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Nas vésperas do G7, Trump ameaça impor tarifa de 100% sobre vinhos franceses se país não eliminar imposto sobre big techs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 03:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que a França corre o risco de enfrentar uma nova guerra comercial com os americanos. Em entrevista exclusiva publicada pelo jornal The New York Post, o líder da Casa Branca declarou que, a menos que Paris elimine o imposto digital sobre as gigantes de tecnologia dos EUA, Washington "não terá outra escolha" a não ser impor tarifas de 100% sobre os vinhos franceses.

Segundo a matéria, Trump fez o alerta de forma direta ao presidente francês Emmanuel Macron. O americano exige que a taxa de 3% cobrada sobre as empresas do Vale do Silício seja abandonada. Caso contrário, a indústria vinícola francesa sofrerá barreiras devastadoras no mercado dos EUA, que atualmente responde por um quinto das vendas globais do setor, movimentando anualmente mais de US$ 2 bilhões.

"Pedi a ele que não cobrasse das empresas americanas, e se o fizerem, não terei outra escolha senão impor uma tarifa de 100% sobre todos os champanhes e vinhos provenientes da França", disse Trump em entrevista ao The New York Post. "Tudo o que [Macron] precisa fazer é eliminar o imposto sobre vendas, e ele não teria esse tipo de pressão."

O ultimato do presidente norte-americano prepara o terreno para um confronto acirrado na cúpula do G7 nesta segunda-feira (15), em Évian-les-Bains, na França. O encontro anual reúne sete das democracias mais ricas do mundo (Estados Unidos, França, Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido) para definir regras globais de comércio, segurança e economia.

Conforme a reportagem do The New York Post, as declarações de Trump desmentem o Palácio do Eliseu. Na semana passada, o gabinete de Macron havia afirmado que as duas nações tinham resolvido discretamente a longa disputa sobre a taxação de tecnologia. Uma fonte próxima ao presidente francês chegou a dizer a jornalistas que o tema "não estava mais em debate", informação que um funcionário do governo americano imediatamente classificou como "imprecisa", segundo o jornal.

O imposto sobre serviços digitais da França, conhecido como imposto GAFAM, está em vigor desde 2019 e estabelece uma taxa de 3% sobre a receita local de empresas como Alphabet (controladora do Google), Amazon, Meta e Apple. Como incide sobre a receita bruta e não sobre os lucros, a medida afeta severamente as companhias americanas, tendo arrecadado cerca de US$ 700 milhões no ano passado, segundo dados do Ministério das Finanças francês obtidos pelo The New York Post.

Em outubro, a pressão aumentou quando a Assembleia Nacional francesa votou por dobrar o imposto para 6%, mirando exclusivamente as maiores empresas globais, embora a medida tenha sido vetada por ministros posteriormente. O então Ministro da Economia da França, Roland Lescure, já havia alertado na época que um imposto "desproporcional" provocaria represálias "desproporcionais" dos EUA.

A retaliação agora ganha força retomando a proposta de tarifa de 100% formulada originalmente pelo Representante Comercial dos EUA em 2019. Ao ser procurado pelo The New York Post, o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, limitou-se a indicar um memorando presidencial de fevereiro de 2025, o qual afirma que empresas americanas não iriam mais “sustentar economias estrangeiras falidas por meio de multas e impostos exorbitantes”.

O documento determinou que o Departamento do Tesouro e o Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, avaliem a reabertura de uma investigação formal sobre a taxa francesa.

Esta não é a primeira vez que a indústria de bebidas da França entra na mira do presidente americano como instrumento de pressão política. Em janeiro de 2026, Trump já havia ameaçado aplicar uma tarifa ainda maior, de 200%, sobre os vinhos e champanhes franceses. Naquela ocasião, a estratégia buscava forçar o presidente Emmanuel Macron a aderir ao "Conselho da Paz", uma iniciativa proposta por Washington para atuar em conflitos mundiais, como a guerra em Gaza, mas que Paris sinalizava recusar.

Paralelamente, o cerco regulatório e fiscal da Europa contra o Vale do Silício tem se intensificado globalmente nos últimos anos. Órgãos reguladores do continente vêm aplicando multas bilionárias e abrindo investigações contra empresas como Google, Apple, Meta, Microsoft e TikTok, sob acusações que envolvem a violação de leis de mercados digitais, regras de privacidade, segurança de dados e práticas antitruste.

