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Em meio a tratativa com Vorcaro, STF pode rediscutir possibilidade de PF fechar delações sozinha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 20:50

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público.

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal, ou se a participação de procuradores poderia voltar a ser necessária.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que foi transferido nesta quinta-feira para a Superintendência da PF em Brasília já para iniciar conversas com advogados sobre o que propor delatar.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público, derrotando a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master. Um pedido para reanalisar o caso poderia ser apresentado por partes envolvidas no caso Master ou pela própria PGR.

A PGR foi quem ajuizou a ação questionando a legitimidade de delegados para celebrar os acordos de colaboração. Parte dos ministros que votaram pelo direito da PF já estão aposentados, o que tornaria o placar de um novo julgamento imprevisível.

A decisão abriu as portas para a realização da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), colaboração que foi um dos principais elementos da condenação de Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado.

Aventar um novo questionamento à jurisprudência do STF também revela a preocupação dentro do STF sobre o que Daniel Vorcaro pode falar se fechar uma delação premiada e como a participação da PGR pode tornar o processo de coleta de provas da delação mais exigente.

Há ainda o temor sobre uma delação coordenada pelo relator do caso no STF, ministro Andre Mendonça, que é visto até por seus pares como favorável a delações.

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Tabela do frete: MP prevê multa de R$ 10 milhões e suspensão de empresas que descumprirem valores; veja detalhes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 16:51

Política Tabela do frete: MP prevê multa de R$ 10 milhões e suspensão de empresas que descumprirem valores; veja detalhes Texto foi publicado nesta quinta-feira (19) no 'Diário Oficial da União'. Penalidades para quem contratar frete abaixo do piso podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões. Por Delis Ortiz, TV Globo — Brasília

O governo publicou nesta quinta-feira (19) uma medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.

O texto estabelece punições mais duras para empresas que descumprirem os valores estabelecidos na tabela do frete – incluindo multas de R$ 10 milhões e até a proibição temporária de operar no setor.

O objetivo da proposta é reforçar o controle sobre o mercado de transportes e garantir que os preços praticados não fiquem abaixo dos custos operacionais mínimos definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

🚚A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil.

Ministério dos Transportes diz que governo vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete

As sanções foram divididas de acordo com o perfil do infrator, poupando o Transportador Autônomo de Cargas (TAC) das suspensões de registro, mas atingindo empresas de transporte e contratantes.

suspensão cautelar: o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pode ser suspenso em caso de descumprimento reiterado.cancelamento do registro: Em casos considerados graves, a empresa pode ter o registro cancelado, ficando proibida de atuar no setor por até 2 anos.

multas: As penalidades financeiras para quem contratar frete abaixo do piso podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por operação, em situações de reincidência.proibição de contratação: além da multa, o contratante pode ser impedido de realizar novos fretes por determinado período.

A MP inova ao permitir a desconsideração da personalidade jurídica, o que significa que as punições e cobranças podem atingir diretamente o patrimônio dos sócios e do grupo econômico envolvido na infração.

Além disso, a regra alcança o ambiente digital: plataformas ou empresas que anunciarem fretes com valores abaixo do piso mínimo também estarão sujeitas a penalidades.

Com a MP, toda operação deve ser registrada obrigatoriamente com este código, que detalha os valores pagos e o piso mínimo aplicável.

A fiscalização será potencializada pela integração de dados entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a Receita Federal e os fiscos estaduais e municipais.

O CIOT passará a ser vinculado diretamente ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), permitindo que a ANTT bloqueie automaticamente operações que apresentem valores abaixo do permitido por lei.

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Estados devem recusar proposta do governo para reduzir ICMS nos combustíveis; Fazenda diz que está disposta a negociar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Política Estados devem recusar proposta do governo para reduzir ICMS nos combustíveis; Fazenda diz que está disposta a negociar Governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União. Tendência é que eles rejeitem a proposta. Por Túlio Amâncio, Ana Flávia Castro, Juliana Braga, Norma Odara, GloboNews e g1 — Brasília

A decisão do momento entre governadores é de não aceitar a proposta do governo federal para zerar a cobrança de ICMS sobre o diesel.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), apresentou uma contraproposta que deve ser analisada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

O governo federal propôs aos estados, nessa quarta-feira (18), zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados.

Mas, o entendimento dos governadores é rejeitar a proposta. Secretários de Fazenda de estados como Goiás, Distrito Federal e São Paulo, por exemplo, avaliam que não é possível abrir mão da arrecadação do ICMS sobre o combustível, por causa do impacto nas contas públicas.

