RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 3036: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 11:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3036: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição deste domingo (26) seria de quase R$ 70 milhões. Mas ninguém acertou os 6 números e o valor estimado acumulou para R$ 78 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3036 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (26), em São Paulo. O prêmio para a aposta que acertasse as seis dezenas seria de R$ 69.545.142,81 milhões. Mas ninguém levou a faixa principal e o valor estimado acumulou para R$ 78 milhões.

📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do diaClique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 1 hora Eleições 2026 Zema menciona Joaquim Barbosa como possível vice em sua chapaHá 1 horaCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio

Ontem Eleições 2026 Críticas ao governo Trump’Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras’, diz Lula no ‘Washington Post’

Há 14 minutos Eleições 2026 em Minas Gerais Bolada milionária 💰Prêmio de R$ 69 milhões: veja os números sorteados na Mega

Há 46 minutos Mega-Sena Compras de até US$ 50’Taxa das blusinhas’: encomendas internacionais disparam após fim do imposto

Há 9 horas Economia Calor extremoIncêndios forçam mais de 330 mil pessoas a deixar suas casas na Europa

Há 10 horas Mundo Desalojados perto de Madri temem um ‘desastre’Há 10 horasPossível ataque islamistaAtropelamento em parada LGBTQIA+ de Berlim deixa 1 morto e 29 feridos

Há 1 hora Mundo Ano de El NiñoArroz, trigo e mais: como a crise dos fertilizantes pode pressionar preços

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dieta puro grão acelera ganho de peso de bezerros e pode aumentar lucro de produtores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Dieta puro grão acelera ganho de peso de bezerros e pode aumentar lucro de produtores Experimento composto por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais aumenta valor dos bezerros. Por Nosso Campo, TV TEM

A dieta experimental "puro grão", desenvolvida pela CATI Regional de Jales (SP), acelera o ganho de peso de bezerros. O método visa aumentar os lucros dos produtores.

A ração mistura 85% de milho inteiro e 15% de nutrientes. Segundo o veterinário Ivan Vitorelli, a técnica reduz em 2 anos o tempo de abate.

Produzir a arroba custa de R$ 220 a R$ 250, com venda de até R$ 350. O produtor pode obter lucro de R$ 900 a R$ 1.000.

O método exige vacinação, vermifugação e controle de carrapatos. O produtor Danilo Monção aplicou o modelo e obteve ganho médio de 40 kg em 50 dias.

Ração é uma mistura composta por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais — Foto: Reprodução / TV TEM

A dieta experimental criada pela CATI Regional de Jales (SP) tem como objetivo aumentar a lucratividade com bezerros e encurtar o tempo de criação. A ração é uma mistura composta por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais.

Em Urânia (SP), Ivan Vitorelli, veterinário da CATI, reproduz o método "puro grão" para 20 bezerros. De acordo com o veterinário, o modelo pode reduzir em dois anos o tempo para abater bezerros de origem leiteira, passando de três anos e meio para um ano e meio.

Em 60 dias, os 20 animais passaram de sete para mais de dez arrobas. Em dois meses, devem superar o peso de 14 arrobas, marca suficiente para o abate.

A aceleração do ganho de peso ajuda na valorização da venda. A arroba que custa entre R$ 220 e R$ 250 para ser produzida é vendida entre R$ 330 e R$ 350, gerando um lucro de R$ 900 a R$ 1.000 para o produtor e a possibilidade de uma nova fonte de renda.

A adoção da dieta "puro grão" exige protocolos sanitários prévios: vacinação, vermifugação e controle de carrapatos.

O produtor de leite Danilo Rodrigues Monção aplicou o modelo após assistir a uma palestra da CATI. Em 50 dias, dois bezerros de 130 kg ganharam em média 40 kg. Ao chegarem ao peso de 15 arrobas (em torno de 225 kg), os bezerros poderão ser vendidos pelo preço de boi.

Para quem tiver interesse na dieta "puro grão", é possível entrar em contato com a CATI de Jales pelo número (17) 3632-1909.

Há 3 horas Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias: Caiado neste domingo; Zema, na segunda; e Lula no dia 2; veja agenda

Há 22 minutos Eleições 2026 Zema menciona Joaquim Barbosa como possível vice em sua chapaHá 22 minutosEleições 2026Com Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 21 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 21 horasCalor extremoDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 6 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 6 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 5 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 5 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 12 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 12 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 12 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 3 horas Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 1 hora Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 1 horaInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma cuca de banana com doce de leite

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma cuca de banana com doce de leite Programa deste domingo (26) ensina a preparar uma cuca de banana com doce de leite. Por Nosso Campo, TV TEM

O programa Nosso Campo deste domingo (26) ensina a preparar uma receita de cuca de banana com doce de leite.

O prato conta com orientações específicas para a elaboração do recheio e de uma farofa crocante.

O Nosso Campo deste domingo (26) ensina a preparar uma deliciosa cuca de banana com doce de leite. Saiba como fazer:

3 ovos;1 xícara de chá de açúcar; 3 colheres de sopa de manteiga ou margarina; 1 xícara de leite;2 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo;1 colher de sopa de fermento em pó;1 pitada de sal para realçar o sabor.

1 colher de chá de canela em pó;1/2 xícara de açúcar; 1/2 xícara de farinha de trigo;2 colheres de sopa de manteiga gelada.

Em um liquidificador, coloque os ovos e a manteiga. Bata até ficar homogêneo;Após bater bem, acrescente o açúcar, a farinha de trigo e o leite aos poucos;Quando a massa estiver aerada, formando algumas bolhas, adicione o sal e o fermento.

Despeje a massa em uma forma untada com manteiga;Adicione as bananas cortadas em rodelas e o doce de leite ;Finalize cobrindo a massa com a farofa;Leve a cuca em um forno preaquecido a 180° por 45 minutos;Sirva sozinha ou com uma bola de sorvete.

Há 3 horas Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias: Caiado neste domingo; Zema, na segunda; e Lula no dia 2; veja agenda

Há 22 minutos Eleições 2026 Zema menciona Joaquim Barbosa como possível vice em sua chapaHá 22 minutosEleições 2026Com Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 21 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 21 horasCalor extremoDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 6 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 6 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 5 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 5 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 12 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 12 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 12 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 3 horas Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 1 hora Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 1 horaInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista Área de 33.845 hectares de Mata Atlântica, em Teodoro Sampaio (SP), é considerada o santuário do mico-leão-preto. Por Nosso Campo, TV TEM

Temporais com granizo e ventos fortes castigam as lavouras de café em Garça (SP). Os cafeicultores locais aceleram o trabalho para salvar a safra deste ano.

