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Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais com críticas por anulação de cartão após pedido de Trump: ‘Corrupção’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 22:45

Tecnologia Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais com críticas por anulação de cartão após pedido de Trump: 'Corrupção' Comentários incluem expressões como 'escândalo' expulsão de atacante americano ser cancelada. Trump confirmou que pediu para Fifa revisar decisão que tiraria o atleta da partida desta segunda-feira (6). Por Redação g1 — São Paulo

Uma postagem do atacante americano Balogun no Instagram recebeu uma enxurrada de críticas após a Fifa anular o cartão vermelho que o tiraria da partida desta segunda-feira (6), entre Estados Unidos e Bélgica.

Os comentários incluem expressões como "escândalo" e "manipulação", bem como emojis de cartão vermelho, em resposta ao que tem sido considerado um favorecimento da Fifa aos Estados Unidos, um dos países que sediam a Copa do Mundo de 2026.

"Corrupção, faça a coisa certa", comentou uma pessoa. "Proibir os EUA por interferência política: não há outra escolha", escreveu outro usuário.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou nesta segunda que pediu para a Fifa revisar o cartão vermelho aplicado a Balogun na partida da última quarta-feira (1º), contra a Bósnia e Herzegovina.

"Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA".

Trump chamou o árbitro brasileiro Raphael Claus, que deu o cartão vermelho a Balogun, de "um pouco suspeito" e criticou a decisão de campo. "Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado", afirmou.

Folarin Balogun, dos EUA, recebe um cartão vermelho do árbitro Raphael Claus. — Foto: Phil Noble / Reuters

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, admitiu ter recebido um telefonema de Trump, mas garantiu que não teve nenhum poder sobre a decisão tomada pelo Comitê Disciplinar da federação.

"Os órgãos judiciais da Fifa são independentes, eles atuam de forma autônoma. (…) Eu leio as decisões do Comitê Disciplinar da Fifa quando são emitidas. Às vezes fico surpreso com elas. Às vezes concordo, e às vezes discordo. O que sempre faço, no entanto, é respeitar essas decisões e a autonomia dos órgãos que as tomam", afirmou em comunicado.

O Código Disciplinar da Fifa prevê que uma medida disciplinar, como um cartão vermelho, pode ser suspensa total ou parcialmente.

Mesmo com a explicação de Infantino, alguns usuários criticaram Balogun diretamente. "Um cartão vermelho é um cartão vermelho", disse uma pessoa. "Se você fosse um atleta ético, não jogaria hoje", escreveu outra.

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Brasil chama investigação dos EUA de ‘arbitrária’ e diz que tarifa de 12,5% viola regras da OMC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%Oferecido por

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviou uma carta ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para contestar a proposta de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros.

No documento, o Itamaraty afirma que as conclusões da investigação americana são "errôneas", "arbitrárias" e não encontram respaldo nas evidências apresentadas pelo Brasil ao longo do processo.

🔎 O USTR é o órgão é responsável por formular a política comercial dos EUA. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.

A manifestação também reforça a posição histórica do país de que medidas unilaterais adotadas com base na Seção 301 — dispositivo da legislação comercial americana — são incompatíveis com o sistema multilateral de comércio.

"As questões levantadas nesta investigação — abrangendo regimes jurídicos internos e práticas de fiscalização — seriam mais bem tratadas por meio da cooperação e do engajamento internacional, em vez de medidas comerciais punitivas",diz o documento assinado por Vieira.

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Na carta enviada ao governo americano, o Itamaraty afirma que a proposta de aplicar uma tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros desrespeita as regras do comércio internacional.

Segundo o governo, divergências desse tipo devem ser resolvidas pelos mecanismos de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), em vez da imposição unilateral de tarifas.

"Quando surgem disputas comerciais no âmbito de acordos internacionais, a Seção 303 da Lei de Comércio dos EUA (Trade Act) prevê a utilização de mecanismos formais de solução de controvérsias (como os procedimentos da Organização Mundial do Comércio) antes do recurso a medidas unilaterais."

