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Preços do petróleo sobem com impasse nas negociações na guerra entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira (27) após as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã travarem.

O barril do tipo Brent avançava 96 centavos, ou 0,9%, a US$ 106,29 por volta das 12h12 (GMT), depois de atingir US$ 108,36 mais cedo, maior nível em três semanas.

Na semana passada, Brent e WTI acumularam altas de quase 17% e 13%, respectivamente — os maiores ganhos semanais desde o início da guerra.

Guerra no Oriente Médio faz governo brasileiro zerar impostos sobre diesel e taxar exportações de petróleo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira (27) após as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã travarem. O fluxo de cargas pelo Estreito de Ormuz segue limitado, mantendo a oferta global apertada.

O barril do tipo Brent avançava 96 centavos, ou 0,9%, a US$ 106,29 por volta das 12h12 (GMT), depois de atingir US$ 108,36 mais cedo, maior nível em três semanas. O petróleo americano WTI subia 63 centavos, ou 0,7%, para US$ 95,03.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

Na semana passada, Brent e WTI acumularam altas de quase 17% e 13%, respectivamente — os maiores ganhos semanais desde o início da guerra.

Segundo fontes do Paquistão, mediador das negociações entre os dois países, as tentativas de aproximação entre EUA e Irã continuam, apesar do fracasso das conversas presenciais. O presidente Donald Trump cancelou uma viagem de seus enviados e disse que o Irã pode telefonar quando quiser negociar.

“O impasse diplomático significa que, todos os dias, entre 10 milhões e 13 milhões de barris deixam de chegar ao mercado internacional, agravando um cenário já apertado. Assim, os preços do petróleo só tendem a subir”, afirmou Tamas Varga, analista da PVM Oil Associates.

Teerã fechou em grande parte o Estreito de Ormuz, enquanto Washington impôs um bloqueio aos portos iranianos. O tráfego pela rota segue reduzido: apenas um navio-tanque de derivados entrou no Golfo no domingo, segundo dados da Kpler.

O Goldman Sachs elevou suas previsões para o quarto trimestre: US$ 90 por barril para o Brent e US$ 83 para o WTI, citando a redução da produção no Oriente Médio.

“Os riscos econômicos são maiores do que nosso cenário-base indica, devido à tendência de alta nos preços do petróleo, aos preços elevados de derivados, ao risco de escassez e à escala sem precedentes desse choque”, disseram analistas do banco, liderados por Daan Struyven, em relatório divulgado no domingo (26).

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Dólar abre a R$ 4,97 com investidores atentos às tensões no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (27) em queda, recuando 0,58% por volta das 9h10, cotado a R$ 4,9687. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

As tensões no Oriente Médio continuam no radar dos mercados, com novos sinais de impasse entre Estados Unidos e Irã. Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, os desdobramentos da guerra seguem influenciando o fluxo de petróleo e o humor dos investidores.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a visita de dois enviados ao Paquistão, o que reduziu as expectativas de negociações de paz. Ao mesmo tempo, autoridades da região afirmam que o Irã sinalizou encerrar o controle sobre o Estreito de Ormuz se os americanos suspenderem o bloqueio ao país.

▶️ Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, as tensões entre EUA e Irã seguem dificultando a travessia de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo do Golfo Pérsico.

Na sexta-feira, a Casa Branca informou que Trump concedeu uma prorrogação de 90 dias à isenção da Lei Jones, permitindo o transporte de petróleo e gás natural por embarcações não americanas em razão da guerra com o Irã.

▶️ No Brasil, o Boletim Focus mostrou nova alta nas projeções de inflação para 2026 — a sétima semana consecutiva de revisão para cima. A estimativa subiu de 4,8% para 4,86%, refletindo a pressão do petróleo, que nesta segunda-feira opera acima de US$ 100 após a escalada do conflito no Oriente Médio.

As tensões no Oriente Médio seguem no radar dos mercados globais. Mesmo após um cessar-fogo ter reduzido os combates iniciados há cerca de dois meses, as negociações de paz entre EUA e Irã ainda enfrentam dificuldades.

No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a viagem de enviados americanos que participariam das conversas e afirmou que o Irã deveria procurar Washington quando estivesse pronto para um acordo.

Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores iraniano viajou à Rússia para se reunir com Vladimir Putin, aliado do governo de Teerã. Segundo fontes do Paquistão, país que atua como mediador, as tentativas de diálogo continuam.

Diante desse cenário, investidores acompanham de perto a situação no Estreito de Ormuz, passagem usada para o transporte de petróleo e gás do Golfo Pérsico.

A região permanece com pouco movimento de navios, o que levanta preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de energia. Com isso, os preços do petróleo avançam.

Nesta segunda-feira, o barril do Brent — referência internacional — subia pouco mais de 1%, a US$ 106,47, depois de ter alcançado cerca de US$ 108,50 no início da sessão.

As projeções do mercado financeiro voltaram a indicar pressão maior sobre a inflação nos próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira.

Para 2026, a expectativa de inflação subiu de 4,80% para 4,86%. Já para 2027, a projeção passou de 3,99% para 4%.

Mesmo com essa revisão, o mercado manteve a previsão de queda dos juros ao longo dos próximos anos. A estimativa para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano, o que indica expectativa de redução no decorrer daquele ano.

O relatório também trouxe ajustes em outras previsões. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 caiu levemente, de 1,86% para 1,85%. Já a estimativa para o dólar ao fim deste ano recuou de R$ 5,30 para R$ 5,25.

Em Wall Street, os contratos futuros operavam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira, enquanto investidores acompanhavam o impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã.

Por volta das 8h30 (horário de Brasília), os futuros do Dow Jones caíam 0,09%, enquanto o S&P 500 permanecia estável e o Nasdaq subia 0,15%.

Entre os principais mercados do continente, o DAX da Alemanha subia 0,3%, enquanto o CAC 40, de Paris, tinha alta de 0,1%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 0,1%.

Em Xangai, o Shanghai Composite subiu 0,16%, enquanto o CSI 300 avançou 0,03%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,20%.

China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Apesar do juro alto, famílias recorrem mais ao rotativo do cartão de crédito; empréstimos somam R$ 110 bi no 1º trimestre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O uso do cartão de crédito rotativo, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, somou R$ 109,65 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (27).

Com isso, houve um aumento de 9,7% na comparação com o mesmo período do ano passado — quando as concessões dessa modalidade somaram R$ R$ 99,9 bilhões.

A modalidade é considerada um dos vilões do alto nível de endividamento da população brasileira. Em março, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito somou 428,3% ao ano.

Em um ano eleitoral, o governo do presidente Luiz Luiz Inácio Lula da Silva se movimenta para reduzir os débitos da população e facilitar a tomada de crédito pelas pessoas (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Segundo a autoridade monetária, 101 milhões de pessoas no Brasil têm cartão de crédito no país, ou seja, quase a metade do povo brasileiro.

➡️De acordo com dados do Banco Central, cerca de 40 milhões de brasileiros estavam com dívida no cartão de crédito rotativo em janeiro deste ano.

➡️Com juros elevados, a taxa de inadimplência dessa linha de crédito somou 63,5%, ou seja, mais de R$ 60 em R$ 100 emprestados não foram honrados.

O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.Segundo analistas, essa forma de crédito deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.Em janeiro de 2024, o Congresso e o governo limitaram o endividamento do cartão de crédito rotativo. Desde então, ficou determinado que o valor do débito não pode exceder o valor original da dívida.Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.

Juro médio cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito era de 428,3% ao ano em março, segundo dados do Banco Central — Foto: Getty Images via BBC Brasil

No mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais, como o rotativo do cartão de crédito, como parte de sua renda, e isso deveria ser alvo de uma "discussão estrutural".

"Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele", disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

De acordo com Galípolo, a ideia é tentar "produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito", ou seja, linhas de crédito mais adequadas.

Para facilitar a concessão do crédito com taxas menores, o governo lançou, no ano passado, o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com mais de R$ 80 bilhões liberados em um ano.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população.

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos.

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China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Fantástico China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York Enquanto grandes obras levam décadas e bilhões de dólares para sair do papel em Nova York, Xangai ergue estações, aeroportos e linhas de trem em poucos anos — e por uma fração do custo. A diferença revela dois modelos urbanos e políticos opostos. Por Fantástico

A série especial Entre Dois Mundos, do Fantástico, coloca frente a frente os modelos de desenvolvimento da China e dos Estados Unidos. A reportagem mostrou que a comparação entre Xangai e Nova York vai além do contraste visual entre arranha-céus. Os números escancaram diferenças profundas em tempo, custo e forma de execução das obras — e ajudam a entender como cada cidade projeta seu crescimento.

