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Após início da guerra no Oriente Médio, Tesouro Nacional recompra quase R$ 50 bilhões em títulos e ajuda conter alta nos juros futuros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2610,28%Dólar TurismoR$ 5,4500,29%Euro ComercialR$ 6,0520,58%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2610,28%Dólar TurismoR$ 5,4500,29%Euro ComercialR$ 6,0520,58%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2610,28%Dólar TurismoR$ 5,4500,29%Euro ComercialR$ 6,0520,58%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%Oferecido por

Tesouro Nacional comprou nesta semana R$ 49 bilhões em títulos públicos, que haviam sido colocados nos últimos anos no mercado financeiro.

Oficialmente, o Tesouro informa que o objetivo da atuação é "oferecer suporte ao mercado de títulos públicos, assegurando seu bom funcionamento e o de mercados correlatos".

Em termos práticos, ao recomprar papeis do mercado financeiro, o Tesouro Nacional aumenta a demanda por esses títulos, o que eleva o seu preço e, consequentemente, diminui sua taxa de juros.

A atuação tem o efeito, portanto, de injetar "liquidez" ao mercado financeiro, ou seja, liberar recursos aos bancos, e, com isso, conter movimento desordenado de pressão altista na curva de juros.

A Secretaria do Tesouro Nacional comprou nesta semana R$ 49 bilhões em títulos públicos, que haviam sido colocados nos últimos anos no mercado financeiro, por conta dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Trata-se da maior operação de recompra já realizada pela instituição.

Oficialmente, o Tesouro informa que o objetivo da atuação é "oferecer suporte ao mercado de títulos públicos, assegurando seu bom funcionamento e o de mercados correlatos".

A taxa Selic, fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que atualmente está em 14,75% ao ano, tem efeito somente no curto prazo. Já a curva de juros do mercado futuro, afetada pelos leilões do Tesouro Nacional, é definida pelas condições do mercado (oferta e demanda).O cenário global das últimas semanas, com a eclosão da guerra no Oriente Médio, pressionou para cima a curva de juros.

🔎Em termos práticos, ao recomprar papeis do mercado financeiro, o Tesouro Nacional aumenta a demanda por esses títulos, o que eleva o seu preço e, consequentemente, diminui sua taxa de juros.

Como esses papeis têm prazos longos, seus juros servem de base para a chamada "curva", ou seja, as apostas do mercado para os próximos anos.

A atuação tem o efeito, portanto, de injetar "liquidez" ao mercado financeiro, ou seja, liberar recursos aos bancos, e, com isso, conter movimento desordenado de pressão altista na curva de juros — que serve de base para o mercado fixar as taxas cobradas nos empréstimos a empresas e pessoas físicas.

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).

A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país pelo aumento do diesel, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes da gasolina. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

A preocupação imediata, segundo analistas, é com a falta de abastecimento de diesel no país, além do impacto do aumento dos preços no dólar e na inflação. O que já está resultando em um cenário de corte menor dos juros básicos da economia.

Nesta quinta, o Banco Central (BC) avaliou que o cenário global "prospectivo" (futuro) "segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais", ou seja, subida do petróleo, pressão sobre o dólar, os juros futuros e impacto na bolsa de valores – que opera em queda hoje.

"As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco", avaliou o BC.

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Premiê do Catar diz que ataque do Irã a polo de gás tem ‘impacto significativo’ no fornecimento global de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,2600,26%Dólar TurismoR$ 5,4540,36%Euro ComercialR$ 6,0510,55%Euro TurismoR$ 6,2930,69%B3Ibovespa179.369 pts-0,15%Oferecido por

O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, condenou nesta quinta-feira os ataques do Irã ao principal polo de gás do país. A ofensiva ocorreu um dia após Teerã lançar uma série de ações contra infraestruturas energéticas no Golfo.

“Este ataque tem repercussões significativas para o fornecimento global de energia. Ações como essa não trazem benefício direto a nenhum país; ao contrário, prejudicam e impactam diretamente as populações”, afirmou o premiê em entrevista coletiva.

A declaração foi feita após danos extensos à instalação de Ras Laffan, considerada o principal centro de processamento e exportação de gás natural do país.

Ao contrário de conflitos recentes na região, como a guerra entre Irã e Israel de junho de 2025 e entre Israel e Hamas, a atual Guerra no Irã extrapolou as fronteiras dos países diretamente envolvidos e se alastrou pelo Oriente Médio.

