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Mega-Sena, concurso 2.988: prêmio acumula e vai a R$ 17 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 22:04

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.988: prêmio acumula e vai a R$ 17 milhões Veja os números sorteados: 21 – 23 – 28 – 36 – 57 – 58. Quina teve 24 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 58.355,02. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.988 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (24), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 17 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Petrobras discutirá parceria em águas profundas com estatal mexicana Pemex

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/03/2026 22:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira (24) que a Petrobras visitará o país no próximo mês para discutir uma possível parceria com a Pemex, a estatal mexicana de petróleo e gás.

Em entrevista a jornalistas, Sheinbaum acrescentou que ainda está avaliando a oferta apresentada na semana passada pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O objetivo da proposta é apoiar a Pemex em empreendimentos de petróleo em águas profundas, área em que a estatal mexicana possui menos experiência.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira (24) que a Petrobras visitará o país no próximo mês para discutir uma possível parceria com a Pemex, a estatal mexicana de petróleo e gás.

A iniciativa vem após o governo do Brasil propor projetos conjuntos no Golfo do México. Em entrevista a jornalistas, Sheinbaum acrescentou que ainda está avaliando a oferta apresentada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O objetivo da proposta é apoiar a Pemex em empreendimentos de petróleo em águas profundas, área em que a estatal mexicana possui menos experiência.

"A Petrobras se tornou altamente especializada em operações em águas profundas. Por isso, ele sugeriu que formássemos uma parceria (…) Mas ainda não decidimos", disse Sheinbaum.

A Petrobras opera no Golfo por meio de uma joint venture (parceria empresarial) com a Murphy Exploration & Production.

Há anos, a Pemex busca lançar grandes projetos no Golfo do México para compensar o declínio dos campos offshore mais antigos. Entre eles estão:

Zama, um campo de águas rasas que está prestes a se tornar um empreendimento em águas profundas;Trion, um campo de águas ultraprofundas;e Lakach, um campo de gás natural também em águas profundas.

A Petrobras enviará sua presidente, Magda Chambriard, ao México para encontros com o presidente da Pemex e membros do governo, disse a presidente mexicana Claudia Sheinbaum, acrescentando que ela também se reunirá com Chambriard.

Na sexta-feira, Lula afirmou ter ligado para Sheinbaum e ressaltou que “a Pemex poderia obter uma grande ajuda da Petrobras”.

A Pemex mantém duas parcerias com empresas privadas na produção de petróleo em águas profundas, parte de sua estratégia para aumentar a produção.

O México também busca acordos para produzir etanol a partir da cana-de-açúcar, afirmou Sheinbaum nesta terça-feira.

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VW Tiguan chega por R$ 299.990 e quer desbancar SUVs chineses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 21:03

Carros VW Tiguan chega por R$ 299.990 e quer desbancar SUVs chineses Utilitário esportivo vem com motor 2.0 turbo com 272 cv, tração integral, tecnologias de segurança e interior que aposta em conectividade. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Volkswagen apresentou nesta terça-feira (24) o novo Tiguan. O modelo chega às lojas em maio e teve atualizações de design, motor e equipamentos. O SUV tem porte semelhante a GWM Haval H6, BYD Song Plus, Jeep Commander e CAOA Chery Tiggo.2O Tiguan tem 17 anos de história no Brasil e já vendeu mais de 65 mil unidades.

No interior, o ganho de espaço é mais evidente. O porta-malas tem 459 litros de capacidade. Outro recurso importante é o banco traseiro ajustável, que permite ampliar ainda mais a área de carga conforme a necessidade, algo já presente em alguns concorrentes diretos. Teto solar completa a experiência na cabine.

Um dos avanços menos visíveis, mas relevantes, está na aerodinâmica. O coeficiente de arrasto foi reduzido de 0,33 para 0,28, o que significa que o veículo enfrenta menor resistência do ar.

Em termos práticos, quanto menor esse número, mais eficiente é o deslocamento do carro, especialmente em rodovias. Isso contribui diretamente para a redução do consumo de combustível.

