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Azul diz que reduziu em 1,1 bilhão de dólares as dívidas de empréstimos e financiamentos com recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Campinas e Região Azul diz que reduziu em 1,1 bilhão de dólares as dívidas de empréstimos e financiamentos com recuperação judicial Em comunicado, companhia diz que deixa o processo do Capítulo 11 da Lei de Falências com 850 milhões de dólares em novos investimentos em ações. Por g1 Campinas e Região

A recuperação judicial da Azul resultou na redução total de cerca de US$ 2,5 bilhões em dívidas, incluindo arrendamento de aeronaves.

A companhia aérea obteve US$ 850 milhões em novos investimentos em ações ao finalizar o processo de reestruturação financeira.

Em maio de 2025, quando anunciou o início da recuperação judicial, a empresa estimava queda de mais de 2 bilhões de dólares e o aporte de 950 milhões de dólares.

A saída do Chapter 11, o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos – mecanismo semelhante à recuperação judicial no Brasil – foi anunciado nesta sexta-feira (20).

O processo de recuperação judicial finalizado pela Azul Linhas Aéreas significou, segundo o comunicado da companhia, redução de cerca de 1,1 bilhão de dólares nas dívidas de empréstimos e financiamentos.

Somada a queda nas obrigações de arrendamento (aluguel) de aeronaves, que foi de cerca de 40%, a redução nos dividendos chega a aproximadamente 2,5 bilhões de dólares.

Além da redução das dívidas, a companhia afirmou que saiu do processo com 850 milhões de dólares em novos investimentos em ações.

Em maio de 2025, quando anunciou o início da recuperação judicial, a empresa estimava a eliminação de mais de 2 bilhões de dólares (cerca de R$ 11,28 bilhões) e o aporte financeiro de 950 milhões de dólares.

A saída do Chapter 11, o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos – mecanismo semelhante à recuperação judicial no Brasil – foi anunciado na noite de sexta-feira (20) pela companhia aérea brasileira.

Além da redução dos valores de empréstimos e financiamentos e da queda de cerca de 40% na dívida por arrendamento de aeronaves, os outros resultados indicados pela companhia são:

redução dos pagamentos anuais de juros em mais de 50% em comparação aos níveis anteriores ao Capítulo 11;redução em cerca de um terço dos custos recorrentes com arrendamento de aeronaves;captação de aproximadamente 1,375 bilhão de dólares da emissão de Notas Seniors e 950 milhões de dólares por meio de compromissos em equity.

"Em menos de nove meses, concluímos uma reestruturação abrangente que fortaleceu significativamente nosso balanço e posicionou a Azul para a estabilidade de longo prazo. Estamos saindo do Chapter 11 com o apoio de alguns dos mais respeitados parceiros financeiros e estratégicos da aviação global", destacou John Rodgerson, CEO da Azul, em comunicado.

Na quinta, a Azul havia anunciado três acordos para investimentos de 300 milhões de dólares que serão feitos por duas companhias aéreas norte-americanas, além de outros credores como parte do processo de recuperação judicial.

Os aportes serão feitos pela American Airlines e pela United Airlines, que vão investir 100 milhões de dólares cada. Nos dois casos, a expectativa é que as companhias recebam ações da Azul.

O comunicado da Azul, feito para o mercado na quarta-feira (18), indica que a companhia firmou acordo de investimento adicional com "determinados credores existentes", sem detalhar quais são, na ordem de mais 100 milhões de dólares.

O plano de converter parte das dívidas em ações chegou a gerar uma queda de até 70% na Bolsa de Valores em 8 de janeiro deste ano. A estratégia é fazer com que os credores deixem de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Imagem de arquivo mostra avião da Azul no aeroporto de Fernando de Noronha — Foto: Ana Clara Marinho/g1

No comunicado em que informa a saída do Chapter 11, nesta sexta, a Azul destaca que o processo foi concluído em menos de nove meses.

Segundo a companhia, a operação com cerca de 800 voos diários, com pontualidade de 85,1% e 32 milhões de clientes atendidos em 2025.

Voo da Azul no Amapá é cancelado após problemas em pneu de avião — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica

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A aposta na pitaya para gerar renda na pequena propriedade rural

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo A aposta na pitaya para gerar renda na pequena propriedade rural Produção cresce em Itatiba (SP) e Jundiaí (SP), mas aumento da oferta provoca variação nos preços da fruta. Por Nosso Campo, TV TEM

A produção de pitaya no interior de São Paulo cresce, impulsionada por agricultores que expandem suas plantações.

