RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Personal Chefs’: profissionais faturam até R$ 50 mil por mês com menus exclusivos e marmitinhas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor ‘Personal Chefs’: profissionais faturam até R$ 50 mil por mês com menus exclusivos e marmitinhas Profissional cuida de todo o processo: desde a compra dos insumos até a organização da cozinha após o trabalho. Profissão não exige formação específica, mas é necessário ter experiência em culinária, dizem especialistas. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Personal chefs criam experiências gastronômicas personalizadas para clientes que buscam exclusividade – e faturam alto com isso.

Neste serviço, o profissional adapta cardápios de acordo com as necessidades, preferências, restrições alimentares e estilo de vida de cada pessoa ou família.

Todo preparo das refeições é feito sob demanda, planejado e, na maioria das vezes, armazenado para consumo posterior ao longo de um período, como uma semana, ou para um evento específico.

O Personal Chef cuida de todo o processo: desde a consulta inicial para entender as preferências e restrições dietéticas do cliente, passando pela elaboração do cardápio, a compra dos insumos, o preparo das refeições e a organização da cozinha.

O dia começa com um café da manhã digno de hotel: frutas frescas, pães variados, ovos beneditinos e sucos coloridos e funcionais. No almoço, uma combinação de sabores diferentes, em pratos nutritivos. Já à noite, um jantar aromático, com apresentação impecável e digno de um restaurante estrelado.

Essa rotina, que antes parecia ser exclusiva de celebridades, está cada vez mais acessível para o público, graças ao trabalho dos personal chefs, que criam experiências gastronômicas personalizadas para clientes que buscam exclusividade – e faturam alto com isso.

🤔 Mas o que é um personal chef? São profissionais de gastronomia que oferecem serviços culinários personalizados para diferentes clientes, geralmente em suas próprias residências ou em espaços de eventos.

Neste serviço, o profissional adapta cardápios de acordo com as necessidades, preferências, restrições alimentares e estilo de vida de cada pessoa ou família.

Todo preparo das refeições é planejado e feito sob demanda — e, na maioria das vezes, os alimentos podem ser armazenados para consumo posterior.

Segundo especialistas consultados pelo g1, é o próprio personal chef que cuida de todo o processo: desde a compra dos insumos até a organização da cozinha após o trabalho. Além disso, o profissional também pode elaborar cardápios que atendam as preferências e restrições alimentares de cada cliente.

Segundo Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac, essa flexibilidade e o modelo de serviço característicos do personal chef são diferentes de outros profissionais da área, como:

Private Chef (ou Chef Particular): é empregado por uma única família como CLT, cozinhando diariamente;Chef de Restaurante: opera em um ambiente de produção em escala, com um cardápio fixo e gerenciamento de equipe sob alta pressão;Catering/Chef de Eventos: se concentra em produções pontuais e de grande volume para eventos específicos. Pâtissiers e Boulangers: mestres da doçaria e panificação, que exigem um domínio técnico muito particular e preciso.

“O Personal Chef se destaca pela sua abordagem íntima, customizada e focada na rotina alimentar individual ou familiar, oferecendo uma experiência culinária altamente adaptada e sem o cenário formal de um restaurante”, explica a especialista do Senac.

A professora Paula Sauer, especialista em comportamento do consumidor da ESPM, ressalta que não é obrigatório ter formação acadêmica em Gastronomia ou Nutrição para atuar como personal chef – mas dominar a cozinha com excelência é indispensável.

Além disso, a apresentação dos pratos e do próprio profissional deve ser impecável, transmitindo cuidado e sofisticação. Segundo a especialista, é necessário que tanto o ambiente de preparo quanto as embalagens usadas e a entrega do prato, reflitam higiene, organização e profissionalismo (veja dicas abaixo).

A profissão, que está cada vez mais conhecida na internet, também tem atraído novos profissionais para o ramo. A personal chef Bianca Folla, por exemplo, decidiu abandonar a carreira como advogada para investir na gastronomia.

Ela conta que a decisão veio em 2005, após uma crise de síndrome do pânico, que a fez largar o emprego em um grande banco e transformar a paixão por cozinhar em profissão.

Folla começou oferecendo serviços personalizados de alimentação para familiares e amigos, focados em eventos intimistas. “Meu primeiro cliente foi meu irmão, fiz um jantar a dois para ele e a esposa”, lembra.

Autodidata no início, ela se profissionalizou em 2011, após cursar Gastronomia no Senac, e se tornou uma das primeiras a adotar o termo “personal chef” no país. Antes, todo o repertório dela foi construído por meio de revistas, livros, cursos pontuais e viagens.

“O personal chef é um empresário da própria carreira. Sou eu que me divulgo nas redes sociais, sou eu que falo com meu cliente. Dentro desse guarda-chuva, a gente pode ter várias possibilidades, como buffet, comidinhas congeladas, eventos. É empreender com aquilo que a gente ama, que é cozinhar”, afirma a empreendedora.

Com uma equipe direta de quatro pessoas e apoio de outras quatro, Bianca diz que mantém uma rede de fornecedores fiéis — como açougue, peixaria e hortifrúti —, e atua há 20 anos na cozinha da própria casa, em São Paulo, onde oferece três principais serviços:

Buffet “A Chefe em Casa”, para grupos de 2 a 30 pessoas;Comidinhas Congeladas da Chefe, com entregas semanais e cardápio fixo;Day Cook, serviço personalizado de um dia, com diária de R$ 900, além do custo dos insumos.

No buffet, o valor parte de R$ 3.500 pela contratação da equipe, mais o custo por pessoa. As marmitas individuais variam entre R$ 40 e R$ 60, enquanto porções familiares podem chegar a R$ 130. O faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 40 mil a R$ 50 mil.

A Personal Chef Bianca Folla largou o direito para viver da gastronomia e hoje fatura até R$ 50 mil mensais. — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais

Além disso, a chef ministra o curso "Minha Cozinha, Meu Negócio", com metodologia própria, e oferece mentoria para profissionais que desejam se posicionar no mercado.

Folla conta que chegou a trabalhar com eventos de Natal e Ano-Novo durante 18 anos, cobrando o dobro pelas datas. Hoje, no entanto, prioriza o descanso e a qualidade de vida nessas ocasiões. Mesmo assim, diz ela, as vendas de pratos congelados de fim de ano é uma das suas maiores fontes de faturamento.

“Hoje eu decidi não atender mais nessas datas, mas continuo vendendo as comidas congeladas para ceias de Natal e Ano Novo, que são um sucesso. No primeiro ano, em 2020, faturei R$ 30 mil só com pratos natalinos. Os clientes se apaixonaram e continuam pedindo todo fim de ano”, lembra Bianca Folla.

Outro exemplo de personal chef é Lívia Moura, natural de Recife, em Pernambuco. Aos 26 anos, ela é formada em gastronomia e técnica em nutrição e trabalha diretamente na casa dos clientes, adaptando os cardápios às restrições alimentares e preferências individuais.

Lívia, que começou vendendo brigadeiros no farol, atualmente conta com o apoio de duas assistentes e oferece três formatos de serviço: semanal, quinzenal e mensal. Fica a critério do cliente decidir se quer apenas almoço, ou também jantar e lanches.

Os preços começam em R$ 350 por semana, sem incluir o custo das compras, que podem ser feitas pelo cliente ou pela própria chef, mediante taxa adicional. Lívia leva para casa do freguês os próprios utensílios domésticos, além de potes de plásticos livres de componentes químicos.

Nos fins de semana, ela também atua em eventos pequenos, como jantares de noivado e celebrações familiares com até 15 pessoas, e presta consultorias para treinar funcionárias domésticas em cardápios específicos, cobrando cerca de R$ 2 mil por atendimento.

O faturamento médio mensal chega a R$ 25 mil. “Ser personal chef é ser livre. A gente faz o próprio horário, trabalha com amor e conhece pessoas novas todos os dias”, resume Lívia, que atende clientes em Recife, João Pessoa, interior do Pernambuco e até São Paulo.

Apesar da crescente demanda por alimentação personalizada, Lívia destaca que ainda há poucos profissionais do ramo atuando no Nordeste. Segundo ela, trata-se de um mercado em crescimento, porém pouco explorado, com escassez de profissionais qualificados — principalmente fora das capitais.

“Em Recife, já existe procura, mas ainda somos poucos. No interior, praticamente não há profissionais especializados. Muita gente quer o serviço, mas não encontra quem oferece com qualidade e regularidade. Tem gente com talento em casa que nem sabe que já tem uma profissão nas mãos”, explica.

A personal chef Lívia Moura, natural de Recife (PE), tem faturamento médio mensal de R$ 25 mil. — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais

Além de cozinhar, Lívia administra toda a parte comercial do negócio: atendimento, precificação e divulgação. Ela investe em tráfego pago, parcerias com influenciadores digitais e presença ativa nas redes sociais. O boca a boca também é essencial. (Veja mais dicas abaixo)

Por segurança, a Recifense grava toda a rotina de trabalho com uma câmera voltada para a bancada, garantindo registro das atividades durante os atendimentos domiciliares. “A gente nunca sabe em que casa está entrando. A câmera é uma forma de me proteger”, conta.

Lívia lembra que, apesar do crescimento da profissão, ainda há preconceito contra prestadores de serviços domésticos — algo que ela própria enfrentou. “Já me negaram até um copo d’água. As pessoas precisam entender que somos empreendedoras, oferecendo uma solução, não um favor”, afirma.

