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Imposto de Renda 2026: Receita Federal libera programa de declaração nesta sexta-feira

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita Federal libera programa de declaração nesta sexta-feira Transmissão da declaração só será possível a partir da próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo de envio do IR deste ano. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que o programa do Imposto de Renda 2026 estará disponível para download a partir desta sexta-feira (20).

Entretanto, a transmissão da declaração só será possível a partir da próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo de envio do IR deste ano.

Deste modo, o contribuinte poderá começar a fazer a declaração do IR assim que o programa for liberado, mas no envio só será permitido dentro do prazo legal.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

Entretanto, a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

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Imposto de Renda 2026: Receita terá ‘cashback’ para quem teve retenções no ano passado ao não apresentar declaração

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 10:19

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita terá 'cashback' para quem teve retenções no ano passado ao não apresentar declaração Esse serviço será válido para o contribuinte que teve alguma retenção na fonte, em 2025, mas que não apresentar a declaração de ajuste anual, cujo prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio, neste ano. 16/03/2026 10h09 Atualizado 16/03/2026

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, informou que o órgão estabeleceu um tipo de "cashback" do Imposto de Renda em 2026.

Esse serviço será válido para o contribuinte que teve alguma retenção na fonte, em 2025, mas que não apresentar a declaração de ajuste anual, cujo prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio, neste ano.

"Muita gente tem direito à restituição e nem sabe. Um brasileiro de renda menor, que por alguma razão teve retenção. Mas não é obrigado a prestar declaração, nem lembra, e não recebe a restituição. Temos um projeto-piloto para começar a dar restituição automaticamente, mesmo que o pequeno trabalhador não tenha feito declaração. Vamos informar e depositar em 15 de julho. Teremos um lote específico [de restuição]", disse Barreirinhas, da Receita Federal.

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Dólar abre com foco na guerra no Oriente Médio e na “prévia” do PIB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

O dólar abriu nesta segunda-feira (16) em queda de 1,08%, a R$ 5,2658, de olho nos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e nos impactos sobre o preço do petróleo. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O preço do petróleo voltou a subir com a escalada da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O barril do Brent chegou a US$ 106 e acumula alta de mais de 40% desde o início do conflito, em meio a incertezas sobre o transporte global da commodity.

▶️ Nesta segunda, o Exército de Israel anunciou o início de "operações terrestres limitadas" no sul do Líbano contra o grupo rebelde libanês Hezbollah. A ação, na prática, é uma invasão de território. Em comunicado, a pasta afirmou que a operação terrestre tem como objetivo "estabelecer e fortalecer uma postura defensiva avançada" com a destruição de infraestrutura do Hezbollah na região.

▶️No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país pode fechar em breve um acordo com Cuba ou adotar outras medidas. “Cuba também quer fazer um acordo, e acho que muito em breve vamos fechar um acordo ou fazer o que for necessário”, disse.

▶️No Brasil, a agenda econômica desta semana tem como destaque a divulgação do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, e a atualização das projeções do mercado no Boletim Focus. A semana é marcada por decisões importantes sobre juros no Brasil e nos EUA, com investidores atentos à reunião do Federal Reserve e do Comitê de Política Monetária (Copom).

▶️A Receita Federal divulga hoje as regras da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Milhões de contribuintes terão de prestar contas à Receita sobre rendimentos e despesas referentes ao ano de 2025. As normas serão apresentadas em coletiva de imprensa às 10h, em Brasília.

Os preços do petróleo seguem elevados e voltaram a se aproximar da marca de US$ 100 por barril, em meio às tensões no Oriente Médio e ao temor de interrupções no fornecimento global de energia.

Nesta sexta-feira, o barril do Brent avançava 2,12% perto das 16h (horário de Brasília), negociado a US$ 102,59. Já o WTI, referência nos EUA, era cotado a US$ 97,84.

Desde o início do conflito na região, o petróleo já acumula valorização de cerca de 40%. No começo de 2026, o barril era negociado próximo de US$ 60, patamar que agora ficou bem distante, com os preços voltando a níveis que não eram vistos desde meados de 2022.

