RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ex-presidente da Caixa na gestão Bolsonaro, Daniella Marques vai atuar em plano econômico de Flávio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 12:45

Ex-presidente da Caixa Econômica Federal e ex-assessora especial do Ministério da Economia durante a gestão Paulo Guedes, no governo Jair Bolsonaro, Daniella Marques passou a fazer oficialmente parte do time que elabora o programa econômico do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL).

Ao blog, Daniella afirmou que se licenciou por seis meses da empresa que trabalha, a Legend, para “ajudar o Brasil”. Segundo ela, a ideia é propor um modelo econômico “mais austero e virtuoso”.

A informação de que Daniella estava se licenciando da empresa para se dedicar ao programa de governo de Flávio foi antecipada pelo jornal "O Globo". Ao blog, Daniella se disse "indignada" com os gastos do atual governo em ano eleitoral.

Ao trazer um nome próximo a Paulo Guedes para seu plano econômico, Flavio tenta atrair o mercado financeiro, em especial depois da crise sobre o filme "Dark Horse" e dos recursos pedidos por Flávio a Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Com Daniella Marques, o pré-candidato do PL também tenta melhorar sua imagem com o eleitorado feminino.

Próxima de Paulo Guedes, a ex-presidente da Caixa tem experiência na área de gestão independente de fundos de investimentos. Foi sócia do ex-ministro na Bozano Investimentos, onde atuou como Diretora de Compliance e Operações e Financeiras (COO e CFO).

Ela tem formação de administradora de Empresas pela PUC-RJ com MBA em Finanças pelo Ibmec. Também foi diretora-executiva da Oren Investimentos; e, na Mercatto Investimentos, diretora de Risco e Compliance, Sócia e Gestora de Renda Variável.

Na gestão Bolsonaro, Daniella Marques também atuou na Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia.

Ela entrou no governo do político do PL, como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do ministro Paulo Guedes, em janeiro de 2019.

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Grande fã de Musk, bilionário Ron Baron compra US$ 1 bilhão de ações em IPO da SpaceX; saiba quem é

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 11:48

Tecnologia Grande fã de Musk, bilionário Ron Baron compra US$ 1 bilhão de ações em IPO da SpaceX; saiba quem é Com isso, Baron elevou sua participação na empresa para US$ 25 bilhões. Por Redação g1 — São Paulo

Uma transmissão ao vivo mostra o CEO da SpaceX, Elon Musk, no dia da oferta pública inicial (IPO) da SpaceX no Nasdaq MarketSite, na cidade de Nova York, EUA, 12 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Jeenah Moon

O fundador, presidente e gestor de portfólio da Baron Capital, Ron Baron, afirmou nesta segunda-feira (15) que comprou US$ 1 bilhão (R$ 5,1 bilhões) em ações da SpaceX na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da companhia, na sexta-feira (12) da semana passada.

Com isso, o bilionário elevou sua participação na empresa para US$ 25 bilhões (R$ 127,1 bilhões), considerando todos os fundos geridos por ele.

"Acredito que vamos ganhar centenas de bilhões de dólares [com o investimento]", afirmou Baron em entrevista ao canal americano CNBC.

Baron é conhecido no mercado financeiro por ser um dos maiores fãs de Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla. Segundo a Forbes, o gestor de fundos ficou bilionário ao investir em empresas de Musk.

"O que eles fizeram não é algo que qualquer outra empresa consiga fazer", disse Baron à CNBC. "Eles estão pelo menos 10 anos à frente de qualquer concorrente, seja na fabricação de foguetes, satélites ou na construção de redes".

De acordo com Baron, sua expectativa é que o valor de mercado da SpaceX aumente muito nos próximos dez anos, ficando entre US$ 20 trilhões (R$ 101,7 trilhões) e US$ 40 trilhões (R$ 203,3 trilhões). No fechamento dos mercados na última sexta-feira, a empresa valia US$ 2,1 trilhões (R$ 10,7 trilhões).

Ainda segundo a Forbes, Tesla e SpaceX são as duas empresas com as maiores participações de Baron, seguidas pela empresa de seguros Arch Captial Group, a companhia de tecnologia Gartner e o fornecedor de dados imobiliários comerciais CoStar Group.

Com uma fortuna estimada em US$ 8 bilhões (R$ 40,7 bilhões), Baron é a 455ª pessoa mais rica do mundo em 2026, segundo a Forbes.