Mesmo com os desafios, ela acredita que o futuro da profissão é promissor. “Todo mundo tem fome e busca praticidade. A personal chef chegou para ficar, e quem ama cozinhar tem uma grande oportunidade nas mãos”, completa.

A chef Bianca Folla defende que o sucesso na profissão começa com a escuta ativa e o respeito às necessidades do cliente, especialmente em casos de restrições alimentares (como celíacos, diabéticos, cardiopatas, intolerantes à lactose, etc).

A profissional acredita que qualquer pessoa apaixonada por cozinhar pode se tornar personal chef, mesmo sem grandes investimentos. “Se você gosta de cozinhar, isso já é suficiente para começar. Transforme o que ama em serviço”, explica.

Para ela, o segredo é definir o serviço, montar uma proposta profissional e começar pequeno. “Todo mundo inicia com o primeiro cliente. Documente sua jornada e vá crescendo um passo de cada vez”, resume.

Os primeiros passos podem ser dados atendendo amigos, familiares ou pequenos grupos de conhecidos. Isso ajuda a ganhar experiência e montar um portfólio — elemento fundamental para conquistar novos clientes.

A personal chef Lívia Moura, natural de Recife (PE), tem faturamento médio mensal de R$ 25 mil. — Foto: Reprodução/Instagram Livia Moura

Já para Lívia Moura, é importante que o empreendedor estruture o modelo de trabalho antes de começar, como: cardápios, frequência dos atendimentos (semanal, quinzenal, mensal), precificação, logística de compras e entregas.

Ter clareza no que oferece ajuda a transmitir profissionalismo e conquistar clientes. Para a recifense, ter uma boa apresentação visual com fotos, vídeos, quem você é, quais serviços está ofertando, valores e formas de pagamento faz toda a diferença.

Para Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac, dominar restrições alimentares e saber personalizar cardápios é um diferencial estratégico para quem quer atuar como personal chef.

Segundo ela, essas competências não apenas abrem novas oportunidades de mercado, como também garantem competitividade e relevância a longo prazo na profissão. Embora não seja obrigatório, ter formação e conhecimentos técnicos fazem total diferença.

Por isso, cursos técnicos, especializações e formações complementares podem ajudar a desenvolver repertório e segurança. A professora Paula Sauer, da ESPM, recomenda algumas formações:

➡️Cursos técnicos ou superiores em Gastronomia: oferecem fundamentos de cozinha, técnicas e gestão. ➡️Formação em Nutrição: agrega diferencial para clientes que buscam equilíbrio alimentar, dietas específicas ou objetivos de saúde. ➡️Especializações: confeitaria, cozinha internacional, alimentação saudável, cozinha funcional, dietas restritivas (sem glúten, sem lactose, vegana, low carb etc.). ➡️Workshops e cursos livres: atualizam tendências e oferecem aprendizado prático em nichos específicos. ➡️Um toque de ancestralidade, uma história de família, uma receita única, um toque de “vó” faz toda a diferença.

Segundo as especialistas, dominar diferentes dietas – como vegetariana, low carb, sem lactose ou sem glúten – também pode ajudar a ampliar a base de clientes e agregar valor ao serviço. Muitos chefs também trabalham em parceria com nutricionistas.

Por isso, é essencial formalizar a atividade como MEI ou ME, por exemplo (veja a diferença), definir preços, cuidar da divulgação e organizar as finanças. Para o marketing, as redes sociais são grandes aliadas.

Mostrar bastidores, cardápios e depoimentos de clientes ajuda a gerar confiança. Parcerias com influenciadores e profissionais de áreas relacionadas ampliam o alcance. Para a professora Paula Sauer, é essencial ter:

📲 Presença ativa em redes sociais (Instagram, TikTok, YouTube) com fotos e vídeos de pratos, bastidores e dicas culinárias;🫱🏻‍🫲🏼 Parcerias com nutricionistas, academias, cerimonialistas e buffets;🗣️ Marketing boca a boca, fundamental nesse segmento;💻 Criação de site ou cardápio digital para apresentação profissional.

Desenvolver um estilo pessoal — seja com um prato exclusivo, uma cozinha temática ou uma experiência diferenciada — é uma forma eficaz de se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e fidelizar clientes.

Tendências como alimentação saudável, jantares intimistas e experiências personalizadas estão em alta. Atualizar-se e diversificar os serviços pode garantir estabilidade financeira e crescimento contínuo.

“É bacana ter uma história por trás de um serviço. Queira ser reconhecido pelo melhor brigadeiro do mundo, ou pela melhor massa do mundo. Generalizar pode não ser o melhor caminho para ser reconhecido como o melhor”, completa Paula Sauer.

Alimentação saudável e funcional: foco em ingredientes que promovem bem-estar e performance.Culinária sustentável: valorização de produtos locais, aproveitamento integral dos alimentos e redução de desperdício.Experiências exclusivas: jantares intimistas e menus degustação personalizados no conforto do lar.Personalização de cardápios: atenção a restrições médicas, objetivos nutricionais e performance esportiva.Consultoria online em expansão: planejamento de cardápios, aulas e orientações culinárias oferecidas virtualmente.

“Muitos clientes buscam personal chefs não apenas pelo sabor, mas para adequar sua alimentação a objetivos como emagrecimento, ganho de massa muscular ou bem-estar”, completa a professora da ESPM.

Para Zenir Dalla Costa, coordenadora do curso de Gastronomia do Senac, unir excelência culinária, conhecimento nutricional e visão de negócios é a chave do sucesso nesta carreira tão dinâmica e personalizada.

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Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: veja como é uma balada 50+

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: veja como é uma balada 50+ Empreendedores de Porto Alegre (RS) apostaram R$ 10 mil em festas itinerantes voltadas ao público maduro e hoje faturam até R$ 200 mil por mês. Por Pegn — São Paulo

Nada de esperar até meia-noite ou encarar salto alto desconfortável. A proposta de Patrícia Parenza e Diego de Godoy é simples: uma balada itinerante pensada para quem já passou dos 50 anos, com música boa, início cedo, lugares para sentar e petiscos.

A ideia nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e já passou por nove cidades em 2025, reunindo até 1.200 pessoas em uma única noite. O investimento inicial foi de R$ 10 mil e, em pouco tempo, o negócio se mostrou lucrativo: o faturamento mensal chega a R$ 200 mil.

“A gente decidiu investir nesse público após ouvir muitas mulheres nas redes sociais, pedindo por diversão, pedindo por atenção, pedindo por um lugar onde elas se sentissem completas, livres, sem julgamento e pertencentes”, conta Patrícia, que após completar 50 anos decidiu transformar conversas em um empreendimento.

Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: você iria a uma balada 50+? — Foto: Reprodução/PEGN

O modelo de negócio é enxuto e funciona em parceria com casas locais. Os produtores ficam com a bilheteria, enquanto os parceiros exploram o bar. Assim, conseguem realizar cerca de três festas por mês em diferentes capitais.

Segundo os empreendedores, criar um negócio para a própria faixa etária é um dos segredos do sucesso. “Somos dois maduros fazendo um negócio para maduros. Sabemos o que esse público deseja, porque sentimos as mesmas dores”, afirma Diego.

As festas começam cedo, oferecem áreas de descanso e tocam músicas que despertam memórias afetivas. Clientes como Isabel Dias e Ciloca Monteiro, ambas com mais de 70 anos, garantem: “Velho, com 70 anos, tem que estar na cama? Mas nós não somos assim”.

Para os sócios, a mensagem é clara: nunca é tarde para começar, se divertir ou até mesmo flertar. E o público 50+ prova isso a cada nova pista de dança lotada.

Lugar para sentar, começa cedo e tem petiscos: você iria a uma balada 50+? — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 R. Amaro Cavalheiro, 168 – Pinheiros – São Paulo/SP- CEP: 05425-010📞 Telefone: (11) 93735-2762📧 E-mail: comercial@casabossa.com.br🌐 Site: https://casabossa.com.br/birds📱 Instagram: @birds_house_sp

📍 Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – São Paulo/SP CEP: 02993-245🌐 Site: https://parquevillalobos.com.br/📧 E-mail: atendimento@villalobosparque.com.br📱 Instagram: @villalobosparque📘 Facebook: @Parque Villa-Lobos

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Crise do metanol derruba vendas de bares e restaurantes no país, mas impacto é menor em São Paulo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Crise do metanol derruba vendas de bares e restaurantes no país, mas impacto é menor em São Paulo Além do impacto do metanol, inflação alta e endividamento das famílias também pressionaram o setor de alimentação fora do lar em setembro, segundo índice mensal feito pela Abrasel e Stone. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

As vendas de bares e restaurantes no Brasil caíram 4,9% em setembro, interrompendo três meses de estabilidade no setor.

O levantamento é do Índice Abrasel-Stone, que analisou transações financeiras de estabelecimentos em 24 estados e de diferentes portes.

A crise do metanol gerou medo entre os consumidores, provocando queda no movimento de bares e restaurantes, especialmente aqueles especializados em drinks com destilados.

Além da crise sanitária, a alta da inflação e o elevado endividamento das famílias reduziram o consumo de refeições fora de casa e pressionaram o setor.

Abrasel lançou treinamentos e recomendações sobre compra segura, verificação de rótulos, descarte de garrafas e transparência com consumidores.