As fortes tempestades derrubam os grãos na terra úmida. O fenômeno reduz a qualidade da bebida e atrasa o andamento das atividades no campo.

O produtor José Carlos de Morais Filho relata que 40% de sua produção de 370 mil pés caiu no chão. O prejuízo dele é estimado em R$ 700 mil.

A cafeicultora Ellaritta Crude projeta uma perda semelhante de 40% em seus 450 hectares cultivados. O prejuízo estimado é de R$ 7 mil por hectare.

Para evitar perdas maiores com novas frentes frias, produtores intensificaram o uso de maquinário. A colheita manual emergencial também foi adotada para salvar os frutos.

Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista — Foto: Nosso Campo/TV TEM

Lar de espécies como onça-pintada, bugio e tamanduá, o Parque Estadual Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP), abriga 33.845 hectares de Mata Atlântica preservada, a maior do interior paulista.

Criada em 1941 para a conservação da floresta, a reserva é um verdadeiro santuário ecológico. Ériqui Inazaqui, gestor do parque, fala sobre a importância do bom estado de conservação do bioma para a fauna e a flora. Como exemplo, pode-se citar o mico-leão-preto, espécie dada como extinta na década de 1970 e redescoberta no Morro do Diabo.

A reserva possui a maior população do primata livre na natureza, com uma média de 1,2 mil indivíduos.

Mico-leão-preto é uma espécie dada como extinta na década de 1970 e que foi redescoberta no Morro do Diabo — Foto: Nosso Campo/TV TEM

Além da preservação, o parque é um grande polo ecoturístico no oeste paulista. As atrações diversas, como o ponto mais alto da região (uma torre de observação de 12 metros de altura), o montanhismo, as trilhas e as rotas de ciclismo, atraem mensalmente 2 mil visitantes.

Entre os visitantes, está Leonardo Nascimento Soares, professor de Geografia em uma escola de Presidente Epitácio (SP). Ele explica o valor do contato entre os alunos e o bioma ameaçado de extinção para estudos sobre conscientização e conservação ambiental.

Com um nome fora do convencional, o morro carrega diversas histórias sobre sua origem. A monitora ambiental Gabrielle Vilhena conta um pouco sobre três dessas lendas:

Devido às suas extremidades salientes, o morro formava o rosto do diabo quando visto de longe;Após massacrar uma aldeia indígena, um grupo de bandeirantes foi morto e pendurado no topo do morro por caçadores, para não amaldiçoar a terra. Quando um segundo grupo os avistou no topo, sem ninguém por perto, concluiu que havia sido "obra do diabo";Quando Teodoro Fernando Sampaio mapeou o Rio Paranapanema, em 1886, passou por uma correnteza nomeada "correnteza do diabo". Ao avistar o morro próximo do local, nomeou-o com o mesmo nome da correnteza.

De terça a domingo, a entrada no parque é gratuita e deve ser feita mediante agendamento via internet. Para o passeio pela trilha do Morro do Diabo, é necessária a compra de ingresso, com reserva on-line. A programação de férias vai até quarta-feira (29).

Há 3 horas Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias: Caiado neste domingo; Zema, na segunda; e Lula no dia 2; veja agenda

Há 22 minutos Eleições 2026 Zema menciona Joaquim Barbosa como possível vice em sua chapaHá 22 minutosEleições 2026Com Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 21 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 21 horasCalor extremoDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 6 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 6 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 5 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 5 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 12 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 12 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 12 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 3 horas Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 1 hora Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 1 horaInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IA da OpenAI furou testes e atacou outra empresa: ela se tornou poderosa demais para ser controlada?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 05:53

Tecnologia IA da OpenAI furou testes e atacou outra empresa: ela se tornou poderosa demais para ser controlada? Episódio reacende debate sobre a segurança de sistemas de inteligência artificial após agentes acessarem a internet e atacarem, de forma autônoma, uma plataforma externa. Por France Presse

Logotipo da OpenAI em um celular diante de uma imagem gerada pelo DALL·E, ferramenta de criação de imagens do ChatGPT. — Foto: Michael Dwyer/AP

O ciberataque perpetrado de maneira autônoma por dois agentes de inteligência artificial da OpenAI levantou dúvidas sobre como os modelos de IA mais poderosos serão controlados.

O teste da OpenAI, em um ambiente fechado, buscava avaliar as habilidades de seu modelo "mais avançado", GPT-5.6 Sol, e seu sucessor, ainda não comercializado, uma avaliação que a startup americana costuma aplicar às suas IAs.

Os agentes conseguiram se conectar à internet e lançaram um ataque à plataforma Hugging Face, um repositório de modelos de IA.

"Eles entendiam que a OpenAI não queria que saíssem de seu ambiente de testes e invadissem outra empresa, mas mesmo assim fizeram isso", disse Jeffrey Ladish, diretor da Palisade Research, uma organização independente que avalia os novos modelos em termos de cibersegurança.

"Quase parecia que eles fizeram isso antes mesmo de ter um plano sobre o que fazer com o acesso à internet", segundo Ladish.

Em março, um grupo de desenvolvedores afiliados à empresa chinesa Alibaba descobriu que um de seus modelos tentava, por conta própria, criar uma criptomoeda após se conectar, sem autorização, a um servido externo.

Em abril, Sam Bowman, responsável pela segurança na Anthropic, recebeu um e-mail do modelo Mythos, que estava sendo testado. Ele informou que estava navegando na internet apesar de, inicialmente, estar isolado.

Os modelos, advertiu Ladish, "buscam liberdade para cumprir com seus objetivos de maneira mais efetiva. E isso dá muito medo".

O relatório de eventos publicados pela OpenAI sugere que a startup não detectou a situação suficientemente cedo para solucioná-la em tempo real ou alertar a Hugging Face. Questionada sobre o assunto pela AFP, a empresa não respondeu.

Desde os ataques hackers, a OpenAI disse que "implementou proteções mais fortes" para suas próximas avaliações.

Para Gang Wang, professor de Ciência da Computação na Universidade de Illinois, ainda é possível impedir que um modelo se conecte à internet cortando fisicamente o acesso. O problema, disse, é que "as pessoas subestimam a IA".

Garantir o ambiente "é algo que devemos prestar mais atenção (…) como se faz com os acidentes de laboratório" que liberam vírus ou bactérias, advertiu Andrew Lohn, do Centro de Segurança e Tecnologias Emergentes da Universidade de Georgetown.

