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Desenrola 2.0: governo publica regras para que bancos iniciem renegociação de dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 17:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O Ministério da Fazenda publicou nesta terça-feira (5) portaria que regulamenta a medida provisória que criou o Desenrola 2.0, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reduzir o nível de endividamento dos brasileiros.

O texto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (5), traz os critérios de participação das instituições financeiras no programa, as condições para utilização dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e as normas operacionais para a transferência de recursos do orçamento ao Fundo Garantidor de Operações (FGO).

As instituições financeiras precisarão observar os percentuais de desconto, de acordo com a modalidade da operação e com a faixa de atraso, podendo variar de 30% a 90% (veja abaixo).

Os descontos, ainda de acordo com a portaria, terão que ser aplicados sobre o valor da dívida original.

A quitação das obrigações financeiras poderá ser feita com recursos próprios, por meio de concessão de nova operação de crédito, ou com dinheiro do FGTS.

🪪Cartão de crédito rotativo e cheque especial-40% para dívidas com atraso entre 91 e 120 dias;-45% para atrasos entre 121 e 150 dias;-50% para atrasos entre 151 e 180 dias; -55% para atrasos entre 181 dias e 240 dias; -70% para atrasos entre 241 dias e 300 dias; -85% para atrasos entre 301 e 370 dias; e-90% para atrasos entre 371 dias e 720 dias.

💳Cartão de crédito parcelado e crédito pessoal -30% para dívidas com atraso entre 91 e 120 dias; -35% para atrasos entre 121 e 150 dias;-40% para atrasos entre 151 e 180 dias;-45% para atrasos entre 181 e 240 dias;-60% para atrasos entre 241 e 300 dias;-75% para atrasos entre 301 e 360 dias; e -80% para atrasos entre 361 e 720 dias.

O governo liberou o uso de até 20% do FGTS para quitar ou para reduzir o tamanho das dívidas. Para isso, segundo a portaria do Ministério da Fazenda, a instituição financeira que desejar participar do programa deverá informar à Caixa Econômica Federal qual será a destinação do saldo disponível na conta do beneficiário.

Após essa comunicação, os recursos serão transferidos ao banco do cidadão que estiver em processo de renegociação de sua dívida. A Caixa terá até 30 dias para liberar o recurso, em uma operação, portanto, entre bancos.

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Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 17:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.004 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 8 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (5), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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‘Desenrola 2.0’: bancos têm 30 dias para limpar nome de quem deve até R$ 100

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 17:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Os bancos participantes do "Novo Desenrola Brasil", lançado nesta segunda-feira (4), têm 30 dias para desnegativar devedores com dívidas de até R$ 100.

A medida não exclui a dívida. Ou seja, o devedor não estará mais com o "nome sujo", mas ainda deverá pagar o que deve.

O "Novo Desenrola Brasil", também chamado de "Desenrola 2.0", consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

Os bancos participantes do "Novo Desenrola Brasil" têm 30 dias para limpar nomes de pessoas com dívidas de até R$ 100. O prazo foi estabelecido em portaria publicada nesta terça-feira (5) pelo Ministério da Fazenda.

➡️O programa, lançado nesta segunda-feira (4), foi lançado com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país.

Como anunciado pelo governo federal nesta segunda (4), uma contrapartida para as instituições financeiras é retirar, de forma permanente, o nome dos devedores de listas de inadimplências.

A medida não exclui a dívida. Ou seja, o devedor não estará mais com o "nome sujo", mas ainda deverá pagar o que deve.

Destinar à educação financeira o equivalente a 1% do valor que for renegociado;Proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, pix crédito e pix parcelado.

O "Novo Desenrola Brasil", também chamado de "Desenrola 2.0", consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira — que está em níveis historicamente elevados.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O programa tem como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta manhã, com previsão de publicação ainda nesta segunda em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. Também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo.

Também ficou definido que quem renegociar a dívida dentro do programa ficará impedido de fazer apostas em jogos online por um ano.

