RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa à venda? Novo plano comercial da Fifa enfrenta resistência global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%Oferecido por

A proximidade entre Gianni Infantino e Donald Trump alimenta questionamentos sobre conflitos de interesse no plano da Fifa de atrair investidores privados — Foto: Kai Pfaffenbach/REUTERS

"Enquanto vocês dividem, nós unimos", escreveu Gianni Infantino nas redes sociais em 27 de julho, em uma longa mensagem dirigida a seus críticos. Um dia depois, porém, o presidente da Fifa conseguiu unir diferentes setores do futebol internacional contra sua mais recente proposta.

Após reportagens publicadas pelos jornais britânicos The Times e Financial Times, a Fifa confirmou planos para criar uma nova subsidiária, a FIFA Forward Enterprise (FFE). A estrutura permitiria à entidade vender uma participação minoritária dos direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores privados por cerca de 20 bilhões de dólares (R$ 102 bilhões).

Entre os potenciais investidores estaria a Thrive Eternal, empresa liderada por Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Além das preocupações com possíveis conflitos de interesse decorrentes da proximidade entre Infantino e Trump, críticos apontam falta de transparência, riscos de corrupção e questionam se a Fifa tem legitimidade para tomar uma decisão dessa dimensão sem ampla consulta às entidades do futebol.

"A Copa do Mundo é um dos poucos eventos esportivos verdadeiramente globais, e isso envolve uma responsabilidade que vai além da maximização de receitas", afirmou Bret Myers, professor de negócios esportivos da Universidade Villanova, nos Estados Unidos, à DW.

A proposta segue um modelo comum nos esportes americanos, nos quais a participação de investidores privados é amplamente aceita. A Fórmula 1 passou por um processo semelhante após ser adquirida pela Liberty Media, em 2017. Greg Maffei, ex-presidente-executivo da companhia, atua atualmente como conselheiro comercial da Fifa no projeto da FFE.

"Os esportes da América do Norte operam há muito tempo sob uma lógica mais comercial, baseada em propriedade privada, valorização de franquias e presença de investidores", disse Myers. "No futebol, especialmente na Europa, clubes e competições ainda são vistos como instituições culturais, e não apenas como ativos comerciais."

A proposta de abrir parte dos direitos comerciais da Copa do Mundo renderia repasses a confederações — Foto: Markus Ulmer/Pressefoto Ulmer/picture alliance

Para muitos críticos, a principal preocupação é que a iniciativa represente o primeiro passo rumo a uma eventual privatização da principal competição do futebol mundial.

"Uma participação minoritária é muito diferente de abrir mão do controle", afirmou Myers. "Ainda assim, trata-se de uma mudança significativa na forma como a Copa do Mundo será financiada e explorada comercialmente."

Embora seja formalmente uma organização sem fins lucrativos, a Fifa acumula reservas estimadas em 8 bilhões de dólares (R$ 40 bilhões), impulsionadas pelos resultados da última Copa do Mundo.

Como a missão declarada da entidade é promover o desenvolvimento do futebol, e não maximizar lucros, críticos interpretam a medida também como uma tentativa de ampliar a influência política de Infantino. Outro foco de insatisfação é a ausência de consultas prévias às confederações continentais.

A entidade afirma que os recursos serão reinvestidos no futebol. O principal incentivo oferecido às federações é um repasse linear de 20 milhões de dólares (R$ 102 milhões) para cada uma das 211 associações nacionais em 2027, valor que subiria para 24 milhões de dólares (R$ 122 milhões) em 2035.

As federações têm até 19 de setembro para informar se aceitam o plano. Caso contrário, esses valores poderão ser reduzidos ou até retirados.

"O presidente controla um enorme volume de recursos e os utiliza para recompensar quem lhe é leal e punir quem não o apoia", afirmou Miguel Maduro, ex-presidente do Comitê de Governança, Auditoria e Conformidade da Fifa.

Segundo ele, a falta de mecanismos eficazes de controle e fiscalização levanta dúvidas sobre a destinação dos recursos.

"A Fifa poderia fazer muitas coisas positivas com esse dinheiro. Mas não existe um sistema adequado de freios, contrapesos e prestação de contas que garanta que os recursos sejam bem utilizados pelas associações nacionais. Tudo o que aconteceu no passado me deixa desconfiado sobre como esse dinheiro acabará sendo gasto", disse.

A resposta do futebol internacional foi majoritariamente crítica. Federações nacionais, dirigentes e grupos de torcedores rejeitaram a proposta, sobretudo pela falta de consultas prévias.

A Confederação Asiática de Futebol (AFC) afirmou não ter sido consultada e declarou decepção com a forma como o projeto foi apresentado. Ásia e África formam a principal base política de Infantino, reunindo 101 das 211 associações filiadas à Fifa.

Posições semelhantes foram adotadas por federações influentes, entre elas a Federação Alemã de Futebol (DFB).

"Uma linha está sendo ultrapassada. Existe um forte consenso entre as associações nacionais sobre esse tema, como pude constatar em conversas recentes com Aleksander Ceferin e outros colegas", afirmou Hans-Joachim Watzke, vice-presidente da DFB.

A gestão de Infantino já esteve no centro de controvérsias envolvendo o calendário do futebol, a expansão de competições e medidas adotadas em Copas do Mundo, como pausas para hidratação — Foto: Foto: Marco Bader/HMB-Media/IMAGO

A Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) disse estar "profundamente preocupada" com a proposta.

Já a Confederação Africana de Futebol (CAF) convidou suas associaçõesa "examinar" o projeto da Fifa e a "participar do processo de consulta".

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) não se manifestaram até o momento. Anteriormente, a entidade sul-americana demonstrou apoio à reeleição de Infantino.

A União Associações Europeias de Futebol (Uefa) afirmou que "o futebol não pertence à Fifa para ser vendido". A manifestação ocorre em meio ao aumento das tensões entre as duas entidades nos últimos meses.

