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Tecnologia decisiva: bola com sensor captou toque em lance dramático que eliminou Croácia e classificou Portugal; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 23:44

Tecnologia Tecnologia decisiva: bola com sensor captou toque em lance dramático que eliminou Croácia e classificou Portugal; entenda Modelo coleta dados 500 vezes por segundo e foi determinante para a vitória portuguesa. Por Redação g1

Gol da Croácia que foi anulado após o VAR detectar desvio e decretar impedimento. — Foto: REUTERS/Jeenah Moon

A partida entre Portugal e Croácia foi decidida nos mínimos detalhes. Quando os portugueses venciam por 2 a 1, no fim do segundo tempo, os croatas empataram. No entanto, com o auxílio da tecnologia da bola, foi detectado um desvio na bola que marcava o impedimento no gol, dando, assim, a classificação aos portugueses.

A bola da copa, Trionda, é equipada com sensores, inteligência artificial e até um sistema de carregamento.

Entre as tecnologias presentes, a Trionda dos jogadores traz um sensor de movimento capaz de rastrear tudo o que acontece durante a partida e envia dados em tempo real para o sistema de Árbitro Assistente de Vídeo (VAR).

Na prática, a Trionda coleta e transmite informações 500 vezes por segundo. Com esses dados, os árbitros conseguem acompanhar com mais precisão cada movimento da bola ao longo do jogo.

Esse recurso, no entanto, não é novidade. Ele já estava presente na Al Rihla, utilizada na Copa do Mundo de 2022, no Catar. Assim como no modelo da Copa anterior, o sensor da Trionda é alimentado por bateria. Por isso, de tempos em tempos, a bola precisa ser conectada à tomada para recarga.

Sensores presentes nas bolas da Copa de 2026 (esquerda) e de 2022 (direita) — Foto: Divulgação/Adidas

Ao contrário dos modelos anteriores, em que o sensor de movimento ficava "suspenso" no centro da bola, ele agora está embutido em uma camada dentro de um dos quatro painéis da Trionda. (veja na imagem acima)

Segundo a Adidas, os outros três painéis receberam contrapesos para compensar o peso do sensor e garantir que a bola mantenha o equilíbrio durante o jogo.

O número de painéis (as peças que formam a estrutura da bola) também mudou e foi reduzido significativamente. A Al Rihla, usada na Copa de 2022, tinha 20 painéis.

A empresa explica que as informações coletadas pelo sensor são combinadas com dados sobre o posicionamento dos jogadores e analisadas por inteligência artificial. Com isso, a arbitragem consegue revisar lances com mais rapidez, incluindo situações de impedimento e possíveis toques de mão.

"Um dos nossos principais focos foi ajudar os árbitros a tomar decisões corretas o mais rápido possível, porque qualquer revisão do VAR interrompe o ritmo da partida", disse Hannes Schaefke, líder de inovação em futebol da Adidas, em entrevista ao The Athletic em 2025.

Assim como em anos anteriores, todo o projeto foi desenvolvido em parceria com a Kinexon, empresa de tecnologia de sistemas de rastreamento e análise de dados para esportes.

A Fifa também usa uma tecnologia de digitalização 3D dos jogadores convocados para a Copa de 2026. A ideia é criar uma versão digital de cada atleta para ajudar a arbitragem.

Com esses avatares, os árbitros conseguem visualizar com mais precisão a posição do corpo dos jogadores no momento em que a bola é tocada, o que pode auxiliar na análise de lances como impedimentos. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Lenovo.

Outra novidade é o Football AI Pro, uma ferramenta de IA criada pela Fifa para auxiliar as comissões técnicas após as partidas. O sistema analisa dados dos jogos e gera relatórios com informações sobre desempenho dos atletas, aspectos táticos e possíveis estratégias.

Para isso, ele combina diferentes fontes de informação, como estatísticas da partida, dados de posicionamento dos jogadores e vídeos dos jogos. Segundo a Fifa, o objetivo é acelerar o trabalho de análise e ajudar as equipes a extrair informações de forma mais rápida e organizada.