Porém, para Dan Lahav, diretor executivo da Irregular – uma empresa de cibersegurança dedicada à IA de ponta -, realizar simulações em um ambiente completamente isolado "é um desafio de pesquisa muito difícil".

"É possível aplicar medidas de mitigação, mas devido à forma como a tecnologia está construída, quanto mais se tenta dar liberdade e autonomia para realizar tarefas mais sofisticadas, será mais difícil supervisioná-la", explicou Lahav sobre as salvaguardas nos testes.

O incidente da OpenAI sem dúvida impulsionará o atual debate no governo dos Estados Unidos sobre se deve inspecionar os modelos mais avançados de IA antes de seu lançamento.

O governo de Donald Trump obrigou a Anthropic a suspender dois de seus modelos e a OpenAI a submeter seus desenvolvimentos a testes antes de comercializá-los.

Na quinta-feira (23), dois congressistas americanos, um republicano e outro democrata, apresentaram um projeto de lei que obrigaria os gigantes de IA a contar com um "interruptor de desligamento" ("kill switch") que permita desativar seus sistemas caso representem um risco grave.

Há 1 hora Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 1 horaOnda de calorDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 4 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 4 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 19 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 19 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 3 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 3 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 10 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 10 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 10 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 46 minutos Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 33 minutos Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 33 minutosInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 8 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 8 horasRegião em disputaNavio afunda no Mar da China Meridional e 23 seguem desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Demitido menos de uma hora após assumir, procurador contesta exoneração na Justiça dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 05:53

Trabalho e Carreira Demitido menos de uma hora após assumir, procurador contesta exoneração na Justiça dos EUA Ação pode definir se o governo pode demitir procuradores federais nomeados por juízes antes da confirmação de um indicado pelo Senado. Por Associated Press — São Paulo

O juiz Roger Rogoff, do Tribunal Superior do Condado de King, em audiência realizada em 10 de outubro de 2016, em Seattle — Foto: AP/Ted S. Warren, Arquivo

Demitido menos de uma hora após tomar posse, o principal procurador federal de Seattle, nos Estados Unidos, entrou com uma ação judicial para contestar sua exoneração na última terça-feira (22). O caso inaugura um novo capítulo na disputa sobre os esforços do governo Trump para controlar quem ocupa os poderosos cargos do Departamento de Justiça.

Roger Rogoff é o mais recente de uma série de procuradores federais nomeados por tribunais que foram destituídos pelo governo Trump. No entanto, acredita-se que seja o primeiro desse grupo a recorrer à Justiça para contestar a medida. Sua ação cria um caso inédito que deverá testar a autoridade do Departamento de Justiça para demitir procuradores federais nomeados por juízes.

Rogoff foi escolhido por unanimidade pelos juízes federais do Distrito Oeste de Washington para assumir o cargo de procurador dos Estados Unidos na região. Mas, pouco depois de tomar posse, recebeu um e-mail informando que o presidente Donald Trump havia determinado sua demissão.

A ação sustenta que a exoneração foi inconstitucional e desrespeitou a autoridade dos juízes do distrito, que o haviam nomeado para exercer a função até que a vaga fosse preenchida por um indicado confirmado pelo Senado. O processo pede uma decisão judicial que declare a demissão "ilegal e sem efeito" e permita que Rogoff permaneça, ao menos temporariamente, no cargo.

“As ações do presidente violam a lei e ignoram as proteções da Constituição dos Estados Unidos”, afirmou Rogoff em comunicado divulgado pelo escritório de advocacia que o representa. “Sua remoção, assim como a de outros procuradores federais nomeados pelos tribunais em todo o país, é ilegal e não pode ser tolerada.”

Os procuradores dos Estados Unidos, responsáveis por comandar os escritórios regionais do Departamento de Justiça em todo o país normalmente são indicados pelo presidente e posteriormente confirmados pelo Senado.

➡️ Quando surge uma vaga, o procurador-geral pode nomear um ocupante interino por até 120 dias. Se esse período expira sem a confirmação de um novo indicado pelo Senado, os juízes federais do distrito têm autoridade para fazer uma nomeação temporária — como ocorreu no caso de Rogoff — válida até a escolha de um titular definitivo.

Sob o governo Trump, porém, o Departamento de Justiça tem buscado manter procuradores não confirmados em seus cargos por períodos mais longos ou substituir procuradores nomeados pelos tribunais.

O Distrito Oeste de Washington não tem um procurador federal confirmado pelo Senado desde 2023. Rogoff apresentou sua candidatura após os juízes sinalizarem, em janeiro, a intenção de preencher a vaga aberta com o encerramento do mandato de 120 dias de Charles Neil Floyd, que havia sido nomeado interinamente no ano anterior pela então procuradora-geral Pam Bondi.

Segundo a ação judicial, mesmo antes da escolha de Rogoff, o procurador-geral interino Todd Blanche já havia indicado que pretendia demitir qualquer pessoa nomeada pelos juízes.

Após o tribunal anunciar a formação de um comitê de seleção baseado em mérito, Blanche escreveu na rede social X que os candidatos não contavam com o apoio do presidente e que provavelmente teriam “o mesmo destino de outros quando os juízes ignoram o Artigo II” da Constituição.

“Juízes distritais podem nomear temporariamente um procurador dos EUA, e o presidente pode demiti-lo”, escreveu.

Segundo ele, os juízes do Distrito Oeste de Washington “abandonaram o processo tradicional de consulta ao governo para garantir que o procurador escolhido estivesse qualificado para servir na administração”. “Roger Rogoff foi demitido pelo presidente”, acrescentou.

O Departamento de Justiça afirmou em nota divulgada que “o tribunal distrital não coordenou essa seleção com o Departamento de Justiça” e que a decisão está “plenamente dentro da autoridade do presidente”.

Washington não é o único estado a registrar embates entre o Judiciário e o governo Trump sobre a ocupação de cargos de procuradores federais.

Em Nova Jersey, a ex-advogada pessoal de Trump, Alina Habba, deixou o cargo em dezembro após um tribunal de apelações decidir que ela estava exercendo a função de forma ilegal.

Na Virgínia, Lindsey Halligan, outra advogada ligada a Trump e nomeada pela administração republicana, também deixou o cargo de procuradora federal interina depois que um juiz concluiu que sua nomeação era irregular.

Na mesma decisão, o magistrado determinou que fossem rejeitadas as acusações apresentadas por Halligan contra a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, e contra o ex-diretor do FBI James Comey.