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O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial; Irã pode reabrir passagem após acordo com EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O Estreito de Ormuz é uma via marítima localizada entre Omã e o Irã, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo.

Os Estados Unidos e o Irã acertaram no domingo (14) um acordo de paz para encerrar o conflito de quase quatro meses entre os dois países —a assinatura está prevista para sexta-feira (19). Segundo o Irã, o Estreito de Ormuz pode ser aberto dentro de 30 dias.

O Estreito de Ormuz uma "artéria" da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante período de conflito teve forte impacto na economia global. O anúncio do acordo de paz, aliás, derrubou os preços do petróleo na abertura do pregão de segunda-feira.

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e "deságua" no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.

Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.

Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.

O fechamento do Estreito de Ormuz causou sérios problemas no abastecimento de petróleo no mundo. — Foto: Getty Images via BBC

O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através do estreito.

Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (dados de junho de 2024).

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Abono salarial PIS/Pasep 2026 paga novo lote nesta segunda-feira; veja se você está na lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/06/2026 00:45

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026 paga novo lote nesta segunda-feira; veja se você está na lista Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta segunda-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta segunda-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de julho e agosto.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Mega-Sena, concurso 3018: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 11:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3018: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição deste domingo (14) era de R$ 11,3 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3018 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (14), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 11,3 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 16 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Drones ganham espaço na agricultura e ajudam em pesquisas sobre qualidade do solo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 07:48

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Drones ganham espaço na agricultura e ajudam em pesquisas sobre qualidade do solo Aparelhos evitam o esmagamento de plantas e poupam até 7% da safra, aponta Embrapa. Pilotos precisam de curso e aval de quatro órgãos federais para sobrevoar as plantações. Por Nosso Campo, TV TEM

A operação exige liberações da Anac (cadastro), Decea (voo), Anatel (comunicação) e Mapa (defensivos).

Uso de drones na agricultura brasileira passou de 3 mil para 25 mil equipamentos em quatro anos — Foto: TV TEM/Reprodução

O uso de drones na agricultura brasileira saltou de 3 mil para 25 mil equipamentos entre 2021 e 2024. O aumento de mais de dez vezes em quatro anos ocorre porque a tecnologia traz economia de insumos e reduz perdas nas lavouras.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as aeronaves alcançam áreas maiores de cultivo e evitam o "amassamento" das plantas, que normalmente ocorre com a passagem de tratores. Essa redução de perdas chega a 7% na soja e a 4% no arroz.

Para operar os equipamentos, é necessário seguir regras estabelecidas por diferentes órgãos. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) define as normas para aplicação de agrotóxicos. Já o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) é responsável por autorizar o acesso ao espaço aéreo.

O Mapa também exige que os operadores responsáveis por pulverizar as lavouras façam um curso preparatório. Além disso, os profissionais devem manter um registro atualizado no ministério.

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Agro 5.0: novas tecnologias mudam rotina no campo e cortam desperdício no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 07:48

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Agro 5.0: novas tecnologias mudam rotina no campo e cortam desperdício no interior de SP Tecnologias em Guararapes (SP) e Araçatuba (SP) reduzem erros na pecuária e cortam em 90% o desperdício de defensivos; avanço exige treinamento de trabalhadores. Por Nosso Campo, TV TEM

A chegada do Agro 5.0 transforma o trabalho no campo com tecnologias de automação, reduzindo custos e aumentando a produtividade no interior de São Paulo.

Em Guararapes (SP), uma fazenda monitora 11 mil cabeças de gado com um aplicativo, reduzindo em até 90% as chances de erros operacionais no pasto.

O monitoramento digital ajuda a identificar problemas genéticos de forma ágil na propriedade, que vende anualmente 1 mil touros e 700 fêmeas reprodutoras.

Em Araçatuba (SP), robôs movidos a energia solar identificam plantas daninhas e aplicam defensivos agrícolas apenas onde é necessário, reduzindo o desperdício em 90%.

A tecnologia solar diminui o consumo de combustível de tratores e exige que os trabalhadores rurais passem por treinamentos para operar os novos sistemas.