De acordo com a revista, o bilionário é presidente e fundador da Baron Funds, empresa de gestão de ativos fundada em 1982 e que administra cerca de US$ 53 bilhões (R$ 269,4 bilhões) em recursos.

Ainda segundo a Forbes, Baron é dono de uma das maiores propriedades nos Hamptons, região litorânea de alto padrão no estado de Nova York. O custo da sua residência era de, inicialmente, US$ 152 milhões (R$ 772,6 bilhões) — valor que deve ter aumentado nos últimos anos.

Baron é filho de um engenheiro e de uma agente de compras do governo federal, e gostaria de ter sido médico, mas não conseguiu entrar na faculdade de medicinia.

Segundo a Forbes, Baron é conhecido no mercado financeiro por ser um grande fã do bilionário e empresário Elon Musk. Em 2024, por exemplo, o principal fundo de sua empresa, o Baron Partners Fund detinha cerca de 40% de seus ativos investidos na Tesla e outros 17% investidos na SpaceX.

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Com ‘gatilho’ na regra fiscal, servidor público não terá reajuste acima da inflação em 2027, diz ministro da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,047-0,31%Dólar TurismoR$ 5,250-0,31%Euro ComercialR$ 5,8580,01%Euro TurismoR$ 6,108-0,01%B3Ibovespa173.078 pts1,14%MoedasDólar ComercialR$ 5,047-0,31%Dólar TurismoR$ 5,250-0,31%Euro ComercialR$ 5,8580,01%Euro TurismoR$ 6,108-0,01%B3Ibovespa173.078 pts1,14%MoedasDólar ComercialR$ 5,047-0,31%Dólar TurismoR$ 5,250-0,31%Euro ComercialR$ 5,8580,01%Euro TurismoR$ 6,108-0,01%B3Ibovespa173.078 pts1,14%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (15) que o governo não poderá conceder reajuste aos servidores públicos acima da inflação em 2027 por conta de um "gatilho" existente na regra das contas públicas.

A declaração foi dada durante participação no podcast Warren Política, conduzido pelo economista Felipe Salto.

"Temos o novo marco fiscal, criamos um gatilho adicional. Ano que vem não vamos ter ganho real ao servidor público, o que é um ganho [em termos de contenção de despesas] em um primeiro ano de governo", disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

O arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas, foi aprovada em 2023, no primeiro ano do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A regra limita a despesa 70% da alta da receita, ou a 2,5% ao ano (acima da inflação).

➡️No fim de 2024, porém, o Congresso Nacional aprovou um reforço à regra, definindo que, em caso de déficit primário, ficará proibida a concessão, ampliação ou prorrogação de incentivos ou benefícios tributários.

🔎 O déficit primário ocorre quando receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo, sem considerar os gastos com o pagamento de juros da dívida pública. Já o superávit primário ocorre quando as receitas com impostos ficam acima das despesas – também desconsiderando juros da dívida.

A regra diz que a medida será adotada no ano seguinte ao que for registrado rombo nas contas do governo. E só poderá ser interrompida quando houver superávit primário. Como foi registrado déficit fiscal em 2025, os gastos serão contidos por esse gatilho em 2027.

➡️O resultado negativo nas contas também é um estopim para acionar limites ao aumento de gastos do governo com pessoal (salários e encargos sociais, por exemplo, de servidores ativos, inativos e pensionistas).

📈 Segundo a proposta, até 2030, estas despesas não poderão ter crescimento superior ao piso de reajuste das despesas permitido pelo arcabouço fiscal — 0,6% ao ano acima da inflação.

Em 2024, o governo fechou um acordo com servidores do Executivo contemplando reajustes salariais aprovadas ou em discussões no âmbito das Mesas Específicas e Temporárias de Negociação, além das reestruturações de carreiras O acordo abrangeu, à época, 98,2% dos servidores do governo federal.

Os acordos contemplam aumentos salariais para os servidores em 2025 e 2026, com diferentes índices de correção. Algumas categorias fecharam negociações posteriormente, contemplando tabém reajustes escalonados.

Naquele ano, a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou que os acordos não só garantiriam a reposição inflacionária para todo o mandato do presidente Lula, como haveria, ainda, um ganho real (acima da inflação esperada para os quatro anos).