Na dinâmica, o Tiguan tem controle de suspensão DCC Pro1. Os amortecedores adaptativos passam a contar com controle separado de compressão e retorno, e adotam duas válvulas (antes havia apenas uma). Essa mudança permite um ajuste mais preciso e refinado do comportamento da suspensãn.

O modelo também incorpora um diferencial eletrônico, responsável por distribuir a força entre as rodas. Esse recurso melhora a estabilidade, adapta o carro a diferentes estilos de condução e aumenta a segurança em situações de perda de aderência.

A arquitetura de suspensão mantém a configuração tradicional, com eixo dianteiro do tipo MacPherson e traseiro multi-braço. Toda essa estrutura é baseada na plataforma MQB Evo, uma evolução da já conhecida base utilizada pela Volkswagen em diversos modelos.

O novo Tiguan traz avanços relevantes em tecnologias de assistência e automação. O SUV agora é capaz de entrar e sair de vagas de estacionamento de forma totalmente autônoma.

Entre os assistentes de condução, o modelo conta com alerta de ponto cego, câmera 360 graus, alerta de colisão com frenagem autônoma, controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo e sistema de leitura de placas, que exibe as informações diretamente para o motorista. São 6 airbags.

O sistema de tração integral 4Motion também foi atualizado, com novo gerenciamento de energia e um novo acoplamento traseiro. Na prática, trata-se de uma tração sob demanda: em condições normais, o carro opera com tração dianteira, acionando o eixo traseiro apenas em situações de perda de aderência ou uso fora de estrada.

Na iluminação, o destaque é o sistema IQ Light HD Matrix. são mais de 750 lumens de fluxo luminoso nos faróis, permitindo uma iluminação mais precisa e definida durante a condução noturna. O sistema possibilita o uso contínuo do farol alto sem ofuscar outros veículos, além de oferecer iluminação adaptativa avançada.

No interior, o Tiguan estreia uma nova geração de arquitetura digital. A central multimídia tem tela de 15 polegadas — esta última prevista para o Brasil. O painel de instrumentos digital possui 10,25 polegadas, e há ainda um novo head-up display que projeta informações diretamente no para-brisa. Segundo a Volkswagen, toda a interface foi redesenhada, com telas posicionadas mais altas e integradas.

O modelo também passa a contar com um assistente de voz integrado ao ChatGPT, capaz de compreender comandos em linguagem mais natural. Para personalização do ambiente interno, há o modo “Atmosfera”, que permite ajustar iluminação e som da cabine.

Em termos de conectividade, o Tiguan oferece carregamento sem fio de 15 watts com refrigeração para o celular, além de entradas USB-C com potência de 45 watts. A alavanca de câmbio foi reposicionada para a coluna de direção, liberando espaço no console central.

Os bancos contam com ajuste elétrico, sistema de massagem com 10 câmaras, além de ventilação e aquecimento automáticos. A Volkswagen também afirma ter melhorado a qualidade dos materiais e adotado um design interno mais limpo e ergonômico.

A boa notícia é que o motor é um velho conhecido do mercado brasileiro, o que elimina surpresas em relação à manutenção e ao funcionamento no dia a dia. Por outro lado, quem esperava a presença de versões híbridas, como já acontece na Europa, não terá essa opção por enqua

Este é o VW Tiguan mais potente já lançado; motor 2.0 turbo entrega 272 cv — Foto: Divulgação / Volkswagen

O motor adotado é o 2.0 turbo da família EA888, uma nova geração chamada Evo 5. Trata-se de um quatro cilindros de dois litros com turbo. Esse propulsor entrega 272 cavalos o torque é de 35,7 kgfm e faz 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.

O consumo oficial do Inmetro é de 8,9 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada. O Tiguan é abastecido exclusivamente com gasolina.

A transmissão é automática de oito marchas da Aisin. É o mesmo câmbio de outro modelo da VW, o Atlas. O sistema de tração é integral sob demanda, o chamado AWD, que atua principalmente com tração dianteira e acopla o eixo traseiro quando necessário.