Miguel Maduro apoia a posição da entidade europeia, mas argumenta que os problemas de governança vão além da atual gestão da Fifa.

"Não acredito que a Uefa enfrente problemas tão graves quanto os da Fifa, mas ela também possui falhas significativas de governança que precisam ser corrigidas", afirmou.

"Substituir apenas Infantino, sem mudar a estrutura que produz esse tipo de liderança, seria remover algumas maçãs estragadas e deixar a árvore intacta."

As críticas da AFC e da Concacaf, responsável pelo futebol da América do Norte, Central e Caribe, podem reforçar a posição da Uefa em uma eventual articulação contra o projeto.

O episódio também pode estimular uma aliança entre confederações continentais para apoiar um adversário de Infantino nas próximas eleições da Fifa ou até levantar a possibilidade de boicotes a competições futuras.

Ainda assim, os valores prometidos às federações podem alterar o cenário político. Maduro avalia que esse tipo de resistência costuma perder força com o tempo.

"Na maioria das vezes, essas declarações surgem sob pressão da opinião pública. Depois, as organizações acabam não levando suas posições adiante", disse.

Segundo ele, a crescente oposição da Uefa também está ligada à defesa de seus próprios interesses econômicos, especialmente da Liga dos Campeões. Caso o projeto avance, Maduro acredita que a Fifa tentará ampliar ainda mais o alcance e a frequência de suas competições.

"Eles vão querer transformar o Mundial de Clubes na principal competição internacional entre clubes, superando a Liga dos Campeões. É isso que tentarão fazer porque estará alinhado aos seus interesses comerciais", afirmou.

Em alta naglobo.comJornalismoFotógrafa que sumiu em trilha no Paraná é encontrada morta após 5 dias de buscas, diz secretário

Há 53 minutos Rio de Janeiro Três da mesma família morrem eletrocutadas na Cidade de DeusHá 53 minutosCorpo é achado na mesma região onde pescador sumiu em ParatyHá 53 minutosQuem era o ex-jogador do Botafogo e amigo que morreram no Rio

Há 57 minutos Rio de Janeiro Humorista estava em voo não pôde pousar no GaleãoHá 57 minutosVendaval em SPVÍDEO mostra momento em que árvore atinge homem que morreu em Santos

Há 18 minutos Santos e Região Ventania, cheias e tornados: últimos eventos são culpa do El Niño?Há 18 minutosVentos voltam a atingir o Sudeste, mas com rajadas menos intensasHá 18 minutosDisputa comercialBrasil chama tarifaço dos EUA de discriminatório e unilateral e pede mediação da OMC

Há 34 minutos Economia Blog do Valdo CruzItamaraty vê com bons olhos gestos da diplomacia da Argentina em meio à crise diplomática

Agora Blog do Valdo Cruz Dados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 2 horas Economia R$ 264,4 bilhões: arrecadação federal bate recorde em junhoHá 2 horasTCU acha irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 2 horasInadimplência bancária segue em nível recorde mesmo com Desenrola 2.0Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil vê ‘discriminação’ em novas tarifas dos EUA e pede mediação da OMC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%Oferecido por

O Brasil oficializou pedido de consultas na OMC contra sobretaxas comerciais aplicadas pelos EUA. O documento foi divulgado nesta quinta-feira (30) no site da organização.

O governo brasileiro contesta sobretaxas de 25% e 12,5% impostas sob a Seção 301 americana. As taxas incidem sobre comércio digital e trabalho forçado.

A defesa brasileira aponta discriminação, destacando que os EUA não aplicaram tarifas similares a outros membros. O país alega que Washington agiu unilateralmente.

As tensões aumentaram desde fevereiro de 2025, sob o plano de 'Comércio Recíproco'. Em julho de 2025, o Brasil sofreu tarifa de 40%.

Diplomatas do governo Lula consideram a ação simbólica para marcar posição. Eles avaliam que a OMC está paralisada e sem força de reversão.

O documento que formaliza o pedido de consultas junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) por parte do Brasil com relação à legalidade de sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos nacionais menciona que as medidas aplicadas são discriminatórias e unilaterais.

Segundo o governo brasileiro, a aplicação das tarifas viola regras básicas do comércio internacional. O documento foi enviado à entidade em 27 de julho, mas foi divulgado apenas nesta quinta-feira (30) por meio do site da OMC.

"O Brasil considera que os Estados Unidos agem de forma inconsistente com o Artigo I: do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio 1994, porque impõe tarifas adicionais sobre produtos originários do Brasil como resultado da ação tarifária decorrente da Investigação da Seção 301 sobre o Brasil, enquanto não impõem tais tarifas sobre produtos similares originários de outros Membros da OMC", diz um dos trechos do documento traduzido para o português.

🔎 A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 é um mecanismo criado pelo Congresso dos EUA que permite ao governo americano investigar países cujas políticas ou práticas sejam consideradas prejudiciais ao comércio, às empresas ou aos exportadores dos EUA.

"Desde fevereiro de 2025, os Estados Unidos impuseram uma série de tarifas adicionais […] em resposta a atos, políticas e práticas que os Estados Unidos caracterizam unilateralmente como não recíprocos, injustos, irracionais ou discriminatórios", diz outro ponto do documento traduzido.

O Brasil contesta especificamente as tarifas decorrentes de duas investigações conduzidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) com base na chamada Seção 301 da lei comercial americana.

A primeira resultou na imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros, em resposta a questionamentos dos EUA sobre políticas relacionadas ao comércio digital, aos serviços de pagamentos eletrônicos, à proteção da propriedade intelectual e ao combate ao desmatamento ilegal.

Já a segunda levou à aplicação de uma sobretaxa de 12,5%, sob a alegação de que o Brasil falhou em proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado., alegando que o Brasil falhou em proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado.

Somadas, essas medidas fazem com que os produtos de origem brasileira fiquem significativamente mais caros ao entrar no mercado americano.

Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos — Foto: Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance

Na defesa brasileira, o governo aponta que os Estados Unidos estão tratando o país de forma menos favorável do que outros parceiros comerciais.

O texto destaca que os EUA impuseram essas taxas extras a produtos brasileiros enquanto não aplicaram tarifas semelhantes a produtos similares de outros membros da OMC.

Além disso, o governo brasileiro alega que, no caso da investigação sobre trabalho escravo, os EUA aplicaram uma taxa inferior a outros países em comparação com a taxa de 12,5% imposta ao Brasil.

De acordo com o Brasil, os EUA buscaram punir o país se baseando em determinações próprias, ignorando os procedimentos padrão de solução de controvérsias da OMC, conhecidos como DSU.

O Brasil afirma que os EUA violaram o compromisso de recorrer às regras internacionais antes de aplicar sanções comerciais.

As tensões comerciais aumentaram desde fevereiro de 2025, quando os EUA começaram a impor uma série de tarifas sob um plano de "Comércio Recíproco".

Em julho de 2025, o Brasil já havia sido alvo de uma tarifa de 40% em certos produtos, o que elevou a sobretaxa total para 50% em alguns casos antes de mudanças judiciais nos EUA alterarem os fundamentos das cobranças.

Agora, com o pedido de consultas, o Brasil espera que os dois países cheguem a um acordo antes que o caso se torne uma disputa judicial prolongada em Genebra, na Suíça, onde fica a sede da OMC.

Integrantes da diplomacia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que levar o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC) tem caráter “simbólico” e serva para “marcar posição” diante dos Estados Unidos.

Isso porque a diplomacia brasileira defende o conceito do chamado multilateralismo, por meio do qual as divergências entre países, sejam políticas, militares ou econômicas, por exemplo, são resolvidas em organismos compostos por mediadores, como a própria OMC, a Organização das Nações Unidas e o Tribunal do Mercosul.

Para integrantes do Ministério das Relações Exteriores, contudo, o recurso não deve ter efeito prático porque a avaliação é que a OMC está paralisada e sem força para implementar uma eventual decisão contrária ao tarifaço. Assim, no governo Lula, não se prevê, neste momento, uma reversão.

"Mostra que é um recurso à mão. Simbólico, hoje em dia. Para marcar posição”, resumiu um integrante do governo a par da estratégia acerca do tarifaço.

Desde 2019, o órgão de apelação do principal mecanismo de resolução de disputas da OMC está paralisado, justamente por conta de Donald Trump, que, ainda no seu primeiro mandato, barrou a nomeação de novos juízes.

Em alta naglobo.comJornalismoFotógrafa que sumiu em trilha no Paraná é encontrada morta após 5 dias de buscas, diz secretário

Há 53 minutos Rio de Janeiro Três da mesma família morrem eletrocutadas na Cidade de DeusHá 53 minutosCorpo é achado na mesma região onde pescador sumiu em ParatyHá 53 minutosQuem era o ex-jogador do Botafogo e amigo que morreram no Rio

Há 57 minutos Rio de Janeiro Humorista estava em voo não pôde pousar no GaleãoHá 57 minutosVendaval em SPVÍDEO mostra momento em que árvore atinge homem que morreu em Santos

Há 18 minutos Santos e Região Ventania, cheias e tornados: últimos eventos são culpa do El Niño?Há 18 minutosVentos voltam a atingir o Sudeste, mas com rajadas menos intensasHá 18 minutosDisputa comercialBrasil chama tarifaço dos EUA de discriminatório e unilateral e pede mediação da OMC

Há 34 minutos Economia Blog do Valdo CruzItamaraty vê com bons olhos gestos da diplomacia da Argentina em meio à crise diplomática

Agora Blog do Valdo Cruz Dados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 2 horas Economia R$ 264,4 bilhões: arrecadação federal bate recorde em junhoHá 2 horasTCU acha irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 2 horasInadimplência bancária segue em nível recorde mesmo com Desenrola 2.0Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CNPE aprova venda direta de gás natural da União, e governo prevê queda de 50% no preço para a indústria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%Oferecido por

O CNPE aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que autoriza a venda direta do gás natural pertencente à União no mercado livre.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida pode reduzir em pelo menos 50% o preço do gás para as indústrias compradoras.

A decisão não envolve o gás de cozinha (GLP) em botijões. Ela também não altera os preços para os consumidores residenciais.

A norma substitui regra de 2018 e define a venda pela PPSA. A estatal administra o gás do governo no pré-sal.

O ministro Alexandre Silveira declarou que o preço por milhão de BTU pode cair de US$12 para cerca de US$5.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão responsável por definir as diretrizes da política energética do país, aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que autoriza a venda direta do gás natural pertencente à União no mercado livre.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida pode reduzir em pelo menos 50% o preço desse gás para as indústrias que compram o produto nesse mercado.

A decisão não trata do gás de cozinha (GLP), vendido em botijões, nem altera diretamente os preços pagos pelos consumidores residenciais.

♨️ Como o gás natural é usado por diversos setores da indústria, um custo menor pode reduzir as despesas de produção de empresas e, eventualmente, contribuir para preços menores de alguns produtos. Esse repasse, porém, depende de fatores como a concorrência entre empresas, os contratos de fornecimento e outros custos da cadeia produtiva.

A resolução muda uma norma em vigor desde 2018 e define como será feita a comercialização do gás natural da União pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal ligada ao Ministério de Minas e Energia que administra a parcela de petróleo e gás pertencente ao governo nos contratos de partilha da produção do pré-sal.

Hoje, segundo o governo, esse gás é vendido no mercado brasileiro pela Petrobras. Com a nova regra, a expectativa é ampliar a concorrência e reduzir os preços.