Os combates, que entram agora na terceira semana, tiveram início em 28 de fevereiro com bombardeios conjuntos de EUA e Israel contra o território iraniano, resultando na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei. Uma escola com estudantes também foi atingida, entre outros alvos.

O Irã lançou ataques retaliatórios pouco depois, não só contra Israel, mas também em direção a embaixadas, a bases americanas espalhadas pela região e também a alvos civis, como prédios que supostamente abrigariam funcionários americanos.

Ao mesmo tempo, Hezbollah e Israel intensificaram as hostilidades em meio ao conflito, arrastando o Líbano, inclusive sua capital, Beirute, para o teatro de operações.

De todos os países do Golfo, é o que costuma ter melhores relações com o Irã, já que tanto seu governo quanto sua população são de maioria xiita. O país, porém, também abriga a maior base aérea americana da região, atacada por Teerã.

Doha interrompeu sua produção de gás natural depois de ter duas instalações danificadas por ataques iranianos. Dois caças do Irã também foram abatidos pela Força Aérea catari.

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Após disparada do petróleo, países europeus e Japão falam em ajudar a liberar Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 12:46

Mundo Após disparada do petróleo, países europeus e Japão falam em ajudar a liberar Estreito de Ormuz Em comunicado conjunto, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão se dizem prontos para se juntar a "esforços" para liberar Estreito de Ormuz. Também na manhã desta quinta, secretário de Guerra dos EUA chamou aliados europeus de "ingratos". Por Redação g1

Após rejeitar o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, países europeus e o Japão disseram nesta quinta-feira (19) que estão "prontos" para se juntar aos "esforços" para liberar a passagem pelo canal marítimo.

Em um comunicado conjunto, governos de Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão afirmaram ainda que vão tomar medidas para estabilizar o mercado de energia, afetado pelos ataques do Irã a infraestruturas no Golfo Pérsico. O preço do petróleo disparou após os novos ataques.

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"Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando".

A nota é um aceno ao governo de Donald Trump, que havia criticado os aliados após eles negarem o pedido por embarcações militares para escoltar navios comerciais no estreito. Nesta quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, chamou os países europeus de "ingratos".

O comunicado, no entanto, não especifica de que forma os países ajudariam no Estreito de Ormuz, uma via marítima no Oriente Médio por onde circulam navios transportando cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo.

👉 O Irã, que fica em uma das pontas do estreito, disse ter fechado a passagem e vem atacando navios que passam por lá.

O comunicado conjunto ainda elogia a liberação de reservas estratégicas de petróleo pelos Estados Unidos e diz que "tomaremos outras medidas para estabilizar os mercados de energia, incluindo trabalhar com certos países produtores para aumentar a produção".

No início da semana, países da Europa haviam rejeitado o pedido de Trump para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz e ajudassem na guerra contra o Irã.

O ministro da Defesa da Alemanha, um dos países que haviam negado o pedido de Trump, disse que não ajudaria porque "esta não é a nossa guerra".

"O que Trump espera de um punhado de fragatas europeias que a poderosa Marinha dos EUA não possa fazer? Esta não é a nossa guerra, nós não a começamos", disse o ministro Boris Pistorius

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Irã considera cobrar taxas de navios no Estreito de Hormuz, diz parlamentar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 10:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2660,37%Dólar TurismoR$ 5,4670,61%Euro ComercialR$ 6,0700,88%Euro TurismoR$ 6,2970,76%B3Ibovespa177.701 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,2660,37%Dólar TurismoR$ 5,4670,61%Euro ComercialR$ 6,0700,88%Euro TurismoR$ 6,2970,76%B3Ibovespa177.701 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,2660,37%Dólar TurismoR$ 5,4670,61%Euro ComercialR$ 6,0700,88%Euro TurismoR$ 6,2970,76%B3Ibovespa177.701 pts-1,08%Oferecido por

O Irã estuda cobrar taxas de embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, segundo um parlamentar do país.

A medida pode representar uma tentativa de transformar em receita o controle estratégico da via, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás liquefeito comercializados no mundo.

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, Teerã tem interrompido o tráfego marítimo no estreito para embarcações que, segundo o governo, têm ligação com seus adversários e aliados.

Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026. — Foto: SAHAR AL ATTAR / AFP

O Irã estuda cobrar taxas de embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, segundo um parlamentar do país. A medida pode representar uma tentativa de transformar em receita o controle estratégico da via, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás liquefeito comercializados no mundo.

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, Teerã tem interrompido o tráfego marítimo no estreito para embarcações que, segundo o governo, têm ligação com seus adversários e aliados.

De acordo com a "Iranian Students' News Agency", o parlamentar afirmou que o Congresso analisa um projeto que prevê a cobrança de pedágios e taxas de países que utilizam a rota para transporte marítimo, energia e alimentos.

Um assessor do líder supremo do Irã disse que um “novo regime para o Estreito de Ormuz” será implementado após o fim do conflito. A proposta permitiria ao país impor restrições marítimas a nações que adotaram sanções contra Teerã.

“Ao usar a posição estratégica do Estreito de Ormuz, podemos sancionar o Ocidente e impedir que seus navios passem por essa via”, afirmou Mohammad Mokhber nesta quinta-feira, segundo a agência Mehr News Agency.

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Ferrari suspende entregas no Oriente Médio devido à guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 10:56

Carros Ferrari suspende entregas no Oriente Médio devido à guerra Anúncio da montadora italiana foi feito nesta quinta-feira (19). Emirados Árabes e outros mercados da região são importantes para os resultados da empresa Por Redação g1

Segundo a Reuters, a montadora italiana de carros esportivos Ferrari suspendeu nesta quinta-feira (19) temporariamente as entregas no Oriente Médio, enquanto a guerra avança na região.

“Estamos monitorando de perto os desdobramentos no Oriente Médio e as possíveis implicações para o nosso negócio”, afirmou a empresa em comunicado.

“Neste momento, suspendemos temporariamente as entregas na região, enquanto gerenciamos algumas entregas por via aérea”, acrescentou a companhia.

A região do Oriente Médio é importante para o resultado de vendas da Ferrari. Segundo o balanço mais recente, de 2024, a marca italiana vendeu 479 carros naquele mercado.

Pode não parecer muito, mas vamos comparar com a China, que só fica atrás do Estados Unidos no número de bilionários e tem população de 1,4 bilhão de pessoas.

Os chineses compraram da 814 carros da Ferrari no mesmo período. Esses dados não incluem Hong Kong nem Taiwan.

A Ferrari tem 10 pontos de venda no Oriente Médio, segundo dados da empresa. Número bem maior do que a soma de toda a América do Sul, que só tem quatro lojas da marca.

Felipe Massa e Fernando Alonso na atração Formula Rossa do Ferrari World de Abu Dhabi em 2013 — Foto: Divulgação / Ferrari

A paixão pela Ferrari no Oriente Médio é tão grande, que a marca italiana tem um parque temático licenciado em Abu Dhabi. Lá é possível experiementar uma das montanhas russas mais rápidas do mundo.

Chamada de Formula Rossa, a atração acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos e alcança 240 km/h. Nas curvas, os ocupantes sentem os efeitos de até 4,8 g.

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Dólar abre em meio à nova escalada de ataques no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O dólar inicia esta quinta-feira (19) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,2578, em meio à cautela nos mercados globais diante da nova escalada de ataques à infraestrutura energética no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços do petróleo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O Irã anunciou uma nova fase da guerra, passando a mirar estruturas de energia no Golfo ligadas aos Estados Unidos, em retaliação ao ataque de Israel ao maior campo de gás do mundo em território iraniano. Ação provocou uma disparada nos preços do petróleo e do gás natural.

🔎 O Brent — referência do mercado — alcançou o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. Por volta das 8h20 desta quinta, o preço futuro do gás natural na Europa registrava alta de cerca de 16%. Mais cedo, o gás chegou a subir 35% na região.

▶️No Brasil, o governo tenta conter uma alta do diesel em ano eleitoral, em meio à disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio. A proposta é zerar o ICMS sobre a importação do combustível até o fim de maio, com metade das perdas dos estados compensada pela União.

▶️ Com poucos indicadores previstos no cenário local, os investidores voltam a atenção para as decisões de juros de outras grandes economias ao redor do mundo, como os anúncios do Banco do Japão (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).

▶️Ainda no radar estão as as decisões de juros: no Brasil, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, enquanto, nos EUA, o Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.