Produtores como Roberto Ferrari, em Itatiba, preveem colher dez toneladas, superando a safra anterior.

Pitayas vermelhas e brancas se destacam nas propriedades do interior paulista, onde produtores ampliaram o cultivo nesta safra — Foto: TV TEM/Reprodução

Exótica, colorida e cada vez mais presente nas prateleiras, a pitaya tem ganhado espaço entre produtores do interior paulista. A fruta, conhecida pela casca vibrante e polpa adocicada, registra um aumento de produção nesta safra, mas também enfrenta queda nos preços por causa da maior oferta.

Na propriedade de Roberto Ferrari, em Itatiba (SP), a diversidade chama a atenção. Além das variedades mais comuns, ele cultiva outras 30 tipos da fruta. Ao todo, são 500 pés, com predominância das pitayas vermelhas e brancas.

O início da colheita atrasou cerca de 20 dias, mas segundo o produtor, isso não comprometeu a safra. A expectativa é colher dez toneladas, três a mais do que no ano anterior.

Cada pé da pitaya branca pode produzir, em média, até 20 quilos da fruta, mesma produtividade das variedades vermelhas. Apesar do bom desempenho na produção, o aumento da oferta impactou o mercado. O quilo é vendido entre R$ 8 e R$ 10, valor dois reais acima do registrado no mesmo período do ano passado.

Em Jundiaí (SP), a expansão do cultivo também chama atenção. Há sete anos, a família Rosemberger tinha mil pés de pitaya. Hoje, são cerca de 3,5 mil.

Na propriedade, as variedades vermelha e branca se destacam. Mesmo com o atraso da florada por causa do clima, o produtor Caíque Armagner Rosemberger está otimista e deve colher cerca de 40 toneladas, cinco a mais do que na safra passada.

Assim como em Itatiba, o aumento da oferta influenciou os preços. Se na safra anterior o quilo era vendido por R$ 5, atualmente é comercializado por R$ 3,50. A produção é enviada para a capital paulista e para o Rio de Janeiro.

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Caruru Gigante preocupa produtores do Noroeste de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Caruru Gigante preocupa produtores do Noroeste de SP Primeiros focos da planta invasora, com pendões que ultrapassaram um metro de altura, foram encontrados em uma lavoura de soja na região de São José do Rio Preto. Por Nosso Campo, TV TEM

A praga Amaranthus palmeri, conhecida como caruru-gigante, foi detectada pela primeira vez em São Paulo, em uma lavoura de soja perto de São José do Rio Preto, levando à interdição imediata da área.

A planta invasora pode causar perdas de até 91% na produção de milho e é resistente à maioria dos herbicidas, crescendo até 7 cm por dia.

Autoridades recomendam erradicação manual, comunicação imediata de suspeitas e limpeza rigorosa de equipamentos para evitar a disseminação da praga.

O Caruru Gigante é uma planta invasora e pode causar perdas consideráveis — Foto: Reprodução/TV TEM

A identificação da praga Amaranthus palmeri, conhecida como caruru-gigante, pela primeira vez no estado de São Paulo, colocou autoridades e agricultores em alerta máximo.

Os primeiros focos da planta invasora, com pendões que ultrapassaram um metro de altura, foram encontrados em uma lavoura de soja na região de São José do Rio Preto, levando à interdição imediata da área e a uma operação de emergência para erradicar a infestação.

A situação foi classificada como emergência fitossanitária devido ao alto poder de destruição da planta. Estudos da Embrapa indicam que o caruru-gigante pode provocar perdas superiores a 70% na produção de soja e de até 91% nas plantações de milho.

Além de ser extremamente prejudicial, com crescimento de até 7 centímetros por dia e produção de até um milhão de sementes por planta, a espécie é notoriamente resistente à maioria dos herbicidas disponíveis no mercado.

A principal hipótese das autoridades é que a praga tenha chegado ao local de forma acidental. A suspeita é de que as sementes tenham caído de um veículo, germinado e formado um banco no solo.

Não nativa do Brasil, a Amaranthus palmeri foi identificada pela primeira vez no país em 2015, no Mato Grosso, e até então estava restrita a esse estado e ao Mato Grosso do Sul. Sua má fama é internacional: nos Estados Unidos, é considerada a principal planta daninha e chegou a ser eleita a “planta do ano” em 2014 por seu impacto devastador.