Setembro foi um mês desafiador para o setor de alimentação fora de casa no Brasil. Após três meses de estabilidade, bares e restaurantes voltaram a registrar queda nas vendas: o consumo recuou 4,9% em relação a agosto e 3,9% na comparação com o mesmo período de 2024. Ainda assim, São Paulo — embora concentre a maioria dos casos de intoxicação por metanol — foi um dos estados menos afetados economicamente pela crise.

Os dados fazem parte do Índice Abrasel-Stone, levantamento mensal realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com a Stone, com base em transações financeiras de estabelecimentos de 24 estados brasileiros.

O cenário atual é consequência de uma combinação de fatores econômicos e sanitários que têm pressionado o consumo fora de casa. Entre eles, segundo a pesquisa, estão a crise provocada por bebidas adulteradas com metanol, a inflação e o elevado nível de endividamento das famílias.

"Setembro já começou com um ritmo abaixo do esperado", explica Paulo Solmucci, presidente da Abrasel Nacional.

“Outros fatores também influenciaram o resultado negativo, como a inflação elevada, que restringiu a renda da população, e o impacto dos casos de intoxicação por metanol, que espalhou pânico entre os consumidores e provocou uma queda na movimentação de alguns estabelecimentos".

A adulteração de bebidas com metanol criou um forte clima de desconfiança entre os consumidores, especialmente em bares e casas noturnas.

O país já registra 41 casos confirmados de intoxicação por metanol, além de 107 em investigação e 469 descartados. Também foram confirmadas oito mortes — seis em São Paulo e duas em Pernambuco. Outros 10 óbitos ainda estão sob análise.

Apesar de a maior parte dos casos estar concentrada em São Paulo, no entanto, o estado estava entre os que foram menos afetados em termos de venda, com uma queda de 2,7% em setembro.

Segundo o economista da Stone, Guilherme Freitas, esse resultado pode estar relacionado à diversidade do mercado paulista, que oferece mais opções de refeições e serviços de delivery. Esse cenário ajudou a amortecer o impacto da crise.

Entretanto, ele observa que os casos de intoxicação só começaram a ganhar destaque na segunda metade de setembro. Ou seja, os efeitos sobre o consumo ainda são limitados nos dados consolidados pelo levantamento.

Ao g1, o presidente da entidade reforçou que "não há registro de nenhuma garrafa contaminada com metanol identificada em bares ou restaurantes do Brasil" até o momento.

Para ele, essa constatação ajudou a aliviar a tensão e a reafirmar a confiança no setor formal, embora os reflexos da crise tenham sido sentidos de forma imediata.

“Os bares especializados em drinks com destilados sofreram uma queda de movimento entre 20% e 25%”, conta Solmucci.

“Muitos consumidores preferiram migrar para cervejas ou drinks sem álcool.” Em alguns locais, bebidas como uísque e vodca foram substituídas por cachaça, considerada menos suscetível à falsificação.

Ainda assim, a Abrasel observou que o receio dos consumidores não está necessariamente relacionado à experiência nos bares, mas sim à insegurança quanto à origem das bebidas, especialmente aquelas vendidas de forma informal.

Além da crise sanitária, o índice revela que o ambiente econômico segue desafiador para o setor. Isso porque a inflação acumulada no segmento de alimentação fora do lar continua elevada — o que pressiona os custos e encarece o tíquete médio.

Esse cenário, segundo o economista da Stone, também acaba afastando parte dos consumidores desses estabelecimentos.

"A gente vê a inflação fora do domicílio acumulada em 12 meses já em 8,24%, enquanto o IPCA geral está em 5,17%".

Paralelamente, o endividamento das famílias brasileiras também permanece alto, o que limita os gastos com itens considerados não essenciais. Além disso, com uma baixa taxa de desemprego, o ritmo de geração de vagas formais perdeu força.

"Dados do Banco Central mostram que cerca 28% da renda das famílias está sendo gasto só para pagar dívidas", diz Freitas, da Stone.

Segundo ele, ainda é cedo para cravar a magnitude do impacto — especialmente ao considerar o porte e o modelo dos negócios.

"Como o primeiro fim de semana com a crise já estabelecida foi o de 4 e 5 de outubro, essa segmentação mais fina ficará mais clara com a leitura de outubro em si", explica.

Freitas destaca que, em setembro, o efeito aparece de forma parcial no dado agregado e é mais influenciado pelo contexto macroeconômico do que pela crise do metanol em si.

Entre os 24 estados analisados, apenas Maranhão (2,6%) e Mato Grosso do Sul (1%) apresentaram crescimento nas vendas.

Já as maiores quedas foram registradas em Roraima (11,5%), Pará (9,9%), Rio de Janeiro e Santa Catarina (7,6%), além de Paraíba e Sergipe (7%).

Diante do impacto da crise e do temor do público, a Abrasel passou a adotar uma estratégia para tentar reconstruir a confiança do consumidor. Uma das principais ações foi o lançamento de um treinamento gratuito obre segurança na compra de bebidas.

Desde os primeiros casos de intoxicação, mais de 15 mil empresários se inscreveram nos cursos, que seguem sendo oferecidos diariamente e estão disponíveis no site da Abrasel.

O conteúdo do treinamento reúne orientações práticas que ajudam os empreendedores a adotar medidas preventivas e reforçar a credibilidade do setor. Entre as principais recomendações estão:

🧾 Compra segura: adquirir bebidas apenas de fornecedores confiáveis e sempre com nota fiscal.🔍 Verificação de produtos: observar rótulos, lacres e preços suspeitos. “Se você está acostumado a pagar R$ 100 por uma bebida e encontra por R$ 50, não compre. Provavelmente é falsificada”, alerta Solmucci.♻️ Descarte correto de garrafas: inutilizar as embalagens após o uso, danificando o gargalo para evitar que falsificadores as reutilizem.🤝 Transparência com o consumidor: mostrar notas fiscais, garantir visibilidade dos rótulos e lacres e manter uma postura de “transparência absoluta”, como reforça o presidente da entidade.

Apesar da necessidade de reaquecer as vendas, Solmucci não recomenda que os empresários lancem promoções agressivas para acelerar o giro dos estoques. A avaliação é que descontos podem gerar interpretações equivocadas, passando a impressão de que o produto foi adquirido a preços baixos e, portanto, poderia ter origem duvidosa.

“Nosso foco é garantir a confiança do consumidor”, afirma. “Promoções podem passar uma ideia errada de que se comprou barato.”

A expectativa, segundo ele, é que o setor retome gradualmente o crescimento com base em transparência, capacitação e segurança.

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Quer viver ou abrir negócio na Itália? Vila na Toscana paga até R$ 126 mil; entenda como funciona

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Quer viver ou abrir negócio na Itália? Vila na Toscana paga até R$ 126 mil; entenda como funciona Medida é parte de um programa que visa atrair novos residentes e estimular a economia local. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Radicondoli, pequeno município localizado na região de Toscana, na Itália, passou a oferecer até 20 mil euros (cerca de R$ 127 mil) para pessoas que se disponham a comprar e morar em imóveis da cidade, que conta com 960 habitantes.

A medida é parte de um programa lançado em 2023 e que oferece uma série de incentivos financeiros para atrair novos residentes e estimular a economia local.

Segundo o site oficial do programa, o município dispõe de quase 300 mil euros (o equivalente a R$ 1,9 milhão) para apoiar moradores, famílias e empreendedores que queiram comprar ou alugar um imóvel na cidade.

O objetivo do projeto é movimentar a economia local, fortalecer a comunidade e atrair novos moradores, especialmente jovens.

Radicondoli, pequeno município localizado na região de Toscana, na Itália, passou a oferecer até 20 mil euros (cerca de R$ 127 mil) para pessoas que se disponham a comprar e morar em imóveis da cidade, que conta com 960 habitantes.

Já quem prefere empreender pode receber até R$ 50 mil para abrir um negócio por lá. A medida é parte de um programa lançado em 2023 e que oferece uma série de incentivos financeiros para atrair novos residentes e estimular a economia local.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graçaO que você achou do novo formato de vídeo que abre esta reportagem?

Segundo o site oficial do programa, o município dispõe de quase 300 mil euros (o equivalente a R$ 1,9 milhão) para apoiar moradores, famílias e empreendedores que queiram comprar ou alugar um imóvel na cidade.

Os incentivos estão organizados em quatro áreas principais: Casa, Família, Trabalho e Energia. Dentro desses pilares, há subsídios para compra de imóveis, apoio a contratos de aluguel, incentivo à abertura ou revitalização de negócios e auxílio a famílias com crianças em escolas e creches.

O programa também oferece apoio financeiro a trabalhadores que se deslocam diariamente para municípios vizinhos, além de subsídios para instalação de sistemas de aquecimento urbano ou compra de combustível para quem não está conectado à rede elétrica.

“Esses incentivos estão vinculados à residência – ou seja, à escolha de viver aqui. Se você decidir se mudar e transferir sua residência para Radicondoli, damos as boas-vindas com todas as oportunidades de financiamento disponíveis”, afirma a prefeitura em nota.

O objetivo do projeto é movimentar a economia local, fortalecer a comunidade e atrair novos moradores, especialmente jovens.

Vila italiana está pagando R$ 120 mil para quem topar morar e empreender no vilarejo — Foto: Reprodução/Visit Radicondoli

🏠 Compra de casa para residência➡️ Aluguel de casa para moradia💸 Novas atividades empreendedoras🤔 Como participar

O programa oferece subsídios para compra de imóveis, estimulando o repovoamento e a revitalização de casas e apartamentos existentes.

