RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Vale do Paraíba e Região Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa Principal fabricante de aviões do Brasil, a Embraer entregou 244 aeronaves no ano passado. A receita recorde foi quase 20% maior em comparação com o número de 2024. Por Léo Nicolini, g1 Vale do Paraíba e Região

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa — Foto: Divulgação/Embraer

A Embraer – principal fabricante de aviões do Brasil – registrou uma receita recorde de mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025. O número representa o o maior nível anual de todos os tempos.

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

O lucro líquido ajustado foi de US$ 253 milhões (R$ 1,4 bilhão), uma queda de 45% em relação ao ano anterior. Segundo a Embraer, o principal impacto foram as tarifas dos Estados Unidos.

Os destaques de 2025 foram as receitas das áreas de Defesa & Segurança e Aviação Executiva, com crescimento anual de 36% e 24%, respectivamente.

78 jatos comerciais – 44 E2s e 34 E1s155 jatos executivos – 86 leves e 69 médios3 KC-390 Millennium8 A-29 Super Tucano

O número de aeronaves entregues é 18% maior em relação a 2024, quando a empresa fez a entrega de 2026 aviões.

A margem EBIT ajustada em 2025 foi de 8,7%, enquanto o fluxo de caixa livre (sem considera a Eve, que produz os 'carros voadores') superou os US$ 491 milhões (R$ 2,3 bilhões).

🔍 Margem EBIT é um indicador de rentabilidade que mede a eficiência operacional de uma empresa, mostrando a porcentagem da receita líquida que se transforma em lucro, sem considerar as despesas financeiras e impostos.

Para 2026, a projeção da companhia brasileira é entrega entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos.

50 vídeos Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Compass, empresa da Cosan, pede registro para abrir capital no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

A Cosan informou nesta quinta-feira (5) que entrou com pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na sigla em inglês) de sua controlada Compass Gás e Energia no Brasil.

O pedido foi enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado financeiro no Brasil.

Segundo a companhia, a venda das ações poderá incluir investidores de fora do país e terá a coordenação de grandes bancos, como BTG Pactual, Bank of America, Bradesco BBI, Citigroup, Itaú BBA, J.P. Morgan, Santander Brasil e XP Investimentos, que vão ajudar a organizar e oferecer os papéis ao mercado.

No mesmo dia, a Compass Gás e Energia também pediu para mudar seu nível de listagem na B3 para o Novo Mercado, um segmento da bolsa que reúne empresas com regras mais rígidas de governança e transparência. O pedido ainda está sendo analisado pela bolsa.

A Cosan informou que detalhes da operação — como a quantidade de ações que será vendida e o preço dos papéis — ainda serão definidos pelo conselho de administração. O valor final dependerá do interesse de grandes investidores no Brasil e no exterior.

A oferta só poderá acontecer depois que a CVM autorizar o registro, a B3 aprovar a mudança para o Novo Mercado e as condições de mercado forem consideradas favoráveis.

Empresa de gás natural do grupo Cosan, a Compass atua na distribuição, comercialização e infraestrutura de gás no Brasil e tem participação em ativos do setor, como a Comgás, maior distribuidora de gás canalizado do país.

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CEO da Petrobras destaca alta de 200% no lucro: ‘Quem apostar contra vai perder’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70/barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

Magda Chambriard, presidente da Petrobras, durante coletiva de imprensa sobre os resultados financeiros de 2024 — Foto: Rafa Pereira / Petrobras

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70 por barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

A CEO afirmou que a Petrobras continua observando o comportamento do mercado de petróleo, que vive uma disparada de preços desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, antes de qualquer decisão sobre eventual repasse de preços.

"Agora é olhar para a frente e ver o que a Petrobras pode entregar a seus acionistas e ao país no novo cenário de Brent que o contexto mundial está desenhando", adicionou.

Algumas distribuidoras de combustíveis já estariam se antecipando e repassando aos postos uma alta de preços pelo impacto da disparada do petróleo no mercado internacional, disse a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) na véspera.

O reajuste relatado ocorre apesar de a Petrobras, que responde por cerca de 70% do abastecimento no Brasil, não ter alterado seus preços.

