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Japão planeja desenvolver modelo próprio de IA e ter 10 milhões de robôs em 2040

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 09:49

Tecnologia Japão planeja desenvolver modelo próprio de IA e ter 10 milhões de robôs em 2040 Segundo a imprensa japonesa, o país vai investir quase US$ 6 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) no desenvolvimento de um modelo soberano de IA pela Noetra, um consórcio formado por empresas como SoftBank e Sony. Por France Presse

Imagem de arquivo de 28 de junho de 2014 mostra robô humanóide japonês gigante "Pepper", durante exposição de aparelhos de alta tecnologia, em Tóquio — Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP

O Japão planeja desenvolver um modelo próprio de inteligência artificial (IA) e ter 10 milhões de robôs equipados com a tecnologia atuando em mais de 10 setores até 2040, informou o governo.

Segundo a imprensa japonesa, o país vai investir quase US$ 6 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) no desenvolvimento de um modelo soberano de IA pela Noetra, um consórcio formado por empresas como SoftBank e Sony.

Vários países buscam desenvolver seus próprios sistemas de IA para reduzir a dependência excessiva e potencialmente perigosa de tecnologias dos Estados Unidos e da China.

Analistas esperam que o número de empresas investindo na Noetra chegue a 44, incluindo grupos dos setores automotivo, eletrônico, financeiro e de logística, entre outros, informou o jornal econômico Nikkei.

A Noetra vai se concentrar especialmente em IA física. A tecnologia aplica a inteligência artificial em ambientes do mundo real, como carros autônomos, robôs em fábricas e até mordomos androides.

Apesar dos investimentos em larga escala e dos planos ambiciosos para robôs com IA, a aplicação da tecnologia e seu desempenho em situações reais ainda são limitados.

"A estratégia estabelece a meta de implantar aproximadamente 10 milhões de robôs até 2040 e, com a inclusão dos setores de restaurantes, produção de alimentos e medicina, promoverá de forma intensa a adoção da tecnologia em um total de 18 áreas", declarou o ministro da Indústria, Ryosei Akazawa.

Com uma população cada vez mais envelhecida e em declínio, o país também espera que os robôs ajudem a suprir a escassez de mão de obra.

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Inadimplência bate recorde em maio, mês de lançamento do Desenrola 2.0; endividamento segue alto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%Oferecido por

A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito avançou em maio deste ano para 4,7%, recorde histórico, informou nesta quarta-feira (1º) o Banco Central (BC).

Segundo a autoridade monetária, houve um aumento de 0,1 ponto percentual em relação a abril, quando somou 4,6% (dado revisado).

O valor também foi o maior desde o início da série histórica revisada da autoridade monetária, em março de 2011.

O recorde foi atingido no mês de lançamento do "Novo Desenrola Brasil", também chamado de Desenrola 2.0, último programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo, que começou justamente no mês retrasado.

O indicador de inadimplência do Banco Central considera as operações com atraso superior a 90 dias, tanto das pessoas físicas quanto das empresas.

No caso das pessoas físicas, a inadimplência passou de 5,5%, em abril, para 5,6% em maio. É o maior patamar da série histórica.Já para as empresas, a inadimplência permaneceu estável em 3,1% em abril, para 3,2% em maio. É o maior valor desde novembro de 2017 (3,3%).

No início de junho, o governo informou que o Desenrola 2.0 já havia renegociado R$ 20 bilhões em dívidas bancárias.

Foram feitas, até aquele momento, 1,4 milhão de renegociações, sendo que o desconto médio foi de 85% do valor original da dívida.

Foto ilustrativa do momento de uma compra com cartão de crédito/débito. — Foto: Divulgação/Secretaria da Economia

De acordo com números do Banco Central, os indicadores de endividamento também continuaram em patamar elevado no mês de abril — o último disponível nesse indicador.

A relação percentual entre o saldo das dívidas das famílias e a renda acumulada em doze meses permaneceu estável em 49,8%, o maior desde janeiro deste ano (49,9%).Mesmo assim, esse é um patamar alto para a série histórica, iniciada em março de 2011 — cuja média é de 42%.

