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ECA Digital: Google e Meta explicam como verificam idade de usuários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 18:25

Tecnologia ECA Digital: Google e Meta explicam como verificam idade de usuários no Brasil Lei obriga plataformas com acesso de menores a adotar mecanismos para adequar conteúdo à faixa etária. Por Redação g1

O Google e a Meta detalharam nesta terça-feira (17) como verificam a idade de usuários. As empresas se manifestaram no mesmo dia em que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) entrou em vigor.

A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem "adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade".

Em comunicado, o Google disse que está implementando no Brasil um modelo de estimativa de idade, que analisa a atividade dos usuários, como as buscas realizadas ou as categorias de vídeos assistidos.

"Esses sinais nos ajudam a determinar se aquela pessoa provavelmente tem mais ou menos de 18 anos e a aplicar proteções automáticas em nossos produtos, incluindo bloquear conteúdo com classificação 18+ no YouTube e Google Play, além da ativação do SafeSearch e o bloqueio de resultados inapropriados na Busca", disse a empresa.

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters

Como funciona a verificação de idade de Roblox, Discord, YouTube e outrasMenores de 16 anos terão que vincular redes sociais com as de seus pais

O Google, que controla a loja de aplicativos Play Store, também afirmou que está expandindo o acesso de desenvolvedores a uma ferramenta que fornece sinais de faixa etária para aplicativos.

O ECA Digital determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação precisa ser repassada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para cada usuário.

Segundo a empresa, quando existem suspeitas de declaração incorreta ou tentativa de aumentar a idade na plataforma, usuários precisam fazer uma verificação com o envio de um documento ou de uma selfie em vídeo.

A empresa informou ainda que vai usar novos sinais de idade que serão obtidos por meio das lojas de aplicativos e que usuários podem denunciar contas suspeitas de serem de crianças.

O Reddit, que funciona como um fórum de discussão, disse que fará estimativas de idade para cumprir a legislação brasileira.

A plataforma afirmou ter implementado "métodos de garantia de idade para restringir totalmente o acesso a usuários menores de 16 anos e impedir que menores de 18 anos acessem conteúdo adulto".

Menores de 13 anos continuarão proibidos de usar a plataforma, e usuários com idade estimada entre 13 e 16 anos ficarão suspensos temporariamente até receberem consentimento dos pais. Por fim, usuários com idade estimada entre 16 e 17 anos precisam da verificação apenas para acessar conteúdo adulto na plataforma.

A Meta afirmou que, a partir desta semana, pais poderão ativar a supervisão da conta dos filhos sem precisar da aprovação do adolescente. Adultos que já monitoram as contas não precisam adotar medidas adicionais.

Pais também terão a opção de limitar transações financeiras de seus filhos e bloquear assinaturas, contribuições para arrecadações e compras de selos virtuais.

A supervisão é habilitada na seção Contas de Adolescentes, disponível para Instagram, Facebook, Messenger e Threads. A Meta também destacou o novo recurso do WhatsApp para pais limitarem quem pode falar com seus filhos.

O Google afirmou que menores de 16 anos precisarão ter o recurso de supervisão dos pais ativado para publicar vídeos ou comentários na plataforma.

A empresa destacou ainda que pais e adolescentes podem vincular suas contas no YouTube por meio da seção Central da Família e que adultos podem controlar tempo de tela e aplicativos baixados no aplicativo Family Link.

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Ministra da Gestão diz que governo federal deve fazer aporte de capital nos Correios em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 18:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, nesta terça-feira (17), que o governo federal deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027.

Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.

Segundo Dweck, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal.

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, nesta terça-feira (17), que o governo federal deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027. Além disso, afirmou que a estatal avalia uma nova captação de empréstimo.

Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.

🔎 Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.

"Olha, em relação ao aporte, isso estava, inclusive, previsto no contrato que foi assinado com os bancos, que tinha uma previsão de aporte da União. Só que no próprio contrato que foi assinado dizia que podia ser 2026 ou 2027, até 2027. Então, isso está sendo estudado. Provavelmente o aporte esse ano não deve acontecer, pode acontecer até 27", disse a ministra.

"Mas eles estão vendo eventualmente de algum complemento de empréstimo, isso que está sendo estudado", complementou a ministra durante a apresentação do balanço da segunda edição do CNPU.