O preço do diesel vendido pela Petrobras a distribuidoras está cerca de 30% abaixo da referência internacional, configurando a maior defasagem desde 2022, apontou um relatório do Goldman Sachs enviado a clientes na quinta-feira (5).

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Dólar cai e Ibovespa sobe, de olho em conflito no Irã e novos dados de emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (6) em alta, cotado a R$ 5,31, conforme investidores seguem cautelosos diante da escalada das tensões no Oriente Médio. Já as operações no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam apenas às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio, voltam a guiar os mercados nesta sexta-feira. Este 7º dia de conflito começou com novos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e ao Líbano. O governo americano ainda afirmou que entrou em uma nova fase da guerra, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

Com temores sobre eventuais impactos do conflito no mercado de petróleo, a commodity sinalizava mais um dia de alta nesta. Pela manhã, os índices futuros do barril do Brent, referência internacional, subiam mais de 4% perto das 9h15, cotado a US$ 89,38.

▶️ No noticiário local, as atenções seguiam voltadas aos desdobramentos da nova prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O banqueiro chegou nesta quinta-feira à Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e deve ficar em isolamento por 10 dias.

A nova fase da Operação Compliance Zero revelou que o banqueiro comandava uma "milícia privada" chamada "A Turma". O grupo era usado para intimidar e espionar adversários e também acessava ilegalmente sistemas sigilosos da PF, do Ministério Público Federal e da Interpol. Dois servidores do Banco Central também estariam envolvidos.

▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com os novos dados do payroll, relatório de emprego oficial dos Estados Unidos. O indicador deve dar novos sinais sobre quais podem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros do país.

▶️ O resultado da Petrobras, divulgado na véspera, também fica no radar. A companhia informou um lucro de R$ 110, 1 bilhões em 2025, uma alta de 200% em relação a 2024. O resultado positivo da estatal ocorreu mesmo diante de um cenário considerado desafiador, marcado pela queda nos preços do petróleo no último ano.

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. Perto das 09h15, o barril do Brent, referência internacional, subia mais de 4%, cotado a US$ 89,38. Já o WTI, dos EUA, tinha alta de 5,94%, a US$ 85,78.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

Em Wall Street, os índices futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq Composite operavam em queda.

Na Europa, os principais índices acionários também caíam nesta sexta-feira, caminhando para a pior semana em quase um ano.

Perto das 9h30, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 1,10%. Na Alemanha, o DAX tinha queda de 0,99% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, recuava 1,12% e o FTSE 100, do Reino Unido, desvalorizava 0,67%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

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Empresário cria tapete higiênico ecológico para pets e transforma preocupação em negócio milionário

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/03/2026 06:21

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empresário cria tapete higiênico ecológico para pets e transforma preocupação em negócio milionário Inspirado pela chegada de uma cachorrinha à família, empreendedor paulista desenvolveu produto de papel reciclável, até 15% mais barato que os modelos tradicionais e com impacto ambiental muito menor. Por PEGN

A chegada de Cindy, cachorrinha da família, inspirou o empresário Gustavo Ferreira a criar um tapete higiênico biodegradável para pets, em Atibaia (SP).

Feito de papel reciclável, o produto substitui modelos plásticos, pode ser reutilizado e se decompõe em cerca de 120 dias.

Com investimento inicial de R$ 50 mil, a empresa produz 200 mil unidades por mês e projeta faturar R$ 2 milhões em 2026.

A iniciativa une inovação, sustentabilidade e educação ambiental no mercado pet, em linha com o espírito do Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Comprar ração, petiscos, brinquedos e acessórios faz parte da rotina de quem tem um animal de estimação. Mas um item comum nas casas com cães — o tapete higiênico — foi o ponto de partida para um negócio inovador e sustentável criado no interior de São Paulo.

A ideia surgiu quando o empresário Gustavo Ferreira percebeu a quantidade de plástico descartada diariamente após o uso desses produtos.

