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TCU aprova com ressalvas contas do governo Lula de 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 14:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,000%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,9780,04%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.747 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,000%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,9780,04%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.747 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 5,1780,000%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,9780,04%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.747 pts-0,63%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (10), com ressalvas, as contas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), referentes ao exercício financeiro de 2025. O relator do caso é o ministro Benjamin Zymler.

Uma das ressalvas do relator envolve os recursos que o governo federal colocou em empresas estatais que não dependem diretamente do Tesouro para funcionar.

Segundo o parecer, o governo não acompanhou de forma adequada o uso desse dinheiro — principalmente nos casos em que os valores ficaram parados por um período ou geraram rendimentos financeiros depois.

Segundo Zymler, a análise que embasou a autorização da garantia federal não demonstrou de forma suficiente a viabilidade econômico-financeira do plano de reestruturação da estatal nem sua capacidade efetiva de pagamento.

O parecer aponta possível descumprimento de normas de governança pública e de responsabilidade fiscal que exigem avaliação prévia dos riscos envolvidos na operação.

O relator também fez ressalvas à destinação de recursos administrados pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

De acordo com o relator, as receitas consideradas de natureza tipicamente pública não foram recolhidas à Conta Única do Tesouro Nacional nem incluídas no Orçamento da União, contrariando princípios constitucionais e regras orçamentárias relacionadas à legalidade, transparência e unidade de caixa.

Outra ressalva envolve a inclusão de novos projetos na Lei Orçamentária de 2025 pelos ministérios das Cidades e da Integração e Desenvolvimento Regional, além da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Ainda nesse escopo, o relator destacou a situação dos Correios, que enfrenta uma crise econômico-financeira.

Segundo Zymler, a análise que embasou a autorização da garantia federal não demonstrou de forma suficiente a viabilidade econômico-financeira do plano de reestruturação da estatal nem sua capacidade efetiva de pagamento.

Para os técnicos, novos empreendimentos foram incluídos sem que obras já em andamento estivessem adequadamente atendidas e sem a previsão suficiente de recursos para conservação do patrimônio público, em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo o relatório, o avanço das despesas obrigatórias, dos mínimos constitucionais e das emendas parlamentares tem comprimido recursos destinados a políticas públicas e investimentos que não possuem proteção legal específica.

O parecer cita especialmente o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf), apontando que o elevado volume de superávits financeiros revela um descompasso entre arrecadação e capacidade de execução das despesas previstas.

São uma prestação de contas que traz informações sobre os gastos do governo em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

🔎Ao TCU cabe apreciar as contas do presidente, ou seja, examinar detalhadamente e emitir um parecer técnico.🔎O julgamento, por outro lado, é função do Congresso Nacional, que dá a declaração final quanto à regularidade das contas aprovadas, aprovadas com ressalvas ou rejeitadas.

A apreciação do TCU é composta de dois documentos: um relatório e o parecer prévio. O relatório contém a análise do TCU sobre a execução orçamentária e a gestão dos recursos públicos.

Já o parecer prévio mostra as irregularidades e inconsistências identificadas, bem como as recomendações e alertas.

O parecer prévio tem que ser conclusivo, ou seja, deve indicar a aprovação, aprovação com ressalvas ou rejeição das contas.

Os ministros do Planejamento, Bruno Moretti, da Casa Civil, Miriam Belchior e o da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho acompanharam a sessão.

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Após nova ofensiva dos EUA, governo registra marca PIX no INPI; proteção vale para uso no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 14:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,975-0,02%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.561 pts-0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,975-0,02%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.561 pts-0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3870,11%Euro ComercialR$ 5,975-0,02%Euro TurismoR$ 6,2360,14%B3Ibovespa168.561 pts-0,74%Oferecido por

O governo brasileiro registrou a marca PIX como de alto renome no INPI após novos ataques dos Estados Unidos ao sistema de pagamentos.

As autoridades norte-americanas acusam o Banco Central de favorecer o PIX, propondo uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros como retaliação comercial.

Especialistas apontam que o sucesso do PIX e discussões do Brics sobre o dólar geram receios nos Estados Unidos, motivando a ofensiva econômica.

Em resposta rápida, o presidente Lula defendeu o sistema com o cartaz 'O PIX é do Brasil' e cobrou explicações do líder norte-americano.