A prefeitura concede benefícios não reembolsáveis de 15% a 25% do valor de compra, com teto de 20 mil euros (aproximadamente R$ 127 mil), para quem se comprometer a morar no imóvel por pelo menos 10 anos.

Podem participar cidadãos italianos, europeus ou estrangeiros com residência legal na Itália. O imóvel deve estar localizado no município e ser destinado ao uso residencial.

As inscrições vão até 31 de dezembro. A seleção considera renda familiar, composição do núcleo familiar e tempo de residência na cidade. O edital completo está disponível no site oficial da prefeitura.

Outra iniciativa oferece subsídios para novos residentes que alugarem imóveis e fixarem residência por pelo menos quatro anos. O programa faz parte do projeto Wivoa Radicondoli 3.0, com recursos de 28,4 mil euros (cerca de R$ 180 mil), distribuídos em duas modalidades:

Aluguel mensal: cobre 50% do valor do aluguel, com limite de 200 euros (R$ 1,2 mil) por mês, por até 24 meses, totalizando 4.800 euros (R$ 30,5 mil). O repasse é anual e retroativo, mediante comprovação dos pagamentos.Fiança: cobre 80% do valor da garantia exigida no contrato (chamado de fidejussione na Itália), substituindo ou complementando o depósito caução, com cobertura de até dois anos de aluguel.

Podem participar cidadãos italianos, europeus ou estrangeiros com residência legal na Itália, que não tenham morado em Radicondoli até fevereiro de 2024.

Jovens de até 35 anos que estão saindo da casa dos pais ou familiares sem outros auxílios públicos para moradia também são elegíveis.

Moradores jovens que renovarem contrato de locação também podem participar. As inscrições vão até 31 de dezembro ou até esgotarem os recursos disponíveis.

Vila italiana está pagando R$ 120 mil para quem topar morar e empreender no vilarejo — Foto: Reprodução/Visit Radicondoli

O município oferece apoio financeiro de até 8 mil euros (cerca de R$ 50 mil), cobrindo até 50% dos custos para abrir ou assumir um negócio em Radicondoli.

O valor não precisa ser devolvido e visa fortalecer o empreendedorismo, gerar empregos e impulsionar setores como turismo, comércio, agricultura e serviços.

Podem participar pessoas físicas ou empresas que desejem instalar sede operacional no município. As atividades elegíveis incluem:

Comércio varejista e serviços à populaçãoArtesanatoTurismo e hospedagemAgricultura e agroturismoProfissionais liberais com sede no município

É necessário comprovar regularidade fiscal, registrar formalmente a atividade e manter o negócio por pelo menos três anos após o recebimento do recurso.

Algumas atividades, como casas de jogos, comércio de armas ou sex shops, não são contempladas. Entre os custos cobertos estão:

Registro e constituição da empresaAdequação de instalações e conexão ao sistema de aquecimentoCompra de equipamentos, móveis e tecnologiaObras estruturaisCertificações e cursos de capacitaçãoPublicidade e marketing

O edital vai até 31 de dezembro ou até o esgotamento dos recursos. O processo de seleção é por ordem de chegada, e a prestação de contas deve ocorrer até 28 de fevereiro de 2027.

Os interessados devem enviar a documentação por meio do protocolo da prefeitura, correio ou e-mail certificado (PEC) para comune.radicondoli@postacert.toscana.it. Todos os formulários e detalhes necessários estão disponíveis no site oficial do município ou do programa WivoaRadicondoli.

Para informações sobre imóveis disponíveis para venda ou aluguel em Radicondoli, é possível entrar em contato com a Agência Immobiliare VP pelos telefones +39 0588 64717 ou +39 329 0322533, pelo e-mail info@vpimmobiliare.com, ou consultando diretamente as ofertas no site da agência.

Com essa iniciativa, a administração municipal busca estimular a chegada de novos moradores, valorizar o patrimônio habitacional local e dinamizar a economia da região.

Mais informações sobre os diversos programas da prefeitura também podem ser obtidas pelo e-mail info@comune.radicondoli.siena.it.

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Jogo de investigação criminal vira febre e rende R$ 100 mil por mês a casal

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Jogo de investigação criminal vira febre e rende R$ 100 mil por mês a casal Marina Lamim e Lucca Marques investiram R$ 10 mil para criar um jogo que simula investigação criminal, com dossiês, documentos e até um 'delegado virtual' para validar respostas. Por Pegn — São Paulo

Você já se pegou tentando adivinhar quem é o assassino em um livro ou filme policial? Foi justamente a paixão por mistérios que levou um casal carioca a transformar o hobby em um negócio de sucesso, e que hoje fatura cerca de R$ 100 mil por mês.

Marina Lamim e Lucca Marques são os criadores de um jogo de investigação criminal que vem conquistando fãs por todo o Brasil.

A ideia nasceu de forma inusitada: o pedido de namoro. Lucca, engenheiro de produção e apaixonado por desafios, decidiu surpreender Marina com uma proposta diferente. Criou um jogo personalizado, com pistas e enigmas, que a levava a descobrir, passo a passo, o desfecho da história — que terminava com um anel e uma flor.

“Eu queria impressionar a Marina de alguma forma, fazer algo inteligente e divertido. Sabia que ela ia ficar ansiosa para resolver”, conta Lucca. A surpresa deu tão certo que virou inspiração para o primeiro protótipo do jogo.

Apaixonados por jogos de tabuleiro, Marina e Lucca buscavam uma experiência mais imersiva, algo que realmente os colocasse no papel de detetives. Como não encontraram nada parecido no mercado brasileiro, decidiram criar o próprio jogo.

"A gente pensou: e se a gente fizesse algo melhor? Mais difícil, mais divertido?", lembra Lucca.

O casal investiu R$ 10 mil no projeto inicial e passou semanas testando o jogo com amigos e familiares.

Marina, que cuida da parte visual, também foi uma das primeiras jogadoras. “Mesmo tendo participado da criação, eu precisava jogar para dar feedback. A gente contou com mais de 40 pessoas para testar e ajustar o nível de dificuldade”, explica.

O objetivo era criar um jogo acessível para todas as idades, sem restrições, e que pudesse ser jogado em família. “Queríamos algo que crianças, adultos e idosos pudessem jogar juntos”, diz Marina.

Casal fatura R$ 100 mil por mês ao vender jogo de investigação criminal — Foto: TV Globo/ Reprodução

A experiência começa com a entrega de dois envelopes recheados de pistas. Dentro deles, o jogador encontra desde jornais fictícios até cadernos de suspeitos, documentos e depoimentos. Tudo é feito à mão pelo casal, com atenção aos mínimos detalhes.

“Você recebe um dossiê como se fosse um caso real. Vai lendo as mensagens, analisando documentos, tentando entender o que aconteceu. Pode ser um assassinato, um roubo, um golpe. E o desafio é descobrir quem foi o culpado”, explica Marina.

Para ajudar na investigação, os jogadores contam com um “delegado virtual” — uma inteligência artificial desenvolvida pelo casal.

O personagem interage por meio de um aplicativo de mensagens, valida respostas e dá dicas quando o jogador se sente perdido. “É como se fosse um protocolo de investigação. Se você não sabe o que fazer, pergunta para o delegado e ele te orienta”, diz Lucca.

A aposta deu certo. O casal começou vendendo duas unidades por dia. Hoje, são cerca de 80 jogos vendidos diariamente, com preços a partir de R$ 54,90. O faturamento mensal já chega aos R$ 100 mil.

"A gente viu que existiam jogos assim lá fora, mas nada com a nossa cara. Então decidimos criar histórias ambientadas no Brasil, com personagens e contextos que o público daqui reconhece (…) a gente pensa em tudo: desde a qualidade do papel até a experiência emocional que o jogo vai proporcionar. O que eu gostaria de receber em casa se estivesse pagando por isso", completa Marina.

📍 Av. Brigadeiro Faria Lima, 2369, Conj. 1102 – Jardim Paulistano – São Paulo/SP – CEP: 01452-922📞 (21) 97475-1486 | (21) 99474-5236📧 suporte@sobinvestigacao.com🌐 sobinvestigacao.com📁 Instagram: @sob.investigacao📘 Facebook: facebook.com/people/Sob-Investigação-jogos-e-casos/61574540213867

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Brasil com menos álcool: entenda o que está por trás da mudança e como o mercado reage

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Guia do empreendedor Brasil com menos álcool: entenda o que está por trás da mudança e como o mercado reage Segundo Datafolha, 53% dos brasileiros reduziram o consumo de álcool no último ano, abrindo espaço para novas tendências em bares e indústria. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Cerca de 53% dos brasileiros que consomem álcool reduziram a ingestão no último ano, segundo o Datafolha.

Entre os jovens da geração Z, de 18 a 26 anos, apenas 45% afirmam beber — bem menos que nas gerações anteriores.

O consumo de cervejas sem álcool no Brasil cresceu mais de 200% entre 2020 e 2023, passando de 197,8 milhões para 649,9 milhões de litros, segundo a Euromonitor.

O país já é o segundo maior mercado mundial de cerveja zero, apontam os dados da World Brewing Alliance (WBA), associação comercial internacional da indústria cervejeira.

O cenário revela um público mais aberto à moderação e à experimentação. Mesmo quem continua bebendo, faz isso com mais critério. Essa busca por qualidade impulsiona rótulos premium.

Aos 23 anos, Gabrielle Ribeiro decidiu parar de consumir bebidas alcoólicas. Reuniu todas as garrafas que tinha em casa e as colocou dentro de um saco de lixo.