Morador de Atibaia, no interior de São Paulo, Gustavo se surpreendeu ao descobrir que os tapetes higiênicos tradicionais funcionam como verdadeiras fraldas, feitas majoritariamente de plástico e com tempo de decomposição que pode chegar a 450 anos.

A constatação veio logo após a chegada de Cindy, a cachorrinha da família, e despertou uma inquietação que rapidamente se transformou em oportunidade de negócio.

Com experiência prévia no setor gráfico — a família já atuava com a produção de papéis autoadesivos, rótulos e etiquetas —, Gustavo decidiu testar uma alternativa.

Usando papel reciclável, material impermeabilizado e uma camada altamente absorvente, ele criou um tapete higiênico biodegradável capaz de reter o xixi do animal sem vazamentos, odores ou resíduos plásticos.

“Na primeira noite, praticamente não dormi de ansiedade para saber se ia funcionar”, relembra o empreendedor. O teste deu certo: o produto absorveu o líquido, secou rapidamente e pôde ser reutilizado. “Ali eu percebi que tinha criado algo novo”, conta.

O investimento inicial foi de cerca de R$ 50 mil, aproveitando parte do maquinário já existente na fábrica da família. Cindy, além de inspiração, virou a mascote da marca e a principal “testadora” do produto.

Amigos que experimentaram o tapete em casa ajudaram a validar a ideia e incentivaram Gustavo a produzir em alta escala para vender. Hoje, a empresa produz cerca de 200 mil tapetes por mês. Em 2025, o faturamento chegou a R$ 250 mil.

Para 2026, a expectativa é alcançar R$ 2 milhões em receita. Além do apelo ambiental, o produto se destaca no preço: custa entre 10% e 15% menos que os tapetes plásticos disponíveis no mercado.

Outro diferencial é a sustentabilidade. Enquanto os modelos tradicionais levam séculos para se decompor, o tapete criado por Gustavo se desfaz em aproximadamente 120 dias. Após o uso, o descarte é simples: uma folha de papel reciclável.

“Se eu conseguir tirar ao menos um tapete plástico de um aterro sanitário, já valeu todo o esforço”, afirma.

O negócio também se expandiu para além do público de cães. A empresa desenvolveu versões do tapete para clínicas veterinárias, gaiolas de aves, além de roedores como chinchilas, porquinhos-da-índia e coelhos.

As embalagens seguem a mesma proposta sustentável: feitas de papel reciclado, ocupam menos espaço e ainda trazem histórias educativas voltadas à preservação ambiental.

A filha de Gustavo, Helena, acompanha de perto o projeto e reforça o propósito da iniciativa. “Quando a gente aprende sobre a quantidade de plástico que existe no planeta, dá ainda mais orgulho de saber que estamos criando algo que não polui”, diz.

Mais do que um produto, o empreendedor define o projeto como um negócio com propósito. “Não é só vender tapete higiênico. É educar, cuidar do meio ambiente e dos animais ao mesmo tempo”, resume.

Histórias como essa mostram como pequenas inquietações do dia a dia podem dar origem a soluções inovadoras — e sustentáveis — no mercado pet, um dos que mais crescem no país.

Um exemplo claro de como empreender também pode ser uma forma de cuidar do planeta, como costuma destacar o Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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A farra do Ibovespa acabou? O que esperar da bolsa em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 04:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores.

Em 2026, o dinheiro estrangeiro voltou com força à bolsa brasileira. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores. Desde o início do conflito, a bolsa acumula queda de 4,41% e retornou aos 180 mil pontos.

Se antes os investidores estavam mais dispostos a correr riscos, em momentos de tensão internacional ocorre o movimento inverso, conhecido como “flight to quality”: investidores deixam as bolsas de valores e passam a preferir aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Diante desse cenário, é possível dizer que a fase de forte valorização da bolsa brasileira chegou ao fim? Para especialistas ouvidos pelo g1, a entrada de capital estrangeiro ainda pode continuar ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender do cenário internacional.

