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Viih Tube diz que vai ‘fazer do limão uma limonada’ após acordo com MPT e produção de vídeos trabalhistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 20:52

Trabalho e Carreira Viih Tube diz que vai 'fazer do limão uma limonada' após acordo com MPT envolvendo reality show O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho prevê o pagamento de R$ 350 mil por danos morais coletivos e a publicação de conteúdos sobre os direitos de empregados domésticos. Por Redação g1, g1 — São Paulo

A influenciadora Viih Tube afirmou que vai “fazer do limão uma limonada” após o acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT) envolvendo o reality show “As Patroas”.

Em vídeos publicados nos stories do Instagram, ela disse que terá que produzir conteúdos educativos sobre direitos trabalhistas como parte dos compromissos assumidos.

Viih Tube e o marido, o também influenciador Eliezer, firmaram um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o MPT e se comprometeram a encerrar o reality show, protagonizado por empregados domésticos da residência e exibido nas redes sociais.

Pelo acordo, o casal também deverá pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo e retirar do ar, em até 48 horas, conteúdos considerados irregulares pelo órgão.

A manifestação de Viih Tube ocorreu apenas após a conclusão das negociações com o Ministério Público do Trabalho. Segundo a influenciadora, ela não poderia comentar o caso durante o período de apuração porque o acordo ainda estava sendo construído.

A influenciadora afirmou que entende os questionamentos e as denúncias sobre o caso e pediu desculpas a quem se sentiu ofendido.

“Quero muito pedir desculpas para vocês que se sentiram ofendidos. A gente entende todos os questionamentos, todas as denúncias, tudo que todo mundo falou”, afirmou pelo Instagram.

Durante o vídeo, ela disse que o casal apresentou ao MPT documentos relacionados à produção, como contratos de trabalho, informações sobre remuneração e roteiros do programa. Segundo ela, os materiais indicavam que as funcionárias tinham conhecimento da dinâmica do reality.

Apesar disso, a influenciadora reconheceu que a exposição gerou questionamentos sobre a forma como trabalhadores domésticos foram apresentados ao público.

“Mesmo que foi combinado, roteirizado, enfim, tudo isso vocês já sabem, mas não tira o fato de que nós influenciamos pessoas. A gente tem uma audiência altíssima que não pode normalizar a situação que a gente colocou elas”, disse.

Como parte do acordo com o MPT, o casal deverá publicar três vídeos educativos sobre direitos dos empregados domésticos. Segundo a influenciadora, esses conteúdos serão uma forma de transformar a situação em uma ação de conscientização.

“Vamos fazer do limão uma limonada dessa situação com o MPT, para realmente instruir pessoas sobre os direitos e deveres de cada colaborador que você tem aí na sua casa, principalmente as domésticas”, afirmou.

Ela explicou que os conteúdos não serão uma retomada do reality nem tratarão diretamente do caso, mas terão como objetivo orientar trabalhadores e empregadores sobre legislação trabalhista.

“Eu ainda vou aparecer falando não sobre esse assunto diretamente, mas indiretamente, para que você também não seja pego de surpresa”, disse.

O g1 procurou os influenciadores Viih Tube e Eliezer, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

O acordo encerrou a investigação aberta pelo Ministério Público do Trabalho para apurar possíveis violações relacionadas ao reality “As Patroas”.

O programa colocava 11 empregados domésticos do casal em uma competição com provas e desafios em troca de prêmios, como dinheiro e redução da jornada de trabalho. Entre as dinâmicas exibidas, havia uma prova em que participantes precisavam procurar moedas de plástico dentro de vasos sanitários e lixeiras.

Para o MPT, a exposição pública dos trabalhadores e o uso da imagem deles em uma produção com finalidade comercial levantaram questionamentos sobre possíveis violações de direitos trabalhistas.

não produzir ou divulgar conteúdos que exponham empregados domésticos ou outros trabalhadores a situações humilhantes ou vexatórias;não exigir ou incentivar a participação de funcionários em realities ou produções semelhantes;garantir que futuras participações de trabalhadores em conteúdos audiovisuais sejam voluntárias e formalizadas por escrito;não praticar retaliações contra empregados que recusem convites ou denunciem irregularidades.

