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Ministro diz que subsolo pertence à União e que acordo de Goiás com EUA sobre terras raras ‘não se sustenta’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,0110,17%Dólar TurismoR$ 5,2140,31%Euro ComercialR$ 5,8720,43%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.113 pts-0,66%Oferecido por

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o subsolo do território brasileiro pertence à União e que cabe a ela regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos.

Em entrevista ao programa Canal Gov, o ministro também afirmou que, na avaliação dele, o memorando de entendimento entre o governo de Goiás e os Estados Unidos para a exploração de terras raras no estado tem um vício de inconstitucionalidade e "não se sustenta".

🔎O acordo entre o estado de Goiás e os Estados Unidos envolve o financiamento bilionário e a cooperação estratégica para a exploração de terras raras, com elementos minerais essenciais para a indústria de alta tecnologia. O ponto central dessa parceria é o apoio financeiro ao projeto Pela Ema, da mineradora Serra Verde, localizada no município de Minaçu.

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BC barra no Brasil mercados preditivos como Kalshi e Polymarket em eleições, esportes e reality shows

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0130,2%Dólar TurismoR$ 5,2170,37%Euro ComercialR$ 5,8740,46%Euro TurismoR$ 6,1230,54%B3Ibovespa190.140 pts-0,65%Oferecido por

O Banco Central do Brasil tornou pública nesta sexta-feira (24) uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional que proíbe a oferta e a negociação, no país, de contratos derivativos atrelados a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

Na prática, a resolução barra no Brasil a oferta de produtos de mercados preditivos, como os negociados por plataformas como Kalshi e Polymarket, quando atrelados a eleições, eventos esportivos, reality shows e outros acontecimentos sem referência econômico-financeira.

Segundo o texto, a organização do mercado de derivativos deve seguir princípios como a proteção aos investidores, a transparência na prestação de informações, a integridade e a eficiência do mercado, a prevenção à arbitragem regulatória e à especulação considerada nociva, além do estímulo à inovação.

A Comissão de Valores Mobiliários ficará responsável por editar regras complementares e fiscalizar o cumprimento da resolução. A proibição também valerá para ofertas feitas em território nacional de derivativos negociados no exterior.

A resolução mantém a possibilidade de negociação de derivativos ligados a referenciais econômico-financeiros, como:

índices de preços;taxas de juros;taxas de câmbio;risco de crédito;preços de commodities;ativos financeiros e valores mobiliários negociados em mercados autorizados;outras variáveis econômicas ou financeiras verificáveis.

Derivativos são contratos financeiros cujo valor depende do desempenho de outro ativo ou indicador, chamado de ativo subjacente. Tradicionalmente, esses contratos são usados para proteção contra riscos ou para estratégias de investimento envolvendo juros, câmbio, commodities e índices de mercado.

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Departamento de Justiça encerrará investigação sobre Jerome Powell, atual presidente do Banco Central dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,000-0,07%Dólar TurismoR$ 5,2080,2%Euro ComercialR$ 5,8550,13%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.311 pts-0,56%Oferecido por

Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos decidiu encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Federal Reserve (Fed), sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada nesta sexta-feira (24) pela procuradora federal Jeanine Pirro, remove um dos principais entraves à confirmação de Kevin Warsh para o comando do banco central.

“O Inspetor-Geral tem autoridade para responsabilizar o Federal Reserve perante os contribuintes americanos”, afirmou Pirro em publicação nas redes sociais. “Espero um relatório abrangente em breve e estou confiante de que o resultado ajudará a resolver, de uma vez por todas, as questões que levaram este gabinete a emitir intimações.”

De acordo com a procuradora, o caso será agora encaminhado ao Escritório do Inspetor-Geral do Fed, órgão responsável pela fiscalização interna da instituição, que ficará encarregado de analisar eventuais irregularidades nos custos da obra.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell é investigado por supostas irregularidades em declarações feitas ao Congresso sobre a reforma de US$ 2,5 bilhões da sede do Fed, em Washington, o que levou à abertura de uma investigação criminal por procuradores federais.