Juros altos no Brasil: o país costuma oferecer taxas mais elevadas que as de muitas economias desenvolvidas, o que atrai investidores em busca de retornos maiores. Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas;Ações baratas: após um período de desempenho fraco, muitas empresas brasileiras passaram a ser vistas como baratas em comparação com companhias de países desenvolvidos, o que atrai investidores em busca de oportunidades;Diversificação: gestores de mercado costumam distribuir aplicações entre vários países para reduzir riscos. Quando o Brasil apresenta preços atrativos e um mercado amplo, volta a ganhar espaço nessas carteiras de investimento;Mais dinheiro circulando no mundo: quando há maior disponibilidade de recursos no mercado internacional ou o dólar perde força, parte dos investimentos tende a migrar para mercados considerados mais arriscados, como o de ações em países emergentes.

A forte entrada de capital estrangeiro no mercado de ações brasileiro teve impacto direto na bolsa. Em janeiro, o Ibovespa registrou entrada de R$ 26,4 bilhões, o maior valor desde fevereiro de 2022.

Com os R$ 16,9 bilhões registrados em fevereiro, o total de recursos externos em 2026 chegou a R$ 42,56 bilhões, bem acima dos R$ 26,87 bilhões do mesmo período do ano passado.

Apesar da desaceleração no mês passado, é o terceiro maior volume para os dois primeiros meses do ano na última década.

O recorde ainda pertence a 2022, quando o investimento estrangeiro na bolsa brasileira somou R$ 119,7 bilhões.

Esse movimento é o principal responsável por impulsionar os preços das ações brasileiras. Com isso, o Ibovespa bateu recorde oito vezes em janeiro e outras cinco em fevereiro, totalizando 13 máximas em 2026, contra 32 ao longo de todo o ano passado.

Apesar da ampliação do conflito no Oriente Médio, especialistas avaliam que o investimento estrangeiro na bolsa brasileira ainda deve continuar ao longo de 2026, embora o volume dos aportes possa variar de acordo com o cenário internacional.

Segundo Flávio Conde, analista da Levante Inside Corp, fatores estruturais ainda favorecem o Brasil. Entre eles estão a perspectiva de queda dos juros no país, ações baratas em dólar e o risco crescente nas bolsas dos EUA, que já operam em níveis elevados de preços com a valorização das ações de tecnologia.

“Se a guerra se intensificar durante o mês de março, é provável que o fluxo diminua um pouco. Mas não deve zerar, muito menos se transformar em saída de capital da bolsa brasileira. Esse movimento pode voltar a acelerar assim que o conflito terminar”, diz.

Para o investidor, eventuais quedas da bolsa podem abrir oportunidades de compra, avalia o gestor. Na visão dele, o Ibovespa ainda tem potencial para voltar a subir e testar a marca de 200 mil pontos no médio prazo.

Já Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, alerta que o cenário internacional pode reduzir o fôlego do mercado no curto prazo, principalmente se ganhar força o movimento global de busca por ativos considerados mais seguros.

“Existe o risco de perda de força do índice se prevalecer um movimento global de ‘flight to quality’, com migração para ativos de refúgio, como dólar e ouro, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio”, afirma.

Segundo ele, o aumento das tensões deixa os investidores mais cautelosos. Em momentos de conflito, é comum que as bolsas ao redor do mundo sofram pressão, enquanto o preço do petróleo sobe e ativos considerados mais seguros ganham valor.

Nesse cenário, Belitardo avalia que o Ibovespa pode perder força no curto prazo. Se a busca por segurança aumentar, investidores tendem a retirar recursos de mercados mais arriscados — como ações e países emergentes — e direcioná-los para aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

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Preço da terra no Brasil varia de R$ 1 mil a R$ 2 milhões por hectare; entenda o que influencia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 03:44

Agro Preço da terra no Brasil varia de R$ 1 mil a R$ 2 milhões por hectare; entenda o que influencia Valores dependem da produtividade da terra e localização, segundo o Atlas do Mercado de Terras 2025, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Por Vivian Souza

O preço da terra no Brasil varia, impulsionado por fatores como a produtividade agrícola e a localização estratégica.

Regiões como Mogiana (SP) alcançam valores milionários por hectare devido à produção e turismo, contrastando com o Oeste Amazonense, que tem os menores preços.

