RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

De receita caseira a fábrica: pão delícia da Bahia vira negócio de R$ 200 mil por mês em SP

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 28/04/2026 01:02

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De receita caseira a fábrica: pão delícia da Bahia vira negócio de R$ 200 mil por mês em SP Empreendedora saiu da cozinha do apartamento, ampliou produção durante a pandemia e hoje tem fábrica, padaria e 18 funcionários. Por PEGN

A empreendedora Juliana Senna transformou uma receita afetiva de pão delícia, típica da Bahia, em um negócio que hoje fatura cerca de R$ 200 mil por mês em São Paulo.

A ideia surgiu na pandemia, após perder um emprego, quando começou a produzir em casa e vender pelas redes sociais, com apoio do boca a boca.

Com investimento inicial de R$ 10 mil, o negócio cresceu rápido, ganhou fábrica, equipe de 18 funcionários e produção de até 3 mil pães por dia.

Hoje, a marca também conta com loja física e padaria, e a empreendedora planeja expandir o produto e popularizar o pão delícia na capital paulista.

Uma receita afetiva, que remete à infância e às reuniões em família, foi o ponto de partida para um negócio que hoje fatura cerca de R$ 200 mil por mês em São Paulo.

A empreendedora Juliana Senna transformou o tradicional pão delícia, típico da Bahia, em uma marca que saiu da cozinha de casa para uma fábrica e, mais recentemente, para uma padaria aberta ao público.

A história começou de forma inesperada. Juliana se mudou da Bahia para São Paulo para fazer uma pós-graduação em moda e já tinha um emprego encaminhado quando a pandemia mudou os planos.

Sem a vaga, passou a cozinhar em casa — e foi nesse período que retomou a receita do pão delícia, carregada de memória afetiva.

A ideia de vender surgiu quase por acaso, após incentivo de familiares e amigos. Uma postagem nas redes sociais foi suficiente para atrair os primeiros clientes. No início, a produção era totalmente artesanal, feita no apartamento, com massa batida à mão e estrutura improvisada.

Com cerca de R$ 10 mil de investimento inicial, Juliana comprou equipamentos básicos e começou a estruturar o negócio. O crescimento veio rápido, impulsionado pelo boca a boca e pela divulgação nas redes sociais.

Ainda em 2020, a produção passou de 150 para 300 unidades por dia, o que levou a empreendedora a buscar um espaço maior e contratar o primeiro funcionário.

A expansão continuou nos anos seguintes. Em 2021, a produção já chegava a 500 pães por dia, e o negócio ganhou estrutura de fábrica. Para atender às exigências sanitárias e profissionalizar a operação, foram necessários novos investimentos, de cerca de R$ 40 mil.

Inicialmente focada no delivery, a marca ganhou visibilidade ao apostar na construção de uma identidade e na valorização da origem do produto. “Se você faz um produto de qualidade, com um público bem alinhado, você vai longe”, afirma a empreendedora.

Com o aumento da demanda, Juliana decidiu dar mais um passo e abriu um ponto físico para atendimento ao público, integrado à fábrica. O contato direto com os clientes ajudou a apresentar o produto a um público mais amplo, além de reforçar o caráter afetivo da receita.

Hoje, a empresa produz cerca de 3 mil pães por dia, conta com uma equipe de 18 funcionários e oferece um cardápio variado, com versões doces e salgadas. Os produtos são vendidos com ticket médio de R$ 70.

A expansão também incluiu a abertura de uma padaria com café, consolidando a marca no mercado paulistano. A proposta é inserir o pão delícia no cotidiano dos consumidores, ampliando o alcance de um produto ainda pouco conhecido fora da Bahia.

Para o futuro, Juliana pretende crescer ainda mais. “Meu maior sonho é levar o pão delícia para São Paulo toda”, diz.

