petição para interromper a iniciativa, e alguns compararam a Meta a uma "fábrica de extração de dados".

Uma falha no sistema acabou expondo conversas privadas e métricas de desempenho para todos os funcionários, o que levou à sua suspensão.

"Embora não tenhamos indícios de que os funcionários tenham acessado esses dados, estamos suspendendo a iniciativa enquanto investigamos", afirmou um porta-voz da Meta.

A empresa também investe pesado em eletrônicos de consumo com óculos inteligentes e avalia um novo aplicativo de apostas online chamado Arena, possivelmente em parceria com a Polymarket e a Kalshi, segundo o The New York Times.

Em março, um júri de Los Angeles considerou a Meta culpada pela primeira vez pelos efeitos da dependência em redes sociais, apenas um dia após outra condenação no Novo México por negligência na proteção de menores. A Meta recorreu, mas outros julgamentos são esperados este ano.

A empresa tenta recuperar terreno em relação a Google, OpenAI e Anthropic, que dominam a corrida pelos modelos de IA mais avançados. Os modelos da Meta, que já foram adiados diversas vezes, decepcionaram inclusive dentro da empresa.

Em entrevista ao Financial Times, LeCun, vencedor do Prêmio Turing, o equivalente ao Prêmio Nobel em Informática, considerou que a busca por "superinteligência" baseada em grandes modelos de linguagem (LLM) da Meta leva a "um beco sem saída".

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