RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Volkswagen faz recall de quase 100 mil carros elétricos por problema com bateria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 14:45

Carros Volkswagen faz recall de quase 100 mil carros elétricos por risco de incêndio Falha na bateria aumenta risco de fogo; a Volkswagen ainda não confirmou se unidades da linha ID oferecidas no Brasil estão inclusas. A 'Kombi elétrica' ID Buzz pode ser alugada no País. Por Reuters — São Paulo

Volkswagen iD Buzz faz parte do serviço de assinatura da marca no Brasil — Foto: Divulgação / Volkswagen

A Volkswagen anunciou o recall de quase 100 mil veículos elétricos, dos quais cerca de 28 mil estão na Alemanha, por problemas relacionados aos módulos de bateria, segundo a autoridade alemã de veículos motorizados (KBA).

De acordo com avisos emitidos no início deste mês, módulos da bateria de alta tensão fora das especificações podem causar redução da autonomia e, em casos mais graves, risco de incêndio.

Como solução, a montadora informou que fará uma atualização de software, além de inspecionar as baterias. Se necessário, módulos individuais serão substituídos.

Ainda não está claro se o recall atinge os modelos da linha ID vendidos no Brasil, que ainda têm presença limitada no país. O g1 procurou a Volkswagen, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

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PIX fora do ar? Clientes de bancos reclamam de instabilidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 14:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,44%Dólar TurismoR$ 5,4720,49%Euro ComercialR$ 6,0940,14%Euro TurismoR$ 6,3450,03%B3Ibovespa181.801 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,44%Dólar TurismoR$ 5,4720,49%Euro ComercialR$ 6,0940,14%Euro TurismoR$ 6,3450,03%B3Ibovespa181.801 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,44%Dólar TurismoR$ 5,4720,49%Euro ComercialR$ 6,0940,14%Euro TurismoR$ 6,3450,03%B3Ibovespa181.801 pts-0,07%Oferecido por

Clientes de diferentes bancos usaram as redes sociais nesta terça-feira (24) para reclamar de instabilidade no PIX.

A plataforma Downdetector, que monitora serviços online, registrou forte aumento de queixas a partir das 11h38. O pico foi atingido às 12h08, com 619 ocorrências.

O g1 entrou em contato com o Banco Central do Brasil (BC), responsável pelo PIX. A instituição não se posicionou até a última atualização deste texto.

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Maior fornecedor de fertilizantes do Brasil, Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 14:03

Agro Maior fornecedor de fertilizantes do Brasil, Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês Medida tem como objetivo garantir estoque para o plantio de primavera. Decisão por trazer prejuízos, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz. Por Redação g1

A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira (24) que vai interromper as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril.

O país é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil. Em 2025, a Rússia foi responsável por 25,9% dos adubos químicos comprado pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Comércio Exterior.

A Rússia não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais.

A Rússia tem limites de exportação em vigor desde 2021, enquanto os produtores foram solicitados pelo governo a priorizar o fornecimento ao mercado interno.

A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira (24) que vai interromper as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril, para garantir estoque suficiente durante a temporada de plantio da primavera, segundo a Reuters.

O país é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil. Em 2025, a Rússia foi responsável por 25,9% dos adubos químicos comprado pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Comércio Exterior.

A Rússia não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam 24% do comércio global de amônia, um ingrediente do nitrato de amônio.

O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais. A Rússia produz um quarto do nitrato de amônio do mundo.

"No contexto da crescente demanda de exportação de fertilizantes nitrogenados, a suspensão de seu fornecimento ao exterior permitirá que as necessidades do mercado interno sejam priorizadas durante a temporada de trabalho de campo da primavera", disse o ministério.

O nitrato de amônio é amplamente utilizado na agricultura no início da temporada de plantio. A Rússia tem limites de exportação em vigor desde 2021, enquanto os produtores foram solicitados pelo governo a priorizar o fornecimento ao mercado interno em vez das exportações.

A Rússia exporta nitrato de amônio para o Brasil, Índia, Peru, Mongólia, Marrocos e Moçambique. Também exportou uma pequena quantidade de nitrato de amônio para os EUA em 2024.

Em fevereiro, drones ucranianos atingiram a fábrica de Dorogobuzh, no oeste da Rússia, o principal ativo de produção da Acron, que produz cerca de 11% do nitrato de amônio da Rússia. Não se espera que a fábrica esteja totalmente operacional antes de maio.