Novas tecnologias reduzem erros e desperdício no agro no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

A chegada do "Agro 5.0" está transformando o trabalho no campo com novas tecnologias de automação no interior de São Paulo. Produtores rurais utilizam aplicativos e robôs para automatizar processos, cortar custos e aumentar a produtividade.

Em Guararapes (SP), uma fazenda usa um aplicativo para monitorar 11 mil cabeças de gado. As informações do pasto vão direto para o escritório no formato digital. O coordenador de pecuária, Antônio Avelino Mateus, afirma que o sistema permitiu correções rápidas e reduziu em 90% as chances de erros.

A propriedade vende 1 mil touros e 700 fêmeas reprodutoras (matrizes) por ano, além de produzir material genético. O aplicativo armazena o histórico completo de cada animal:

Para o coordenador administrativo, Fernando Barbosa, o monitoramento digital ajuda a identificar problemas genéticos nos animais de forma ágil. A consultora de pesquisa, Ana Carolina, explica que o sistema é atualizado constantemente com base no dia a dia da fazenda, o que traz mais precisão e agilidade para o banco de dados.

Em Araçatuba (SP), uma fazenda experimental utiliza robôs movidos a energia solar. O uso das máquinas reduziu em 90% o desperdício de defensivos agrícolas (agrotóxicos).

Os robôs identificam as plantas daninhas e aplicam o produto apenas onde é necessário. Segundo a especialista em sustentabilidade Patrícia Dias, a técnica evita o desperdício e diminui o consumo de combustível dos tratores, já que as máquinas dependem apenas do sol.

Além de garantir uma produção mais sustentável, a chegada dessas novas tecnologias exige que os trabalhadores do campo passem por treinamentos para operar os novos sistemas.

Novas tecnologias reduzem erros e desperdício no agro no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

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O piloto de avião que voou 17 anos sem licença

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 06:45

Trabalho e Carreira O piloto de avião que voou 17 anos sem licença O piloto da Air Canada enfrenta várias acusações relacionadas a fraudes. Por BBC

Um ex-piloto da Air Canada está sendo acusado de ter transportado milhares de passageiros em voos comerciais sem a devida licença por 17 anos, segundo autoridades canadenses.

A polícia da província de Ontário disse que o piloto, Geoffrey Wall, de 59 anos, estava voando com credenciais falsas desde que foi promovido a capitão em 2009. Ele agora enfrenta várias acusações relacionadas a fraudes.

A Air Canada disse que o piloto foi imediatamente afastado de suas funções assim que os documentos falsos foram descobertos no ano passado.

A empresa afirmou que a segurança dos passageiros nunca esteve em risco, observando que todos os pilotos passam por treinamentos de competência a cada seis meses.

Nick Milinovich, da Polícia Regional da cidade de Peel, disse que Wall voava com a Air Canada havia 27 anos, tendo iniciado sua carreira em 1998.

O piloto teria falsificado suas credenciais desde 2009, quando foi promovido ao cargo de comandante, segundo a polícia.

Para essa função, os pilotos são obrigados a possuir uma licença de piloto de transporte aéreo (ATPL), obtida em parte por meio da aprovação em uma série de exames escritos.

"Isso seria muito semelhante a um médico que tem licença para exercer medicina de família, mas está realizando cirurgias cerebrais em seu consultório", disse Milinovich.

Nos últimos 17 anos, a polícia afirmou que Wall pilotou vários tipos de aeronaves Boeing e realizou um total de 900 voos domésticos e internacionais, recebendo milhões de dólares em salários — tudo, supostamente, sem as credenciais adequadas.

As autoridades disseram que a suposta fraude foi descoberta no ano passado durante uma avaliação de rotina, quando inconsistências foram identificadas na documentação da licença do piloto acusado — o que levou a uma investigação por parte da Transport Canada, o departamento federal de transporte do Canadá.

A Polícia Regional de Peel iniciou na época uma investigação criminal contra Wall, que incluiu um mandado de busca e uma análise da licença, que a polícia confirmou ser falsificada.

Wall foi acusado em 1º de junho de sete crimes, incluindo fraude, falsificação de documentos e posse de marca falsificada.

