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Economia comportamental: o que te faz gastar mesmo querendo economizar?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 04:45

g1 explica Economia comportamental: o que te faz gastar mesmo querendo economizar? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A economia comportamental explica um hábito que se vê muito por aí: decidir economizar e, pouco depois, parcelar uma compra. O comportamento é chamado de “viés do presente”, quando o cérebro dá mais valor ao benefício imediato do que a ganhos maiores no futuro.

Na prática, muita gente prefere receber R$ 100 hoje a esperar um mês para ganhar R$ 120. Mas, quando a decisão é deixada para o futuro, esperar se torna mais fácil. Segundo especialistas, o problema não está no valor, mas na distância do tempo.

O mecanismo ajuda a explicar decisões como entrar no rotativo do cartão, parcelar compras sem necessidade e adiar escolhas importantes. O prazer imediato costuma pesar mais do que o custo futuro.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas e em dívidas com financiamentos: ‘o sonho virou pesadelo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 04:44

Fantástico Após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas e em dívidas com financiamentos: 'o sonho virou pesadelo' Casos semelhantes foram relatados em diferentes estados e envolvem denúncias contra construtoras suspeitas de fraudes usando dinheiro de financiamentos feitos pela Caixa Econômica Federal. Por Fantástico

O que começou como o projeto da casa própria acabou se transformando em frustração, dívidas e abalo emocional para famílias que contrataram financiamentos habitacionais e viram as obras serem abandonadas — mesmo após a liberação de centenas de milhares de reais. Casos semelhantes foram relatados em diferentes estados e envolvem denúncias contra construtoras suspeitas de fraudes usando dinheiro de financiamentos feitos pela Caixa Econômica Federal.

Pela primeira vez em dois anos, Marcela Teles voltou ao terreno onde deveria estar a casa da família, hoje tomado pelo mato.

“Era para ser o lugar onde nossa filha iria crescer, aprender a andar. Mas a gente mora de aluguel e paga por algo que já deveria estar pronto há três anos”, relata. Ao olhar a obra inacabada, ela resume: “o nosso sonho virou um pesadelo”.

Ela e o marido Izael Mendes financiaram entre R$ 400 mil e R$ 500 mil por meio da Caixa Econômica Federal. Durante dois anos, pagaram regularmente as parcelas. Ainda assim, a obra foi interrompida e nunca chegou perto da conclusão. Documentos apresentados pela construtora Prumo indicavam que mais de 84% da casa estaria pronta — algo desmentido pelo cenário real e por um especialista, que apontou que nem metade havia sido construída.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam dramas após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Além disso, perícia identificou indícios de fraude: assinaturas atribuídas à cliente em laudos de progresso da obra foram consideradas falsas.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam drama após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Guilherme e Bruna Both contrataram um financiamento de R$ 290 mil em 2022. Segundo o casal, o responsável pela construtora Vitro Viana também se apresentava como alguém ligado ao banco, o que gerou confiança.

“A gente não entendia nada de financiamento, ele dizia que conseguiria facilitar tudo”, lembra Guilherme.

De acordo com o relato, a construtora recebeu mais de R$ 200 mil, mas depois alegou que o valor não era suficiente e pediu mais dinheiro. Ao investigar os documentos enviados ao banco, o casal encontrou inconsistências graves: etapas como cobertura, instalações elétricas e hidráulicas apareciam como quase concluídas — apesar de não existirem na obra.

A construção foi abandonada sete meses após o início. O prejuízo ultrapassou os valores financiados e levou o casal a enfrentar dificuldades emocionais.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam drama após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Em Pernambuco, Camyla Lira e Daniel planejaram por uma década a construção do imóvel. Quando a construtora interrompeu a obra, ela estava grávida e contava com a casa pronta no primeiro ano de vida do filho.

"Entregaria a casa ele com 11 meses, então eu já imaginaria assim, mais ou menos um ano de vida dele eu já estar na minha residência própria, né? Da forma realmente como eu planejei uma vida inteira".