A trajetória da empreendedora reflete um movimento comum entre pequenos negócios que nasceram na pandemia: ideias simples, baseadas em experiências pessoais, que ganharam escala com o apoio das redes sociais e da demanda por produtos artesanais e diferenciados.

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Carteira de pedidos da Embraer chega a US$ 32,1 bilhões e bate recorde pela 6ª vez seguida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Vale do Paraíba e Região Carteira de pedidos da Embraer chega a US$ 32,1 bilhões e bate recorde pela 6ª vez seguida Balanço financeiro do primeiro trimestre, divulgado pela Embraer nesta segunda-feira (27), aponta crescimento de 21,6% na comparação com o ano passado. Por Lucas Tavares, g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer fechou o primeiro trimestre de 2026 batendo mais um recorde: a carteira de pedidos da empresa atingiu US$ 32,1 bilhões.

O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (27). Na cotação atual, o valor equivale a pouco mais de R$ 159,9 bilhões.

Segundo a empresa, a aviação comercial registrou uma carteira de pedidos de US$ 15 bilhões, representando alta de 50% na comparação anual.

A Embraer, empresa aeronáutica com sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo, fechou o primeiro trimestre de 2026 batendo mais um recorde: a carteira de pedidos da empresa atingiu US$ 32,1 bilhões. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (27).

Na cotação atual, o valor equivale a pouco mais de R$ 159,9 bilhões. No fim do ano passado, a empresa também havia batido recorde.

Ao todo, a carteira de pedidos consolidada da Embraer cresceu 21,6% na comparação anual no primeiro trimestre deste ano.

Segundo a empresa, a aviação comercial registrou uma carteira de pedidos de US$ 15 bilhões, representando alta de 50% na comparação anual.

Aviação comercial: US$ 15 bilhões Aviação executiva: US$ 7,6 bilhõesServiços e Suporte: US$ 5,1 bilhõesDefesa e Segurança: US$ 4,4 bilhões

Segundo o balanço divulgado pela empresa nesta segunda-feira, a aviação executiva entregou 29 aeronaves no primeiro trimestre deste ano, sendo 15 jatos Phenom 300, nove jatos Praetor 500, quatro Praetor 600, além de um Phenom 100.

Já a aviação comercial fez 10 entregas, sendo 6 aviões E175, além de três aeronaves modelo E195-E2 e uma aeronave E190-E2. A Defesa & Segurança entregou cinco aeronaves, sendo quatro A-29 Super Tucano e um KC-390 Millennium.

50 vídeos Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Governo estuda editar MP para agilizar uso do FGTS para abatimento de dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

O governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) para viabilizar uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento de dívidas, informaram ao blog fontes envolvidas no planejamento das ações.

Na semana passada, o Planalto tinha desistido da proposta de usar o FGTS por ser alertado que seria necessário destravar dificuldades jurídicas.

🔎 O que são Medidas Provisórias? As MPs têm força de lei assim que publicadas, mas precisam ser confirmadas pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perderem a validade. O Legislativo tem a prerrogativa de alterar ou rejeitar o texto proposto pelo Executivo.

O governo quer lançar já nos próximos dias um programa que ajude a população endividada a reduzir ou quitar seus débitos diretamente com os bancos, a juros menores.

Ao longo do final de semana, técnicos do governo avançaram em um desenho que permite uma utilização de um percentual do valor que o trabalhador tem no FGTS.

Uma MP daria segurança jurídica e, mesmo que o Congresso demore a aprovar, por conta do ano eleitoral, já passaria a valer no momento da sua assinatura pelo presidente da República.

O governo quer aproveitar o Dia do Trabalhador, em 1º de maio, para anunciar o programa ainda nesta semana, mesmo que ele só esteja disponível mais adiante.

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Nesta segunda-feira (27), o ministro da Fazenda Dario Durigan, disse que o governo vai permitir a utilização de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em programa que está sendo estruturado para brasileiros endividados.