Na tentativa de aliviar a pressão no mercado de energia, o Tesouro dos EUA concedeu uma licença temporária de 30 dias — válida até 11 de abril — permitindo que países comprem carregamentos de petróleo e derivados russos que já estavam embarcados até quinta-feira (12).

Mesmo com esse alívio pontual, investidores continuam acompanhando de perto a evolução da guerra e o risco de interrupções no fluxo de petróleo no Oriente Médio.

A escalada das tensões na região — incluindo ameaças de fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo — tem aumentado a volatilidade dos preços no mercado internacional.

A alta do petróleo no mercado internacional já levou o governo brasileiro a agir. Na quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de medidas para tentar evitar que a disparada da commodity se transforme em aumentos expressivos no preço do diesel no país.

Entre as medidas, o governo decidiu zerar os tributos federais PIS e Cofins que incidem sobre o diesel. Também foi anunciado um apoio financeiro a produtores e importadores do combustível, como forma de reduzir o impacto da alta internacional.

Segundo estimativas do próprio governo, essas ações podem diminuir em cerca de R$ 0,64 por litro o preço do diesel.

Para compensar a perda de arrecadação com a redução dos tributos, o governo também anunciou a criação de um imposto de 12% sobre a exportação de petróleo. A ideia é capturar parte dos ganhos extras obtidos pelos produtores com a valorização do petróleo no mercado internacional.

A principal preocupação do governo é que o aumento do diesel acabe pressionando a inflação. Isso porque o combustível é amplamente usado no transporte de cargas no Brasil, o que influencia diretamente o custo de alimentos e de outros produtos.

Nesse cenário, a Petrobras informou na noite de quinta-feira que seu conselho de administração aprovou a adesão da empresa ao pacote de medidas anunciado pelo governo.

De acordo com a companhia, como o programa é opcional e pode trazer benefícios adicionais, a participação foi considerada compatível com os interesses da empresa.

Nos EUA, o índice de preços de gastos com consumo (PCE) — indicador de inflação mais acompanhado pelo banco central americano — subiu 0,3% em janeiro na comparação com o mês anterior, após ter avançado 0,4% em dezembro.

Na comparação com janeiro do ano passado, o indicador acumulou alta de 2,8%, levemente abaixo dos 2,9% registrados em dezembro.

O Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, utiliza esse índice como uma das principais referências para avaliar o comportamento da inflação e buscar sua meta de 2% ao ano.

Ao desconsiderar os preços mais voláteis, como alimentos e energia, o chamado núcleo do PCE subiu 0,4% em janeiro, repetindo o ritmo observado em dezembro — também em linha com o esperado pelos analistas.

No acumulado de 12 meses, o núcleo registrou alta de 3,1%, um pouco acima dos 3,0% observados no mês anterior.

Com esses dados, a expectativa predominante é de que o Fed mantenha a taxa básica de juros entre 3,50% e 3,75% na próxima reunião, marcada para quarta-feira.

Economistas avaliam que o espaço para cortes de juros pode estar diminuindo, e o mercado financeiro projeta apenas uma redução neste ano, possivelmente em setembro.

O crescimento da economia americana também mostrou sinais de desaceleração no final do ano passado.

Segundo a segunda estimativa divulgada pelo Departamento do Comércio nesta sexta-feira (13), o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 0,7% no quarto trimestre, em ritmo anualizado.

O resultado veio abaixo da expectativa de analistas de mercado, que projetavam crescimento de 1,5% no período.

Além disso, o dado foi revisado para baixo em relação à estimativa anterior, que indicava expansão de 1,4%.

A revisão refletiu ajustes menores para alguns componentes importantes da economia, como exportações, consumo das famílias, gastos do governo e investimentos.

No Brasil, o setor de serviços — que reúne atividades como transporte, tecnologia, turismo e serviços prestados às famílias — começou 2026 em crescimento.