Segundo Dweck, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal. "Por isso é parte da equação também", explicou a ministra.

Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo.

O empréstimo faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

Ao detalhar o plano de reestruturação dos Correios, no final do ano passado, o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que ainda seria necessário o empréstimo adicional de R$8 bilhões em 2026.

A ideia inicial da estatal era a tomada de um empréstimo de R$ 20 bilhões, que não foi autorizado pelo Tesouro Nacional em função da alta taxa de juros que havia sido proposta.

"O plano de reestruturação foi concebido com uma necessidade declarada de captação de recursos da ordem de R$ 20 bilhões. Então, a gente fez uma primeira rodada com bancos, recebemos oferta dos R$ 20 bilhões, mas a uma taxa que a gente entendeu que estava mais elevada", afirmou Rondon.

Correios vão precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026; plano de reestruturação prevê 15 mil demissões e mil agências fechadas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O plano de reestruturação da empresa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e o fechamento de mil agências – atualmente os Correios têm cerca de 5 mil unidades.

A companhia vai implementar um programa de demissão voluntária (PDV) e espera, em até 2 anos, reduzir em 15 mil o número total de funcionários, o que representaria um corte de 18% na folha de pagamentos.

🔎 O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa.

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Congresso Nacional promulga acordo entre Mercosul e União Europeia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%Oferecido por

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer.

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.

O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer. O tratado entre os dois blocos foi aprovado no Senado Federal em 4 de março, concluindo o processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados.

Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

O acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado que atinge de 700 milhões de pessoas.

A expectativa é que o tratado comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, ampliando o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.

Na mesma data da votação no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de "salvaguardas bilaterais", mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária.

A medida foi uma resposta a regulamentação de salvaguardas feita pelo Parlamento Europeu após a assinatura do acordo.

No caso brasileiro, no entanto, as regras valem para tratados comerciais no geral e não apenas para a relação bom a União Europeia.

Série especial do JN mostra como o agronegócio brasileiro está enfrentando as mudanças climáticas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.

Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.

Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.

Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.

O texto final tenta equilibrar esses interesses, com salvaguardas para a agricultura europeia e exigências ambientais mais rígidas.

Para o Mercosul, o Brasil tem papel central: precisa comprovar avanços em sustentabilidade e controle ambiental para facilitar a ratificação e ampliar o acesso ao mercado europeu.

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Guerra no Irã: companhias aéreas sobem tarifas e cancelam voos após disparada do preço do querosene

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:45

Turismo e Viagem Guerra no Irã: companhias aéreas sobem tarifas e cancelam voos após disparada do preço do querosene Alta do combustível já afeta companhias da Europa, Ásia e Oceania. Preço mais que dobrou desde janeiro. Por Redação g1

Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio.

O movimento pode impactar diretamente os brasileiros, que usam com frequência companhias europeias em voos internacionais.

O combustível, que representa cerca de 40% dos custos das aéreas, dobrou de valor desde o início do ano.

Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio. Empresas da Ásia seguem o mesmo caminho e já anunciam reajustes nas tarifas.

A escandinava SAS cancelou centenas de voos nesta semana e anunciou aumento temporário nas tarifas para compensar a alta do combustível. A maioria das suspensões atinge rotas domésticas na Noruega, com impacto menor na Suécia e Dinamarca.

"Dada a situação atual no Oriente Médio, incluindo o aumento acentuado e repentino nos preços globais de combustível, estamos adotando medidas para fortalecer nossa resiliência", declarou a SAS em comunicado à AFP.

Outras gigantes europeias, como Air France-KLM e Lufthansa, também enfrentam pressão de custos. Parte do impacto é amortecida por contratos de hedge — compra antecipada de combustível a preços fixos —, mas o efeito da alta já começa a aparecer nas tarifas.

O movimento pode impactar diretamente os brasileiros, que usam com frequência companhias europeias em voos internacionais.

Na Ásia-Pacífico, empresas seguem na mesma direção. A australiana Qantas anunciou reajustes nas passagens, com alta média de cerca de 5% nos voos internacionais, segundo a imprensa local.

Já a Air India informou que vai ampliar a cobrança de sobretaxas de combustível em voos domésticos e internacionais. A taxa chegará a US$ 125 em rotas para a Europa e a US$ 200 para a América do Norte.

Além dos preços mais altos, companhias também reduziram operações no Oriente Médio por razões de segurança.