🔎Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.

Em nota, o governo do Paraná informou que trabalha, junto ao Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), em soluções que não comprometam o equilíbrio das contas públicas, os repasses obrigatórios aos municípios e o setor produtivo.

O estado defende que qualquer mudança na carga tributária do diesel seja precedida de consenso entre as unidades da federação.

O governo paranaense também destacou que os estados ainda enfrentam perdas de arrecadação provocadas pelas leis complementares aprovadas em 2022, que reduziram as alíquotas sobre combustíveis.

Já o Ministério da Fazenda afirmou, em nota, que mantém diálogo com os governadores para buscar um acordo, em consenso, sobre o tema.

Gasolina e diesel ficam mais caros em Fortaleza na segunda semana de março, aponta ANP. — Foto: Fabiane de Paula/SVM

Mais cedo, em evento em São Paulo, o presidente Lula reforçou o pedido aos governadores para que reduzam o ICMS sobre os combustíveis.

O presidente comentava sobre os impactos internos provocados pela guerra no Oriente Médio. Lula voltou a criticar aumentos no preço do álcool, da gasolina e as pessoas que, segundo ele, se aproveitam da situação.

Lula já tinha feito um pedido público informalmente aos governadores, que rejeitaram a proposta. Depois disso, uma equipe do Ministério da Fazenda se reuniu com representantes dos estados para formalizar a demanda.

O governo tem se articulado para tentar diminuir os impactos internos provocados pelo aumento do preço do petróleo, em decorrência da guerra. O diesel, por exemplo, já ficou mais caros para os distribuidores.

Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.

Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

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Correios prorrogam validade de concurso com 3,5 mil vagas por mais um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Trabalho e Carreira Concursos Correios prorrogam validade de concurso com 3,5 mil vagas por mais um ano Mais de 1 milhão fizeram as provas em 2024. Seleção oferece 3.511 vagas em todo o país, com salários de até R$ 6,8 mil. Por Redação g1 — São Paulo

Concurso dos Correios oferece mais de 3 mil vagas de nível médio e superior — Foto: Correios/Divulgação

Nesta quinta-feira (19), os Correios anunciaram, em publicação no Diário Oficial da União, a prorrogação por mais um ano da validade do concurso público com 3,5 mil vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior.

Com a decisão, a seleção ficará válida até 14 de abril de 2027. Na prática, os aprovados poderão ser convocados até essa data — embora a estatal ainda não tenha iniciado as chamadas.

Os resultados finais do concurso dos Correios foram homologados e divulgados em abril do ano passado. Mais de 1 milhão de candidatos fizeram as provas em 2024, a maioria para o cargo de carteiro. Esta é a maior seleção da estatal dos últimos 13 anos.

Ao todo, o concurso vai preencher 3.511 vagas imediatas. São 3.099 para o cargo de carteiro (agente de Correios), com salário inicial de R$ 2.429,26, e 412 para analista de Correios, de nível superior, cuja remuneração inicial é de R$ 6.872,48.

A carreira de analista é dividida em várias especialidades. Há vagas para advogado, analista de sistemas, arquiteto, arquivista, assistente social e engenheiro. E elas estão distribuídas nas 28 superintendências estaduais (SE) dos Correios.

Do total de vagas a serem preenchidas, 30% são reservadas para negros (pretos e pardos) e indígenas, e 10% para pessoas com deficiência.

Além da remuneração, que aumenta conforme o tempo de serviço e o mérito do funcionário, os Correios oferecem uma série de benefícios que ajudam a complementar a renda dos trabalhadores selecionados, como:

Vale-alimentação/refeição: quase R$ 1,4 mil por mês.Vale-transporte: disponível para todos os funcionários.Plano de saúde: possibilidade de adesão.Auxílio-creche/auxílio-babá: até R$ 714,72 para empregadas com filhos menores de 7 anos.Reembolso de despesas para filhos dependentes de cuidados especiais: até R$ 1.030,58.Adicional de atividades externas: 30% do salário-base (inicialmente R$ 728).Adicional por serviço no fim de semana: 15% do salário-base pelas horas trabalhadas.Gratificação de "quebra de caixa": R$ 267,64 para quem atua em guichês de agências.

As vagas ofertadas estão distribuídas em cidades de todo o país, e os candidatos vão concorrer somente com os inscritos da mesma localidade, selecionada no momento da inscrição. (veja o mapa)

➡️ No caso do cargo de carteiro, as vagas foram divididas em "macrorregiões", que receberam o nome de uma cidade, mas englobam vários municípios naquela área. É possível ver essa relação no Anexo II do edital.