Em caso de descumprimento das regras previstas no acordo, está prevista multa de R$ 50 mil por cláusula violada, além de R$ 5 mil por trabalhador prejudicado.

A indenização de R$ 350 mil por dano moral coletivo não será destinada diretamente às funcionárias envolvidas. O valor será encaminhado a um fundo público, como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), utilizado para financiar projetos de interesse coletivo.

Em outro story publicado após o pronunciamento, a influenciadora respondeu dúvidas dos seguidores sobre o pagamento da indenização e sobre a relação com as funcionárias.

“E a pergunta que vocês mais me fizeram hoje foi se o dinheiro que vamos pagar pelos danos morais coletivos vai para as meninas aqui de casa. E não gente, não vai”, escreveu.

Ela também informou que o casal não poderá mais gravar ou publicar conteúdos mostrando a rotina com as empregadas domésticas, uma das medidas previstas no acordo.

“Não poderemos mais mostrar/gravar nossa rotina com elas, como um dos ajustes de conduta. Sei que amavam acompanhar e dávamos muitas risadas, mas preferi avisar para que não achassem que a gente que não quer mais gravar algo com elas”, afirmou.

Segundo ela, as funcionárias continuam bem e entenderam a decisão, embora tenham ficado tristes com o encerramento do reality.

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Trump mantém apoio a Warsh apesar de Fed não cortar juros: ‘Ele é brilhante’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 18:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

O presidente Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (29) que mantém o apoio a Kevin Warsh, seu escolhido para comandar o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, e classificou o dirigente como "brilhante".

O apoio vem mesmo após Warsh não entregar os cortes de juros que Trump deseja com urgência e diante das poucas perspectivas de uma redução das taxas no curto prazo.

"Ele é um cara brilhante", disse Trump a repórteres no Salão Oval. "Eu sei que ele adoraria ver juros mais baixos, mas ele tem um conselho, e é um conselho político, e eles querem manter os juros altos. Mas nós enfrentamos os juros."

Warsh, por outro lado, deu a entender em uma entrevista coletiva após a decisão do Fed de manter os juros inalterados que pode, na verdade, estar mais inclinado a defender aumentos de juros como resposta adequada à inflação mais persistente que ocorre junto com um mercado de trabalho e uma economia resilientes.

"Qualquer banqueiro central, especialmente um banqueiro central em um cenário em que os mercados de trabalho estão mais ou menos em equilíbrio… qualquer banqueiro central, quando vê a inflação subjacente avançando, tende a apertar a política monetária. Novamente, quando você alcançou o outro lado do seu mandato e vê a inflação subjacente caindo, ele tende a flexibilizar a política monetária", disse Warsh. "Essa é a minha função de reação."

As declarações de Trump ocorreram após a segunda decisão de política monetária do Fed desde que Warsh assumiu o cargo, em maio, no lugar de Jerome Powell, que Trump atacou repetidamente por não reduzir os juros de forma agressiva como ele exigia. Nas duas ocasiões, o Fed manteve os juros estáveis na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas, na reunião desta semana, três dos novos colegas de Warsh votaram contra a decisão e defenderam uma alta dos juros.

E, de fato, essa pode ser a próxima medida do Fed sob comando de Warsh: os mercados de contratos futuros de juros atualmente veem uma probabilidade superior a 60% de uma alta de 0,25 ponto percentual quando os dirigentes do banco central se reunirem novamente em setembro.

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Dinheiro na privada, prêmio de R$ 20 mil e outras polêmicas: como era o reality de Viih Tube e Eliezer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 17:54

Trabalho e Carreira Dinheiro na privada, prêmio de R$ 20 mil e outras polêmicas: como era o reality de Viih Tube e Eliezer Programa colocava 11 funcionários para disputar R$ 20 mil. Reality foi encerrado após acordo entre Viih Tube, Eliezer e o Ministério Público do Trabalho. Por Redação g1 — São Paulo

"Esse é, literalmente, o reality da nossa casa". Foi assim que Viih Tube apresentou ao público o reality show As Patroas, lançado em 30 de junho e estrelado pelos funcionários que trabalham na casa dela e do marido, Eliezer.

A proposta era transformar a rotina da casa em uma competição. Ao todo, 11 empregados domésticos disputavam um prêmio de R$ 20 mil em provas, desafios e missões que rendiam pontos e recompensas em dinheiro.