O documento também destaca que, desde 2007, os EUA acumulam um superávit comercial superior a US$ 400 bilhões nas trocas com o Brasil. Na avaliação do Itamaraty, esse resultado enfraquece a justificativa para a aplicação da tarifa proposta.

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Após Trump pedir à Fifa liberação de Balogun, casas de apostas apontam favoritismo dos EUA contra a Bélgica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 16:44

Tecnologia Após Trump pedir à Fifa liberação de Balogun, casas de apostas apontam favoritismo dos EUA contra a Bélgica Apostas passaram a apontar vantagem para os Estados Unidos após a Fifa anular a suspensão de Folarin Balogun; decisão ocorreu após Donald Trump afirmar que pediu revisão da punição. Por Redação g1 — São Paulo

Fifa anulou o cartão vermelho de Folarin Balogun, liberou o atacante para enfrentar a Bélgica e, após a decisão, os Estados Unidos passaram a liderar as projeções de vitória nas plataformas Polymarket e Kalshi.

Na Polymarket, os EUA aparecem com 40% de probabilidade de vitória, contra 34% da Bélgica e 28% de empate; na Kalshi, os norte-americanos têm 53% de chances de vencer, ante 47% dos belgas. As duas plataformas funcionam como mercados de previsão e são bloqueadas no Brasil.

A liberação de Balogun ocorreu após Donald Trump afirmar que pediu ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, a revisão do cartão vermelho, embora a entidade tenha informado que a decisão foi tomada por meio de um processo independente previsto em seu Código Disciplinar.

Segundo a Fifa, a suspensão foi anulada com base no artigo 27 do Código Disciplinar, que permite ao órgão responsável suspender, total ou parcialmente, a aplicação de uma sanção disciplinar em determinadas situações.

A Federação Belga de Futebol contestou a liberação do atacante, alegando que a expulsão deveria resultar em suspensão automática para a partida seguinte, mas a Fifa rejeitou o recurso por entender que a Bélgica não tinha legitimidade para contestar a decisão, mantendo Balogun à disposição da seleção dos EUA.

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Fifa, Gianni Infantino, formaram um relacionamento próximo — Foto: EPA

As apostas na vitória dos Estados Unidos sobre a Bélgica aumentaram depois que a Fifa anulou o cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun e confirmou que o jogador poderá atuar na partida desta segunda-feira (6).

Após o anúncio, as principais plataformas de apostas passaram a apontar a seleção americana como favorita no confronto.

Na Polymarket, os EUA aparecem com 40% de probabilidade de vencer, contra 34% da Bélgica, enquanto o empate soma 28%. Na Kalshi, a vantagem dos norte-americanos é ainda maior: 53%, ante 47% dos belgas.

📊 A Polymarket e a Kalshi são plataformas de mercados de previsão (prediction markets), nas quais os usuários negociam contratos com base na probabilidade de um determinado evento ocorrer. No Brasil, porém, esse tipo de serviço foi proibido pelo governo federal, que determinou o bloqueio dessas plataformas por entender que sua operação não se enquadra na regulamentação brasileira para apostas e mercados financeiros.

A mudança ocorreu no domingo, logo após a Fifa confirmar que Balogun estaria liberado para disputar a partida. Até então, a Bélgica liderava as projeções nas duas plataformas.

Mais cedo, Trump afirmou que pediu pessoalmente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, a revisão do cartão vermelho recebido por Folarin Balogun na partida contra a Bósnia e Herzegovina.

O atacante havia sido expulso após a arbitragem considerar violenta uma jogada em que ele aparece pisando no tornozelo de um adversário. Com a punição, Balogun ficaria fora do confronto contra a Bélgica.

No domingo, a Fifa anunciou que o jogador estava liberado para atuar na partida. Segundo a entidade, a suspensão foi anulada após um processo independente de revisão disciplinar, previsto em seu regulamento.