Segundo a Serasa Experian — empresa de análise de crédito que reúne dados financeiros de consumidores e empresas — 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população brasileira.

💸A empresa informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras. Ou seja, essas dívidas estão no foco do Desenrola 2.0 – programa do governo lançado nesta semana.

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Dólar abre em alta, de olho em dados econômicos globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quarta-feira em alta e marcava um avanço de 0,32% perto das 9h, cotado a R$ 5,1794. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Os indicadores econômicos de diferentes países seguem na mira dos investidores nesta quarta-feira. Na véspera, o relatório Jolts indicou que as vagas de emprego abertas nos EUA aumentaram em maio, enquanto o Caged mostrou que o mercado de trabalho brasileiro criou 73 mil postos formais no período, abaixo do esperado.

Os dados são importantes porque refletem o desempenho da economia e da inflação e podem dar sinais sobre os próximos passos dos bancos centrais em relação aos juros. A incerteza sobre essas decisões e a perspectiva de juros elevados por mais tempo ajudaram a manter o Ibovespa em queda.

▶️ No Brasil, o mercado ainda avalia o resultado primário do setor público, que registrou um déficit (despesas maiores do que receitas) de R$ 56,1 bilhões em maio, uma alta de 66,5% em relação ao mesmo mês de 2025. Como resultado, a Dívida Bruta do Governo Geral subiu de 80,2% para 81,1% do PIB, o maior nível desde maio de 2021. Na agenda desta quarta, o destaque fica com os indicadores de atividade dos EUA, do Brasil e da zona do euro.

Na Ásia, as bolsas fecharam mistas nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam dados sobre a atividade industrial chinesa.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,41%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 0,44%.

No Japão, o índice Nikkei subiu 0,59%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 2,04%. O Hang Seng, de Hong Kong, ficou fechado por conta de um feriado local.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Lula lança Plano Safra da agricultura familiar com R$ 85 bi em crédito rural

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 07:44

Política Lula lança Plano Safra da agricultura familiar com R$ 85 bi em crédito rural Governo lança anualmente programa que oferece financiamento a produtor rural com juros abaixo dos patamares praticados no mercado financeiro. Por Isabella Calzolari, g1 — Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta terça-feira (30) o Plano Safra para agricultura familiar com oferta de R$ 85,2 bilhões em crédito para financiamentos na temporada 2026-2027.

Segundo o governo, os juros variam de 0,5% a 7,5% ao ano no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O governo federal lança anualmente o Plana Safra para incentivar a produção de alimentos em território brasileiro por meio de empréstimos concedidos com juros mais baixos do que os praticados pelo mercado financeiro.

Ao todo, o plano promete movimentar R$ 97,3 bilhões entre programas de crédito, seguro agrícola, compras públicas, assistência técnica e extensão rural e outras ações.

Além de Lula, participaram a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli; a ministra da Casa Civil, Míriam Belchior; a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; e o ministro da Pesca, Rivetla Edipo Araujo Cruz.

Lula no lançamento do Plano Safra 2025, que oferece crédito com juros subsidiados a agricultores — Foto: Ricardo Stuckert/PR

Durante a cerimônia, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do Brasil, Fernanda Machiaveli destacou que o plano vai garantir autonomia para as mulheres.

"Esse plano safra reflete esse projeto de Brasil, Brasil mais justo, sustentável, inclusivo e soberano. Que garante autonomia das mulheres rurais e que garante oportunidades para juventude. Um Brasil mais próspero, que cuida dos recursos naturais e biodiversidade. Que garante acesso ao conhecimento, a ciência, a tecnologia para as famílias da agricultura familiar. Para que tenha mais produção, mas também menos penosidade no trabalho, que as pessoas possam viver bem e também viver do campo", disse Machiaveli .

Para incentivar o cultivo de alimentos da cesta básica, o governo reduziu a taxa de 3% para 2% para financiamento da produção convencional arroz, feijão, mandioca, frutas, verduras, ovos e leite. A taxa cai a 1% caso o cultivo seja orgânico ou agroecológico.