Mas o programa durou pouco. Menos de 24 horas após a estreia, o primeiro episódio foi retirado do YouTube em meio a críticas nas redes sociais.

O caso chegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que abriu uma investigação para apurar possíveis violações de direitos trabalhistas.

Nesta quarta-feira (29), Viih Tube e Eliezer assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o órgão. Pelo acordo, comprometeram-se a encerrar o reality, retirar conteúdos considerados irregulares e pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo.

O reality reunia profissionais que trabalhavam diretamente na casa do casal, entre eles babás, motorista e outros empregados domésticos.

Segundo as regras apresentadas por Viih Tube e Eliezer, a competição não teria eliminações tradicionais. Ao longo dos episódios, os participantes acumulavam pontos em provas e desafios, e o vencedor seria quem encerrasse a disputa com a maior pontuação.

Além do prêmio principal de R$ 20 mil, os participantes também podiam conquistar quantias em dinheiro e benefícios ao longo da temporada.

"Por incrível que pareça, fui eu [que tive a ideia]. O Eli é quem grava mais as meninas [funcionárias] no mercado, zoando elas. Eu adoro essa coisa de websérie, episódios, criar provas, cenários. A ideia foi minha e o Eli amou, palpitou comigo", disse.

Segundo a influenciadora, a proposta surgiu da convivência diária com os funcionários e do interesse em transformar situações da rotina da casa em conteúdo para as redes sociais.

Antes do início das atividades, os influenciadores explicaram uma das regras da competição: todos os funcionários deveriam participar dos dias de gravação.

Quem não comparecesse seria eliminado automaticamente da disputa pelo prêmio. O trecho chamou atenção durante a repercussão do caso e passou a ser citado por críticos do programa nas redes sociais.

Em representação encaminhada ao MPT, a deputada federal Erika Hilton afirmou que havia contradição entre a alegação de participação voluntária e a regra que previa a eliminação de quem não participasse das gravações.

A principal prova da estreia consistia em encontrar moedas escondidas em diferentes ambientes da residência.

Nas imagens, Viih Tube e Eliezer aparecem escondendo as moedas em diversos locais da casa. Algumas foram colocadas na sala e em outras áreas comuns. Outras, porém, acabaram escondidas em lugares que surpreenderam os próprios participantes.

Um dos momentos de maior repercussão ocorreu quando Anderson, motorista do casal, entrou em um banheiro à procura das moedas. Ao perceber que algumas moedas haviam sido colocadas dentro do vaso sanitário, ele reagiu:

Na sequência, ele também encontrou moedas na lixeira ao lado do vaso sanitário. Enquanto procurava as moedas, comentou: "Eu peguei de dentro do lixo. Cheio de papel, cheio de bosta."

O trecho viralizou nas redes sociais e se tornou um dos principais símbolos das críticas ao programa.

Uma funcionária foi escolhida por sorteio para cumprir uma missão secreta sem que os colegas percebessem. A tarefa consistia em inserir a palavra "esdrúxulo" em uma conversa ao longo do dia.

Caso ninguém percebesse o desafio, ela receberia R$ 2 mil. Se fosse descoberta, a quantia seria dividida entre os demais participantes.

O programa também contava com quadros como "Desafio CLT", "Patroa da Semana" e "Lavando Roupa Suja", que misturavam brincadeiras, provas de convivência e disputas por recompensas.

A vencedora da primeira prova foi Vilma, uma das babás dos filhos do casal. Além da pontuação e dos R$ 1 mil acumulados, ela ganhou o direito de escolher uma recompensa adicional.

uma sessão de massagem;um jantar em restaurante;começar a jornada de trabalho uma hora mais tarde durante a semana.

Em outras palavras, o programa combinava prêmios em dinheiro, benefícios pessoais e vantagens ligadas à rotina de trabalho dos participantes.

Internautas questionaram principalmente a exposição pública dos funcionários e a competição entre pessoas subordinadas aos próprios empregadores.

O primeiro episódio foi retirado do YouTube menos de um dia após o lançamento. Mesmo assim, trechos continuaram circulando nas redes sociais, alimentando o debate que mais tarde resultou na investigação do Ministério Público do Trabalho.