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Um Boeing 787 Dreamliner da Air India com matrícula VT-ANB sobrevoa Tóquio, Japão, em 27 de abril de 2025 — Foto: Koki Takagi via REUTERS

O avanço dos preços do querosene explica a pressão. O combustível, que representa cerca de 40% dos custos das aéreas, dobrou de valor desde o início do ano.

Na segunda-feira, o preço médio global chegou a US$ 173,91 por barril, segundo o índice Platts — mais que o dobro do registrado em janeiro.

A alta é mais intensa do que a do petróleo bruto porque o querosene depende de refino e tem menor prioridade que gasolina e diesel, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

O barril de Brent, referência global do petróleo, gira em torno de US$ 100 após a escalada do conflito. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial, agravou a crise de oferta.

As companhias afirmam que os reajustes são necessários para evitar prejuízos. A Air India, por exemplo, declarou que sem a aplicação de sobretaxas, alguns voos não cobririam os custos operacionais e teriam de ser cancelados.

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CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:01

Trabalho e Carreira Concursos CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos Dados incluem informações sobre a distribuição regional dos aprovados, a faixa etária e o nível de escolaridade. Por Redação g1 — São Paulo

O governo federal apresentou, nesta terça-feira (17), o balanço oficial do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), consolidando os principais números do maior processo seletivo já realizado para o serviço público federal.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, conduziu a coletiva e detalhou os dados de desempenho.

Ao todo, o CNU 2025 registrou 761.545 inscritos. Os índices de abstenção chamaram atenção: 42% dos candidatos faltaram à primeira prova, e 21% não compareceram à segunda etapa.

Apesar disso, o governo avalia que a adesão se manteve elevada, considerando a dimensão inédita do certame e seu alcance nacional.

Os dados consolidados também mostraram a predominância feminina entre os participantes: 60% dos inscritos eram mulheres. Além disso, 33% concorreram por vagas reservadas a políticas de ação afirmativa.

O governo divulgou ainda os primeiros recortes sobre quem conseguiu aprovação para as 3.649 vagas ofertadas em 32 órgãos:

Foram selecionadas pessoas de 578 cidades de todos os 27 estados, o que reforça o caráter nacional da seleção.40,5% das pessoas aprovadas pertencem aos grupos de pretos, pardos, indígenas, quilombolas ou pessoas com deficiência — um avanço em relação ao CPNU anterior, que registrou 33,6% nesse segmento.48,4% das pessoas aprovadas são mulheres, percentual superior ao registrado no CPNU 1, que havia sido de 37%.

O concurso recebeu inscrições de 4.951 municípios, com provas aplicadas em 228 cidades. A proposta central da seleção — ampliar o acesso, padronizar regras e democratizar a entrada no serviço público federal — foi destacada como um dos pilares da edição.

A organização foi conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A execução das provas e fases do concurso foi responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Governo fará nova rodada de corte de tarifas de importação após pedidos de empresas, diz secretário do MDIC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%Oferecido por

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizará uma nova rodada de cortes no Imposto de Importação, revertendo, ainda que de forma temporária, parte das elevações de tarifas aplicadas anteriormente neste ano.

A redução das tarifas a zero será aplicada imediatamente, por até quatro meses, mediante solicitação de empresas que comprovarem a ausência de produção nacional dos itens.

O prazo para envio das solicitações pelas empresas vai até 31 de março, quando todos os pedidos serão encaminhados ao Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex).

O aumento do Imposto de Importação foi decidido em fevereiro e inicialmente atingiu mais de 1.200 bens de capital, informática e telecomunicações, com o argumento de estimular a indústria nacional.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizará uma nova rodada de cortes no Imposto de Importação, revertendo, ainda que de forma temporária, parte das elevações de tarifas aplicadas anteriormente neste ano, afirmou à Reuters o secretário de Desenvolvimento Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira.

A redução das tarifas a zero será aplicada imediatamente, por até quatro meses, mediante solicitação de empresas que comprovarem a ausência de produção nacional dos itens. O governo terá um prazo para avaliar cada pedido e decidir se o corte será mantido posteriormente, explicou.

“Se for comprovada a ausência de produção nacional, a tarifa ficará em zero. Esse processo inicial é automático: a empresa que fizer o pedido e comprovar que não há produção local terá a redução de imediato”, afirmou.