A única forma de controle eficaz é a erradicação manual, com a retirada das plantas, o ensacamento e a incineração para destruir as sementes.

Desde a confirmação, equipes de defesa agropecuária do estado percorrem propriedades em um raio de 10 quilômetros do foco inicial para garantir que a praga não tenha se espalhado. A notícia já gera preocupação entre os produtores.

“Do ponto de vista operacional, é orientar nossa equipe a tomar os devidos cuidados para que, ao identificar a praga, primeiro de tudo, comunicar e fazer a erradicação, além de evitar a transferência [de sementes] para outras áreas por meio dos implementos”, relata Luiz Forest, produtor de soja há 11 anos.

A orientação oficial para todos os agricultores paulistas é clara: em caso de qualquer suspeita, a defesa agropecuária deve ser informada imediatamente. As autoridades também recomendam a restrição do trânsito de pessoas e máquinas dentro das propriedades e a limpeza rigorosa de equipamentos, ferramentas, pneus e calçados, já que as sementes minúsculas podem ser facilmente transportadas.

A colaboração dos produtores é considerada fundamental para conter a propagação e proteger o agronegócio paulista de um prejuízo potencial.

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É tempo de colher macadâmia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo É tempo de colher macadâmia Versátil, a macadâmia é rica em fibras, proteínas e vitaminas, sendo utilizada tanto na culinária quanto na fabricação de cosméticos. Por Nosso Campo, TV TEM

A macadâmia, noz australiana, é colhida no Brasil de fevereiro a setembro, com a região de Dois Córregos sendo um polo de destaque na produção.

Produtores preveem um aumento de 50% na safra atual, após uma queda de 80% no ano anterior, causada por altas temperaturas e pouca chuva.

A crescente demanda nacional impulsiona o cultivo, que inclui a transição para a produção orgânica, valorizando o produto e o meio ambiente.

Produtores de macadâmia esperam um aumento de 50% na safra atual, após uma queda de 80% no ano anterior — Foto: Reprodução/TV TEM

A macadâmia, noz originária da Austrália, é conhecida por ter uma das cascas mais difíceis de quebrar. No Brasil, as primeiras plantações comerciais surgiram na década de 1970, em São Paulo, e hoje a região de Dois Córregos se destaca no cultivo.

O processo de amadurecimento da noz ocorre de dentro para fora: mesmo com a casca externa ainda verde, o fruto já está maduro por dentro. Com o tempo, essa casca seca, escurece e se abre, revelando a casca dura da noz.

O ciclo leva cerca de 15 dias para que o fruto maduro caia do pé e mais sete dias para que a primeira casca comece a se abrir. A colheita, feita manualmente em propriedades como uma das visitadas, com 400 hectares, enfrenta os desafios do clima.

Enquanto o ano passado registrou uma safra bem abaixo do esperado, a expectativa para a produção atual é mais positiva. O produtor Thomas Augusto Magro explica a quebra anterior.

“Começou no inverno de 2024, período da florada da macadâmia. Tivemos altas temperaturas e baixo índice de chuva. Já vínhamos de um cenário de pouca precipitação desde o início do ano. Quando chegou o inverno com temperaturas elevadas, a flor acabou queimando com a intensidade do sol, e tivemos uma quebra de praticamente 80% na safra”, afirma.

Versátil, a macadâmia é rica em fibras, proteínas e vitaminas, sendo utilizada tanto na culinária quanto na fabricação de cosméticos. A colheita se estende de fevereiro a setembro.

Historicamente, 60% da produção brasileira era destinada ao mercado externo, mas as empresas têm buscado atender também à crescente demanda nacional. Esse crescimento impacta diretamente famílias como a de Luciana Maria da Silva, que encontrou na colheita sua principal fonte de renda.

“É daqui que sai a minha renda. Meu primeiro trabalho foi na colheita da macadâmia. Sou de Pernambuco, vim de lá e consegui emprego aqui”, conta.

Em outra fazenda, na cidade de Bocaina, a abordagem é diferente. A colheita é semimanual e, há cinco anos, o produtor Edwin Montenegro investiu na transição para a macadâmia orgânica. O mato alto na propriedade é um indicativo visual de que a área não recebe defensivos químicos.

A decisão pela produção orgânica, iniciada em 2022 após 20 anos de cultivo convencional, foi estratégica.