De um lado, Nova York acumula projetos que levam décadas para sair do papel e consomem bilhões de dólares. Do outro, Xangai avança com obras concluídas em poucos anos e com custos significativamente menores.

Um dos exemplos mais emblemáticos está na conexão entre aeroporto e centro urbano. Em Nova York, um trecho de cerca de 13 quilômetros até o aeroporto exigiu anos de planejamento, custou cerca de US$ 2 bilhões e ainda assim não oferece alta velocidade. Na prática, o deslocamento completo pode ultrapassar uma hora.

Já em Xangai, o trem de levitação magnética — considerado o mais rápido do mundo — foi construído em apenas três anos, custou aproximadamente metade desse valor e faz o percurso em pouco mais de sete minutos.

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A diferença também aparece em grandes estações de transporte. Em Nova York, uma nova entrada da Penn Station custou cerca de US$ 1,6 bilhão e levou décadas desde a concepção até a entrega.

Em Xangai, a estação central foi construída em apenas três anos, por cerca de US$ 300 milhões — menos de um quinto do valor americano.

Além disso, a expansão da rede de metrô mostra ritmos distintos: embora tenha começado quase um século depois, o sistema de Xangai já supera o de Nova York em extensão e número de estações.

Especialistas apontam três palavras-chave para entender esse contraste: velocidade, escala e planejamento.

Na China, grandes projetos são padronizados e replicados em diferentes cidades, como “peças de Lego”, o que reduz custos por unidade.

Além disso, o planejamento centralizado permite que decisões sejam tomadas e executadas rapidamente, sem longos processos políticos ou disputas locais.

Outro ponto é a velocidade: quanto mais rápido uma obra é concluída, menor tende a ser o custo final — algo difícil de alcançar em sistemas com múltiplas etapas de aprovação.

Na China, o mesmo partido está no poder há quase 80 anos, o que permite pensar e executar obras de longo prazo sem interrupções eleitorais. Decisões são centralizadas e, quando o governo define uma área como prioritária, a execução é imediata — mesmo que isso signifique realocar bairros inteiros.

Em democracias como a americana, o processo é mais fragmentado. Cada obra precisa atravessar debates públicos, disputas políticas, interesses imobiliários e resistências locais. O resultado é um ciclo de atrasos, que encarece projetos e limita intervenções estruturais. Em alguns casos, a modernização necessária em cinco anos pode levar 50 anos para acontecer.

A comparação entre as duas cidades revela mais do que números: mostra como decisões políticas e econômicas impactam diretamente o bolso e o tempo das obras.

De um lado, Nova York enfrenta custos altos e prazos longos, influenciados por disputas políticas, interesses econômicos e participação social.

Do outro, Xangai avança com rapidez e menor custo, sustentada por planejamento centralizado e execução em larga escala.

No fim, a pergunta não é apenas quem constrói mais rápido ou mais barato — mas que tipo de cidade e de sociedade cada modelo está disposto a sustentar.

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Mercado financeiro eleva estimativa de inflação em 2026 para 4,86%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Os analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é a sétima semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,80% para 4,86%;➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,99% para 4%;➡️ Para 2028, a previsão avançou de 3,60% para 3,61%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 13% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 11% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado recuou de 1,86% para 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,30 para R$ 5,25 por dólar.

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Musk e dona do ChatGPT se enfrentam na Justiça a partir desta segunda; entenda a treta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Tecnologia Musk e dona do ChatGPT se enfrentam na Justiça a partir desta segunda; entenda a treta Bilionário Elon Musk acusa a OpenAI de abandonar sua missão humanitária para focar no lucro; julgamento na Califórnia deve ouvir nomes de peso do Vale do Silício. Por Redação g1

Começa nesta segunda-feira (27), no tribunal federal de Oakland, na Califórnia, o julgamento que coloca em lados opostos o bilionário Elon Musk e a OpenAI, criadora do ChatGPT.

A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, foca na alegação de que a organização traiu sua missão original de ser uma entidade sem fins lucrativos.