Segundo o secretário, esse direito se aplica aos itens que antes tinham alíquotas inferiores a 7,2% e que, pela nova regra, passaram a ser taxados em 7,2%.

O prazo para envio das solicitações pelas empresas vai até 31 de março, quando todos os pedidos serão encaminhados ao Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex).

A validação dos cortes ocorrerá em reunião extraordinária do colegiado, segundo o secretário, que prevê a chegada de “muitos” pedidos.

O aumento do Imposto de Importação foi decidido em fevereiro e inicialmente atingiu mais de 1.200 bens de capital, informática e telecomunicações, com o argumento de estimular a indústria nacional, medida que gerou reação política negativa.

Cerca de 350 itens passaram a ter alíquota de 7,2%, enquanto o restante permaneceu com tarifas mais altas, de até 20%.

No fim de fevereiro, o governo já havia revertido o aumento de tarifas para 125 produtos, sendo que 105 retomaram a alíquota zero.

Para 15 itens, a mudança foi definitiva, enquanto os demais ainda serão avaliados para decidir se o benefício temporário será mantido.

O aumento do imposto de importação também gera mais receita para o governo, segundo uma fonte da área econômica, que afirmou que o tema foi discutido com esse objetivo. No entanto, Moreira negou essa interpretação na entrevista.

“O governo nunca considerou essa medida sob a perspectiva de arrecadação”, defendeu. “O documento que fundamentou a decisão foca exclusivamente no mérito da política industrial e na preocupação com a perda de densidade produtiva.”

Segundo o secretário, as importações de bens de capital e tecnologia pelo Brasil cresceram mais de US$ 20 bilhões nos últimos três anos, contribuindo para a deterioração das transações correntes e impactando a produção nacional.

O debate sobre a produção de itens com tecnologia incorporada ocorre em meio a incertezas sobre a implementação do Redata, política destinada a atrair data centers ao país, que foi criada por medida provisória, mas perdeu validade no Congresso Nacional.

Na entrevista, Moreira afirmou que o governo ainda avalia juridicamente o tema para que a política volte a vigorar.

Segundo ele, a solução pode envolver o envio de um projeto de lei complementar ao Legislativo, que só passa a valer após aprovação pela maioria absoluta de deputados e senadores, seguida da sanção presidencial.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lycra entra com pedido de recuperação judicial sob dívida de US$ 1,2 bilhão

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 17/03/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%Oferecido por

A The Lycra Company, fabricante de spandex — popularmente conhecido como Lycra — e outros tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos nesta terça-feira (17), com uma dívida de US$ 1,2 bilhão (US$ 6,2 bilhões).

Os credores concordaram em fornecer US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas existentes, segundo registros do tribunal.

A empresa afirmou que a reestruturação não afetará suas operações, clientes, fornecedores ou funcionários.

A Lycra disse contar com apoio quase unânime dos credores e espera concluir o processo de recuperação em até 45 dias.

Sediada em Wilmington, estado norte-americano do Delaware, a empresa vinha enfrentando dificuldades há anos, após sua aquisição em 2019 pela chinesa Ruyi Textile e pela Fashion International Group Limited, segundo registros judiciais.

A The Lycra Company, fabricante de spandex — popularmente conhecido como Lycra — e outros tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos nesta terça-feira (17), com uma dívida de US$ 1,2 bilhão (US$ 6,2 bilhões).

Os credores concordaram em fornecer US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas existentes, segundo registros do tribunal.

A empresa afirmou que a reestruturação não afetará suas operações, clientes, fornecedores ou funcionários.

A Lycra disse contar com apoio quase unânime dos credores e espera concluir o processo de recuperação em até 45 dias.

Sediada em Wilmington, estado norte-americano do Delaware, a empresa vinha enfrentando dificuldades há anos, após sua aquisição em 2019 pela chinesa Ruyi Textile e pela Fashion International Group Limited, segundo registros judiciais.

Ainda assim, a empresa continuou a apresentar desempenho inferior devido à queda na demanda, à concorrência de produtos genéricos de spandex mais baratos, a tarifas nos EUA e a disputas legais com os antigos proprietários na China.

🔎A Lycra, fibra elástica criada em 1958 pela DuPont nos Estados Unidos, revolucionou a indústria têxtil ao oferecer tecidos que esticam e retornam à forma original.