"A gente percebeu que tinha alguns benefícios, não só do ponto de vista de meio ambiente e de tratos culturais, mas também porque, com essa sintonia com a natureza, percebemos uma valorização do produto", explica Edwin.

Após sair do campo, a macadâmia segue para a indústria, onde passa por diversas etapas. O processo inclui a quebra e a separação da casca, seleção, limpeza, torra, pesagem e embalagem, garantindo qualidade e sabor até o produto final, pronto para o consumo.

"Ela entra na indústria e começa a quebrar a macadâmia, separa a casca da noz, passa pelo processo de seleção, depois tem o processo de limpeza, torragem, pesagem e embalagem", explica Edwin, que anda otimista com a safra, mas espera que o clima colabore.

"A safra desse ano, graças à chuva, está bem melhor. A gente estima que a gente vai aumentar em torno de 50%", conclui o produtor.

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‘Nos fazia chorar quase todo dias’: como lidar com chefes tóxicos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Trabalho e Carreira 'Nos fazia chorar quase todo dias': como lidar com chefes tóxicos Ligações insistentes e fora do horário de trabalho, insultos e metas impossivelmente altas. As atitudes de chefes tóxicos já levaram muitas pessoas a se demitirem — mas nem todos podem fazer isso. Por BBC

'Nos fazia chorar quase todos dias': como lidar com chefes tóxicos — Foto: Getty Images via BBC

O emprego em uma pequena agência de relações públicas no Reino Unido parecia ideal: equipe unida, clientes importantes e a chance de construir uma carreira promissora.

O que Maya (nome fictício) não tinha previsto era que tudo isso vinha acompanhado de uma "chefe tóxica" que estabelecia "padrões impossivelmente altos" e repreendia publicamente os funcionários que não os atingiam.

"Ela costumava chamar a atenção das pessoas na frente de toda a equipe, lançando insultos como 'você é burro?' e 'este trabalho é uma porcaria'", conta ela à BBC.

Maya diz que o comportamento de sua gerente frequentemente ultrapassava os limites da gestão de desempenho e se transformava em ataques pessoais.

Ela cita o exemplo de uma colega que comentou que havia contratado um personal trainer para se preparar para o casamento e foi surpreendida com a foto de uma "noiva gorda" deixada pela chefe na mesa dela.

Alguns meses depois de começar no emprego, Maya percebeu que "todos os meus colegas choravam quase diariamente".

A equipe adoecia com frequência "devido a problemas de saúde mental", diz ela. Maya acabou saindo do emprego.

O caso dela não é isolado — pesquisas apontam que uma em cada três pessoas já pediu demissão por causa de um ambiente de trabalho tóxico ou de um chefe ruim.

Mas nem todo mau chefe é tóxico, e entender a diferença é importante, afirma Ann Francke, diretora executiva do Chartered Management Institute.

Muitos líderes se enquadram em uma categoria que o instituto chama de "chefe acidental", em que as pessoas são promovidas por suas habilidades técnicas em vez de sua capacidade de liderança.

Nesses casos, o mau comportamento geralmente é resultado de inexperiência ou de incerteza, e não motivado pela intenção.

Um chefe tóxico, diz ela, é diferente, pois "deliberadamente não demonstra empatia e, muitas vezes, também não tem autoconhecimento".

"Eles podem sabotar ativamente a equipe, se apropriar do trabalho dos outros ou liderar pelo medo e ter expectativas irreais", explica Francke.

O impacto vai além de conflitos de personalidade, criando ansiedade que pode prejudicar tanto a saúde mental quanto o desempenho dos funcionários.

"Se você sente um nó no estômago na segunda-feira de manhã, se encolhe pelos cantos para evitar confrontos ou se tem medo de se manifestar em reuniões por receio de represálias, isso é toxicidade, não um conflito de personalidade", afirma ela.

Rachel McAdams estrela Socorro!, que aborda o conflito entre um chefe tóxico e uma funcionária — Foto: Getty Images via BBC

Josie (nome fictício) conta que passou anos trabalhando para uma chefe que a mantinha sob constante vigilância.

"Ela me ligava, mandava mensagens e áudios sem parar o dia todo, das 7h da manhã às 22h", disse Josie à BBC. "Mesmo nos dias em que não estava trabalhando, ela queria saber onde eu estava o tempo todo."

Ela também tirava projetos de Josie e os dava para outras pessoas, além de excluir membros da equipe dos almoços em grupo.