O Incra calcula um preço médio nacional de R$ 22.951,94 por hectare, excluindo valores atípicos para refletir a realidade da maior parte do país.

Além da fertilidade do solo, a proximidade com mercados e a logística são cruciais, elevando preços em áreas para lazer ou expansão urbana.

A expectativa é de valorização contínua em polos agrícolas consolidados, impulsionada por infraestrutura e novos investimentos no setor.

O Brasil tem produção agrícola em todo o seu território. Mas quanto custa comprar um pedaço de terra?

Isso depende de muitos fatores, por exemplo, se a terra é produtiva ou está localizada em um lugar fácil de escoar para vendas, segundo o Atlas do Mercado de Terras, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Por exemplo, a região de Mogiana (SP), o valor por hectare não agrícola é de R$ 2.433.233,91. Já o valor da terra para agricultura é de R$ 80.911,18. A área é polo de produção de café e cana-de-açúcar e também tem potencial para turismo rural.

Por outro lado, no Oeste Amazonense, é possível encontrar a média de R$ 1.525,62 por hectare. O baixo preço é causado por uma combinação de isolamento geográfico com restrições ambientais mais rígidas.

Já o preço médio é de R$ 22.951,94 por hectare. Para fazer este cálculo, o Incra usa um método para eliminar os preços muito altos ou muito baixos (como Mogiana e o Oeste Amazonense), considerados atípicos. Evitando, assim, uma média destorcida da realidade da maior parte do país.

🔍Um hectare equivale a 10 mil metros quadrados, similar a um campo de futebol pelas regras da FIFA, em que a medida varia de 7 mil a 8 mil metros quadrados.

A região Sul lidera o ranking nacional, seguida pelo Sudeste. Em estados como Santa Catarina, o hectare pode ultrapassar os R$ 100 mil em áreas de alta produtividade. Caso de Xanxerê, onde o preço médio é de R$ 173.298,67, devido o potencial para pecuária e plantio de grãos.

Além das áreas de produção, o relatório considera terras de uso "não agrícola", voltadas para lazer ou expansão urbana, por exemplo.

O documento destaca que nessas áreas ocorre uma "sobreposição com o mercado imobiliário". Isso significa que o valor deixa de depender apenas da fertilidade e passa a considerar o potencial para loteamentos ou instalação de indústrias.

A proximidade com um maior mercado consumidor e a excelente logística rodoviária garantem que qualquer área disponível tenha um grande valor de mercado.

Além de Mogiana, a Região Metropolitana do Maranhão também tem altos preços, sendo uma exceção do Nordeste, com a média de R$ 299.279,01 por hectare.

O preço é puxado pela localização estratégica, pela proximidade com portos exportadores e armazéns, por ter solos com alta fertilidade e por fazer parte do Matopiba, grande área produtora, composta também por Tocantins, Piauí e Bahia.

O Nordeste possui os menores valores médios, seguido pela região Norte. No interior do Amazonas e em partes do Piauí, é possível encontrar hectares abaixo de R$ 2 mil.

É o caso do Oeste Amazonense. Os principais motivos apontados pelo relatório do Incra para este preço são:

💰Logística limitada: a região depende de transporte por rios ou aviões. A falta de rodovias encarece o escoamento e reduz a competitividade.

💰Áreas protegidas: grande parte do território é formada por Unidades de Conservação e Terras Indígenas. As restrições legais limitam a expansão agrícola e reduzem o interesse de investidores.

💰 Falta de compradores: o uso restrito da terra e a dificuldade de escoamento reduzem o número de negócios. Com menos compradores, os preços permanecem baixos.

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💰economia, como as expectativas de ganho com a revenda da propriedade e o lucro da produção na comparação com os custos de manutenção e taxas de juros;

💰produtividade, considerando a fertilidade do solo, a topografia (se é plano ou montanhas) e a disponibilidade de água na região. Por exemplo, as terras voltadas para a pecuária foram as que registraram a maior alta de preços no país, com valorização de 31,24%, na comparação entre 2024 e 2022. No mesmo período, as áreas só de plantio subiram 12%;

💰logística, como a proximidade de capitais, rodovias, ferrovias, portos e cadeias de agroindústrias, por exemplo, laticínios e cooperativas;

💰situação legal, caso de áreas com restrições ambientais, também são analisadas as condições na unidade de conservação e se há conflitos agrários por terra.