As impressões de condução serão detalhadas numa próxima reportagem. Os dados completos de desempenho e consumo, segundo a Volkswagen, acompanham a ficha técnica apresentada na sequência.

Motor a combustão: 2.0 turbo, quatro cilindros em linha, gasolinaPotência: 272 cavalosTorque: 35,7 kgfmTanque de combustível: 59 litrosCâmbio: 8 marchas, automáticoTração: IntegralSuspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira)Direção: ElétricaFreios: Discos ventilados (dianteira) e discos ventilados (traseira)Consumo gasolina: 8,9 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada)0 a 100 km/h: 7,4 segundosVelocidade máxima: 180 km/hComprimento: 4,69 mLargura: 1,87 mAltura: 1,67 mEntre-eixos: 2,79 mPeso: 1.820 kg

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Governo diz que acordo do Mercosul com União Europeia entra em vigor provisoriamente em 1º de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 18:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O governo brasileiro informou nesta terça-feira (24) que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor provisoriamente em 1º de maio de 2026.

Segundo o governo brasileiro, está em estágio avançado de tramitação o decreto de promulgação do acordo, ato final que incorpora tratados e acordos internacionais ao ordenamento jurídico do Brasil, tornando-os obrigatórios.

Na segunda-feira (23), a Comissão Europeia informou que o acordo entraria em vigor em caráter provisório.

Com isso, o pacto bilateral pode ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já concluíram seus processos internos, como o Brasil.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cumprimenta o presidente do Paraguai, Santiago Peña, com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o presidente da Argentina, Javier Milei, ao lado, no dia em que autoridades da União Europeia e do Mercosul assinaram um acordo de livre comércio, encerrando mais de 25 anos de negociações, em Assunção, Paraguai, em 17 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

O governo brasileiro informou nesta terça-feira (24) que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor provisoriamente em 1º de maio de 2026.

"Após a publicação do Decreto Legislativo nº 14, em 17 de março de 2026, o Brasil notificou oficialmente a Comissão Europeia em 18 de março de 2026 acerca da conclusão dos procedimentos internos de ratificação do Acordo. A União Europeia notificou o Brasil em 24 de março de 2026, cumprindo-se, assim, os requisitos para a vigência provisória do Acordo, conforme previsto em seu texto", detalhou o governo.

Segundo o governo brasileiro, está em estágio avançado de tramitação o decreto de promulgação do acordo, ato final que incorpora tratados e acordos internacionais ao ordenamento jurídico do Brasil, tornando-os obrigatórios.

"As pessoas físicas e jurídicas brasileiras passarão a contar com novas oportunidades concretas de acesso a um dos maiores mercados do mundo e provisão de maior quantidade e diversidade de produtos europeus no mercado brasileiro. A redução de tarifas, a eliminação de barreiras e o aumento da previsibilidade regulatória criarão condições mais favoráveis para exportações, investimentos e integração às cadeias globais de valor", diz o governo.

Na segunda-feira (23), a Comissão Europeia informou que o acordo entraria em vigor em caráter provisório.

Com isso, o pacto bilateral pode ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já concluíram seus processos internos, como o Brasil. Argentina e Uruguai também já finalizaram essa etapa, enquanto o Paraguai deve formalizar a notificação em breve.

🔍 Assinado em 17 de janeiro após mais de 25 anos de negociações, o acordo UE-Mercosul prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além do estabelecimento de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Para o Brasil, maior economia do bloco sul-americano, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores e gera impactos que vão além do agronegócio, alcançando também diversos segmentos da indústria brasileira.

Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.

Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.

Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.

Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.

O presidente da França, Emmanuel Macron, também criticou a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo comercial, classificando a medida como uma “má surpresa”.

Em janeiro deste ano, o Parlamento Europeu decidiu enviar o acordo entre a União Europeia e o Mercosul para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia.

A decisão pode atrasar a entrada em vigor do tratado de forma oficial por vários meses. A Corte vai verificar se o texto está de acordo com as regras do bloco europeu.