A decisão foi baseada no artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, intitulado "Suspensão da implementação de medidas disciplinares". Veja o que ele diz:

O órgão judicial pode decidir suspender, total ou parcialmente, a execução de uma medida disciplinar.Ao suspender a aplicação da sanção, o órgão judiciário submete a pessoa sancionada a um período de prova de um a quatro anos.Se a pessoa beneficiada por uma sanção suspensa cometer outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante o período de prova, a suspensão será revogada pelo órgão judiciário e a sanção executada, sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração.Medidas disciplinares relacionadas à manipulação de resultados não podem ser suspensas.

Folarin Balogun, dos EUA, recebe um cartão vermelho do árbitro Raphael Claus. — Foto: Phil Noble / Reuters

Nesta segunda-feira, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que falou com Trump sobre o cartão vermelho.

"Eu converso regularmente com o Presidente dos Estados Unidos sobre assuntos da Copa do Mundo, e de fato recebi uma ligação do Presidente Donald Trump", afirmou em comunicado.

No entanto, Infantino alegou que os órgãos judiciais da entidade esportiva são independentes e autônomos: "A independência deles é essencial para a credibilidade e a integridade do futebol, e deve ser sempre respeitada".

O presidente da Fifa afirmou ter dito a Trump que "o caso [do cartão vermelho] seria decidido no devido momento pelas autoridades competentes"

A decisão de liberar Folarin Balogun provocou reação da Federação Belga de Futebol. Antes da partida pelas oitavas de final, a federação recorreu à Fifa e pediu esclarecimentos sobre a liberação do atacante.

A entidade alega que um jogador expulso deve cumprir suspensão automática na partida seguinte, conforme as regras disciplinares da competição.

Os dirigentes belgas também afirmaram que a autorização para Balogun entrar em campo contrariava o regulamento da Copa do Mundo de 2026 e disseram não ter recebido a decisão da Fifa nem a justificativa para a mudança.

A Fifa, porém, rejeitou o recurso por entender que a Bélgica não fazia parte do processo que analisou o caso e, por isso, não poderia contestar a decisão.

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Brasil praticamente esgota cota de carne bovina à China e reduz abates, diz StoneX

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 16:44

Agro Brasil praticamente esgota cota de carne bovina à China e reduz abates, diz StoneX País já preencheu 98% das vendas sem taxa adicional. Frigoríficos começaram as férias coletivas em massa no Mato Grosso nos últimos dias. Por Reuters

O Brasil preencheu 98,5% da cota de exportação de carne bovina à China até junho. O cenário levou os frigoríficos a reduzirem os abates, informou a StoneX.

A China, maior importador da carne bovina brasileira, implementou uma cota de 1,1 milhão de toneladas livre da tarifa mais alta de 55% para o produto do Brasil este ano, para proteger sua produção interna.

Considerando os desembarques efetivos em território chinês, o Brasil preencheu 72% da cota. O saldo restante deve se esgotar em agosto, segundo estimativas divulgadas nesta segunda-feira (6).

As exportações brasileiras bateram recorde no primeiro semestre de 2026. Foram enviadas 1,705 milhão de toneladas, gerando receita de US$9,85 bilhões, informou a Abiec.

Argentina, Uruguai e Estados Unidos ainda possuem espaços expressivos em suas respectivas cotas. No entanto, persistem dúvidas sobre a capacidade produtiva desses países para exportar.

O Brasil já preencheu 98,5% da cota de exportação de carne bovina à China até junho, o que levou frigoríficos a reduzirem os abates devido à diminuição dos volumes a serem exportados, sobretudo no terceiro trimestre, afirmou a StoneX, em análise divulgada nesta segunda-feira (6).

A China, maior importador da carne bovina brasileira, implementou uma cota de 1,1 milhão de toneladas livre da tarifa mais alta de 55% para o produto do Brasil este ano, para proteger sua produção interna.

Segundo a Stonex, o Brasil já exportou 98,5% desse volume, considerando os embarques que começaram a ser feitos no fim do ano passado, em novembro, até 30 de junho deste ano. Levando em conta os dados de internalização da China — ou seja, a carne que efetivamente já desembarcou no país –, o Brasil havia preenchido 72% da cota até 30 de junho.

Com isso, o saldo brasileiro deve ser preenchido até agosto, contando os cerca de 45 dias entre o embarque no Brasil e a chegada à China.

