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Policiais e manifestantes entram em confronto na Argentina enquanto Congresso discute reforma trabalhista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Mundo Policiais e manifestantes entram em confronto na Argentina enquanto Congresso discute reforma trabalhista Agentes lançaram gás lacrimogêneo e usaram canhões d'água em frente ao Congresso depois de, segundo a imprensa local, manifestantes contrários à reforma tentarem furar bloqueio que isola o prédio. Por Redação g1

Manifestantes empurram uma cerca enquanto um canhão de água tenta dispersá-los durante um protesto em frente ao prédio do Congresso em Buenos Aires, durante discussões da reforma trabalhista no país — Foto: TOMAS CUESTA / AFP

Policiais e manifestantes entraram em confronto em Buenos Aires nesta quinta-feira (19) em frente ao Congresso da Argentina em meio à discussão de um projeto de reforma trabalhista no país.

A Câmara dos Deputados da Argentina começou a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso. O Senado já aprovou o texto na semana passada (veja os principais pontos).

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Segundo a imprensa local, os policiais contiveram os manifestantes com gás lacrimogêneo e canhões d'água depois que eles tentaram furar os bloqueios que isolavam o prédio do Congresso, na região central da capital.

A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo.

A maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), realizou uma greve geral que afetou o transporte público no país. As ruas de Buenos Aires amanheceram vazias, e nem todos os comércios abriram. Diversos voos foram afetados, inclusive no Brasil.

Drone mostra o entorno da estação de trem Retiro, em Buenos Aires, vazia em 19 de fevereiro de 2026, dia de paralisação geral na Argentina em protesto contra o projeto de reforma trabalhista do presidente Javier Milei — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

Estação de trem Constitución, em Buenos Aires, vazia em 19 de fevereiro de 2026, dia de paralisação geral na Argentina em protesto contra o projeto de reforma trabalhista do presidente Javier Milei — Foto: Alessia Maccioni/Reuters

O governo Milei havia determinado que a imprensa seguisse "medidas de segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de "risco" nos protestos esperados para os próximos dias.

"Diante de atos de violência, nossas forças agirão", diz o texto, que informa que os meios de comunicação terão uma "zona exclusiva" em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento.

Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de 30 detidos.

O texto ainda pode sofrer alterações na Câmara, mas já é considerado uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, ao revisar regras que, em sua maioria, remontam aos anos 1970.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a reforma é ampla, reúne dezenas de artigos e faz parte de um pacote maior de mudanças estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao emprego e ao investimento na Argentina.

Para garantir apoio político e acelerar a tramitação, o governo negociou cerca de 30 alterações no texto original. Entre as mudanças de última hora, Milei retirou o artigo que permitiria o pagamento de salários por meio de moeda estrangeira ou carteiras digitais, como as do Mercado Pago.

O projeto flexibiliza contratos de trabalho, modifica regras de férias e jornada, facilita demissões e impõe limites em greves, com o objetivo de reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização do emprego em um mercado onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade.

Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril);Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos;Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas;Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras;Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais;Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias);Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho;Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência.

No mercado digital, trabalhadores de plataformas passam a ser formalmente reconhecidos como independentes, com regras específicas e seguro de proteção, e o teletrabalho (home office) deixa de ter obrigações adicionais impostas durante a pandemia.

A reforma não se aplica aos servidores públicos nacionais, estaduais ou municipais, com exceção das regras sobre greve em serviços essenciais, que também alcançam áreas como saúde, transporte e segurança.

Segundo dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH), do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 6,6%.

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Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Agro Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin Salvaguardas são regras que determinam quando os governos poderão suspender temporariamente as vantagens tarifárias concedidas no tratado. Produtores se sentem ameaçados pela bebida europeia. Por Redação g1, Mariana Assis, Isabella Calzolari, Paula Salati

O presidente Lula regulamentará por decreto as salvaguardas, permitindo suspender vantagens tarifárias em caso de problemas com o acordo.

A União Europeia já aprovou suas próprias regras de salvaguarda, permitindo investigar aumentos de 5% nas importações agrícolas.

Especialistas afirmam que o acordo trará mais opções de vinhos de qualidade e preços competitivos para o consumidor brasileiro.

A Europa, com grandes produtores como Itália e França, oferece vinhos de qualidade a preços significativamente mais baixos que no Brasil.

Produtores nacionais terão um período de adaptação, pois a redução tarifária será gradual, levando anos para ser totalmente implementada.

Os vinhos brasileiros devem receber proteções contra a concorrência no acordo entre o Mercosul e a União Europeia por meio de salvaguardas, afirmou o presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB), nesta quinta-feira (19).

"No próprio acordo Mercosul-UE, tem um capítulo voltado a salvaguardas. E o presidente Lula vai regulamentar a salvaguarda por decreto. Então, nós teremos a salvaguarda regulamentada", disse Alckmin durante a Festa do Vinho, que ocorre no Rio Grande do Sul.

🔎As salvaguardas são regras que determinam quando os governos poderão suspender temporariamente as vantagens tarifárias concedidas no acordo.

"Qualquer problema, você pode suspender aquele item. Se tiver um aumento grande de imposto de exportação, a salvaguarda você pode imediatamente acioná-la", explicou o vice-presidente.

O g1 apurou que o texto está sendo elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento e Itamaraty e a minuta deve seguir nos próximos dias para análise da Casa Civil.