A influenciadora digital trocou as festas por noites de sono, os dias de ressaca por trilhas matinais e os copos de drinks por suplementos. Perdeu 16 quilos, passou a economizar até R$ 300 por semana e, de quebra, conquistou milhares de seguidores ao compartilhar a sua história nas redes sociais.

"Parar de beber foi a melhor coisa que eu fiz por mim. É mais interessante acordar no domingo e postar foto de uma medalha de corrida do que ficar com aquela ressaca moral", brinca.

Gabrielle não está sozinha. Cerca de 53% dos brasileiros que consomem álcool reduziram a ingestão no último ano, segundo o Datafolha. A pesquisa ouviu 1.912 pessoas.

Entre os jovens da geração Z, de 16 a 30 anos, apenas 45% afirmam beber — bem menos que nas gerações anteriores, aponta uma pesquisa da MindMiners feita com 3 mil pessoas. Já entre os Millenials (que hoje têm entre 31 e 41 anos) 57% mantêm o hábito. Na geração X (entre 42 e 61 anos), o número sobe para 67%, e entre os Boomers (entre 62 e 78 anos), chega a 65%.

O bem-estar, a estabilidade emocional e o controle financeiro estão entre as razões que têm levado muita gente a repensar sua relação com o álcool.

Nem todos, porém, passaram por uma ruptura como a de Gabrielle. Há quem nunca tenha se identificado com o sabor ou com a ideia de beber. É o caso de Rayane Moreira, que cresceu vendo o álcool causar conflitos em casa.

"Como é que eu vou beber para espairecer e trago problemas para dentro de casa?", questionava ainda na adolescência. Mesmo depois de deixar uma religião que proibia o consumo, ela manteve a decisão.

Em encontros sociais, prefere sucos, refrigerantes ou água. E quando decide beber, opta por drinks zero álcool — os chamados mocktails — ou vinhos.

Histórias como as de Rayane e Gabrielle mostram um comportamento que tem sido mais frequente em gerações mais novas — e que tem mexido no mercado.

O consumo de cervejas sem álcool no Brasil cresceu mais de 200% entre 2020 e 2023, passando de 197,8 milhões para 649,9 milhões de litros, segundo a Euromonitor. A expectativa é que o volume se aproxime de 1 bilhão de litros em 2025.

O país já é o segundo maior mercado mundial de cerveja zero, apontam os dados da World Brewing Alliance (WBA), associação comercial internacional da indústria cervejeira.

O cenário revela um público mais aberto à moderação e à experimentação. Mesmo quem continua bebendo, faz isso com mais critério. Essa busca por qualidade impulsiona rótulos premium.

Maurício Porto, proprietário do bar Caledonia, já sente os impactos. Especialista em uísques e coquetelaria, ele conta que a procura por mocktails cresceu tanto que o estoque chega a acabar em alguns dias.

A carta da casa tem cinco coquetéis sem álcool, preparados com técnicas de infusão de especiarias e clarificação — técnica para tornar o líquido mais claro e límpido —, o mesmo cuidado dado às versões tradicionais.

"Hoje, eu vejo efetivamente que os coquetéis sem álcool saem (…) as pessoas tinham preconceito e passaram a perder. A qualidade dos coquetéis sem álcool melhorou muito".

A indústria também tem se ajustado. A Ambev, maior cervejaria do país, afirma que rótulos como Bud Zero, Corona Cero e Stella Pure Gold têm ganhado força, e a companhia projeta que o segmento de cervejas sem álcool cresça até cinco vezes mais rápido que o das tradicionais até 2028.

Na Diageo, gigante global de destilados premium, o foco é diversificar e sofisticar a experiência. A empresa aposta em marcas como Seedlip e Ritual Zero Proof e em versões 0.0 de clássicos como Guinness e Tanqueray.

"Não é sobre beber mais, mas sobre beber melhor", afirma Guilherme Martins, vice-presidente de Inovação e Marketing.

Essas transformações mostram que o setor está longe de enfrentar uma crise. Pelo contrário: o novo comportamento do consumidor abriu espaço para inovação, qualidade e novas experiências.

Ao longo desta reportagem, entenda por que o país está bebendo menos, como essa transição afeta o setor e de que forma a moderação e a "gourmetização" do consumo estão redesenhando o cenário das bebidas no Brasil.

Há quase um ano, Gabrielle Ribeiro decidiu parar de consumir bebidas alcoólicas por conta da saúde — Foto: Gabrielle Ribeiro

A geração Z é a que menos consome álcool. Gabrielle e Rayane são exemplos dessa mudança no perfil de consumo.

O álcool perdeu o papel de símbolo social entre os mais novos, que preferem investir tempo e energia em experiências ligadas à saúde, bem-estar e estabilidade emocional.

58% dizem simplesmente não ter interesse;34% não gostam do sabor;30% preferem evitar os efeitos físicos e emocionais da bebida;19% citam a busca por qualidade de vida;17% mencionam razões religiosas.

O levantamento da MindMiners também relaciona a queda de consumo a questões financeiras. Entre os motivos apontados pelos jovens para reduzir o consumo, aparecem frases como: "Estou gastando muito dinheiro" e "Menos gasto com bebidas".

Além disso, a geração Z tem menor renda disponível, o que influencia diretamente a frequência e o volume de consumo.

O diretor de estratégia da Ambev ressalta que "o jovem historicamente consome menos do que a média da população", o que está bastante relacionado a um fator econômico. "A renda disponível é menor", diz.

O preço também é uma barreira para outros tipos de bebidas — incluindo até mesmo a categoria de cerveja sem álcool. Ainda segundo o levantamento da MindMiners, por exemplo, a classe C é a que menos conhece e consume essa categoria, reforçando a perspectiva de que os valores também limitam o acesso para esse público

De maneira geral, a mudança no comportamento dos consumidores não necessariamente representa uma ameaça à indústria de bebidas, mas sim uma reconfiguração do mercado, impulsionada por consumidores mais exigentes, moderados e abertos à experimentação.

Dados da Nielsen, por exemplo, indicam que o segmento de cervejas sem álcool é o que mais cresce no país, com desempenho anual três vezes superior ao das cervejas tradicionais.

Mesmo entre quem ainda consome álcool, há sinais de mudança: 41% dos entrevistados disseram ter alterado a frequência de consumo no último ano, e 43% pretendem reduzir ainda mais, motivados principalmente por saúde e questões econômicas, segundo dados da MindMiners.

🍸 Outro indicativo importante da mudança no perfil de consumo é a prática que ficou conhecida como "zebra stripe" — que é quando o consumidor alterna entre bebidas com e sem álcool. A prática, segundo especialistas, tem ganhado força no mercado, especialmente entre os jovens.

"A pessoa vai intercalando e, no final da noite, tomou seis cervejas, mas só três tinham álcool (…) isso permite prolongar o tempo de consumo sem perder o controle, reforçando a ideia de equilíbrio, que não significa restrição total, mas moderação consciente", explica Gustavo Castro, da Ambev.

Além da moderação, o baixo consumo tem impulsionado a valorização da experiência e da qualidade.

Os consumidores estão dispostos a pagar mais por bebidas premium, que oferecem sabor, sofisticação e identidade.

"A busca por rótulos premium, como os uísques single malt (que cresceram 10% nos últimos três anos), mostra que o prazer está menos na embriaguez e mais na descoberta sensorial, se tornando até mesmo um hobby", afirma Maurício.

Na outra ponta dessa transformação estão as empresas, que viram na moderação uma oportunidade de ouro.

A Ambev, maior cervejaria do país — com faturamento anual em torno de R$ 77 bilhões —, tem acompanhado de perto a virada de comportamento dos consumidores e ampliado o portfólio de produtos com teor alcoólico reduzido.

O diretor de estratégia e insights, Castro, diz que o segmento de cervejas sem álcool da companhia cresceu 15% em volume de vendas no segundo trimestre de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior, e deve crescer cinco vezes mais rápido que o das cervejas tradicionais até 2028.

Marcas como Bud Zero, Corona Cero, Stella Pure Gold e Brahma Zero têm ganhado protagonismo e hoje estão entre as mais estratégicas para o futuro da Ambev.

A Corona Cero, em especial, simboliza bem essa nova fase: lançada no Brasil em 2022, ela é a primeira cerveja do mundo com infusão de vitamina D e apenas 51 calorias, unindo o sabor clássico da marca à tendência de produtos associados ao bem-estar e à saúde.

“Antigamente, as pessoas tomavam cerveja zero por restrição; hoje elas escolhem tomar por opção”, afirma Castro.

A Diageo, gigante global de destilados premium, também reforçou seu movimento estratégico. Em setembro de 2024, a empresa comprou a marca de bebidas sem álcool Ritual Zero Proof, expandindo seu portfólio e consolidando sua liderança no mercado de destilados sem álcool nos Estados Unidos.

Por ora, o rótulo não está disponível no Brasil e há uma razão para isso: segundo a própria empresa, o consumidor brasileiro valoriza mais marcas já conhecidas e tende a experimentar versões 0.0 de bebidas familiares, em vez de marcas inéditas.

Exemplo disso é a Tanqueray 0.0%. A novidade mantém o perfil de sabor e os botânicos do gin tradicional, marca mais famosa da Diageo, mas sem álcool.

A empresa também investe em formação profissional, e mantém parcerias com bares que ditam tendências, ajudando a desenvolver novos cardápios e técnicas de coquetelaria.