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SpaceX fecha contrato de US$ 1,6 bilhão com Força Espacial dos EUA para lançar satélites militares de mira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 17:54

Tecnologia SpaceX fecha contrato de US$ 1,6 bilhão com Força Espacial dos EUA para lançar satélites militares de mira Novo acordo prevê 18 lançamentos do foguete Falcon 9 para colocar em órbita satélites de direcionamento de alvos e amplia a participação da empresa de Elon Musk na estratégia de defesa espacial dos Estados Unidos. Por Reuters

A SpaceX recebeu, nesta quarta-feira (29), uma encomenda de US$ 1,6 bilhão (R$ 8,192 bilhões) da Força Espacial dos EUA para lançar 18 missões do Falcon 9 até 2027, transportando satélites do Pentágono destinados à detecção e ao rastreamento de objetos aéreos, informou o ramo militar.

As 18 missões foram atribuídas por meio de duas ordens de serviço no âmbito do principal programa de contratação de lançamentos, no qual a SpaceX, a United Launch Alliance, a Blue Origin e outras empresas americanas do setor de lançamentos competem pela obtenção de missões lucrativas.

Os lançamentos serão responsáveis por colocar em órbita satélites militares voltados ao sistema de direcionamento e rastreamento de alvos, reforçando a infraestrutura espacial de defesa das Forças Armadas norte-americanas.

A iniciativa amplia a participação da empresa de Elon Musk nos programas estratégicos de defesa espacial dos EUA e fortalece a infraestrutura militar baseada em satélites do país.

O novo acordo sucede outro grande contrato firmado entre a Força Espacial e a SpaceX em maio deste ano, no valor de US$ 2,29 bilhões (R$ 11,72 bilhões), destinado ao desenvolvimento do Backbone da Rede de Dados Espaciais (Space Data Network – SDN).

O projeto prevê a criação de uma rede segura de comunicações via satélite capaz de conectar sensores militares e sistemas de armas em todo o mundo por meio de satélites em órbita baixa interligados.

Segundo a Força Espacial, a SDN permitirá a troca contínua, rápida e segura de dados entre diferentes plataformas militares, reduzindo o tempo de resposta das operações.

A SpaceX já desempenha um papel relevante na estratégia espacial dos Estados Unidos por meio das constelações Starlink e Starshield, utilizadas em comunicações militares e governamentais. Nos últimos anos, Washington intensificou os investimentos no setor espacial de defesa, com o Congresso autorizando bilhões de dólares para ampliar a capacidade de comunicações via satélite e incentivar a participação da iniciativa privada.

A expansão desses programas também está alinhada às prioridades do governo do presidente Donald Trump. Logo no início de seu mandato, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para impulsionar o projeto Golden Dome ("Domo de Ouro"), um sistema nacional de defesa antimísseis criado para reforçar a proteção dos Estados Unidos contra ameaças balísticas, hipersônicas e de cruzeiro.

A ampliação da infraestrutura de satélites militares é considerada um dos pilares para o funcionamento desse sistema de defesa.

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Sam Altman, da OpenAI, discute agente descontrolado com senadores dos EUA, enquanto Trump avalia controles para IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 17:54

Tecnologia Sam Altman, da OpenAI, discute agente descontrolado com senadores dos EUA, enquanto Trump avalia controles para IA Sam Altman se reuniu com senadores dos EUA após a OpenAI revelar que um agente de IA escapou de um teste de segurança e realizou um ataque cibernético. Trump afirmou que avalia impor controles à tecnologia. Por Reuters — Washington

O diretor-presidente da OpenAI, Sam Altman, afirmou nesta quarta-feira (29) que está se reunindo com senadores dos Estados Unidos para discutir os próximos modelos de inteligência artificial da empresa.

As conversas ocorrem após o presidente Donald Trump dizer que considera adotar "controles" sobre a IA, na esteira da divulgação, pela OpenAI, de que um de seus sistemas escapou do ambiente de contenção durante um teste de segurança.

"Estamos analisando controles", disse Trump a jornalistas no Salão Oval, ao ser questionado sobre o agente de IA que saiu do controle.