Na ocasião, ele minimizou os custos excessivos relacionados à reforma e a recursos de luxo, incluindo terraços e jardins na cobertura, pisos de mármore e coleções de arte particulares.

O episódio levou ao questionamento de Parlamentares, e a republicana Anna Paulina Luna pediu ao Departamento de Justiça apuração por suposto perjúrio.

Powell nega irregularidades e afirma que a investigação é uma “ameaça” ligada à pressão política sobre os juros. A Casa Branca e Donald Trump também negam envolvimento.

O episódio é mais um capítulo da escalada de pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Federal Reserve.

O embate gira em torno da política monetária: enquanto Trump defende cortes mais rápidos nos juros para estimular a economia, Powell tem adotado uma postura cautelosa, mantendo as taxas elevadas para conter a inflação.

Nos últimos meses, as críticas do presidente ao chefe do banco central se intensificaram, saindo do campo técnico e avançando para ataques diretos. Paralelamente, o governo apoiou a abertura da investigação sobre os gastos na reforma da sede do Fed — movimento que Powell classificou como uma forma de pressão política e uma ameaça à independência da instituição.

O caso também enfrentou obstáculos judiciais. Um juiz federal chegou a barrar intimações contra o conselho do Fed, apontando que elas tinham como objetivo pressionar Powell a reduzir os juros ou deixar o cargo.

Além disso, Trump tentou ampliar sua influência dentro da autoridade monetária ao mirar outros integrantes. Um dos episódios mais relevantes foi a tentativa de destituir a diretora Lisa Cook, sob acusação de fraude hipotecária. A medida foi bloqueada pela Justiça e acabou levada à Suprema Corte, em um processo que pode redefinir os limites de interferência do Executivo no banco central.

Ao mesmo tempo, o presidente avançou na estratégia de remodelar a cúpula do Fed com nomes alinhados à sua visão econômica. Em janeiro, anunciou a indicação de Kevin Warsh para presidir a instituição — escolha vista como parte de um esforço para influenciar a condução da política de juros.

A pressão atingiu o ápice com ameaças públicas de Trump de demitir Powell caso ele não deixe o cargo após a eventual confirmação de seu indicado — um movimento incomum na história recente dos Estados Unidos e que ampliou o debate sobre a autonomia do banco central.

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Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:46

Agro Azeite brasileiro leva nota máxima em prêmio europeu, algo jamais visto na história da competição O rótulo Frantoio, da Fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), recebeu nota 100 de todos os jurados no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. Por Paula Salati

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100, o que significa nenhum dos jurados identificou defeitos no produto.

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países.

Azeite Frantoio, da fazenda Estância das Oliveiras, conseguiu tirar nota 100 na European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026. — Foto: Divulgação

O azeite brasileiro Frantoio fez história neste mês ao alcançar a pontuação máxima no European International Olive Oil Competition (EIOOC) 2026.

“Foi a primeira vez que isso aconteceu na premiação", confirmou ao g1 o CEO e cofundador do Global International Olive Oil Competitions (GIOOC), Raouf Chouket.

Produzido pela fazenda Estância das Oliveiras, em Viamão (RS), o rótulo recebeu nota 100 de 100 de todos os jurados do concurso. "É a nota em forma de perfeição", comenta André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda.

O g1 já visitou a Estância das Oliveiras, em 2023, para mostrar como funciona o processo de produção do azeite. Veja no vídeo abaixo.

Chouket afirma que outros rótulos já alcançaram a pontuação máxima em competições organizadas pela GIOOC, mas que, no European International, esta é a primeira vez que isso acontece. “É algo extremamente raro".

O concurso aconteceu entre os dias 14 e 16 de abril, em Genebra, na Suíça. A edição deste ano reuniu mais de 200 marcas de diversos países, entre eles Turquia, Espanha, Grécia, Itália e França.

As sessões de degustação aconteceram no Château de Bossey, e os azeites foram avaliados por especialistas de diferentes nacionalidades.

O rótulo Frantoio tem um sabor intenso, com presença marcante da picância, amargor e frutado, explica Rafael Sittoni Goelzer, diretor de relacionamento da Estância das Oliveiras.