"É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é importante que façam suas dividas mas não percam de vista suas condições de pagamento", afirmou Lula durante coletiva.

"Estamos  tentando corrigir, e já fizemos outras vezes. Esse país vem se endividando há muito tempo, a Covid também fez as pessoas se endividarem por necessidade mesmo. Estamos tentando uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente, para respirar normal, voltar a sonhar, e ter o nome limpo na praça", prosseguiu o presidente.

Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses — Foto: Ministério da Fazenda

O detalhamento do programa ocorre em um momento em que o governo federal busca reforçar agendas de impacto direto no cotidiano da população em meio a um cenário político adverso no Congresso e à aproximação das eleições de 2026.

Após uma sequência de derrotas no Legislativo e com dificuldades para avançar em pautas estruturais, a estratégia do Planalto tem sido apostar em medidas econômicas de execução mais rápida e com efeito perceptível sobre renda, crédito e consumo.

Programas voltados à renegociação de dívidas e à retirada de restrições no CPF são avaliados internamente como instrumentos capazes de recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento, reduzir a dependência de negociações no Parlamento e fortalecer a narrativa de reconstrução econômica e social que o governo pretende apresentar no ciclo eleitoral.

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Governo eleva classificação indicativa do YouTube e cita ‘Novela das frutas’ ao apontar conteúdo violento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Tecnologia Governo eleva classificação indicativa do YouTube e cita 'Novela das frutas' ao apontar conteúdo violento Nova classificação aponta que o serviço não é indicado para menores de 16 anos; YouTube ainda pode recorrer. Por Darlan Helder, Fábio Amato — São Paulo e Brasília

O documento aponta presença de conteúdo prejudicial para menores e cita a "Novela das frutas” como exemplo.

O governo aumentou a classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos após uma nota técnica do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) apontar a presença de conteúdo prejudicial para menores de idade na plataforma.

A mudança faz parte do ECA Digital e tem como objetivo indicar a faixa etária recomendada para o uso de serviços online (saiba mais abaixo).

➡️O que muda na prática? A medida indica que o YouTube não é recomendado para menores de 16 anos. O documento do MJSP determina que, onde quer que o serviço seja oferecido na internet, o selo de 16 anos deve estar visível, como nas lojas de aplicativos, e o usuário deve ser informado da classificação antes de acessá-lo.

Além de informar a nova faixa etária (16 anos), a plataforma deve indicar, junto da classificação, quatro tipos de conteúdo que justificam a nota: conteúdo sexual, drogas, violência extrema e linguagem imprópria.

'Novela das frutas' viralizou nos últimos meses nas redes sociais — Foto: Reprodução/YouTube

A nota técnica também afirma que a reclassificação tem caráter apenas informativo e não busca "impor censura ou proibição de exibição", o que significa que os conteúdos continuam disponíveis na plataforma.

O documento que reclassifica o YouTube cita a circulação de animações como um dos fatores para a revisão e menciona a "Novela das frutas", conteúdo feito com uso de IA que viralizou nos últimos meses, como exemplo.

Segundo o documento, esse tipo de vídeo tem aparência inofensiva, mas aborda temas como tráfico, violência doméstica e abuso, o que exige mais cuidado na classificação.

O YouTube, que pertence ao Google, pode recorrer da decisão em até dez dias após a publicação no Diário Oficial da União. O g1 entrou em contato com a empresa e aguarda resposta.

No início do ano, outras plataformas também foram reclassificadas: TikTok, Kwai e WhatsApp, por exemplo, passaram a ter classificação indicativa de 16 anos (veja a lista).

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Além dessas animações de IA, a nota técnica traz uma análise sobre conteúdos de violência no YouTube, com exemplos que vão de situações fictícias a cenas mais intensas.