O presidente acrescentou, no entanto, que não pretende "restringir" as empresas de tecnologia de desenvolverem novos produtos de inteligência artificial.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, já declarou diversas vezes que apoia uma maior regulamentação em torno da IA — Foto: Reuters

Altman, que está em Washington nesta semana, reuniu-se com os senadores Bernie Moreno e Jon Husted, segundo assessores dos parlamentares. Ele também foi visto entrando no gabinete do senador Raphael Warnock e deve se encontrar ainda com o senador Mark Warner, principal democrata do Comitê de Inteligência do Senado, informou um porta-voz de Warner à Reuters.

Questionado por jornalistas, Altman afirmou que discutiu "um pouco" o incidente envolvendo o ataque cibernético durante as reuniões com os senadores.

"Tivemos várias reuniões sobre o que aconteceu", disse o executivo, referindo-se ao episódio. Segundo ele, porém, o incidente não foi o foco principal dos encontros realizados nesta quarta-feira.

A visita de Altman ocorre dias depois de a OpenAI revelar que um de seus agentes de inteligência artificial escapou do ambiente de contenção durante um teste de segurança.

O sistema iniciou um ataque cibernético que comprometeu a infraestrutura da Hugging Face, plataforma amplamente utilizada por desenvolvedores para armazenar códigos e colaborar na criação de modelos de IA.

O agente também invadiu os sistemas de um cliente de uma segunda empresa de tecnologia, a Modal Labs, sediada em Nova York, conforme revelou a Reuters.

O episódio reforçou preocupações de especialistas de que o avanço das capacidades da inteligência artificial já está ampliando os riscos à segurança cibernética. O caso também mostrou que até mesmo as principais desenvolvedoras de IA podem ser surpreendidas por vulnerabilidades que seus próprios modelos conseguem explorar.

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‘Pula alfândega’: Receita lança sistema que agiliza declaração de bens e desembarque de viajantes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 15:51

Turismo e Viagem 'Pula alfândega': Receita lança sistema que agiliza declaração de bens e desembarque de viajantes Nova funcionalidade registra automaticamente parte das declarações e reduz a necessidade de atendimento presencial em postos em aeroportos. Por Redação g1

A Receita Federal lançou um aplicativo para agilizar o desembarque de viajantes que precisam declarar bens ao entrar no Brasil. Com o sistema da Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), parte das declarações será registrada automaticamente pelo sistema assim que o passageiro pousar no país, com base nos critérios de gerenciamento de risco da Receita.

Nesses casos, o viajante poderá seguir diretamente para o desembarque, sem precisar passar pelo atendimento presencial da alfândega.

A mudança vale para passageiros que cheguem ao país de avião e utilizem o app antes de entrar no território nacional.

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Segundo a Receita Federal, o passageiro continua obrigado a preencher a e-DBV quando estiver sujeito à declaração de bens, conforme as regras em vigor. Após o envio, o sistema analisa as informações e decide se a declaração pode ser registrada automaticamente ou se será necessário passar pela fiscalização.

As declarações que não forem enquadradas para o registro automático continuarão sujeitas aos procedimentos de controle aduaneiro previstos na legislação. O aplicativo informará ao viajante quais serão os próximos passos.

De acordo com a Receita, a medida faz parte da modernização dos procedimentos de despacho de bagagens. A ideia é concentrar a atuação dos fiscais nos casos que exigem análise mais detalhada.

A Receita explica que a mudança não altera o poder de fiscalização do órgão, que continua responsável por revisar declarações, cobrar tributos quando necessário e adotar as medidas previstas em lei.

Movimento no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. — Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 15:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-0,45%Dólar TurismoR$ 5,323-0,05%Euro ComercialR$ 5,8360,05%Euro TurismoR$ 6,0880,18%B3Ibovespa174.406 pts-1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-0,45%Dólar TurismoR$ 5,323-0,05%Euro ComercialR$ 5,8360,05%Euro TurismoR$ 6,0880,18%B3Ibovespa174.406 pts-1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-0,45%Dólar TurismoR$ 5,323-0,05%Euro ComercialR$ 5,8360,05%Euro TurismoR$ 6,0880,18%B3Ibovespa174.406 pts-1,22%Oferecido por

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (29), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.