"O Gás Natural da União, vendido pelo agente dominante — a Petrobras — no mercado brasileiro a cerca de US$12 por milhão de BTU, poderá chegar à indústria nacional a cerca de US$5 por milhão de BTU. Uma redução de mais de 50%", afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em nota.

Em alta naglobo.comJornalismoRepórter passa a noite em castelo mais 'mal-assombrado' da França; veja vídeo

Há 53 minutos Rio de Janeiro Três da mesma família morrem eletrocutadas na Cidade de DeusHá 53 minutosCorpo é achado na mesma região onde pescador sumiu em ParatyHá 53 minutosQuem era o ex-jogador do Botafogo e amigo que morreram no Rio

Há 57 minutos Rio de Janeiro Humorista estava em voo não pôde pousar no GaleãoHá 57 minutosVendaval em SPVÍDEO mostra momento em que árvore atinge homem que morreu em Santos

Há 18 minutos Santos e Região Ventania, cheias e tornados: últimos eventos são culpa do El Niño?Há 18 minutosVentos voltam a atingir o Sudeste, mas com rajadas menos intensasHá 18 minutosDisputa comercialBrasil chama tarifaço dos EUA de discriminatório e unilateral e pede mediação da OMC

Há 34 minutos Economia Blog do Valdo CruzItamaraty vê com bons olhos gestos da diplomacia da Argentina em meio à crise diplomática

Agora Blog do Valdo Cruz Dados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 2 horas Economia R$ 264,4 bilhões: arrecadação federal bate recorde em junhoHá 2 horasTCU acha irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 2 horasInadimplência bancária segue em nível recorde mesmo com Desenrola 2.0Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conselho de Política Energética aprova novos leilões de gás; governo prevê redução de mais de 50% no preço para indústria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,067-0,81%Dólar TurismoR$ 5,272-0,67%Euro ComercialR$ 5,839-0,16%Euro TurismoR$ 6,084-0,11%B3Ibovespa175.469 pts0,91%Oferecido por

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que muda as regras para a comercialização do gás natural pertencente à União e permite a venda direta do produto ao mercado livre por meio de leilões realizados pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

🔎 A PPSA é uma estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia responsável pela comercialização do gás natural da União.

O Ministério de Minas e Energia (MME) e a PPSA têm a expectativa de realizar o primeiro leilão ainda neste ano.

O comunicado do MME foi divulgado minutos antes do início do evento Reestruturação da Política de Comercialização do Gás Natural da União, realizado na sede da pasta.

“A lei determinou que a PPSA tem a obrigação legal de maximizar a receita do óleo e do gás da União”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

A medida estabelece duas frentes de leilões: de curto prazo, entre 2026 e 2030, e de longo prazo, a partir de 2030.

Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o objetivo é aumentar a oferta de gás no mercado brasileiro e reduzir o custo do insumo, principalmente para a indústria.

A resolução altera uma norma do CNPE de 2018 e estabelece que o gás comercializado pela União deverá ser destinado prioritariamente a segmentos da indústria de base que fazem uso intensivo do produto.

Entre os setores citados estão as indústrias química, petroquímica, de fertilizantes e siderúrgica. A destinação deverá observar as condições estabelecidas nos instrumentos de comercialização e os interesses da Política Energética Nacional.

Segundo o governo, a redução dos custos do insumo também poderá beneficiar outros segmentos da economia, como a geração termelétrica e o transporte por GNV.

Na prática, a principal mudança é a possibilidade de a PPSA colocar o gás natural da União diretamente no mercado livre por meio dos leilões.

Com a resolução, o governo pretende ampliar a oferta do produto no mercado, com prioridade para segmentos industriais intensivos no uso de gás.

O comunicado do MME afirma que o gás natural da União é vendido atualmente pelo que o ministério chama de “agente dominante – a Petrobras” no mercado brasileiro por cerca de US$ 12 por milhão de BTU.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, com a nova política o produto poderá chegar à indústria por aproximadamente US$ 5 por milhão de BTU, uma redução superior a 50%.

O valor de US$ 5, no entanto, não é um preço definido pela resolução. Trata-se de uma estimativa do governo para o preço que poderá ser alcançado com as mudanças.

Em 2023, o CNPE criou um grupo de trabalho do programa Gás para Empregar para estudar formas de ampliar a oferta, reduzir a reinjeção de gás nos campos produtores e aperfeiçoar o funcionamento do mercado.

Segundo o MME, o grupo buscou identificar a participação de cada elo da cadeia na composição do preço final do gás — da produção, passando pelo escoamento, processamento e transporte, até a distribuição. Os relatórios produzidos pelo grupo apontaram a possibilidade de redução do preço de US$ 12 para cerca de US$ 5 por milhão de BTU.

Estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) citados pelo ministério estimam que a resolução, em conjunto com medidas em andamento pela ANP, poderá gerar:

436 mil empregos, entre diretos e indiretos;R$ 95 bilhões em investimentos;R$ 79 bilhões de acréscimo no PIB;R$ 9,3 bilhões a mais em arrecadação de impostos federais.

Criada em 2013, a PPSA é uma empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia — Foto: Luoman/Getty Images

Em alta naglobo.comJornalismoFotógrafa que sumiu em trilha no Paraná é encontrada morta após 5 dias de buscas, diz secretário

Há 53 minutos Rio de Janeiro Três da mesma família morrem eletrocutadas na Cidade de DeusHá 53 minutosCorpo é achado na mesma região onde pescador sumiu em ParatyHá 53 minutosQuem era o ex-jogador do Botafogo e amigo que morreram no Rio

Há 57 minutos Rio de Janeiro Humorista estava em voo não pôde pousar no GaleãoHá 57 minutosVendaval em SPVÍDEO mostra momento em que árvore atinge homem que morreu em Santos

Há 18 minutos Santos e Região Ventania, cheias e tornados: últimos eventos são culpa do El Niño?Há 18 minutosVentos voltam a atingir o Sudeste, mas com rajadas menos intensasHá 18 minutosDisputa comercialBrasil chama tarifaço dos EUA de discriminatório e unilateral e pede mediação da OMC