O processo movido por Rogoff pode agora definir os limites da autoridade presidencial sobre procuradores federais nomeados pelos tribunais e estabelecer um importante precedente para futuras disputas entre o Executivo e o Judiciário.

Há 1 hora Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 1 horaOnda de calorDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 4 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 4 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 19 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 19 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 3 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 3 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 10 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 10 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 10 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 46 minutos Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 33 minutos Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 33 minutosInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 8 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 8 horasRegião em disputaNavio afunda no Mar da China Meridional e 23 seguem desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mundo bebe cada vez menos cerveja, e cervejarias em crise penam para se reinventar

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 26/07/2026 05:53

Empreendedorismo Mundo bebe cada vez menos cerveja, e cervejarias em crise penam para se reinventar Produção da bebida vem caindo até na Alemanha, onde as cervejarias atravessam uma grave crise. EUA, China, Austrália e outros também registraram quedas. Brasil segue tendência contrária. Por Deutsche Welle

Na Alemanha, país mundialmente conhecido pela cultura da cerveja, o consumo da bebida vem caindo drasticamente — Foto: Robert B. Fishman/picture alliance

A produção de cerveja caiu 0,7% em nível global, totalizando 189,6 bilhões de litros em 2025, segundo uma análise da BarthHaas, a maior comerciante de lúpulo do mundo, com sede em Nuremberg, na Alemanha. Esse número também inclui as cervejas sem álcool, que vêm ganhando popularidade em algumas partes do mundo.

A produção caiu particularmente na Austrália e Oceania, onde a diminuição foi de 2,4%. Mas essa região, com 1,8 bilhão de litros, representa apenas uma pequena fração do consumo global da bebida.

A queda ocorreu também nos principais países produtores de cerveja. Na Europa, a produção caiu 1,6%, para 51 bilhões de litros. Os resultados foram influenciados, em particular, pelas quedas registradas na Alemanha e na Polônia.

Ainda assim, a Alemanha manteve a sexta posição entre os maiores produtores de cerveja do mundo, com 7,9 bilhões de litros, atrás da China, Estados Unidos, Brasil, México e Rússia.

No continente asiático, a produção caiu 1,2%, para 59 bilhões de litros. O aumento registrado na Índia foi mais do que compensado pelas quedas de produção na China, Vietnã, Japão, Coreia do Sul e Mianmar. Os chineses, no entanto, continuam sendo, de longe, os maiores produtores de cerveja do mundo, responsáveis por mais de um sexto da produção global.

A América do Norte também teve uma queda significativa, de 1,9%, para 34 bilhões de litros. O fato de a produção apenas nos Estados Unidos ter caído quase um bilhão de litros, para pouco mais de 17 bilhões, não foi suficiente para compensar a alta substancial registrada no México, que atingiu quase 15 bilhões de litros.

Na América do Sul, a produção aumentou 1,7%, para 25 bilhões de litros, principalmente graças ao Brasil, cuja produção subiu para mais de 15 bilhões de litros. O aumento foi ainda maior na África, chegando a 2,6%, para quase 17 bilhões de litros.

A Alemanha é atualmente a maior produtora mundial de lúpulo tanto em área cultivada quanto em volume de colheita, com o país se mantendo à frente dos Estados Unidos. No entanto, a produção global do ingrediente essencial na fabricação da cerveja também está em declínio, em ritmo ainda mais acelerado do que a produção de cerveja.

A área global de cultivo de lúpulo diminuiu 5,5%, para 52.660 hectares. O volume da colheita caiu 3,8%, chegando a 109.188 toneladas. A quantidade, no entanto, ainda é excessiva, segundo especialistas. "A produção voltará a superar a demanda em 2025", afirmou Heinrich Meier, da BarthHaas.

A empresa não acredita em um crescimento na produção de cerveja este ano. "Prevemos que a produção permanecerá praticamente inalterada, talvez até um pouco menor", declarou o diretor-geral da BarthHaas, Thomas Raiser. "O crescimento na África, Ásia e América Central e do Sul provavelmente será compensado pelas quedas na Europa e na América do Norte."

De acordo com o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis), as cervejarias alemãs registraram em 2025 a maior queda nas vendas desde o início dos registros, em 1993. As vendas caíram 6% em comparação com o ano anterior, para cerca de 7,8 bilhões de litros.

Até mesmo grandes cervejarias, como a Veltins, vêm enfrentando dificuldades. A empresa somente conseguiu aumentar suas vendas de bebidas no primeiro semestre de 2026 por meio da aquisição da marca Karamalz – uma cerveja sem álcool de sabor levemente caramelizado. As vendas de sua principal marca, Veltins Pils, caíram aproximadamente 4,3%.

Outro exemplo notável é o Grupo Warsteiner. Em maio, a empresa anunciou o fechamento de sua cervejaria em Herford e a venda de outra unidade de produção em Paderborn. Cerca de 220 empregos foram afetados.

Essas empresas são representativas de todo o setor. De acordo com a Associação Alemã de Cervejeiros, cerca de 100 cervejarias fecharam as portas desde o final de 2019. O diretor-geral da entidade, Holger Eichele, teme que mais cervejarias sigam o mesmo caminho.

Área global de cultivo de lúpulo, ingrediente fundamental na fabricação da cerveja, diminuiu 5,5%, — Foto: Armin Weigel/dpa/picture alliance

As cervejarias enfrentam uma dupla crise. Por um lado, os custos com energia, pessoal, produção, transporte e embalagem vêm aumentando — em parte devido às crises internacionais.

Por outro lado, os consumidores vêm demonstrando cautela em tempos de incertezas econômicas. Além disso, muitos alemães — especialmente os mais jovens — optam por se abster completamente do álcool.

Para compensar a queda nas vendas, cada vez mais cervejarias se voltam para bebidas não alcoólicas. A gama de produtos se multiplicou nas últimas décadas, incluindo sucos de frutas gaseificados, refrigerantes, bebidas energéticas e água aromatizada.

Muitas empresas querem vender mais bebidas não alcoólicas para atingir o público que não gosta de cerveja, ao mesmo tempo em que visam preservar suas marcas tradicionais.

De acordo com a Associação Alemã de Cervejeiros, as cervejas sem álcool já detêm uma participação de mercado de mais de 10%. A Alemanha está à frente de outros países nesse quesito. "Somos campeões europeus na produção de cervejas sem álcool", afirmou Holger Eichele.

Especialistas, no entanto, alertam que isso pode funcionar para algumas empresas, mas não para todas, uma vez que o mercado já está saturado e terá que encolher.