Hannah (nome fictício) contou à BBC que era humilhada regularmente por sua chefe enquanto trabalhava para uma grande rede de supermercados.

"Minha chefe me obrigou a tirar o suéter e trabalhar no evento de regata em novembro (quando faz frio na Inglaterra)", disse ela à BBC. "Me senti uma idiota, Foi humilhante."

A tensão entre chefe tóxico e funcionário é explorada no recente filme Socorro!. No thriller com humor sarcástico os dois são forçados a confrontar questões não resolvidas no ambiente de trabalho depois de ficarem presos juntos em uma ilha deserta após um acidente de avião.

Em entrevista no lançamento do filme, a atriz Rachel McAdams, que interpreta a funcionária, disse que já passou por ambientes de trabalho difíceis e se lembra de um chefe particularmente ruim em um trabalho temporário durante um verão.

"Eu simplesmente pedi demissão", ela afirmou. "E meu conselho seria tentar uma demissão silenciosa, se possível, e, caso contrário, tentar praticar um pouco de meditação."

Muitas vezes, contudo, pedir demissão não é uma opção até que apareça outra vaga. Nesses casos, ou para quem quer tentar lidar com a situação antes de tomar uma decisão definitiva, Francke compartilha recomendações que podem ser úteis:

Conte para alguém: Encontre um mentor fora da sua linha hierárquica direta que entenda a organização e possa oferecer conselhos de forma honesta e independente.Confronte o chefe sobre o comportamento dele: Não faça isso de surpresa, mas marque uma reunião e exponha suas preocupações com calma, de maneira formal, apresentando exemplos específicos. Se seus colegas também forem afetados, considerem abordar o assunto de forma conjunta para mostrar o impacto mais amplo. Seu chefe pode não perceber o dano que está causando com seu comportamento.Proteja-se: Estabeleça limites, priorize seu bem-estar e crie um espaço fora do trabalho. Pode ser difícil, mas aprender a se distanciar da situação ajudará você a recuperar a perspectiva e planejar os próximos passos.Use o RH com cautela: Se sua organização tem um bom Recursos Humanos (RH), você certamente pode confiar nele, mas vale a pena verificar se o departamento tem um histórico de lidar com comportamentos inadequados em vez de ignorá-los.

Saiba quando recorrer a medidas mais drásticas: Se o comportamento for abusivo ou representar um risco reputacional para a empresa, pode ser necessário abrir um processo formal de denúncia, mas esse pode ser um passo difícil, por conta do temor de represálias.

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Decisão contra as tarifas de Trump cria nova incerteza nas relações comerciais dos EUA com a China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Suprema Corte derrubou as tarifas abrangentes impostas por Trump, que reagiu com fúria e ameaçou impor novas taxas globais de 10% a 15%.

Apesar da decisão judicial fortalecer sua posição, a China deve agir com cautela antes da aguardada viagem de Trump a Pequim.

Analistas preveem que o governo Trump pode ativar um "Plano B", como uma investigação sobre o cumprimento de acordos comerciais pela China.

A decisão cria incerteza para outros parceiros comerciais dos EUA, especialmente aqueles que firmaram acordos para amenizar a turbulência inicial.

A decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas abrangentes impostas pelo presidente Donald Trump adicionou um novo elemento a uma já complicada relação entre Estados Unidos e China. Com ambos os países navegando em terreno instável para evitar uma guerra comercial total que poderia desestabilizar a economia global, ao mesmo tempo em que disputam uma posição de força nas negociações.

A decisão judicial de sexta-feira aparentemente fortalece a posição da China, mas analistas preveem que Pequim será cautelosa ao explorar essa vantagem, sabendo que Trump tem outros meios para impor taxas. Os dois lados também querem manter uma frágil trégua comercial e estabilizar as relações antes da aguardada viagem de Trump a Pequim.

“Isso dará à China um impulso moral em suas negociações com a equipe de Trump antes da cúpula, mas eles estão preparados para o cenário de que nada realmente mude na prática”, disse Sun Yun, diretora do programa da China no Stimson Center, um centro de estudos com sede em Washington.

Furioso com a derrota, Trump afirmou inicialmente que imporia uma tarifa global temporária de 10% antes de elevá-la para 15%, além de buscar caminhos alternativos para cobrar tarifas de importação. Ele defendeu as tarifas apontando para a China, que representa o maior desafio à predominância econômica, tecnológica e militar dos EUA.