Inicialmente chamada de spandex, a fibra ganhou espaço em roupas íntimas e trajes esportivos na década de 1960, graças ao conforto e à flexibilidade.

Ao longo dos anos, a Lycra conquistou outros segmentos, como moda praia, moda fitness e vestuário de desempenho, tornando-se referência global em tecidos elásticos.

A companhia mantém oito fábricas, três laboratórios de pesquisa e 11 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul, empregando cerca de 2 mil pessoas no mundo todo. No Brasil, a companhia possui fábrica em Paulínia (SP) e na cidade de São Paulo (SP).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

General Mills fecha venda dos negócios no Brasil para 3corações por R$ 800 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 10:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%Oferecido por

A General Mills anunciou nesta terça-feira (17) a venda de sua operação no Brasil para o grupo 3corações por R$ 800 milhões.

O acordo inclui marcas tradicionais como a Yoki — conhecida por produtos como farofa, pipoca de micro-ondas e batata palha — e a Kitano, de temperos.

A operação ainda depende da aprovação de órgãos reguladores e tem conclusão prevista até o fim de 2026.

Segundo a 3corações, a aquisição reforça a estratégia de diversificação e amplia a presença da empresa em diferentes ocasiões de consumo.

Para a General Mills, a venda faz parte de uma estratégia global de reestruturação, com foco em categorias consideradas prioritárias, como sorvetes premium, comida mexicana, snacks e alimentos para pets.

A General Mills anunciou nesta terça-feira (17) a venda de sua operação no Brasil para o grupo 3corações por R$ 800 milhões, em um movimento que faz parte da estratégia global de reorganização do portfólio da companhia.

O acordo inclui marcas tradicionais como a Yoki — conhecida por produtos como farofa, pipoca de micro-ondas e batata palha — e a Kitano, de temperos, e ainda depende da aprovação de órgãos reguladores, com conclusão prevista até o fim de 2026.

Segundo a 3corações, a aquisição reforça a estratégia de diversificação do portfólio e amplia sua presença nas diferentes ocasiões de consumo.

“Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, afirmou o presidente do grupo, Pedro Lima.

O executivo também destacou a integração das equipes. “Entendemos que o sucesso das nossas marcas é reflexo direto da dedicação do nosso povo. Estamos felizes por acolher os profissionais apaixonados pelo que fazem, que se juntarão à nossa família para continuar encantando os consumidores brasileiros. Que essa união gere valor para todos”, disse.

Para a General Mills, a venda faz parte de uma estratégia global de reestruturação, com foco em categorias consideradas prioritárias, como sorvetes premium, comida mexicana, snacks e alimentos para pets.

A companhia afirma que a operação deve contribuir para melhorar margens (lucro)e concentrar esforços em negócios mais estratégicos.

Fundada em 1856, nos Estados Unidos, a General Mills é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com produtos que vão de cereais e snacks a sorvetes e ração para animais.

Dona de marcas como Cheerios, Nature Valley, Häagen-Dazs e Betty Crocker, a companhia registrou cerca de US$ 19 bilhões em receita em 2025, além de aproximadamente US$ 1 bilhão em ganhos com participações em outros negócios.

No Brasil, a empresa emprega cerca de 3.500 pessoas e conta com duas fábricas, em Pouso Alegre (MG) e Campo Novo do Parecis (MT), além de seis centros de distribuição no país.

Já a 3corações tem forte atuação na produção e distribuição de café — torrado e moído, solúvel e em cápsulas — e vem avançando na diversificação do portfólio.

O grupo reúne marcas conhecidas como 3 Corações, Santa Clara, Café Pimpinela e Kimimo, além de atuar em categorias como chás, cappuccinos e achocolatados.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo do Oriente Médio se torna o mais caro do mundo conforme guerra corta fornecimento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 10:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,202-0,51%Dólar TurismoR$ 5,406-0,51%Euro ComercialR$ 5,999-0,32%Euro TurismoR$ 6,247-0,34%B3Ibovespa181.451 pts0,88%Oferecido por

Os índices de referência do petróleo do Oriente Médio atingiram níveis recordes e se tornaram os mais caros do mundo, mesmo com a queda nas negociações causada pela guerra no Irã. Parte dos traders avalia que esses indicadores perderam relevância diante das interrupções no fornecimento.