O caso resultou em investigação e condenação judicial: o dono da Multicons foi sentenciado por estelionato, após comprovação de que inflava valores apresentados ao banco e ficava com a diferença. O prejuízo para o casal passou de R$ 126 mil.

Mesmo assim, eles decidiram seguir com a obra, que foi pago com sacríficos: venda de bens e ajuda de familiares.

Do sonho ao pesadelo: após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas — Foto: Reprodução/TV Globo

Em nota, a construtora Âmbar Prumo afirma que todas as obras foram conduzidas dentro das normas da Caixa e que eventuais acusações serão respondidas na Justiça.

Já o ex-funcionário da Caixa e que respondia pela construtora Vitro Viana, Pedro André Marchesi Cecegolo, recorre na Justiça do Trabalho contra a demissão e nega ter causado qualquer prejuízo financeiro à Caixa.

O dono da Multicons, condenado por estelionato, diz que os valores recebidos foram integralmente aplicados na obra e recorre da decisão.

Casa própria: como construtoras fraudaram famílias com dinheiro da Caixa — Foto: Reprodução/TV Globo

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Governo identifica potencial para terras raras em São Paulo, Paraná e Santa Catarina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 03:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou concentrações relevantes de elementos terras raras na região do "Cinturão Ribeira", faixa geológica que se estende entre os estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Os resultados fazem parte da etapa inicial de um projeto de pesquisa que seguirá ao longo deste ano e de 2027, com idas a campo e aprofundamento das análises.

🔎Conhecidas como “terras raras”, essas substâncias formam um grupo de 17 elementos químicos estratégicos para a indústria de alta tecnologia. Eles são utilizados na fabricação de baterias, turbinas eólicas, carros elétricos, equipamentos eletrônicos e sistemas de defesa. Apesar de relativamente abundantes na natureza, costumam estar associados a outros minerais, o que torna sua extração complexa e de alto valor econômico.

Segundo o SGB, algumas amostras registraram teores superiores a 8 mil partes por milhão (ppm) de TREE (somatória de todos os elementos terras raras). Esse patamar é considerado elevado para esse tipo de ocorrência geológica e indica um enriquecimento mineral expressivo.

🔎Na prática, o teor em ppm significa que, para cada um milhão de partes da amostra, 8 mil são de elementos terras raras.

O trabalho incluiu atividades de campo, com coleta de amostras de solo e rocha, além do reprocessamento e da interpretação de dados geofísicos e geoquímicos.

As atividades de campo aconteceram em Itupeva, Alumínio, Morungaba, Capão Bonito, Juquiá, Jacupiranga, Cajati, Itapirapuã Paulista e Cananéia, em São Paulo; Cerro Azul, Castro, Carambeí e Tijucas do Sul, no Paraná; além de Joinville e Garuva, em Santa Catarina.

Mapa com cidades que fizeram parte do levantamento que identificou potencial de terras raras — Foto: Arte/g1

As áreas foram selecionadas a partir do "Mapa de potencial de elementos terras raras (ETR)", elaborado pela instituição.

A coordenadora do Projeto Terras Raras do SGB, Lucy Takehara, explica que a próxima etapa será concentrada nas áreas que apresentaram os resultados mais expressivos.

“Essa primeira fase de amostragem foi um estudo regional. Agora, nas áreas em que identificamos teores mais elevados, faremos um detalhamento com amostragens mais sistemáticas para identificação ou confirmação também desses teores anômalos”, explica a pesquisadora.

A coordenadora destaca ainda que a identificação positiva não significa que já há jazida para exploração.

Segundo Takehara, a região é conhecida pela presença de minerais associados a terras raras, tanto em complexos alcalino-carbonatíticos quanto em rochas graníticas.