Sem dar detalhes, o ministro da Fazenda afirmou que haverá restrições quanto à utilização dos recursos do fundo para abater dívidas.

"A limitação que vai ter para a garantia do próprio fundo é um percentual do saque. Então um saque limitado, dentro do programa. Um saque vinculado ao pagamento da dívida do programa, mas não necessariamente sendo maior do que a dívida", explicou.

Durigan afirmou, após reunião com representantes do setor financeiro, que apresenta as ideias sobre o programa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28). O anúncio, ainda segundo o ministro da Fazenda, deve ser feito esta semana.

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Agência internacional rebaixa nota da Enel e cita risco de empresa perder concessão em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

São Paulo Agência internacional rebaixa nota da Enel e cita risco de empresa perder concessão em SP Rebaixamento da Moody’s ocorre após Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abrir processo que pode levar à caducidade do contrato da Enel SP; empresa enfrenta pressão após série de apagões. Por Alan Severiano, João de Mari, TV Globo e g1 SP

A agência internacional de classificação de risco Moody’s rebaixou nesta segunda-feira (27) a nota da Enel Americas, controladora da Enel em São Paulo.

A nota caiu de Baa2 para Baa3, que ainda é considerada segura para investidores, mas já no limite do chamado grau de investimento.

A perspectiva negativa indica que, se o cenário piorar, a empresa pode perder esse selo e passar a ser vista como de maior risco.

Segundo a Moody’s, a piora na avaliação está diretamente ligada à decisão da Aneel de abrir um processo que pode levar à caducidade do contrato em São Paulo.

A agência internacional de classificação de risco Moody’s rebaixou nesta segunda-feira (27) a nota da Enel Americas, controladora da Enel em São Paulo, e apontou como principal motivo o risco de a empresa perder a concessão de distribuição de energia no estado.

A nota caiu de Baa2 para Baa3, que ainda é considerada segura para investidores, mas já no limite do chamado grau de investimento. A perspectiva negativa indica que, se o cenário piorar, a empresa pode perder esse selo e passar a ser vista como de maior risco.

🔍 A Moody’s é uma agência dos Estados Unidos que avalia o risco de empresas e governos não pagarem suas dívidas. Suas notas indicam o nível de confiança do mercado: quanto mais alta, menor o risco. Quando a nota cai, como no caso da Enel, isso sinaliza mais desconfiança e pode encarecer o acesso a crédito.

Segundo a Moody’s, a piora na avaliação está diretamente ligada à decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de abrir um processo que pode levar à caducidade do contrato da Enel Distribuição São Paulo — ou seja, à perda da concessão antes do prazo.

No início do mês, a diretoria colegiada da Aneel aprovou a abertura de um processo que pode encerrar antecipadamente o contrato com a concessionária. A agência considerou insatisfatório o desempenho da Enel diante de uma série de apagões prolongados nos últimos anos – o mais recente, em dezembro passado, deixou 4,4 milhões de clientes sem luz.

No relatório, a Moody’s também cita uma sequência de apagões de grande escala em São Paulo, principalmente durante eventos climáticos extremos, e críticas à demora no restabelecimento da energia.

Além disso, a agência reguladora suspendeu a análise de renovação antecipada do contrato, o que aumenta a incerteza sobre a permanência da empresa no estado.

A distribuidora em São Paulo é um dos principais ativos da Enel Americas. Segundo a agência, o contrato responde por cerca de 20% de todo o lucro operacional da companhia.

Outras concessões no Brasil, como as do Ceará e do Rio de Janeiro, também enfrentam incertezas, embora já tenham recebido sinalização técnica favorável à renovação. Juntas, elas representam cerca de 13% do resultado da empresa.

Ainda segundo a Moody’s, a companhia terá vencimentos de dívida nos próximos anos, além de precisar manter investimentos elevados — estimados em até US$ 3 bilhões por ano, ou cerca de R$ 15 bilhões — para melhorar a rede e reduzir falhas no serviço.