“A China tinha centenas de bilhões de dólares em superávits com os Estados Unidos. Eles reconstruíram a China. Eles reconstruíram o Exército. Nós construímos o Exército da China ao permitir que isso acontecesse”, disse Trump a repórteres na sexta-feira. “Tenho um ótimo relacionamento com o presidente Xi, mas ele agora respeita nosso país.”

A Casa Branca confirmou que Trump viajará à China de 31 de março a 2 de abril para se reunir com o presidente Xi Jinping.

Tarifaço derrubado: quais os próximos passos e como a decisão pode afetar o BrasilSuprema Corte pode obrigar EUA a devolver até US$ 175 bilhões em tarifas de Trump, aponta instituto

É improvável que Xi “ostente ou brandisse” de forma contundente a decisão da Suprema Corte ao se reunir com Trump, devendo optar por tentar fortalecer sua relação com o presidente americano, disse Ali Wyne, assessor sênior de pesquisa e advocacy focado na política dos EUA para a China no International Crisis Group.

Quanto mais Xi conseguir fazer isso, “mais provável será que a frágil trégua comercial entre Estados Unidos e China se consolide de fato e que Trump esteja disposto a concessões na área de segurança que deem à China maior liberdade de manobra na Ásia”, afirmou Wyne.

Questionado sobre as implicações da decisão judicial, o porta-voz da Embaixada da China, Liu Pengyu, disse apenas que guerras tarifárias e comerciais não servem ao interesse de nenhum dos dois países. Ele pediu que Pequim e Washington trabalhem juntos para “proporcionar maior previsibilidade e estabilidade à cooperação econômica e comercial China-EUA e à economia global”.

A decisão da Corte também cria nova incerteza para outros parceiros comerciais dos EUA, na Ásia e em outras regiões, especialmente aqueles que firmaram acordos comerciais para amenizar a turbulência inicial provocada pelas tarifas de Trump.

“Eu esperaria que a maioria dos parceiros asiáticos agisse com cautela, com os acordos existentes sendo amplamente mantidos enquanto ambos os lados analisam as implicações nas próximas semanas”, disse Dan Kritenbrink, sócio do The Asia Group e ex-secretário assistente de Estado para Assuntos do Leste Asiático e do Pacífico no governo Biden.

Ele afirmou que observará o impacto sobre o Japão antes da visita planejada da primeira-ministra Sanae Takaichi a Washington em março. O Japão, aliado firme dos EUA, viu suas relações com Pequim se deteriorarem nos últimos meses.

Pouco depois de retornar à Casa Branca no início do ano passado, Trump invocou uma lei de poderes emergenciais e impôs tarifas de 20% sobre produtos chineses, alegando que Pequim não conseguiu conter o fluxo de substâncias químicas que podem ser usadas para produzir fentanil.

Posteriormente, Trump utilizou a mesma autoridade emergencial para impor tarifas recíprocas amplas a diversos países, incluindo 34% sobre a China. Pequim retaliou, e as tarifas chegaram temporariamente a ultrapassar 100% antes de ambos os lados recuarem.

Após várias rodadas de negociações comerciais e uma cúpula entre Trump e Xi na Coreia do Sul, em outubro, os dois países concordaram com uma trégua de um ano com uma tarifa-base de 10%. Trump também reduziu a chamada tarifa do fentanil para 10%, enquanto Pequim retomou a cooperação para restringir a exportação de mais substâncias que poderiam ser usadas para fabricar o opioide.

Wendy Cutler, vice-presidente do Asia Society Policy Institute, disse suspeitar que o governo Trump possa apresentar rapidamente um “Plano B”. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA conduz atualmente uma investigação sobre o cumprimento, por parte da China, de um acordo comercial anterior — o que poderia servir como plano alternativo da administração, afirmou. Caso a China seja considerada em descumprimento de suas obrigações, o governo dos EUA pode impor tarifas com base na legislação comercial.

O deputado Ro Khanna, principal democrata no Comitê Especial da Câmara sobre o Partido Comunista Chinês, instou o governo a formular uma nova estratégia mais rigorosa que “responsabilize a China por suas práticas comerciais desleais e aproveite o poder coletivo de nossos aliados e parceiros”.

Gabriel Wildau, diretor-gerente focado em análise de risco político na China na consultoria Teneo, afirmou que Trump já demonstrou disposição para usar outras bases legais para impor tarifas à China, como fez em seu primeiro mandato, e que Pequim provavelmente parte do princípio de que as tarifas podem ser mantidas ou recriadas “com apenas dificuldade moderada”.