Os Correios não realizavam um concurso público em âmbito nacional desde 2011, quando 1,1 milhão de pessoas se inscreveram para mais de 9 mil oportunidades.

Desta vez, foram 1,6 milhão de inscritos, e o processo preencherá mais de 3,5 mil vagas. No entanto, os sindicatos alegam que essa quantia não é suficiente para suprir o déficit de mão de obra na empresa.

No ano passado, inclusive, a estatal abriu um Programa de Desligamento Voluntário (PDV), que viabilizou a saída de trabalhadores.

Por isso, especialistas em concursos públicos acreditam que um número bem maior de candidatos será chamado para ocupar os cargos nos próximos meses, apesar de os editais publicados não especificarem oportunidades de cadastro reserva.

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Quem é Dario Durigan, que vai assumir Ministério da Fazenda no lugar de Haddad

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%Oferecido por

O secretário-executivo Dario Durigan, atual número dois na linha de comando do Ministério da Fazenda, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esta quinta-feira (19) é o último dia de trabalho de Fernando Haddad à frente do Ministério. Ele vai deixar a linha de frente do Executivo para concorrer ao governo de São Paulo.

O próprio ministro confirmou a informação nesta quinta-feira (19), num evento em São Paulo. Mesma cerimônia em que o presidente Lula pediu para Durigan se apresentar para as pessoas como substituto de Haddad.

"Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. [Ele] será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas", disse Lula.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).

Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.

Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.

Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além da busca por receitas para cumprir a meta fiscal, o novo ministro também terá de lidar com as restrições impostas pelo arcabouço fiscal.

Segundo analistas, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 A explicação é que há um limite para despesas totais fixado pelo arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. As despesas não podem ter aumento real, corrigidas pela inflação, acima de 2,5% ao ano.💰 Os chamados gastos obrigatórios, como benefícios, pensões e salário dos servidores públicos, estão crescendo mais do que 2,5% ao ano e comprimindo o espaço para os investimentos e despesas livres do governo — que vai ficando cada vez menor.

Para completar o quadro, Durigan terá de enfrentar um cenário internacional mais complicado diante da guerra no Oriente Médio e seu impacto no preço do petróleo — que já disparou para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.

O resultado direto é mais inflação neste ano, via contaminação dos dos preços dos combustíveis, e uma queda menor do juro, podendo afetar a geração de empregos. O Ministério da Fazenda já anunciou um pacote de medidas, entre elas redução de impostos e subsídios para o diesel.

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Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%Oferecido por

A informação foi confirmada pelo presidente Lula nesta quinta-feira (19), durante um evento em São Paulo.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição.

Com a saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, o secretário-executivo Dario Durigan, número dois na linha de comando, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A informação foi confirmada pelo próprio presidente nesta quinta-feira (19), durante um evento em São Paulo de abertura da 17ª Caravana Federativa. O petista lia a nominata, antes de discursar, quando pediu para Durigan se levantar para as pessoas o conhecerem.

"Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. [Ele] será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas", afirmou.

Haddad estava presente na ocasião e também discursou em tom de balanço de gestão. Em sua declaração, ele destacou os desafios dos últimos anos na economia e agradeceu o apoio do Congresso Nacional na aprovação das pautas de interesse do governo (leia mais abaixo).

"Hoje, para mim é um dia especial, é um dia que eu estou deixando o Ministério da Fazenda. E, hoje, eu queria agradecer as pessoas que estão aqui e vou explicar o porquê. Ontem [quarta], eu tive a alegria de visitar Câmara e Senado para agradecer o empenho que foi feito pelo Congresso Nacional em aprovar as medidas econômicas necessárias para trazer o Brasil até aqui", frisou.

"Mas, eu faço questão de também cumprimentar os prefeitos do Brasil e de São Paulo, os governadores do Brasil, porque, sem o pacto federativo ter sido recuperado, nós teríamos chegado até aqui", reforçou.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).

Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.

Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.

Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além da busca por receitas para cumprir a meta fiscal, o novo ministro também terá de lidar com as restrições impostas pelo arcabouço fiscal.

Segundo analistas, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 A explicação é que há um limite para despesas totais fixado pelo arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. As despesas não podem ter aumento real, corrigidas pela inflação, acima de 2,5% ao ano.💰 Os chamados gastos obrigatórios, como benefícios, pensões e salário dos servidores públicos, estão crescendo mais do que 2,5% ao ano e comprimindo o espaço para os investimentos e despesas livres do governo — que vai ficando cada vez menor.