Indústrias têm ampliado o portfólio de bebidas zero álcool para atender à nova demanda — Foto: Ambev e Diageo

O bar Caledonia também vê oportunidade nessa mudança de consumo. Originalmente dedicado à cultura do uísque, o bar se reinventou para acompanhar a crescente demanda por coquetéis sem álcool.

Maurício observa que a mudança não se dá por abstinência total, mas por uma escolha consciente de beber menos e melhor. Para ele, o maior desafio na criação de mocktails é simular a sensação do álcool — não necessariamente o sabor, mas a complexidade e a estrutura que ele confere à bebida.

Para isso, o bar investe em técnicas avançadas como clarificação, infusão de especiarias e uso de ingredientes sofisticados, como xaropes, soluções salinas e até salmoura de azeitona.

Hoje, o Caledonia oferece cinco opções de coquetéis sem álcool, que não se limitam a versões doces ou simplificadas.

“Não é porque ele é um drink não alcoólico que ele tem que ser um negócio doce de grudar o paladar. Paladar infantil e não alcoólico não são a mesma coisa”, pontua Maurício. A proposta é criar bebidas que sejam gostosas e complexas por si só, sem a pretensão de imitar os alcoólicos.

A evolução da carta de mocktails começou com o "Ginger Lemonade", inspirado no clássico Dark & Stormy, e ganhou força após um campeonato promovido pela Monin, fabricante de xaropes premium.

Em 2023, dois novos coquetéis foram incorporados, e em 2024, mais dois foram criados para ampliar a diversidade da oferta. O sucesso é evidente: há dias em que o estoque de mocktails se esgota, como aconteceu com o "Oliver Twist", que vendeu 50 unidades em um único dia.

Maurício vê essa transformação como parte de um movimento maior, em que o ato de beber se torna um hobby.

“Você não tá bebendo pra ficar doidão. Você tá bebendo pra entender um negócio, pra descobrir”, resume.

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Empregadores têm até sexta para regularizar FGTS de trabalhadores domésticos; veja como fazer

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Guia do empreendedor Empregadores têm até sexta para regularizar FGTS de trabalhadores domésticos; veja como fazer FGTS atrasado atinge mais de 154 mil trabalhadores e soma R$ 375 milhões. Empregadores que não regularizarem o débito podem ser multados. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O prazo para mais de 80 mil empregadores regularizarem o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores domésticos termina na sexta-feira (31).

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) começou a enviar notificações no dia 17 de setembro por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação do órgão com empregadores.

Cerca de 80,5 mil empregadores não depositaram o FGTS para 154 mil trabalhadores domésticos em todo o país, com débitos que somam mais de R$ 375,1 milhões.

Após o prazo desta sexta-feira (31), empregadores que não regularizarem a situação poderão ter seus processos encaminhados para notificação formal e levantamento oficial dos débitos, para cobrança e multa.

O prazo para mais de 80 mil empregadores regularizarem o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores domésticos termina na sexta-feira (31).

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) começou a enviar notificações em 17 de setembro, por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) — plataforma oficial de comunicação do órgão com empregadores de todo o país, voltada para facilitar o cumprimento de obrigações trabalhistas. Veja como funciona.

De acordo com relatório divulgado em primeira mão pelo g1, cerca de 80,5 mil empregadores não haviam depositado o FGTS até setembro. No total, são mais de 154 mil trabalhadores domésticos em todo o país, com débitos que somam mais de R$ 375,1 milhões.

Entre os estados, São Paulo concentra os maiores números: 26,5 mil empregadores, 53 mil trabalhadores e quase R$ 136 milhões em débitos. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia também registram valores expressivos.

Já estados como Roraima, Amapá e Acre apresentam os menores volumes, com valores totais devidos inferiores a R$ 1 milhão, o que reflete as diferenças regionais no mercado de trabalho doméstico formalizado. Veja abaixo:

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devido para trabalhadores domésticos por estado — Foto: Arte/g1

A ação, coordenada pela Coordenação Nacional de Fiscalização do Trabalho Doméstico e de Cuidados (Conadom), terá caráter orientativo neste primeiro momento, estimulando a regularização voluntária.

Após o prazo desta sexta-feira (31), empregadores que não regularizarem a situação poderão ter seus processos encaminhados para notificação formal e levantamento oficial dos débitos, para cobrança e multa.

A Inspeção do Trabalho recomenda que empregadores acompanhem regularmente as mensagens no DET, para evitar perda de prazos e possíveis prejuízos legais. (Saiba como atualizar o cadastro no sistema)

Os empregadores que ainda não regularizaram a situação, devem acessar o DET para verificar a existência de mensagens e providenciar o pagamento dos valores devidos ao FGTS.

Para o trabalhador, por sua vez, a orientação é a de acompanhar regularmente o aplicativo FGTS, da Caixa Econômica Federal, para verificar se os depósitos estão sendo feitos corretamente em sua conta vinculada. (Veja passo a passo como fazer a consulta)

Se perceber falta de recolhimento ou valores diferentes do esperado, é importante conversar com o empregador e solicitar a regularização. Esse monitoramento frequente é essencial para garantir que o direito ao FGTS seja cumprido corretamente.

As notificações enviadas em setembro foram elaborados a partir do cruzamento de informações do eSocial com as guias registradas e pagas à Caixa Econômica Federal, que indicam possíveis débitos no recolhimento do FGTS.

Além de incentivar a regularização, a ação busca reforçar a importância do cumprimento das obrigações trabalhistas no setor doméstico, envolvendo empregadores, entidades sindicais e trabalhadores.

Para verificar se há pendências no recolhimento do FGTS, o empregador deve acessar o eSocial e identificar as guias mensais que não foram pagas.

Todos os encargos trabalhistas – como as contribuições ao INSS, o Imposto de Renda (quando devido), os 8% de FGTS e a parte destinada à multa rescisória – são reunidos em uma única guia mensal.

A consulta das pendências pode ser feita na aba “Folha de pagamento – Consultar Guias Pagas” do portal eSocial. Caso necessário, o passo a passo detalhado para essa verificação está disponível no Manual Pessoa Física – Empregador Doméstico, no site oficial do governo federal.

Mais de 80 mil empregadores devem regularizar FGTS de trabalhadores domésticos — Foto: Reprodução/Pixabay

Desde agosto de 2024, o Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) passou a ser obrigatório para Microempreendedores Individuais (MEIs) e para empregadores de trabalhadores domésticos.

A plataforma, administrada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, funciona como um canal oficial de comunicação do órgão com os empregadores. Sua finalidade é simplificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.

De acordo com o governo, todos os CPFs e CNPJs já têm cadastro automático no DET. No entanto, desde agosto do ano passado, os usuários devem acessar a plataforma para atualizar seus dados de contato. Esse procedimento é gratuito. (Veja como fazer)

As informações fornecidas pelo empregador servem para o envio de comunicados da Inspeção do Trabalho, como atos administrativos, fiscalizações, intimações, notificações, decisões administrativas e avisos em geral.

❌ Não há multa pela não atualização do cadastro, de acordo com o ministério. "Acontece que, caso o empregador receba uma notificação pelo DET e seus dados de contato não estejam atualizados, ele não receberá o alerta da mensagem recebida", explica o órgão.

Nesses casos, se o empregador não acessar o DET e não atender à notificação do auditor, ele poderá ser autuado por não apresentar os documentos exigidos, por perder os prazos de defesa, entre outros motivos.

As mensagens recebidas na caixa postal do DET têm validade legal, e o governo considera que o usuário toma ciência delas automaticamente após 15 dias. Essas notificações não precisam ser publicadas no Diário Oficial da União nem enviadas por correio.

Para MEIs e empregadores com trabalhador doméstico registrado, todas essas regras entraram em vigor no ano passado. Independentemente do prazo, a atualização do cadastro pode ser feita a qualquer momento, informa o Ministério do Trabalho e Emprego.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Espetinho de piaba viraliza nas redes e aumenta faturamento de restaurante em 75%

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Espetinho de piaba viraliza nas redes e aumenta faturamento de restaurante em 75% Pedido inusitado de cliente nas redes sociais virou carro-chefe do negócio, que hoje vende até 70 espetinhos por noite e prepara expansão com nova unidade. Por Pegn — São Paulo

Um prato típico da memória afetiva maranhense virou oportunidade de negócio para o casal Paulo e Rayna Medeiros. A receita, que nasceu por acaso após um post nas redes sociais, transformou o espetinho de piaba no carro-chefe do restaurante da família em São Luís, no Maranhão.

🐟 Espetinho de piaba é um tira-gosto popular em regiões do Nordeste e do Norte do Brasil, feito com pequenos peixes de rio fritos, temperados e servidos no espeto.

Tudo começou quando Paulo decidiu fritar algumas piabas para o próprio jantar e compartilhou a foto online. Uma cliente logo respondeu: “Se tiver piaba no restaurante, vou virar freguesa fiel”. O casal atendeu ao pedido e, em apenas 20 minutos, todos os espetos preparados se esgotaram.

O sucesso foi imediato. Hoje, o restaurante vende em média 50 a 70 espetinhos de piaba por noite – o que significa cerca de 1.680 peixinhos servidos por semana. “O espetinho de piaba foi o nosso divisor de águas. Abriu portas e trouxe novos clientes", lembra Paulo.

No restaurante, a piaba passa por um processo tradicional: é limpa, salgada e deixada para secar ao sol antes de chegar à cozinha. Na hora de servir, o peixe é frito e acompanhado de guarnições que valorizam o sabor regional. O espetinho completo sai por R$ 24.