Carro de energia da Enel faz reparos em poste de luz da Avenida Sapopemba, Zona Leste de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/g1

A Enel São Paulo foi a distribuidora de energia que regrediu mais posições no ranking de avaliação das concessionárias de grande porte da Aneel em 2025. A companhia ficou na 30ª colocação entre as 33 empresas com mais de 400 mil clientes no país, nove posições abaixo da registrada no ano anterior.

A avaliação do órgão regulador levou em conta a frequência e a duração das interrupções no fornecimento de energia, consolidadas no índice de Desempenho Global de Continuidade (DGC). Segundo a Aneel, no geral, a qualidade dos serviços melhorou no ano passado em comparação com 2024. Em média, os consumidores ficaram 9,3 horas sem luz no ano, uma redução de 9,2%.

O resultado da Enel, porém, foi negativo. O DGC da empresa passou de 0,8 em 2024 para 0,9 no ano passado – indicadores mais altos refletem mais frequentes e mais longas no fornecimento de energia.

Com sede na capital paulista, a Enel SP atende a mais de 8 milhões de unidades consumidoras em 24 municípios da Região Metropolitana.

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WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos em setembro; saiba se seu telefone será afetado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Tecnologia WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos em setembro; saiba se seu telefone será afetado A partir de 8 de setembro de 2026, o aplicativo funcionará apenas em telefones que rodam o sistema Android 6.0 ou superior. Por Redação g1

O WhatsApp deixará de funcionar em telefones celulares que utilizam sistema Android mais antigos a partir de 8 de setembro de 2026.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android também perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.

Em sua Central de Ajuda, o WhatsApp exibe a mensagem: "a partir do dia 8 de setembro de 2026, o WhatsApp será compatível apenas com Android 6 e posterior.

No momento, segundo a Central de Ajuda do WhatsApp, não há alterações para quem usa iPhone. O requisito continua sendo o iOS versão 15.1 e posterior ou superior.

Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White

O WhatsApp deixará de funcionar em telefones celulares que utilizam sistema Android mais antigos a partir de 8 de setembro de 2026, quando o app só será compatível com modelos que rodam o Android 6.0, lançado em 2015, ou versões mais recentes.

Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.

Em sua Central de Ajuda, o WhatsApp exibe a mensagem: "a partir do dia 8 de setembro de 2026, o WhatsApp será compatível apenas com Android 6 e posterior.

Para continuar usando o aplicativo, a pessoa precisa atualizar o sistema Android ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente.

Clique no ícone de "Configurações" do celular;Em seguida, toque em "Sobre o dispositivo" (ou "Sobre o telefone");Em alguns modelos, é necessário clicar em "Informações do software" na sequência;Verifique a "Versão do Android";

No momento, segundo a Central de Ajuda do WhatsApp, não há alterações para quem usa iPhone. O requisito continua sendo o iOS versão 15.1 e posterior ou superior.

O WhatsApp está sempre fazendo correções de falhas, principalmente de segurança, e incluindo novas funcionalidades no aplicativo. Nem sempre esses modelos mais velhos conseguem suportar essas atualizações.

Vale lembrar que as atualizações de segurança são constantes em qualquer aplicativo e fundamentais para evitar que o usuário — e especialmente seus dados pessoais — fiquem vulneráveis.

A empresa explica que, anualmente, faz uma revisão dos sistemas Android e iOS (iPhone) mais antigos e com menor número de usuários. Com base nesse levantamento, a empresa pode definir uma nova versão mínima exigida para o funcionamento do app.

A Meta não divulga uma lista oficial dos aparelhos que deixarão de suportar o app de mensagens. O que ela informa é com quais sistemas ele é compatível.