"Há uma expectativa de maior oferta (de carne bovina) no mercado interno, também possibilidades de remanejamento de oferta, mas a primeira reação da indústria foi diminuir os abates", disse Larissa Barboza Alvarez, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Ela acrescentou ainda que o atingimento da cota da China foi o motivo pelo qual frigoríficos começaram as férias coletivas em massa no Mato Grosso nos últimos dias.

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram níveis recordes no primeiro semestre de 2026, totalizando 1,705 milhão de toneladas embarcadas e US$9,85 bilhões em receita, informou nesta segunda-feira a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), citando dados oficiais do governo.

Boa parte da aceleração dos embarques ocorreu em função das cotas chinesas definidas para 2026, disse a StoneX, acrescentando que as exportações à China devem retornar no quarto trimestre, dado o início da cota de 2027.

Além do Brasil, a Austrália também já esgotou sua cota de exportação à China, de modo que "os principais fornecedores deixam de abastecer o mercado chinês a partir de meados do 3º trimestre", apontou o relatório.

"Argentina, Uruguai e Estados Unidos ainda têm espaço relevante em suas cotas, mas restam dúvidas quanto à capacidade de preenchê-las, dada a disponibilidade mais limitada desses players para exportação".

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Hotmart anuncia demissão de cerca de 10% dos funcionários em reestruturação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 15:44

Trabalho e Carreira Hotmart anuncia demissão de cerca de 10% dos funcionários em reestruturação Empresa afirma que medida faz parte de uma estratégia para acelerar a expansão, concentrar investimentos em áreas prioritárias e reforça que segue rentável e em crescimento. Por Redação g1 — São Paulo

A Hotmart informou nesta segunda-feira (6) que está promovendo uma reestruturação organizacional que resultará na demissão de aproximadamente 10% dos funcionários do grupo.

Em nota, a empresa afirmou que a medida faz parte de uma decisão estratégica para acelerar sua expansão e concentrar recursos nas áreas consideradas prioritárias para o futuro da companhia e da chamada Creator Economy.

"Essa reestruturação reflete uma decisão estratégica para acelerar a expansão da empresa, concentrando recursos e energia nas principais frentes alinhadas à nossa visão de futuro da Creator Economy", informou a empresa.

A Hotmart não divulgou o número exato de trabalhadores atingidos pela medida nem detalhou quais áreas foram afetadas pelos desligamentos.

A Hotmart é uma empresa de tecnologia voltada à Creator Economy, que oferece uma plataforma para criadores venderem e expandirem negócios digitais. A companhia reúne mais de 250 mil empreendedores ativos e cerca de 1,6 mil funcionários, com atuação em seis países e sede em Amsterdã, na Holanda.

Segundo a companhia, os profissionais demitidos receberão um pacote adicional de desligamento, adaptado conforme a região em que atuam, além de todos os direitos previstos na legislação trabalhista.

"Cada pessoa que está saindo teve um papel real na trajetória que nos trouxe até aqui, e reconhecemos o impacto dessa decisão para elas", afirmou a empresa.

Ainda de acordo com a Hotmart, o foco neste momento é garantir que o processo ocorra de forma responsável e oferecer suporte aos trabalhadores durante a transição.

Apesar da redução no quadro de funcionários, a empresa afirma que segue em uma trajetória de crescimento.

"A Hotmart segue sendo líder global em seu setor, rentável e com crescimento consistente ano após ano — e é esse crescimento que a decisão busca acelerar ainda mais", diz a nota.

A empresa também afirmou que seu compromisso, neste momento, é com as pessoas impactadas pela decisão e que o processo será conduzido "com a seriedade e a responsabilidade que ele exige".

Além do comunicado oficial da empresa, profissionais que afirmam ter sido desligados passaram a compartilhar relatos nas redes sociais, principalmente no LinkedIn. Nas publicações, trabalhadores informam que foram impactados pela reestruturação, agradecem pelo período na empresa e dizem estar em busca de novas oportunidades no mercado.

