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VÍDEO: robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

Inovação VÍDEO: robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia Nas imagens, robô corre atrás dos animais e grita 'vá embora' até que eles fogem; Varsóvia enfrenta aumento da população de javalis e autorizou abate. Por Reuters

Um robô humanoide chamado Edward Warchocki foi filmado perseguindo um grupo de javalis selvagens em uma rua de Varsóvia, na Polônia.

Nas imagens, divulgadas no domingo (12), ele corre atrás dos animais enquanto grita "vá embora!" em polonês, até que eles fogem em direção a uma área de floresta.

O robô, modelo Unitree G1 equipado com software de inteligência artificial, tem se tornado uma espécie de celebridade na internet no país.

Em um post no X, a conta do robô Edward escreveu: "Estou levando javalis para a floresta".

Robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia. — Foto: Divulgação/Reuters/Edward Warchocki

O robô já visitou o Parlamento polonês, conhecido como Sejm, onde conversou com parlamentares nos corredores, e também participou de programas matinais de TV na Polônia.

Segundo o site Futurism, Varsóvia enfrenta dificuldades com a proliferação de javalis pela cidade. Diante da situação, o prefeito autorizou o abate dos animais na capital polonesa.

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Guerra, tarifaço e preferência da China pelo Brasil agravam crise de produtores de soja dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

Agro Guerra, tarifaço e preferência da China pelo Brasil agravam crise de produtores de soja dos EUA Quase metade dos agricultores norte-americanos relata piora financeira em 2025, pressionados por aumento nos preços de fertilizantes, combustíveis e aluguéis de terras. Por Associated Press

Produtores de soja dos EUA enfrentam prejuízos com custos altos e preços baixos, agravados por guerra e tarifas.

China reduziu compras de soja americana após tarifas, favorecendo o Brasil como principal fornecedor.

Conflito no Irã elevou preços de combustíveis e fertilizantes, aumentando ainda mais os gastos dos agricultores.

Pesquisa mostra que quase metade dos produtores relata piora financeira, com aumento de falências e incertezas no setor.

O produtor de soja Doug Bartek, de 60 anos, se diz ansioso para o início da colheita da primavera, listando os inúmeros problemas que afetam o sustento de sua família em sua fazenda de 2.000 acres próxima a Wahoo, Nebraska, nos Estados Unidos.

Segundo Bartek, que também preside a Associação de Soja de Nebraska, os custos elevados de combustível, máquinas e fertilizantes têm pesado no orçamento, situação agravada pelo conflito no Irã.

Além disso, as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, a sensação de que os fornecedores cobram valores excessivos e o preço baixo da soja, resultado da grande oferta mundial, tornam o cenário ainda mais difícil.

“Nossas maiores dificuldades são os insumos, seja fertilizante, semente, produto químico, peças”, diz Bartek. “Todos eles tiveram um aumento drástico, e eu sinto que o agricultor está encurralado.”

A soja, utilizada na alimentação animal, em alimentos e na produção de biocombustíveis, está entre os principais produtos agrícolas exportados pelos Estados Unidos desde a década de 1990, quando a produção aumentou devido à demanda internacional, principalmente da China.

No entanto, os produtores de soja dos Estados Unidos, que também plantam milho, já enfrentavam dificuldades financeiras há vários anos, mesmo antes do conflito no Irã.

O valor da soja tem permanecido baixo nos últimos anos, principalmente devido ao excesso de oferta no mercado – impulsionado em parte pelo Brasil, que superou os Estados Unidos como maior produtor mundial de soja há alguns anos.

“Se olharmos para a produção global de soja nos últimos anos, ela continua batendo recorde após recorde”, afirma Chad Hart, economista agrícola da Universidade Estadual de Iowa. “Há grandes estoques globais, e isso baixou os preços.”

Por isso, muitos agricultores do Meio-Oeste dos Estados Unidos compartilham as mesmas preocupações de Doug Bartek.

Enquanto o preço da soja se mantém baixo, os gastos com máquinas e produção aumentaram. As tarifas impostas pelo governo Trump no ano passado e a guerra comercial com a China só agravaram a situação, segundo os produtores.

Depois, o conflito no Irã dificultou o transporte pelo Estreito de Ormuz, reduzindo o fornecimento mundial de fertilizantes e fazendo os preços subirem ainda mais.