Em Wall Street, os índices futuros apontavam para abertura em queda, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques a ativos estratégicos do setor de petróleo.

Por volta das 9h27 (de Brasília), o Dow Jones futuro caía 0,38%, enquanto o S&P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%.

Na Europa, os mercados também operam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.

Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global.

Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).

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Liquidação de instituições ligadas ao Master não gerou ‘efeitos’ no sistema financeiro, mas cenário global apresenta riscos, diz BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master, ou seja, sua retirada do mercado, não gerou efeitos no âmbito do sistema financeiro nacional, pois os mecanismos de proteção existentes foram acionados, mas o cenário internacional, marcado pela guerra no Oriente Médio, segue apresentando riscos.

As avaliações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central. A reunião aconteceu em 11 e 12 de março, mas o documento foi divulgado somente nesta quinta-feira (19) pela autoridade monetária.

"Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro", diz o Banco Central, sobre a liquidação de bancos ligados ao Master.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

Enquanto a Polícia Federal investiga irregularidades no Master, nove instituições financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso, foram liquidadas. São elas:

Banco Master S/ABanco Master de Investimento S/ABanco Letsbank S/AMaster S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores MobiliáriosReag TrustWill FinanceiraBanco Pleno Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.ABanco Master Múltiplo S/A

Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, estão consumindo R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Para capitalizar novamente o FGC, o BC anunciou, no início deste mês, resolução para que os bancos direcionem o fundo recursos recolhidos dos depósitos compulsórios. A medida poderá injetar cerca R$ 30 bilhões, no decorrer de 2026, no FGC.

Na outra frente da guerra, explosões sacudiram os subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

De acordo com análise do Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, o cenário global "prospectivo" (futuro) "segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais", ou seja, subida do petróleo e mudanças no dólar, por exemplo.

"As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco", avaliou o BC.

A autoridade monetária observou, porém, que o sistema financeiro internacional tem demonstrado "resiliência", apesar de a "incerteza de política econômica" permanecer elevada.

"A materialização recente de riscos geopolíticos aumentou a volatilidade nos mercados. Até o momento, os efeitos concentram-se nos preços de commodities, sem contágio em mesma proporção para outros ativos financeiros. O regime de câmbio flutuante segue absorvendo choques e o sistema financeiro internacional segue em realocação ordenada de posições", concluiu.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Liquidação de instituições ligadas ao Master não gerou ‘efeitos’ no sistema financeiro, mas cenário global apresenta riscos, diz BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master, ou seja, sua retirada do mercado, não gerou efeitos no âmbito do sistema financeiro nacional, pois os mecanismos de proteção existentes foram acionados, mas o cenário internacional, marcado pela guerra no Oriente Médio, segue apresentando riscos.

As avaliações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central. A reunião aconteceu em 11 e 12 de março, mas o documento foi divulgado somente nesta quinta-feira (19) pela autoridade monetária.

"Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro", diz o Banco Central, sobre a liquidação de bancos ligados ao Master.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

Enquanto a Polícia Federal investiga irregularidades no Master, nove instituições financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso, foram liquidadas. São elas:

Banco Master S/ABanco Master de Investimento S/ABanco Letsbank S/AMaster S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores MobiliáriosReag TrustWill FinanceiraBanco Pleno Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.ABanco Master Múltiplo S/A

Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, estão consumindo R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Para capitalizar novamente o FGC, o BC anunciou, no início deste mês, resolução para que os bancos direcionem o fundo recursos recolhidos dos depósitos compulsórios. A medida poderá injetar cerca R$ 30 bilhões, no decorrer de 2026, no FGC.

Na outra frente da guerra, explosões sacudiram os subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

De acordo com análise do Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, o cenário global "prospectivo" (futuro) "segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais", ou seja, subida do petróleo e mudanças no dólar, por exemplo.

"As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco", avaliou o BC.

A autoridade monetária observou, porém, que o sistema financeiro internacional tem demonstrado "resiliência", apesar de a "incerteza de política econômica" permanecer elevada.

"A materialização recente de riscos geopolíticos aumentou a volatilidade nos mercados. Até o momento, os efeitos concentram-se nos preços de commodities, sem contágio em mesma proporção para outros ativos financeiros. O regime de câmbio flutuante segue absorvendo choques e o sistema financeiro internacional segue em realocação ordenada de posições", concluiu.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço do petróleo ultrapassa US$115 após ataques a instalações energéticas no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 07:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o Brent — referência do mercado — alcançando o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. A alta ocorreu após o Irã atacar instalações energéticas em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel ao campo de gás de South Pars.