Em janeiro, o volume de serviços avançou 0,3% na comparação com dezembro, resultado acima das expectativas do mercado, que projetava alta de 0,1%. Com isso, o setor voltou ao maior nível já registrado na série histórica.

Na comparação com janeiro de 2025, o crescimento foi de 3,3%, também acima da previsão de economistas, que esperavam avanço de 2,8%.

Entre as atividades pesquisadas, três registraram crescimento no início do ano: outros serviços (3,7%), informação e comunicação (1,0%) e transportes (0,4%).

Já os serviços prestados às famílias tiveram queda de 1,2%, enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares ficaram estáveis no período.

Os mercados globais seguiram influenciados pelo avanço das tensões na região aumenta o temor de interrupções no fornecimento de energia e de novas altas no preço do petróleo.

Esse cenário preocupa investidores porque pode pressionar a inflação e afetar o ritmo de crescimento da economia mundial.

Na Ásia, as bolsas fecharam em queda. O clima de incerteza ganhou força depois que o Irã intensificou ataques na região e ameaçou manter fechado o Estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o transporte de petróleo no mundo.

Com esse cenário, o índice de Xangai (SSEC) caiu 0,82%, enquanto o CSI300 — que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 0,39%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve queda de 0,98%. No Japão, o índice Nikkei caiu 1,2%, fechando aos 53.819 pontos

O índice STOXX 600, que reúne empresas de vários países do continente, recuou 0,50%. Entre os principais mercados, o CAC 40, de Paris, teve perdas de 0,91%, o DAX, da Alemanha, registrou queda de 0,65%, e o FTSE 100, de Londres, caiu 0,43%.

Em Wall Street, além da instabilidade causada pelo conflito, os investidores reagiram de forma negativa aos dados de crescimento econômico e de inflação.

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Governo proíbe venda da marca de azeite San Olivetto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Agro Governo proíbe venda da marca de azeite San Olivetto Anvisa identificou que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades nas empresas responsáveis pela importação e distribuição da marca. Por Redação g1

O governo federal proibiu nesta segunda-feira (16) a venda de azeites da marca San Olivetto após identificar que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades nas empresas responsáveis pela importação e distribuição da marca.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

➡️A decisão prevê a apreensão dos produtos e proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite de oliva extra virgem San Olivetto em todo o país.

Imagem de anúncio do azeite San Olivetto, no site da Shoope, no dia 16 de março de 2026. — Foto: Reprodução

Segundo a decisão, o rótulo do produto indica como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda, mas o CNPJ da companhia está suspenso por inconsistência cadastral desde 22 de maio de 2025 junto à Receita Federal.

Além disso, a empresa apontada como distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, está baixada desde 6 de novembro de 2024, após encerramento por liquidação voluntária.

A reportagem encontrou anúncios da marca San Olivetto nos sites da Shopee e do Mercado Livre, entrou em contato com as empresas e aguarda por um posicionamento.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça🫒LISTA: 25 marcas de azeite foram proibidas em 2025

Diante dessas irregularidades, a Anvisa concluiu que não é possível confirmar a origem do produto, o que motivou a adoção das medidas sanitárias.

A decisão determina a apreensão de todos os lotes do azeite San Olivetto e proíbe qualquer atividade relacionada ao produto no território nacional.

De acordo com a agência, a medida foi tomada com base em normas da legislação sanitária brasileira que tratam da segurança e da regularização de alimentos.

Casos de irregularidades envolvendo azeites têm sido recorrentes no país, especialmente relacionados a produtos com origem desconhecida, rotulagem irregular ou suspeita de adulteração.

A recomendação das autoridades é que consumidores evitem adquirir produtos sem procedência clara ou vendidos por canais informais.

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Como os aviões comerciais continuam voando em meio a uma guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Nas últimas duas semanas, enquanto drones e mísseis cruzavam os céus sobre o Irã e o Golfo, os controladores de tráfego aéreo guiavam aviões de passageiros por rotas mais seguras, porém congestionadas, nas áreas próximas ao conflito.