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Mega-Sena, concurso 3026: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3026: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira era de R$25,8 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3026 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (2), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas era de R$ 25,8 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 33 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Alemanha apresenta pacote de reformas com corte de impostos, mudanças na Previdência e flexibilização trabalhista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 19:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%Oferecido por

O governo de coalizão da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (2) um pacote de reformas para tentar reaquecer a economia e aumentar a competitividade do país.

As medidas incluem redução de impostos para trabalhadores de baixa renda, mudanças no sistema de aposentadoria e a diminuição da burocracia para empresas.

O pacote também flexibiliza regras trabalhistas, ampliando a contratação por meio de contratos de curto prazo e endurecendo as regras para afastamentos por licença médica.

A medida foi criticada pela Associação Alemã de Clínicos Gerais. Para Markus Blumenthal-Beier, presidente da entidade, a mudança nas regras de atestados seria “absolutamente catastrófica” e provocaria um congestionamento no sistema de saúde.

Em outra frente, o plano prevê a construção de moradias populares, combate a fraudes em benefícios sociais e redução de 8% do quadro de funcionários dos ministérios federais por meio da digitalização.

Segundo o chanceler alemão, Friedrich Merz, o alívio tributário para trabalhadores será de 10 bilhões de euros por ano. A medida será financiada pelo aumento da alíquota máxima do Imposto de Renda, que passará de 45% para 47% para contribuintes com renda anual de 280 mil euros ou mais.

As medidas foram bem recebidas por parte de economistas e empresários, que avaliam que o governo apresentou mudanças concretas após meses de negociações entre os partidos da coalizão.

Para Carsten Brzeski, chefe global de macroeconomia do ING, o pacote representa uma mudança de direção para a economia alemã.

"Trata-se de um pacote robusto, concebido para fortalecer a Alemanha como destino de investimentos no longo prazo e colocar as contas públicas em uma trajetória sustentável", afirmou.

Marion Muehlberger, do Deutsche Bank Research, também avaliou que as reformas podem melhorar a confiança na economia.

"O governo demonstrou capacidade para chegar a um acordo sobre reformas estruturais importantes e implementá-las até o fim do ano. Isso deve melhorar a confiança e reforça nossa expectativa de aceleração do crescimento econômico na segunda metade do ano", diz.

Sindicatos afirmam que a ampliação dos contratos de curto prazo enfraquece os direitos dos trabalhadores, enquanto alguns economistas consideram que as medidas não resolvem um dos principais problemas das contas públicas.

"A maior fraqueza do pacote é a ausência de medidas para conter os gastos públicos. O alívio tributário não será viável no médio prazo se o crescimento dos gastos do governo não for controlado", disse Clemens Fuest, presidente do instituto Ifo.

Um dos principais eixos do pacote é a reforma da Previdência. O governo pretende criar um fundo de pensão inspirado no modelo sueco e elevar gradualmente a idade de aposentadoria para ajudar a estabilizar o sistema diante do envelhecimento da população.

A iniciativa enfrenta resistência dos sindicatos, que rejeitam o aumento da idade mínima para trabalhadores que exercem atividades fisicamente desgastantes.

Representantes do setor empresarial, por outro lado, afirmam que elevar as contribuições obrigatórias para a Previdência aumentaria os custos de contratação.

As reformas fazem parte da estratégia do governo do chanceler Friedrich Merz para recuperar o crescimento da maior economia da Europa.

O pacote também busca mostrar capacidade de aprovar mudanças estruturais após meses de divergências entre os partidos que formam a coalizão de governo.

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Apesar de prejuízo recorde nos Correios, estatais federais têm lucro maior em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 19:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%Oferecido por

O governo divulgou nesta quinta-feira (2) que o conjunto das estatais federais registrou um lucro líquido de R$ 169,4 bilhões em 2025.

Petrobras foi responsável, sozinha, por 65% do lucro das estatais federais em 2025 — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

🔎O balanço financeiro foi divulgado pelo Ministério da Gestão. Ao todo, há 44 empresas públicas ou sociedades de economia mista controladas pelo governo brasileiro.

O valor supera em 45,4% o lucro registrado pelas empresas públicas em 2024. O número é puxado principalmente pela Petrobras – a petroleira é responsável por R$ 110,6 bilhões dos lucros, cerca de 65% do resultado total.