A alta desses índices, usados para definir o preço de milhões de barris exportados para a Ásia, tem elevado os custos das refinarias da região, que começam a buscar alternativas ou até reduzir a produção nos próximos meses.

O petróleo Dubai à vista foi cotado a um recorde de US$ 157,66 por barril na terça-feira, para cargas de maio, segundo a S&P Global Platts, superando o recorde histórico do Brent, de US$ 147,50 em 2008.

Com isso, o prêmio do Dubai em relação aos swaps subiu para US$ 60,82 por barril na segunda-feira (16), ante uma média de US$ 0,90 em fevereiro, segundo a Reuters.

Na mesma linha, o petróleo de Omã também atingiu recorde, a US$ 152,58 por barril, elevando seu prêmio frente aos swaps de Dubai para US$ 55,74 — ante cerca de US$ 0,75 em fevereiro.

Os preços de Dubai estão distorcidos, em parte, pela grande diferença em relação ao petróleo Murban, cotado a US$ 114,03 por barril na terça-feira, segundo fontes do mercado.

As exportações de petróleo do Oriente Médio para a Ásia caíram para 11,7 milhões de barris por dia em março, ante quase 19 milhões em fevereiro, uma queda de cerca de 32% na comparação anual, segundo a consultoria Kpler. O recuo está ligado às interrupções no transporte pelo Estreito de Ormuz.

Ilustração de bomba de petróleo em frente à bandeira dos Emirados Árabes Unidos — Foto: Reuters

Fontes do setor de refino atribuem a alta dos preços à menor oferta disponível durante o processo de negociação da Platts, após a retirada de três tipos de petróleo que passam pelo estreito.

Uma das fontes afirmou que a formação de preços ficou distorcida, já que os tipos restantes — Omã e Murban — não representam bem o mercado usado como referência para o petróleo do Oriente Médio e parte do petróleo russo.

Outra fonte afirmou que o comércio de petróleo do Oriente Médio para maio foi paralisado, devido ao descompasso entre as referências de Dubai e Omã. As fontes falaram sob condição de anonimato.

“O Platts Dubai continua refletindo o valor do petróleo do Oriente Médio no mercado à vista”, afirmou um porta-voz da S&P Global Energy, acrescentando que a atividade foi forte neste mês, com várias cargas entregues.

Apesar disso, traders afirmam que a TotalEnergies tem sido a principal compradora nas negociações da Platts. A empresa francesa comprou 42 cargas de petróleo de Omã e Murban neste mês, somando cerca de 21 milhões de barris, segundo dados do mercado.

Na segunda-feira, a Platts informou que busca avaliações do mercado sobre a capacidade de entrega do petróleo do Oriente Médio e sobre sua metodologia de referência para o Dubai.

Os prêmios do petróleo das Américas e da África subiram, à medida que refinarias asiáticas buscam garantir fornecimento.

Segundo traders, os prêmios do petróleo brasileiro atingiram recordes, entre US$ 12 e US$ 15 por barril acima do Brent.

Os prêmios do petróleo da África Ocidental para abril subiram cerca de US$ 1 por barril em relação ao mês anterior, com a maior parte das cargas já vendida, segundo um dos traders.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governadores não baixam ICMS sobre combustíveis e alegam que reduções ‘não costumam ser repassadas ao consumidor final’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%Oferecido por

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou nesta terça-feira (17) uma manifestação pública na qual informa que não reduzirá o ICMS sobre combustíveis porque isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto "não costumam ser repassadas ao consumidor final".

Na semana passada, o governo federal anunciou que, diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, não cobrará impostos (PIS e Cofins) sobre esse combustível. Foram anunciados, ainda, aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

"Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura", diz o Comsefaz, em nota.

O Comsefaz acrescenta que a "reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final". E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP) do fim de 2025, segundo a qual "parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas".

"Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social", dizem os secretários de Fazenda dos estados.

O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS é que a população acabaria "arcando com uma dupla perda". "De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis", acrescenta a entidade.

No caso da redução do PIS e Cofins, anunciada pelo governo federal na última semana, o Ministério da Fazenda informou que não haverá perda de arrecadação, pois a redução das alíquotas dos impostos sobre o diesel será compensada, neste ano, pelo aumento do imposto de exportação de petróleo. Se houvesse perda de receita, a União teria mais dificuldade em atingir a meta de superávit em suas contas neste ano (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).

A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

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