A União Europeia já aprovou a regulamentação de salvaguardas para a comercialização no bloco em dezembro.

No caso da Europa, se as importações de um determinado produto agrícola considerado sensível aumentarem em 5%, na média de 3 anos, a UE poderá abrir uma investigação para avaliar a possível suspensão dos benefícios.

Os integrantes da comissão também reduziram o tempo de duração dessas investigações: de 6 para 3 meses, em geral, e de 4 para 2 meses, para produtos sensíveis.

O acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode baratear o preço dos vinhos europeus e ampliar a variedade de rótulos disponíveis no Brasil no longo prazo, avaliam especialistas.

Diferentemente do Brasil, onde a produção de vinho é pequena, a Europa concentra os maiores produtores globais, como Itália, França, Espanha, respectivamente, segundo a International Organisation of Vine and Wine (OIV).

É por isso que, no continente, é possível encontrar "vinhos muito bons por dois, três, quatro euros", diz Roberto Kanter, professor de MBAs da FGV.

No entanto, o que desestimula a compra pelo Brasil atualmente é justamente a alta taxa de importação.

"Com as tarifas atuais, é melhor você importar um vinho de 15 euros do que de cinco. Por quê? Porque a tarifa do imposto acaba igualando todos eles em uma faixa semelhante de preço e o cliente brasileiro que compra vinho da Europa já está disposto a pagar mais caro por ele", diz Kanter.

Ele afirma, no entanto, que a redução gradual da taxa vai estimular as empresas brasileiras a diversificarem as suas compras e a apostar em vinhos europeus de menor preço.

"Eu acredito que o consumidor brasileiro vai ser beneficiado. Ele vai passar a ter acesso a uma oferta muito maior de vinhos de qualidade média, a preços extremamente competitivos, muito mais do que você encontra hoje no mercado", ressalta.

O professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, José Niemeyer, concorda com a avaliação de Kanter e aposta que o brasileiro "vai tomar vinho mais barato", principalmente pelo aumento da concorrência entre mais países pelo mercado nacional.

Os dois especialistas destacam que essa diminuição de preço não será imediata e deve acontecer gradualmente, após o acordo entrar em vigor.

O economista Marcos Troyjo, que liderou as negociações do acordo entre 2019 e 2020, afirma que, como a tarifa levará anos para ser zerada, os produtores de vinho do Brasil — hoje concentrados no Rio Grande do Sul — terão tempo para se adaptar.

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Leilão do Detran-SP tem Honda Civic mais barato que iPhone e moto Dafra a R$ 400

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Carros Leilão do Detran-SP tem Honda Civic mais barato que iPhone e moto Dafra a R$ 400 Leilões públicos e privados costumam ter preços bem abaixo da tabela e podem ser oportunidade para trocar de carro, mas há pontos de atenção para que o comprador faça uma boa escolha. Veja a lista e dicas antes de dar seu lance. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na primeira semana de março

O leilão de veículos aptos a circular vai até o dia 4 de março, de forma virtual. Os veículos disponíveis para visitação no pátio de Campinas (SP).

A visitação pública acontece entre os dias 2 e 3 de março, das 9h às 16h30 e a oferta é de carros e motos recolhidos por infrações de trânsito.

Neste leilão, a Dafra Smart 125 de 2011 é a moto mais barata, com lance mínimo de R$ 400. Já o carro mais em conta é um Peugeot 206 de 2004, com lance partindo de R$ 700.

O lance mínimo para levar o Honda Civic de 2013 é R$ 2.499 mais barato que o preço de um iPhone 17 Pro Max de 2 TB (R$ 18.499).

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na primeira semana de março. Os veículos, que foram recolhidos por infrações de trânsito, estão disponíveis para visitação durante os dias 2 e 3 de março.

O lote mais barato é por uma moto Dafra Smart 125, de 2011, com lance inicial de R$ 400. Já o mais caro é uma Mercedes-Benz C63 AMG de 2013, com lances a partir de R$ 140 mil.

O leilão acontece de forma virtual o dia 5 de março, mas os veículos estão no pátio municipal de Campinas. A visitação pública acontece entre os dias 2 e 3 de março, das 9h às 16h30.

Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 4 de março, às 9h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 5 de março, às 9h;Sucata para reciclagem: acontece no dia 5 de novembro, às 9h.

Honda Civic LXR custa R$ 16.000, exatos R$ 2.499 mais em conta que um iPhone 17 Pro Max 2TB — Foto: divulgação/Detran-SP

🚗 261 veículos aptos a circular;⚙️ 258 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado;🔧 53 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos;♻️ 16 sucatas para fundição e reciclagem.

Segundo o edital do leilão, um carro ou moto aptos a circular significa que eles podem retornar a andar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo perante o órgão ou entidade executiva de trânsito, com o pagamento das respectivas taxas.

O Detran-SP não é responsável pelas peças e afirma que o comprador já está ciente da situação mecânica do veículo, não aceitando posteriores reclamações.

Neste leilão, a Dafra Smart 125, de 2011 é a moto mais barata, com lance mínimo de R$ 400. Já o carro mais em conta é um Peugeot 206 Sensation de 2004, com lance partindo de R$ 700.