O governo ampliou ainda o limite para compra de máquinas e equipamentos menores. O valor que antes era de R$ 100 mil passou para R$ 120 mil com taxa de juros de 1,5% ao ano. Para máquinas maiores, de até R$ 250 mil, a taxa de juros ficou em 5%.

O Plano Safra da agricultura familiar também prevê linhas de créditos para agroecologia, irrigação sustentável, adaptação às mudanças climáticas, quintais produtivos rurais, conectividade e acessibilidade no campo.

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‘Consumo todo dia e não sabia que era do Brasil’: empresária diz que governo Trump desconhecia peso do mel nacional para os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 04:47

Agro 'Consumo todo dia e não sabia que era do Brasil': empresária diz que governo Trump desconhecia peso do mel nacional para os EUA Joelma Lambertucci de Brito, da Lambertucci Trade Solution, vai defender o mel brasileiro contra a nova de rodada de tarifas propostas pelos EUA, no próximo dia 6, em Washington. Cerca de 83% do mel orgânico importado pelos EUA é brasileiro. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Cerca de 83% do mel orgânico importado pelos EUA é brasileiro. Considerando apenas o mel convencional, 75% das importações americanas têm origem no Brasil. — Foto: Pixabay/Pexels

Essa é uma das frases que a empresária Joelma Lambertucci de Brito ouviu de um dos integrantes do governo americano neste ano, durante um trabalho de lobby para defender a inclusão do mel na lista de isenções da nova rodada de tarifas propostas por Donald Trump.

Em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX.No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.

No próximo dia 6, a empresária vai participar de uma audiência pública, em Washington, para defender o produto brasileiro. Há 35 anos no mercado de mel e própolis, Brito comanda a Lambertucci Trade Solution, especializada em facilitar a entrada do mel nacional em outros países.

Nos EUA, ela já participou de reuniões com o Departamento de Agricultura (USDA) e com o próprio Escritório de Comércio dos EUA (USTR), que propôs as tarifas. Nesses encontros, ficou claro para a empresária que o mel não entrou na lista de isenções por um desconhecimento do que o produto brasileiro representa para o mercado americano.

Para se ter uma ideia, cerca de 83% do mel orgânico importado pelos EUA é brasileiro. Considerando apenas o mel convencional, 75% das importações americanas têm origem no Brasil.

"Quando a gente sentou na mesa para negociar, eles não faziam ideia […]. Eles costumam olhar a marca do mel, mas não olham o país de origem", diz Brito, explicando que essas conversas fizeram parte de uma ação maior liderada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Segundo a empresária, o desconhecimento acontece porque o setor e o governo brasileiros falharam em divulgar a importância do produto brasileiro para esse mercado. "Não adianta simplesmente ser o maior fornecedor, você tem que realmente propagar", comenta.

"Todo mundo [nos EUA] sabe que a carne vem do Brasil, que o café vem do Brasil. Porque tem um grupo que faz um lobby muito bom", diz a empresária.

Agora, o setor corre contra o tempo para tentar reverter a medida. Na audiência, além da empresária, importadores de mel americanos também vão defender o produto brasileiro, além da própria Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel).

Uma das linhas de defesa será mostrar o tamanho da importação de mel pelos EUA, mas também outros pontos, como:

O fato de que não há concorrência com o produtor americano no mel orgânico: enquanto a apicultura americana é voltada principalmente para a polinização e para o mel convencional, o Brasil reúne condições ideais para produzir mel orgânico. Uma delas é a presença de abelhas africanizadas, que são mais resistentes a doenças, o que elimina a necessidade de usar antibióticos e acaricidas.O impacto direto para o consumidor: a imposição de tarifas deve provocar aumento dos preços e até falta de mel orgânico nas prateleiras americanas. Como não há produção doméstica suficiente para suprir a demanda, os consumidores dos EUA seriam os principais prejudicados.A dificuldade de substituição: Brito explica que a conversão de uma área de produção convencional para orgânica exige, no mínimo, um ano de transição. Isso significa que os EUA não conseguiriam substituir o fornecimento brasileiro por outro país em curto prazo.O risco de prejuízos e perda de empregos nos EUA: esse ponto da defesa contará com o depoimento de importadores americanos, que têm maior peso político. Eles devem argumentar que as tarifas vão gerar perda de faturamento nas empresas e cortes de postos de trabalho.