Serviço Geológico do Brasil avança com pesquisas sobre potencial para terras raras — Foto: Divulgação/SGB

Novas idas a campo estão previstas para ocorrer ainda neste ano e incluirá, entre outros municípios paulistas, Sete Barras, Tapiraí, Piedade e Natividade da Serra.

O objetivo é ampliar o conhecimento geológico das áreas mais promissoras e subsidiar a elaboração de mapas de favorabilidade mineral em escala mais detalhada.

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Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 20/05/2026 03:54

Empreendedorismo Guia do empreendedor Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas Empresas apostam na simplicidade para ganhar eficiência, reduzir custos e aumentar o faturamento. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

“Menos é mais” pode soar como clichê, mas tem se mostrado uma estratégia eficiente para muitos empreendedores. Em vez de ampliar o catálogo, alguns negócios fazem o caminho inverso: reduzem opções para ganhar eficiência, vender mais e lucrar melhor.

🍕 Um exemplo vem de Brasília. Há décadas, uma pizzaria vende apenas um sabor: muçarela, molho e orégano. Nada mais. Ainda assim, o faturamento chega a R$ 200 mil por mês.

Neste vídeo, o g1 mostra por que a simplicidade pode ser um diferencial competitivo — e como isso tem ajudado negócios a crescer.

Pizzaria que vende só um sabor de pizza fatura R$ 280 mil por mês — Foto: Pizzas Dom Bosco/ Instagram

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‘É uma completa traição’: Amazon encerra suporte a Kindles antigos e revolta usuários fiéis

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 20/05/2026 00:45

Tecnologia 'É uma completa traição': Amazon encerra suporte a Kindles antigos e revolta usuários fiéis A partir de hoje, leitores eletrônicos lançados até 2012 deixarão de baixar novos livros e receber atualizações, levando usuários a estocar títulos e adiar a troca de aparelhos que usam há mais de uma década. Por Reuters

Amazon encerrará em 20 de maio o suporte a Kindles lançados até 2012, impedindo novos downloads e atualizações.

Usuários dizem que os aparelhos antigos são mais duráveis e preferem os botões físicos para virar páginas.

Muitos donos estão carregando centenas de e-books e desligando o Wi-Fi para preservar seus dispositivos.

Consumidores afirmam que a mudança os obriga a trocar aparelhos que ainda funcionam bem após mais de uma década.

Para Claudia Buonocore, é difícil aceitar a ideia de se desfazer de seu Amazon Kindle Touch, comprado há 15 anos.

"Nunca tive vontade de trocar de dispositivo", disse a moradora da região de Pittsburgh, de 39 anos. "Ele faz parte de mim, é um salva-vidas. Eu durmo com ele quase todas as noites."

Claudia está entre os usuários afetados pela decisão da Amazon de encerrar o suporte aos leitores eletrônicos lançados em 2012 ou antes. A partir desta quinta-feira (20), esses aparelhos deixarão de baixar novos livros e receber atualizações de software.

A empresa continuará oferecendo suporte aos modelos mais recentes e passou a dar desconto de 20% na compra de novos aparelhos, vendidos entre US$ 110 e US$ 680, além de US$ 20 em créditos para e-books.

Brian Oelberg, de 64 anos, disse que começou a carregar seu Kindle Keyboard, lançado por volta de 2010, com centenas de livros digitais depois que soube da mudança. Ele pretende desligar o Wi-Fi do aparelho para evitar atualizações que possam comprometer os arquivos armazenados.

Morador de Chicago, ele conta que testou modelos mais novos em uma loja da Best Buy, mas não se convenceu a trocar de aparelho. Segundo ele, os novos leitores não têm botões físicos para virar páginas, recurso que considera mais prático, principalmente para ler ao ar livre em dias frios sem precisar tirar as luvas.

Usuários de modelos antigos afirmam que esses dispositivos se destacam pela durabilidade e pelos botões físicos. Segundo eles, versões mais recentes, como o Amazon Kindle Paperwhite, consomem mais bateria por causa da tela iluminada.