“Muitos produtores estão bem nervosos entrando neste ano”, diz Justin Sherlock, agricultor e presidente da Associação de Produtores de Soja da Dakota do Norte. “Parece que teremos mais um ano de retornos negativos.”

O aumento do preço dos terrenos no Meio-Oeste dos Estados Unidos também preocupa os agricultores, de acordo com especialistas.

Segundo Joana Colussi, professora assistente de pesquisa no departamento de economia agrícola da Universidade Purdue, a maioria dos produtores da região depende de terras alugadas para cultivar parte de sua produção.

Doug Bartek, que aluga três quartos da área em que produz, afirma que os donos das terras estão elevando os valores, o que aumenta ainda mais a pressão financeira.

“Há muitos proprietários ausentes que não têm absolutamente nenhuma ideia do que acontece na fazenda”, diz ele. “Tudo o que sabem é que seus impostos aumentaram, e eles têm que compensar a diferença de alguma forma.”

Os desafios do mercado não são o único obstáculo para os agricultores. As tarifas impostas pelo presidente Donald Trump em abril de 2025 intensificaram a disputa comercial com a China, que era a principal compradora da soja dos Estados Unidos.

A China respondeu com tarifas em retaliação e praticamente deixou de comprar soja dos Estados Unidos, o que fez o preço cair ainda mais e eliminou um importante destino de exportação para os produtores do Meio-Oeste.

“Quando a China impôs tarifas contra os EUA, eles passaram a comprar do Brasil ou da Argentina, principalmente do Brasil”, afirma Joseph Glauber, ex-economista-chefe do Departamento de Agricultura dos EUA.

“Não somos mais tão dominantes no mundo como éramos em termos de mercado global de exportação de soja.”

EUA e China finalmente fecharam um acordo no fim de 2025. A China prometeu comprar 12 milhões de toneladas de soja até janeiro e, nos três anos seguintes, pelo menos 25 milhões de toneladas por ano.

Em dezembro, o governo Trump também anunciou um pacote de ajuda temporária de 12 bilhões de dólares para apoiar os produtores prejudicados pela disputa comercial.

Mas o estrago já estava feito, dizem especialistas e agricultores. Apesar das novas compras da China e do auxílio do governo, isso não foi suficiente para compensar as perdas.

Mesmo com o apoio federal, os agricultores ainda tiveram prejuízo de quase 75 dólares por acre de soja colhido na safra de 2025, segundo a Associação Americana de Soja.

“Quando a China decidiu parar de comprar, não conseguimos encontrar outros mercados suficientes para substituir essas vendas. Ainda sentimos os impactos hoje”, diz Chad Hart, acrescentando que as exportações da soja americana estão entre 15% e 20% abaixo do esperado para o momento.

Depois do ataque de Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro, o tráfego pelo Estreito de Ormuz foi interrompido, o que fez o preço do petróleo subir muito e quase parou a exportação de fertilizantes nitrogenados produzidos no Golfo Pérsico.

O valor da ureia, o fertilizante nitrogenado mais usado, aumentou bastante. Aproximadamente metade do fornecimento mundial desse produto vem do Oriente Médio.

A soja não precisa desse tipo de fertilizante, mas ele é essencial para o milho, que a maioria desses produtores também planta.

Segundo Seth Goldstein, analista da empresa de pesquisa Morningstar, instalações importantes no Oriente Médio para exportação de produtos químicos, petróleo e outros itens foram danificadas ou destruídas, e será necessário tempo para que as cadeias de suprimentos se recuperem.

“Locais como plantas de gás natural liquefeito foram atingidos”, diz Goldstein. “Também há uma grande escassez de produtos químicos básicos, insumos para produtos químicos agrícolas.”

As dificuldades financeiras dos produtores aparecem em alguns indicadores. Em uma pesquisa feita com 400 agricultores pelo Centro Purdue para Agricultura Comercial no fim de março, quase metade afirmou que sua situação financeira está pior do que há um ano.

O analista Seth Goldstein afirma que os custos elevados e a queda nas receitas dos produtores ajudaram a aumentar o número de falências entre 2024 e 2025.

Segundo ele, se as despesas continuarem subindo mais rápido do que os preços das colheitas, isso “pressionaria novamente os agricultores e levaria provavelmente a mais falências”.

Depois de 43 anos trabalhando no campo, Doug Bartek conta que o cheiro de terra fresca ainda o motiva para o plantio de primavera.