As postagens começaram a aparecer ao longo desta segunda-feira (6), poucas horas após a divulgação da reestruturação pela Hotmart.

O g1 também procurou o sindicato que representa a categoria para obter mais informações sobre as demissões, como o número de trabalhadores afetados, as áreas atingidas e o acompanhamento prestado aos empregados desligados. Até a última atualização desta reportagem, não havia recebido retorno.

Apresentação do estudo “O Impacto da Inteligência Artificial na Creator Economy” da Hotmart — Foto: g1

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (6) que vai demitir cerca de 4.800 funcionários, o equivalente a aproximadamente 2,1% de sua força de trabalho.

Os cortes vão atingir principalmente a divisão responsável pelo Xbox, escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da Microsoft, em um e-mail aos funcionários.

"Estamos alinhando nosso investimento, pessoas e energia às prioridades do nosso negócio. As mudanças de hoje impactam principalmente nossas organizações Comercial e Xbox", escreveu.

A Microsoft tinha cerca de 220 mil funcionários antes dos cortes, de acordo com o portal de notícias Business Insider. Ainda não se sabe se as demissões vão afetar os funcionários no Brasil. O g1 entrou em contato com a empresa, que compartilhou apenas o comunicado de Amy Coleman.

No texto, Coleman afirmou que os funcionários demitidos não serão substituídos por inteligência artificial, mas não disse se os cortes têm relação com os investimentos da empresa nessa tecnologia. Nos últimos meses, várias companhias anunciaram demissões para priorizar investimentos em IA.

"O que é verdade é que a IA está mudando a forma como o trabalho é realizado. Algumas das tarefas que fazemos diariamente agora podem ser automatizadas, e isso significa que todos precisamos continuar aprendendo, desenvolvendo novas habilidades e nos adaptando à medida que o trabalho evolui", disse a executiva.

Vale lembrar que, em abril deste ano, a Microsoft anunciou seu primeiro plano de demissão voluntária (PDV) nos Estados Unidos para cerca de 9 mil funcionários. O PDV era voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais.

"Hoje, dia 06 de julho, informamos que a Hotmart está realizando uma reestruturação organizacional, que resulta na redução de aproximadamente 10% do grupo. Cada pessoa que está saindo teve um papel real na trajetória que nos trouxe até aqui, e reconhecemos o impacto dessa decisão para elas.

Um pacote adicional de desligamento, localizado por região, além dos direitos previstos em lei, está sendo oferecido para apoiar essas pessoas durante a transição.

Essa reestruturação reflete uma decisão estratégica para acelerar a expansão da empresa, concentrando recursos e energia nas principais frentes alinhadas à nossa visão de futuro da Creator Economy. A Hotmart segue sendo líder global em seu setor, rentável e com crescimento consistente ano após ano — e é esse crescimento que a decisão busca acelerar ainda mais.

Nosso compromisso neste momento é com as pessoas impactadas, garantindo que este processo seja conduzido com a seriedade e a responsabilidade que ele exige."

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Juiz dos EUA mantém veredito que responsabilizou Elon Musk por enganar investidores do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 13:44

Tecnologia Juiz dos EUA rejeita pedido de Elon Musk para anular veredito sobre fraude contra investidores do Twitter O juiz distrital Charles Breyer, de San Francisco, também negou o pedido de Musk para retirar o status de ação coletiva do processo movido pelos investidores. Por Redação g1 — São Paulo

Um juiz federal rejeitou nesta segunda-feira (6) o pedido de Elon Musk para anular a condenação por fraude contra investidores do Twitter durante a compra da rede social.

O magistrado Charles Breyer considerou que o bilionário não pode ser responsabilizado judicialmente por um dos tuítes que foram questionados na ação movida contra ele.

O juiz distrital de San Francisco também negou a solicitação da defesa do empresário para retirar o status de ação coletiva do processo em andamento.

A decisão atendeu ao pedido dos investidores autores da ação para a incidência de juros sobre a indenização determinados para o período que antecedeu a sentença.

O veredito do júri anterior havia concluído que o bilionário cometeu fraude contra investidores da plataforma de tecnologia no processo de aquisição da empresa.