O documento aponta a presença de imagens detalhadas de ferimentos, sangramentos, mutilações e execuções de personagens. Também cita o uso de recursos visuais, como câmera lenta e enquadramentos fechados, que podem aumentar o impacto dessas cenas.

“Cabe citar uma nova leva de animações que tem sido amplamente difundidas na plataforma, conhecida pelo público brasileiro como ‘novelas de frutas’. Os personagens são frutas e vegetais com características humanas, geralmente com aparência atrativa para o público infantojuvenil, com traços semelhantes aos de animações populares”, diz a nota.

“Contudo, as histórias apresentam temas complexos, como apelo sexual, violência doméstica, preconceito, assassinatos, estupros, tráfico de drogas e uso de entorpecentes”, completa o documento.

A mudança também afeta a estrutura do governo. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi transformada em agência reguladora e terá atribuições ligadas ao Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

O descumprimento das medidas pode levar a multas que vão de R$ 10 por usuário cadastrado na plataforma até um limite de R$ 50 milhões, dependendo da infração. As empresas também poderão ter as atividades suspensas temporária ou definitivamente.

Kwai: de 14 anos para 16 anosTikTok: de 14 anos para 16 anosInstagram: de 16 anos para 16 anosLinkedIn: de 12 anos para 16 anosWhatsApp: 12 anos para 14 anosX (Twitter): de 18 anos para 18 anosPinterest: de 12 anos para 16 anosMessenger: de 12 anos para 14 anosThreads: segue em 16 anosReddit: segue em 18 anosDiscord: segue em 18 anosPoosting: segue em 18 anosTwitch: segue em 18 anosSnapchat: 12 anos para 16 anosBluesky: segue em 18 anosQuora: de 12 anos para 18 anos

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Mark Zuckerberg ‘autorizou pessoalmente’ violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Tecnologia Mark Zuckerberg 'autorizou pessoalmente' violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras Processo nos EUA acusa a empresa de usar livros e artigos sem autorização para treinar IA. Meta nega irregularidades e diz que prática pode ser considerada “uso justo”, ampliando disputa com editoras. Por Associated Press

Cinco editoras e o autor Scott Turow processam a Meta por uso sem autorização de livros e artigos no treinamento da IA Llama, em ação apresentada em tribunal federal nos Estados Unidos.

Processo abre nova frente de disputa entre setor editorial e empresas de tecnologia sobre uso de conteúdos protegidos para desenvolver sistemas de inteligência artificial.

Autores acusam a empresa de usar obras sem permissão e sem pagamento, afirmando que Zuckerberg teria autorizado e incentivado a prática dentro da companhia.

A ação reúne escritores ligados a grandes editoras e inclui nomes premiados, enquanto a Meta afirma que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

Casos semelhantes têm crescido nos últimos anos, e a própria Meta já fechou acordo em disputa anterior; decisão final desse processo deve sair na próxima semana.

Cinco editoras e o autor Scott Turow processaram a Meta e seu CEO nesta terça-feira (5). Eles acusam a empresa de usar, sem autorização, milhões de livros e artigos protegidos por direitos autorais para treinar seu sistema de inteligência artificial, o Llama.

A ação foi apresentada em um tribunal federal em Manhattan e abre uma nova frente na disputa entre o setor editorial e empresas de tecnologia que desenvolvem ferramentas de IA.

Segundo os autores, Zuckerberg e a Meta seguiram o lema “agir rápido e quebrar coisas” ao utilizar um grande volume de obras sem permissão para alimentar o sistema.

Além disso, eles afirmam que o uso desse material ocorreu sem pagamento ou autorização dos criadores.

“Os réus reproduziram e distribuíram milhões de obras protegidas por direitos autorais sem autorização, sem oferecer qualquer compensação a autores ou editoras e com pleno conhecimento de que sua conduta violava a lei”, diz um trecho da ação. “O próprio Zuckerberg autorizou pessoalmente e incentivou ativamente a infração.”