A marca PIX, registrada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), segundo o governo — Foto: Reprodução

Após novos ataques dos Estados Unidos ao PIX, sistema brasileiro de transferência de recursos em tempo real, o governo brasileiro divulgou nesta quarta-feira (10) que fez o registro da marca como sendo de "alto renome" e associada ao Banco Central.

A informação foi dada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o chamado "conselhão", no Palácio do Planalto.

"Na forma da lei de propriedade intelectual, é a maior proteção que se pode dar à marca e para o símbolo", explicou o ministro sobre o registro realizado pelo no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) ao sistema de pagamento digital.

As marcas de alto renome são amplamente conhecidas pelo público em geral. Elas carregam prestígio, tradição e confiança construídos ao longo do tempo, qualidades diretamente associadas aos seus produtos ou serviços. Por serem reconhecidas nacionalmente além do seu próprio segmento de mercado, essas marcas recebem uma proteção especial prevista em lei.

➡️Segundo a lei de Propriedade Industrial, o registro da marca no INPI assegura ao titular seu uso exclusivo no território nacional, e não no exterior.

As novas críticas de autoridades norte-americanas ao PIX aconteceram no início deste mês. A acusação é de favorecimento do sistema de pagamentos brasileiro em detrimento de empresas americanas que atuam no setor.

Segundo o governo americano, o BC atua simultaneamente como regulador e operador do sistema, o que favoreceria o PIX e limitaria a atuação de concorrentes.

As censuvas fazem parte da justificativa para a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após uma investigação comercial do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas.

De acordo com o órgão, o governo brasileiro adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA contra o PIX. Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.

Na verdade, o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do PIX Internacional e às discussões do Brics sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.

A reação do presidente Lula foi rápida. Também no começo de junho, ele apareceu em um evento nesta terça-feira (2) em Catalão, Goiás, segurando um cartaz que dizia: "O PIX é do Brasil".

Durante o discurso, Lula cobrou do presidente norte-americano Donald Trump uma reunião e afirmou que espera um telefonema para que Trump explique as medidas anunciadas.

"Viram que eu entrei aqui com essa faixa: 'O PIX é do Brasil'. É porque ontem [segunda], o presidente americano, numa atitude intempestiva — porque nós estávamos negociando depois da minha visita ao presidente [Donald] Trump — de forma intempestiva, anunciou um aumento de taxação das coisas brasileiras para 25%, com base numa mentira", afirmou Lula, na ocasião.

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iPhone ou sardinha? Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 13:46

Tecnologia iPhone ou sardinha? Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes Produto lançado por uma marca fitness dos EUA chega em caixa semelhante à de eletrônicos usada por grandes empresas de tecnologia e gerou milhares de comentários. Internautas brincaram com a semelhança com uma lata de sardinha e questionaram o preço. Por Redação g1 — São Paulo

Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes — Foto: Reprodução/Instagram

Um vídeo publicado pela influenciadora brasileira Luana Barbour vem repercutindo nas redes sociais após mostrar a abertura de um produto que, à primeira vista, parecia um lançamento de tecnologia. A embalagem sofisticada, semelhante às usadas por grandes empresas do setor, levou muitos usuários a acreditar que se tratava de um novo dispositivo eletrônico. A surpresa veio quando o conteúdo foi revelado: uma lata de peixe enlatado.

Na gravação, publicada no último sábado (5), Luana aparece abrindo a caixa enquanto tenta descobrir o que há dentro.

"Chegou para mim essa semana esse novo produto da David Protein. Eu não sei o que é, estou abrindo com vocês", diz ela.

Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes — Foto: Reprodução/TV Globo

O contraste entre a apresentação do produto e o item em si gerou milhares de comentários e reações na internet. Muitos internautas compararam o produto a uma simples lata de sardinha ou atum encontrada em supermercados.

"Eu já tinha até curtido achando que era uma esquete muito bem feita", escreveu uma usuária.

Apesar das comparações com sardinha, o item lançado pela David Protein é um bacalhau enlatado chamado "Cod 2". Segundo a empresa, cada lata contém 18 gramas de proteína e apenas 70 calorias, com apenas dois ingredientes: bacalhau do Atlântico e sal.

O produto é vendido em pacotes com quatro unidades por US$ 39 nos Estados Unidos. De acordo com a fabricante, o peixe é capturado nas águas do Atlântico Norte, na Groenlândia, e processado na Dinamarca.

Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes — Foto: Reprodução/TV Globo

A David Protein é uma marca americana conhecida por suas barras proteicas. Segundo a empresa, o bacalhau enlatado foi lançado como uma edição especial alinhada à sua proposta de oferecer alimentos com alto teor de proteína e baixo número de calorias.

O que mais chamou atenção, porém, foi a forma como o produto foi apresentado. O lançamento foi divulgado em uma embalagem que lembra as utilizadas por empresas de tecnologia, além de adotar uma comunicação inspirada nas apresentações de novos dispositivos eletrônicos.

Nas redes sociais, usuários interpretaram a iniciativa como uma estratégia para reforçar o posicionamento da marca. A embalagem diferenciada e o formato de "unboxing" ajudaram a impulsionar a repercussão do produto, que acabou ultrapassando o universo fitness e virou assunto entre internautas.

Bacalhau enlatado é apresentado em caixa que lembra embalagens de produtos de tecnologia e chamou atenção de internautas — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Justiça dos EUA nega pedido da Meta e do Google por novo julgamento sobre vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Tecnologia Justiça dos EUA nega pedido da Meta e do Google por novo julgamento sobre vício em redes sociais Em março, um júri popular condenou as empresas por causar uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube. Por Redação g1 — São Paulo

Um juiz estadual da Califórnia negou os pedidos da Meta e do YouTube, do Google, para a realização de um novo julgamento após um júri popular concluir que as plataformas criaram produtos viciantes para os jovens.

A juíza Carolyn Kuhl, da Corte Superior de Los Angeles, tomou a decisão na terça-feira (09), informou a agência de notícias Reuters. A ordem formalizando a decisão e explicando os motivos ainda não estava disponível.

O júri popular, encerrado em março deste ano, considerou que as empresas foram responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube.

O processo aconteceu em Los Angeles, e o júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões e o Google, de US$ 1,8 milhão

A tendência é que o veredito abra precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

"Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais", afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. Já o advogado do Google, José Castañeda, afirmou que planeja recorrer.

O resultado pode influenciar milhares de casos semelhantes contra empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa YouTube ou Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento. Os termos não foram divulgados.

🎧 Episódio do podcast O Assunto explica o julgamento das big techs e a responsabilidade do algoritmo. OUÇA:

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro caso sobre vício em redes sociais, movido por estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deve ir a julgamento ainda neste ano em um tribunal federal em Oakland, na Califórnia.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas.

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Figurinhas e álbuns da Copa lideram reclamações no Procon-SP; veja cuidados para evitar golpes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%Oferecido por

As reclamações sobre figurinhas e álbuns da Copa do Mundo lideraram as queixas no Procon-SP em maio, somando 521 registros de um total de 708 atendimentos.

O volume de queixas disparou em relação a abril, que teve apenas 34 registros, concentrando-se principalmente em negociações virtuais realizadas por meio de redes sociais e marketplaces.

Para evitar golpes com itens raros, o Procon-SP orienta os consumidores a verificar a procedência dos produtos e pesquisar o histórico dos vendedores antes de comprar.

Figurinhas e álbuns da Copa do Mundo lideraram as reclamações de consumidores registradas no Procon-SP em maio, impulsionando um forte aumento das demandas relacionadas ao mundial.

Segundo levantamento do órgão, foram contabilizadas 521 queixas envolvendo a compra, venda ou troca desses produtos, de um total de 708 registros ligados ao evento esportivo no período.

O número representa uma disparada em relação a abril, quando foram registradas apenas 34 reclamações sobre itens colecionáveis. Em março, o total de demandas relacionadas à Copa do Mundo havia sido de apenas 19.

De acordo com o Procon-SP, a proximidade do torneio e o aumento da procura por produtos temáticos têm ampliado a movimentação de consumidores, especialmente no ambiente digital, onde se concentra a maior parte dos problemas relatados.

👉 Entre as principais reclamações estão atrasos na entrega, não recebimento dos produtos adquiridos, divergência entre o item anunciado e o entregue, cobranças indevidas e dificuldades para contato com vendedores após a conclusão da compra.

O órgão observa que a maioria das ocorrências envolve negociações realizadas pela internet, principalmente em marketplaces, redes sociais e aplicativos de mensagens.

No caso específico de figurinhas e álbuns, também foram registradas queixas relacionadas a anúncios com informações insuficientes, dificuldades para obtenção de reembolso e comercialização de produtos sem procedência comprovada.