Mercedes-Benz C63 AMG de 2013Lance inicial: R$ 140.000BMW X1 de 2019Lance inicial: R$ 40.000Honda Civic LXR de 2014Lance inicial: R$ 16.000Volkswagen Gol 1.6 de 2019Lance inicial: R$ 16.000BMW F800 R de 2017Lance inicial: R$ 15.000Toyota Corolla XEi de 2000Lance inicial: R$ 5.000Honda CBX 250 Twister 2004Lance inicial: R$ 1.200Fiat Uno Mille Economy de 2011Lance Inicial: R$ 5.000Yamaha Fazer YS250 de 2007Lance inicial: R$ 1.000Honda CG 160 Fan de 2023Lance inicial: R$ 5.000

A avaliação estimada para cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo é o valor de partida para as ofertas.

Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau;Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho;Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002.

Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão.

Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos?

Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados.

Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata.

“Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa.

Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante.

Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia.

Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance.

Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação.

“Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (…) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista.

De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição.

🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados.

Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal.

“Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes.

Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes.

Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem:

Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda;Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados;Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público.

Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado.

“Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta.

Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”.

Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir.

De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão.

“[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma.

Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador.

Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem.

Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção.

Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos.

“Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina.

É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo.

“Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara.

Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância.

Documentação: incongruências jurídicas;Custos para regularização;Estado de conservação do carro;Custos para restauro;Condições de compra;Inspeção mecânica e de equipamentos.

Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão;Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais;Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos;Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado;Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento.

▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.

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Reforma trabalhista de Milei é aprovada na Câmara com mudanças; texto volta ao Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Trabalho e Carreira Reforma trabalhista de Milei é aprovada na Câmara com mudanças; texto volta ao Senado Câmara analisou texto aprovado pelo Senado em meio a greve geral. O governo negociou cerca de 30 alterações no texto original para garantir aprovação rápida na Câmara dos Deputados. Por Redação g1 — São Paulo

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com mudanças, a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei.

O texto precisará voltar ao Senado, onde havia sido aprovado na última quinta-feira, pois o governo precisou retirou um trecho que previa redução na indenização em casos de acidentes ocorridos fora do ambiente de trabalho.

Vista como uma das reformas mais amplas na legislação trabalhista argentina desde a redemocratização, a proposta pretende atualizar regras consideradas rígidas e defasadas, reduzir custos trabalhistas e incentivar a criação de empregos formais, segundo o governo.

Críticos dizem que as mudanças podem fragilizar as relações trabalhistas, aumentar a insegurança no emprego e enfraquecer os sindicatos, sobretudo entre trabalhadores menos qualificados.

O momento é um dos mais decisivos do governo Milei desde a posse, em dezembro de 2023. A medida faz parte de um pacote de reformas voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao investimento.

Entre as mudanças que permanecem, estão a flexibilização das férias e jornadas de trabalho de até 12 horas. A expectativa é aprovar o texto final até 1º de março. (veja abaixo as principais mudanças)

Parlamentares da oposição discutem com o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina — Foto: REUTERS/Alessia Maccioni

A sessão começou às 14h (horário local), após solicitação enviada ao presidente da Casa, Martín Menem.

A sessão foi marcada por confusão e troca de provocações no plenário. O chefe do bloco União pela Pátria, Germán Martínez, criticou a condução dos trabalhos e chegou a provocar o presidente da Casa com a frase “Cresça, Sr. Presidente”, além de afirmar que os parlamentares “vão se arrepender” da decisão.

Mais para o fim da noite, por volta das 21h30, a deputada Marcela Mango, do partido União pela Pátria, solicitou uma questão de ordem, que foi negada, para que o projeto de reforma trabalhista retornasse à comissão.

Em contra ataque, a Silvana Myriam Giudici pediu uma questão de ordem para que a proposta fosse votada em meia hora. A moção foi aceita, mas depois a deputada retirou o pedido.

Manifestantes participam de um protesto em frente ao Congresso Nacional da Argentina no dia em que legisladores discutem as reformas trabalhistas propostas pelo governo libertário do presidente Javier Mile — Foto: REUTERS/Agustin Marcarian

A reforma foi aprovada pelo Senado na madrugada da última quinta-feira (12), com 42 votos favoráveis e 30 contrários, após uma sessão marcada pela polarização.

No dia anterior (11), milhares de manifestantes se reuniram nos arredores do Congresso, em Buenos Aires, para protestar contra a proposta. Os atos terminaram em confrontos com a polícia, e cerca de 30 pessoas foram detidas, segundo a agência de notícias France Presse.

Nesta quinta-feira, o Ministério da Segurança anunciou medidas extraordinárias para a imprensa e alertou para possíveis situações de risco.

A pasta recomendou que jornalistas evitem permanecer entre possíveis focos de confronto e as forças de segurança e informou que será criada uma “zona exclusiva” para a cobertura em ruas laterais à praça em frente ao Parlamento.

Entre as mudanças estão a flexibilização das férias — que poderão ser divididas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do intervalo tradicional — e a possibilidade de ampliar a jornada diária de oito para até 12 horas, desde que respeitado o descanso mínimo.

O governo negociou cerca de 30 alterações no texto original para garantir aprovação rápida na Câmara dos Deputados.

Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril);Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos;Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas;Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras;Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais;Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias);Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência.