A Air Canada afirmou que o piloto possuía treinamento completo com uma licença válida de piloto comercial, mas não tinha a ATPL exigida para operar como comandante sob as regulamentações canadenses.

Em comunicado, a companhia aérea acrescentou que "trata este assunto com a máxima seriedade" e afirmou que concluiu uma auditoria de seus pilotos, não tendo encontrado outros casos de descumprimento.

Questionado sobre por que a suposta fraude de Wall permaneceu por anos sem ser detectada, Milinovich observou que infratores podem se tornar "muito habilidosos" em "artifícios".

"Não é incomum que a fraude continue por anos e anos", disse. "Eventualmente ela é descoberta, e é nesse momento que nós nos envolvemos."

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Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 05:47

Agro Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária Bloco europeu proíbe antibióticos para estimular o crescimento animal e restringe, na pecuária, substâncias que também são usadas para tratar infecções em humanos. Decisão não foi motivada por irregularidades na carne brasileira, mas por atraso em documentação. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A União Europeia excluiu o Brasil da lista de países que cumprem as regras do bloco contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária. Com isso, o Brasil fica proibido de exportar carne para a UE a partir de 3 de setembro deste ano.

A decisão não foi motivada por irregularidades encontradas no produto nacional, mas pelo fato de o Brasil não ter apresentado a tempo a documentação exigida pela UE

Representantes do agro brasileiro viram na medida um ato protecionista, uma vez que a decisão foi anunciada dias após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul.

Bloco europeu proíbe antimicrobianos para estimular o crescimento animal e restringe, na pecuária, substâncias que também usadas para tratar doenças em humanos.

Há uma preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos.

A preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos é um dos motivos que levou a União Europeia (UE) a exigir de seus importadores maior controle sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais.

➡️ Na pecuária, antimicrobianos são usados para tratar infecções, prevenir doenças, conter surtos, promover crescimento ou melhorar o desempenho dos animais.

No início de maio, a UE excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne ao bloco por considerar que o país não comprovou o cumprimento de suas exigências sobre o uso dessas substâncias na produção animal. A medida entra em vigor em 3 de setembro.

A decisão não foi motivada por irregularidades encontradas no produto nacional, mas pelo fato de o Brasil não ter apresentado a tempo a documentação exigida pela UE. No fundo, o que o bloco quer é que o país prove que está fiscalizando e rastreando o uso dessas substâncias.

Representantes do agro brasileiro viram na medida um ato protecionista, uma vez que a decisão foi anunciada dias após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul.

O tratado foi alvo de forte resistência de agricultores europeus, que temem a concorrência de produtos sul-americanos mais baratos, sobretudo do Brasil, principal exportador agrícola do Mercosul para a União Europeia.

Os demais países do bloco — Argentina, Paraguai e Uruguai — seguem autorizados a exportar para os europeus.

O que a União Europeia está exigindo?A UE mira uma substância específica? Qual a relação entre antibióticos usados em animais e a saúde humana?

O uso de antimicrobianos na pecuária é um tema antigo dentro da UE, que começou a ser debatido na década de 1990 e que culminou em uma série de regulamentos nos anos seguintes. Em 2006, por exemplo, o bloco proibiu o uso de qualquer antibiótico na ração animal como promotor de crescimento.

A partir de 2019, o bloco ampliou essas exigências com a publicação de novos regulamentos que estabeleceram critérios mais rigorosos para a produção de carne, leite, ovos e outros produtos de origem animal destinados ao mercado europeu.

antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar a produtividade dos animais; e/ou antimicrobianos que contenham substâncias reservadas ao tratamento de infecções em humanos.

Por trás dessas exigências, está o receio de que o uso de antimicrobianos em animais favoreça o surgimento de bactérias resistentes a antibióticos, reduzindo a eficácia desses medicamentos no tratamento de infecções em pessoas. (saiba mais abaixo)

Em 2022, inclusive, a UE classificou a resistência aos antimicrobianos (RAM) como uma das principais ameaças à saúde humana. O tema também faz parte de uma campanha da União Europeia chamada One Health (Uma só saúde), lançada em 2023, e que defende ações integradas para a saúde humana, animal e ambiental, por considerar que elas estão diretamente conectadas.