Uma rápida olhada em um mapa de rastreamento de voos mostra como o tráfego aéreo se intensificou sobre o Egito e a Geórgia.

Trabalhando lado a lado, cada controlador monitora uma parte diferente do mapa, coordenando com os colegas quais aviões estão entrando e saindo de seu espaço aéreo.

Em um dia normal, um controlador pode acompanhar cerca de seis aeronaves em sua área ao mesmo tempo. Mas, em tempos de guerra, esse número pode dobrar.

"O cérebro só consegue manter esse nível de concentração e intensidade por cerca de 20 a 30 minutos", diz Brian Roche, controlador de tráfego aéreo aposentado.

Ele trabalhou 18 anos na profissão, primeiro na Força Aérea Real do Reino Unido, em vários países, e depois com voos comerciais em Londres, onde integrou uma equipe responsável por atender chamadas de emergência.

Durante períodos de maior movimento, mais controladores são chamados para lidar com o aumento do número de aeronaves em determinadas áreas, e as equipes passam a se revezar com mais frequência para evitar sobrecarga.

Normalmente, os turnos duram entre 45 e 60 minutos, seguidos por 20 a 30 minutos de descanso, afirma Roche. Em períodos de conflito, porém, eles provavelmente trabalham apenas 20 minutos por vez, com pausas do mesmo tempo.

"Os controladores neste momento estão fazendo turnos inacreditáveis, lidando com volumes igualmente inacreditáveis de tráfego aéreo", diz.

A queda do voo MH17 da Malaysia Airlines em 2014, causada por um míssil de fabricação russa no leste da Ucrânia, que matou todas as 298 pessoas a bordo, mostra como os conflitos podem afetar as rotas de aviões de passageiros.

Na época, a Ucrânia era uma zona de conflito de menor intensidade, mas os combates haviam recentemente se estendido ao espaço aéreo e, nos meses anteriores, vários aviões militares haviam sido derrubados. É também um cenário que ninguém quer que se repita.

Na semana passada, seis tripulantes americanos morreram depois que o avião-tanque em que estavam caiu no oeste do Iraque.

A aeronave participava de operações americanas contra o Irã e foi uma das duas envolvidas no incidente. A segunda pousou com segurança. O Comando Central dos EUA confirmou que o acidente não foi resultado de fogo inimigo nem de fogo amigo.

Quando o espaço aéreo é fechado ou fica congestionado de forma repentina, os controladores se comunicam com os pilotos para definir para onde devem seguir, quanto combustível têm e quais aeroportos podem receber o tipo de aeronave que estão pilotando.

Os controladores também precisam garantir que todos os aviões, que têm diferentes tamanhos, permaneçam separados com segurança tanto na vertical quanto na horizontal, já que grandes jatos de passageiros provocam mais turbulência e instabilidade para as aeronaves ao redor.

Isso significa que jatos menores precisam ser desviados e receber uma área maior de distância, enquanto um pequeno jato executivo pode precisar mudar totalmente de rota.

Mas fechamentos repentinos do espaço aéreo são raros, diz John, piloto há mais de 20 anos. Ele preferiu não revelar seu nome verdadeiro porque ainda trabalha como piloto e voa em rotas sobre o Oriente Médio.

Segundo ele, a maioria das companhias aéreas planeja com antecedência quando pretende evitar determinado espaço aéreo — seja por causa do mau tempo ou de uma guerra.

"Neste caso, todos sabíamos que algo estava se formando no Oriente Médio", afirma John. "Era uma questão de quando [iria acontecer] e não de se [iria acontecer]."

Além de conhecer rotas alternativas para evitar áreas de conflito, os pilotos também tentam levar o máximo de combustível possível, caso precisem retornar ao aeroporto de origem ou desviar para um aeroporto mais distante do que o destino previsto.

"Esses são eventos perfeitamente normais, treinados e controlados", diz John, que também fez questão de destacar que pilotos e controladores seguem rigorosamente os procedimentos para evitar que o espaço aéreo congestionado se torne incontrolável. "Não é como um engarrafamento que vira caos."