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira (6) o pedido de Elon Musk para anular o veredito de um júri que concluiu que o bilionário enganou investidores durante o processo de compra do Twitter, em 2022.

Na decisão, o juiz distrital Charles Breyer, de San Francisco, manteve as principais conclusões do julgamento realizado em março deste ano. Ao mesmo tempo, entendeu que Musk não pode ser responsabilizado por uma das declarações questionadas no processo.

O magistrado também negou o pedido do empresário para retirar o caráter coletivo da ação movida pelos investidores. Além disso, autorizou que a eventual indenização seja acrescida de juros referentes ao período anterior à sentença.

A ação foi movida por investidores que venderam ações do Twitter durante as negociações para a compra da empresa por Musk, concluída em 2022 por US$ 44 bilhões.

Eles afirmam que o empresário publicou mensagens e fez declarações públicas que afetaram o preço das ações enquanto tentava renegociar o negócio ou desistir da aquisição.

O principal foco da disputa foi uma publicação feita em 13 de maio de 2022, na qual Musk afirmou que a compra do Twitter estava "temporariamente suspensa" enquanto aguardava informações sobre a quantidade de contas falsas e de spam na plataforma.

Após a publicação, as ações da empresa caíram, prejudicando investidores que venderam seus papéis durante o período de incerteza.

Em março deste ano, após quase três semanas de julgamento e cerca de quatro dias de deliberação, um júri formado por nove pessoas concluiu, em março, que Musk induziu investidores ao erro com dois tuítes publicados durante as negociações para comprar o Twitter.

Os jurados, porém, entenderam que uma declaração feita pelo empresário em um podcast expressava apenas uma opinião, e não uma informação enganosa. Eles também rejeitaram a acusação de que Musk teria elaborado um plano deliberado para fraudar o mercado.

Apesar disso, concluíram que dois de seus tuítes foram suficientes para causar prejuízos aos investidores.

Segundo os advogados dos autores da ação, a decisão pode resultar no pagamento de cerca de US$ 2,1 bilhões em indenizações relacionadas às ações, além de aproximadamente US$ 500 milhões referentes a opções de compra de ações.

Segundo os autores da ação, Musk buscava reduzir o valor da compra ou abandonar o negócio, que havia se tornado mais caro para ele após a queda das ações da Tesla, principal origem de sua fortuna.

Depois de anunciar que não seguiria com a aquisição, Musk passou a enfrentar uma ação movida pelo próprio Twitter para obrigá-lo a cumprir o acordo. Pouco antes do julgamento desse processo, ele voltou atrás e aceitou concluir a compra pelos US$ 44 bilhões originalmente acertados.

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Stellantis, dona da Fiat, inicia produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia neste semestre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 12:49

Carros Stellantis, dona da Fiat, inicia produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia neste semestre SUV compacto começa a ser produzido na fábrica de Porto Real (RJ), estreia uma nova plataforma eletrificada da Stellantis no país e deve chegar às concessionárias ainda neste semestre. Por Redação g1 — Sçao Paulo

A Stellantis iniciou a produção em série do novo Jeep Avenger na fábrica de Porto Real (RJ). O SUV compacto estreará neste semestre.

O Avenger é o primeiro veículo híbrido leve de 12 volts da unidade. O projeto inaugura uma plataforma de modelos eletrificados no Brasil.

O desenvolvimento do SUV faz parte do ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões na fábrica. O aporte integra o plano de R$ 32 bilhões para a região.

A montadora planeja implantar um segundo turno na fábrica fluminense. A medida criará 800 empregos diretos e 450 vagas em fornecedores.

Oito novos fornecedores serão instalados no complexo industrial, somando 13 empresas no polo. A ação visa reduzir o transporte de componentes.

A Stellantis, grupo responsável pelas marcas Fiat e Jeep, iniciou a produção em série do novo Jeep Avenger na fábrica de Porto Real, no sul do Rio de Janeiro. O SUV compacto será o primeiro modelo fabricado na unidade com sistema híbrido leve de 12 volts e também inaugura uma nova plataforma de produção de veículos eletrificados da companhia no Brasil.