“Mas Pequim também mantém a esperança de convencer Trump a reduzir essa tarifa em troca de garantias de compras ou outras concessões”, disse Wildau.

O presidente Donald Trump, à esquerda, e o presidente chinês Xi Jinping posam antes da reunião de cúpula no Aeroporto Internacional de Gimhae, em Busan, Coreia do Su — Foto: Foto AP/Mark Schiefelbein

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Mega-Sena, concurso 2975: prêmio acumula e vai a R$ 116 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2975: prêmio acumula e vai a R$ 116 milhões Veja as dezenas sorteadas: 07 – 10 – 17 – 35 – 44 – 46. Quina teve 106 apostas ganhadoras; cada uma levou R$ 36.398,76. Por Redação g1

O sorteio do concurso 2975 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (21). — Foto: Reprodução/Caixa

O sorteio do concurso 2975 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (21), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou para R$ 116 milhões no próximo sorteio.

5 acertos — 106 apostas ganhadoras, R$ 36.398,76.4 acertos — 7.501 apostas ganhadoras, R$ 847,85.

As apostas podem ser realizadas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ibaneis enfrenta resistência até de aliados para aprovar socorro ao BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia Blog da Ana Flor Ibaneis enfrenta resistência até de aliados para aprovar socorro ao BRB Após rombo com caso Master, governador do Distrito Federal pretende aprovar na Câmara Legislativa um projeto de lei que autoriza o uso de 12 terrenos públicos como garantia na ajuda ao banco estatal Por Antônio de Castro, TV Globo

Não é apenas a oposição, comandada por PT e PSOL, que dá dor de cabeça ao governador Ibaneis Rocha, do MDB, para aprovar o socorro ao Banco de Brasília (BRB) num dos momentos mais delicados da história do banco estatal, que tem no governo do Distrito Federal (GDF) seu controlador.

É uma situação inédita para o governador Ibaneis, que nunca enfrentou qualquer dificuldade para aprovar os projetos que enviou à Câmara Legislativa desde que assumiu o GDF, em 2019.

"Não há consenso. Aliados se rebelaram e não querem votar", diz um importante nome da base aliada de Ibaneis, na condição de anonimato.

Por isso, as conversas nos bastidores se intensificaram nos últimos dias e devem seguir até a próxima terça-feira (24), quando o GDF pretende ver aprovado o projeto de lei que autoriza o uso de 12 terrenos públicos como garantia na operação de socorro ao BRB.

Ibaneis Rocha, MDB, admitiu que esteve com Vorcaro, mas negou ter tratado da venda do Master para o BRB

A preocupação dos deputados distritais é maior neste ano eleitoral. "Eles não querem repetir o desgaste do ano passado, estão insatisfeitos", diz o aliado de primeira hora de Ibaneis.

Em 2025, a bancada governista aprovou, em tempo recorde, outro texto enviado pelo governador, autorizando os negócios com o Banco Master. Depois da explosão do escândalo BRB/Master, esses deputados distritais têm sido cobrados pelos eleitores.

O Banco Central determinou que o BRB faça um provisionamento de R$ 2,6 bilhões em seu balanço para cobrir o rombo causado pelos negócios com o Master. As perdas se deram pela compra de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito sem lastro do banco de Daniel Vorcaro, que foi liquidado em novembro.

Aliados de Ibaneis lembram também que, em momentos assim, costumam se multiplicar os pedidos dos parlamentares, como cargos para cabos eleitorais, em troca do apoio político.

"Vai ser preciso atender pedidos", dizem os aliados. A prática de cobrar um preço pelo apoio político é conhecida na Câmara Legislativa.

Também há um entendimento entre os aliados ao Buriti que o ideal seria encerrar o tema o mais breve possível, numa tentativa de estancar o desgaste o quanto antes.

Pelo menos um nome não deve dar trabalho a Ibaneis Rocha no começo da próxima semana. O presidente da CLDF, Wellington Luiz, também do MDB, tem dado demonstrações seguidas de apoio irrestrito ao chefe do Palácio do Buriti.

Nos últimos dias, Wellington Luiz arquivou quatro pedidos de impeachment. Agora, deve ajudar a acalmar os ânimos entre os aliados.

O resultado de todas essas conversas será conhecido na próxima semana, quando sair o resultado da votação no plenário da Câmara Legislativa.