Essa sensação de calma e organização é algo que, segundo John, ele e outros pilotos também procuram transmitir aos comissários de bordo e aos passageiros.

Hannah ajuda a liderar uma equipe de comissários de bordo em voos de longa distância. Não estamos usando seu nome verdadeiro porque ela não está autorizada a falar em nome da companhia aérea.

As rotas que Hannah costuma fazer frequentemente passam pelo Oriente Médio. Ela diz que momentos de conflito destacam a importância da equipe a bordo, especialmente para passageiros nervosos ou insatisfeitos.

"Nosso trabalho vai muito além do clichê de que tudo o que fazemos é perguntar aos passageiros se preferem frango ou carne no jantar", afirma.

"Muita gente esquece os aspectos de segurança do nosso trabalho… Servir refeições é o que fazemos quando todo o resto está sob controle."

Planos de voo desviados e horários alterados podem tornar difícil manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, diz Hannah, tanto para os pilotos quanto para os comissários de bordo.

Recentemente, companhias aéreas como a dela passaram a fazer mais escalas em suas rotas, porque não podem mais voar diretamente sobre o Irã.

Ainda assim, ela considera que essas exigências fazem parte da profissão, algo que descreve como "um estilo de vida e uma paixão".

"Como comissários de bordo, todos nos sentimos parte de uma grande família", diz. "Unidos pelas asas."

Longa de Paul Thomas Anderson levou 6 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. ‘O agente secreto’ e Wagner Moura ficaram sem prêmios.

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Boletim Focus: com guerra no Irã e disparada do petróleo, mercado prevê corte menor dos juros nesta semana pelo Banco Central

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro passaram a prever um corte de juros menor na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central desta semana — 17 e 18 de março.

A expectativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Até a semana passada, os analistas previam uma redução de 0,5 ponto percentual, para 14,5% ao ano.Com o início da guerra no Irã, o mercado passou a projetar um corte menor, de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.A decisão do Copom, do BC, será anunciada na próxima quarta-feira (18).

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo, que opera nesta segunda acima de US$ 100, e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Para o fim de 2026, a projeção do mercado para a Selic subiu de 12,13% para 12,25% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Guerra no Oriente Médio: Agência Internacional de Energia anuncia a maior liberação de reservas de petróleo da história — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Com o início do conflito, o mercado também passou a projetar aumento na inflação, cuja expectativa, para 2026, passou de 3,91% para 4,10%.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 3,80%.➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu subiu de 1,82% para 1,83%.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro reduziu sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, de R$ 5,41 para R$ 5,40.

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Imposto de Renda 2026: prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio; veja quem deve declarar

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio; veja quem deve declarar Período foi divulgado nesta segunda. Serão pouco mais de dois meses para o contribuinte acertar as contas com o Leão. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que o prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda de 2026, ano-base 2025, começa em 23 de março e se estende até 29 de maio.

Serão pouco mais de dois meses para o contribuinte acertar as contas com o Leão. O prazo e as regras constam no Diário Oficial da União (DOU).

As mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda, para quem ganha até R$ 5 mil, e redução do imposto para quem recebe até R$ 7,35 mil, não têm efeito na declaração de ajuste anual de 2026.

Isso porque a declaração deste ano se refere a fatos geradores ocorridos no ano passado, o chamado "ano-base" da declaração.

No ano passado, 45,64 milhões de pessoas físicas enviaram as declarações do IR em 2025, 41% da população economicamente ativa (PEA), que somou, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 110,7 milhões de pessoas em fevereiro do ano passado.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005;

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, recomendou que os contribuintes se antecipem e comece a separar os documentos antecipadamente.

Quem entrega mais cedo, sem erros ou omissões, também recebe a restituição do Imposto de Renda nos primeiros lotes (após os grupos prioritários).