Além disso, o azeite tem notas de especiarias, erva-doce, melão, amêndoa verde, manjericão, frutas vermelhas, pera, aipo, figo, coentro, banana, pimentão verde e ervas frescas.

"Todas essas notas de sabor foram identificadas na análise olfativa e gustativa do mestre de Lagar André Goelzer e equipe", conta Rafael.

Ele ressalta que o produto contém apenas azeite de oliva extravirgem puro. “Muita gente pergunta se adicionamos esses ingredientes à garrafa”, diz. “Na verdade, são percepções de análises sensoriais”.

Segundo Rafael, as notas de sabor são resultado do terroir, da variedade da azeitona e do cuidado em todas as etapas de produção.

➡️ Terroir é o conjunto de fatores como clima, solo, relevo e técnicas de produção que influenciam o sabor e a qualidade de um produto. Isso explica por que alimento iguais podem ter características diferentes conforme a região onde são feitos.

André Goelzer, responsável pela produção e dono da fazenda Estância das Oliveiras. — Foto: Divulgação

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Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 12:01

GLOBO RURAL Veja dicas para cultivo e consumo de plantas alimentícias não convencionais (PANCS) Material gratuito da Embrapa reúne ficha completa e dicas de como plantar, colher e utilizar as PANCS na alimentação Por Globo Rural

Neste domingo (26), o Globo Rural indica um folheto da Embrapa com dez plantas alimentícias não convencionais, conhecidas pelo termo PANCS.

A publicação traz uma ficha bem completa de espécies como ora-pro-nóbis, araruta, vinagreira (cuxá) e língua-de vaca (cariru).

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Microsoft faz 1º plano de demissão voluntária de sua história, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 10:50

Tecnologia Microsoft faz 1º plano de demissão voluntária de sua história, diz jornal Plano atinge cerca de 7% dos funcionários da empresa nos EUA e mira profissionais mais antigos, com idade e tempo de casa somando ao menos 70 anos. Por Redação g1

A Microsoft está promovendo um plano de demissão voluntária (PDV) para cerca de 7% de sua força de trabalho nos Estados Unidos, segundo o jornal Financial Times. É a primeira vez que a empresa adota esse tipo de medida em seus 51 anos de história.

"Muitos desses funcionários passaram anos, e em alguns casos décadas, ajudando a moldar a Microsoft no que é hoje", escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da empresa, em memorando obtido pelo jornal.

Ela afirmou ainda que a decisão busca dar a esses profissionais "a escolha de dar o próximo passo", com o que descreveu como um apoio generoso da companhia.

Segundo o Financial Times, o PDV é voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais.

Nos Estados Unidos, a Microsoft tem cerca de 125 mil funcionários, e cerca de 8 mil seriam elegíveis ao programa.

Também nesta quinta-feira (23), a Meta informou internamente que vai demitir cerca de 8 mil funcionários, o equivalente a 10% de sua força de trabalho — e eliminar outras 6 mil vagas ainda não preenchidas, segundo a agência AFP.

Em comunicado interno, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, disse que a medida faz parte dos esforços para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" da companhia, que disputa espaço no desenvolvimento de inteligência artificial.

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

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Polônia vai à Justiça da União Europeia contra acordo com Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 10:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,0150,24%Dólar TurismoR$ 5,2110,25%Euro ComercialR$ 5,8710,41%Euro TurismoR$ 6,1150,42%B3Ibovespa190.355 pts-0,53%Oferecido por

A Polônia anunciou que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal à Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango.

A Polônia anunciou nesta sexta-feira (24) que vai recorrer ao tribunal máximo da União Europeia contra o acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o Mercosul, segundo informações da agência Reuters.

Segundo o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, o país pretende apresentar uma queixa formal ao Tribunal de Justiça da União Europeia até o prazo limite de 26 de maio.

A decisão reforça a posição de Varsóvia, que, ao lado da França, lidera a oposição ao acordo dentro da União Europeia.

O tratado UE-Mercosul foi firmado em janeiro, após mais de 25 anos de negociações e prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas entre o bloco europeu e o Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai.