Segundo o Procon-SP, a busca por figurinhas raras ou edições limitadas pode aumentar a exposição dos consumidores a fraudes e práticas irregulares.

Diante do aumento das reclamações, o órgão recomenda que os consumidores adotem algumas medidas de precaução antes de efetuar compras relacionadas à Copa do Mundo:

Verificar a reputação da empresa ou vendedor;Confirmar se há canais de atendimento e identificação do fornecedor;Evitar negociações realizadas exclusivamente por aplicativos de mensagens;Desconfiar de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado;Guardar comprovantes, anúncios e registros da negociação;Conferir as condições de troca, devolução e prazo de entrega.

Para quem pretende adquirir figurinhas, álbuns ou outros produtos de coleção, o Procon-SP recomenda verificar a procedência dos itens e pesquisar o histórico do vendedor antes de concluir a compra.

Caso haja descumprimento da oferta ou qualquer outro problema na negociação, os consumidores podem recorrer aos canais de atendimento do órgão para obter orientações e formalizar uma reclamação.

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Banco do Brasil fora do ar? Aplicativo tem instabilidade e clientes reclamam nas redes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,18%Dólar TurismoR$ 5,3820,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,08%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.639 pts-0,69%Oferecido por

Agência do Banco do Brasil de Caruaru, no Agreste de Pernambuco — Foto: Reprodução/Google Street View

O aplicativo do Banco do Brasil passava por instabilidade nesta quarta-feira (10). Nas redes sociais, clientes relatam problemas em acessar a conta e fazer transferências.

Segundo o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços online, mais de 2,5 mil reclamações já haviam sido feitas por volta das 11h20.

"O BB informa que seus canais digitais apresentam indisponibilidade na manhã desta quarta-feira, 10, e atua para normalizar o serviço com a maior brevidade possível. As operações com cartão e o recebimento de PIX não foram impactados", afirmou o banco em nota oficial.

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Volkswagen lança T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Carros Volkswagen lança T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990 SUV tem detalhes visuais exclusivos, bancos com bordado alusivo ao festival, rodas de liga leve de 17 polegadas e motor 1.0 turbo. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (10) o T-Cross Rock in Rio, edição especial baseada na versão 200 TSI. O SUV tem detalhes visuais e adesivos exclusivos na carroceria. O interior é escurecido com sistema de som com 6 alto-falantes e logo nos bancos e painel.

O preço não teve alteração na versão, custa R$ 142.990 mesmo com os itens extras. Segundo a Volkswagen, este é o preço praticado nas lojas no momento. No site da montadora, porém, o preço da configuração 200 TSI é de R$ 161.490.

O modelo pode ser encomendado em quatro cores: vermelho, preto e duas opções de cinza. O modelo também tem nessa versão a fila iluminada na dianteira, que só estava disponível em versões mais caras.

As maçanetas e retrovisores são escurecidos. Parachoques dianteiros também têm detalhes. As rodas são de 17 polegadas.

No visual, o T-Cross Rock in Rio se diferencia por uma série de elementos exclusivos inspirados no festival. A edição especial pode ser configurada em quatro cores, incluindo o Cinza Ascot, tonalidade normalmente reservada a versões mais caras do SUV.

Dependendo da cor escolhida, a carroceria recebe acabamento em dois tons, com teto preto, além de adesivos temáticos espalhados pelas portas e tampa do porta-malas.

O pacote ainda traz logotipos do Rock in Rio nas colunas traseiras, rodas de 17 polegadas diamantadas com acabamento escurecido, pneus Seal Inside e detalhes externos em preto, como retrovisores e maçanetas.

A dianteira também ganha a faixa luminosa em LED integrada à grade, item normalmente presente apenas nas configurações mais sofisticadas do modelo.

Por dentro, a série especial aposta em uma ambientação exclusiva voltada ao universo da música. O teto recebe acabamento escurecido, enquanto os bancos ganham revestimento próprio com costuras azuis, detalhes vermelhos e a identidade visual do Rock in Rio.

A assinatura do festival também aparece aplicada no painel dianteiro, do lado do passageiro. Para reforçar a proposta temática, a Volkswagen equipou o SUV com sistema de áudio composto por seis alto-falantes de série, além dos elementos decorativos exclusivos que diferenciam a cabine das demais versões do T-Cross.