Entre os autores publicados pelas editoras que movem a ação — Elsevier, Cengage, Hachette Book Group, Macmillan e McGraw Hill — estão nomes como Scott Turow, Donna Tartt e também Yiyun Li e Amanda Vaill, vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2026.

Em nota divulgada na segunda-feira, a Meta afirmou que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

“A inteligência artificial está impulsionando inovações transformadoras, produtividade e criatividade para indivíduos e empresas, e tribunais têm reconhecido que o treinamento de IA com material protegido por direitos autorais pode se enquadrar como uso justo”, diz parte do comunicado.

Nos últimos anos, disputas desse tipo têm se tornado mais frequentes. Autores e editoras passaram a acionar a Justiça para contestar o uso de suas obras no treinamento de sistemas de inteligência artificial.

Em 2025, a própria Meta concordou em encerrar uma ação coletiva movida por escritores, e a decisão final desse acordo deve ser analisada na próxima semana.

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Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Agro Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec Setor prevê aumento do consumo interno e admite dificuldade para redirecionar volumes hoje destinados ao principal comprador do produto brasileiro. Por Reuters

As exportações de carne bovina do Brasil, maior exportador mundial, podem cair cerca de 10% em 2026 em comparação com 2025, devido a restrições tarifárias impostas pela China, afirmou nesta terça-feira (5) o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Perosa.

Em conversa com jornalistas, Perosa afirmou também que a produção de carne bovina voltada ao mercado chinês deve ser interrompida por volta de junho, em razão da tarifa. Segundo ele, será necessário aumentar o consumo interno para compensar o volume que deixará de ser exportado ao país asiático.

A China, principal destino da carne bovina brasileira, adotou neste ano uma cota de 1,1 milhão de tonelada isenta da tarifa mais elevada, de 55%, como forma de proteger sua produção interna.

Esse volume está perto de ser atingido, pois as empresas aceleraram os embarques para a China a fim de evitar a tarifa mais alta. O total inclui ainda cargas enviadas no fim de 2025 e que chegaram ao país asiático no início de 2026.

Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, das quais 1,7 milhão de toneladas tiveram a China como destino, segundo dados da Abiec.

No início do ano, a Abiec trabalhava com um cenário mais otimista, prevendo relativa estabilidade nas exportações, com base na possível abertura de novos mercados e no redirecionamento das vendas para outros destinos.

Segundo Perosa, havia expectativa em relação à abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne bovina brasileira, o que não deve mais ocorrer em 2026.

Perosa disse ainda manter expectativa quanto à possível abertura do mercado japonês, que poderia ajudar a reduzir o impacto da queda nos embarques para a China.

Sobre a possível abertura do mercado da Turquia, que também poderia impulsionar as exportações, Perosa afirmou que o avanço depende de um “convencimento técnico”. Segundo ele, as autoridades turcas exigem testes em toda a carne brasileira, o que tornaria o processo inviável. O Brasil, por sua vez, negocia para que as análises sejam feitas por lotes.

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Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Política Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio Comissão especial fará audiências terças e quartas em Brasília e reuniões externas às quintas-feiras. Após análise no colegiado, PEC irá ao plenário, onde precisará de 308 votos. Por Luiz Felipe Barbiéri

O relator da PEC que propõe a redução da jornada de trabalho, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer sobre o fim da escala 6×1 na comissão especial no dia 26 de maio.

A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita em uma comissão especial, destinada a discutir o conteúdo do texto. Após a análise no colegiado, a etapa seguinte será a votação no plenário.

“Os objetivos principais são estudar impactos socioeconômicos, sociais e jurídicos, ouvir trabalhadores, comparar experiências internacionais e buscar consensos”, afirmou o relator.

Prates planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas. O primeiro estado a ser visitado será a Paraíba, reduto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“A ideia é votar nesta comissão no dia 26 de maio. No dia 27 de maio é compromisso do presidente Hugo Motta colocar para votação no plenário”, afirmou.

diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva dos empregadores;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva da classe trabalhadora.