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Justiça aprova pedido de recuperação judicial da dona da Tok&Stok e da Mobly

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,042-0,39%Dólar TurismoR$ 5,248-0,35%Euro ComercialR$ 5,855-0,04%Euro TurismoR$ 6,106-0,04%B3Ibovespa173.407 pts1,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,042-0,39%Dólar TurismoR$ 5,248-0,35%Euro ComercialR$ 5,855-0,04%Euro TurismoR$ 6,106-0,04%B3Ibovespa173.407 pts1,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,042-0,39%Dólar TurismoR$ 5,248-0,35%Euro ComercialR$ 5,855-0,04%Euro TurismoR$ 6,106-0,04%B3Ibovespa173.407 pts1,33%Oferecido por

O Grupo Toky, dono da Tok&Stok e da Mobly, afirmou nesta segunda-feira (15) que a Justiça aprovou o pedido de recuperação judicial da companhia e de suas subsidiárias.

🔎 Recuperação judicial é um processo em que uma empresa com dificuldades financeiras pede proteção à Justiça para renegociar dívidas e evitar a falência, enquanto continua funcionando.

A empresa entrou com o pedido de recuperação judicial em maio deste ano, na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, citando uma dívida superior a R$ 1 bilhão.

Na ocasião, a companhia informou que a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

Segundo a empresa, esse cenário reduziu as vendas e afetou o caixa do grupo. A Toky também afirmou que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

A companhia afirmou que o objetivo do pedido é preservar as operações, manter os serviços e criar condições para renegociar as obrigações financeiras.

No pedido de recuperação judicial protocolado na Justiça de São Paulo, o Grupo Toky solicitou medidas urgentes para evitar o colapso das operações e garantir a continuidade das atividades, citando "risco de dano irreparável" nas operações da companhia.

Um dos principais pedidos da empresa é a liberação imediata de cerca de R$ 77 milhões em valores de vendas feitas no cartão de crédito que estão retidos pela SRM Bank.Segundo o grupo, o bloqueio desses valores afetou o caixa da empresa e colocou em risco pagamentos básicos, como salários de mais de 2 mil funcionários.A companhia também pediu à Justiça a suspensão, por 180 dias, de cobranças e ações por dívidas enquanto tenta renegociar os débitos com credores (o chamado “stay period”).

Outro ponto do pedido é a manutenção de contratos e serviços considerados essenciais para o funcionamento da empresa.

O grupo quer impedir interrupções em operações de logística, transporte, sistemas digitais, computação em nuvem, energia elétrica e abastecimento de água.

O Grupo Toky foi criado em 2024 após a união entre a Mobly e a Tok&Stok, duas marcas tradicionais do setor de móveis e decoração no Brasil.

A fusão deu origem a um dos maiores grupos de varejo de casa e decoração da América Latina, combinando operações físicas e digitais.

A Mobly foi fundada em 2011 por Victor Pereira Noda, Marcelo Rodrigues Marques e Mário Carlos Fernandes Filho, com foco em vendas online de móveis e itens de decoração.

A empresa recebeu investimentos da Rocket Internet e expandiu sua atuação para lojas físicas, contando atualmente com 11 unidades entre megastores, outlets e lojas compactas.

Já a Tok&Stok foi fundada em 1978 pelos franceses Régis e Ghislaine Dubrule. A marca ganhou espaço no mercado brasileiro ao apostar em móveis modernos, modulares e acessíveis, acompanhando o crescimento da classe média urbana e do mercado de apartamentos no país.

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Levi’s ironiza exigência da Fifa para a Copa de 2026 e brinca com logo coberto em estádio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,037-0,52%Dólar TurismoR$ 5,245-0,41%Euro ComercialR$ 5,850-0,13%Euro TurismoR$ 6,105-0,07%B3Ibovespa173.990 pts1,67%Oferecido por

A Levi’s ironizou, no último domingo (14), a cobertura do logo da marca no Levi’s Stadium — estádio localizado em São Francisco e que leva o nome da empresa como parte de um contrato de naming rights.

A medida foi uma exigência da Federação Internacional de Futebol (Fifa) durante a realização dos jogos da Copa do Mundo de 2026.