Além da Petrobras, também se destacaram BNDES, com lucro de R$ 25,6 bilhões, e o Banco do Brasil, com R$ 17,8 bilhões. Juntas, as três estatais concentraram 90,9% dos lucros.

Do outro lado, os Correios registraram prejuízo recorde no ano passado, de R$ 8,5 bilhões. (veja mais abaixo)

Apesar do resultado positivo, o lucro total das estatais é inferior ao registrado em 2021, 2022 e 2023. Veja os números:

2021: R$ 187,5 bilhões2022: R$ 275,1 bilhões2023: R$ 197,9 bilhões2024: R$ 116,5 bilhões2025: R$ 169,4 bilhões

O prejuízo de R$ 8,5 bilhões registrado pelos Correios em 2025 foi o maior da série histórica da estatal e mais de três vezes superior ao rombo de R$ 2,4 bilhões registrado em 2024. Com o resultado, a empresa chegou a 14 trimestres seguidos no vermelho.

A piora das contas da estatal foi impulsionada pela queda das receitas com encomendas internacionais e pelo aumento das despesas, principalmente com precatórios e gastos com pessoal. Em 2025, as despesas gerais e administrativas cresceram 37%, enquanto a receita com serviços caiu 12%.

Para tentar reverter a situação, a estatal anunciou medidas como programa de demissão voluntária (PDV), venda de imóveis, revisão de contratos e fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com garantia da União.

Mesmo assim, o cenário continuou se deteriorando. No primeiro trimestre de 2026, a estatal registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões, 82% maior que o do mesmo período do ano anterior, e já prevê um resultado ainda pior ao fim deste ano.

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Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 17:44

Carros Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista Picape acumula 83.032 emplacamentos e fica à frente dos Volkswagen Polo e T-Cross. Venda de carros elétricos é três vezes maior em 2026 se comparada a 2025. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O primeiro semestre de 2026 fechou com a Fiat Strada como veículo mais vendido do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A picape alcançou a marca de 83.032 emplacamentos e ficou bem à frente do vice-líder Volkswagen Polo. O hatch, nos seis primeiros meses do ano, chegou a 54.091 unidades vendidas, e foi seguido pelo ‘irmão’ T-Cross, que teve 48.048 emplacamentos.

Fiat Strada: 83.032 unidades;Volkswagen Polo: 54.091 unidades;Volkswagen T-Cross: 48.048 unidades;Fiat Argo: 46.029 unidades;Chevrolet Onix: 45.109 unidades;Volkswagen Tera: 41.420 unidades;Hyundai HB20: 38.930 unidades;Hyundai Creta: 35.925 unidades;BYD Dolphin Mini: 35.669 unidades;Fiat Mobi: 33.492 unidades.

A ordem do pódio de mais vendidos em junho é a mesma do semestre. As diferenças são que o Volkswagen Tera aparece à frente do Chevrolet Onix no mês passado, mas está atrás no acumulado.

E, nos primeiros seis meses de 2026, só o BYD Dolphin Mini aparece como eletrificado na lista dos 10 mais vendidos. Já em junho ele aparece atrás do BYD Song.

Fiat Strada: 14.303 unidades;Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades;Volkswagen Polo: 10.939 unidades;Fiat Argo: 9.831 unidades;Volkswagen Tera: 9.289 unidades;Chevrolet Onix: 7.972 unidades;Hyundai HB20: 6.914 unidades;BYD Song: 6.632 unidades;BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades;Hyundai Creta: 5.533 unidades.

No primeiro semestre, a BYD lidera como a queridinha nos segmentos de híbridos e de elétricos. Nas vendas de híbridos, ela é seguida por Toyota e GWM. Já entre os elétricos, aparecem Geely e GM entre os principais concorrentes.

No acumulado do ano, a BYD mantém liderança expressiva no segmento de elétricos, com 64,45% de participação no mercado.

Entre janeiro e junho de 2026, foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país.

Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.

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Grupo de mulheres de direita ameaça acionar justiça dos EUA contra ataques nas redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 16:46

Um grupo de mulheres conservadoras que atuam na política avaliam entrar com uma ação nos Estados Unidos contra indivíduos que elas afirmam fazerem parte de um "gabinete do ódio" que vem disseminando ataques nas redes sociais.