No entanto, ele também ouviu relatos de suicídios de produtores, falências e “vendas de aposentadoria”, quando agricultores são obrigados a leiloar suas propriedades devido a dificuldades financeiras.

Bartek compara os produtores a apostadores que investem “milhões de dólares na terra” esperando retorno. Às vezes, ele questiona sua escolha de seguir na agricultura e se preocupa com o filho, que adquiriu uma fazenda há alguns anos.

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Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será liberado nesta quarta-feira; veja se vai receber

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será liberado nesta quarta-feira; veja se vai receber Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de março e abril.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho efetuou o pagamento para os trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Bolsa Família 2026: pagamentos de abril começam amanhã; veja o calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de abril do Bolsa Família 2026 na quinta-feira (16). Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (Veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 16/4Final do NIS: 2 – pagamento em 17/4Final do NIS: 3 – pagamento em 20/4Final do NIS: 4 – pagamento em 22/4Final do NIS: 5 – pagamento em 23/4Final do NIS: 6 – pagamento em 24/4Final do NIS: 7 – pagamento em 27/4Final do NIS: 8 – pagamento em 28/4Final do NIS: 9 – pagamento em 29/4Final do NIS: 0 – pagamento em 30/4

Maio: de 18/5 a 29/5;Junho: de 17/6 a 30/6;Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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Receita começa cobrança de R$ 10 bilhões em impostos devidos por quase 3 mil supermercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

Empresários terão um prazo de 60 dias para regularizar sua situação, ou poderão ser multados — Foto: Reprodução/EPTV

A Secretaria da Receita Federal está iniciando nesta quarta-feira (15) a notificação de 2.959 supermercados para cobrar R$ 10 bilhões em impostos pelo uso indevido de créditos tributários (valores a receber) do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

As notificações serão enviadas por meio da por meio da caixa postal dos contribuintes no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e, também, pelos Correios.

Por meio da operação "Caixa Rápido", a Receita encontrou "inconsistências" em mais de 55 mil pedidos de ressarcimento e compensação, ou seja, valores já abatidos em impostos a pagar. Ao fiscalizar esses pedidos, o órgão encontrou irregularidades.

Entre os exemplos mais comuns do uso indevido de créditos tributários pelos supermercados identificados pela Receita estão:

itens da cesta básica, com alíquota zero; produtos cuja tributação ocorre nas etapas iniciais da cadeia, como bebidas, combustíveis e produtos de higiene.

"Em muitos casos, consultorias tributárias se valem da complexidade da legislação e da limitada familiaridade técnica dos empreendedores com a matéria para induzir contribuintes à utilização de créditos sem respaldo legal", informou a Receita Federal.

De acordo com a Receita Federal, o objetivo desta operação é promover a "correção voluntária de inconsistências e a adoção de práticas alinhadas à legislação".

Segundo a Receita, os donos dos supermercados terão até 30 de junho deste ano para regularizar sua situação. Após esse prazo, poderão ser multados. O órgão informou que, sem a regularização, os sócios ou dirigentes também poderão responder solidariamente pelas dívidas da pessoa jurídica, sendo executados em seu patrimônio pessoal.O setor supermercadista pode obter mais informações em página específica da Receita Federal na internet sobre o assunto.

Para regularizar a situação, os empresários deverão retificar as declarações fiscais, informar os valores corretos, cancelar os pedidos irregulares e pagar os impostos devidos.

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Galaxy A57 e A37: Samsung lança novos celulares intermediários com foco em IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Tecnologia Galaxy A57 e A37: Samsung lança novos celulares intermediários com foco em IA Smartphones chegam com recursos de inteligência artificial herdados da linha premium. Modelo A57 é mais fino e leve, e aposta em funções como edição de fotos e transcrição de voz. Por Henrique Martin, g1

A Samsung lança nesta quarta-feira (15) novos celulares da linha intermediária Galaxy A, com os modelos A37 e A57.

A fabricante coreana promete recursos "avançados" de inteligência artificial nos aparelhos, como transcrição automática de voz em chamadas, transformar mensagens deixadas na caixa postal em texto, além de captura e edição de fotos aprimorada.

Funções como "Circule para pesquisar" e integração com o chatbot Gemini, do Google, também estão presentes.

O Galaxy A57, modelo mais avançado, conta ainda com a função Best Face, que seleciona os melhores sorrisos em uma sequência de fotos em grupo, e o Auto Trim, para editar vídeos de forma mais fácil.