No setor digital, trabalhadores de aplicativos passam a ser reconhecidos formalmente como autônomos, com regras próprias e um seguro de proteção. Já o teletrabalho deixa de seguir obrigações adicionais estabelecidas durante a pandemia.

Além do quesito mais polêmico de redução de salários, o governo também retirou o artigo que permitia pagar salários em moeda estrangeira ou por carteiras digitais — como as do Mercado Pago — por não oferecerem as mesmas garantias dos bancos tradicionais, supervisionados pelo Banco Central.

Dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH) do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, indicam que a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados — uma taxa de desocupação de 6,6%.

Entre os trabalhadores, 71,9% eram assalariados, mas apenas 63,3% tinham emprego formal com contribuição previdenciária. Somando os autônomos, a informalidade alcança cerca de 43% do mercado.

O setor de serviços reúne aproximadamente 70% dos postos de trabalho, seguido por indústria e construção (22%) e agropecuária (8%). Além disso, mais de um quarto dos ocupados trabalha mais de 45 horas por semana, indicando jornadas prolongadas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ipsos: Brasileiros têm segurança nas finanças hoje, mas mantêm pé atrás em relação aos próximos meses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Índice de Confiança do Consumidor atingiu o maior patamar em 18 meses, impulsionado pela percepção positiva de finanças pessoais e emprego atual.

Apesar da melhora presente, o Índice de Expectativas para o próximo semestre registrou queda, refletindo a cautela dos brasileiros.

O comportamento atual é descrito como um “carpe diem” econômico, priorizando o presente sem grandes apostas no futuro.

A Geração Z se destaca com 61% de otimismo para economizar e investir, contrastando com a menor confiança de pessoas acima de 50 anos.

O brasileiro começou 2026 sentindo uma melhora no bolso hoje, mas pisando no freio em relação aos próximos meses. É o que revela pesquisa Ipsos divulgada nesta quinta-feira (19) com Índice de Confiança do Consumidor, que mediu como a população de 30 países percebe o momento econômico atual e as expectativas para o futuro.

De acordo com o levantamento, o Índice de Confiança do Consumidor atingiu o maior patamar dos últimos 18 meses, com 55,1 pontos em janeiro de 2026 (1,9 ponto a mais que o mês anterior e 3,9 pontos em relação a janeiro de 2025).

🌡️A pesquisa usa "termômetros" para medir a confiança na economia. A melhora entre os brasileiros é puxada principalmente pelos indicadores do presente (que avalia a percepção sobre as finanças pessoais e o emprego hoje), do bolso (que mede a coragem de gastar) e da estabilidade (confiança na segurança do emprego). Os três índices tiveram alta em relação ao período anterior.

⏲️Por outro lado, o "barômetro do futuro", que mede projeções para os próximos seis meses, foi o único indicador a registrar queda. Em janeiro de 2026, o Índice de Expectativas marcou 64,1 pontos (1,8 ponto a menos que no mês anterior e 0,2 ponto abaixo do registrado em janeiro de 2025).

Pesquisa Ipsos mostra aumento no Índice de Confiança do Consumidor — Foto: Kayan Albertin – Arte/g1

O resultado revela um comportamento que especialistas descrevem como um “carpe diem” econômico: aproveitar o momento, sem apostar muito no amanhã.

Segundo Rafael Lindemeyer, diretor sênior da Ipsos, o momento reflete uma sensação de oportunidade.

"O brasileiro se sente mais seguro no emprego hoje e crê que sobrou um pouco mais de dinheiro no bolso agora. Por isso, a 'coragem de gastar' aumentou. É como se o consumidor dissesse: 'vou aproveitar para realizar meus planos agora, porque não sei como estará o cenário daqui a seis meses'", aponta.

A pesquisa mostra ainda que a geração Z (nascidos entre 1996 e 2010) é a mais disposta a gastar. Já entre os brasileiros de até 35 anos, 61% estão otimistas quanto à possibilidade de economizar e investir no futuro. Entre os maiores de 50 anos, o percentual cai para 47,1%, o menor índice entre as faixas etárias.

Embora menos otimista, a geração X (nascidos entre 1965 e 1980) registrou avanço na percepção de que a situação econômica é boa: alta de 14 pontos em relação ao ano anterior.

O levantamento também indica que, em janeiro de 2026, cerca de 55% dos brasileiros se sentiam mais seguros no emprego na comparação com os seis meses anteriores, enquanto 45% relataram queda na confiança. Entre a geração Z, 62% disseram estar mais confiantes.

Quando o assunto é o emprego nos próximos seis meses, 73% afirmam não acreditar que perderão o trabalho por causa das condições econômicas, enquanto 27% veem essa possibilidade.

🔎A pesquisa Índice de Confiança do Consumidor é realizada mensalmente pela Ipsos em 30 países e mede como a população percebe o momento econômico atual e as expectativas para o futuro, além de investigar a situação financeira individual, a disposição para poupar e a segurança para realizar compras ou investimentos de maior valor. As informações de janeiro foram coletadas entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com a ampliação de acordos comerciais, governo elabora medidas de proteção ao setor produtivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O governo federal prepara um decreto que vai estabelecer regras de proteção à indústria e ao agronegócio no contexto de ampliação dos acordos comerciais assinados pelo Brasil com outros países.

O texto está sendo elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e deve ser encaminhado à Casa Civil nas próximas semanas.