"Nos dias que antecedem a abertura do prazo é importante se mobilizar para reunir documentos e solicitar segundas vias do que estiver faltando. Também é fundamental cobrar os informes de rendimentos das fontes pagadoras, instituições financeiras e demais comprovantes necessários", informou Richard Domingos, da Confirp.

De acordo com a consultoria, a organização antecipada reduz riscos de inconsistências, facilita a análise de possíveis deduções legais e permite planejamento tributário mais eficiente.

➡️Parte das informações buscadas pelo Fisco podem ser importadas da declaração do IR de 2025, ano-calendário 2024, caso o contribuinte tenha enviado o documento.

bancos e instituições financeiras, inclusive corretoras de valores;salários;pró-labore;distribuição de lucros;pensão;aposentadoria;aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos;programas fiscais como Nota Fiscal Paulista e similares;juros sobre capital próprio;previdência privada.

doações;heranças;livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;resgate de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço;seguro de vida;indenizações;acordos com redução de dívidas.

assistência médica;assistência odontológica;seguro saúde (médico e odontológico);reembolsos realizados por seguro saúde e/ou odontológico;despesas com educação (creche, pré-escola, ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado, doutorado etc.);previdência privada.

Na ausência dos informes, será necessário reunir todos os comprovantes de pagamento, como notas fiscais, recibos e boletos.

comprovantes de pagamentos e deduções efetuadas;comprovante de pagamento de previdência social;recibos de doações efetuadas;recibos de pagamentos realizados a prestadores de serviços, pessoas físicas ou jurídicas;comprovantes de gastos com profissionais da área da saúde: médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos;exames laboratoriais e radiológicos;aparelhos e próteses ortopédicas;próteses dentárias;cadeiras de rodas e andadores ortopédicos;despesas com internações e cirurgias, inclusive estéticas.

notas fiscais ou recibos de venda, compra e permuta de bens como automóveis, motocicletas, aeronaves, embarcações e imóveis;documentos que comprovem construção, reforma ou ampliação de bens;contratos de empréstimos concedidos a terceiros com saldo em 31/12/2024 e 31/12/2025;demonstrativo de saldo de ações por ativo em 31/12/2025 apurados a custo médio;demonstrativo de saldo de criptoativos por ativo em 31/12/2025 apurados a custo médio;demonstrativo de saldo de Exchange Traded Fund (ETFs) (um tipo de fundo) ativo em 31/12/2025 apurados a custo médio;demonstrativo de saldo de moedas estrangeiras por moeda em 31/12/2025 apurados a custo médio.

documentos comprobatórios da aquisição de dívidas e ônus com indicação do saldo em 31/12/2024 e 31/12/2025.

operações comuns em mercado à vista, opções e derivativos;operações day trade (estratégia de investimento que envolve a compra e venda de ativos financeiros no mesmo dia);memória de cálculo do Imposto de Renda sobre renda variável;operações com fundos imobiliários;memória de cálculo do imposto referente a fundos imobiliários.

nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;endereço atualizado;cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda entreguedados bancários para restituição ou débito das cotas do imposto;atividade profissional exercida atualmente.

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Imposto de Renda 2026: restituições serão pagas em quatro lotes neste ano, primeiro será no fim de maio

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: restituições serão pagas em quatro lotes neste ano, primeiro será no fim de maio Prazo de entrega do IR 2026 começa em 23 de março e se estende até 29 de maio. Quem usar o modelo pré-preenchido ou a restituição via PIX terá prioridade na restituição. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal publicou nesta segunda-feira (16), junto às regras do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025, o calendário de restituições.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.