No mercado de fertilizantes, existem três insumos que são os mais relevantes, que formam o NPK, aponta Cicero Lima, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV AGRO). São eles:

o nitrogênio (N), que o Brasil importa 95%;o fosfato (P), o qual 75% é comprado no exterior;e o potássio (K), com 91% vindo de fora do país.

➡️Faltam matérias-primas: no país, não há muitas reservas de componentes que são fundamentais para a produção dos fertilizantes, principalmente nitrogênio e potássio.

O potássio, por exemplo, está concentrado em países como Canadá, Rússia e Bielorrússia, que dominam o mercado mundial.

Já a indústria nacional de nitrogenados é pequena, porque a produção exige gás natural barato. Assim, perde competitividade frente a países como EUA, Rússia e Catar.

➡️Demanda grande: a produção nacional não consegue atender tudo o que a agricultura brasileira consome de fertilizante.

Apesar de ser grande produtor de alimentos, o Brasil tem solo pobre em nutrientes. Por isso, precisa de adubação frequente para manter a produtividade. Saiba mais abaixo.

Essa procura por fertilizante vem, principalmente, de produtos como a soja, milho, café e cana-de-açúcar.

➡️ Altos custos: importar sai mais barato, porque a logística no Brasil é cara e a infraestrutura é limitada, aponta Cogo.

O Brasil tem um Plano Nacional de Fertilizantes, criado em 2022. A meta é produzir entre 45% e 50% do insumo que o país consome até 2050.

Para isso, o governo pretende gastar mais de R$ 25 bilhões até 2030, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária.

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Arrecadação do imposto de importação tem queda no 1º mês de aumento do tributo, diz Receita Federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%Oferecido por

O governo registrou uma queda real de 3,2% na arrecadação do imposto de importação no primeiro mês de aumento do tributo, informou a Secretaria da Receita Federal nesta terça-feira (24).

Segundo dados oficiais, a arrecadação com o imposto de importação somou R$ 7,17 bilhões em fevereiro deste ano quando parte do aumento do tributo entrou em vigor, contra R$ 7,4 bilhões no mesmo mês do ano passado. Os valores foram corrigidos pela inflação.

Controverso, o aumento do imposto para cerca de mil produtos importados teve por justificativa proteger a indústria nacional. A medida ganhou forte repercussão negativa nas redes sociais.

🔎De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação está relacionada o recuo de 1,24% no valor em dólar (volume) das importações e, também, de 9,8% na taxa média de câmbio.

🔎Ou seja, com queda na quantidade de produtos importados e, também, no seu valor em reais (por conta do dólar mais baixo), a arrecadação também recuou — mesmo com o aumento do imposto.

O órgão lembrou que o somente parte do aumento do imposto de importação entrou em vigor em fevereiro, sendo o que o restante teve início no começo de março.

O Ministério da Fazenda informou, quando a medida foi anunciada, que esperava arrecadar R$ 14 bilhões a mais neste ano com a alta do tributo sobre as importações.

Questionado por jornalistas, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, minimizou a queda na arrecadação. "Temos um ano pela frente", declarou ele.

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Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%Oferecido por

Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo — Foto: Getty Images via BBC

Operadores de mercado negociaram milhões de dólares em contratos relacionados a petróleo poucos minutos antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar na segunda-feira que os EUA iriam adiar possíveis ataques à infraestrutura de energia do Irã.

Dados de mercado analisados pela BBC revelaram um grande volume de negociações cerca de 15 minutos antes da postagem de Trump na rede Truth Social com a qual ele fez o anúncio.

Assim que Trump publicou a mensagem, o preço do petróleo desabou 14% em questão de minutos. Apostas na mudança brusca do preço naquele momento permitiram aos investidores ganhar milhões de dólares.

Alguns analistas de mercado dizem que a atividade pouco comum no mercado abre a possibilidade de que alguns fizeram apostas com conhecimento de que a medida seria anunciada.

A BBC entrou em contato com a Casa Branca pedindo um comentário. Um porta-voz disse ao jornal britânico Financial Times que "não tolera qualquer autoridade do governo lucrando de forma ilegal com informação privilegiada".

Mercados financeiros internacionais vêm sofrendo fortes oscilações com o conflito no Oriente Médio, com preços disparando à medida que os custos de produção e transporte subiram. Mas houve vários episódios em que a possibilidade de um fim da guerra provocou queda nos preços de petróleo, e disparada em bolsas de valores.