Segundo a Samsung, o design do Galaxy A57 é 0,5 milímetro mais fino que a versão anterior, além de 19 gramas mais leve. O visual do produto segue o padrão dos modelos mais caros da linha Galaxy S26, lançados em fevereiro.

O Galaxy A57 tem opções de acabamento nas cores azul, cinza, azul claro e lilás. Já o Galaxy A37 será vendido nas cores lavanda, carvão, verde acinzentado e branco.

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Imposto de Renda 2026: mais de 11 milhões de declarações já foram entregues; 890 mil caem na malha fina

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 15/04/2026 00:13

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: mais de 11 milhões de declarações já foram entregues; 890 mil caem na malha fina Fisco afirma que é comum haver mais retenções no início do prazo, enquanto dados ainda são ajustados por contribuintes e fontes pagadoras. Por Isabela Bolzani, g1 — São Paulo

A Receita Federal já recebeu mais de 11 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026 até a última segunda-feira (13). Desse total, cerca de 8,15% — o equivalente a aproximadamente 897 mil declarações — estavam retidas na malha fina.

Segundo o Fisco, é comum que haja mais retenções no início do prazo de entrega, já que, muitas vezes, as informações ainda estão sendo ajustadas e confirmadas por contribuintes e fontes pagadoras.

"Malha não é punição, é etapa de conferência", informou a Receita em nota, indicando que o percentual de declarações retidas já vem diminuindo ao longo das semanas.

“Assim que essas informações são ajustadas pelas fontes pagadoras, a Receita reprocessa automaticamente as declarações, o que permite que as retenções sejam revistas e, quando for o caso, liberadas sem necessidade de nova ação do contribuinte”, informou o Fisco.

A Receita reforçou ainda que já está em contato direto com empregadores que concentram contribuintes retidos na malha e orienta que as correções sejam feitas “o quanto antes”. Segundo o Fisco, cerca de 100 empregadores respondem por aproximadamente 100 mil contribuintes retidos.

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Segundo a Receita Federal, para saber se a declaração ficou retida na malha fina, o contribuinte precisa acessar o e-CAC ou o aplicativo do Fisco com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro.

Se a declaração estiver na malha fina, isso significa que o contribuinte pode ter cometido algum erro de preenchimento ou deixado de informar algum dado.

Se esse for o caso, é possível fazer uma retificação para ajustar as informações, desde que o contribuinte ainda não tenha recebido um termo de intimação ou uma notificação de lançamento.

De acordo com o Fisco, grande parte das declarações que ficam retidas na malha fina apresenta erros de preenchimento.

“A falta de atenção, a digitação indevida e o preenchimento incompleto das informações muitas vezes fazem a declaração ficar retida para análise”, diz a Receita, reiterando que é importante que o contribuinte preencha a declaração com calma e sempre observe os documentos que comprovem os dados informados.

omissão de rendimentos: quando a pessoa não informa os rendimentos recebidos ou informa em valor inferior;omissão de rendimentos dos dependentes: ao incluir um dependente na declaração, todos os rendimentos recebidos por ele também devem ser incluídos. A remuneração de dependentes deve ser informada como rendimento tributável pelo responsável;despesas médicas não confirmadas: quando o valor declarado como despesa médica não foi confirmado pelo profissional, clínica ou hospital;despesas médicas não dedutíveis: quando são incluídas despesas que não possuem previsão legal para dedução.

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Mega-Sena, concurso 2.996: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 21:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.996: prêmio acumula e vai a R$ 52 milhões Veja os números sorteados: 07 – 09 – 27 – 38 – 49 – 52. Quina teve 78 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 25.112,52. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.996 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (14), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 52 milhões.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Argentina: inflação acelera a 3,4% em março, maior nível mensal em um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 19:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano.

No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano. No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Os setores com maiores altas em fevereiro foram educação (12,1%) e transporte (4,1%). Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

Os dados da série histórica do Indec mostram que o índice oficial de preços da Argentina apresentou forte melhora no ritmo mensal ao longo de 2024, primeiro ano da gestão Milei.

Em 2025, no entanto, a taxa mensal permaneceu entre 2% e 3%, com poucas leituras abaixo de 2%. O cenário se tornou menos favorável a partir de maio, quando os números passaram a indicar uma aceleração gradual da inflação, evidenciando os desafios do governo de Javier Milei para reduzir o índice de forma consistente.