Há 1 hora Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 1 horaOnda de calorDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 4 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 4 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 19 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 19 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 3 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 3 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 10 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 10 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 10 horasAcidente deixou 62 mortosVoepass fingia consertar aviões para burlar prazo de segurança

Há 46 minutos Campinas e Região Caos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 33 minutos Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 33 minutosInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 8 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 8 horasRegião em disputaNavio afunda no Mar da China Meridional e 23 seguem desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

GWM Haval H6 ainda vale a compra? Veja o teste e por que ele perdeu a liderança para a BYD

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 04:53

Carros GWM Haval H6 ainda vale a compra? Veja o teste e por que ele perdeu a liderança para a BYD O g1 avaliou o SUV e mostra onde ele continua à frente dos rivais, os pontos em que ficou para trás e o que explica a perda de espaço para a concorrente. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O GWM Haval H6 chegou ao Brasil em 2023 e, no ano seguinte, conquistou um lugar de destaque no segmento mais pujante do mercado automotivo: tornou-se o carro híbrido mais vendido do país, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Mas o reinado durou pouco. Em 2025, a linha Song, da rival BYD, assumiu a liderança. Hoje, o Song Plus (R$ 249.990) e o Song Pro (a partir de R$ 189.990) vendem, juntos, cerca de 50% a mais que a linha H6. (veja o ranking abaixo)

O consultor automotivo Milad Kalume Neto disse ao g1 que a perda de espaço do modelo da GWM é resultado de uma combinação de fatores. O principal deles é o preço: o BYD Song Pro parte de R$ 189.990, R$ 9.910 a menos que a versão mais barata do H6 — e R$ 60 mil a menos que o H6 com mesmo sistema híbrido plug-in.

Mas, segundo o consultor, a montadora também demorou a renovar seu portfólio. "A BYD teve um portfólio mais amplo de produtos. A GWM ficou muito ‘presa’ apenas ao H6", afirma Kalume Neto.

Ele também destaca que o marketing mais agressivo da BYD, aliado a uma rede maior de concessionárias no Brasil, aproximou os consumidores da marca mais do que da GWM.

“A GWM inicialmente tinha um conjunto mecânico muito superior ao da BYD. Com a adoção do motor turbo, a BYD conseguiu se aproximar do desempenho do H6”, diz o consultor.

Entre pontos fortes e fracos, ainda vale a pena apostar no H6? O g1 avaliou o SUV e responde às seguintes perguntas:

O H6 ainda vende bem?No que ele é melhor que os concorrentes?No que ele fica para trás?Como é o desempenho do carro?Como ele se sai em espaço interno e conforto?Pra quem ele é? Compro ou vejo outro?

O fato de o Haval H6 ter perdido a liderança no ranking dos carros híbridos mais vendidos do Brasil não significa que o modelo esteja vendendo mal.

Entre janeiro e junho de 2026, o modelo teve 36% menos emplacamentos que a família BYD Song. Mesmo assim, a linha H6 registrou mais que o dobro dos emplacamentos do terceiro colocado, o Omoda 5:

BYD Song: 31.538 unidades emplacadas;Haval H6: 20.142 unidades emplacadas;Omoda 5: 9.184 unidades emplacadas;Toyota Corolla Cross: 8.721 unidades emplacadas;BYD King: 8.205 unidades emplacadas.

A série histórica mostra que o ritmo de crescimento do Haval H6 se manteve semelhante nos últimos três anos, considerando os seis primeiros meses de cada período.

Começando pelos predicados, o GWM Haval H6 chama a atenção nas ruas. O visual imponente, com carroceria robusta, capô elevado e grade frontal ampla, reforça essa impressão.

Os elementos da dianteira são bem marcados e a iluminação em LED que se estende pelas laterais, contribui para que o carro pareça maior do que realmente é.

O Haval H6 testado pelo g1, a PHEV19 (R$ 250.000), tem boa lista de equipamentos e oferece itens semelhantes aos dos principais concorrentes, como:

6 airbags;Teto solar panorâmico;Painel de instrumentos digital;Projeção de informações no para-brisa;Central multimídia grande, com 14,5 polegadas;Câmera em 360 graus;Sistema de direção semiautônoma com piloto automático adaptativo e sistema de permanência em faixa;Sensor de chuva;Porta-malas com abertura automática;Banco do motorista com ajustes elétricos.

Porém, o Haval H6 vai além e conta com reconhecimento facial do motorista. Com esse recurso, o carro salva automaticamente as preferências de cada usuário cadastrado, como as configurações dos assistentes de condução, da central multimídia e a posição do banco.

O Haval H6 também oferece um assistente que faz toda a manobra de baliza. O motorista precisa apenas passar pela vaga e escolher qual deseja utilizar.

Para fechar a lista de pontos positivos, o Haval H6 tem o maior porta-malas entre os principais concorrentes. São 560 litros de capacidade, ante 552 litros do BYD Song Plus, 520 litros do BYD Song Pro e 500 litros do Jaecoo 7.

O espaço do Haval H6 é suficiente para acomodar oito malas de bordo, aquelas que podem ser levadas na cabine do avião.

No geral, o Haval H6 tem poucos pontos negativos, e isso fica evidente pelo crescimento constante dos emplacamentos desde o lançamento no Brasil. O principal deles está relacionado à segurança e exige um período de adaptação maior do que o de outros carros.

Ele aparece na seta e, diferentemente dos concorrentes e da maioria dos carros vendidos hoje, o Haval H6 usa uma haste que precisa ser retornada manualmente depois de indicar uma curva.

Durante o teste, a reportagem sinalizou acidentalmente uma conversão para a direita ao tentar desligar a seta da esquerda — e vice-versa. Esse tipo de erro aconteceu mais de uma vez.

Outros focam em tecnologias com falhas. Um aparece no sistema de ar-condicionado. Ele resfria bem a cabine, mesmo em dias mais quentes, mas a temperatura escolhida pelo motorista raramente é respeitada.

No teste, a reportagem ajustou o ar-condicionado para 22 °C. Mesmo assim, o sistema manteve a cabine visivelmente mais fria o tempo todo. Foi necessário ligar e desligar o ar-condicionado manualmente com frequência, apesar de ele estar no modo automático.

Esse problema, assim como o da seta, já apareceu em outros carros da GWM. A reportagem observou o mesmo comportamento no Ora 03, no Tank 300 e até no Ora 5, durante um teste realizado em uma tarde quente na China.

O segundo envolve o sistema de direção semiautônoma. Ele funciona corretamente e detecta as faixas para manter o carro centralizado, mesmo quando elas estão menos visíveis. Mas a quantidade de alertas e algumas intervenções do sistema acabam mais atrapalhando do que ajudando.