Pelas regras da entidade, estádios que tenham marcas em seus nomes são obrigados a esconder os logotipos e são rebatizados durante o torneio — o Levi’s Stadium, por exemplo, foi chamado de “San Francisco Stadium” para o Mundial.

Em uma publicação nas redes sociais, a Levi’s compartilhou imagens do logo coberto por um pano branco, acompanhadas de frases que fazem parte de uma tendência na internet e ironizam a situação.

A ideia é sugerir que, mesmo com o nome oculto, as pessoas ainda reconheceriam o estádio como o Levi’s Stadium. Veja abaixo:

A empresa também aproveitou para mudar sua foto de perfil nas redes sociais, adotando a imagem do logo coberto por um pano branco.

Após as mudanças, seguidores da Levi’s nas redes sociais entraram na brincadeira e elogiaram a estratégia de marketing da marca.

Levi's muda imagem de perfil para o logo coberto com um pano branco. — Foto: Reprodução/Instagram

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Fox compra Roku por US$ 22 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,029-0,67%Dólar TurismoR$ 5,241-0,48%Euro ComercialR$ 5,843-0,24%Euro TurismoR$ 6,101-0,12%B3Ibovespa173.767 pts1,54%Oferecido por

A Fox Corporation anunciou nesta segunda-feira (15) que firmou um acordo para a compra da Roku, plataforma e sistema operacional de televisões, voltada a facilitar o acesso a serviços de streaming.

A aquisição será feita por meio de uma combinação de dinheiro e ações ordinárias (com direito a voto), em um negócio de aproximadamente US$ 22 bilhões (R$ 111,8 bilhões). O preço pago por ação será de US$ 160 (R$ 813,23).

A transação combina o conteúdo de esportes, notícias e entretenimento da Fox e o serviço Tubi com a plataforma de streaming, o The Roku Channel, dados primários da companhia e relacionamento direto com mais de 100 milhões de lares.

A empresa resultante da fusão se tornará a terceira maior do setor de televisão dos EUA em termos de participação de audiência, informaram as empresas.

"Juntas, Fox e Roku criarão uma empresa de mídia e tecnologia de última geração em grande escala, posicionada na interseção de duas das forças mais importantes que estão remodelando o consumo de vídeo: a primazia duradoura dos esportes e notícias ao vivo e o crescimento contínuo do streaming", afirmou a empresa em comunicado feito ao mercado.

A Roku é uma das primeiras empresas a levar plataformas de streaming como Netflix e YouTube para a televisão por meio de dispositivos conectados e smart TVs.

Após a conclusão, os atuais acionistas da Fox deverão deter cerca de 73% da empresa resultante da fusão e os acionistas da Roku, cerca de 27%. A expectativa é que o negócio seja concluído no primeiro semestre de 2027.

Segundo o presidente-executivo e diretor-executivo da Fox Corporation, Lachlan Murdoch, a combinação "transformará o escopo" da empresa e deve trazer uma mudança "significativa" no perfil de crescimento.

"Executamos essa aquisição a partir de uma posição de solidez financeira — mantendo nosso balanço patrimonial com grau de investimento, enquanto oferecemos aos nossos acionistas um programa ininterrupto de retorno de capital na forma de recompra de ações e dividendos", afirmou em nota.

Ainda de acordo com a empresa, a expectativa é que a transação acelere a estratégia digital da Fox, contribua para o aumento do fluxo de caixa. A empresa espera economizar cerca de US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) por ano com redução de custos, além de ter a chance de aumentar suas receitas.

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Dólar abre em queda, com foco em acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (15) em queda e marcava um recuo de 0,35% perto das 09h, cotado a R$ 5,0443. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ O novo acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã traz alívio para os mercados financeiros nesta segunda-feira. A expectativa é que o memorando seja assinado na próxima sexta-feira (19), na Suíça. Nenhuma das duas partes informou o conteúdo do tratado, mas, segundo a imprensa americana, o entendimento incluiria, entre outros pontos, a reabertura do Estreito de Ormuz e uma nova trégua, incluindo o Líbano.

Com a iminência de um acordo, os preços do petróleo operavam em queda nesta segunda-feira. O barril do Brent, referência internacional, caía 5,02% perto das 8h40, cotado a US$ 82,95. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, recuava 5,54% no mesmo horário, a US$ 80,18 por barril.