Ao g1, o escritório de Saúde e Bem-Estar Animal da Comissão Europeia afirmou que a decisão de excluir o Brasil de sua lista não está relacionada a uma substância específica. A exigência se aplica a qualquer produto usado como promotor de crescimento e/ou que faça sobreposição a medicamentos voltados para combater doenças em humanos.

Uma das substâncias mais utilizadas no Brasil para melhorar o desempenho bovino é a monensina, conta André Bartocci, presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, vinculada ao Ministério da Agricultura.

A monensina não está na lista da UE de antimicrobianos reservados à medicina humana, mas é usada no Brasil para aumentar o rendimento dos animais e, por isso, pode ser atingida pela medida.

Bartocci esclarece que ela não é um hormônio de crescimento, mas um aditivo alimentar que contribui indiretamente para o ganho de peso dos bovinos ao melhorar a sua digestão.

🔎 A monensina modula a fermentação no rúmen, inibindo determinados grupos de bactérias e favorecendo microrganismos que tornam o aproveitamento dos nutrientes mais eficiente. Com isso, o animal consegue extrair mais energia da mesma quantidade de alimento, o que pode resultar em maior ganho de peso.

Ao g1, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse que a monensina tem o seu uso autorizado na União Europeia como aditivo alimentar em aves, frangos e perus, sob o nome de Coxidin, usado para combater uma doença parasitária intestinal, chamada coccidiose.

A EMA detalhou ainda que a monensina também era utilizada na União Europeia em um medicamento veterinário chamado Kexxtone, indicado para prevenir a cetose — um distúrbio metabólico que pode afetar vacas leiteiras no período próximo ao parto e reduzir a produção de leite.

O produto consistia em um dispositivo colocado no rúmen do animal para liberar monensina gradualmente ao longo do tempo. Em 2024, porém, a autorização do medicamento foi suspensa após a identificação de falhas de qualidade.

Em alguns casos, bovinos regurgitaram o dispositivo antes que toda a substância fosse liberada, destacou a agência.

Segundo Bartocci, não está claro qual será o tratamento dado à monensina pela UE em relação ao Brasil. A economista e médica veterinária Lygia Pimentel, sócia da consultoria Agrifatto, tem a mesma avaliação.

Ela acrescenta que o uso de antibióticos na pecuária brasileira não é feito de forma indiscriminada e que há regras para a utilização.

“O uso de antibióticos de uso terapêutico é permitido, o que é normal, caso contrário o animal morre sofrendo por alguma infecção, por exemplo. É necessário respeitar o período de carência, que é o tempo exigido entre a última aplicação do medicamento e o abate do animal para consumo", diz Pimentel.

“Cada antibiótico tem um período específico de carência. Isso garante que não haja resíduos de medicamento na carne acima dos limites tolerados pela saúde humana”, destaca.

Apesar da dúvida em relação à monensina, Leonardo Munhoz, doutor em Direito Agroambiental e advogado do VBSO, afirma que o foco da União Europeia está, principalmente, em substâncias que também são utilizadas na medicina humana.

Em abril deste ano, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria proibindo o uso de algumas delas, como a avoparcina, virginiamicina e bacitracina.

“Esses antimicrobianos pertencem às mesmas famílias de medicamentos utilizados em seres humanos ou selecionam mecanismos de resistência que podem comprometer antibióticos importantes da medicina", reforça Leonardo Weissmann, infectologista do hospital Emílio Ribas.

Munhoz conta que a avoparcina, por exemplo, foi proibida pela UE como promotor de crescimento em animais em 1997, devido ao receio de que seu uso favorecesse o surgimento de bactérias resistentes à vancomicina, usada na medicina humana.

A virginiamicina e a bacitracina também foram proibidas no bloco nos anos 1990, o que, na avaliação dele, mostra que as normas brasileiras estão atrasadas.

Para Munhoz, o país deveria ter se antecipado às mudanças, sobretudo porque já conhecia, desde 2019, as novas exigências impostas pela UE aos países exportadores.

Weissmann, do Hospital Emílio Ribas, afirma que o maior risco para a saúde humana no uso de antimicrobianos em animais não está no consumo de carne com resíduos de antibióticos, mas na disseminação de bactérias resistentes e dos genes que conferem essa resistência.