Há 34 minutos Economia Blog do Valdo CruzItamaraty vê com bons olhos gestos da diplomacia da Argentina em meio à crise diplomática

Agora Blog do Valdo Cruz Dados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 2 horas Economia R$ 264,4 bilhões: arrecadação federal bate recorde em junhoHá 2 horasTCU acha irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 2 horasInadimplência bancária segue em nível recorde mesmo com Desenrola 2.0Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Arrecadação federal soma R$ 264,4 bilhões em junho e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,069-0,78%Dólar TurismoR$ 5,292-0,3%Euro ComercialR$ 5,834-0,24%Euro TurismoR$ 6,0960,08%B3Ibovespa175.209 pts0,76%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 264,4 bilhões em junho deste ano, informou nesta quinta-feira (30) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 7,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 245,5 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrado para meses de junho desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

➡️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira, com a tributação do do petróleo e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feitos em 2023 e mantido desde então;reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

"O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Rendimentos do Capital, e do IRPJ e da CSLL. Destaca-se, ainda, recolhimentos atípicos de IRPJ e CSLL no mês de junho e a arrecadação de Imposto de Exportação sobre óleo bruto.

CCJ do Senado aprova PEC da autonomia financeira do Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

➡️Segundo a Receita Federal, a arrecadação recorde em junho também é resultado da tributação e da disparada do preço do petróleo.

Com um preço mais alto, resultado da guerra entre Estados Unidos e Irã, também subiram as receitas do governo com o produto, como "royalties" e extração.

➡️Somente em junho, o imposto de exportação sobre o petróleo arrecadou R$ 3,8 bilhões e as receitas não administradas (que englobam royalties, concessões, permissões e cotas-parte e compensações financeiras pela exploração de recursos naturais, entre outros) tiveram aumento de R$ 1,2 bilhão.

Nos seis primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 1,59 trilhão — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 1,6 trilhão de janeiro a junho, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 6,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,51 trilhão.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

Em alta naglobo.comJornalismoFotógrafa que sumiu em trilha no Paraná é encontrada morta após 5 dias de buscas, diz secretário

Há 2 horas Meio Ambiente Prefeito do Rio cita El Niño e diz que ventos superaram previsãoHá 2 horasVentos voltam a atingir o Sudeste, mas com rajadas menos intensasHá 2 horasQuem era o ex-jogador do Botafogo vítima de queda de muro no Rio

Há 1 hora Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 1 horaEscorregou em correntezaFotógrafa que sumiu em trilha no PR é encontrada morta após 5 dias

Há 12 minutos Norte e Noroeste Ana Paula fazia aulas de circo e era apaixonada por escaladasHá 12 minutosDados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 1 hora Economia Desemprego cai para 5,4% e atinge menor nível em trimestre, diz IBGEHá 1 horaTCU acha irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 1 horaInadimplência bancária segue em nível recorde mesmo com Desenrola 2.0Há 1 horaVídeos curtos do g1

Há 1 hora Eleições 2026 Pesquisas eleitoraisQuaest no Ceará: Ciro Gomes lidera com 43% no 1º turno; Elmano tem 33%

Há 2 horas Eleições 2026 no Ceará RS: Juliana Brizola e Luciano Zucco estão tecnicamente empatadosHá 2 horasGoiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turnoHá 2 horasBlog do Valdo CruzNunes Marques tem que punir Flávio por vídeo de IA, avaliam ministros do STF e TSE

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’ analisados em auditoria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Política TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via 'emendas Pix' analisados em auditoria Prejuízo estimado aos cofres públicos é estimado em R$ 49 milhões, o que representa 25% dos recursos fiscalizados. Relatório será encaminhado ao ministro Flávio Dino, relator de ação sobre o tema no STF. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisou uma amostra de 100 transferências por emendas Pix, entre 2020 e 2024, identificou irregularidades em 82% dos repasses fiscalizados e 82,4% dos beneficiários.

As emendas foram destinadas a 73 municípios e dois estados (Pará e São Paulo). O volume de recursos auditados soma R$ 198,11 milhões.

🔎As chamadas "emendas Pix" foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios, sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa. Por isso,não há como fiscalizar onde o dinheiro será gasto na ponta.

Segundo os técnicos, o prejuízo total aos cofres públicos é estimado em R$ 49.074.851,75, o que representa 25% do total de recursos fiscalizados.

A auditoria e o plano foram elaborados por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Dino é relator de ações na Corte que investigam suspeitas de irregularidades no repasse de emendas. O conteúdo será encaminhado para análise do magistrado.

➡️Nessa quarta-feira (29), o ministro determinou que a Presidência da República e as cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal apresentem, em até 10 dias, uma proposta de "matriz de responsabilidades" para o controle das emendas parlamentares.

➡️A decisão foi tomada no âmbito da ação que questiona se é constitucional o atual regime das emendas impositivas (aquelas que parlamentares decidem para onde vai e o governo federal é obrigado a pagar).

Uma das causas é movimentação do dinheiro em contas correntes não específicas, além da ausência de envio de relatórios parciais ou finais de gestão ao sistema Transferegov.br.

Pagamentos de despesas sem documentação jurídica ou fiscal adequada;gastos sem finalidade da transferência especial; e pagamentos sem comprovação da quantidade ou da execução do objeto contratado

Inexecução total ou parcial das obras ou serviços e superfaturamento de preços, com prejuízo apurado de R$ 14.107.068,26.

Segundo o TCU, as irregularidades levaram à instauração de processos de tomada de contas especial para apurar responsabilidades e buscar o ressarcimento dos danos.

Câmara dos Deputados completa 200 anos com acervo histórico acessível a quem visita o Congresso — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A auditoria também identificou fragilidades no módulo de transferências especiais do sistema Transferegov.br.