A edição Rock in Rio será baseada exclusivamente na versão 200 TSI do T-Cross. O pacote mantém o conjunto mecânico dessa configuração, combinando o motor turbo 1.0 flex de três cilindros com transmissão automática de seis marchas. A potência é de 116 cv com gasolina e 128 cv com etanol.

Além do trem de força já conhecido do SUV, a edição especial incorpora equipamentos normalmente encontrados nas variantes Highline e Extreme, ampliando o nível de conteúdo oferecido sem alterar a base mecânica do modelo.

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Petrobras adquire 50% de Itaimbezinho, no pré-sal da Bacia de Campos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,19%Dólar TurismoR$ 5,3830,02%Euro ComercialR$ 5,971-0,09%Euro TurismoR$ 6,2320,08%B3Ibovespa168.733 pts-0,64%Oferecido por

Fachada do prédio da Petrobras, no Centro do Rio — Foto: Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (10) que adquiriu 50% de participação no bloco exploratório Itaimbezinho, localizado na Bacia de Campos, no litoral brasileiro. O ativo pertencia integralmente à Equinor Brasil Energia — que segue com metade da operação.

"A parceria maximiza sinergias na Bacia de Campos, região onde a Petrobras já desenvolve ativos vizinhos, também em parceria com a Equinor, como o projeto Raia e a licença exploratória de Jaspe", informou a empresa em nota.

O bloco exploratório funciona como uma espécie de “lote” de área no mar cedido pelo governo para que empresas investiguem a existência de petróleo ou gás.

Ainda de acordo com a Petrobras, a aquisição "está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras e atuação em parceria".

O processo ainda será submetido à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A conclusão da transação ainda depende de aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis.

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Vai abrir uma empresa? Nova ferramenta usa inteligência artificial para indicar os melhores locais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Empreendedorismo Vai abrir uma empresa? Ferramenta gratuita usa inteligência artificial para indicar os melhores locais Google e Sebrae lançam ferramenta gratuita que cruza dados sobre concorrência, perfil da população e circulação de pessoas para ajudar empreendedores a escolher onde abrir ou expandir um negócio. Por Rafaela Zem — São Paulo

Plataforma gratuita do Google e Sebrae mostra onde há mais chances de sucesso — Foto: Google Cloud

O que está por trás do fracasso de um negócio? A resposta nem sempre é simples, mas, em muitos casos, começa pelo endereço.

Dados do Sebrae mostram que problemas relacionados ao ponto comercial e à infraestrutura foram a principal causa de fechamento para 4,2% das empresas que encerraram as atividades.

O número, porém, pode ser ainda maior quando o problema não é identificado diretamente como um erro de localização e aparece de forma indireta, por exemplo, na falta de clientes, no baixo faturamento ou na dificuldade de crescer.

Em parceria com o Google Cloud, o Sebrae-SP lançou nesta quarta-feira (10) a plataforma Alvo Certo, que pretende transformar uma escolha historicamente baseada na intuição em uma decisão baseada em dados.

Na prática, a ferramenta funciona como uma consultora digital. Ela cruza informações sobre perfil da população, circulação de pessoas, presença de concorrentes e tendências de consumo para indicar regiões com mais potencial e alertar sobre riscos na abertura ou expansão de um negócio.

Inicialmente, a ferramenta está disponível apenas para empreendedores do estado de São Paulo. Segundo o Sebrae, a criação da ferramenta não surgiu apenas de uma inovação tecnológica, mas também de um problema recorrente identificado no atendimento a empreendedores.

“Com um local ruim, a chance de não dar certo é maior (…) A gente recebe muito isso: ‘quero abrir um pet shop, qual o melhor bairro?’”, resume o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Nelson Hervey.

Segundo ele, a dúvida sobre a localização aparece com frequência tanto entre quem vai abrir o primeiro negócio quanto entre empresários que querem expandir.

“Quando você monta um plano de negócio, pensa em preço, custo e potencial de mercado. Mas depois vem a pergunta: onde abrir o estabelecimento?”, diz.

Historicamente, responder a essa pergunta exigia um trabalho demorado: cruzar informações públicas, analisar a concorrência, fazer visitas presenciais e, muitas vezes, recorrer à tentativa e erro.

inserir um endereço específicoexplorar regiões diretamente no mapabuscar áreas com maior potencial de mercado

Com base nessas informações, a plataforma apresenta uma análise em tempo real baseada em três pilares principais:

Radar de oportunidades: indica onde há maior potencial para determinado tipo de negócioConcorrência: mostra o nível de saturação e a presença de empresas semelhantesPolos de atração: considera o fluxo de pessoas e a proximidade com pontos estratégicos (metrô, hospitais, comércios etc.)