A seleção do júri está prevista para hoje, e as alegações iniciais devem ocorrer nesta terça-feira. Entre os nomes esperados para depor pessoalmente estão o próprio Musk, o CEO da OpenAI, Sam Altman, e o CEO da Microsoft, Satya Nadella.

Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza".

Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI.

Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos.

O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020.

Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em 2023.

A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do conselho da empresa.

Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões.

Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite.

Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk, chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica.

Musk deixou o conselho em 2018, prevendo que a OpenAI fracassaria diante do Google. Em 2019, a empresa se reestruturou para aceitar investimentos externos, e o lançamento do ChatGPT no fim de 2022 consolidou seu sucesso global.

O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para US$ 1 trilhão.

Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública de ações).

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Aperto no orçamento leva brasileiros a buscar renda extra, e maioria diz não conseguir pagar contas, aponta Datafolha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Quase metade da população buscou alguma fonte extra de dinheiro diante do orçamento apertado, segundo levantamento do Datafolha lançado nesta domingo (26).

Ao mesmo tempo, a maioria afirma que o que ganha hoje não é suficiente para cobrir despesas básicas.

Os dados indicam que 59% dos entrevistados sentem que a renda familiar não dá conta do dia a dia, enquanto cerca de 45% recorreram a trabalhos adicionais — formais ou informais — para complementar o orçamento.

O movimento é mais intenso entre famílias de baixa renda. Entre quem ganha até dois salários mínimos, a percepção de insuficiência chega a aproximadamente 73%.

A dificuldade de pagar as contas tem empurrado brasileiros para fora da renda principal. Nos últimos meses, quase metade da população buscou alguma fonte extra de dinheiro diante do orçamento apertado, segundo levantamento do Datafolha lançado neste domingo (26).

Ao mesmo tempo, a maioria afirma que o que ganha hoje não é suficiente para cobrir despesas básicas.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 117 municípios nos dias 8 e 9 de abril. Os dados indicam que 59% dos entrevistados sentem que a renda familiar é insuficiente para pagar despesas, enquanto cerca de 45% recorreram a trabalhos adicionais — formais ou informais — para complementar o orçamento.

O movimento é mais intenso entre famílias de baixa renda. Entre quem ganha até dois salários mínimos, a percepção de insuficiência chega a aproximadamente 73%.

Esse grupo também aparece com maior pressão para buscar alternativas, como serviços temporários, vendas informais e atividades por conta própria.

O levantamento também mostra deterioração recente nos ganhos, com cerca de 40% dos entrevistados relatando queda na renda familiar nos últimos meses.

A perda é mais frequente entre pessoas de 35 a 44 anos, faixa etária em que quase metade (49%) afirma ter visto o orçamento encolher.

Segundo a pesquisa, isso ocorre porque esses grupos tendem a estar mais inseridos no mercado de trabalho e, portanto, têm mais oportunidades — ainda que muitas vezes precárias — de ampliar os ganhos.

Dados do Datafolha indicam que as mulheres lidam com mais dificuldade para fechar as contas e têm uma percepção mais negativa sobre a própria situação econômica.

As mulheres aparecem com maior frequência entre quem afirma que a renda não cobre despesas básicas e também lideram entre os que classificam a vida financeira como ruim ou péssima.

O impacto desse cenário vai além do bolso: elas relatam mais insegurança, desânimo e preocupação com dinheiro do que os homens.

Os números reforçam essa diferença. Cerca de 44% das mulheres dizem ter humor financeiro ruim ou péssimo, ante 36% dos homens. No geral, quatro em cada dez brasileiros demonstram algum nível de insatisfação com suas finanças.

Parte dessa desigualdade está ligada à renda. Mulheres seguem mais concentradas nas faixas salariais mais baixas e, em média, ganham menos — com diferenças que podem chegar a cerca de 30% em cargos de liderança. Além disso, têm menor participação no mercado de trabalho, o que reduz as possibilidades de ampliar ganhos.

O endividamento também pesa mais. Um percentual maior de mulheres afirma estar negativado, sinalizando maior dificuldade para manter as contas em dia.

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PIS/Pasep: Caixa libera novo lote do dinheiro esquecido nesta segunda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 01:10

Trabalho e Carreira PIS/Pasep: Caixa libera novo lote do dinheiro esquecido nesta segunda Veja quem recebe nesta rodada, como consultar os valores esquecidos e o calendário para os próximos pagamentos. Por Redação g1 — São Paulo

Um novo lote de pagamento relativos ao dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep será pago nesta segunda-feira (27). Dessa vez, o dinheiro destinado a quem solicitou o ressarcimento até 31 de março.