O avanço da infraestrutura, como a Ferrovia Norte-Sul, e a entrada de novos investidores devem manter o mercado aquecido.

Já em áreas de preservação ambiental ou com conflitos fundiários, a tendência é de preços menores e baixa demanda.

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Cadillac vem aí: GM confirma que vai vender SUVs de luxo da marca no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Carros Cadillac vem aí: GM confirma que vai vender SUVs de luxo da marca no Brasil Marca de luxo da General Motors chega ao país com utilitários esportivos Vistiq, Optiq e Lyriq. Eles serão oferecidos em lojas em São Paulo, Curitiba e Brasília. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A General Motors confirmou, nesta quinta-feira (5), que vai vender oficialmente modelos da Cadillac no Brasil. O anúncio foi feito por Thomas Owsiaski, presidente da General Motors América do Sul. As vendas começam com três lojas nas cidades de São Paulo, Brasília e Curitiba. Os veículos confirmados até o momento são os utilitários esportivos Lyriq, Optiq e Vistiq .

A estratégia da Cadillac é começar as vendas em 2026. “Estamos convencidos que existe espaço para a Cadillac", diz Fábio Rua, vice-presidente da General Motors América do Sul. Segundo o executivo, a oferta de carros será feita de modo gradativo. "Vamos investir na experiência do cliente", explica

O Lyriq foi apresentado em 2021, começou a ser produzido em 2022 como modelo 2023 e foi o primeiro SUV 100% elétrico da Cadillac. À época, os destaques eram o design ousado, a plataforma Ultium e o conjunto de baterias de 100 kWh.

O Brasil vai receber a versão 2026, que traz atualizações em relação ao lançamento, como novo sistema de som com 23 alto-falantes, controle de cruzeiro adaptativo mais moderno, head-up display com realidade aumentada e opções de rodas de 22 polegadas.

As baterias de íons de lítio agora têm capacidade de 102 kWh, e há duas opções de motorização. A primeira conta com um motor elétrico no eixo traseiro, com 369 cv de potência e 44,9 kgfm de torque.

Segundo dados da Cadillac nos Estados Unidos, a versão com tração traseira percorre 524 quilômetros com uma carga completa.

Já o Lyriq com tração integral (AWD) tem dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam juntos 522 cv de potência e 62,2 kgfm de torque. Dependendo da configuração, a autonomia varia entre 487 km e 513 km. Esse método de medição é diferente do utilizado pelo Inmetro no Brasil.

O modelo tem 4,99 m de comprimento, 2,20 m de largura com os retrovisores, 1,63 m de altura e entre-eixos de 3,09 m. A configuração com dois motores pesa 2.648 kg. Para efeito de comparação, um Toyota Corolla híbrido pesa 1.450 kg.

O Optiq foi lançado em 2024 como um “novo ponto de entrada para o luxo do carro elétrico”, segundo a Cadillac. Chegou com dois motores elétricos de série, mas na linha 2026 passou a oferecer também versão com um motor no eixo traseiro.

A configuração de entrada gera 319 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. A versão mais potente entrega 446 cv e 68,9 kgfm. São 10 módulos de bateria — no Lyriq são 12 — que totalizam 85 kWh. A autonomia varia entre 487 km e 510 km.

As medidas são mais modestas se comparadas às do Lyriq, mas isso não significa que o Optiq seja pequeno. Ele tem 4,82 m de comprimento, 2,12 m de largura com os retrovisores, 1,64 m de altura e entre-eixos de 2,95 m.

Com aceleração até 100 km/h em menos de 4 segundos, o Vistiq se destaca pelo parentesco com o Escalada IQL. O interior tem tela de 33 polegadas, sistema de som com 23 alto-falantes e cabine luxuosa.