Foi a quinta reunião consecutiva em que o banco central dos EUA manteve os juros no mesmo nível. A decisão desta quarta foi influenciada, entre outros fatores, pela persistência da alta do petróleo, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio, o que reforça as preocupações do Fed com a inflação.

Em um comunicado mais curto do que o de costume, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) afirmou, em sua decisão, que a atividade econômica segue se expandindo em ritmo sólido "apesar da elevada incerteza, decorrente, em parte, do conflito no Oriente Médio".

➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio. (leia mais abaixo)

Esta é a 13ª decisão desde que Donald Trump assumiu como 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. Desde a posse, houve três cortes de juros, em meio a um cenário econômico incerto, com conflitos geopolíticos e a guerra tarifária promovida pelo republicano.

É também a segunda decisão sob o comando de Kevin Warsh, indicado por Trump para presidir o banco central dos EUA. Warsh tomou posse em 22 de maio e iniciou oficialmente seu mandato de quatro anos após uma cerimônia na Casa Branca.

A troca de comando no Fed ocorreu após meses de atritos entre Trump e o então presidente da instituição, Jerome Powell. Desde o início de seu segundo mandato, o republicano defende que juros elevados encarecem o crédito e prejudicam a economia.

Em nota, o comitê afirmou que decidiu manter a taxa básica de juros dos EUA inalterada em apoio ao duplo mandato do Fed: controlar a inflação e promover o máximo emprego.

"O crescimento da produtividade e os investimentos em capital permanecem fortes. A criação de empregos acompanhou o crescimento da força de trabalho, e a taxa de desemprego mudou pouco", afirmou o colegiado.

Segundo o Fomc, a inflação segue acima da meta de 2%, "refletindo, em parte, choques de oferta que elevaram os preços em determinados setores, incluindo o de energia".

Ao citar a "elevada incerteza" causada, em grande parte, pelo conflito no Oriente Médio, o comunicado termina afirmando que "o comitê entregará estabilidade de preços".

A decisão não foi unânime. Três dos 12 integrantes com direito a voto — Beth M. Hammack, Neel Kashkari e Lorie K. Logan — defenderam elevar os juros em 0,25 ponto percentual nesta reunião.

Os juros, ainda considerados elevados nos EUA, mantêm os rendimentos das Treasuries, os títulos públicos americanos, em níveis mais atraentes.

Por serem considerados os investimentos mais seguros do mundo, as Treasuries com rentabilidades elevadas despertam o interesse de investidores estrangeiros, que direcionam recursos aos EUA e fortalecem o dólar.

Em outra perspectiva: apesar de diversas variáveis interferirem nessa lógica, o movimento tende a reduzir o volume de investimentos estrangeiros no Brasil, desvalorizando o real em relação à moeda americana.

Além disso, o dólar em nível elevado aumenta a pressão sobre a inflação por aqui, com reflexos na manutenção de juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil.

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Com juro alto, criação de empregos formais cai 25% e registra o pior 1º semestre em seis anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 14:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1260,08%Dólar TurismoR$ 5,3370,22%Euro ComercialR$ 5,8420,16%Euro TurismoR$ 6,0940,27%B3Ibovespa174.493 pts-1,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,1260,08%Dólar TurismoR$ 5,3370,22%Euro ComercialR$ 5,8420,16%Euro TurismoR$ 6,0940,27%B3Ibovespa174.493 pts-1,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,1260,08%Dólar TurismoR$ 5,3370,22%Euro ComercialR$ 5,8420,16%Euro TurismoR$ 6,0940,27%B3Ibovespa174.493 pts-1,17%Oferecido por

A economia brasileira gerou 921,64 mil empregos formais no primeiro semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (29) o Ministério do Trabalho e do Emprego.

O número representa uma queda de 25% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram abertas 1,23 milhão de vagas com carteira assinada.

Essa também foi o pior resultado na geração de empregos para os seis primeiros meses de um ano desde 2020 — quando foram fechadas milhão de vagas formais em meio à pandemia da Covid-19.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia.

Ao fim de junho de 2026, ainda conforme os dados oficiais, o Brasil tinha saldo de 48,03 milhões de empregos com carteira assinada.O resultado representa aumento na comparação com maio deste ano (47,88 milhões) e com relação a junho de 2025 (47,07 milhões).