Por padrão, o H6 emite um alerta sonoro sempre que o piloto automático é desativado, seja por ação do motorista ou do próprio veículo. Além disso, o sistema também avisa por voz que o recurso foi desligado. Ou seja, o motorista recebe os dois avisos ao mesmo tempo.

É possível desativar os avisos por voz, mas não o alerta sonoro. Também não é possível desativar a desaceleração do Haval H6 quando o sistema alerta o motorista para manter as mãos no volante.

Em outros veículos, chineses ou não, essa desaceleração só acontece depois que o sistema insiste por mais tempo para que o motorista mantenha as mãos no volante.

Com isso, em alguns trechos de estrada, mesmo com o Haval H6 ajustado para a velocidade permitida da via, ocorreram desacelerações involuntárias. Nessas situações, o carro reduzia a velocidade de forma inesperada, aumentando o risco de aproximação do veículo que vinha logo atrás.

A GWM foi rápida em adaptar seus carros ao gosto do brasileiro, que prefere veículos com suspensão mais firme. É o caso do Haval H6 avaliado, que já havia recebido um bom acerto anteriormente e agora mantém essa característica.

O comportamento do carro é bom tanto em altas quanto em baixas velocidades. Mesmo sendo um SUV alto, ele passa segurança nas curvas e mantém o conforto.

No motor, o conjunto híbrido plug-in reúne uma das principais qualidades dos carros elétricos: respostas rápidas nas arrancadas, em qualquer situação. Além disso, o motor turbo entrega força em rotações mais baixas, o que reduz o ruído dentro da cabine.

Mesmo em uma subida, com quatro adultos a bordo e o ar-condicionado ligado, o conjunto manteve o bom desempenho. A reportagem fez o teste tanto com a bateria cheia quanto após uma viagem longa, sem recarga para além do freio regenerativo.

O próprio sistema do H6 manteve uma carga mínima, em torno de 20%, para preservar o bom desempenho do motor elétrico nas arrancadas e ultrapassagens. Para isso, parte da potência do motor a combustão é usada para recarregar as baterias — o desvio de potência não chegou a ser perceptível.

Mesmo com parte da dianteira do H6 ocupada pelo motor a combustão e por componentes do sistema elétrico, o que toma espaço para quem senta nos bancos, nenhum dos ocupantes viajou com desconforto durante o teste.

Até mesmo uma pessoa com mais de 1,90 metro de altura, sentada no banco traseiro, ficou com mais de um palmo de espaço até o banco da frente. O espaço para a cabeça, mesmo com o teto solar panorâmico, também agradou.

No acabamento, o H6 segue o padrão das marcas chinesas nessa faixa de preço: a maior parte da cabine é revestida com materiais macios ao toque. A única exceção está em uma pequena área da porta traseira, na parte superior e próxima ao vidro, longe de onde os ocupantes costumam apoiar o braço.

O GWM Haval H6 agrada pelo conjunto da obra. A lista de equipamentos está alinhada à da concorrência, e o modelo se beneficia de estar no Brasil desde 2023, o que garante uma marca que já escutou reclamações e elogios dos clientes.

O utilitário é fabricado em Iracemápolis (SP) e pode ser abastecido com etanol por ser flex.Ele se destaca para quem prefere um carro de porte mais imponente, mas sem o visual de um jipão, como aposta o Jaecoo 7. Também oferece mais tecnologia que os concorrentes, principalmente pelo estacionamento autônomo, pela projeção de informações no para-brisa e pela central multimídia, que funciona sem travamentos.

Porém, o H6 cobra por tudo isso e está entre os mais caros da categoria. Cerca de R$ 60 mil abaixo dele estão o Jaecoo 7 (a partir de R$ 189.990) e o BYD Song Pro (entre R$ 189.990 e R$ 199.990).

Tanto o Jaecoo 7 quanto o BYD Song Pro oferecem menos recursos, mas custar 24% menos pode fazer diferença na hora da compra. O modelo da BYD fica atrás em potência, torque e capacidade do porta-malas, enquanto o Jaecoo 7 entrega uma ficha técnica mais próxima do Haval H6. (veja a ficha abaixo)

Considerando o perfil de quem deve comprar esse tipo de carro, tanto o Haval H6 quanto os híbridos BYD Song e Jaecoo 7 atendem bem a uma família com até dois filhos. Os três são espaçosos, têm porta-malas suficiente para acomodar algumas malas e oferecem conforto para viagens longas.

Eles também permitem economizar combustível mesmo quando a bateria está descarregada, já que o motor a combustão pode direcionar parte da potência para recarregá-la durante o uso.

Para quem prioriza tecnologia mais avançada e um porta-malas maior: o Haval H6 PHEV19 testado é o destaque.Para quem prefere um visual mais moderno e quer fazer viagens curtas usando apenas o modo elétrico, o BYD Song Plus atende melhor.

O Haval H6 PHEV19 não oferece essa possibilidade. Já o Haval H6 PHEV35 entrega esse desempenho, mas custa R$ 290 mil e entra como o modelo mais caro deste comparativo.

Há 10 minutos Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 10 minutosOnda de calorDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 3 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 3 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 18 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 18 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 2 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 2 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 9 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 9 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 9 horasCaos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 2 horas Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 2 horasInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 7 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 7 horas Parada LGBTQIA+Motorista atropela multidão em Berlim e deixa um morto e 17 feridos

Há 10 horas Mundo Região em disputaNavio afunda no Mar da China Meridional e 23 seguem desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Arroz, café, trigo e mais: como a crise dos fertilizantes — em ano de El Niño — pode pressionar preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 04:53

Agro Arroz, café, trigo e mais: como a crise dos fertilizantes — em ano de El Niño — pode pressionar preços Guerra no Oriente Médio, encarecimento dos insumos e problemas de logística podem levar produtores a reduzir a adubação das lavouras nesta safra. Por Vivian Souza, g1

A alta dos preços dos fertilizantes e a dificuldade para transportar o produto podem levar agricultores a reduzirem a adubação nesta safra, afetando a produção de alimentos como arroz, laranja, café e trigo.

O Oriente Médio é o quarto maior fornecedor do Brasil, depois da Europa, Ásia e África. A região tem um papel central no mercado de fertilizantes por causa do Estreito de Ormuz.

Como consequência dos períodos em que a rota ficou fechada durante a guerra — sendo o mais recente iniciado no último sábado (11) —, os preços dispararam e o acesso dos produtores ficou mais difícil.