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Grupo brasileiro JHSF compra operação de aviação executiva nos Estados Unidos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 27/04/2026 18:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

A JHSF Participações, empresa brasileira que reúne um dos maiores ecossistemas voltados à alta renda da América Latina, anunciou nesta segunda-feira (27) que vai comprar a operação de aviação executiva da Embassair, em Miami, nos Estados Unidos.

A decisão está alinhada à estratégia do grupo de expansão internacional no setor e ao fortalecimento de seus negócios de renda recorrente.

Segundo comunicado divulgado aos investidores, a operação da Embassair é totalmente dedicada ao atendimento de clientes de aviação executiva no Opa-Locka Executive Airport — um dos principais destinos de voos internacionais do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, também pertencente à JHSF.

Além da atuação na aviação executiva, o grupo também mantém negócios nos setores imobiliário, gastronômico e de shopping centers, reunindo marcas como Fasano, Chloé, Fratelli Rossetti, e Shopping Cidade Jardim.

A operação foi realizada por meio do JHSF Capital FBOs Fund LP, fundo de investimento estruturado e gerido pela JHSF Capital, gestora de recursos do grupo.

O modelo Phenom 300 liderou entregas na aviação executiva da Embraer. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda

A JHSF Participações, empresa brasileira que reúne um dos maiores ecossistemas voltados à alta renda da América Latina, anunciou nesta segunda-feira (27) que vai comprar a operação de aviação executiva da Embassair, em Miami, nos Estados Unidos.

A decisão está alinhada à estratégia do grupo de expansão internacional no setor e ao fortalecimento de seus negócios de renda recorrente.

Segundo comunicado divulgado aos investidores, a operação da Embassair é totalmente dedicada ao atendimento de clientes de aviação executiva no Opa-Locka Executive Airport — um dos principais destinos de voos internacionais do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, também pertencente à JHSF.

“[A compra possibilita] à JHSF extrair sinergias operacionais, oferecendo vantagens aos seus clientes e gerando valor em ambos os ativos”, afirmou a companhia em nota.

Além da atuação na aviação executiva, o grupo também mantém negócios nos setores imobiliário, gastronômico e de shopping centers, reunindo marcas como Fasano, Chloé, Fratelli Rossetti, e Shopping Cidade Jardim.

A operação foi realizada por meio do JHSF Capital FBOs Fund LP, fundo de investimento estruturado e gerido pela JHSF Capital, gestora de recursos do grupo.

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‘Comprem agora’: ministro espanhol alerta que guerra pode disparar preço de passagens aéreas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,33%Dólar TurismoR$ 5,180-0,43%Euro ComercialR$ 5,841-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.704 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,33%Dólar TurismoR$ 5,180-0,43%Euro ComercialR$ 5,841-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.704 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,33%Dólar TurismoR$ 5,180-0,43%Euro ComercialR$ 5,841-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.704 pts-0,55%Oferecido por

Enquanto líderes mundiais evitam tratar publicamente dos impactos econômicos diretos da guerra no Oriente Médio, um ministro europeu decidiu quebrar o silêncio.

Na segunda‑feira (27), o ministro espanhol da Indústria e do Turismo, Jordi Hereu, fez um alerta incomum à população: comprar passagens aéreas o quanto antes, antecipando uma escalada de preços tida como inevitável, impulsionada pelo encarecimento do petróleo e do querosene de aviação.

Impulsionada pela guerra envolvendo os Estados Unidos e o Irã, a ameaça de subida meteórica no preço do querosene pode provocar uma alta generalizada das tarifas aéreas, sobretudo no início do verão no hemisfério norte. 

A advertência, feita em entrevista ao jornal econômico Expansion, colocou no centro do debate um tema sobre o qual governos e companhias vinham falando apenas em tom técnico – ou evitando deliberadamente: o risco concreto de aumento abrupto do transporte aéreo, e até de cancelamentos em cadeia por falta de combustível.

A Espanha vive um paradoxo. Em 2025, o país recebeu um número recorde de 97 milhões de turistas, alta de 3,5% em relação a 2024, consolidando‑se como um dos principais destinos turísticos do mundo.