A substituição gradual de aparelhos antigos é comum entre empresas de tecnologia, que costumam citar custos e questões de segurança para encerrar o suporte a produtos antigos. Não foi possível determinar quantos dispositivos serão afetados pela decisão.

A Amazon afirmou que manteve suporte a esses aparelhos por 14 anos ou mais e que não poderia fazer isso indefinidamente. "A tecnologia evoluiu muito nesse período", disse um porta-voz da empresa.

Embora não tenha sido a primeira empresa a lançar leitores digitais, a Amazon popularizou o segmento com o primeiro Kindle, lançado em 2007. Atualmente, a companhia detém 72% do mercado de leitores eletrônicos, segundo a consultoria Business Research Insights.

Nas redes sociais, especialistas e entusiastas compartilham alternativas para prolongar a vida útil desses aparelhos. Entre elas estão o "jailbreaking", que remove restrições do sistema e permite instalar outros programas, e o "sideload", que consiste em transferir livros do computador para o dispositivo por cabo USB.

Cathy Ryan, de 59 anos, conserta Kindles antigos para revenda no eBay como hobby e acredita que a decisão da Amazon vai prejudicar a atividade. Moradora de Vermont, ela tem cinco aparelhos e ainda usa um modelo de segunda geração comprado em 2009.

Já Cathy DeMail, de 69 anos, moradora de The Villages, acredita que a medida tem objetivo comercial e está correndo para carregar o dispositivo com novos livros antes do prazo final.

"É uma pena que eu esteja sendo obrigada a fazer isso", afirmou. "Eu odeio isso. O que me incomoda é o princípio da coisa."

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Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 00:45

Carros Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app Programa reduz em mais da metade os juros do financiamento de carros zero km para quem trabalha com transporte de passageiros. O prazo para pagamento também foi ampliado. Por André Fogaça, Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Com o lançamento do programa Move Aplicativos, o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos.

O g1 reúne os principais pontos do programa, que passa a valer em todo o país a partir de 19 de junho.

O que é o programa?Quais são os juros do financiamento?Como posso participar?Quem pode participar?Como faço o cadastro?Tenho nome sujo, e agora?Como sei se fui aprovado?Como contrato o financiamento?Quais veículos posso escolher?

O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro.

Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa.

O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência.

Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025.

Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.

No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.

A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

O carro precisa custar até R$ 150 mil e ser classificado como sustentável, por ser flex, elétrico ou híbrido flex. Além disso, a montadora precisa estar habilitada no programa Mover.

O g1 separou a seguir hatches, sedãs e SUVs que se encaixam nesses critérios. Foram consideradas as versões abaixo do teto estabelecido pelo programa.

BYD DolphinBYD Dolphin MiniChevrolet OnixCitroën C3Citroën AircrossFiat ArgoFiat MobiHonda City HatchHyundai HB20Peugeot 208Renault Kwid

Chevrolet SpinChevrolet SonicChevrolet TrackerCitroën BasaltFiat FastbackFiat PulseRenault DusterJeep RenegadeNissan KaitVolkswagen NivusRenault KardianVolkswagen T-CrossHonda WR-V

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ONU reduz previsão de crescimento global em 2026 para 2,5% devido à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/05/2026 21:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

O número também ficou 0,2 ponto percentual abaixo da projeção divulgada em janeiro e bem inferior às taxas de crescimento registradas antes da pandemia de Covid-19.

A expectativa é que mercados de trabalho sólidos, demanda resiliente dos consumidores e comércio e investimentos impulsionados pela inteligência artificial deem suporte à atividade econômica.

Os impactos mais severos devem ocorrer na Ásia Ocidental, onde o crescimento econômico deve desacelerar de 3,6% para 1,4%, pressionado pelos danos à infraestrutura, ao comércio e ao turismo.