Já quem pedir o ressarcimento até quinta-feira (30) receberá o dinheiro em 25 de maio, conforme o calendário divulgado pelo governo. (Veja abaixo como consultar, pedir o ressarcimento e quando receber)

🔎 O antigo fundo PIS/Pasep era usado para incrementar a renda de trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos entre 1971 e 1988. Ele é diferente do abono salarial PIS/Pasep pago atualmente.

O trabalhador pode checar se tem valores a receber por meio do site Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS.

Segundo o governo, o saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o montante varia conforme o tempo trabalhado e o salário recebido na época. Os valores estão corrigidos pela inflação.

A plataforma Repis Cidadão também ensina o procedimento para retirar o dinheiro, inclusive com orientações específicas para herdeiros, no caso de falecimento do beneficiário. Para acessá-la, é necessário ter conta gov.br nos níveis prata ou ouro.

Se o ressarcimento não for solicitado até setembro de 2028, os valores serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de saque.

Como consultar se tenho dinheiro esquecido?Como saber o número do PIS/NIS?Como pedir o ressarcimento dos valores?Quando vou receber?O que é o antigo PIS/Pasep?

REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep — Foto: Reprodução

Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;Clique em "entrar com gov.br". Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;Faça login com seu CPF e senha, e clique em "autorizar";Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. O número é o mesmo do PIS e pode ser encontrado em vários lugares (leia mais abaixo); Clique em "pesquisar". E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas.

NIS é a sigla para Número de Identificação Social. O documento é uma sequência de 11 dígitos disponibilizada pela Caixa Econômica Federal.

Esse cadastro é necessário tanto para quem trabalha com carteira assinada como para quem quer ter acesso a programas sociais, como o Bolsa Família.

Os números do NIS e do PIS (Programa de Integração Social) são os mesmos. A diferença está na origem deles: enquanto o NIS é gerado no momento em que alguém passa a usar benefícios sociais, o PIS é gerado quando a carteira de trabalho é assinada pela primeira vez.

O NIS pode ser consultado tanto de forma física quanto digital em diversos canais do governo. Veja a seguir:

Extrato do FGTS: é possível conferir o número do PIS dentro de um dos contratos registrados no aplicativo.Cartão Cidadão: o número do NIS está identificado logo abaixo do nome do beneficiário e acima da data de emissão do cartão.Meu INSS: no site, o número do NIS aparece como NIT, na parte dos dados cadastrais. A consulta também pode ser feita pelo telefone da Previdência Social (135), de segunda a sábado, das 7h às 22h.CadÚnico: é possível encontrar o NIS após preencher informações pessoais no site CadÚnico ou pelo aplicativo.

O trabalhador pode protocolar o pedido de ressarcimento em uma agência da Caixa Econômica Federal ou fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS.

Ele vai precisar fazer login no app, acessar a opção "mais", "ressarcimento PIS/Pasep" e seguir as orientações para anexar os documentos exigidos.

Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial.

Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir.

O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado.

Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.

Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual.

Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional.

Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.

▶️ O abono salarial atual — uma espécie de 14º salário, no valor de até um salário mínimo — é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atendem aos requisitos do programa.

Neste ano, têm direito ao abono pessoas que trabalharam durante pelo menos 30 dias em 2023 e receberam até dois salários-mínimos por mês. Veja aqui todas as regras e o calendário de pagamentos.

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Dia do Trabalhador: 1º de maio é feriado? Ganho em dobro se trabalhar? Saiba o que diz a lei

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 01:10

Trabalho e Carreira Dia do Trabalhador: 1º de maio é feriado? Ganho em dobro se trabalhar? Saiba o que diz a lei Quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados, como pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

O Dia do Trabalhador, em 1º de maio, é feriado nacional e pode garantir um “feriadão” prolongado para quem folga aos fins de semana.

A data tem origem em uma greve nos Estados Unidos, que reivindicava jornada de 8 horas e melhores condições de trabalho.