Segundo Jordi Hereu, o país poderia manter um ritmo de crescimento semelhante em 2026, sustentado pela forte demanda internacional.

Mas esse cenário otimista começa a ser tensionado por um fator externo sobre o qual o setor não tem controle: o custo do combustível de aviação.

O ministro foi explícito ao afirmar que a alta do querosene ameaça elevar as tarifas aéreas e pressionar negativamente a demanda, sobretudo em voos de média e longa distância.

“O que recomendamos é que as pessoas comprem seus bilhetes desde já, porque é verdade que as companhias aéreas estão usando atualmente querosene comprado há algum tempo. Existe, portanto, um risco real de flutuação dos preços.”

O ministro acrescentou que já é evidente que os preços subiram e que isso pode afetar a disposição dos consumidores em viajar, apesar da força do turismo espanhol.

Ele afirmou ainda que autoridades espanholas e europeias estão tomando medidas para evitar uma escassez de combustível, sinalizando que o problema já é tratado como estrutural, e não hipotético.

Segundo a organização europeia Transport & Environment, a alta recente do petróleo já acrescentou mais de US$ 100 (cerca de € 85) ao custo de voos de longa distância com origem na Europa.

Esse aumento tende a ser repassado ao preço final das passagens, alimentando uma espiral de reajustes em plena temporada alta.

As companhias aéreas, até agora, vinham absorvendo parte do impacto graças a contratos de compra antecipada de combustível. Mas esse amortecedor tem data de validade.

O cenário deixou o plano teórico e entrou na prática. A Transavia, companhia de baixo custo do grupo Air France‑KLM, confirmou que vai ajustar sua malha aérea em maio e junho para otimizar custos diante da disparada do preço do querosene, consequência direta da guerra no Oriente Médio.

A empresa informou que será obrigada a cancelar parte dos voos previstos para maio e junho de 2026, ainda que essas cancelamentos representem menos de 2% da programação total nesse período.

Segundo a Transavia, os clientes afetados estão sendo avisados individualmente por SMS e e‑mail, com direito, conforme a escolha, a remarcação sem custo, crédito ou reembolso integral. Para a maioria dos voos cancelados, uma alternativa de remarcação em até 24 horas está sendo oferecida.

Em declaração à AFP no domingo, confirmando informação divulgada pela rádio RMC, um porta‑voz da companhia afirmou que, “em razão do contexto geopolítico atual no Oriente Médio e de suas repercussões sobre o preço do combustível de aviação, a Transavia França está adaptando sua programação de voos e é obrigada a proceder ao cancelamento de vários voos previstos para os meses de maio e junho de 2026”.

O diretor‑executivo da Ryanair, Michael O’Leary, afirmou que não se espera escassez de querosene em maio na Europa, mas que junho já é uma incógnita. Segundo ele, as próprias petroleiras admitem não conseguir garantir totalmente o fornecimento para esse período.

“Enquanto a guerra no Oriente Médio continuar e Trump continuar a lidar com isso tão mal, os preços do combustível permanecerão necessariamente mais altos.”

Segundo o executivo, 10% a 20% do abastecimento da Ryanair está em risco. Ele destacou que o Reino Unido é o país mais exposto a cancelamentos, por depender em parte de fornecimento do Kuwait, diretamente impactado pelo bloqueio de Ormuz.

A França, por ora, afirma não enfrentar dificuldades imediatas de abastecimento, mas o governo admitiu que poderá liberar parte de seus estoques estratégicos se surgirem problemas de volume.

O problema estrutural é conhecido: a Europa importa normalmente cerca de metade do seu querosene dos países do Golfo. Desde o início da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, no fim de fevereiro, essa dependência se tornou um ponto crítico.