Se houver problemas, o acordo terá que ser revisado, o que pode gerar novos atrasos. Caso contrário, o texto segue para votação final no Parlamento.

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Banco Central anuncia medidas que ampliam capacidade de instituições reagirem rapidamente a suspeitas de fraudes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 18:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes.

As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação.

O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras.

De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira.

O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes.

As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação.

🔎 O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras.

De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira.

O BC explicou que nova etapa de aprimoramentos, anunciada hoje, aumenta "funcionalidades que ampliam a capacidade das instituições de reagir rapidamente a suspeitas de fraudes ou falhas operacionais.

"O aprimoramento busca reforçar a segurança das instituições participantes, proteger os recursos mantidos no BC e fortalecer a confiança no ambiente de pagamentos instantâneos e no sistema financeiro como um todo", acrescentou a instituição.

​Configuração de limite mínimo de saldo operacional: a instituição poderá definir um valor abaixo do qual sua Conta PI não aceitará a emissão de novas ordens de pagamento instantâneo. O mecanismo reduz riscos de perdas financeiras em cenários de irregularidades.Bloqueio automático da Conta PI: ao ser atingido o limite mínimo configurado, e caso o participante ative essa opção, o acesso à liquidação de ordens no SPI é temporariamente interrompido, cabendo à instituição, no momento que julgar adequado, proceder ao desbloqueio manual.Canal alternativo de consulta ao extrato da Conta PI: possibilita às instituições acompanhar a movimentação da conta mesmo quando houver indisponibilidade de acesso à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), situação que pode ocorrer por falhas internas ou tentativas de fraude.

Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Trump diz que Irã deu ‘grande presente’ aos EUA no setor de petróleo e gás

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 17:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Trump afirmou que o Irã fez uma grande concessão no setor de energia aos EUA e classificou o gesto como positivo, sem dar detalhes.

Trump sugeriu que o “presente” envolve o Estreito de Ormuz, principal rota do petróleo, que os EUA têm dificuldade em manter aberto.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022.

Trump reiterou que acredita que os EUA já venceram a guerra e disse que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ficou desapontado com a rapidez das ações militares.

Trump acrescentou que os EUA estão em contato com “as pessoas certas” no Irã para tentar encerrar as hostilidades. Disse ainda que os iranianos demonstram forte interesse em um acordo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante a posse de Markwayne Mullin como secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), na Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 24 de março de 2026. — Foto: Evan Vucci/Reuters

O presidente Donald Trump afirmou nesta terça-feira (24) que o Irã fez uma grande concessão aos Estados Unidos no setor de energia. Sem dar detalhes, ele indicou que o “presente” envolve o Estreito de Ormuz, principal rota do petróleo.

A área está parcialmente bloqueada pelo Irã, registrou queda no fluxo de navios nas últimas semanas e tem impulsionado a disparada dos preços da commodity.

Com a dificuldade para escoar o petróleo, os preços dispararam no mercado internacional, chegando a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuaram, mas seguem acima de US$ 100, em nível ainda elevado. O cenário preocupa Trump, de olho nas eleições legislativas de novembro. (leia mais)

“Eles nos deram um presente e o presente chegou hoje. Foi um presente muito grande, que vale uma quantidade enorme de dinheiro”, disse Trump a repórteres no Salão Oval. “Não foi nuclear, foi relacionado a petróleo e gás, e foi algo muito bom que eles fizeram.”

Trump reiterou que acredita que os EUA já venceram a guerra e disse que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ficou desapontado com a rapidez das ações militares. “Pete não queria que fosse resolvido”, afirmou, sem dar detalhes.

Na semana passada, Hegseth disse não haver um “prazo definido” para o fim da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, iniciada após ofensivas conjuntas.

Trump acrescentou que os EUA estão em contato com “as pessoas certas” no Irã para tentar encerrar as hostilidades. Disse ainda que os iranianos demonstram forte interesse em um acordo.