As lavouras que não recebem a adubação adequada podem ter uma queda na produtividade, afetando a quantidade disponível no mercado, a qualidade dos produtos e, consequentemente, os preços.

A alta dos preços dos fertilizantes e a dificuldade de transporte podem levar agricultores a reduzirem a adubação nesta safra, afetando a produção de alimentos importantes para a cesta de consumo do brasileiro, como arroz, laranja, café e trigo, apontam especialistas entrevistados pelo g1.

O Oriente Médio é o quarto maior fornecedor do Brasil, depois da Europa, Ásia e África. A região tem um papel central no mercado de fertilizantes por causa do Estreito de Ormuz, que tem fluxo de transporte instável desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã.

Além de rota fundamental para o mercado de petróleo, essa é a rota por onde passa cerca de um terço do comércio marítimo de fertilizantes, segundo dados da Consultoria Agro do Itaú BBA. Ela responde por mais de 40% das exportações globais de ureia, além de uma parcela relevante da amônia, cerca de metade do enxofre.

Como consequência dos períodos em que a rota ficou fechada durante a guerra, os preços dispararam e o acesso dos produtores ficou mais difícil. A dificuldade de acesso ao petróleo também tem gerado escassez de enxofre no mundo. O insumo é usado na produção de fertilizantes fosfatados, dos quais o Brasil importa 80% do que consome.

Resultado é que, entre janeiro e maio, o país importou cerca de 45% menos do produto que no mesmo período do ano passado.

Diante desse cenário, indústrias de fertilizantes no Brasil têm reduzido a produção, caso da Mosaic, uma das maiores empresas globais do setor.

🔎 Mas por que ter menos fertilizante é ruim? As lavouras que não recebem a adubação adequada podem ter uma queda na produtividade, afetando a quantidade disponível no mercado, a qualidade dos produtos e, consequentemente, os preços, explica Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.

A falta de fertilizante por si só pode não causar um impacto tão grande, mas é mais um problema que se soma ao cenário no campo e que se torna preocupante, aponta o pesquisador.

🔎 O fenômeno é marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, o que altera os padrões do clima no mundo. Nas regiões produtoras, ele pode causar secas e chuvas fora de hora, prejudicando a plantação.

"É difícil saber qual que vai ser a contribuição de cada um desses choques para uma possível alta no preço de alimentos", explica Serigati.

Confirmados os problemas, o impacto nos preços deve aparecer apenas no ano que vem, já que os efeitos atingirão a safra que será plantada neste semestre.

Tarifaço de Trump: veja a lista de produtos que ficaram isentos e os que serão impactados pela nova taxa

Para o analista de insumos do Rabobank Bruno Fonseca, um dos principais efeitos da alta dos fertilizantes é o aumento do custo de produção, em um momento em que os agricultores já enfrentam endividamento.

"Temos produtores que não tiveram condição de acessar o crédito, de comprar fertilizantes e vão tender a reduzir o uso do adubo”, afirma o analista.

Segundo Fonseca, o único adubo que poderia ser retirado totalmente da lavoura nesses casos seria o fósforo, já que existe um estoque do elemento no solo. Mas, neste ano, isso não deve acontecer. “Parte desse estoque no solo já vem sendo consumido nos últimos anos, não vai ser possível reduzir muito”, explica.

Para ele, todas as culturas podem ser afetadas pela escassez de fertilizantes e pela alta dos preços. E as compras do produto pelos agricultores já estão atrasadas para as safras de verão, aponta.

Já para Wharlhey Nunes, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, os grandes produtores não devem ser muito impactados. “Muitos deles contam com tecnologia em níveis altos e ideais de aplicação por um tempo. Então, isso cria um certo resíduo do solo, principalmente para nutrientes”, explica.

Além disso, eles ainda têm acesso ao crédito e melhor planejamento de compras, o que reduz os impactos da guerra. Por outro lado, ele concorda que agricultores menores, que dependem do mercado local para comprar insumos e não têm acesso fácil nem suficiente ao crédito devem reduzir a aplicação.

Ele também acredita que isso deve ocorrer entre produtores de culturas com menor rentabilidade, como trigo, café, laranja e arroz.

Além disso, Serigati, da FGV, pontua que o fertilizante pode não chegar a tempo para agricultores que estão mais longe dos portos que recebem esses produtos, caso de Rondônia. Segundo ele, a entrada do adubo costuma ocorrer principalmente por portos do Sul do país.

Para os especialistas, apesar da redução do uso de fertilizantes, os impactos podem ser menores se as chuvas ocorrerem nos períodos adequados para o desenvolvimento das lavouras. Mas, em ano de El Niño, isso pode não acontecer.

Veja também: 'Não queremos ser a última geração a comer esse queijo': ondas de calor ameaçam a produção do Parmigiano Reggiano na Itália

O Brasil é altamente dependente das importações para suprir a demanda de fertilizantes: o país compra do exterior 85% do que consome.

Até maio deste ano, foi importado 1,5% a menos do que no mesmo período de 2025, segundo dados do Itaú BBA. Só de ureia, a queda foi de 27%.

Segundo Fonseca, logo depois do início do conflito, em fevereiro, os preços dos fertilizantes começaram a subir em todo o mundo. Somente nas três primeiras semanas da guerra, o preço da ureia subiu 46%, segundo levantamento do Rabobank.

Em junho, com a rota aberta, houve alívio nos preços. A ureia voltou aos patamares anteriores ao conflito, aponta o Itaú BBA. Mas, com o novo fechamento da rota, os preços voltaram a subir.

Em meio à insegurança sobre o acesso aos fertilizantes, fornecedores importantes decidiram restringir a exportação e priorizar no mercado interno. A China, responsável por 26% de tudo o que o Brasil comprou em 2025, foi um desses casos.

A Rússia, origem de 23% das importações brasileiras, também. Além de buscar garantir o abastecimento interno, o país enfrenta uma escalada da guerra com a Ucrânia no Mar Negro, o que limita o transporte, afirma Serigati, da FGV.

De forma geral, 45% dos fertilizantes importados pelo Brasil vêm de países com alta propensão à instabilidade política ou violência motivada por fatores geopolíticos, aponta um relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios, elaborado por Carlos Cogo.

Para Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA, essa dependência deve continuar, principalmente por causa da queda de produtividade das fabricantes diante da escassez de insumos como o enxofre.

Ele afirma que há investimentos em plantas de nitrogênio no Brasil para ampliar a oferta no país, mas essa é uma solução sem efeito imediato.