Ele explica que quando um antimicrobiano é usado em um animal, ele não age apenas sobre as bactérias causadoras de doença, mas entra em contato com bilhões de outras que vivem naturalmente no intestino, na pele e no ambiente da criação.

"As bactérias sensíveis morrem, mas aquelas que possuem mecanismos de resistência sobrevivem e se multiplicam", diz.

"O problema é que essas bactérias resistentes podem sair da fazenda e chegar às pessoas por diferentes caminhos: pelo contato direto com os animais, pelo meio ambiente (água, solo e dejetos), pelos trabalhadores rurais e até pela cadeia de produção dos alimentos", destaca.

Segundo ele, essas bactérias podem causar infecções em seres humanos que se tornam mais difíceis de tratar, exigindo antibióticos mais potentes, mais caros e, às vezes, menos eficazes.

"Imagine uma criação de bovinos em que muitos animais recebem antibióticos. Com o tempo, podem surgir bactérias resistentes no intestino desses animais. Essas bactérias podem contaminar o ambiente por meio das fezes, alcançar cursos d'água, outros animais e seres humanos. Se uma dessas bactérias causar uma infecção em uma pessoa, o antibiótico que normalmente funcionaria pode não ter mais efeito", exemplifica.

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Rota de colisão: por que o G7 teme que os desequilíbrios da economia global acabem em crise

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 04:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.497 pts1,71%Oferecido por

Países do G7 pedem desescalada do conflito entre Israel e Irã — Foto: REUTERS/Suzanne Plunkett/Pool

O aumento das exportações da China, a deterioração das contas dos Estados Unidos e o baixo nível de investimentos na Europa têm preocupado o G7, grupo que reúne as sete maiores economias desenvolvidas do mundo. O temor é que esse cenário aumente as tensões comerciais e deixe a economia global mais vulnerável a crises financeiras.

O assunto tem sido uma das prioridades da França, que atualmente ocupa a presidência do grupo. Segundo o presidente francês, Emmanuel Macron, os desequilíbrios entre o comércio mundial e a circulação de capital entre os países atingiram níveis "insustentáveis". O tema estará na pauta da cúpula de líderes prevista para esta semana.

No mês passado, os ministros das Finanças do G7 concordaram que é necessária uma ação coordenada — algo que há anos é difícil de alcançar no grupo mais amplo do G20. Eles também alertaram que, sem uma resposta conjunta, esses desequilíbrios podem evoluir para uma crise financeira.

Os saldos em conta corrente, indicador que mede a entrada e a saída de recursos de um país — incluindo importações, exportações, rendimentos de investimentos e ajuda externa —, mostram um desequilíbrio crescente desde a pandemia de Covid-19.

Depois de cair nos anos seguintes à crise financeira global de 2008 e 2009, o superávit da China voltou a atingir níveis recordes.

Ao mesmo tempo, a zona do euro manteve sua posição de credora do restante do mundo, enquanto os EUA continuam dependentes de capital estrangeiro para financiar seu consumo.

Na prática, isso significa que a poupança acumulada em alguns países está sendo usada para financiar o consumo em outros — principalmente nos EUA, hoje o principal destino desses recursos.

O modelo de crescimento da China, baseado nas exportações, vem sendo cada vez mais criticado. Para os críticos, os incentivos do governo elevaram a produção a níveis muito superiores ao consumo interno do país.

A posição da China nas contas internacionais mudou drasticamente nos últimos anos. Desde a pandemia, o superávit em conta corrente — quando um país recebe mais recursos do que gasta no exterior — saltou para o recorde de US$ 735 bilhões, impulsionado pelo forte crescimento das exportações, apesar das tarifas mais altas impostas pelos EUA.

A demanda interna fraca e o forte crescimento das exportações de produtos industrializados ampliaram o superávit chinês.

Críticos, entre eles o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmam que uma moeda mantida artificialmente desvalorizada favorece as exportações do país. Eles também argumentam que empresas chinesas recebem subsídios em escala superior à observada na maioria das economias desenvolvidas.