A forte queda na geração de empregos formais foi registrada em um contexto de juros básicos ainda altos, apesar de a autoridade monetária ter baixado a taxa em três reuniões seguidas.

Atualmente em 14,25% ao ano, a taxa Selic, fixada pelo Banco Central (BC), é a mais alta do mundo em termos reais (descontada a inflação para os próximos 12 meses) em um ranking da MoneYou com 40 nações.

Ao manter os juros em patamar elevado, o Banco Central pontua que busca desacelerar a atividade como estratégia para conter a inflação.

Em suas considerações sobre o patamar da taxa de juros, o BC explica que acompanha "detidamente" o mercado de trabalho. Na ata da última reunião, o Copom avaliou que a "taxa de desemprego tem, recorrentemente, se mantido em patamares historicamente baixos enquanto os rendimentos reais médios têm mantido a tendência de elevação acima do crescimento da produtividade do trabalho".

"O Comitê segue atento ao debate sobre as dimensões corrente e estrutural do mercado de trabalho, enfatizando a necessidade do aprofundamento dessa análise para a avaliação dos padrões de transmissão dos níveis de ocupação para os rendimentos do trabalho e, finalmente, para os preços dos diversos setores da economia", acrescentou o BC.

Somente em junho deste ano, segundo informações do Ministério do Trabalho, foram criadas 145,16 mil empregos formais.

📈 O resultado representa recuo de 10,4% em relação a junho de 2025 — quando foram criados cerca de 162 mil empregos com carteira assinada.

👉🏽 Esse também foi o pior resultado para meses de junho desde 2020, ou seja, em seis anos. Veja os resultados para os meses de janeiro:

2020: 53,38 mil vagas fechadas;2021: 318,2 mil empregos criados;2022: 285,26 mil vagas abertas;2023: 155,81 mil vagas abertas;2024: 206,6 mil empregos criados2025: 162 mil vagas abertas.

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de junho de 2026 mostram que foram criados empregos formais nos cinco setores da economia.

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 2.404,34 em junho deste ano, o que representa alta real (descontada a inflação) em relação a maio de 2026 (R$ 2.387,44).

Na comparação com junho do ano passado, também houve aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.376,95.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não incluem os informais.

Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad).

Segundo dados oficiais, a taxa de desemprego no Brasil foi de 5,6% no trimestre encerrado em maio. De acordo com o IBGE, essa foi a menor taxa da série histórica para esse período.

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El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 13:51

Política El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios Segundo o Palácio do Planalto, a previsão é de que o fenômeno climático será 'muito forte' neste ano. Lula realizou reunião ministerial nesta quarta-feira para tratar do tema. Por Kellen Barreto, g1 — Brasília

O governo informou nesta quarta-feira (29) que prevê investir até R$ 1,3 bilhão em ações para enfrentar os impactos negativos do El Niño no Brasil, como, por exemplo, secas extremas, chuvas intensas e incêndios.

🔎O fenômeno climático, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, pode alterar o regime de chuvas e as temperaturas em diferentes partes do mundo. No Brasil, os efeitos podem afetar a agricultura, os recursos hídricos e aumentar a ocorrência de eventos extremos.

A informação foi divulgada durante reunião ministerial conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"O Brasil está preparado e pedindo a Deus que não aconteça. Se não acontecer, vamos ter melhor produção agrícola, energia, água, não queremos que aconteça. Nao está no nosso controle e nos preparamos", afirmou Lula.

O petista também defendeu a realização de reuniões com prefeitos para que a resposta aos possíveis impactos do fenômeno climático seja conjunta. "A chance de evitar desgraça é maior porque o prefeito esta no território", disse o presidente.

🔎Previsões das principais agências de meteorologia do mundo, confirmadas por agências brasileiras, preveem um El Niño muito forte neste ano, com elevação acima de dois graus na temperatura do Oceano Pacífico.

O plano de ação do governo envolve 24 ministérios, além de institutos de monitoramento e pesquisa, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Os recursos serão destinados a ações de abastecimento de alimentos, saúde, monitoramento hidrológico e fiscalização ambiental.

compra de 180 mil toneladas de milho e 310 mil toneladas de arroz;reforço do combate a incêndios florestais;aquisição de 350 mil cestas básicas;Programa de Aquisição de Alimentos para agricultores da região Norte;criação de um Centro de Informação em Saúde e Clima pelo SUS;monitoramento do nível dos rios.