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O mel é um dos setores mais atingidos pelos sucessivos tarifaços de Trump desde o ano passado. A medida impactou especialmente os produtores do Piauí, maior exportador brasileiro do produto e altamente dependente dos EUA.

Em 2025, o setor chegou a ser sobretaxado em 50% por Trump, o que levou ao cancelamento de centenas de toneladas em vendas e causou perdas financeiras a milhares de famílias de apicultores. No estado, a apicultura é fonte de renda para mais de 40 mil famílias.

Agora, a expectativa é evitar um novo cenário de prejuízos. "Vamos crer que a gente vai conseguir essa isenção", diz a empresária da Lambertucci.

"Mas se a gente não conseguir, vamos continuar nosso trabalho de lobby com os formadores de opinião em Washington. Isso deve ser contínuo para melhorar a rede de apoio ao mel brasileiro", conclui.

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UE elimina tarifas sobre importações de produtos industriais dos EUA, diz presidente do bloco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 03:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%Oferecido por

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma sessão de trabalho na cúpula do G7 em Evian-les-Bains, França, em 16 de junho de 2026. — Foto: Thibault Camus/Pool via REUTERS

A União Europeia eliminou nesta quarta-feira (1º) as tarifas aplicadas sobre a importação de produtos industriais dos Estados Unidos, informou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nas redes sociais. Segundo ela, a medida representa um avanço para o comércio entre os dois lados do Atlântico.

Em publicação nas redes sociais, von der Leyen afirmou que a decisão deve trazer “mais previsibilidade, mais escolha e melhores preços” para empresas e consumidores europeus.

A retirada das tarifas faz parte de um compromisso firmado na Declaração Conjunta União Europeia–Estados Unidos, segundo a presidente da Comissão Europeia. Ela destacou que a relação comercial entre os dois blocos continua sendo “a mais valiosa do mundo”.

A medida ocorre em meio aos esforços de Bruxelas e Washington para fortalecer a parceria econômica e reduzir barreiras comerciais entre os dois mercados.

Publicação de Ursula von der Leyen sobre o fim das tarifas contra os EUA. — Foto: Reprodução / X

O Parlamento Europeu aprovou em 16 de junho uma redução de tarifas de importação sobre diversos produtos dos EUA, cumprindo sua parte em um acordo comercial firmado no ano passado.

A aprovação acontece onze meses depois de o acordo ter sido firmado, durante um encontro em um campo de golfe de Trump, na Escócia.

Diante da demora, Trump ameaçou impor tarifas “muito mais altas” caso o bloco não adotasse as medidas até 4 de julho.

Pelo entendimento, a UE concordou em eliminar tarifas sobre produtos industriais americanos e conceder acesso preferencial a produtos agrícolas dos EUA. Em troca, os EUA mantiveram tarifas de 15% sobre a maior parte dos bens europeus.

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Claude, IA da Anthropic, ganha versão voltada à pesquisa científica; veja como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 03:48

Tecnologia Claude, IA da Anthropic, ganha versão voltada à pesquisa científica; veja como funciona Nova ferramenta reúne recursos usados por pesquisadores e permite acompanhar todas as etapas utilizadas pela inteligência artificial para chegar às respostas. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

A Anthropic, empresa americana de tecnologia, lançou nesta terça-feira (30) o Claude Science, uma ferramenta desenvolvida para ajudar pesquisadores e profissionais em diferentes etapas do trabalho científico.

Desde 2025, a empresa vem investindo em soluções voltadas para esse público. Agora, o Claude Science reúne, em um único ambiente, ferramentas amplamente utilizadas por pesquisadores, como PubMed, Jupyter e R, facilitando o acesso a informações, a análise de dados e a produção de estudos.

Segundo a Anthropic, o Claude Science pode ser usado em computadores com macOS ou Linux e também acessado remotamente. A ferramenta conta com mais de 60 recursos e integrações voltados para áreas como biologia, genética e química.