"Desde 2023, foram concluídos acordos com Singapura, com os países da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e, mais recentemente, com a União Europeia, ampliando em 2,5 vezes a parcela da corrente de comércio brasileira coberta por preferências tarifárias", afirmou o MDIC em nota.

🔎As chamadas salvaguardas são instrumentos de defesa comercial que protegem a produção nacional.

quando forem estabelecidas cotas, que deixem de seguir as preferências do acordo;quando forem suspensas, ainda que de forma temporária, reduções do imposto de importação previstas no acordo;ou quando for restabelecido o nível tarifário original, anterior ao acordo.

As regras de proteção valerão para os acordos comerciais atuais e os futuros. E, de acordo com o MDIC, dará mais transparência, previsibilidade e segurança jurídica ao setor produtivo.

Em dezembro de 2025, a China decidiu limitar a importação de carne bovina para proteger produtores locais.

Governo brasileiro negocia uma solução para as proteções impostas pela China às importações de carne bovina

Na ocasião, o país fixou cotas anuais para empresas comprarem o produto de países estrangeiros, incluindo o Brasil.

Maior importador de carne bovina do mundo e segundo maior consumidor, atrás apenas dos EUA, a China começou a investigar os impactos das compras do alimento de países estrangeiros em 2024.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desemprego cai em 6 estados brasileiros no 4º trimestre de 2025, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A taxa de desemprego recuou em seis estados brasileiros no quarto trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No país, a desocupação ficou em 5,1% no período, abaixo dos 5,6% registrados no trimestre anterior e 1,1 ponto percentual menor do que no mesmo período de 2024, quando era de 6,2%.

Na comparação com o trimestre anterior, a taxa de desemprego caiu em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal, Paraíba e Ceará. Nas demais unidades da federação, o indicador permaneceu estável.

Os maiores índices de desocupação foram registrados em Pernambuco (8,8%) e no Amapá (8,4%), seguidos por Alagoas, Bahia e Piauí, todos com 8%. Já as menores taxas apareceram em Santa Catarina (2,2%) e em Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (2,4%).

👉 Veja abaixo a variação trimestral em cada estado. Passe o mouse ou clique na unidade da federação para consultar o percentual, e use o zoom para ampliar a visualização:

Os dados do IBGE também mostram diferenças de gênero no acesso ao mercado de trabalho, com taxas de desemprego mais altas entre elas nos três últimos meses do ano. Veja:

Por cor ou raça, o indicador ficou abaixo da média nacional de 5,1% somente entre pessoas brancas (4%), e acima entre pessoas pretas (6,1%) e pardas (5,9%).

O desemprego também apresentou diferenças relevantes conforme o nível de escolaridade do trabalhador. Veja abaixo:

🎓 Ensino superior completo: 2,7%📚 Ensino superior incompleto: 5,6%🏫 Ensino médio incompleto: 8,7%

Ainda nos três último meses do ano, eram 1,1 milhão de pessoas que buscavam trabalho havia dois anos ou mais no país. O número recuou 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando 1,3 milhão estavam nessa situação.

Entre os que procuravam emprego havia menos de um mês, o contingente também foi de 1,1 milhão, uma queda de 23,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior, quando 1,4 milhão estavam nessa condição.

Ainda no quarto trimestre, a taxa de subutilização da força de trabalho foi de 13,4% no país. O maior nível foi registrado no Piauí (27,8%), enquanto o menor apareceu em Santa Catarina (4,4%).

O percentual de pessoas que desistiram de procurar trabalho ficou em 2,4%. O Maranhão teve a maior proporção (9,1%), e Santa Catarina, a menor (0,3%).

Entre os trabalhadores do setor privado, 74,4% tinham carteira assinada. Santa Catarina liderou com 86,3%, enquanto o Maranhão apresentou o menor percentual, com 52,5%.

A parcela de trabalhadores por conta própria foi de 25,3% no país. O Maranhão teve a maior proporção (34%), e o Distrito Federal, a menor (17%).

Já a taxa de informalidade foi de 37,6% da população ocupada. O Maranhão registrou o maior nível (57,3%), e Santa Catarina, o menor (25,7%).

No resultado anual, a taxa de desemprego recuou de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. Em 20 estados, o indicador também registrou o menor nível de toda a série.

Entre os estados, as maiores taxas anuais de desemprego foram registradas no Piauí (9,3%), na Bahia e em Pernambuco (ambos com 8,7%) e no Amazonas (8,4%). Já os menores índices foram observados em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).

👉 Veja abaixo a média anual em cada estado. Passe o mouse ou clique na unidade da federação para consultar o percentual, e use o zoom para ampliar a visualização:

A taxa anual de subutilização do trabalho ficou em 14,5% no Brasil. O Piauí registrou o maior nível, com 31,0%, seguido por Bahia e Alagoas, ambos com 26,8%. As menores taxas foram observadas em Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).

Já a taxa anual de informalidade atingiu 38,1% da população ocupada. Os maiores percentuais foram registrados no Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%). Os menores níveis apareceram em Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).

O percentual anual de pessoas que desistiram de procurar trabalho ficou em 2,6% no país. O Maranhão teve a maior taxa, de 9,5%, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%). As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).

Em relação à renda, em 2025 o rendimento médio anual habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.560 no país.