Em dezembro, Macron afirmou que, se as principais economias não se reequilibrarem por meio da cooperação, a Europa "não terá outra escolha" a não ser adotar medidas protecionistas.

➡️ Protecionismo é o conjunto de políticas que busca favorecer a produção nacional e limitar a concorrência estrangeira. Isso pode ser feito por meio de tarifas de importação, subsídios a empresas locais ou outras medidas de incentivo à economia doméstica.

Pequim rejeita as críticas e afirma que suas empresas são competitivas. O governo chinês também diz que defenderá seus interesses diante de qualquer barreira comercial.

Em contrapartida, os EUA continuam sendo o principal motor do consumo global. O país gasta mais do que produz, reflexo do alto consumo das famílias e da baixa taxa de poupança.

Esse padrão foi reforçado por políticas de aumento de gastos e cortes de impostos. Somados aos estímulos adotados em momentos de crise e às despesas da pandemia, esses fatores elevaram o déficit federal.

Essa combinação torna os EUA dependentes de recursos vindos do exterior. Na prática, o país usa a poupança acumulada por economias superavitárias para financiar seus gastos internos.

Embora essa dinâmica ajude a sustentar o crescimento global, ela também aumenta as tensões comerciais. Isso porque autoridades americanas têm recorrido a tarifas e políticas industriais para tentar reduzir déficits que se repetem há décadas.

Enquanto o excedente da China está ligado ao excesso de produção, o da Europa tem outra origem: o baixo nível de investimentos dentro do bloco e a elevada taxa de poupança.

Segundo um relatório divulgado em 2024 pelo ex-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, os países europeus precisam transformar mais da poupança das famílias em investimentos produtivos — como obras, tecnologia e expansão de empresas. Caso contrário, correm o risco de ficar ainda mais atrás dos EUA e da China.

Desde o início da pandemia, os investimentos na zona do euro cresceram bem menos do que nos EUA, especialmente na área de tecnologia.

Economistas afirmam que o baixo nível de investimento reduz a atividade econômica dentro da Europa. Como consequência, parte da poupança acaba sendo aplicada em outros países em busca de melhores retornos, contribuindo para o superávit das contas externas da zona do euro.

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Gabiroba gigante: conheça fruta rara da Mata Atlântica que é rica em vitamina C e ajuda na saúde intestinal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 04:55

Espírito Santo Agronegócios Gabiroba gigante: conheça fruta rara da Mata Atlântica que é rica em vitamina C e ajuda na saúde intestinal Fruto é quatro vezes mais ácido do que o limão e é utilizado em ampla variedade de receitas na gastronomia, em pratos como ceviche, bombons e mousse. Por Viviane Lopes, g1 ES

A gabiroba gigante é uma fruta endêmica da Mata Atlântica, que é encontrada em poucos locais da Região Serrana do Espírito Santo.

A fruta verde de polpa amarelada e sabor cítrico é indicada por nutricionistas para controle da saúde intestinal, benefícios para os ossos, função muscular e regularidade cardíaca, além de ser fica em fibras e vitamina C.

A árvore da gabiroba precisa de alguns fatores essenciais para frutificar, como temperaturas amenas, tempo úmido e polinização de abelhas.

A gabiroba gigante, uma fruta endêmica da Mata Atlântica, que é encontrada em poucos locais da Região Serrana do Espírito Santo, possui vários benefícios para a saúde, além de ser utilizada de várias formas na gastronomia. A gabiroba pode virar de geleia e brigadeiro a ceviche e cachaça.

A fruta verde de polpa amarelada e sabor cítrico é indicada por nutricionistas para controle da saúde intestinal, benefícios para os ossos, função muscular e regularidade cardíaca, além de ser rica em fibras e vitamina C.

A árvore da gabiroba precisa de alguns fatores essenciais para frutificar, como temperaturas mais amenas, tempo úmido e polinização de abelhas, especialmente as sem ferrão, como as uruçu-capixaba. Essa espécie é encontrada apenas no Espírito Santo.

Nessa reportagem, você vai conhecer curiosidades sobre a fruta, benefícios para a saúde e algumas receitas para preparo.