Entre elas estão a aceitação de informações genéricas nos planos de trabalho, como a falta de detalhamento do objeto; a possibilidade de alterações irrestritas de objetos, valores e metas; inconsistências na apresentação dos saldos bancários, que podem induzir usuários ao erro.

Sobre isso, o TCU determinou que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) atualize, em até 120 dias, os seus sistemas para impedir que os entes beneficiários alterem os dados dos planos de trabalho referentes às transferências realizadas entre 2020 e 2024 após o registro dessas informações. A decisão foi tomada na sessão plenária desta quarta-feira (29).

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 2 horas Rio de Janeiro Ventania deixou 5 mortos no Sudeste; IML tenta identificar vítima em SPHá 2 horasVentos voltam a atingir região, mas com rajadas menos intensasHá 2 horasQuem era o ex-jogador do Botafogo vítima de queda de muro no Rio

Há 31 minutos Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 31 minutosMais de 370 mil clientes continuam sem luz no RJHá 31 minutosDados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 11 minutos Economia TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 11 minutosEleições 2026Veja como está a corrida presidencial em 10 estados, segundo a Quaest

Há 19 minutos Eleições 2026 Quaest no Ceará: Ciro Gomes lidera com 43% no 1º turno; Elmano tem 33%

Há 59 minutos Eleições 2026 no Ceará Pelo Senado, Cid Gomes e Capitão Wagner aparecem à frente Há 59 minutosQuaest no RS: Juliana Brizola e Luciano Zucco estão tecnicamente empatados

Há 4 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul 5 candidatos estão tecnicamente empatados para o SenadoHá 4 horasQuaest em Goiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turno

Há 4 horas Eleições 2026 em Goiás 64% aprovam governo de Daniel Vilela; 12% desaprovam Há 4 horasGracinha e Vanderlan aparecem à frente na disputa ao SenadoHá 4 horasBlog do Valdo CruzNunes Marques tem que punir Flávio por vídeo de IA, avaliam ministros do STF e TSE

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Táxi sem volante da Amazon recebe autorização para operar comercialmente nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Carros Táxi sem volante da Amazon recebe autorização para operar comercialmente nos EUA Veículo elétrico da Zoox não tem volante nem pedais e foi desenvolvido para nunca precisar de motorista. Órgão de trânsito americano declarou que vai fiscalizar a segurança do sistema. Por Reuters — San Diego, Califórnia

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

A Zoox, empresa de veículos autônomos da Amazon, recebeu autorização do governo dos Estados Unidos para iniciar uma operação comercial limitada de seus robotáxis sem volante nem pedais.

A aprovação foi anunciada nesta quarta-feira (30) pela Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA, na sigla em inglês).

A decisão é considerada um marco para a indústria de carros autônomos porque permite que um veículo desenvolvido desde o início para funcionar sem motorista humano passe a operar comercialmente.

Até agora, a maioria das empresas do setor adaptava carros convencionais para incluir sistemas de direção autônoma.

🤖 O robotáxi da Zoox tem formato semelhante ao de uma pequena cabine elétrica, com duas fileiras de assentos voltadas uma para a outra.

A empresa disputa espaço nesse mercado com concorrentes como a Waymo, da Alphabet (controladora do Google), e a Tesla, que também desenvolve veículos totalmente autônomos.

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Em entrevista exclusiva à agência Reuters, o administrador da NHTSA, Jonathan Morrison, afirmou que a autorização permite que a Zoox coloque em operação comercial até 2.500 veículos por ano, durante os próximos dois anos.

Segundo ele, a agência concluiu que o sistema de direção autônoma da empresa oferece um nível de segurança equivalente ao exigido para veículos convencionais, mesmo sem volante ou pedais.

"Podemos afirmar claramente que os sistemas instalados no Zoox superam os requisitos equivalentes de desempenho de um veículo em conformidade", afirmou Morrison.

A autorização, no entanto, vem acompanhada de exigências extras. A Zoox terá de informar regularmente à NHTSA ocorrências como acidentes e paradas inesperadas nas vias públicas. Caso sejam identificados problemas relevantes de segurança, a autorização poderá ser suspensa.

"Temos a capacidade de retirar a isenção caso vejamos grandes problemas de segurança", disse Morrison.

Cabine do Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, que recebeu autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Atualmente, a Zoox realiza testes com passageiros em áreas de Las Vegas e São Francisco. Com a nova autorização federal, a empresa poderá começar a cobrar pelas viagens, desde que obtenha também as licenças exigidas pelos governos estaduais e municipais.

A NHTSA informou ainda que pretende elaborar os primeiros padrões federais específicos para sistemas de direção autônoma até o fim do governo Donald Trump. A agência também estuda revisar normas antigas, criadas para veículos conduzidos por pessoas, como a obrigatoriedade de volante, pedais e retrovisores.

Apesar do avanço regulatório, a expansão dos robotáxis ainda enfrenta desafios relacionados à segurança.

Zoox, táxi sem volantes e pedais da Amazon, recebe autorização para operar nos EUA — Foto: Divulgação / Zoox

Neste mês, a NHTSA enviou uma carta às empresas do setor cobrando medidas imediatas para corrigir situações em que veículos autônomos interferiram no trabalho de policiais, bombeiros e equipes de resgate.

A agência também acompanha episódios em que robotáxis tiveram dificuldades para lidar com ônibus escolares parados, áreas de obras, cruzamentos movimentados, ruas alagadas e outras situações complexas do trânsito.

"Se continuarmos vendo problemas, não hesitaremos em usar toda a nossa autoridade fiscalizadora", afirmou Morrison.

Após receber a notificação da agência, a Zoox fez um recall de sua frota de 105 veículos autônomos para atualizar o software. Segundo a empresa, os robotáxis poderiam ter dificuldade para detectar fumaça densa, especialmente em situações de emergência.