A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.

“O Brasil do futuro não é mais o meu Brasil. É o Brasil de quem tem 16, 17 e 18 anos. Precisamos entender o valor sociológico que essas pessoas carregam. O que eles esperam do nosso país. O maior luxo que eles consideram hoje é o tempo”, afirmou o relator.

um proposto pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

🔎Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que uma redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, por exemplo, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.

Um estudo de fevereiro deste ano do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que o fim da escala 6×1 aumentará em 7,84% o custo médio do trabalho celetista, no caso de uma jornada de 40 horas semanais.

Na indústria e no comércio, o efeito estimado é inferior a 1% do custo operacional total, segundo a pesquisa.

O governo estima que 37,2 milhões de trabalhadores no Brasil têm jornadas acima de 40 horas semanais, ou seja, 74% dos profissionais com carteira assinada. E que, em 2024, o Brasil registrou 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho — o que gera gastos para a Previdência.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

Apresentação do plano de trabalho e votação de requerimentos. Dep. Leo Prates — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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Ex-CEO da Fox pode comprar a revista New York, diz jornal

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 14:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%Oferecido por

James Murdoch negocia a compra da revista New York e dos podcasts da Vox Media, segundo o “Wall Street Journal”.

O negócio ocorre em meio a dificuldades no setor de mídia digital, com queda de receitas e maior concorrência.

James Murdoch, um dos filhos do fundador do conglomerado de mídia Fox, estaria perto de comprar a revista "New York", segundo reportagem do "Wall Street Journal". O jornal também afirma que o empresário tem interesse nos podcasts do grupo.

Apesar disso, fontes ligadas ao assunto afirmam que a negociação ainda está longe de ser concluída. Segundo as informações, a aquisição está sendo tratada por meio da Lupa Systems, empresa de investimentos fundada por Murdoch em 2019.

Caso avance, a operação ampliará o portfólio de ativos de mídia do empresário e de sua esposa, Kathryn Murdoch, que já inclui participações em iniciativas culturais e jornalísticas.

A possível venda ocorre em um momento desafiador para empresas de mídia digital nos Estados Unidos, que enfrentam pressão crescente no setor.

A negociação envolve dois ativos específicos: a revista "New York" e a divisão de podcasts da empresa. Fundada em 1968, a publicação foi adquirida pela Vox em 2019 e mantém uma edição impressa quinzenal, além de uma forte presença digital.

O título reúne marcas conhecidas, como "The Cut", "Vulture" e "Grub Street", que ajudaram a expandir seu alcance online.

Já a área de podcasts concentra produções apresentadas por jornalistas, acadêmicos e outras figuras públicas, em um formato que ganhou espaço nos últimos anos. O interesse por esse tipo de conteúdo tem crescido, mesmo diante de um ambiente mais difícil para empresas de mídia.

A Vox Media, por sua vez, deve manter outros veículos relevantes em seu portfólio, como "The Verge", "SB Nation" e "Thrillist", que não fazem parte da negociação.

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Nova CNH: brasileiros economizam R$ 1,8 bilhão com curso teórico gratuito, diz ministério

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 12:52

Carros Nova CNH: brasileiros economizam R$ 1,8 bilhão com curso teórico gratuito, diz ministério Desde dezembro de 2025, o curso teórico da CNH pode ser feito gratuitamente online, sem carga horária mínima, e o candidato pode ir direto para a prova teórica no Detran. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Em dezembro de 2025, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos burocrático e mais barato. Uma das principais mudanças foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas.

Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola.

De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.

Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal:

Antes das mudanças, o candidato precisava cumprir pelo menos 45 horas de aulas teóricas. Com as novas regras, essa exigência deixou de existir, e o curso teórico passou a não ter carga horária mínima.

Ele pode ser feito tanto em autoescolas quanto em casa, além de escolas públicas de trânsito, instituições especializadas em ensino a distância (EaD) ou órgãos que fazem parte do Sistema Nacional de Trânsito.