A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu nesta terça-feira (19) sua previsão para o crescimento econômico global, afirmando que a crise no Oriente Médio reacendeu as pressões inflacionárias e elevou a incerteza.

Em comunicado que resume a atualização de meio de ano do relatório “Situação Econômica Mundial e Perspectivas”, a ONU informou que a previsão de crescimento do PIB global em 2026 é de 2,5%, ante estimativa de 3,0% para 2025.

O número também ficou 0,2 ponto percentual abaixo da projeção divulgada em janeiro e bem inferior às taxas de crescimento registradas antes da pandemia de Covid-19. Para 2027, a projeção é de recuperação modesta, com crescimento de 2,8%.

A expectativa é que mercados de trabalho sólidos, demanda resiliente dos consumidores e comércio e investimentos impulsionados pela inteligência artificial deem suporte à atividade econômica. Ainda assim, a redução da projeção reforça o enfraquecimento de um cenário global já moderado.

O aumento dos preços da energia gerou ganhos inesperados para o setor, mas ampliou os custos para famílias e empresas, segundo a ONU.

Nas economias desenvolvidas, a inflação deve subir de 2,6% em 2025 para 2,9% em 2026. Já nos países em desenvolvimento, a taxa deve avançar de 4,2% para 5,2%.

Os impactos mais severos devem ocorrer na Ásia Ocidental, onde o crescimento econômico deve desacelerar de 3,6% para 1,4%, pressionado pelos danos à infraestrutura, ao comércio e ao turismo.

Os Estados Unidos, por outro lado, devem seguir relativamente resilientes, com crescimento projetado de 2,0% em 2026, praticamente estável em relação a 2025, sustentado pela forte demanda doméstica e pelos investimentos em tecnologia.

A Europa, por sua vez, está mais vulnerável, já que a dependência de energia importada pressiona famílias e empresas. A ONU projeta desaceleração do crescimento da União Europeia de 1,5% para 1,1% e, no Reino Unido, de 1,4% para 0,7%.

Na China, a diversificação da matriz energética, as amplas reservas estratégicas e o apoio do governo ajudam a reduzir os impactos da crise, embora a projeção de crescimento tenha caído de 5,0% para 4,6%. Na Índia, a expectativa é de desaceleração do crescimento de 7,5% para 6,4%.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Volkswagen reforça parceria com o agronegócio nas principais feiras do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/05/2026 19:09

Agro Volkswagen Especial Publicitário Volkswagen reforça parceria com o agronegócio nas principais feiras do Brasil Com presença confirmada nos grandes eventos do setor em 2026, a marca apresenta soluções desenvolvidas para o campo e destaca trio formado por Amarok V6, Saveiro Robust e Polo Robust. Por Volkswagen

As feiras agropecuárias se consolidaram como importantes pontos de encontro para o agronegócio brasileiro, reunindo inovação, conteúdo técnico e oportunidades de negócio em diferentes regiões do país. Mais do que eventos, esses espaços conectam produtores, especialistas e empresas que acompanham de perto a evolução do setor e suas necessidades no dia a dia.

É nesse contexto que a Volkswagen reforça sua presença no agro ao participar das principais feiras do calendário de 2026, oferecendo condições comerciais especiais e experiências voltadas aos profissionais do campo.

Entre os destaques da marca está o Trio Agro, formado por Saveiro Robust, Polo Robust e Amarok V6, desenvolvido para atender diferentes perfis de operação com foco em eficiência, robustez e desempenho.

Além de aproximar clientes e soluções, a presença da Volkswagen nas feiras cria oportunidades para que o público conheça os veículos de perto, experimente tecnologias e descubra modelos pensados para diferentes rotinas no campo.

No infográfico, confira os principais destaques do Trio Agro e o calendário das feiras agropecuárias do país.