▶️ Outro destaque da semana fica com a chamada "Superquarta" — momento em que os bancos centrais do Brasil e dos EUA anunciam suas decisões de juros. O mercado espera a manutenção da taxa básica americana por parte do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), em meio aos sinais de preços ainda elevados no país. Já por aqui, a estimativa é de um novo corte de 0,25 ponto percentual (p.p.) pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Os EUA e o Irã chegaram a um acordo para encerrar a guerra no último domingo (14), segundo informações confirmadas pelo presidente americano, Donald Trump e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif. (acompanhe os principais acontecimentos)

Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Sharif declarou que "ambos os lados declararam o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano".

Ainda segundo o premiê paquistanês, a cerimônia oficial de assinatura do tratado está marcada para o dia 19 de junho, na Suíça.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, também publicou a informação em uma postagem na rede Truth Social.

"O acordo com a República Islâmica do Irã está agora concluído. Parabéns a todos!", declarou Trump.

Os detalhes do acordo não foram divulgados imediatamente, mas a estimativa é que questões como o programa nuclear iraniano deverão ser abordadas posteriormente.

um novo cessar-fogo de 60 dias em 'todas as frentes', incluindo o Líbano;a reabertura imediata do Estreito do Ormuz — que, segundo Trump, deve ficar para sexta-feira, para que minas sejam retiradas do local;o Irã também não deverá cobrar taxas das embarcações, e o tráfico local volte aos níveis pré-guerra em 30 dias;que os EUA também levantem o bloqueio naval que fazem na entrada de Ormuz;que sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;que o Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear.

Apesar do acordo, Israel afirmou que não vai retirar suas tropas da região do Líbano e o Hezbollah afirmou que vai observar o cumprimento da trégua por parte do governo israelense.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong se fecharam em alta nesta segunda-feira. O CSI300, que reúne as maiores companhias envolvidas em Xangai e Shenzen, avançou 2,4%. Já o Hang Seng teve alta de 0,5%.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Departamento de Justiça dos EUA aprova compra da Warner Bros pela Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O Departamento de Justiça dos EUA aprovou a compra da Warner Bros pela Paramount por US$ 110 bilhões, descartando riscos à concorrência no setor.

A transação ainda aguarda o aval da FCC, que analisa preocupações de senadores sobre investimentos de fundos do Oriente Médio e da China.

O negócio de US$ 110 bilhões unirá marcas como HBO e CBS, permitindo que a Paramount compita diretamente com gigantes como Netflix e Disney.

Apesar do aval, estados como Califórnia e Nova York planejam processos judiciais, enquanto reguladores do Reino Unido e da União Europeia investigam a fusão.

Profissionais de Hollywood temem demissões, mas analistas já previam a aprovação devido às fortes conexões políticas dos proprietários da Paramount com Donald Trump.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou na sexta-feira (12) a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance em um negócio avaliado em US$ 110 bilhões, concluindo que a operação não representa risco à concorrência nos mercados de streaming, televisão ou cinema.

A decisão dá mais um aval regulatório à fusão, embora o acordo ainda enfrente análises de outros órgãos e possíveis ações judiciais nos Estados Unidos e no exterior.

Em comunicado, a divisão antitruste do Departamento de Justiça informou que a transação não ameaça a competição no setor de mídia e entretenimento.

Com isso, a Paramount ganha mais um sinal verde enquanto tenta evitar uma contestação do negócio por estados americanos.

A empresa ainda aguarda uma decisão da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC), que analisa um pedido relacionado aos investimentos estrangeiros que financiam a aquisição.

Senadores americanos levantaram preocupações sobre a participação de fundos soberanos do Oriente Médio e de empresas chinesas na operação.

O acordo, avaliado em US$ 110 bilhões, criará um dos maiores grupos de mídia do mundo, reunindo ativos como HBO, CNN, CBS e grandes estúdios responsáveis por franquias como Harry Potter e Missão: Impossível.

A Paramount sustenta que a fusão aumentará a concorrência com gigantes do streaming, como a Netflix e a Disney, e nega que o negócio represente problemas antitruste.

Estados como Califórnia e Nova York preparam uma ação judicial para tentar barrar a compra, segundo fontes ouvidas pela Reuters na semana passada.

A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) britânica abriu uma investigação para avaliar os impactos do negócio sobre a concorrência, enquanto autoridades europeias também examinam a operação.