Os ataques engrossaram os motivos para Michelle Bolsonaro gravar o vídeo divulgado na semana passada em que também critica o enteado, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No vídeo, Michelle chega a citar ataques que recebeu nas redes de pessoas que estão no exterior. A ex-primeira-dama cita um “grupo de maledicência coordenada a partir de quem está no exterior continua agindo e me atacando todos os dias. Alguns deles até continuam aparecendo em fotos com o Flávio”.

O blog ouviu duas integrantes de partidos de direita que confirmam que um advogado nos EUA já foi contactado. Elas reuniram diversos posts em redes sociais diferentes, com ataques a mulheres que atuam na política ou se posicionam publicamente sobre temas sociais.

Elas alegam que os autores são brasileiros ligados ao bolsonarismo. Um nome citado por elas é do influencer Allan dos Santos, seguidor de Olavo de Carvalho e foragido da justiça brasileira.

Os conteúdos caracterizariam calúnia, difamação e injúria, segundo elas, que podem ser considerados crimes também nos Estados Unidos.

Além de Michelle, os alvos mais frequentes são a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Mas não apenas.

O grupo avalia incluir ataques a mulheres de esquerda também, vindas dos mesmos perfis fora do Brasil.

A reclamação já chegou ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.

As cobranças já ultrapassaram o universo feminino. Nesta quarta-feira (1º), o deputado Marcos Feliciano fez uma postagem na rede social 'X' pedindo que Flávio Bolsonaro "coloque os galos de rinha dentro da caixa", ou perderia apoio dos evangélicos também.

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Flávio vê fortalecimento de Lula em ano eleitoral e pede aos EUA adiamento de tarifas contra Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 15:45

Política Flávio vê fortalecimento de Lula em ano eleitoral e pede aos EUA adiamento de tarifas contra Brasil Sugestão de adiamento das taxas para depois das eleições foi enviada ao Escritório de Comércio dos EUA. Em 2025, Eduardo Bolsonaro agradeceu a Trump após o tarifaço. Para Flávio, Lula cresce politicamente com o embate travado com autoridades norte-americanas. Por Ana Clara Alves, Gustavo Garcia, TV Globo e g1 — Brasília

O senador Flávio Bolsonaro pediu ao governo dos Estados Unidos o adiamento, por 180 dias, de novas tarifas de 25% sobre exportações brasileiras.

No documento enviado nesta quarta-feira (1º), o parlamentar argumenta que as tarifas podem fortalecer politicamente o governo Lula no ano eleitoral.

O governo brasileiro também enviou resposta aos Estados Unidos nesta quarta-feira (1º). Mauro Vieira afirmou que as práticas do país não são discriminatórias.

Enquanto Lula atribui as ameaças à família Bolsonaro, um grupo de trabalho governamental participou de negociações nesta quinta-feira (2).

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou uma manifestação ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) em que pede o adiamento, por 180 dias, da aplicação, por parte do governo norte-americano, de novas tarifas contra exportações brasileiras. Flávio pede, portanto, um adiamento das taxas de 25% para depois das eleições presidenciais no Brasil.

No documento de 86 páginas, o político do PL diz que o tarifaço aplicado pelos Estados Unidos anteriormente não surtiu efeitos positivos e não mudou o comportamento das autoridades brasileiras.

Para o senador, as investidas tarifárias da gestão Trump contra o Brasil tem, ao contrário, fortalecido politicamente, em um ano eleitoral, o governo Lula, que tem enquadrado as ações no campo econômico como ataques à soberania nacional.

"Pesquisas de opinião pública brasileiras mostram que a posição eleitoral do atual governo se fortaleceu precisamente durante os períodos em que a pressão tarifária dos EUA foi mais evidente", afirma um trecho do documento de Flávio.

"As tarifas propostas recompensariam o atual governo brasileiro pela própria estratégia que tem adotado: obstruir negociações sérias, provocar retaliações e, em seguida, converter essa retaliação em uma vitória política interna. Pior ainda, os custos recairiam sobre a economia americana e sobre os brasileiros mais comprometidos com o relacionamento construtivo com os EUA", diz outra parte da carta.