“Estamos em negociações neste momento”, afirmou. O republicano não deu detalhes nem sobre possíveis conversas nesta semana com enviados americanos como Steve Witkoff e Jared Kushner.

Segundo ele, Witkoff e Kushner, assim como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, participam das negociações. Enquanto isso, o Paquistão afirmou estar disposto a sediar negociações entre EUA e Irã.

Agências de notícias estatais do Irã negam, com base em fontes do governo, que haja diálogo em curso entre Washington e Teerã. A negativa veio após Trump anunciar uma trégua de cinco dias nos ataques à infraestrutura energética do Irã, citando “conversas muito boas” com lideranças do país.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PL dos apps: governo propõe mínimo de R$ 10 por corrida e pagamento integral por rota agrupada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 17:58

Política PL dos apps: governo propõe mínimo de R$ 10 por corrida e pagamento integral por rota agrupada Governo também quer R$ 2,5 por quilômetro em corridas acima de 4 km. Texto vai na contramão do que propõe relator na Câmara. Plataformas dizem que projeto é inviável. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

O Grupo de Trabalho formado pelo governo para discutir um projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos apresentou nesta terça-feira (24) um relatório em que sugere pagamento mínimo de R$ 10 por corrida, com R$ 2,50 por km adicional em viagens acima de 4 km, além do pagamento integral por entrega agrupada.

🔎As rotas agrupadas ocorrem quando um único entregador coleta e entrega múltiplos pedidos em uma única viagem. Essa estratégia é utilizada pelas plataformas para otimizar a logística e reduzir custos, mas é um dos principais pontos de atrito entre empresas e trabalhadores. O governo defende que os entregadores recebam o valor integral por cada item entregue.

O grupo é composto por representantes de entregadores, de motoristas por aplicativo e de sete ministérios do governo Lula e discutiu o texto, que tramita na Câmara, como forma de oferecer alternativas à proposta,

“Eu diria para você que hoje é um dia histórico, porque pela primeira vez no Brasil os trabalhadores por aplicativo, motoristas de Uber, estão sendo enxergados e tirados da invisibilidade”, afirmou o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP).

O parecer apresentado pelo grupo diz que o mínimo de R$ 10 por corrida atende a uma reivindicação da categoria e o adicional por quilômetro “aprimora a justiça remuneratória”.

“Essas mentiras que levam desinformação para a sociedade, que dizem que quando estamos defendendo ganho para os motoristas estamos defendo a taxa, essas mentiras servem às plataformas. Apesar do ambiente de fake news, envenenar o debate público, nosso governo vai permanecer firme ao lado dos trabalhadores”, afirmou Boulos.

Grupo de Trabalho montado pelo governo apresenta sugestões ao PL sobre os apps de entregas — Foto: Luiz Felipe Barbiéri/g1

Durante a apresentação do relatório, Boulos anunciou a assinatura de duas portarias do governo relacionadas aos trabalhadores por aplicativo.

Uma delas prevê a instalação de cem pontos de apoio para os motoristas e entregadores por aplicativo, com banheiro, água, vestiário, área de descanso e conectividade com a internet.

“Eles [plataformas] começaram a dizer que ia explodir o custo do delivery. Com essa portaria de transparência, eles vão colocar quanto o entregador vai ganhar, quanto eles [plataformas] estão ganhando e quanto é pro restaurante. Vamos começar a desmistificar a narrativa das grandes plataformas”, afirmou.

Quem são e quanto ganham os entregadores e motoristas de app no Brasil — Foto: Mart Production/Pexels

Pessoas próximas ao relator afirmam que ele vai manter o valor mínimo de R$ 8,50 para entregas por aplicativo, como está previsto hoje no texto, contrariando Boulos – e pode restringir o valor a apenas algumas modalidades.

A avaliação é a de que o governo sabe que não é possível subir o valor mínimo e que a demanda é apenas do ministro da Secretaria Geral da Presidência, que pretende apresentar o aumento como um trunfo eleitoral.