Morrison deve apresentar nesta quinta-feira (30) os esforços da NHTSA para aumentar a segurança dos veículos autônomos durante o Simpósio de Transporte Automatizado da SAE International, em San Diego.

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 2 horas Rio de Janeiro Ventania deixou 5 mortos no Sudeste; IML tenta identificar vítima em SPHá 2 horasVentos voltam a atingir região, mas com rajadas menos intensasHá 2 horasQuem era o ex-jogador do Botafogo vítima de queda de muro no Rio

Há 30 minutos Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 30 minutosMais de 370 mil clientes continuam sem luz no RJHá 30 minutosDados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 11 minutos Economia TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 11 minutosEleições 2026Veja como está a corrida presidencial em 10 estados, segundo a Quaest

Há 18 minutos Eleições 2026 Quaest no Ceará: Ciro Gomes lidera com 43% no 1º turno; Elmano tem 33%

Há 59 minutos Eleições 2026 no Ceará Pelo Senado, Cid Gomes e Capitão Wagner aparecem à frente Há 59 minutosQuaest no RS: Juliana Brizola e Luciano Zucco estão tecnicamente empatados

Há 4 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul 5 candidatos estão tecnicamente empatados para o SenadoHá 4 horasQuaest em Goiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turno

Há 4 horas Eleições 2026 em Goiás 64% aprovam governo de Daniel Vilela; 12% desaprovam Há 4 horasGracinha e Vanderlan aparecem à frente na disputa ao SenadoHá 4 horasBlog do Valdo CruzNunes Marques tem que punir Flávio por vídeo de IA, avaliam ministros do STF e TSE

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dívida pública federal sobe 2,6% em junho e atinge R$ 9,27 trilhões, diz Tesouro Nacional

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 10:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,073-0,7%Dólar TurismoR$ 5,293-0,29%Euro ComercialR$ 5,836-0,21%Euro TurismoR$ 6,0940,05%B3Ibovespa174.438 pts0,32%Oferecido por

A dívida pública federal cresceu 2,6% em junho e atingiu R$ 9,27 trilhões, informou nesta quarta-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em maio, o endividamento estava em R$ 9,03 trilhões.

A dívida pública federal é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, pagar as despesas do governo acima da arrecadação com impostos e contribuições.

De acordo com o Tesouro, a dívida subiu em junho por conta da emissão de R$ 149,6 bilhões em títulos públicos no mercado interno. Os resgates desses papéis somaram valor menor no mês passado: R$ 7,33 bilhões.

Segundo o governo, o custo médio das emissões em oferta pública da dívida pública apresentou redução, passando de 14,19%, em maio, para 14,20% ao ano em junho.

Já o prazo médio da dívida pública apresentou queda, passando de 4,07 anos, em maio, para 4,01 anos, em junho.

A chamada "reserva de liquidez' (disponibilidades de caixa destinadas exclusivamente ao pagamento da dívida) passou de passando de R$ 1,21 trilhão, em maio, para R$ 1,35 trilhão em junho — o equivalente a 8,33 meses de vencimentos.

A previsão do Tesouro Nacional é que a dívida encerre o ano de 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões. O dado consta no Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em janeiro deste ano.

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 2 horas Rio de Janeiro Ventania deixou 5 mortos no Sudeste; IML tenta identificar vítima em SPHá 2 horasVentos voltam a atingir região, mas com rajadas menos intensasHá 2 horasQuem era o ex-jogador do Botafogo vítima de queda de muro no Rio

Há 31 minutos Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 31 minutosMais de 370 mil clientes continuam sem luz no RJHá 31 minutosDados do Tesouro NacionalDespesas do governo fazem dívida pública subir e atingir R$ 9,27 trilhões

Há 11 minutos Economia TCU identifica irregularidades em 82% dos repasses via ‘emendas Pix’Há 11 minutosEleições 2026Veja como está a corrida presidencial em 10 estados, segundo a Quaest

Há 19 minutos Eleições 2026 Quaest no Ceará: Ciro Gomes lidera com 43% no 1º turno; Elmano tem 33%

Há 59 minutos Eleições 2026 no Ceará Pelo Senado, Cid Gomes e Capitão Wagner aparecem à frente Há 59 minutosQuaest no RS: Juliana Brizola e Luciano Zucco estão tecnicamente empatados

Há 4 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul 5 candidatos estão tecnicamente empatados para o SenadoHá 4 horasQuaest em Goiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turno

Há 4 horas Eleições 2026 em Goiás 64% aprovam governo de Daniel Vilela; 12% desaprovam Há 4 horasGracinha e Vanderlan aparecem à frente na disputa ao SenadoHá 4 horasBlog do Valdo CruzNunes Marques tem que punir Flávio por vídeo de IA, avaliam ministros do STF e TSE

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em queda, de olho em dados econômicos e conflito entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (30) em queda, com um recuo de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,0974. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Uma série de dados econômicos do Brasil e dos Estados Unidos toma conta da agenda de hoje. No Brasil, o destaque fica com a Pnad Contínua, que deve trazer indicações sobre o mercado de trabalho nacional. Já no exterior, o foco fica com o PIB americano e o PCE, índice de inflação preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para guiar sua política de juros.

▶️ E por falar em Fed, investidores também seguem repercutindo a decisão de juros da instituição, anunciada na véspera. O BC americano manteve a taxa inalterada na faixa de 3,50% e 3,75% ao ano, no menor nível desde setembro de 2022. A decisão veio em linha com o esperado pelo mercado e marcou a quinta reunião seguida em que o BC americano deixou os juros no mesmo nível.

▶️ A volta das tensões entre EUA e Irã também seguem sob os holofotes. Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, prometeu retaliações contra o Irã pelo ataque do país a militares americanos na Jordânia. Segundo o republicano, cinco projéteis foram interceptados.

Mesmo diante das tensões, o petróleo operava em queda nesta quinta-feira. Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,57%, cotado a US$ 90,22. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 0,89% no mesmo horário, a US$ 83,71 o barril.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (29) que os Estados Unidos atingiriam o Irã com "muita força" após um ataque contra militares americanos na Jordânia.