Críticos do acordo afirmam que a medida pode prejudicar produtores locais, especialmente no setor agrícola, ao ampliar a entrada de produtos mais baratos, como carne bovina, açúcar e frango. Agricultores e ambientalistas também estão entre os que se opõem ao tratado.

Na mesma linha, o vice-primeiro-ministro polonês, Władysław Kosiniak-Kamysz, disse que há riscos à segurança alimentar, à proteção do consumidor e ao mercado interno.

A resistência ganhou força no Parlamento Europeu, que em janeiro decidiu encaminhar o acordo para análise do tribunal da União Europeia.

O governo francês teme impactos negativos sobre o setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. O presidente francês, Emmanuel Macron, chegou a classificar como uma “má surpresa” a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo.

Por outro lado, países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado, ao enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Defensores do acordo também argumentam que ele pode ampliar o acesso de empresas europeias aos mercados da América do Sul, beneficiando principalmente a indústria.

Apesar das críticas, a Comissão Europeia informou em março que o acordo deve começar a ser aplicado de forma provisória a partir de 1º de maio, enquanto segue o processo de aprovação completa pelos países-membros.

Os países do Mercosul estão em estágios avançados de aprovação do acordo com a União Europeia, o que permite o início da aplicação provisória enquanto os trâmites formais continuam.

Brasil, Argentina e Uruguai já concluíram seus processos internos de aprovação.Paraguai, que atua como depositário do tratado, também finalizou os trâmites legais e formalizou a promulgação, etapa essencial para viabilizar a entrada em vigor.

Com isso, o acordo pode começar a ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já cumpriram essas etapas.

A aprovação no Brasil incluiu aval da Câmara e do Senado, seguido de promulgação e notificação formal. No Paraguai, o processo também passou pelas duas casas legislativas antes da sanção presidencial.

Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações. — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

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Dólar abre a R$ 5,01 com investidores monitorando conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

O dólar abriu com alta nesta sexta-feira (24), avançando 0,19% por volta das 9h40, cotado a R$ 5,0124. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A tensão no Oriente Médio voltou a dominar o radar dos investidores na reta final desta semana. Movimentos diplomáticos e decisões militares mantêm a região em foco, enquanto surgem sinais de possíveis negociações para reduzir o conflito.

▶️ O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, deve chegar a Islamabad, no Paquistão, na noite de sexta-feira (24) acompanhado de uma pequena equipe. Há expectativa de que a visita abra caminho para negociações de paz com os Estados Unidos, segundo uma fonte paquistanesa.

▶️ Em meio à escalada de tensões, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou na quarta-feira ter ordenado que a Marinha “atire e destrua” embarcações iranianas que estivessem instalando minas na hidrovia, além de reforçar operações de desminagem na área.

A declaração ocorreu poucos dias depois de Trump afirmar que estenderia indefinidamente o cessar-fogo de duas semanas com o Irã, com o objetivo de abrir espaço para novas negociações de paz.

▶️ Ainda nesta sexta-feira, a Casa Branca informou que Trump concedeu uma prorrogação de 90 dias à isenção da Lei Jones, permitindo o transporte de petróleo e gás natural por embarcações não americanas em razão da guerra com o Irã.

▶️ No Brasil, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que enviou ao Congresso um projeto de lei complementar para transformar ganhos extraordinários de arrecadação com a alta do petróleo em cortes de tributos sobre combustíveis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (23) que um eventual acordo com o Irã só será fechado quando considerar que os termos são “apropriados e benéficos” para os interesses americanos.

Em mensagem publicada na rede Truth Social, ele rebateu reportagens que apontavam pressa por um desfecho rápido da guerra. “Tenho todo o tempo do mundo, mas o Irã não — o relógio está correndo”, escreveu.

O presidente já havia anunciado na terça-feira (21) a extensão do cessar-fogo com o Irã, mas a decisão não foi suficiente para reduzir as tensões no Estreito de Ormuz.

🔎 O bloqueio naval americano na região continua em vigor, e forças dos EUA apreenderam um petroleiro suspeito de transportar petróleo iraniano de forma irregular. Enquanto Washington afirma aguardar uma nova proposta de paz de Teerã, autoridades iranianas indicaram que não pretendem participar de negociações no curto prazo.