Flávio Bolsonaro admite que visitou Vorcaro para falar de filme quando banqueiro estava de tornozeleira eletrônica

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Auditoria do TCU aponta diferença de 300 mil entre número de CPFs ativos de pessoas com mais de 100 anos e população nessa faixa etária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/05/2026 19:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

Auditoria do TCU identificou diferença de mais de 300 mil entre número de CPFs ativos de pessoas com mais de 100 anos e a população nessa faixa etária.

TCU também apontou discrepância de cerca de 13 milhões de registros entre a base de dados do CPF e a população brasileira total contabilizada pelo IBGE.

Entre as hipóteses para a discrepância, os auditores destacam a ausência de atualização de registros de óbitos na base cadastral da Receita Federal.

O TCU também identificou inconsistências relacionadas ao campo de título de eleitor no cadastro do CPF.

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou uma diferença de mais de 300 mil entre o número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de pessoas com mais de 100 anos e o total da população do Brasil nessa faixa etária.

De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo Demográfico de 2022, o Brasil tinha 37.814 pessoas com idade acima de 100 anos. Já a base do CPF aponta 349.608 registros ativos nessa faixa etária. A divergência é de 825%.

🔎O CPF reúne informações pessoais como nome, data de nascimento e endereço. Não há idade mínima para emissão do documento, e tanto brasileiros quanto estrangeiros podem se cadastrar, residindo no Brasil ou no exterior.

Para os técnicos do TCU, uma das principais hipóteses para a discrepância é a ausência de atualização de registros de óbitos na base cadastral da Receita Federal.

“A título de exemplo do impacto dessa divergência, se o governo fosse comprar uma vacina especial para essa faixa etária, compraria uma quantidade quase dez vezes maior que a necessária se tomasse como base os registros de CPFs”, exemplifica o relatório.

A auditoria do TCU também apontou uma diferença de cerca de 13 milhões de registros entre a base de dados do CPF e a população brasileira total contabilizada pelo IBGE..

O Censo de 2022 apontou que o país possui 203.080.756 habitantes, enquanto a base da Receita Federal registra 216.840.526 CPFs em situação regular de pessoas nascidas antes de 2022.

Segundo os técnicos do TCU, embora diferenças entre as duas bases sejam esperadas devido a metodologias distintas de contabilização, o volume elevado de registros excedentes levanta dúvidas sobre a confiabilidade dos dados.

“O volume elevado de registros excedentes na base de CPF sugere a existência de conjunto de registros cujas informações não espelham a realidade que teoricamente deveriam representar, qual seja, a real existência de pessoas naturais”, afirma o relatório analisado pelo plenário da Corte nesta terça-feira (19).

Os auditores destacam ainda que não é possível assegurar que todos os registros da base correspondam a pessoas existentes ou vivas, especialmente nos casos sem indicação formal de óbito.

A auditoria aponta que parte da diferença pode ser explicada pelo fato de o Censo contabilizar apenas moradores do território nacional, enquanto a base do CPF também inclui brasileiros residentes no exterior e estrangeiros com cadastro ativo para operações financeiras no país.

Ainda assim, os auditores afirmam que esse fator representa menos de 0,5% da base total e não seria suficiente para justificar a diferença de milhões de registros.

O relatório também menciona a possibilidade de múltiplos CPFs associados à mesma pessoa ou até cadastros de pessoas inexistentes, indicando falhas nos mecanismos de controle e validação da emissão do documento.

Na avaliação dos auditores, as inconsistências comprometem a confiabilidade do CPF como principal base de identificação da população brasileira e podem gerar impactos em políticas públicas, programas sociais e ações governamentais.

O relatório alerta para riscos de fraudes, distorções em cadastros oficiais e desperdício de recursos públicos caso os dados incorretos sejam utilizados como referência pelo governo.

Por essa razão, os ministros aprovaram, por unanimidade, determinar que a Receita Federal , no prazo de 90 dias, elabore plano de ação com as medidas a serem tomadas, os prazos para implementação e os responsáveis pelas ações, para reduzir as inconsistências identificadas.