O estreito de Ormuz, por onde passa aproximadamente 20% de toda a produção mundial de hidrocarbonetos, está bloqueado por Teerã, interrompendo fluxos logísticos essenciais para o abastecimento energético global — e, por consequência, para a aviação civil.

Em Bruxelas, o comissário europeu Dan Jorgensen reconheceu que a União Europeia está se aproximando “muito rapidamente” de uma potencial crise de abastecimento, com o risco concreto de um verão marcado por passagens mais caras e cancelamentos de voos.

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Globoplay vence prêmio de excelência em serviços ao cliente em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:47

Economia Midia e Marketing Globoplay vence prêmio de excelência em serviços ao cliente em 2026 Além da vitória no segmento, o streaming da Globo concorre ao título de Empresa do Ano por voto popular. Por Redação g1 — São Paulo

O Globoplay venceu o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente 2026, no segmento Telecomunicações – TV por Assinatura e Streaming.

A premiação reconhece empresas que se destacam na experiência do consumidor, com base em avaliações práticas em múltiplos canais de relacionamento e no cruzamento de dados estratégicos.

O resultado reforça o compromisso do Globoplay em oferecer uma jornada integrada, fluida e eficiente, que combina tecnologia, uso de dados e proximidade em todos os pontos de contato.

“Receber este prêmio reconhece o trabalho consistente de todo o time do Globoplay, que atua diariamente para tornar a experiência do usuário cada vez mais simples, personalizada e humanizada", diz Isabela Gonçalves, diretora de experiência de Produtos Digitais da Globo.

"Colocar o usuário no centro das decisões é essencial para evoluir continuamente cada etapa da jornada, em todos os canais de relacionamento”, acrescenta.

Além da vitória no segmento, o Globoplay também concorre ao título de Empresa do Ano, por voto popular, o que reflete a avaliação direta dos consumidores sobre a qualidade dos serviços. A cerimônia de premiação será realizada no dia 26 de maio de 2026, em São Paulo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo vai usar FGTS em programa para brasileiros endividados, diz Durigan

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,32%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,842-0,28%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.849 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,32%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,842-0,28%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.849 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,32%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,842-0,28%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.849 pts-0,47%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou nesta segunda-feira (27) que o governo pretende usar recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em programa que está sendo estruturado para brasileiros endividados.

Sem dar detalhes, o ministro da Fazenda disse que haverá restrições quanto à utilização dos recursos do fundo para abater dívidas. "A limitação que vai ter para a garantia do próprio fundo é um percentual do saque. Então um saque limitado, dentro do programa. Um saque vinculado ao pagamento da dívida do programa, mas não necessariamente sendo maior do que a dívida", explicou.

Durigan disse, após reunião com representantes do setor financeiro, que apresenta as ideias sobre o programa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28). O anúncio, ainda de acordo com o ministro da Fazenda, deve ser feito esta semana.

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Governo estuda exportar sobras de energia hidrelétrica à Argentina e ao Uruguai

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:03

Agro Governo estuda exportar sobras de energia hidrelétrica à Argentina e ao Uruguai Proposta prevê a venda antecipada de energia produzida com água que hoje sobra nos reservatórios das hidrelétricas. Por Reuters

O governo quer propor uma nova modalidade de exportação de energia elétrica do Brasil para a Argentina e o Uruguai, baseada na venda antecipada de energia elétrica que ainda será gerada.

A medida permitiria gerar receita com uma energia que hoje não é usada para atender ao consumo do país e ajudaria a aliviar o excesso de energia disponível.

A ideia já vinha sendo defendida por grandes geradores de energia elétrica, que vinham discutindo com o governo, nos últimos anos, formas de viabilizá-la.

O Brasil criou, em 2022, regras para exportar aos países vizinhos a geração hidrelétrica excedente com base em vertimentos “iminentes” — e não futuros, como está sendo proposto agora.