Quem for escalado para trabalhar tem direito a pagamento em dobro ou folga compensatória, conforme a lei.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado “feriadão” prolongado que chega na próxima sexta-feira (1º): o Dia do Trabalhador. A data, considerada feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

O Dia do Trabalhador entrou para a história após uma greve operária nos Estados Unidos, durante a Revolução Industrial, que reivindicava a jornada de 8 horas diárias e melhores condições de trabalho.

Como a data cai em uma sexta-feira, quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo.

Enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros seguirão trabalhando normalmente. A legislação trabalhista autoriza o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais (veja quais abaixo).

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar no feriado tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória. O g1 conversou com especialistas em direito trabalhista para explicar como funcionam as regras.

🤔 Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?⚖️ Quais são os meus direitos?💰 Remuneração em dobro ou folga? Quem define?❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa?⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?✍🏼 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?📆 Quais são os próximos feriados de 2026?

Sim. Apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.

Para quem é obrigado a trabalhar no feriado, a legislação garante o pagamento da remuneração em dobro ou compensação com folga em outro dia.

" Havendo banco de horas também poderão ser lançadas estas horas de trabalho, nos termos do acordo individual ou coletivo", explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do A. C Burlamaqui Consultores.

A definição do tipo de compensação (seja através do pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória) geralmente é determinada durante o acordo que feito entre empregador e sindicato.

Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação.

"O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório", afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados.

"Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada", afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista.

Com isso, a demissão por justa causa geralmente segue um processo que deve incluir uma soma de advertências escritas e tentativas de correção de comportamento.

Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada.

"A falta injustificada deve ser repreendida, no entanto, para fins de justa causa necessário que outros sejam analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função desempenhada pelo empregado, por exemplo", completa a advogada trabalhista Elisa Alonso.

As regras básicas sobre trabalho em feriados aplicam-se tanto a empregados fixos quanto temporários, incluindo o direito ao pagamento em dobro ou folga compensatória.

No entanto, contratados por meio de vínculo de trabalho temporário podem ter pré-condições específicas.

Para o trabalhador que é contratado em regime de trabalho intermitente (previsão legal inserida na CLT pela Reforma Trabalhista de 2017), o pagamento em feriados deve ser acordado no momento da admissão.

O contrato deve especificar o valor da hora de trabalho, que já deve considerar os adicionais devidos por trabalho em feriados ou horas extras.

Dessa forma, o trabalhador intermitente receberá o valor que foi combinado para os dias trabalhados, incluindo feriados, aponta o advogado Luís Nicoli.

Depois de abril, a próxima possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou a uma folga compensatória.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 08:22

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP Lobo-guará que enfrentava quadro grave de sarna se recupera após ser resgatado pela Mata Ciliar, em Jundiaí (SP). Por Nosso Campo, TV TEM

Após o resgate, os animais contaminados passam por isolamento em quarentena para evitar a transmissão da doença a outros bichos atendidos no local.

Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP — Foto: TV TEM

Os casos de sarna em animais silvestres cresceram 700% em São Paulo nos últimos oito anos, segundo a associação Mata Ciliar, em Jundiaí. O aumento preocupa especialistas.

Um dos casos recentes é o de um lobo-guará resgatado em Pedreira (SP), em dezembro. O animal estava debilitado e com sarna. Ele passou por cirurgia e tratamento intensivo.

Segundo o veterinário Lucas Pereira de Jesus, a aproximação dos animais silvestres das áreas urbanas favorece o avanço da doença.

Equipes usam armadilhas fotográficas para identificar animais contaminados. Os principais sinais da sarna são queda de pelos e dificuldade para andar.

Depois do resgate, os animais ficam em quarentena para evitar a transmissão da doença a outros atendidos.

O lobo-guará de Pedreira é considerado um caso de sucesso. Ele passa por exames antes da última etapa da reabilitação. Segundo os veterinários, o trabalho em equipe e o uso da tecnologia foram essenciais para a recuperação.

Após o tratamento, os animais vão para áreas de adaptação gradual, onde recebem estímulos para voltar à natureza.

O lobo-guará está ameaçado de extinção e é essencial para o equilíbrio ambiental. Conhecido como “semeador da natureza”, ajuda na regeneração do cerrado ao espalhar sementes pelas fezes.

Especialistas alertam que o avanço de doenças urbanas sobre áreas de mata torna o combate à sarna em animais silvestres cada vez mais urgente.

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