O presidente Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O petista, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "traidores da pátria".

No ano passado, quando a gestão Trump estabeleceu uma tarifa de 50% contra produtos brasileiros, Eduardo Bolsonaro agradeceu publicamente o presidente dos EUA pela medida.

"Obrigado, presidente Donald J. Trump. Espero que as autoridades brasileiras agora tratem esses assuntos com a seriedade que merecem. O Brasil não pode — e não vai — se tornar outra Venezuela, Cuba ou Nicarágua. Deus abençoe os Estados Unidos, Deus abençoe o Brasil", escreveu Eduardo em julho de 2025.

No documento, encaminhado nesta quarta-feira (1º), Flávio se apresenta como pré-candidato do PL à Presidência da República e lembra que se reuniu recentemente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e como o secretário de Estado, Marco Rubio, para tratar das tarifas.

Na carta, o parlamentar se refere à investigação "Seção 301" da Lei de Comércio de 1974, sobre atos e práticas do Brasil relacionados a comércio digital (PIX), tarifas, corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento.

Com base nessa investigação, o USTR propôs novas tarifas contra produtos brasileiros a serem aplicadas nas próximas semanas.

🔎Essa legislação permite a adoção de medidas comerciais quando um país considera que práticas de outro governo são injustas e prejudicam empresas americanas.

Em outra frente, o governo do presidente Lula também enviou nesta quarta uma resposta à investigação dos norte-americanos.

No documento, assinado pelo ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores), o Brasil afirma que o USTR não comprovou que atos, políticas ou práticas brasileiras sejam discriminatórios ou imponham barreiras ao comércio dos Estados Unidos.

Para o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, uma saída para o impasse entre os dois países poderia ser a suspensão, com um prazo de 180 dias, extensível por mais 90 dias caso haja progresso nas negociações, com o retorno automático das tarifas caso o governo brasileiro não se engaje, de boa-fé, nas negociações.

"O governo atual teria esse período para se engajar em negociações de boa-fé, sem a perspectiva de dividendos eleitorais, ou enfrentaria as consequências da retomada dessas ações. Esse mesmo período daria à oposição no Congresso o tempo e a legitimidade para pressionar o governo atual a intensificar seus próprios esforços de negociação de boa-fé", afirma Flávio.

"No caso de uma vitória da oposição, o presidente eleito nomearia imediatamente um negociador para conduzir as negociações adiante, também de boa-fé", completa o parlamentar.

Apesar das afirmações do senador do PL, o governo brasileiro montou um grupo, composto por políticos, economistas e diplomatas, para tratar das tarifas com autoridades dos Estados Unidos.

Esse grupo de trabalho já participou de quatro rodadas de negociações com os norte-americanos. A reunião mais recente ocorreu nesta quinta-feira (2).

Flávio também apresenta outros argumentos para defender a suspensão da aplicação de novas tarifas contra produtos brasileiros, como:

custos para os EUA: o senador aponta que as tarifas prejudicam a economia americana, citando que os EUA possuem um superávit comercial com o Brasil, que empresas americanas são os maiores investidores estrangeiros no país e que a retaliação brasileira afetaria exportadores e consumidores americanos. outras alternativas: Flávio sugere que, em vez de tarifas generalizadas, os EUA possuem ferramentas mais eficazes e direcionadas, como sanções financeiras e restrições de visto baseadas na estrutura da Lei Magnitsky para alcançar os responsáveis específicos pelas práticas contestadas pelos norte-americanos, sem punir a população e o setor produtivo brasileiro como um todo. Para Flávio, a sociedade e o setor produtivo do Brasil não apoiam, em sua maioria, a postura do governo Lula em relação aos Estados Unidos. remédio inadequado: o parlamentar diz reconhecer preocupações legítimas dos EUA em alguns pontos, mas contesta a ideia de tarifas "cegas" como remédio adequado para a resolução desses problemas.

Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump na Casa Branca no final de maio — Foto: Reprodução/Instagram/@FlavioBolsonaro via BBC

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ministro diz que ‘atropelos’ atrapalham negociações com EUA sobre tarifas, mas que ‘corre contra o tempo’ por consenso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%Oferecido por

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (2) que alguns “atropelos” provocados por terceiros têm atrapalhado as negociações entre o Brasil e os Estados Unidos em torno do tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump.

Mas acrescentou que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que o governo “nunca” abandone a mesa de negociação, deixando questões ideológicas de lado.

Elias Rosa deu a declaração durante entrevista no Rio de Janeiro, onde cumpriu agenda. Ele foi questionado sobre uma conversa que teve nesta quinta com o representante do escritório comercial da Casa Branca, Jamieson Greer, para tentar reverter o tarifaço.


O prazo dado pela Casa Branca é 15 de julho, por isso, avaliou o ministro, o governo brasileiro “corre contra o tempo” para tentar um consenso com os norte-americanos.

“Todas as vezes em que nós caminhamos positivamente parece que surge algum empecilho ou atropelo e nós precisamos superar. […] O presidente Lula esteve com o presidente Trump na Malásia, depois daquele encontro na ONU, depois tivemos seguidos encontros, vários telefonemas, e sempre foram muito positivos”, declarou o ministro.

“Os exemplos podem ser a ordem executiva de julho do ano passado, que anuncia a necessidade de interferir no julgamento do Supremo Tribunal Federal, sob pena de imposição de tarifa de 40% mais aquela de 10%; a publicação, por quem estava nos Estados Unidos, um ex-deputado federal se dizendo autor ou patrocinador do tarifaço de encomenda. Ao mesmo tempo, aqui no Brasil, alguém celebrando nas redes sociais o fato de ter sido imposta. Essas pessoas sempre dificultam muito o trabalho”, afirmou.

O governo Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O presidente, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "traidores da pátria".

No ano passado, quando a gestão Trump estabeleceu uma tarifa de 50% contra produtos brasileiros, Eduardo Bolsonaro agradeceu publicamente o presidente dos EUA pela medida.

Para o ministro, esses comportamentos citados por ele na entrevista “poluem o diálogo” entre os negociadores do Brasil e dos Estados Unidos porque levam “à mesa” de negociação “questões que não deveriam estar”.

“Não cabem na mesa de negociação da economia, do comércio bilateral, questões ideológicas, eleitoreiras, pessoalmente oportunistas, isso não tem cabimento”, disse o ministro.

“Então, a gente também tem que enfrentar essa questão. Estamos enfrentando com a serenidade que o tema exige. Em cada uma dessas reuniões, temos avançado um pouco. Mas volto a dizer, o tempo conspira contra. Temos que chegar até 15 de julho com um acordo”, acrescentou Márcio Elias Rosa.

Sob reserva, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizem que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço.

Afirmam que o governo vai tentar esgotar as negociações, como tem orientado o presidente Lula, mostrando os números do comércio entre os dois países e apresentando argumentos técnicos.

Mas a avaliação é que a decisão do USTR tem motivações políticas e não técnicas, assim, dizem avaliar que, no máximo, pode haver alguma exceção ou eventual redução de taxa, mas não a reversão completa da medida.

Segundo esses integrantes do Palácio do Planalto, há uma "linha de diálogo" entre os dois governo, que deve ser mantida, com reuniões entre representantes dos presidentes Lula e Donald Trump.

No Ministério das Relações Exteriores, integrantes da diplomacia brasileira dizem que os documentos do USTR demonstram como a investigação com base na seção 301 tem caráter político e não técnico nem comercial.

Segundo relatos à GloboNews, os documentos recebidos pelo Itamaraty relativos à alegações iniciais, de julho de 2025, são "praticamente iguais" aos da recomendação final, de junho de 2026.

Isso mostra, para integrantes do Itamaraty, que todos os argumentos técnicos apresentados aos EUA ao longo do último ano pelos negociadores brasileiros foram desconsiderados, como os números que demonstram a queda no desmatamento no governo Lula em comparação com o governo Bolsonaro.

Uma delegação brasileira, formada por integrantes das áreas econômica e ambiental do Itamaraty, por exemplo, chegou a ir a Washington para apresentar esses dados, e o entendimento da diplomacia é que todos os questionamentos foram respondidos com dados, mas acabaram ignorados.