O início da fabricação foi anunciado durante a comemoração dos 25 anos do Polo Automotivo de Porto Real. Segundo a montadora, o Avenger é um dos principais projetos do ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões destinado à modernização e à ampliação da fábrica até 2030.

"Num momento em que a categoria de B-SUVs dá um salto e cresce quase 80% no nosso país, nós assumimos novamente o protagonismo e iniciamos hoje um novo capítulo para a marca e para a Stellantis: o início de produção do Novo Jeep Avenger”, cdisse Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

O modelo será equipado com motor 1.0 turbo flex e um sistema híbrido leve (MHEV 12V). Nesse tipo de tecnologia, uma pequena bateria auxilia o motor a combustão em situações como partidas e retomadas de velocidade, contribuindo para reduzir o consumo de combustível e as emissões de poluentes.

Ao contrário de um híbrido convencional, porém, o veículo não consegue rodar apenas com energia elétrica.

De acordo com a empresa, o início da produção do Avenger também representa a adaptação da fábrica para uma nova geração de veículos eletrificados, em linha com a estratégia global da Stellantis de ampliar a oferta de modelos com menor emissão de carbono.

Para atender ao aumento da produção do Jeep Avenger, a Stellantis informou que implantará um segundo turno na unidade de Porto Real.

Segundo a empresa, a medida deve gerar 800 empregos diretos na fábrica e outras 450 vagas entre as empresas fornecedoras.

A montadora também anunciou a instalação de oito novos fornecedores no complexo industrial. Com isso, o polo automotivo passará a reunir 13 empresas responsáveis pelo fornecimento de componentes para a fabricação dos veículos.

De acordo com a Stellantis, a ampliação da rede de fornecedores deve reduzir a necessidade de transportar peças de outras regiões, aumentar a participação de componentes produzidos no país e reforçar a cadeia automotiva instalada no estado do Rio de Janeiro.

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Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 10:47

Política Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas Prazo para acordo acaba em 15 de julho, e governo apresentou proposta sobre pontos questionados pelos EUA na investigação comercial. Flávio Bolsonaro participará das audiências, assim como representantes do setor produtivo. Por Filipe Matoso, GloboNews — Brasília

O governo brasileiro decidiu enviar observadores e manter negociações diretas sobre o tarifaço proposto pelos EUA, sem se inscrever para discursar nas audiências públicas.

O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real.

As audiências começam nesta segunda-feira (6) nos Estados Unidos. O senador Flávio Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo se inscreveram para discursar.

O prazo limite para um acordo é 15 de julho. O Brasil corre contra o tempo apresentando dados comerciais e de combate ao desmatamento.

O governo brasileiro decidiu não se inscrever para discursar nas audiências públicas que acontecem a partir desta segunda-feira (6) nos Estados Unidos sobre o tarifaço proposto pelo governo de Donald Trump contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

Mesmo assim, a embaixada em Washington enviará representantes, na condição de observadores, para que o governo tome ciência dos argumentos.

As informações são do Ministério das Relações Exteriores. O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-cadidato à Presidência, e o influenciador político Paulo Figueiredo se inscreveram para discursar durante as audiências. Flávio vai abrir o segundo dia (veja aqui os argumentos que ele pretende levar).

➡️ A participação na audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável por formular e negociar a política comercial do país, é aberta aos interessados que se inscreverem.

LEIA TAMBÉM: Depois do tom político da carta aos EUA, Flávio precisa evitar 'escorregões' em audiência, dizem aliados

Na semana passada, por exemplo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, teve uma conversa com o representante do escritório comercial dos EUA, Jamieson Greer. Após a reunião, Rosa informou que novas conversas estão previstas para os próximos dias.

Nesses encontros entre autoridades brasileiras e americanas voltados à negociação, o governo apresentou uma proposta de encaminhamento acerca dos 6 pontos levantados pelos EUA, mas ainda não recebeu resposta formal.