Segundo João Thiago Poço, diretor do Google Cloud para o setor público na América Latina, a ferramenta só é possível graças ao cruzamento de diferentes bases de dados.

“A gente consegue cruzar dados do IBGE, Receita Federal, cadastros municipais e outras fontes para gerar informações sobre o mercado”, explica.

Além disso, há um diferencial importante: o uso de informações atualizadas quase em tempo real. “A gente não espera a base de CNPJ ser atualizada. Usamos dados do Google Maps, inclusive feedback de usuários que indicam que o local não existe mais”, afirma.

A ferramenta também utiliza o modelo de inteligência artificial Gemini, do Google, mas com uma proposta diferente da dos assistentes tradicionais. Em vez de apenas responder, a IA também faz perguntas ao empreendedor sobre pontos que muitas vezes são ignorados no início do planejamento.

Na prática, o sistema pode levantar questões como: qual é a taxa de mortalidade do setor naquela região, se ainda há espaço para novos concorrentes e o que pode diferenciar o negócio.

Essa dinâmica transforma a plataforma em mais do que um painel de dados. Ela ajuda o empreendedor a tomar decisões.

IA do Google Cloud e Sebrae-SP também provoca o empreendedor com perguntas estratégicas, muitas vezes ignoradas — Foto: Google Cloud

Apesar do uso intensivo de dados e inteligência artificial, os responsáveis pelo projeto reforçam que a ferramenta não substitui a avaliação do empreendedor.

“Essa ferramenta não decide onde eu vou. Ela ajuda. É mais um elemento para a tomada de decisão”, afirma Hervey.

Isso porque o sucesso de um negócio depende de uma combinação de fatores, como gestão, estratégia, capital e produto. Além disso, os dados apresentados pela plataforma precisam ser interpretados e não seguidos de forma automática.

Uma região com muitos concorrentes pode indicar saturação ou representar uma oportunidade, dependendo do diferencial do negócio. Da mesma forma, um local com queda na atividade pode sinalizar risco ou refletir uma mudança recente que ainda está em curso.

“É uma ferramenta de análise. Ela coloca os dados nas mãos do empreendedor”, resume o diretor do Google Cloud.

Para Poço e Hervey, o principal benefício do Alvo Certo é reduzir o tempo necessário para escolher onde investir.

“Uma pessoa demoraria meses para reunir essas informações. A gente consegue entregar isso em um minuto”, afirma Poço.

Além de acelerar o processo, a ferramenta ajuda a evitar etapas pouco produtivas, como visitas a regiões com pouca viabilidade ou negociações em locais inadequados.

Outro ponto importante é que a plataforma foi desenvolvida para receber novas funcionalidades ao longo do tempo.

“Pode se tornar um grande centro de soluções para o empreendedor”, afirma Hervey. “Há um grande interesse em levar a ferramenta para todo o Brasil.”

Segundo o Google Cloud, a tecnologia já pode ser usada em todo o país, o que indica que a expansão dependerá mais de decisões estratégicas do que de limitações técnicas.

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Google Maps agora conversa com usuários no Brasil para indicar lugares e até ônibus; veja como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 11:44

Tecnologia Google Maps agora conversa com usuários no Brasil para indicar lugares e até ônibus; veja como funciona Novo recurso usa inteligência artificial do Gemini para criar um assistente que responde dúvidas sobre restaurantes, passeios, cinemas e transporte público. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

O Google Maps ganhou no Brasil o recurso "Pergunte ao Maps", que permite conversar com o aplicativo para encontrar lugares e tirar dúvidas sobre transporte público.

A ferramenta usa a IA Gemini para responder perguntas em linguagem natural e exibir recomendações personalizadas em formato de conversa.

Os usuários podem fazer pedidos como "quero uma hamburgueria com mesas ao ar livre" ou "onde levar meu filho em um dia de chuva?" e receber sugestões baseadas em dados do Maps e avaliações da comunidade.

A novidade começa a ser liberada para um grupo de usuários nesta semana e deve chegar a todos os brasileiros nas próximas semanas.