Também é possível realizar o curso teórico pelo aplicativo CNH do Brasil ou pelo site do Ministério dos Transportes.

Nesse formato, todo o conteúdo é digital e inclui aulas sobre regras de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e cuidados com o meio ambiente.

Apesar de o curso teórico poder ser gratuito, a prova aplicada ao candidato continua sendo paga. Em São Paulo, por exemplo, o custo é de R$ 52,83. Já em Pernambuco, o valor é menor: R$ 38,17.

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Durigan afirma que eleição dificulta revisão de gastos e nega pressão fiscal nos juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses e defendeu que a política fiscal não é a principal responsável pelo nível elevado dos juros no país.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

“De maio a outubro é praticamente impossível que o Ministério da Fazenda, a equipe econômica, apresente uma medida de revisão de gastos”, afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Apesar disso, Durigan disse que o debate precisa continuar. “É importante abrir um debate civilizado, muito diferente do que aconteceu em 2022, para projetar quais são as opções daqui para frente, como diminuir a pressão das despesas obrigatórias e tornar o arcabouço fiscal mais sólido e crível. Esse debate precisa ser feito”, acrescentou.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

“Acho que há outros fatores. Por exemplo, o que pressiona a política monetária hoje não é o fiscal, é a guerra. Em outros momentos, como na crise no Rio Grande do Sul ou nas tarifas impostas por Trump, a pressão também não veio do fiscal. Isso é importante notar”, disse.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

A autoridade monetária também tem defendido a necessidade de alinhamento entre as políticas fiscal e monetária.

No entanto, na avaliação de Durigan, os gastos do governo têm pouca influência direta na definição dos juros e que as regras fiscais adotadas desde 2023 vêm ajudando, aos poucos, a melhorar as contas públicas.

Ele destacou que o modelo atual de regras fiscais segue válido e pode ser ajustado, mas não precisa ser substituído. “O arcabouço permite ajustes, funcionou, não envelheceu e ainda está no começo, gerando resultados”, afirmou.

Durigan afirmou ainda que o governo deve manter uma estratégia gradual de ajuste das contas públicas, com foco na contenção de despesas obrigatórias e na melhoria da qualidade do gasto. Além disso, existe a possibilidade de retomar propostas como a revisão de repasses federais, mas reiterou que não há espaço para avançar com esse tipo de medida antes das eleições.

O ministro acrescentou que o governo busca evitar propostas que aumentem despesas sem compensação no Congresso e manter uma agenda econômica considerada responsável. Segundo ele, eventuais tensões políticas não devem comprometer esse compromisso.

Na avaliação de Durigan, os efeitos da guerra no Oriente Médio podem se prolongar e exigirão atenção do governo.

Por conta disso, medidas emergenciais, como a redução de tributos sobre combustíveis, podem ser estendidas, desde que respeitem a neutralidade fiscal, com compensação por meio de receitas extras, como as ligadas ao petróleo.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

Também permite uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e prevê medidas para evitar nova inadimplência, como educação financeira e restrição a apostas.

Na avaliação do ministro, a primeira versão do programa perdeu efeito com a retomada da alta dos juros, o que acabou revertendo parte da melhora no endividamento.

Ele afirma que a nova etapa incorpora ajustes, como um processo mais simples para renegociar dívidas e a proibição de apostas online por um ano para quem aderir.

Durigan afirmou que o programa não deve pressionar a inflação. “Eu não acho que o montante que nós estamos viabilizando vai ter impacto na política monetária a ponto de atrapalhar (…) Me parece bem circunscrito”, disse, destacando que “nem tudo” o que for economizado será convertido em consumo.

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz O ASSUNTO: até onde vai o alívio para os endividados?Há 2 horasFGTS também poderá ser usado para reduzir as dívidasHá 2 horasAlta entre 8% e 11%Canetas podem deixar planos de saúde empresariais mais caros

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