Câmara dos Deputados aprovou um dos projetos que regulamentam a reforma e que trata de reduções e isenções de tributos a alguns setores; do imposto do "pecado"; e mecanismos de cashback (devolução de impostos) para pessoas de baixa renda, entre outras medidas. Agora, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. — Foto: Getty Images via BBC

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Trabalhadores da JBS nos EUA anunciam greve nesta segunda-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 07:58

Trabalho e Carreira Trabalhadores da JBS nos EUA anunciam greve nesta segunda-feira Representantes sindicais afirmaram ser a primeira paralisação em um frigorífico de carne bovina no país desde a década de 1980. Por Reuters

Funcionários caminham em frente à entrada da fábrica de processamento de carne da JBS, em 23 de julho de 2021, em Greeley, Colorado. — Foto: David Zalubowski/AP

Cerca de 3,8 mil trabalhadores de uma das maiores unidades de processamento de carne da JBS nos Estados Unidos anunciaram iniciar uma greve na manhã de segunda-feira (16), no Colorado. A greve deve ocorrer na planta da Swift Beef Co. em Greeley.

Segundo o United Food and Commercial Workers Local 7, sindicato que representa os trabalhadores, esta é a primeira paralisação em um matadouro de carne bovina nos EUA desde a década de 1980.

A decisão de fazer a greve ocorreu após acusações de dirigentes sindicais de que a proprietária, JBS USA, retaliou trabalhadores e cometeu outras práticas trabalhistas injustas em meio às negociações contratuais.

Na planta de Greeley, a empresa tentou intimidar os trabalhadores para que deixassem o sindicato em reuniões individuais, afirmou o conselheiro geral do sindicato, Matt Shechter.

Kim Cordova, presidente do sindicato, disse que 99% dos trabalhadores votaram pela autorização da greve. Não houve negociações formais durante o fim de semana depois que a empresa recusou um pedido do sindicato para negociar no sábado, disse Shechter.

A greve esperada acontece em um momento de baixa histórica na população de gado dos EUA. O inventário de 1º de janeiro contabilizou 86,2 milhões de animais, o que representa uma queda de 1% em relação ao ano anterior. Além disso, os preços da carne bovina aumentaram a ansiedade econômica nos EUA, enquanto o governo do presidente Donald Trump recorreu a um acordo comercial com a Argentina nos esforços para reduzir os preços dos alimentos, incluindo a carne bovina.

A JBS USA disse em comunicado que qualquer funcionário que não quisesse entrar em greve teria trabalho e seria remunerado. A empresa afirmou que operaria dois turnos na fábrica nesta segunda-feira e que moveria temporariamente a produção, conforme necessário, para outras instalações da JBS.

O comunicado dizia que a empresa opera em total conformidade com as leis trabalhistas federais e estaduais.

"Nosso objetivo é minimizar o impacto para nossos clientes, nossos parceiros e o mercado em geral, enquanto trabalhamos para uma resolução justa em Greeley", afirmou a empresa.

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Oncoclínicas e Porto Seguro negociam criação de nova empresa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 16/03/2026 07:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

A Oncoclínicas confirmou na noite de domingo a assinatura de um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro, celebrado na sexta-feira, para a constituição de uma empresa, conforme comunicado ao mercado.

A companhia disse que, nos termos do acordo, a nova sociedade (NewCo) concentraria os ativos e operações relacionadas às clínicas oncológicas atualmente detidas pela Oncoclínicas, com a Porto Seguro aportando R$500 milhões e subscrevendo um determinado número de ações ordinárias que representem o controle do capital votante da NewCo, detendo um mínimo de 30% do capital social.

Disse que o "term sheet" é documento de natureza preliminar e não vinculante, motivo pelo qual a publicação de fato relevante não se fazia necessária e nem era pretendida pela companhia nesse momento.

A Oncoclínicas disse que se comprometeu a negociar exclusivamente com a Porto por um período de 30 dias.

De acordo com a companhia, os seus conselheiros Marcos Grodezky e Raul Rosenthal Ladeira de Matos manifestaram voto contrário à decisão de assinar o acordo com a Porto Seguro.

No sábado, a Porto Seguro disse em comunicado que não havia nenhum documento vinculante assinado com a Oncoclínicas, negando notícia publicada pelo Brazil Journal.

A Oncoclínicas também anunciou no domingo a renúncia de Camile Loyo Faria aos cargos de vice-presidente executiva, diretora executiva financeira e de relações com investidores.

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