Márcio Fernando Elias Rosa, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) — Foto: Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços / Divulgação

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Venda de carros elétricos no Brasil é três vezes maior em 2026 quando comparada a 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 14:46

Carros Venda de carros elétricos no Brasil é três vezes maior em 2026 quando comparada a 2025 Mercado brasileiro saltou de 30 mil carros elétricos nos primeiros seis meses de 2025 para mais de 90 mil neste ano. Venda de híbridos cresceu 85% na mesma comparação. Por Redação g1

Entre janeiro e junho de 2026, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país.

Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.

Embora os volumes ainda não sejam tão grandes quanto os demais, os elétricos vêm ampliando sua participação no mercado interno, de forma consistente”, analisa Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.

Os veículos híbridos também mostram crescimento. Nos primeiros seis meses de 2026 foram vendidos no Brasil 154.472 veículos híbridos, um salto de 85% ante os 83.468 híbridos vendidos no primeiro semestre de 2025.

Em relação a maio, o mês de junho deste ano mostrou aumento de 8,9% nas vendas de híbridos. Em relação a junho de 2025, os emplacamentos aumentaram 116%.

“Os carros híbridos têm tido uma aceitação expressiva no mercado nacional e representam o maior volume entre os eletrificados”, disse Arcelio Junior.

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‘Café dos Perdedores’: cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 13:46

Mundo 'Café dos Perdedores': cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo Ação criada na Cidade do México, uma das sedes do mundial de 2026, aposta no bom humor para amenizar a frustração da derrota. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas". Por Reuters

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Enquanto milhares de mexicanos comemoravam a classificação da seleção para as oitavas de final da Copa do Mundo, uma cafeteria na Cidade do México seguia na contramão da festa. Na porta, a bandeira do Equador permanecia hasteada como forma de receber justamente quem deixou o Mundial pelo caminho.

O Losers Cafe ("Café dos Perdedores", em tradução livre), no bairro de Condesa, foi criado para acolher torcedores das seleções eliminadas. A proposta é simples: quem aparece vestindo a camisa de um time derrotado ganha uma bebida gratuita e encontra um ambiente pensado para transformar a frustração em bom humor.

Todos os dias, pequenas bandeiras das seleções que deram adeus ao torneio são colocadas na entrada da cafeteria. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas".

Foi ali que a fotógrafa Monse Aguilar, de 24 anos, torcedora da África do Sul, encontrou um pouco de conforto depois da derrota por 1 a 0 para o Canadá, resultado que eliminou sua seleção da Copa.

"É como um abraço para o coração depois de perder", disse ela enquanto tomava a bebida oferecida pela casa.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

A iniciativa surgiu de uma campanha da marca sueca de alternativas lácteas Oatly, que convidou Ian Infante, proprietário do tradicional Compay Café, para transformar temporariamente o estabelecimento no Losers Cafe durante a Copa do Mundo.

Como imigrante, afirmou compreender o sentimento deixado por uma derrota esportiva e viu na ideia uma forma de criar um espaço de acolhimento para torcedores que, muitas vezes, deixam de fazer parte da festa após a eliminação de suas seleções.

"As pessoas diziam: 'Eu não sou um perdedor'. Mas, quando explicávamos o conceito, elas passavam a enxergar a iniciativa com humor e se sentiam mais conectadas umas às outras", contou.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Segundo Rocio de la Cuadra Diaz, desenvolvedora de mercado da Oatly no México, a campanha foi lançada na capital mexicana — e não em cidades dos Estados Unidos ou do Canadá, que também recebem partidas da Copa — por causa do crescimento da marca na América Latina e do senso de humor dos mexicanos.

"A ideia de criar um café para perdedores no México fez sentido porque quase sempre perdemos", afirmou.

A brincadeira, porém, ganhou um novo contexto. Depois de conquistar sua primeira vitória em um mata-mata de Copa do Mundo em 40 anos, o México voltou a sonhar alto no torneio.

Agora, os torcedores do El Tri esperam repetir o feito diante da Inglaterra nas oitavas de final. E, se a eliminação vier, eles já sabem onde encontrar um café — e um pouco de consolo.

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