O acordo enfrenta ainda críticas de profissionais de Hollywood, incluindo atores, diretores, roteiristas e produtores, que temem perda de empregos e redução da diversidade de produções após a integração das empresas.

Analistas consultados pela Reuters já esperavam que o Departamento de Justiça não contestasse a transação.

Entre os fatores apontados estão as conexões políticas da Paramount: Larry Ellison, cofundador da Oracle e pai do CEO da empresa, David Ellison, mantém laços com o presidente Donald Trump, e a companhia contratou ex-integrantes da administração republicana.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercado financeiro sobe para 5,30% estimativa de inflação em 2026 e projeta corte menor de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 08:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é décima quarta semana seguida de aumento.

Expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 84 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros, mas em menor intensidade.

O mercado financeiro elevou novamente sua estimativa média para a inflação em 2026, que avançou para 5,30%. Esta é décima quarta semana seguida de aumento.

Os economistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste e nos próximos anos (veja mais abaixo nessa reportagem).

As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Com o acordo de paz anunciado neste domingo (14) entre os Estados Unidos e o Irã, o petróleo já mostrou queda neste início de semana, operando ao redor de US$ 84 por barril.

➡️ Para 2026, a estimativa de inflação subiu de 5,11% para 5,30%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4,03% para 4,10%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,65% para 3,68%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026, porém, subiu de 13,50% para 13,75% ao ano na última semana, embutindo uma redução menor dos juros no decorrer deste ano.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado passou de 11,50% para 12% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas avançou de 10% para 10,25% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,91% para 1,96%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro elevou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,15 para R$ 5,20 por dólar.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos subiu de R$ 5,20 para R$ 5,25 por dólar.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bolsas asiáticas e europeias abrem em alta após anúncio de possível acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 05:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

Operadores de câmbio observam monitores na sala de negociações de moedas estrangeiras na sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul. — Foto: Ahn Young-joon / AP

As ações globais dispararam nesta segunda-feira (15) após o anúncio de um acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã e reabrir o Estreito de Ormuz. A notícia trouxe alívio para os mercados financeiros, que vinham operando sob forte instabilidade desde o início do conflito, no final de fevereiro. Além do rali nos índices, os preços do petróleo registraram forte queda.

Na Ásia, as bolsas fecharam em patamares robustos. O índice Nikkei 225, de Tóquio, saltou 5% e atingiu a máxima histórica de 69.317,50 pontos, impulsionado principalmente pelo setor de tecnologia e inteligência artificial. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 5,2%, enquanto o índice Shanghai Composite, na China, subiu 1,6%.

O otimismo contaminou a abertura dos negócios na Europa. Nas primeiras negociações do dia, o DAX da Alemanha avançou 1,7%, operando na casa dos 25.066 pontos, patamar semelhante ao do CAC 40, de Paris, que também somou 1,7%. Em Londres, o FTSE 100 subia 0,8%. Os índices futuros de Nova York sinalizam uma abertura igualmente positiva para Wall Street, com o S&P 500 em alta de 1,2%.

Como reflexo imediato do aceno diplomático, o preço do petróleo Brent, a referência internacional, caiu US$ 4,08, cotado a US$ 83,25 por barril. Já o petróleo de referência nos EUA (WTI) recuou US$ 4,51, negociado a US$ 80,37 por barril.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

Apesar do alívio imediato, analistas alertam que a estabilização completa dos preços de combustíveis e fretes marítimos pode levar meses, já que as empresas de navegação e seguros aguardam garantias de que o pacto será cumprido.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o entendimento inicial e autorizou o fim do bloqueio naval aos portos iranianos. O Irã também confirmou o avanço, mas sinalizou que a implementação depende da assinatura formal do texto, prevista para ocorrer na próxima sexta-feira, na Suíça.

🇭🇰 Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,6%🇯🇵 Nikkei 225, do Japão, subiu 5%🇬🇸 Kospi, da Coreia do Sul, subiu 5,2%Sensex, da Índia, subiu 1,2%Taiex, de Taiwan, subiu 2,8%

🇩🇪 o DAX, da Alemanha, subiu 1,7%🇫🇷 o CAC 40, da França, subiu 1,7%🇬🇧 o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 0,8%O CAC 40, da França, subiu 1,7%

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