Já em relação ao quarto trimestre, o rendimento médio mensal de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.613. O valor cresceu em relação ao trimestre anterior, quando estava em R$ 3.527, e também frente ao mesmo período de 2024, quando era de R$ 3.440.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, as regiões Norte (R$ 2.846) e Sudeste (R$ 4.033) registraram aumento no rendimento, enquanto as demais regiões ficaram estáveis. Em relação ao quarto trimestre de 2024, todas as regiões tiveram alta.

Já a soma de todos os rendimentos do trabalho no país chegou a R$ 367,6 bilhões no quarto trimestre de 2025. O total também aumentou em relação ao trimestre anterior, quando era de R$ 356,7 bilhões, e ao mesmo período de 2024, quando somava R$ 345,5 bilhões.

Santa Catarina tem taxa de desemprego abaixo da média nacional. — Foto: Foto: Roberto Zacarias/SECOM

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Dólar fecha a R$ 5,17, menor valor desde maio de 2024, e Ibovespa bate recorde após derrubada do tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (20) em queda de 0,98%, cotado a R$ 5,1758, no menor patamar desde maio de 2024. O Ibovespa, por sua vez, teve alta de 1,06% e fechou aos 190.534 pontos, em um novo recorde de fechamento.

▶️ O principal fator que mexeu com os mercados globais nesta sexta-feira (20) foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas de importação impostas pelo presidente americano, Donald Trump. O tribunal decidiu que o republicano extrapolou sua autoridade ao impor o aumento das taxas e considerou o tarifaço ilegal.

▶️ Em resposta, Trump afirmou que há "métodos ainda mais fortes" à sua disposição para impor novas tarifas comerciais, reforçando que "outras saídas são usadas". O republicano, então, recorreu à Seção 122 — dispositivo da legislação comercial dos EUA que permite ao presidente impor tarifas temporárias — para estabelecer uma nova tarifa global de 10%.

▶️ Outro fator que pressionou o dólar para baixo foi o fraco desempenho da economia americana no 4º trimestre de 2025. Segundo informações do Departamento de Comércio, o PIB dos EUA desacelerou para 1,4% no período — bem abaixo da projeção do mercado, de 3%. No trimestre anterior, a atividade do país tinha avançado 4,4%.

▶️ Na agenda econômica americana, o mercado também monitorou a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que é um dos preferidos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para acompanhar a inflação do país. O indicador registrou um avanço de 0,4% em dezembro, após um avanço revisado de 0,2% no mês anterior. Em 12 meses, a alta foi de 2,9%, contra 2,8% em novembro.

▶️ Ainda no cenário internacional, o petróleo continuou no centro das atenções após a recente alta de preços, em meio às tensões entre EUA e Irã. A preocupação é que o conflito se intensifique e afete o Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela relevante do comércio mundial de petróleo.

▶️No Brasil, a agenda é mais enxuta, com destaque para a divulgação da taxa de desemprego do quarto trimestre pela Pnad Contínua. Segundo o IBGE, o desemprego recuou em seis estados no quarto trimestre de 2025. Nas demais unidades da federação, o indicador permaneceu estável.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, conhecido como "tarifaço".

Por 6 votos a 3, a maioria dos juízes concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

A decisão atinge principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil, continuam valendo.

Em resposta, o presidente americano criticou a decisão da Suprema Corte e anunciou uma nova taxa global de 10%.

Em declaração a jornalistas, Trump afirmou que há "métodos ainda mais fortes" à sua disposição para impor novas tarifas comerciais. "Outras saídas serão usadas", disse, acrescentando que os EUA podem arrecadar "ainda mais dinheiro".

Para estabelecer a nova tarifa, Trump disse que vai ativar a Seção 122 — dispositivo da legislação comercial dos EUA que permite ao presidente impor tarifas temporárias. O republicano ainda reiterou que sua gestão também vai recorrer à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais.

Além da nova ofensiva comercial, Trump usou a entrevista coletiva para disparar contra os juízes do tribunal e classificar a decisão da Corte como "vergonhosa" e "terrível".

"Os juízes que votaram contra as tarifas são uma vergonha para a nossa nação. Nossa Suprema Corte está sendo pressionada por interesses estrangeiros", afirmou o republicano.

ENTENDA: O que acontece agora?Países reagem à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte dos EUADecisão da Suprema Corte de derrubar tarifas é uma vergonha, diz Trump

Segundo a estimativa preliminar divulgada pelo Departamento de Comércio dos EUA, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou a uma taxa anualizada de 1,4% no quarto trimestre de 2025. A expectativa do mercado era de crescimento de 3%, mas a projeção foi feita antes de dados que mostraram um aumento do déficit comercial em dezembro.

No trimestre anterior, a economia havia crescido a um ritmo de 4,4%. O Escritório Orçamentário do Congresso estimou que a paralisação do governo reduziu o crescimento do PIB em até 1,5 ponto percentual no último trimestre, ao limitar serviços públicos, gastos federais e benefícios sociais.

Parte dessa perda tende a ser recuperada, mas entre US$ 7 bilhões e US$ 14 bilhões podem não retornar à economia.

Antes da divulgação do relatório, o presidente Donald Trump afirmou nas redes sociais que a paralisação teria custado “pelo menos dois pontos do PIB” e defendeu juros mais baixos para estimular a economia.