"Agora é a nossa vez", disse Trump a repórteres na Casa Branca. Ele afirmou que Washington veria se haveria um acordo em algum momento, "mas vamos atingi-los com muita força".

Mais cedo, em entrevista à Fox, o republicano havia prometido "dar uma surra" em Teerã em resposta.

Trump disse que o Irã lançou cinco mísseis balístico em direção a posições americanas, mas o sistema Patriot interceptou todos os projéteis.

Trump também afirmou ter sido informado sobre um ataque de drone contra navios-tanque ao largo do Egito, mas não informou como os EUA vão reagir.

Empresas de segurança marítima e o governo egípcio reportaram que a embarcação Energos Winter, que armazena Gás Natural Liquefeito (GNL) e pertence a uma empresa dos EUA, foi atingida por um drone no porto de Damieta.

Com isso, as preocupações sobre os efeitos diretos e indiretos da guerra voltam a tomar conta dos mercados. O principal temor é que o conflito continue a limitar o tráfego no Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo —, limitando a oferta global da commodity.

Na Ásia, as ações chinesas caíram nesta quinta-feira, em meio a uma forte onda de vendas nos setores de chips e transceptores ópticos.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,10%, enquanto o Índice de Xangai, o SSEC, recuou 0,6%.

Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 0,2% e o Nikkei, do Japão, subiu 0,71%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 1,23%.

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 3 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul 5 candidatos estão tecnicamente empatados na disputa pelo SenadoHá 3 horasQuaest em Goiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turno

Há 3 horas Eleições 2026 em Goiás 64% aprovam governo de Daniel Vilela; 12% desaprovam Há 3 horasGracinha e Vanderlan aparecem à frente na disputa ao SenadoHá 3 horasRajadas de 100 km/hIMAGENS mostram rastro de destruição no Rio após vendaval

Há 35 minutos Rio de Janeiro Ventania deixou 5 mortos no Sudeste; IML tenta identificar vítima em SPHá 35 minutosVentos voltam a atingir região, mas com rajadas menos intensasHá 35 minutosEx-jogador do Botafogo é uma das vítimas de queda de muro no Rio

Há 4 horas Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 4 horasMais de 370 mil clientes continuam sem luz no RJHá 4 horasMercado de trabalhoDesemprego cai e fica em 5,4% em junho, diz IBGE

Há 41 minutos Economia Chuvas no RSApós perder 80% da cidade para cheias, prefeitura proíbe reconstrução

Há 4 horas Jornal Nacional Granizo e vendaval: chuva volta a desalojar famílias no RSHá 4 horasMulher perdeu casa em 2024 e foi novamente atingida por chuvasHá 4 horasCarros 🚗💸’Efeito China’: preço médio do 0 km no Brasil tem 1ª queda em seis anos

Há 3 horas Carros Calculadora do g1FGTS vai pagar amanhã R$ 13 bilhões de lucro; veja quanto você receberá

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desemprego fica em 5,4% no trimestre até junho, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,27%Dólar TurismoR$ 5,308-0,33%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0910,22%B3Ibovespa173.885 pts-1,52%Oferecido por

A taxa de desocupação ficou em 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE.

Com o resultado, a taxa caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março de 2026, quando estava em 6,1%. Na comparação com o mesmo período do ano passado (abril a junho de 2025), a queda foi de 0,4 ponto percentual, já que a taxa era de 5,8%.

No trimestre encerrado em junho, o Brasil tinha 5,9 milhões de pessoas desempregadas. O número representa uma queda de 10,9% em relação ao trimestre anterior, encerrado em março (6,6 milhões).

Na comparação com o mesmo período de 2025, houve queda de 6,3%, o equivalente a 392 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

Já o total de ocupados somou 103,1 milhões. Esse contingente aumentou 1,1% no trimestre, com avanço de 0,7% também em relação ao ano anterior, representando um adicional de 742 mil pessoal.

Com consequência, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,8%, com alta de 0,5 ponto percentual frente ao trimestre anterior e estabilidade na comparação anual.

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 3 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul 5 candidatos estão tecnicamente empatados na disputa pelo SenadoHá 3 horasQuaest em Goiás: Daniel Vilela tem 37%; Marconi Perillo, 21% no 1º turno

Há 3 horas Eleições 2026 em Goiás 64% aprovam governo de Daniel Vilela; 12% desaprovam Há 3 horasGracinha e Vanderlan aparecem à frente na disputa ao SenadoHá 3 horasRajadas de 100 km/hIMAGENS mostram rastro de destruição no Rio após vendaval

Há 35 minutos Rio de Janeiro Ventania deixou 5 mortos no Sudeste; IML tenta identificar vítima em SPHá 35 minutosVentos voltam a atingir região, mas com rajadas menos intensasHá 35 minutosEx-jogador do Botafogo é uma das vítimas de queda de muro no Rio

Há 4 horas Rio de Janeiro Humorista relata que voo não pôde pousar no GaleãoHá 4 horasMais de 370 mil clientes continuam sem luz no RJHá 4 horasMercado de trabalhoDesemprego cai e fica em 5,4% em junho, diz IBGE

Há 41 minutos Economia Chuvas no RSApós perder 80% da cidade para cheias, prefeitura proíbe reconstrução

Há 4 horas Jornal Nacional Granizo e vendaval: chuva volta a desalojar famílias no RSHá 4 horasMulher perdeu casa em 2024 e foi novamente atingida por chuvasHá 4 horasCarros 🚗💸’Efeito China’: preço médio do 0 km no Brasil tem 1ª queda em seis anos

Há 3 horas Carros Calculadora do g1FGTS vai pagar amanhã R$ 13 bilhões de lucro; veja quanto você receberá

0

PREVIOUS POSTSPage 2 of 4NEXT POSTS