A auditoria também identificou inconsistências relacionadas ao campo de título de eleitor no cadastro do CPF.

Foram encontrados 1.301.701 registros com números inválidos de título eleitoral, além de 163 pares de CPFs distintos compartilhando o mesmo número de título de eleitor.

De acordo com os técnicos, a maioria dos casos envolve sequências repetitivas ou dados incompatíveis com as regras de validação da Justiça Eleitoral, o que indica falhas nos processos de preenchimento e conferência das informações.

Eles ressaltam, porém, que a solução do problema depende de integração entre a Receita Federal do Brasil e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pela gestão dos dados eleitorais.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Aneel aprova uso de R$ 5,5 bilhões para reduzir conta de luz em até 4,5% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/05/2026 16:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,88%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8520,49%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa173.844 pts-1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,88%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8520,49%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa173.844 pts-1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,88%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8520,49%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa173.844 pts-1,77%Oferecido por

Aneel aprovou regras para destinar até R$ 5,5 bilhões à redução das contas de luz em 2026 para consumidores atendidos por 22 distribuidoras.

O desconto médio estimado é de 4,51%, mas o percentual final dependerá do valor efetivamente arrecadado com a repactuação.

Os recursos virão de pagamentos antecipados de hidrelétricas à União pelo uso dos recursos hídricos.

A medida beneficia consumidores do Norte, Nordeste, Mato Grosso e partes de Minas Gerais e Espírito Santo.

Na Amazonas Energia, os recursos reduziram um reajuste potencial de 23,15% para uma alta média de 6,58%.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) as regras para destinar até R$ 5,5 bilhões à redução das contas de luz de consumidores atendidos por 22 distribuidoras do país. Segundo a agência, a medida poderá resultar em um desconto médio de 4,51% nas tarifas em 2026.

Os recursos vêm da repactuação do saldo do Uso de Bem Público (UBP), valor pago por usinas hidrelétricas à União pelo uso dos recursos hídricos para geração de energia.

Uma lei aprovada no ano passado autorizou as hidrelétricas a anteciparem o pagamento de parcelas futuras desse valor.

A expectativa é que esse valor seja quitado até julho — e só então a Aneel deve definir o percentual preliminar de desconto a ser aplicado. A taxa deve variar conforme a arrecadação de cada distribuidora.

O dinheiro será usado para reduzir as tarifas de energia em áreas atendidas pela Sudam e pela Sudene, abrangendo consumidores das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso e de partes de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Segundo a Aneel, essas localidades foram incluídas porque "muitas delas possuem menos consumidores que a média nacional e custos mais elevados relacionados à energia, como a compra de diesel para usinas em áreas isoladas".

Inicialmente, o processo poderia movimentar R$ 7,9 bilhões. Como nem todas as geradoras hidrelétricas aderiram ao acordo, a estimativa atual é de que R$ 5,5 bilhões sejam efetivamente repassados aos consumidores em 2026, por meio dos reajustes e revisões tarifárias.

O percentual de desconto que cada distribuidora aplicará ainda dependerá do valor total arrecadado com a repactuação.

Algumas concessionárias já conseguiram antecipar parte desses recursos para reduzir tarifas nos reajustes deste ano, como as distribuidoras da Neoenergia na Bahia e da Equatorial Energia no Amapá.

Na mesma reunião, a Aneel aprovou o reajuste tarifário de 2026 da Amazonas Energia. Para os consumidores da distribuidora, o aumento médio nas contas será de 6,58%.

A empresa, controlada pela J&F Investimentos, grupo dos irmãos Batista, recebeu R$ 735 milhões da repactuação do UBP. Sem esse aporte, o reajuste médio das tarifas teria sido de 23,15%, segundo a agência.

Conta de luz seguirá sem taxa extra em fevereiro, decide Aneel — Foto: Divulgação/Agência Nacional de Energia Elétrica

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