O relatório também apontou um crescimento sem forte geração de empregos e uma economia com desempenho desigual: famílias de renda mais alta continuam em situação confortável, enquanto consumidores de renda mais baixa enfrentam dificuldades com inflação elevada e salários estagnados.

O núcleo da inflação nos EUA acelerou em dezembro e pode ganhar ainda mais força em janeiro. O indicador de preços PCE, que exclui itens mais voláteis como alimentos e energia, subiu 0,4% em dezembro, após alta de 0,2% em novembro, segundo o Departamento de Comércio dos EUA.

O resultado veio em linha com as projeções de economistas. No acumulado de 12 meses, o índice avançou para 3%, acima dos 2,8% registrados no mês anterior.

🔎 O indicador é uma das principais métricas usadas pelo Fed para acompanhar sua meta de inflação de 2%. A aceleração dos preços reforça a avaliação de que o banco central americano deve adiar o início dos cortes de juros, possivelmente para depois de junho.

Já o índice PCE geral, que inclui todos os itens, também subiu 0,4% em dezembro, após 0,2% em novembro. Em 12 meses, a alta foi de 2,9%, ante 2,8% no mês anterior.

A taxa de desemprego caiu para 5,1% no quarto trimestre de 2025, abaixo dos 5,6% do trimestre anterior e dos 6,2% registrados um ano antes, segundo a Pnad Contínua divulgada pelo IBGE.

Na comparação trimestral, o indicador recuou em seis estados (SP, RJ, PE, DF, PB e CE) e ficou estável nos demais.

As maiores taxas foram registradas em Pernambuco (8,8%) e Amapá (8,4%), enquanto as menores apareceram em Santa Catarina (2,2%) e Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (2,4%).

No resultado anual, o desemprego caiu para 5,6% em 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012, com 20 estados atingindo seus menores patamares.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira (20), conforme investidores avaliavam a decisão da Suprema Corte americana de derrubar o tarifaço do presidente Donald Trump. Dados econômicos também ficavam no radar.

O Dow Jones teve alta de 0,47%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq Composite subiram 0,71% e 0,90%, respectivamente.

A decisão da Suprema Corte americana também influenciou os mercados na Europa, que fecharam majoritariamente em alta. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 0,84%, aos 630,56 pontos.

Entre os demais destaques, o CAC-40, da França, subiu 1,39%, enquanto o DAX, da Alemanha, avançou 0,87% e o FTSE 100, do Reino Unido, teve alta de 0,56%.

Já as bolsas da Ásia tiveram um dia misto nesta sexta-feira, influenciadas principalmente pelas tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que deixaram os investidores mais cautelosos.

No Japão, Nikkei caiu -1,1%, fechando em 56.825 pontos, Topix também fechou em queda -1,1%, em 3.808 pontos.

A queda foi puxada por ações de companhias aéreas e empresas financeiras, além do impacto negativo de problemas no setor de investimentos nos Estados Unidos.

Hong Kong (Hang Seng): caiu 1,10%, aos 26.413 pontos;Coreia do Sul (Kospi): subiu 2,31%, aos 5.808 pontos;Cingapura (Straits Times): alta de 0,15%, aos 5.009 pontos;Austrália (S&P/ASX 200): leve queda de 0,05%, aos 9.081 pontos

Os investidores ficaram receosos com possíveis conflitos entre EUA e Irã durante o feriado prolongado no Japão, o que levou muitos a vender ações para garantir lucro antes do fim de semana.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nenhuma unidade estadual dos Correios atingiu meta de entrega de produtos no prazo; Roraima teve pior índice, 65%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Em meio à crise econômico-financeira vivida pelos Correios nos últimos anos, um levantamento feito pela estatal aponta que nenhuma das unidades estaduais atingiu a meta de entregas dentro do prazo estabelecida para o período até setembro de 2025.

Ao todo, a empresa conseguiu alcançar o índice de 90,18%, abaixo da meta de 95,54% que havia sido definida.

Os dados fazem parte de documentos obtidos com exclusividade pelo g1, e que vêm sendo publicados ao longo dos últimos dias.

"O acompanhamento dos registros no sistema SIAT e das ações direcionadas evidenciam carga represada nas origens e destinos", justificou a estatal.

Tesouro aprovou empréstimo para Correios de R$ 12 bilhões com garantias da União — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A avaliação leva em consideração o cumprimento dos prazos estabelecidos junto aos clientes finais dos principais serviços postais — Encomenda, Logística e Mensagens.

O índice é calculado pela razão entre os objetos entregues no prazo e o total de objetos entregues (dentro e fora do prazo), além dos extraviados e roubados nas Superintendências Estaduais.

Entre todas as unidades analisadas, a que teve o pior resultado foi a de Roraima (64,84%), com desempenho 30 pontos percentuais abaixo da meta estimada (94,84%). A Região Norte é responsável por seis dos sete piores índices de entrega no ano.

Mesmo abaixo do esperado, os Correios afirmam que o resultado ainda foi ligeiramente melhor — 0,71 ponto percentual acima — do que o registrado no mesmo período de 2024.

"O cenário de backlog ao longo do tempo revela lacunas no processo de tratamento nos principais centralizadores exportadores de carga das Superintendências Estaduais (SE) do Grupo I e II, motivadas pela falta de mão de obra contratada por Execução Indireta de Serviços – EIS e necessidades de ajustes no processo produtivo, somadas as dificuldades iniciadas nas operações", ponderou a empresa.