A versão beta foi liberada nesta terça para assinantes dos planos Claude Pro, Max, Team e Enterprise.

o código utilizado para gerar o resultado;o ambiente em que o trabalho foi executado;uma explicação em linguagem simples sobre como a resposta foi produzida;todo o histórico da conversa com a IA.

Visão do Claude Science. Neste caso, a IA está exibindo proteínas, estruturas e moléculas de forma nativa, com todos os resultados sendo reproduzíveis e rastreáveis até o código correpsondente. — Foto: Divulgação/Anthropic

Apesar das novas funcionalidades, a Anthropic ressalta que os resultados devem ser revisados pelos pesquisadores.

Durante a execução das tarefas, o usuário pode acompanhar o processo da IA, verificar como ela chegou às conclusões e criar diferentes versões do mesmo trabalho, chamadas de forks. Assim, é possível comparar abordagens diferentes sem perder o histórico original.

Nos últimos meses, pesquisadores que testaram a versão beta utilizaram o Claude Science em atividades como:

análise de sequenciamento de RNA;planejamento de experimentos com CRISPR, técnica de edição genética;previsão da estrutura de proteínas;análises na área de química computacional.

O Claude tem um plano gratuito (Free) que oferece acesso limitado às principais funções da plataforma.

Já o plano Pro custa US$ 17 por mês (cerca de R$ 87,70, considerando o dólar a R$ 5,16), indicada para quem utiliza a ferramenta no dia a dia.

O plano Max custa a partir de US$ 100 mensais (aproximadamente R$ 516) e oferece entre cinco e vinte vezes mais capacidade de uso do que o plano Pro.

Para equipes, a Anthropic oferece o plano Team, voltado para grupos de cinco a 150 usuários. Ele possui duas opções de assinatura: uma padrão, a partir de US$ 20 por usuário ao mês (cerca de R$ 103), e outra premium, a partir de US$ 100 por usuário ao mês (aproximadamente R$ 516), com maior limite de uso.

Já o plano Enterprise, destinado a empresas e organizações maiores, atende equipes com mais de 20 usuários. O preço varia conforme o número de pessoas e o tipo de utilização da ferramenta, com valores a partir de US$ 20 por usuário ao mês.

Além do lançamento da plataforma, a Anthropic anunciou que financiará até 50 projetos de pesquisa que utilizem inteligência artificial.

Cada projeto poderá receber até US$ 30 mil em créditos para uso da tecnologia. A empresa Modal também oferecerá até US$ 2 mil em recursos de computação para os projetos selecionados.

Nesta primeira fase, a iniciativa dará prioridade a pesquisas nas áreas de biologia e ciências biomédicas.

As inscrições ficam abertas até 15 de julho de 2026. Os projetos selecionados serão anunciados até 31 de julho, e os trabalhos serão desenvolvidos entre 1º de setembro e 1º de dezembro de 2026.

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Desconto na primeira compra, brindes e mais: as estratégias dos negócios para conquistar clientes

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/07/2026 03:48

Empreendedorismo Guia do empreendedor Desconto na primeira compra, brindes e mais: as estratégias dos negócios para conquistar clientes Veja estratégias que funcionam para atrair consumidores e erros comuns que podem afastar os primeiros clientes, segundo o Sebrae. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Ter um bom produto ou serviço não significa que os clientes vão aparecer. Para quem está começando um negócio, o desafio é transformar uma ideia em venda — e isso exige mais do que colocar uma solução no mercado.

Segundo o Sebrae, um dos erros mais comuns de novos empreendedores é tentar vender para todo mundo ao mesmo tempo. A recomendação é começar com foco: escolher uma oferta principal e mostrar com clareza qual problema ela resolve.

Antes de investir alto, testar a ideia pode evitar prejuízos. Criar uma versão inicial do produto, ouvir potenciais clientes e avaliar a demanda ajuda a identificar ajustes necessários antes de ampliar a operação.