Os contratos futuros do Brent avançavam US$ 6,08 (5,7%), a US$ 113,46 por barril. Mais cedo, chegaram a subir quase US$ 8, atingindo o maior nível desde 9 de março, com pico de US$ 115,10 na sessão.

Já o petróleo WTI, dos Estados Unidos, subia US$ 0,57 (0,6%), para US$ 96,89 por barril, após ter avançado quase US$ 4 mais cedo, sendo negociado a US$ 100,02.

O WTI tem sido negociado com o maior desconto em relação ao Brent em 11 anos, refletindo a liberação de reservas estratégicas pelos EUA e custos mais altos de transporte. Ao mesmo tempo, os novos ataques a instalações energéticas no Oriente Médio reforçaram a pressão de alta sobre o Brent.

“A escalada no Oriente Médio, os ataques à infraestrutura de petróleo e a morte da liderança iraniana apontam para uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo”, afirmou Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, em nota.

O banco central dos Estados Unidos manteve as taxas de juros inalteradas na quarta-feira e projetou uma inflação mais alta, enquanto avalia os impactos do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.

Ainda na quarta-feira, a QatarEnergy informou que ataques de mísseis iranianos a Ras Laffan — importante centro de processamento de gás natural liquefeito no Catar — causaram “danos extensos” à estrutura.

A Arábia Saudita afirmou ter interceptado e destruído quatro mísseis balísticos lançados contra Riad, além de uma tentativa de ataque com drones a uma instalação de gás.

A refinaria SAMREF, da Saudi Aramco, no porto de Yanbu, no Mar Vermelho, também foi alvo de um ataque aéreo na quinta-feira.

Já a Kuwait Petroleum Corporation informou que uma unidade operacional da refinaria Mina al-Ahmadi foi atingida por um drone, provocando um incêndio de pequena proporção.

Antes dos ataques, o Irã havia alertado para a retirada de pessoas de várias instalações de petróleo na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e no Catar, como parte de sua preparação para uma possível retaliação aos ataques contra suas próprias estruturas energéticas em South Pars e Asaluyeh.

South Pars é a parte iraniana do maior campo de gás natural do mundo, compartilhado com o Catar, aliado dos Estados Unidos, no Golfo.

O presidente Donald Trump afirmou que Israel realizou o ataque ao campo de gás de South Pars, sem envolvimento dos Estados Unidos e do Catar. Ele acrescentou que Israel não deve voltar a atacar instalações iranianas na região, a menos que o Irã ataque o Catar, e alertou que os EUA responderiam caso Teerã avance sobre Doha.

Mais cedo, a Reuters informou que o governo Trump avalia enviar milhares de soldados norte-americanos para reforçar sua presença no Oriente Médio, em preparação para possíveis desdobramentos da tensão com o Irã.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo corre contra o tempo para evitar uma ‘crise do diesel’ ainda maior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 05:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.

O preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11% em uma semana, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.

Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 110.

A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.

Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustívei

Primeiro, anunciou a isenção de impostos federais e uma “ajuda de custo” (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, será aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

Com esse “desconto” bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem que todo o impacto chegue ao consumidor. Assim, a empresa evita prejuízos com o custo mais alto da matéria-prima e divide com o governo o efeito do aumento na bomba.

A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.

O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desconto extra de cerca de R$ 1,20.

Mas os governadores disseram “não”. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) afirmou que isentar o ICMS prejudicaria o financiamento de políticas públicas e que cortes no imposto “não costumam ser repassadas ao consumidor final”.

Diante disso, foi necessário apresentar uma nova proposta: os estados zeram o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio e o governo reembolsa metade do valor que não será arrecadado.

Pelas contas do Ministério da Fazenda, a isenção custará R$ 3 bilhões por mês, e o governo devolveria R$ 1,5 bilhão. A decisão será tomada até o dia 28 de março.

A preocupação do governo não é à toa. O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Por isso, o governo também reforçou a fiscalização da tabela do frete no Brasil, para garantir que os caminhoneiros não rodem “no prejuízo” e buscando impedir uma nova paralisação da categoria, que agravaria ainda mais a situação.

O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.

“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão.

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