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China pede que Trump revogue tarifas de importação após decisão da Suprema Corte

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Trump elevou as tarifas de importação de 10% para 15% sobre produtos globais, visando corrigir "décadas de práticas comerciais injustas".

A Suprema Corte dos EUA considerou que Trump "extrapolou sua autoridade" ao impor tarifas amplas sem "autorização clara do Congresso".

O Ministério do Comércio chinês declarou que as taxas "violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA".

Trump classificou a decisão da Corte como "uma vergonha" e afirmou ter um "plano B" para manter as taxas sobre importações.

A China solicitou aos Estados Unidos a suspensão das tarifas de importações que sofreram um aumento a mando do presidente Donald Trump neste sábado (21).

Em nota, o Ministério do Comércio chinês acrescentou que as taxas "violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não são do interesse de nenhuma das partes".

O presidente norte-americano anunciou o aumento das taxas após a Suprema Corte decidir que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

Sobre o posicionamento da Justiça dos EUA, a China acrescentou que realiza uma avaliação completa do caso.

O ministério afirmou ainda ter notado que os EUA planejam manter as tarifas sobre parceiros comerciais por meios alternativos, incluindo investigações comerciais.

"A China continuará acompanhando de perto essa situação e defenderá firmemente seus interesses", declarou o ministério.

O anúncio do aumento das taxas foi feito em uma postagem em sua rede social Truth Social, menos de 24h após informar que usaria um novo instrumento legal para aplicar a tarifa de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato. Agora, o percentual aumentou.

Segundo Trump, a medida tem o objetivo de corrigir “décadas de práticas comerciais injustas” que, na sua avaliação, prejudicaram a economia americana.

No comunicado, Trump afirma que, após “uma análise completa e detalhada” de uma decisão recente da Suprema Corte dos EUA contrária a parte de sua política tarifária, decidiu elevar imediatamente a tarifa mundial de 10% para 15%.

Na mensagem publicada por volta das 13h, o presidente disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes, e que nas próximas semanas a administração Trump definirá “as novas tarifas legais e permissíveis” que serão aplicadas globalmente.

Ele também reforçou que a medida faz parte da estratégia para continuar o processo de “Making America Great Again — GREATER THAN EVER BEFORE!!!” (tornando a América grande novamente — ainda maior do que antes).

“…como Presidente dos Estados Unidos da América, estarei, imediatamente, elevando a tarifa mundial de 10% sobre os países (…) para o nível legalmente permitido de 15%.”

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, em sua maioria governados por democratas, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump.

Na prática, os juízes confirmaram a decisão de instância inferior que concluiu que Trump extrapolou sua autoridade ao usar a IEEPA, de 1977.

Em reunião com governadores estaduais, Trump classificou a decisão como "uma vergonha" e disse que já tinha um "plano B" para manter as taxas sobre produtos importados, segundo a agência Reuters.

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INSS inicia pagamento de benefícios de fevereiro; veja calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os beneficiários do INSS que recebem até um salário mínimo serão os primeiros a ter o pagamento de fevereiro liberado a partir desta segunda-feira (23).

A organização do calendário de pagamentos segue o número final do cartão do benefício, desconsiderando o dígito verificador.

Os segurados com rendimentos acima do piso nacional terão seus benefícios liberados em datas posteriores, seguindo a mesma lógica de final do cartão.

Para quem recebe até o salário mínimo, o calendário de fevereiro começa com os cartões de final 1, enquanto os demais seguem a ordem numérica.

Os valores a serem recebidos podem ser consultados pelo aplicativo "Meu INSS", site oficial ou através da central telefônica 135.

Os aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os pagamentos referentes ao mês de fevereiro a partir desta segunda-feira (23).

O calendário é organizado de acordo com o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número que aparece depois do traço).

Recebem primeiro os segurados que ganham até um salário mínimo. Quem recebe acima do piso nacional terá o pagamento liberado na sequência.

Final 1: 23/2Final 2: 24/2Final 3: 25/2Final 4: 26/2Final 5: 27/2Final 6: 2/3Final 7: 3/3Final 8: 4/3Final 9: 5/3Final 0: 6/3

O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Para os que recebem acima desse valor, o calendário inicia com os cartões de final 1 e 6. No dia seguinte, são pagos os finais 2 e 7, e assim por diante.

Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar o valor a receber do seu benefício pelo aplicativo "Meu INSS" ou no site meu.inss.gov.br.

Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

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