O conjunto de baterias tem 102 kWh e os dois motores elétricos entregam 615 cv. Com isso o Vistiq consegue números de desempenho de fazer inveja a muito cupê esportivo.

Já existem modelos atuais da Cadillac rodando no Brasil. Essas unidades chegaram por meio de importadores independentes.

O processo é burocrático, envolve diversos formulários e taxas que podem dobrar o valor do veículo quando ele chega ao porto.

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Mega-Sena, concurso 2.980: prêmio acumula e vai a R$ 50 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.980: prêmio acumula e vai a R$ 50 milhões Veja os números sorteados: 03 – 14 – 27 – 33 – 43 – 45. Quina teve 77 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 24.100,6. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.980 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (5), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 50 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Decisão foi de André Mendonça, do STF. Pedido foi feito pela PF, que apontou risco à integridade do banqueiro.

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Lucro da Petrobras quase triplica em 2025 e chega a R$ 110,1 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 21:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

A Petrobras informou na noite desta quinta-feira (5) que registrou lucro líquido de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras alcançou 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2025, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

Com isso, o fluxo de caixa operacional — dinheiro gerado pelas operações regulares da empresa — chegou a R$ 200 bilhões (US$ 36 bilhões) no ano.

Segundo o diretor financeiro e de relacionamento com investidores da companhia, Fernando Melgarejo, o resultado reflete a estratégia da empresa de ampliar a produção com disciplina de capital.

“Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa”, afirmou.

A Petrobras informou que investiu R$ 112,9 bilhões (US$ 20,3 bilhões) em 2025, valor dentro da faixa prevista pela companhia para o período.

A maior parte dos recursos foi destinada ao segmento de exploração e produção, que respondeu por cerca de 84% dos investimentos. O montante incluiu a aceleração de projetos e o avanço de unidades de produção em campos do pré-sal.

início da operação e aumento da capacidade dos FPSOs Almirante Tamandaré e Marechal Duque de Caxias;manutenção do topo de produção do FPSO Sepetiba;ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, Anita Garibaldi, Anna Nery e Alexandre de Gusmão;maior eficiência operacional na Bacia de Santos (UN-BS) e no campo de Búzios.

As novas unidades adicionaram 585 mil barris por dia de capacidade nominal de produção operada pela Petrobras, segundo a companhia.

A estatal também informou que as exportações de petróleo atingiram recorde anual, com média de 765 mil barris por dia.

No quarto trimestre de 2025, o volume chegou a 999 mil barris por dia, o maior nível já registrado em um trimestre.

Outro fator que influenciou o resultado do ano foi a valorização do real frente ao dólar, que gerou impacto positivo nas contas da companhia.

Desconsiderando efeitos cambiais e outros eventos considerados exclusivos do período, o lucro líquido teria sido de R$ 100,9 bilhões (US$ 18,1 bilhões).

O EBITDA ajustado, indicador que mede o resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ficou em R$ 244,3 bilhões (US$ 43,8 bilhões), também sem eventos extraordinários.

A dívida bruta da Petrobras encerrou 2025 em US$ 69,8 bilhões. Segundo a empresa, o valor foi impactado principalmente pela inclusão de contratos de afretamento de plataformas na contabilidade da dívida.

O conselho de administração da Petrobras aprovou o envio à assembleia de acionistas de uma proposta de distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos, referente ao quarto trimestre de 2025. Os pagamentos estão previstos para maio e junho de 2026.

No total, a companhia informou ter distribuído R$ 45,2 bilhões em proventos ao longo de 2025, sendo R$ 17,6 bilhões destinados ao grupo de controle.

A Petrobras também informou que pagou R$ 227,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios no ano passado.

Além disso, cerca de R$ 2 bilhões foram destinados a investimentos socioambientais, patrocínios e doações.

Em 2025, a empresa informou ter incorporado 1,7 bilhão de barris de óleo equivalente em reservas, alcançando um índice de reposição de reservas de 175%, mesmo com produção recorde.

No refino, o parque da companhia operou com fator de utilização total de 91%, com diesel, gasolina e querosene de aviação representando 68% da produção total de derivados.

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