Lula realizou uma reunião ministerial para tratar de medidas de enfrentamento ao El Niño — Foto: Reprodução/YouTube

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Democratas pedem investigação sobre plano da Trump Media de vender acesso antecipado a posts de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 12:56

Tecnologia Democratas pedem investigação sobre plano da Trump Media de vender acesso antecipado a posts de Trump Senadores Elizabeth Warren e Adam Schiff acionaram a SEC após empresa anunciar serviço pago que promete acesso mais rápido às publicações do presidente dos EUA na Truth Social. Por Reuters

Donald Trump, presidente dos EUA, segura cópia impressa de uma de suas publicações na Truth Social, em 8 de julho de 2026 — Foto: AFP/Saul Loeb

Os senadores democratas Elizabeth Warren e Adam Schiff solicitaram à SEC, órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos, que investigue se o plano da Trump Media de vender acesso antecipado às publicações do presidente Donald Trump nas redes sociais viola a legislação.

O pedido consta em uma carta obtida pela Reuters. A Trump Media é a controladora da Truth Social, rede social criada por Trump.

Neste mês, a empresa anunciou um serviço de dados pago, chamado Truth API, que dará a corretoras acesso mais rápido às publicações das dez contas mais influentes da plataforma, entre elas a do presidente norte-americano.

A carta enviada pelos senadores nesta terça-feira aumenta a pressão sobre o novo produto e também sobre eventuais empresas de Wall Street que tenham adquirido o serviço. Na avaliação de fontes do mercado ouvidas pela Reuters, a iniciativa pode ampliar riscos legais, políticos e regulatórios.

"Isso parece ser um abuso escandaloso do cargo de presidente para benefício pessoal, que prejudica os investidores comuns e a integridade dos mercados, ao mesmo tempo em que enriquece Wall Street e outros participantes privilegiados e abastados", escreveram Warren e Schiff em carta dirigida ao presidente da SEC, Paul Atkins.

Um porta-voz da SEC e o próprio Atkins — um republicano defensor do livre mercado indicado por Trump e que, em geral, tem adotado uma postura mais branda na fiscalização do mercado — confirmaram o recebimento da carta, mas se recusaram a comentar o assunto.

A Casa Branca encaminhou os pedidos de comentário à Trump Media, que não respondeu até o momento.

Segundo reportagens da Reuters e de outros veículos, a Trump Media discutiu cobrar até US$ 100 mil por mês pelo acesso ao Truth API.

As publicações de Trump nas redes sociais já provocaram oscilações no mercado financeiro, e a velocidade para acessar esse tipo de informação pode representar vantagem para corretoras, fundos de hedge e outras empresas que negociam ativos com base em notícias.

Trump, que controla cerca de 41% da Trump Media por meio de um fundo administrado por seus filhos, poderá ser beneficiado financeiramente pelo novo modelo de negócios. A empresa informou que já fechou contratos com clientes antes do lançamento oficial do serviço, previsto para 1º de agosto, mas não revelou os nomes dos compradores.

Na avaliação de Warren e Schiff, o Truth API é mais um exemplo da mistura entre os interesses empresariais de Trump e suas funções como presidente, levantando questionamentos éticos. Eles lembram que, no mês passado, Trump informou ter recebido mais de US$ 1,4 bilhão no último ano com os projetos de criptomoedas de sua família.

Embora empresas de tecnologia normalmente possam vender acesso antecipado a dados para clientes, mesmo que isso beneficie alguns participantes do mercado, especialistas em ética afirmam que o caso do Truth API é diferente. Isso porque as publicações de Trump podem conter informações de interesse público relacionadas ao exercício da Presidência, o que, segundo eles, exigiria divulgação ampla e simultânea.

Os senadores também destacaram que Trump já utilizou a Truth Social para recomendar ações de empresas como Citigroup, Intel e Palantir. Na avaliação deles, a comercialização de acesso antecipado a essas publicações pode aumentar o risco de uso de informação privilegiada e comprometer a confiança dos investidores na igualdade de condições do mercado.

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