Nesta quinta-feira, Trump afirmou ter ordenado que a Marinha dos EUA “atire e mate” qualquer embarcação que tente instalar minas na passagem marítima. Segundo o presidente, navios militares especializados já atuam na retirada de explosivos da área.

A declaração ocorreu no mesmo dia em que o jornal "The Washington Post" informou que o Pentágono avalia que a remoção completa das minas no estreito pode levar até seis meses.

O Estreito de Ormuz segue no centro da disputa entre os dois países. Na semana passada, em um gesto ligado ao cessar-fogo, o Irã chegou a reabrir a passagem marítima.

Dias depois, porém, o canal foi fechado novamente depois que os EUA recusaram um pedido iraniano para suspender o bloqueio naval mantido na entrada da rota.

As bolsas internacionais fecharam a sessão desta quinta-feira sem direção única, em meio à cautela dos investidores diante da guerra no Oriente Médio e de resultados corporativos mistos no setor de tecnologia.

Em Wall Street, também pesavam preocupações sobre os impactos da inteligência artificial nas empresas de software. Ao final da sessão, o Dow Jones fechou em queda de 0,32%, enquanto o S&P 500 caiu 0,57% e o Nasdaq teve perdas de 0,87%.

Entre as principais bolsas da região, o FTSE 100, de Londres, caiu 0,19%, aos 10.457,01 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, recuou 0,16%, aos 24.155,45 pontos. Já o CAC 40, de Paris, avançou 0,87%, encerrando aos 8.227,32 pontos.

Na Ásia, o índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,95%, aos 25.915 pontos. Em Xangai o índice SSEC recuou 0,32%, aos 4.093 pontos. O CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, cedeu 0,28%, aos 4.786 pontos.

Já em Tóquio, o Nikkei registrou queda de 0,75%, aos 59.140 pontos, enquanto em Seul o Kospi avançou 0,90%, aos 6.475 pontos.

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Nike anuncia demissão de 1.400 funcionários; área de tecnologia será a mais afetada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

A Nike anunciou nesta quinta-feira (23) a demissão de cerca de 1.400 funcionários, em meio a um plano para agilizar seus fluxos de trabalho. Os cortes representam pouco menos de 2% da força de trabalho global e devem atingir principalmente áreas de tecnologia.

Em memorando enviado aos funcionários, a Nike afirmou que a medida também busca integrar melhor sua cadeia de suprimentos e concentrar operações tecnológicas em dois polos principais: Oregon, nos Estados Unidos, e na Índia.

Em janeiro, a companhia já havia cortado 775 vagas, como parte de uma estratégia para acelerar a automação.

As ações da Nike subiram cerca de 0,5% no pós-mercado, mas acumulam queda de mais da metade do valor nos últimos três anos. No período, concorrentes como On, Hoka e Anta ganharam espaço.

O CEO Elliott Hill, que assumiu o comando em 2024, prometeu reposicionar a marca, com foco em esportes como corrida e futebol e no lançamento mais rápido de novos produtos.

Ainda assim, analistas avaliam que os esforços têm sido inconsistentes e que os cortes não chegam a ser uma surpresa.

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Dia Nacional do Churrasco: em que parte do boi fica a picanha? Dê play no game e teste seus conhecimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:48

Agro Dia Nacional do Churrasco: em que parte do boi fica a picanha? Dê play no game e teste seus conhecimentos Para jogar, arraste os 20 cortes de carne até as partes corretas do boi. Por Redação g1

O Dia Nacional do Churrasco é comemorado nesta sexta-feira (24). Mas você sabe exatamente de onde vêm os cortes de carne que chegam ao seu prato? Da picanha, do patinho, do filé mignon? Nem sempre é fácil identificá-las.

Neste jogo interativo, teste seus conhecimentos e descubra se você acerta a localização dos principais cortes.

O Dia Nacional do Churrasco é comemorado nesta sexta-feira (24). — Foto: Nadin Sh/Pexels e Pedro Furtado/Pexels

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