Por que a carne não deve ficar mais barata mesmo com a redução das exportações para a China?Após promessas, supermercados seguem sem ampliar venda de ovos livres de gaiolas, diz estudo

Há 10 minutos Agronegócios EUA poupam café e carne do Brasil de tarifaço por causa da crise no agroHá 10 minutosOnda de calorDesalojados pelos incêndios perto de Madri temem um ‘desastre’ natural

Há 3 horas Meio Ambiente Mais de 300 mil deixam suas casas na França e EspanhaHá 3 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 18 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 18 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 2 horas Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 2 horasViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 9 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 9 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 9 horasCaos em SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após árvore cair e destruir casa

Há 2 horas Ribeirão Preto e Franca Temporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/hHá 2 horasInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 7 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 7 horas Parada LGBTQIA+Motorista atropela multidão em Berlim e deixa um morto e 17 feridos

Há 10 horas Mundo Região em disputaNavio afunda no Mar da China Meridional e 23 seguem desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Os milionários que querem pagar mais impostos no Reino Unido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 03:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%Oferecido por

Um grupo de 120 milionários, incluindo o ex-jogador Gary Lineker, enviou carta ao primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, pedindo aumento de impostos para os mais ricos.

Organizada pelo grupo Patriotic Millionaires, a iniciativa apoia a criação de um imposto de 2% sobre fortunas acima de 10 milhões de libras no país.

Entre os signatários estão o diretor Richard Curtis, o empresário Ian Gregg e o músico Brian Eno, que defendem investimento no país por meio desses impostos.

A líder conservadora opositora, Kemi Badenoch, contestou a medida. Ela afirmou que Lineker pode fazer doações voluntárias ao Tesouro britânico por meio de cheque se desejar.

O premiê Andy Burnham não descartou a taxação anteriormente. Uma pesquisa citada no documento aponta que a maioria dos milionários apoia pagar alíquotas maiores.

Milionários, incluindo o ex-jogador de futebol Gary Lineker, escreveram ao novo primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, pedindo um aumento de impostos para os mais ricos.

"Podemos pagar. Não estamos falando de impostos mais altos para aqueles que se levantam e vão trabalhar todos os dias para ganhar seu salário, mas sim para os mais ricos, cuja renda deriva da riqueza que possuem", escreveram.

Organizada pelo grupo Patriotic Millionaires (Milionários Patriotas, em tradução literal), uma organização de milionários que promove a reestruturação do sistema tributário, a carta afirma que o aumento levaria a uma sociedade mais igualitária e defende uma "descentralização da riqueza e do poder dos mais ricos".

No Reino Unido, as pessoas já podem doar dinheiro ou ações voluntariamente ao Tesouro por meio de um sistema de doações do governo.

A líder do Partido Conservador, de oposição, Kemi Badenoch, disse que Lineker "é muito bem-vindo para pagar mais impostos, ele pode emitir um cheque para o Tesouro, ninguém o está impedindo".

O grupo de milionários britânicos apoia um imposto de 2% sobre a riqueza acima de 10 milhões de libras (R$ 67,6 milhões).

Gary Lineker, que jogou pela Inglaterra nas Copa de 1986 e 1990, tem fortuna estimada em US$ 30 milhões, que vem principalmente da carreira como apresentador e da participação em anúncios comercias — Foto: Getty Images via BBC

"Os milionários são um grupo patriota", afirma a carta. "Amamos este país e queremos que ele prospere."

"Mas o sucesso exige investimento, e uma fonte primária de capital intocado para investimento está ao nosso alcance, em potencial não tributado."

Outros signatários da carta incluem Richard Curtis, diretor de cinema responsável pelos filmes Um Lugar Chamado Notting Hill e Simplesmente Amor, Ian Gregg, ex-diretor administrativo e filho do fundador da rede de cafés britânica Greggs, e o produtor musical Brian Eno.

O renovado apelo por impostos mais altos para os ricos segue uma campanha semelhante realizada em anos anteriores.

Burnham não descartou um imposto sobre a riqueza quando questionado sobre o assunto por Lineker alguns dias antes de se tornar primeiro-ministro.

O apelo mais recente do Patriotic Millionaires diz que há uma "necessidade de adotar um novo tipo de descentralização da riqueza e do poder, dos mais ricos para reinvestir em nosso maior patrimônio em todas as regiões".

A carta afirma ainda que uma pesquisa própria mostrou que a maioria dos milionários está disposta a pagar um imposto mais alto.

"Ainda existem algumas pessoas com pensamento econômico ultrapassado e outras desesperadas para se agarrar a cada centavo que possuem", disseram.

"Aqueles que não conseguem enxergar além dos seus próprios interesses não têm lugar na construção de uma Grã-Bretanha para o futuro."

Há 2 horas Meio Ambiente Incêndios históricos na França e na Espanha obrigam 300 mil a deixarem suas casasHá 2 horasCom Bolsonaro feito por IA e vídeo de Michelle, PL lança candidatura de Flávio à Presidência

Há 17 horas Eleições 2026 SADI: Família pesou na decisão de trégua entre madrasta e enteado Há 17 horasConvenção do PLPresidente do STF diz que fala de Milei sobre Moraes é ‘desrespeitosa’ e ‘incompatível com a civilidade’

Há 1 hora Política Milei faz discurso contra ‘socialismo’ e chama ministro do Supremo de ‘lixo careca’Há 1 horaViagem de diplomatas americanosAcusações sobre visita ao Brasil são ‘mentira sem fundamento’, diz porta-voz dos EUA

Há 8 horas Mundo Itamaraty nega visto a funcionários dos EUA que iriam questionar urnas no BrasilHá 8 horasJornal revelou plano de Trump para questionar o sistema eleitoral brasileiroHá 8 horasNo interior de SP’Não tem como ficar lá’: aposentados dormem no carro após temporal destruir casa

Há 53 minutos Ribeirão Preto e Franca Estragos da chuvaTemporal no interior de SP deixa 80 mil sem luz após ventos de 120 km/h

Ontem Jornal Nacional Da saúde ao abastecimento: veja o balanço dos prejuízos OntemInstabilidade e frente friaTemporais voltam a atingir o RS com previsão de granizo e vento de 90 km/h

Há 6 horas Rio Grande do Sul Cheia leva sedimentos ao Guaíba e alaga cidades na fronteira Há 6 horas Parada LGBTQIA+Motorista atropela multidão em Berlim e deixa um morto e 17 feridos

Há 9 horas Mundo Zona LesteMotorista bêbado que atropelou e matou jovem em SP é solto; família protesta

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 2NO NEW POSTS