Para completar o quadro, Durigan terá de enfrentar um cenário internacional mais complicado diante da guerra no Oriente Médio e seu impacto no preço do petróleo — que já disparou para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.

O resultado direto é mais inflação neste ano, via contaminação dos dos preços dos combustíveis, e uma queda menor do juro, podendo afetar a geração de empregos. O Ministério da Fazenda já anunciou um pacote de medidas, entre elas redução de impostos e subsídios para o diesel.

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Lula diz estar ‘triste’ com decisão do BC de reduzir taxa de juros em ‘só’ 0,25 ponto percentual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:00

Política Lula diz estar 'triste' com decisão do BC de reduzir taxa de juros em 'só' 0,25 ponto percentual Por Kellen Barreto, g1 — Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (19) que está "triste" com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de reduzir a taxa de juros em 0,25 ponto percentual apenas.

O petista deu a declaração durante um evento do governo federal em São Paulo, um dia após a reunião do Copom que reduziu a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75%.

Lula disse que esperava um corte maior, de 0,5 ponto percentual, e lamentou a decisão do colegiado do Banco Central, que considerou os impactos da guerra no Irã para fixar a redução.

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China restringe exportações de fertilizantes; país é um dos principais fornecedores do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:00

Agro China restringe exportações de fertilizantes; país é um dos principais fornecedores do Brasil Produto chinês representou 11,5% das compras brasileiras em 2025, totalizando mais de US$ 93 milhões. Por Redação g1

A China está restringindo as exportações de fertilizantes para proteger seu mercado interno, segundo várias fontes do setor.

A medida coloca pressão adicional sobre os mercados globais que já estão lutando contra a escassez causada pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã.

O país é o terceiro maior fornecedor de fertilizantes do Brasil. Segundo dados do Comexstat, plataforma do Ministério do Comércio Exterior, o país representou 11,5% das compras brasileiras em 2025, totalizando mais de US$ 93 milhões.

O país também é importante para o restante do mundo. Seus embarques foram avaliados em mais de US$13 bilhões no ano passado.

Apesar disso, a China já tem um histórico de controle das exportações para manter os preços baixos para os agricultores.

A China está restringindo as exportações de fertilizantes para proteger seu mercado interno, segundo várias fontes do setor, informou a agência de notícias Reuters.

A medida coloca pressão adicional sobre os mercados globais que já estão lutando contra a escassez causada pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã.

O país é o terceiro maior fornecedor de fertilizantes do Brasil. Segundo dados do Comexstat, plataforma do Ministério do Comércio Exterior, o país representou 11,5% das compras brasileiras em 2025, totalizando mais de US$ 93 milhões.

O país também é importante para o restante do mundo. Seus embarques foram avaliados em mais de US$13 bilhões no ano passado.

Apesar disso, a China já tem um histórico de controle das exportações para manter os preços baixos para os agricultores.

As remessas pelo Estreito de Ormuz, bloqueado pela guerra, são responsáveis por cerca de um terço do suprimento por via marítima. Em meados de março, Pequim proibiu as exportações de misturas de fertilizantes de nitrogênio e potássio e de certas variedades de fosfato, disseram fontes à Reuters.

A proibição, que não foi formalmente revelada, foi reportada no início desta semana pela Bloomberg News.

Além das proibições existentes e das cotas de exportação de ureia, apenas alguns fertilizantes — principalmente o sulfato de amônio — podem ser exportados, disseram cinco fontes à Reuters.

Isso significaria que cerca de metade das exportações da China no ano passado estão restritas, potencialmente até 40 milhões de toneladas, de acordo com uma estimativa da Reuters.

"Esse padrão é consistente: a China restringe os suprimentos em vez de vir em socorro durante a escassez global", disse Matthew Biggin, analista sênior de commodities da BMI à Reuters.

"As restrições à exportação existem por causa do equilíbrio interno apertado — eles estão priorizando a segurança alimentar e isolando seu mercado interno dos choques de preços", disse.

As restrições de Pequim, como a medida tomada na semana passada de proibir as exportações de combustível refinado, ocorrem no momento em que os governos limitam as exportações de produtos cujos insumos foram ameaçados pela interrupção da guerra, agravando a escassez e os preços mais altos em todo o mundo.