No sábado (21/3), Trump ameaçou "aniquilar" as usinas de energia do Irã se o país não abrisse em 48 horas o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo e gás do mundo. Os mercados asiáticos tiveram forte queda na segunda-feira na abertura, repercutindo a notícia. O preço do petróleo começou a subir.

No entanto, na segunda-feira, às 8h04 (horário de Brasília), antes da abertura dos mercados americanos, Trump publicou na Truth Social que Washington havia tido "conversas muito boas e produtivas" com Teerã sobre uma "resolução completa e total" das hostilidades.

Imediatamente, as bolsas começaram a subir e o preço do petróleo passou a cair, atingindo US$ 84 por barril.

Alguns analistas têm se debruçado sobre o que aconteceu nos mercados nos minutos anteriores à postagem do presidente.

Às 7h49, quinze minutos antes da publicação de Trump, investidores fizeram 733 apostas em contratos de petróleo WTI na bolsa New York Mercantile Exchange (Nymex). Um minuto depois, esse número saltou para 2.007, em valores equivalentes a US$ 170 milhões.

O mesmo padrão foi visto em investidores comprando contratos de Brent, que é o preço de referência do mercado. Em minutos, o número de contratos saltou de 20 para 1,6 mil, o equivalente a US$ 150 milhões.

Dados de outras segundas-feiras mostram que é pouco comum haver tantos contratos negociados nesse horário.

"Isso parece incomum, com certeza", disse Mukesh Sahdev, principal analista de petróleo da XAnalysts.

"Naquele momento, não havia sinais de que nenhuma conversa séria estaria acontecendo entre EUA e Irã. Então apostar tanto dinheiro que o petróleo cairia é algo que desperta perguntas."

Alguns passaram a questionar se alguns investidores tinham conhecimento antecipado sobre o anúncio de Trump.

"Um pouco antes da postagem na mídia social, muitas pessoas compraram contratos que os permitiriam lucrar com a queda do preço do petróleo", disse Rachel Winter, parceira da empresa de gestão de patrimônio Killik & Co. "Então está havendo alguma especulação sobre informação privilegiada. Não sabemos se isso é verdade, mas esperamos que haja alguma investigação sobre isso."

No final do dia na segunda-feira, o governo do Irã negou qualquer negociação, dizendo se tratar de "fake news" (notícias falsas), o que fez os mercados asiáticos subirem novamente nesta terça-feira.

Em uma postagem no X, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, disse se tratar de "fake news usada para manipular mercados financeiros e de petróleo e escapar do atoleiro no qual os EUA e Israel estão presos".

A BBC entrou em contato com o regulador financeiro dos EUA — a Commodity Futures Trading Comission — e também com a Financial Conduct Authority, do Reino Unido e aguarda resposta.

Em janeiro, houve um salto de apostas no Polymarket, uma plataforma do mercado de previsões, em que várias pessoas apostaram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, seria derrubado antes do fim do mês. Ele acabou preso por Forças americanas nas horas seguintes. Um apostador ganhou US$ 436 mil com uma aposta de US$ 32 mil.

EUA dizem que situação de negociação com Irã é 'fluida' e preço do petróleo volta a subirPetróleo despenca e fica abaixo de US$ 100, após Trump pausar ataques ao Irã; bolsas sobemPor que as opções dos EUA e do Irã para encerrarem a guerra diminuem conforme o tempo passa

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Arrecadação federal soma R$ 222 bilhões em fevereiro, com alta de 5,7% e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 222,1 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (24) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 5,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 210,2 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrada para meses de fevereiro desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF (tributo que teve aumento no ano passado).

▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 547,9 bilhões — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 550,2 bilhões no primeiro bimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,41% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 526,9 bilhões.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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Conselho do FGTS amplia teto de renda e valor de imóveis do Minha Casa, Minha Vida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 10:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,57%Dólar TurismoR$ 5,4790,63%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa179.915 pts-1,11%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,57%Dólar TurismoR$ 5,4790,63%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa179.915 pts-1,11%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,57%Dólar TurismoR$ 5,4790,63%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa179.915 pts-1,11%Oferecido por

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (24) a ampliação dos limites de renda e dos valores de financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

💰Com as novas regras, a Faixa 1 — atualmente destinada a famílias com renda de até R$ 2.850 — passou contemplar rendas de até R$ 3.200.

💰Já a Faixa 2 teve o teto elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000, enquanto a Faixa 3 avançou de R$ 8.600 para R$ 9.600.

💵Também foi aprovado o reajuste dos valores máximos dos imóveis financiados nas faixas superiores. Veja:

🏠 Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.