Outro ponto essencial é fazer o negócio ser conhecido. Muitos empreendimentos não avançam por falta de visibilidade, e não necessariamente por problemas no produto. Conteúdos nas redes sociais, vídeos, dicas e bastidores da rotina podem aproximar a marca do público e criar relacionamento com possíveis compradores.

Depois que o interesse surge, a agilidade no atendimento pode ser decisiva. Demorar para responder mensagens ou enviar informações pode fazer o cliente desistir da compra.

Estratégias como descontos iniciais, brindes, combos e parcerias com outros negócios também podem ajudar a gerar experimentação e transformar o primeiro contato em venda.

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Diretor da CIA compara inteligência artificial a ‘armas nucleares digitais’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 02:45

Tecnologia Diretor da CIA compara inteligência artificial a 'armas nucleares digitais' Em linha com o governo Trump, John Ratcliffe reiterou que as "tecnologias emergentes" eram "sua prioridade máxima", "no mesmo nível que a China". Por France Presse

O diretor da CIA, John Ratcliffe, comparou, nesta terça-feira (30), os modelos de inteligência artificial mais avançados com "armas nucleares digitais".

Recentemente, o governo Trump deu uma guinada em sua política sobre a IA por motivos de segurança nacional.

Em 12 de junho, Washington obrigou a Anthropic, empresa americana líder em IA com sede em San Francisco, a impedir o acesso a seus dois modelos mais potentes, Mythos 5 e Fable 5, através de um "controle de exportação".

Em linha com o governo Trump, Ratcliffe reiterou que as "tecnologias emergentes" eram "sua prioridade máxima", "no mesmo nível que a China".

O diretor da CIA, John Ratcliffe, comparou, nesta terça-feira (30), os modelos de inteligência artificial mais avançados com "armas nucleares digitais".

"Não seria um absurdo, como já mencionamos, comparar suas capacidades com as de armas nucleares digitais", disse Ratcliffe, em relação à IA.

Recentemente, o governo Trump deu uma guinada em sua política sobre a IA por motivos de segurança nacional.

Em 12 de junho, Washington obrigou a Anthropic, empresa americana líder em IA com sede em San Francisco, a impedir o acesso a seus dois modelos mais potentes, Mythos 5 e Fable 5, através de um "controle de exportação".

Esta medida foi parcialmente suspensa na sexta-feira para o Mythos 5, acessível agora para um grupo de parceiros americanos. No entanto, a versão para o público em geral do Fable 5, com funções limitadas, segue fora de linha.

A também americana OpenAI lançou, na sexta-feira (26), seu modelo GPT-5.6, acessível apenas para um círculo de parceiros locais autorizados pela Casa Branca.

Em linha com o governo Trump, Ratcliffe reiterou que as "tecnologias emergentes" eram "sua prioridade máxima", "no mesmo nível que a China".

Em sua fala em uma conferência da AWS, a divisão em nuvem da Amazon, o diretor da CIA, no cargo há 18 meses, acusou os adversários dos Estados Unidos de quererem "roubar e manipular" sua tecnologia.

Ratcliffe destacou uma reorganização na CIA para aumentar suas capacidades em cibersegurança e admitiu ter se reunido com Elon Musk, diretor da SpaceX, assim como diretores de Amazon, Google e Dell.

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Seu salário aumentou, mas o dinheiro continua curto? Entenda o que está acontecendo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 02:45

g1 explica Seu salário aumentou, mas o dinheiro continua curto? Entenda o que está acontecendo No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Mesmo com o aumento da renda do trabalho nos últimos anos, muitos brasileiros perderam poder de compra porque gastos com alimentação, plano de saúde, escola e serviços cresceram mais do que os salários.

Ao mesmo tempo, o orçamento das famílias passou a incluir novos gastos, como internet, streaming, aplicativos e assinaturas. Além disso, o aumento da renda costuma vir acompanhado de um padrão de consumo mais elevado, fenômeno conhecido como "inflação do estilo de vida".

A expansão do crédito também reduz a renda disponível, já que parcelas e financiamentos comprometem parte do orçamento. Segundo economistas, esse cenário pesa principalmente sobre a classe média, que concentra despesas mais difíceis de cortar.

Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.

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