Essa primeira modalidade de exportação, no entanto, só foi usada em 2023, quando um período de chuvas abundantes levou as usinas hidrelétricas a abrirem seus vertedouros.

O governo pretende propor uma nova modalidade de exportação do Brasil para a Argentina e o Uruguai, baseada na venda antecipada de energia que ainda será gerada, mecanismo conhecido como “vertimento turbinável antecipado”.

As informações constam em documentos da consulta pública aberta pelo governo nesta segunda-feira (27).

🔎 Essa modalidade permite antecipar a venda de energia que poderia ser produzida com água excedente dos reservatórios e que, sem essa medida, acabaria sendo desperdiçada.

A medida permitiria gerar receita com uma energia que hoje não é usada para atender ao consumo do país e ajudaria a aliviar o excesso de energia disponível — situação que gera prejuízos às usinas solares e eólicas e dificulta a operação do sistema elétrico nacional.

A ideia já vinha sendo defendida por grandes geradores de energia elétrica, que vinham discutindo com o governo, nos últimos anos, formas de viabilizá-la.

O Brasil criou, em 2022, regras para exportar aos países vizinhos a geração hidrelétrica excedente com base em vertimentos “iminentes” — e não futuros, como está sendo proposto agora.

🔎 Vertimentos iminentes são sobras de água que devem ocorrer em breve. Já os vertimentos futuros são excedentes previstos para os próximos meses, com tempo para planejamento.

Essa primeira modalidade de exportação, no entanto, só foi usada em 2023, quando um período de chuvas abundantes levou as usinas hidrelétricas a abrirem seus vertedouros. Desde então, esse tipo de operação somou um benefício financeiro de R$ 788,2 milhões.

Segundo a proposta anunciada nesta segunda-feira, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) poderá autorizar a exportação antecipada pelas hidrelétricas quando houver previsão de sobra futura de água capaz de gerar energia.

Essa nova modalidade poderá ocorrer a partir da operação, pelo ONS, de usinas localizadas nos subsistemas Sul e Norte, preservando a energia de subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, considerados essenciais para garantir o abastecimento do país.

A proposta considera dois períodos distintos ao longo do ano, definidos pelo ciclo de chuvas no Norte, que influencia o volume de geração das grandes hidrelétricas da região.

No primeiro intervalo, de junho a novembro, correspondente ao período seco no Norte, quando normalmente as hidrelétricas da região não vertem água, poderá ocorrer a exportação antecipada, desde que haja bons níveis de água nos reservatórios do Sul do país.

Já no segundo intervalo, de dezembro a maio, período mais chuvoso no Norte, a ideia é recuperar o nível de armazenamento do Sul após a exportação realizada no intervalo anterior, ampliando o uso das hidrelétricas do Norte e reduzindo a geração no Sul

A modalidade abre uma oportunidade relevante para os geradores hidrelétricos, ao permitir evitar desperdícios de recursos por falta de demanda, e também deve trazer benefícios ao sistema brasileiro e aos consumidores, afirmou Marisete Dadald Pereira, presidente da Abrage, associação que reúne grandes investidores do setor, como Axia, Engie Brasil, CTG Brasil e Auren.

Segundo ela, a entidade vinha mostrando ao governo que o Brasil já poderia ter exportado aos países vizinhos seus excedentes hidrelétricos nos últimos anos, assim como ocorreu com a energia termelétrica.

"Em um sistema cada vez mais renovável, o desafio não é só gerar energia limpa, mas evitar que ela seja desperdiçada", disse Pereira, acrescentando que a fonte hidrelétrica costuma ser a primeira a ter sua geração reduzida pela ONS, por permitir ajustes mais rápidos no volume produzido.

A nova modalidade de exportação antecipada dependerá da adesão de geradores hidrelétricos interessados e não incluirá usinas que operam sob o regime de cotas — modelo em que a energia é destinada ao mercado regulado — nem a Itaipu Binacional. A operação será conduzida pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

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