Além das mudanças no programa habitacional, o colegiado ainda precisa deliberar sobre a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte).

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Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos pressionada por aumento dos custos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 10:21

Tecnologia Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos pressionada por aumento dos custos O aumento dos custos — especialmente de memória — e com uma concorrência mais acirrada, a Xiaomi registra queda no lucro trimestral, apesar de resultados acima das expectativas do mercado. Por Redação g1

A gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência.

O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões).

O lucro trimestral da Xiaomi caiu pela primeira vez em três anos no final do ano passado, uma vez que a gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência.

Os aumentos de preços podem ser inevitáveis se a empresa não puder suportar a pressão do aumento dos custos de memória por mais tempo, disse o presidente da Xiaomi, Lu Weibing, em uma chamada sobre os resultados, sem entrar em detalhes.

O aumento do custo da memória foi maior do que se pensava inicialmente, acrescentou ele. "Algumas empresas podem ter dificuldades extremas para operar em um ciclo tão longo de aumento de custos, enfrentar grandes perdas ou até mesmo ir à falência", disse ele.

O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões), a primeira queda trimestral desde o quarto trimestre de 2022, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Ainda assim, o resultado superou a estimativa média de analistas, que era de lucro de 5,7 bilhões de iuanes, de acordo com dados da LSEG.

A Xiaomi, que também fabrica eletrodomésticos, disse que a receita do quarto trimestre ficou em 116,9 bilhões de iuanes, um pouco acima da estimativa média de 116,2 bilhões de iuanes, apesar dos custos de memória muito mais altos e do aumento da concorrência.

Para o acumulado do ano, o lucro aumentou 43,8%, para 39,2 bilhões de iuanes, devido a um aumento de 25% na receita.

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Petróleo sobe com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 10:21

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), em meio a incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.

Após fechar em queda de 11,12% na véspera, a US$ 99,72, o barril do Brent avançava 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o WTI, referência nos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49, refletindo a volatilidade diante do impasse geopolítico e do risco de interrupções no fornecimento de energia.

A alta ocorre após perder força o alívio inicial provocado pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar um ataque à rede elétrica do Irã. O anúncio havia derrubado os preços no dia anterior, mas não reduziu as incertezas sobre o rumo do conflito.

Apesar de Trump ter ampliado o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo —, o país negou estar em negociação com os EUA. Autoridades israelenses também afirmaram que um acordo é improvável no momento.

Com o estreito ainda afetado e o conflito em andamento, o mercado voltou a considerar riscos de restrição na oferta global de energia.

“A situação continua extremamente frágil”, afirmou Tony Sycamore, analista da IG. Segundo ele, a falta de alinhamento entre os envolvidos mantém a pressão sobre os preços.

Além do petróleo, os mercados globais operaram com volatilidade nesta terça-feira, com queda nas bolsas e recuperação do dólar, em meio à cautela dos investidores diante da escalada do conflito.

Para analistas, os danos à infraestrutura energética podem manter os preços elevados por mais tempo, mesmo em caso de trégua. “Mesmo que o conflito termine em breve, os preços de energia podem permanecer altos”, disse Thomas Mathews, da Capital Economics.

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Banco Central diz que guerra exige política de juros restritiva e não dá mais indicações sobre próximos passos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 09:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, quando juro caiu para 14,75% ao ano — Foto: Reprodução/TV Globo

O Banco Central (BC) avaliou nesta terça-feira (24) que a eclosão da guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil, diante do aumento no preço do petróleo (e seu eventual repasse aos combustíveis) e que, por isso, a política de juros terá de se manter "contracionista" (restritiva).

As informações constam na ata da última reunião Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano. Esse foi o primeiro corte de juros em quase dois anos.

"As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes", diz o Banco Central.

Por conta disso, a instituição afirmou que é preciso manter uma politica de juros conservadora, o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).

"Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada", avaliou a autoridade monetária.

Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o Banco Central.

Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.

O ambiente externo "tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio", informou o BC. "Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities", acrescentou. O resultado do PIB no último trimestre de 2025, com crescimento de 2,3% em todo ano passado, evidenciou, na avaliação do BC, a "desaceleração esperada da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente".A política fiscal (relacionada com os gastos públicos), segundo a autoridade monetária, tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de "estímulo à demanda agregada", e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros", ou seja, elevando os juros futuros.O BC repetiu, a informação divulgada na semana passada, que o cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o exige "serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio".

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