As plataformas, por sua vez, criticam o tabelamento por acreditarem que isso inviabiliza o modelo de negócios.

A entrega do relatório foi marcada por críticas às plataformas de entrega. Boulos criticou o fato de parte da corrida ficar com os aplicativos, o que chamou de taxa de exploração.

“Quem enche o tanque e paga a gasolina é o motorista. Quem está no risco de sofrer um acidente, é o motorista. Quem tem que trocar o pneu é o motorista. Quem trabalha é o motorista. O tempo é do motorista. E a Uber ficar com 40%, 50% de cada viagem… chamam isso de taxa de redenção. Para nós, isso é uma taxa de agiotagem, uma taxa de exploração dos trabalhadores”.

Já o ministro Luiz Marinho afirmou que o parecer do GT servirá para pressionar por um texto que garanta mais direitos aos trabalhadores.

"Esperamos que o parlamento escute essa voz. Esperamos que a sociedade escute essa voz e separe as mentiras das verdades”, afirmou o ministro. “É um bom ponto de partida para pressionar o Congresso para fazer uma lei que tenha garantia mínima para os trabalhadores", afirmou.

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Governo anuncia bloqueio pequeno em gastos no Orçamento de 2026, mas sobe para R$ 60 bi projeção de rombo em suas contas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 17:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento anunciaram nesta terça-feira (24) o bloqueio pequeno de R$ 1,6 bilhão, no orçamento deste ano.

A informação consta no relatório de receitas e despesas primárias do primeiro bimestre. Essa foi a primeira avaliação sobre o orçamento deste ano.

O valor ficou bem abaixo do bloqueio estimado por analistas do mercado financeiro, que oscilava entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.

➡️A explicação é que, ao optar por um congelamento menor de gastos, o governo teve de revisar para cima sua projeção para o déficit primário em suas contas neste ano: que avançou de R$ 22,9 bilhões (quando o orçamento foi aprovado) para R$ 59,8 bilhões.

➡️Com isso, o déficit estimado para 2026 ficará próximo do limite fixado pelo arcabouço fiscal, com o abatimento de precatórios (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Mas, ao mesmo tempo, o governo poderá executar mais despesas em um ano marcado por eleições presidenciais.

A limitação de R$ 1,6 bilhão em despesas será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios. Essas despesas envolvem investimentos e custeio da máquina pública.

Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros.

💰 Já os gastos obrigatórios, que não podem ser bloqueados, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros.

O detalhamento de quais ministérios serão atingidos pelo bloqueio será divulgado até o fim deste mês.

Vista aérea da Esplanada dos Ministérios em Brasília (DF) em novembro de 2015 — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a nova regra para as contas públicas aprovada no ano passado. Pela norma:

o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação.o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior.o objetivo do arcabouço fiscal é evitar, no futuro, uma disparada da dívida pública e uma piora nos juros cobrados dos investidores na emissão de títulos públicos.

Para calcular a necessidade de bloqueio no orçamento, o governo fez uma nova estimativa das receitas e despesas que serão feitas até o fim deste ano.

Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,4 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

➡️Com isso, o déficit estimado de R$ 59,8 bilhões em 2026 está bem próximo do limite fixado pela regra fiscal (com abatimento de precatórios).

O bloqueio de R$ 1,6 bilhão anunciado pela área econômica é menor do que o registrado em março do ano passado – no primeiro relatório de receitas e despesas do orçamento.

Naquele momento, foi anunciado um bloqueio de R$ 31,3 bilhões e aumento do IOF para tentar atingir a meta fiscal. Já em 2024, o primeiro do arcabouço fiscal, foi feito um contingenciamento de R$ 2,9 bilhões.

No ano anterior, 2023, ainda vigorava o chamado teto de gastos (aprovado por Temer) – pelo qual as despesas não podiam crescer acima da inflação do ano anterior. Mas foi concedido um espaço adicional de quase R$ 170 bilhões para despesas.

O teto de gastos teve início em 2017. Antes disso, os bloqueios no orçamento obedeciam à lógica das metas de superávit primário – propostas pelos governos e aprovadas pelo Congresso Nacional.