Para contornar a situação e reduzir os atrasos no processo de entrega das encomendas, a estatal informou que adotou as seguintes medidas:

Reestruturação do fluxo de caixa, priorizando pagamentos a fornecedores logísticos;Negociação de parcelamentos com fornecedores para retomada dos serviços;Contratação emergencial de operadores logísticos regionais;Implementação de matriz de criticidade, priorizando encomendas urgentes e clientes estratégicos;Otimização da malha de transporte (superfície nacional/regional e aérea), com revisão do guia de transporte e planos de paletização;Contratação de viagens extras nas rotas de Linha de Transporte Nacional e da Rede Postal Noturna.

Ao longo do último ano, a empresa deixou de pagar fornecedores de logística responsáveis pelo transporte de encomendas por aviões ou caminhões pelo país.

Em função disso, até julho, as transportadoras estão cobrando na Justiça R$ 104 milhões em faturas atrasadas. Ao todo, eram 58 processos envolvendo 41 empresas.

Parte dessas empresas assinou, em março, duas cartas públicas informando que, a partir de 1º de abril, paralisariam a prestação dos serviços de transporte de cargas para os Correios. Mesmo assim, os pagamentos não foram regularizados. E as paralisações ocorreram.

Ao longo de 2025, a estatal deixou de pagar R$ 3,7 bilhões em obrigações com fornecedores; com o fundo de pensão, o Postalis; com o plano de saúde dos funcionários, o Postal Saúde; e em tributos federais.

INSS Patronal: R$ 1,44 bilhão;Fornecedores: R$ 732 milhões;Postal Saúde: R$ 545 milhões;Tributos PIS/COFINS: R$ 457 milhõesRemessa Conforme: R$ 346 milhões;Postalis: R$ 135 milhões.

Correios apontam que o programa Remessa Conforme expôs problemas de ‘reposicionamento negocial da empresa’

Diante desse cenário, na última semana, o deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES) protocolou quatro requerimentos para que órgãos de controle fiscalizem os Correios. Os pedidos foram encaminhados ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os documentos foram recebidos pela Câmara dos Deputados, mas ainda não começaram a tramitar na Casa. Por isso, ainda não têm força de requisição junto aos órgãos citados.

Em um dos pedidos, Melo solicita informações sobre a regularidade do modelo de atuação de empresas intermediadoras na comercialização de serviços postais dos Correios.

O parlamentar questiona a existência de auditorias, possíveis contratações sem licitação e se há análise do TCU sobre a situação econômico-financeira da estatal.

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‘Perder uma roça é perder uma vida’: o drama dos indígenas do Amapá causado pela vassoura-de-bruxa da mandioca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

GLOBO RURAL 'Perder uma roça é perder uma vida': o drama dos indígenas do Amapá causado pela vassoura-de-bruxa da mandioca Dez dos dezesseis municípios do estado enfrentam a doença. Cientistas ainda buscam formas de combater. Por Globo Rural

A doença "vassoura-de-bruxa" afeta dez dos dezesseis municípios do Amapá, levando o estado a decretar emergência desde 2024.

Causada pelo fungo Ceratobasidium theobromae, a doença bloqueia a seiva da mandioca, secando a planta e se espalhando rapidamente.

O cacique Gilberto Iaparrá afirma que produtores, antes com alta renda, agora dependem do Bolsa Família devido à perda das lavouras.

Agrônomos alertam que não há tratamento eficaz para o fungo, e seu comportamento na natureza ainda é pouco conhecido.

O governo do Amapá investiu R$ 8 milhões para conter a doença, temendo que ela atinja Pacuí, maior produtor de farinha.

"Perder a roça é perder uma vida." A fala é do coordenador do Conselho de Caciques do Oiapoque, Edmilson Oliveira. Desde 2020, o município do Amapá sofre com a vassoura-de-bruxa da mandioca, que devasta o sustento de comunidades indígenas.

Dez dos dezesseis municípios do estado registram casos da doença. O Amapá está em situação de emergência desde 2024.

A vassoura-de-bruxa é causada pelo fungo Ceratobasidium theobromae. A suspeita é que ele tenha chegado ao Amapá pela fronteira com a Guiana-Francesa.

A doença bloqueia a circulação da seiva no caule. Com isso, a planta seca e morre. O agricultor perde a produção.

O cacique Gilberto Iaparrá diz que, para sobreviver, alguns produtores passaram a depender do Bolsa Família, programa do governo federal.

"Não tinha mais pra onde correr. […] Era melhor trabalhar e plantar, porque quando tem o rendimento é melhor que o Bolsa Família […]. A gente acostumava fazer 100 kg, já ganhava R$ 1.400. Hoje não tem", diz o indígena.

Para o agrônomo Stephan Winter, é a doença mais preocupante que ele já acompanhou. Segundo ele, ainda há poucas informações sobre o comportamento do fungo na natureza.

O governo do estado já investiu R$ 8 milhões em ações para conter o avanço da doença, afirma Beatriz Barros, secretária de Desenvolvimento Rural do Amapá.

Segundo a secretária, há preocupação de que a doença chegue à região de Pacuí, maior produtora de farinha de mandioca do estado.

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