O prato também impulsionou a nostalgia de clientes da terceira idade, que se emocionam ao relembrar a infância e as dificuldades de outros tempos. “A piaba veio para melhorar a nossa vida e também a de outras famílias que hoje conseguem triplicar a renda", conta o empreendedor.

O impacto no faturamento foi expressivo: a novidade fez o restaurante crescer 75%, movimentando não só os negócios da família, mas também a renda de fornecedores locais, que agora entregam grandes quantidades de peixe. Atualmente, três famílias do interior se unem para atender à demanda.

Como um espetinho de piaba viralizou e aumentou em 75% o faturamento de restaurante no Maranhão — Foto: Reprodução/PEGN

Paulo aprendeu a cozinhar observando a mãe, que mantém um negócio há 25 anos ao lado do restaurante do filho. “Aprendi muito com ela. Hoje estou aqui devido ao esforço e carisma dela”, diz o empreendedor.

Com investimento inicial de R$ 10 mil, Paulo Medeiros está há 11 anos no setor e viu no delivery um diferencial: 65% das vendas vêm das entregas, que chegam a 200 pedidos por fim de semana.

Para dar conta da demanda, o restaurante conta com oito funcionários fixos, sete rotativos e até cinco motoboys por noite. “O presencial é bom, mas hoje nosso foco é o delivery”, afirma.

O sucesso do espeto de piaba viralizou nas redes sociais, motivando a abertura de uma segunda unidade, com investimento de R$ 150 mil, para atender melhor os moradores e visitantes da capital maranhense.

Para Paulo, o segredo do crescimento é simples: reinventar-se constantemente. “No mercado de alimentação, não dá para ser só mais um. É preciso se reinventar todos os dias e buscar fazer a diferença”, completa.

Como um espetinho de piaba viralizou e aumentou em 75% o faturamento de restaurante no Maranhão — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Av. Alarico Pacheco – Terceiro Conjunto, Cohab Anil📍 Filial: Av. 04, Quadra 11, nº 1000 C – Chácara Itapiracó📍 São Luís/MA📞 (98) 98803-9425 / (98) 98569-2786📧 rayna.bianca@gmail.com📘 Facebook: @espetinhoacasaenossa📱 Instagram: @espetinhoacasaenossa

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Loja, hotel e serviços estéticos para coelhos: empreendedora transforma paixão pelos animais em negócio de sucesso

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Loja, hotel e serviços estéticos para coelhos: empreendedora transforma paixão pelos animais em negócio de sucesso Com investimento inicial de apenas R$ 100, Márcia Milczuk viu sua paixão pelos coelhos se transformar em um empreendimento que já cresceu 400% em dois anos. Por Pegn — São Paulo

Márcia Milczuk começou a cuidar de coelhos em casa e percebeu que não havia, no mercado brasileiro, opções suficientes para alimentação, higiene e bem-estar da espécie.

Hoje, com loja própria, hotel especializado e até serviços de estética e tosa, ela atende clientes de diversos estados.

Branquinha e Bolinha são os coelhos de estimação da Aline, uma tutora que, assim como muitos, enfrentou dificuldade para encontrar produtos e serviços especializados para seus pets. A solução veio de uma empreendedora apaixonada por esses animais: Márcia Milczuk.

O que começou com um único coelho doado, chamado Fumaça, virou uma paixão avassaladora. Em pouco tempo, Márcia chegou a cuidar de 73 coelhos em casa e percebeu que não havia, no mercado brasileiro, opções suficientes para alimentação, higiene e bem-estar dessa espécie.

Com apenas R$ 100, ela iniciou a venda de ração e feno em sacolinhas de supermercado. Hoje, com loja própria, hotel especializado e até serviços de estética e tosa, ela atende clientes de diversos estados.

O negócio, que começou pequeno, já cresceu entre 300% a 400% nos últimos dois anos. Além de ração e feno, cujas quantidades vendidas chegam a somar 1,2 tonelada por mês, a loja oferece brinquedos, roupas e cuidados veterinários, em parceria com especialistas em animais silvestres.

Já o hotel recebe até 100 coelhos, em um ambiente pensado para o conforto e o bem-estar dos hóspedes, com direito a rotina de alimentação, petiscos de camomila e espaços individuais para evitar estresse.

A empreendedora também aposta na imagem dos próprios coelhos, Bruno e Charlotte, que se tornaram estrelas da marca e sucesso nas redes sociais.

De olho no futuro, Márcia planeja expandir com franquias e ampliar a presença em feiras do setor pet. “Minha dica é simples: vá sem medo. Se você ama o que faz, o negócio floresce naturalmente”, afirma.

Mulher transforma paixão por coelhos em negócio: loja, hotel e serviços exclusivos — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Rua Lupionópolis 630 -Loja 3 – Sítio Cercado – Curitiba/PR – CEP: 81925 260📞 Telefone: (41) 999532165📧 Email: casinhadoscoelhos@gmail.com📱 Instagram: @casinhadoscoelhos

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FAMPE chega aos 30 anos com recordes e mais oportunidades de crédito para pequenos negócios

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário FAMPE chega aos 30 anos com recordes e mais oportunidades de crédito para pequenos negócios De 2024 a 2025, o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas viabilizou R$ 6,4 bilhões em crédito. Por Sebrae

Iniciativa do Sebrae torna o crédito mais acessível para os pequenos negócios. — Foto: Acervo de Michel Rocha

Abrir ou gerir um negócio pode trazer desafios quando o assunto é crédito. A pesquisa "O financiamento nos pequenos negócios no Brasil 2025" revela que quase metade das pessoas que empreendem (48%) considera a redução dos juros a principal medida para facilitar a aquisição de empréstimos. Outros apontam a burocracia (20%) e taxas e impostos (13%) como entraves que muitas vezes desanimam quem precisa de um empréstimo.

Apesar dos obstáculos, o cenário é o mais positivo em anos. Em 2025, o número de donos de pequenos negócios que conseguiram crédito quase dobrou em relação a 2022: 48% tiveram seus pedidos aprovados — o melhor índice desde 2020. Ademais, o número de empresários que enfrentou dificuldades ao tentar obter um empréstimo novo nos últimos seis meses caiu para 62%, nível mais baixo da média da série histórica, registrada entre 2015 e 2025 (73%).

A facilidade nesse acesso é reforçada pela atuação estratégica do Sebrae, por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), que chega a sua terceira década em 2025. O FAMPE oferece garantias aos bancos conveniados, permitindo que empréstimos sejam mais baratos e acessíveis aos pequenos negócios. Valdir Oliveira, gerente da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, destacou a importância do fundo. “Estamos celebrando 30 anos de existência do FAMPE, o fundo de aval mais longevo do país dedicado aos pequenos negócios. Não estamos dedicados somente a oferecer bilhões em crédito, mas a garantir que esse crédito seja assistido. É pegar na mão do empreendedor”, comentou.

Só nas duas primeiras décadas, o FAMPE realizou 268,2 mil operações e concedeu cerca de R$ 11,5 bilhões em crédito. Com forte crescimento, entre janeiro de 2024 e setembro de 2025, o fundo disponibilizou mais de R$ 6,48 bilhões às micro e pequenas empresas em mais de 80 mil operações de crédito, além de 606 mil atendimentos em todo o país. Para ampliar ainda mais esse alcance, o Sebrae realizou um aporte de R$ 2 bilhões nesse fundo para possibilitar a concessão de mais R$ 30 bilhões em crédito nos próximos anos.

Prova de que essa porta abre oportunidades para histórias reais, Michel do Nascimento Rocha, empreendedor acreano de 28 anos, conta como encontrou no FAMPE o apoio para expandir sua barbearia.

Natural de Rio Branco, Michel começou em casa, influenciado pela avó Maria Socorro, que cortava os cabelos da família. Quando ela se mudou, Michel assumiu o posto. Mais adiante, concluiu um curso profissionalizante, passou a atender clientes na própria casa e, em seguida, trabalhou por quatro anos em uma barbearia da cidade.

Em 2019, percebeu que não tinha mais como crescer no emprego e decidiu abrir o próprio negócio ao lado do amigo Sérgio Rogério. Mas, antes disso, Michel contou com a ajuda de um cliente conhecido e especial: Alex Lima, um mentor do Sebrae. Daí, o que começou como uma relação de corte de cabelo se transformou em consultoria. Foi com Alex que Michel teve o primeiro contato com os serviços da entidade e aprendeu os princípios básicos do empreendedorismo. “Ele me ajudou e colocou tudo numa lousa: custo operacional, quanto era o corte, quantos cortes por mês eu precisava fazer para lucrar”, lembra.

Com esse apoio, Michel alugou um espaço e o negócio logo deu certo. Ali nascia a Michel Barbearia. Mais tarde, comprou a parte da sociedade de seu amigo e levou os irmãos, Fernando e Cauan, para trabalhar com ele. Seis anos depois de muita barba, cabelo e bigode, Michel começou a ouvir os comentários dos clientes, que só reforçavam o seu desejo: era preciso ampliar.

Usando suas economias, Michel começou a ampliação empolgado. Uma empresa de arquitetura fez um projeto moderno da barbearia, ele alugou um salão duas vezes maior, e as reformas ganhavam vida. "Minha gerente do banco ofereceu crédito com o aval do FAMPE, disse que era um recurso com taxas menores, mas eu recusei. Achei que não fosse precisar", conta.