LEIA TAMBÉM: PIX, STF, redes sociais: entenda as críticas dos EUA para propor tarifa de 25% e os argumentos do Brasil

O prazo é 15 de julho para ser fechado um acordo. Diante disso, o próprio governo brasileiro vem dizendo que corre contra o tempo para chegar a um entendimento com o governo americano, mostrando os dados da relação comercial e do combate ao desmatamento, por exemplo.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty é que a recomendação feita pelo USTR tem caráter político e desconsidera os argumentos técnicos apresentados pelos negociadores ao longo do último ano.

Esses interlocutores indicam como exemplo o fato de os documentos referentes ao início da investigação comercial, de julho de 2025, e da recomendação pelas tarifas, de junho de 2026, serem “praticamente iguais”.

Portanto, sob reserva, integrantes do governo dizem não acreditar na reversão completa do tarifaço, somente em uma eventual redução ou anúncio de exceções.

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Indústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetados caso EUA imponha novo tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%Oferecido por

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta segunda-feira (6) uma estimativa segundo a qual 4,1 mil produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos podem ser afetados se o governo Donald Trump implementar o tarifaço sugerido pelo Escritório do Representante de Comércio (USTR, na sigla em inglês).

A estimativa foi divulgada no dia em que começam as audiências públicas em Washington acerca do possível novo tarifaço. O prazo para um acordo entre o Brasil e os Estados Unidos se encerra no dia 15 de julho, e o governo afirma que corre contra o tempo para chegar a um entendimento.

De acordo com o USTR, o Brasil adota práticas econômicas desleais contra empresários americanos em áreas como PIX, etanol, desmatamento e propriedade intelectual, tese rechaçada formalmente pelo governo brasileiro em documento enviado na semana passada ao governo Trump.

Conforme a CNI, juntos, esses 4,1 mil produtos que podem ser afetados caso o tarifaço seja implementado correspondem a US$ 14,9 bilhões em exportações.

“A imposição de uma tarifa adicional de 25% não se justifica sob o aspecto jurídico, econômico e estratégico. A CNI defende que o diálogo e a cooperação bilateral são o caminho mais adequado para preservar uma relação sólida entre os dois países”, afirmou em nota o presidente da entidade, Ricardo Alban.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa em evento de 250 anos de independência dos EUA, em Washington D.C., em 5 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

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Bilionário Bernard Arnault, o homem mais rico da França, terá de pagar € 22,5 milhões em impostos atrasados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

Bernard Arnault, CEO da LVMH, ao chegar para participar da cerimônia de abertura da 142ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional no dia 22 de julho de 2024, em Paris. — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

Bernard Arnault, a pessoa mais rica da França e uma das mais ricas do mundo, terá de pagar quase € 22,5 milhões em impostos atrasados após uma disputa judicial que se arrasta há anos, segundo a rádio francesa RFI e o jornal Financial Times.

Arnault é presidente do grupo de luxo LVMH, dono de marcas como Louis Vuitton, Christian Dior, Tiffany & Co. e Bulgari.

A decisão do Tribunal de Apelação de Paris reverteu um entendimento de 2020 que havia livrado Arnault e sua esposa de uma penalidade fiscal.

Segundo o Financial Times, a cobrança está relacionada a um pagamento de cerca de € 50 milhões recebido pelo casal após a retirada de recursos de uma empresa belga que detinha ações ligadas à LVMH.

Segundo a RFI, a disputa envolve a forma como a família Arnault controla sua participação na LVMH. Em vez de possuir ações diretamente, ela usa uma estrutura formada por várias holdings (empresas criadas para administrar participações em outras companhias).

O tribunal concluiu que € 32,18 milhões dos € 50 milhões recebidos pelo casal pela companhia belga deveriam ter sido tratados como renda tributável.

"A LVMH é o maior contribuinte corporativo da França. As atividades gerais do grupo também contribuem com mais de 1% do PIB do país", afirmou um porta-voz de Arnault ao Financial Times. "Essa decisão, que reverte tanto a sentença de primeira instância quanto uma decisão anterior do próprio Tribunal de Apelação, será contestada no Conselho de Estado."

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