Os preços internacionais da ureia aumentaram cerca de 40% em relação aos níveis anteriores à guerra. Na China, os futuros da ureia estão próximos de uma máxima de 10 meses.

Apesar disso, para os produtores brasileiros, esse encarecimento deve afetar apenas as safras que são plantadas a partir do segundo semestre, aponta Paulo Pavinato, professor associado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP).

Isso ocorre porque o fertilizante usado agora já foi comprado. Nos Estados Unidos, a situação é diferente: os produtores ainda estão adquirindo o produto e podem sentir o impacto de forma imediata.

Os fertilizantes são essenciais para o crescimento das plantas e o rendimento das colheitas. Os preços mais altos podem levar à redução do uso, ou os agricultores podem mudar para culturas que exijam menos fertilizantes.

No ano passado, a China enviou ao Brasil, à Indonésia e à Tailândia cerca de um quinto de suas importações de fertilizantes, e esse número ficou em um terço para a Malásia e a Nova Zelândia, de acordo com dados do International Trade Centre. Para a Índia, foi cerca de 16%, de acordo com dados comerciais.

Entre metade e 80% dessas exportações estão agora restritas, de acordo com uma análise da Reuters dos dados alfandegários chineses.

"Compradores esperavam que a China interviesse e preenchesse a lacuna de fornecimento, mas essa decisão apenas restringirá ainda mais o fornecimento", disse um funcionário de uma empresa de fertilizantes com sede em Nova Délhi, em referência às recentes restrições.

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Na quarta-feira, as Filipinas disseram que a China havia garantido que as exportações de fertilizantes não seriam restringidas.

Questionado sobre os comentários um dia depois, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China encaminhou a questão para outros departamentos.

A Administração Geral de Alfândega da China, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério do Comércio não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.

Em uma conferência sobre fertilizantes em Xangai na quarta-feira (18), cinco vendedores disseram que não esperavam que as proibições de fertilizantes fossem suspensas antes de agosto, após o período de pico de exportação da China, de junho a agosto.

Os produtores estão atentos aos sinais do governo após o plantio da primavera para saber se as proibições poderiam ser estendidas.

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Petróleo em alta encarece diesel e gasolina; veja como guerra pesa no bolso do brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2550,16%Dólar TurismoR$ 5,4470,24%Euro ComercialR$ 6,0560,65%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.628 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,2550,16%Dólar TurismoR$ 5,4470,24%Euro ComercialR$ 6,0560,65%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.628 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,2550,16%Dólar TurismoR$ 5,4470,24%Euro ComercialR$ 6,0560,65%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.628 pts-0,56%Oferecido por

A escalada da guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz já prejudicam o bolso do brasileiro.

O centro do problema está no preço do barril de petróleo, que chegou a US$ 115 nesta quinta-feira (19), reforçando o aumento de preços de combustíveis e energia.

Em uma semana, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.

A escalada da guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz já prejudicam o bolso do brasileiro. O centro do problema está no preço do barril de petróleo, que chegou a US$ 115 nesta quinta-feira (19), reforçando o aumento de preços de combustíveis e energia.

Em uma semana, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.

O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.

O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.

“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão.

Outro fator que pressiona os preços é o dólar, que chegou à casa dos R$ 5,26, uma alta de 2,5% desde o início do conflito. Em momentos de tensão geopolítica, investidores tendem a buscar proteção em ativos considerados mais seguros, como a moeda americana. Isso aumenta a demanda pelo dólar e faz a cotação subir.

Um dólar mais caro encarece produtos importados e também aqueles que, embora produzidos no Brasil, têm preços definidos no mercado internacional — como combustíveis e diversas commodities. Além disso, muitos insumos usados pela indústria são cotados em dólar.

Com a alta da moeda, esses custos das empresas sobem e acabam sendo repassados ao consumidor final, pressionando ainda mais a inflação.

Desde o ataque dos EUA e de Israel ao Irã, o salto no preço do petróleo no mercado internacional foi o efeito mais marcante. Em relação ao fim de 2025, quando a commodity fechou cotada a US$ 60, o valor quase dobrou.

“Quanto mais o conflito se prolongar e comprometer o fluxo de petróleo pelo mundo, maior será a tendência de alta nos preços do barril”, afirma André Braz, coordenador dos índices de preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos. Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.

Uma alta no preço do diesel, por exemplo, tende a elevar o custo do frete rodoviário, o que pode resultar em aumento nos preços de produtos transportados por estradas. “Além disso, a gasolina é um dos itens mais relevantes para a inflação, representando 5% do IPCA”, afirma o especialista.