🍋 A fruta é cítrica e lembra o limão, mas com sabor mais marcante e 4x mais ácido;⛑️ Segundo nutricionistas, a gabiroba é rica em vitamina C, fibras, potássio e cálcio;🚽 Ajuda na saúde intestinal;⚖️ Um fruto pode pesar até 400 gramas;🗓️ Colheita entre julho a agosto;🍨 Vira de sorvetes a ceviche;☁️ Prefere temperaturas mais amenas; 🌳 Possui o nome "gigante" por ser a maior das outras espécies de gabiroba.

Gabiroba gigante é fruto endêmico da Mata Atlântica e pode ser encontrado em alguns locais na Região Serrana do Espírito Santo — Foto: Adenilson Panzini

De acordo com a pesquisadora do Instituto Mata Atlântica (Inma), Nara Mota, existem pelo menos 35 espécies de gabiroba no Brasil.

Conhecida também como guabiroba, muitos tipos são encontrados no cerrado e também na Mata Atlântica.

Mas a gabiroba gigante possui esse nome por ser uma das maiores da espécie, cada fruto pode pesar mais de 400 gramas.

"Trata-se de uma espécie rara, pouco coletada. Começa frutificar com três anos de vida, o que para uma árvore é muito rápido. O tronco tem casca rugosa e se descama, assim como outras espécies da família (jabuticaba, pitanga, araça)", explicou.

A gabiroba dá o maior dos frutos das espécies das Campomanesia, podendo a chegar a 12 cm de diâmetro, enquanto as espécies próximas podem atingir no máximo 8 cm de diâmetro. "Por isso, o nome super-gabiroba ou gabiroba gigante", completou a pesquisadora.

Segundo a nutricionista Danielle Laporte, a gabiroba é rica em compostos bioativos que atuam como antioxidantes, combatendo os radicais livres e prevenindo o envelhecimento celular.

"Essa propriedade ajuda a reduzir o estresse oxidativo e a proteger o corpo contra diversas doenças. Ela também tem alto teor de vitamina C, o que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. É rica em fibras que ajudam na saúde intestinal. E também como tem muitas fibras ajuda a diminuir a absorção de gorduras e açúcares, auxiliando na saúde cardiovascular", comentou.

A gabiroba também é rica em potássio, cálcio e magnésio, que são essenciais para a saúde óssea, função muscular e regularidade cardíaca.

Por ser uma fruta de sabor cítrico, pode ser implementada facilmente em vários pratos na gastronomia. A fruta é versátil e pode virar de geleias a bolos e até cachaça.

O chef Ricardo Silva possui um restaurante em Vargem Alta, na Região Serrana do estado, e já implementou vários pratos com a fruta.

"É uma fruta que tem um índice de acidez maravilhoso, sabor fantástico, a suculência, e ela é bem dinâmica, você consegue trabalhar e usar em muita coisa na cozinha. A gabiroba é 4 vezes mais ácida que o limão, ela dá uma explosão na sua boca. Quando o público experimenta é um choque de realidade, é uma cosia muito bacana, porque eles não conheciam. Algumas pessoas tem memória afetiva e os mais novos ficam maravilhados pelo sabor", destacou.

Outras possibilidades de pratos feitos com a gabiroba são: ceviche, caponata, suco, cachaça, geleia, bombom, brigadeiro, mousse e bolo.

Adenilson Panzini é empresário no setor de rochas, conheceu a fruta há 30 anos, e plantou um pé em sua propriedade em Vargem Alta. Na época da colheita entre os meses de junho a agosto, o empresário retirar os frutos e os congela.

Atualmente, a árvore, que já é um pé adulto, gera mais de 100 kg da fruta. Com todo esse material, o empresário de 56 anos guarda grande parte da fruta no freezer e realiza doações para escolas e chefs que fazem pratos com a gabiroba.

Ingredientes: Água de coco, limão, gengibre, tilápia, cebola roxa, coentro, azeite, mel de uruçu, pimenta calabresa, sal e palmito pupunha.

Instruções: Corte a tilápia em cubos. Adicione água de coco, limão e gengibre para saborizar o peixe. Depois acrescente a cebola roxa, misture os ingredientes. Depois coloque o coentro, azeite, pimenta e misture. Em seguida cortar a gabiroba em pedaços, com casca mesmo, e acrescentar no prato. Finalizar com pupunha.

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