Usuários do Google Maps no Brasil agora podem conversar com o aplicativo para encontrar lugares e até tirar dúvidas sobre transporte público. Segundo o Google, é possível fazer perguntas sobre "praticamente qualquer tema", de pedidos simples até buscas mais específicas.

O recurso transforma o Maps em uma espécie de assistente de recomendações com inteligência artificial baseada no Gemini. Anunciada em março de 2026, a novidade já estava disponível nos Estados Unidos e na Índia.

Batizado de "Pergunte ao Maps", o recurso exibe respostas em formato de conversa, de forma semelhante ao que já acontece em ferramentas como ChatGPT e Gemini.

Além do texto, ele mostra um mapa personalizado, imagens dos locais sugeridos e informações adicionais, como dados sobre acessibilidade e, no caso de museus, detalhes sobre as obras em exibição.

A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil nesta quarta-feira (10) e funciona tanto por texto quanto por voz. A função começa a ser liberada nesta quarta para um "grupo seleto" de usuários mais engajados com o Maps no Brasil.

Segundo o Google, o recurso chegará a todos os usuários do país "nas próximas semanas".

Google Maps passa a conversar com usuários para recomendar lugares e ônibus no Brasil — Foto: Google/Divulgação

A opção para acessar a IA do Maps fica no topo do aplicativo, no canto superior esquerdo, ao lado de atalhos como "Restaurantes", "Compras" e "Supermercados".

Neste primeiro momento, o recurso estará disponível apenas no aplicativo para celulares. A funcionalidade também chegará ao navegador futuramente.

Segundo o Google, as recomendações são geradas a partir do cruzamento de informações de mais de 300 milhões de lugares com avaliações publicadas por mais de 500 milhões de usuários da comunidade do Maps.

"Você pode perguntar onde encontrar um hambúrguer vegano perto do trabalho ou pedir um roteiro de locais com arquitetura icônica na sua cidade. Ele usa as informações mais recentes para mostrar tudo o que você precisa saber antes de sair de casa", explica André Kowaltowski, gerente do Google Maps para a América Latina.

"Encontre hamburguerias com mesas ao ar livre perto de mim.""Está chovendo e eu queria levar meu filho a um lugar divertido que não seja um shopping. Pode me recomendar algumas opções no bairro do Tatuapé?""Me mostre algumas sorveterias perto do meu trabalho." "O ônibus [número da linha] passa pelo corredor exclusivo?""Quais filmes estão em cartaz no cinema [nome]?""Quais restaurantes perto da minha casa aceitam vale refeição?"

No exemplo da sorveteria, o pedido menciona um local "perto do meu trabalho". Isso é possível porque o usuário salvou o endereço do trabalho em sua conta do Google Maps.

Com isso, a IA consegue usar essa informação para entender referências como "perto do meu trabalho", "próximo da minha casa" ou "perto da casa da minha sogra" e oferecer sugestões mais personalizadas.

O Google afirma ainda que a IA do Maps pode levar em conta o histórico do usuário para personalizar as sugestões.

Por exemplo, se a pessoa costuma pesquisar restaurantes vegetarianos, a ferramenta pode considerar essa preferência em buscas futuras, mesmo que o termo "vegetariano" não seja mencionado.

No caso do transporte público, o Google afirma usar informações fornecidas em tempo real por empresas responsáveis pela operação dos sistemas nas cidades, como a SPTrans, em São Paulo. Por isso, alguns dados exibidos pelo Maps podem apresentar divergências, já que não são coletados pela empresa.

Corredor de ônibus da Avenida Bezerra de Menezes recebe redutores de velocidade — Foto: JL Rosa/SVM

Não está claro se o Google pretende usar o recurso para atrair usuários que passaram a buscar recomendações de lugares em plataformas como TikTok e Instagram.

Nos últimos anos, as redes sociais ganharam espaço como ferramenta de pesquisa para descobrir restaurantes, pontos turísticos e outras recomendações. Em 2023, o g1 mostrou essa tendência em uma reportagem sobre o tema.

Na ocasião, a professora de literatura Lu Cunha explicou que a busca tradicional nem sempre oferece respostas diretas para quem procura sugestões mais específicas.

"O Google é muito bom como fonte de informação, só que, dependendo do que você busca, ele apresenta muitas páginas sobre aquele assunto e pode ser difícil de você selecionar exatamente aquela que vai te atender", disse em entrevista ao g1 em 2023.

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