Além do transporte, o agronegócio sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos — que também são parte relevante das importações brasileiras vindas do Irã.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que adubos e fertilizantes químicos responderam por 93,5% do total importado pelo Brasil do país do Oriente Médio em janeiro deste ano.

Há impacto também na produção de energia elétrica, especialmente nas termelétricas. Elas geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

“A indústria brasileira está inserida em cadeias globais, e qualquer instabilidade em rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz repercute nos fretes, nos seguros e na energia”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Flávio Roscoe.

Por outro lado, o aumento nos preços do petróleo costuma favorecer a balança comercial do Brasil, já que o país é um grande exportador da commodity e seu valor influencia diretamente o resultado financeiro das petrolíferas.

“Isso já pode pressionar por um ajuste no preço da gasolina. Se houver anúncio, é provável que o valor acompanhe a tendência do petróleo e permaneça elevado enquanto a commodity continuar em alta”, afirma André Braz.

🔎 A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.

“O dólar normalmente se valoriza em momentos de incerteza e cautela internacional, o que pode aumentar a pressão inflacionária causada por insumos importados”, explica Lilian Linhares, da Rio Negro Family Office.

Embora o impacto do dólar dependa de um período mais prolongado de valorização da moeda, a especialista diz que esse é um fator ao qual o BC deve estar atento ao definir a política de juros no país.

“A projeção para a inflação no médio prazo continua alinhada à meta, o que permite que o Banco Central conduza a política monetária nesse cenário de incerteza, com cautela e atenção a eventuais choques de oferta”, afirma.

Nesta quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu reduzir a taxa básica de juros de 15% para 14,75% ao ano. Foi o primeiro corte desde maio de 2024.

Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.

"No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", disse o Copom.

O BC reforçou que a guerra no Oriente Médio afeta a cadeia global de suprimentos e os preços de commodities, o que influencia a inflação no Brasil. Por isso, o comitê decidiu aguardar novos desdobramentos para avaliar quanto tempo o conflito vai durar e quais serão seus efeitos sobre a economia.

"Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio", diz o comunicado.

Juros mais altos também têm impacto direto no dia a dia da economia. Quando as taxas sobem, pegar crédito fica mais caro — seja no cartão, no financiamento ou no empréstimo. Com isso, famílias e empresas tendem a consumir e investir menos.

Esse movimento esfria a atividade econômica e reduz o ritmo de crescimento, justamente como forma de conter a inflação.

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Premiê do Catar diz que ataque do Irã a polo de gás tem ‘impacto significativo’ no fornecimento global de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%Oferecido por

O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, condenou nesta quinta-feira os ataques do Irã ao principal polo de gás do país. A ofensiva ocorreu um dia após Teerã lançar uma série de ações contra infraestruturas energéticas no Golfo.

“Este ataque tem repercussões significativas para o fornecimento global de energia. Ações como essa não trazem benefício direto a nenhum país; ao contrário, prejudicam e impactam diretamente as populações”, afirmou o premiê em entrevista coletiva.

A declaração foi feita após danos extensos à instalação de Ras Laffan, considerada o principal centro de processamento e exportação de gás natural do país.

Ao contrário de conflitos recentes na região, como a guerra entre Irã e Israel de junho de 2025 e entre Israel e Hamas, a atual Guerra no Irã extrapolou as fronteiras dos países diretamente envolvidos e se alastrou pelo Oriente Médio.

Os combates, que entram agora na terceira semana, tiveram início em 28 de fevereiro com bombardeios conjuntos de EUA e Israel contra o território iraniano, resultando na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei. Uma escola com estudantes também foi atingida, entre outros alvos.

O Irã lançou ataques retaliatórios pouco depois, não só contra Israel, mas também em direção a embaixadas, a bases americanas espalhadas pela região e também a alvos civis, como prédios que supostamente abrigariam funcionários americanos.

Ao mesmo tempo, Hezbollah e Israel intensificaram as hostilidades em meio ao conflito, arrastando o Líbano, inclusive sua capital, Beirute, para o teatro de operações.

De todos os países do Golfo, é o que costuma ter melhores relações com o Irã, já que tanto seu governo quanto sua população são de maioria xiita. O país, porém, também abriga a maior base aérea americana da região, atacada por Teerã.

Doha interrompeu sua produção de gás natural depois de ter duas instalações danificadas por ataques iranianos. Dois caças do Irã também foram abatidos pela Força Aérea catari.

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