Para atingi-las, os governos tinham de bloquear gastos – com base nas previsões feitas no começo de cada ano para as receitas e para as despesas.

Em 2020, com a pandemia da Covid-19, foi aprovado um decreto de calamidade pública e gastos extraordinários, acima de R$ 700 bilhões, foram feitos.

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OpenAI planeja encerrar gerador de vídeos Sora, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 17:58

Tecnologia OpenAI planeja encerrar gerador de vídeos Sora, diz jornal Segundo o Wall Street Journal, o CEO da OpenAI, Sam Altman, informou funcionários de que a empresa vai encerrar seus modelos de geração de vídeo. Por Redação g1

A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, planeja descontinuar o aplicativo do gerador de vídeos Sora, revelou nesta terça-feira (24) o Wall Street Journal.

As mudanças foram anunciadas internamente pelo CEO da OpenAI, Sam Altman, sob a alegação de que a empresa vai encerrar produtos que usam seus geradores de vídeo, disse a reportagem.

Ainda de acordo com o jornal, a OpenAI descontinuará a versão do Sora para desenvolvedores e não oferecerá a funcionalidade de vídeo no ChatGPT.

A empresa tem direcionado esforços para ferramentas de produtividade voltadas para empresas e usuários individuais.

Vídeo criado com a inteligência artificial Sora mostra mamutes caminhando no gelo — Foto: Divulgação/OpenAI

O Sora foi lançado em 2024 como um modelo de inteligência artificial capaz de criar vídeos realistas a partir de textos curtos.

Ele gera as gravações a partir de uma técnica conhecida como "difusão", que cria imagens a partir de pontos aleatórios.

No começo do processo, o vídeo tem uma aparência de ruído estático, o efeito de TVs antigas que estão sem sinal. E, aos poucos, o visual é transformado em algo que pode ser reconhecido por um ser humano.

A técnica é parecida com a usada por robôs que criam fotos a partir de descrições dos usuários. Um deles é o DALL-E, que também foi criado pela OpenAI e serviu de base para o desenvolvimento do Sora.

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TCU suspende processo sobre atuação do BC no caso Master e avalia retirar sigilo do processo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 15:59

Política TCU suspende processo sobre atuação do BC no caso Master e avalia retirar sigilo do processo Segundo o ministro Jhonatan de Jesus, medida valerá até conclusão de outras investigações em curso relacionados ao caso. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), suspendeu nesta terça-feira (24) o processo de análise da atuação do Banco Central (BC) no processo de decretação de liquidação extrajudicial do Banco Master até a conclusão de outras investigações em curso relacionados ao caso.

“Entendo que a apreciação imediata do relatório de inspeção e do mérito da representação, neste momento processual, não se afigura a medida mais adequada, sob pena de o julgamento ocorrer com grau de completude inferior ao desejável, quando há perspectiva concreta de superveniência de elementos oficiais aptos a qualificar o juízo definitivo”, afirmou o ministro, em despacho nesta terça.

Antes de elaborar seu relatório final, que será submetido ao plenário da Corte, o ministro solicitou acesso a informações de diferentes frentes de apuração.

Entre essas informações estão a sindicância instaurada no Banco Central, o processo administrativo conduzido pela Controladoria-Geral da União (CGU) e a investigações em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

No despacho, o ministro também determina que a secretária-geral de controle externo do TCU instaure procedimento preparatório de reavaliação do grau de sigilo dos autos.

Para isso, os técnicos deverão pedir que o Banco Central sinalize quais documentos devem permanecer em sigilo por conter informações sensíveis.

Como mostrou o g1, o parecer final da área técnica do TCU apontou que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master.

No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada".

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

Jhonatan de Jesus, ministro do TCU, restringe acesso do Banco Central ao processo do Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação "precipitada" do Banco Master pela autoridade monetária.

Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.

No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.

No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.

Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.

Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.

No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.

O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.

O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.

O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.

O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda.

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