No entanto, os recursos faltaram. Lembrando-se da dica da gerente, Michel conseguiu R$ 50 mil com o aval do FAMPE, com boas condições de pagamento. Apesar da facilidade em obter crédito, o empreendedor reconhece que não estudou muito antes de dar esse passo, não contratando o crédito com carência e nem solicitando o valor máximo disponível.

Foi aí que procurou a consultoria pós-crédito do Sebrae e, assim, analisou o montante necessário para cobrir os custos adicionais e a viabilidade da ampliação. Também realizou outras consultorias on-line da organização e demonstrou interesse no Empretec.

Com o valor em mãos, finalizou a obra e agora celebra a conquista. "Esse recurso mudou o nível do meu negócio. Graças ao FAMPE eu consegui concluir essa obra de ampliação, modernização e conforto. Conforto para os clientes e para os colaboradores. As coisas mudaram completamente. Na antiga barbearia era tudo muito pequenininho. Não tínhamos copa para almoçar, espaço para guardar as coisas. Essa mudança conta muito para a qualidade de trabalho da equipe, e minha também", compartilha.

Os serviços na Michel Barbearia vão desde corte, barba, selagem, hidratação, pintura até depilação no ouvido e nariz, além de nail design feminino. — Foto: Acervo de Michel Rocha

O ambiente ganhou um novo nível de sofisticação, e os valores cobrados pelos serviços e o faturamento também subiram. Michel ainda trouxe diferenciação a partir da sala de design de unhas que montou ao lado da barbearia. Quem está à frente dessa área é sua esposa, Andressa Moreira, e a estratégia trouxe mais clientes.

Hoje, com seis barbeiros, um recepcionista e um auxiliar, a Michel Barbearia realiza cerca de 800 atendimentos por mês. "Eu vi que, na prática, alinhamos o bom atendimento e o bom corte que já tínhamos com uma estrutura impactante e bonita. Assim ficou mais fácil de fidelizar clientes. Atrai mais pessoas, e os clientes indicam mais. A tendência é só crescer".

O movimento de Michel reflete a realidade de muitos pequenos empreendedores no país. Um levantamento do Sebrae mostra que 21% dos financiamentos têm como destino reformas ou ampliações, ficando atrás apenas do capital de giro (41%) e da compra de máquinas e equipamentos (29%).

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, esse impacto traduz o papel transformador do crédito. “O crédito é um sonho, é a modificação da vida. É a inclusão para a pequena economia e a construção de sonhos. (…) Já ultrapassamos os R$ 6 bilhões em crédito e vamos chegar em dezembro com R$ 12 bilhões. Somos uma porta de sonhos das pessoas”, destacou.

Em outubro, um mês após a inauguração, Michel comemora os elogios, os clientes que não param de chegar e, em coro com Décio, a realização. “Fui movido pela necessidade de crescimento, em busca de melhorias, ganhar mais e empregar mais pessoas também. Isso proporciona a realização dos nossos sonhos. É recompensador ver uma equipe grande, cada um levando o sustento da sua família", destaca Michel.

Esse mesmo orgulho em ver pessoas prosperando também move o FAMPE, que nos cinco primeiros meses de 2025 já viabilizou R$ 1,6 bilhão em financiamentos — um aumento de 32% em relação a 2024. Voltado a orientar microempreendedores na busca por crédito de forma planejada e segura, o FAMPE oferece soluções digitais e pode atuar como avalista de até 80% do valor do empréstimo. Neste ano, porém, o aval da linha para mulheres chega a 100%.

Essa iniciativa do Sebrae se apoia em dois pilares: fornecer garantias complementares e promover crédito consciente. Para isso, o Sebrae realiza o Mutirão Acredita, para todos os empreendedores, e a Caravana Delas, voltado especialmente para as mulheres. Acompanhando quem empreende em todas as etapas, o Sebrae auxilia desde antes da solicitação do crédito até a liquidação do empréstimo e aplicação do recurso de forma estratégica na gestão da empresa. Outro braço da organização para esse fim é o programa Crédito Orientado e Assistido.

No Brasil, 18% das solicitações de empréstimos novos vêm da indústria e construção civil, seguidos pelo comércio (16%) e pelos serviços (14%). Entre os pequenos negócios do comércio, a história de Ingrid Suelen Monteiro Andrade, de 41 anos, é um bom exemplo de como o FAMPE pode fazer a diferença. Ela é dona de uma loja de roupas em Macapá (AP) e, com o apoio do fundo, conseguiu o crédito para tornar seu atendimento e seu espaço mais sofisticados, voltados a clientes de alto padrão.

O propósito da loja By Ingrid Andrade é a autovalorização da mulher. — Foto: Acervo de Ingrid Andrade

Ingrid começou a vender roupas por necessidade entre 2013 e 2014. Seu marido, Henrique, estava desempregado e estudava para um concurso público. Indo de porta em porta, a paraense levava peças para amigas, vizinhas, vendia on-line e também oferecia os produtos em academias de Belém (PA). Enquanto se preparava para alugar um espaço, veio a notícia: seu marido foi aprovado para uma vaga no Amapá.

“A gente não tinha nem dinheiro para a passagem. Vendi todos os produtos que eu tinha por R$ 5 mil para outra pessoa, e com esse valor conseguimos mudar de estado”, conta. Chegando lá, Ingrid começou com apenas uma arara e o espelho do guarda-roupa para tirar fotos e fazer sua divulgação. Voltou a vender on-line e nas portas das academias até que, pouco depois, conquistou um espaço dentro de uma delas e cresceu ao ponto de sua loja ter de se desvincular do local. A formalização da loja, By Ingrid Andrade, veio em 2015.

Quando o negócio se preparava para ganhar um novo endereço, a pandemia chegou. Foi então que ela e o marido pensaram em alternativas para atender o público que treinava com frequência nas academias, mas agora teria de se manter em forma dentro de casa. Aí veio a ideia da corda de pular: um sucesso com cerca de 50 unidades vendidas por dia. Dali a pouco, vendiam mais acessórios para treino, como barras e anilhas de crossfit e kettlebells. "Tivemos um boom gigantesco. Nós triplicamos de tamanho”, conta.

O negócio crescia. Ingrid comprava e vendia em grande velocidade, o que era ótimo, mas a administração financeira estava fora de controle. Na época, ela se enquadrava como MEI, no entanto, seu faturamento havia ultrapassado o teto permitido da categoria. Percebendo a necessidade de se organizar melhor, buscou o Sebrae.

Ingrid participou das oficinas e reuniões do programa Consultoria Integrada de Gestão (CIG) e passou pelas etapas de gestão financeira, gestão comercial, planejamento e três meses de acompanhamento. Ali remodelou o logotipo da marca e áreas essenciais do negócio. "Ao final, recebi um diagnóstico da minha empresa: onde eu estava, onde eu poderia chegar. Aí tive a dimensão do tamanho que eu tinha alcançado. Eu não sabia que era capaz de tanta coisa. Vi meu sonho dentro de números e possibilidades. Saí de lá chorando, emocionada", relembra.

A partir dali, começou a dar passos maiores, como investir em um espaço próprio. Para fazer as obras e a ampliação no imóvel, Ingrid conseguiu R$ 70 mil em crédito por meio do FAMPE. “O maior benefício do FAMPE é o acompanhamento do Sebrae. Temos o aval do valor monetário, mas o melhor de tudo é que eles te aconselham a utilizar da forma mais correta possível”, afirma. Para ela, ter a carência disponível para começar o pagamento foi fundamental.

Hoje, a loja By Ingrid Andrade funciona dentro de uma casa e conseguiu conquistar um público mais exigente, o AB. O projeto arquitetônico, que também contou com o apoio do Sebrae, inclui uma cozinha, um quarto para os filhos descansarem, provadores e diversos espaços bem planejados para expor a variedade de produtos. “Eu consegui atender os clientes da maneira que almejava e ganhei mais tempo com meus filhos”, comemora.

As categorias mais vendidas na loja By Ingrid Andrade hoje são leggings, tops, vestidos, biquínis e tênis . — Foto: Acervo de Ingrid Andrade

Atualmente, com seis pessoas na equipe, o negócio alcança clientes por todo globo, vendendo roupas, calçados e acessórios, abrangendo moda fitness, casual e beachwear. O faturamento mensal varia entre R$ 220 mil e R$ 300 mil.

Pensando em empreendedores como ela, a empresária deixa um conselho. “Nem todos os dias são bons, mas não desista. Se preciso, pare, chore. Mas levante a cabeça e vá de novo. Só chegamos onde chegamos porque eu não desisti. As barreiras são enormes, mas depois delas sempre tem algo maior”, finaliza Ingrid.

Curiosamente, tanto Michel quanto Ingrid pensaram na mesma palavra para definir o impacto do Sebrae em suas jornadas: crescimento.

O 1º Encontro Nacional Acredita Sebrae, realizado no dia 19 de agosto deste ano, encerrou sua programação com palestras sobre educação e comportamento financeiro, reunindo dicas práticas para a vida pessoal e empresarial.

Os especialistas destacaram que lidar bem com o dinheiro vai além de planilhas: envolve autoconhecimento, organização e disciplina. Confira algumas das dicas do encontro:

E, claro, se você deseja apoio na sua jornada para obter crédito, o Sebrae está ao seu lado! É só preencher o formulário na página do programa Acredita.

Acesse também a Calculadora Sebrae e simule as finanças da sua empresa para tomar decisões mais seguras e manter o negócio em equilíbrio.

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