A Argentina passou por um forte ajuste econômico sob o comando de Milei. No segundo semestre de 2025, uma crise política afetou as expectativas, e o líder argentino buscou o apoio de Donald Trump, nos Estados Unidos, para conter a instabilidade nos mercados e no câmbio. (leia mais abaixo)

A Argentina, que já vinha enfrentando uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de dinheiro para os estados.

Foram retirados subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. No segundo semestre de 2025, o percentual caiu para 28,2%, no menor nível em sete anos.

Por outro lado, o presidente conseguiu uma sequência de superávits (arrecadação maior do que gastos) e retomada da confiança de parte dos investidores.

No terceiro trimestre de 2025, no entanto, Milei passou a enfrentar uma forte crise política após um escândalo envolvendo Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente.

Um áudio gravado por um ex-aliado de Javier Milei, no qual Karina é acusada de corrupção, vazou para a imprensa e está sendo investigado pela Justiça. Leia mais aqui.

Em meio à crise, Javier Milei sofreu uma dura derrota, em setembro, nas eleições da província de Buenos Aires — a mais importante da Argentina, que concentra quase 40% do eleitorado nacional.

Os reflexos foram sentidos no mercado: os títulos públicos, as ações das empresas e o peso argentino despencaram um dia após o pleito.

Com o resultado, a moeda argentina atingiu seu menor valor histórico até então, cotada a 1.423 por dólar. Ao longo de 2025, o peso derreteu quase 40% frente ao dólar, encerrando a 1.451,50, em um cenário bastante prejudicial para a inflação.

O pessimismo no mercado surgiu após investidores demonstrarem preocupação de que o governo de Javier Milei não conseguiria avançar com sua agenda de cortes de gastos e reestruturação das contas públicas na Argentina.

A partir de então, ocorreram sucessivas quedas do peso em relação ao dólar, levando o Banco Central da Argentina a retomar intervenções no câmbio para controlar a disparada da moeda norte-americana. (leia mais abaixo)

A volatilidade só começou a ceder depois que o governo dos EUA anunciou apoio à Argentina. Em 20 de outubro, os países oficializaram um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões. Além disso, foi prometido outro incentivo do mesmo valor, elevando o socorro financeiro para US$ 40 bilhões.

Na prática, as medidas aumentam o volume de dólares nas reservas argentinas e buscam recuperar a confiança dos investidores.

Após a confirmação do apoio financeiro pelo governo de Donald Trump, Javier Milei obteve, em 26 de outubro, uma vitória importante nas eleições para a Câmara dos Deputados e o Senado, o que ajudou a conter a disparada do dólar — e pode garantir a continuidade das reformas do atual governo.

Milei anunciou pacote de medidas para tentar aumentar a circulação de dólares na economia argentina — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

No início do governo Milei, a melhora nos indicadores econômicos fez com que o líder alcançasse, em 11 abril, um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A primeira parcela, de US$ 12 bilhões, foi disponibilizada ao país poucos dias depois.

O repasse dos recursos representa um voto de confiança do fundo internacional no programa econômico do presidente argentino. Os valores anunciados se somam a dívidas antigas do país junto ao FMI, que já superavam os US$ 40 bilhões.

Nesse cenário, reduzir a inflação é fundamental para o governo do líder argentino, que deseja eliminar completamente os controles de capitais que prejudicam os negócios e os investimentos. Para isso, Milei quer que a inflação permaneça abaixo de 2% ao mês.

Logo após o acordo com o FMI, o banco central da Argentina anunciou uma redução dos controles cambiais, o chamado “cepo”. A flexibilização determinou o fim da paridade fixa para o peso argentino e introduziu o "câmbio flutuante" — quando o valor da moeda é determinado pela oferta e demanda do mercado.

Com isso, o governo de Javier Milei passou a ensaiar o fim do sistema de restrição cambial que estava em vigor desde 2019, limitando a compra de dólares e outras moedas estrangeiras pelos argentinos. A deterioração recente nos mercados, porém, fez o país voltar a intervir no câmbio. (leia abaixo)

Nos últimos meses, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram medidas de naturezas monetária, fiscal e cambial para injetar dólar no país, com o objetivo de fortalecer o cumprimento do acordo com o FMI para a recuperação econômica.

Em maio de 2025, o governo também anunciou sua decisão de permitir que os cidadãos utilizem dólares mantidos fora do sistema financeiro — ou seja, guardados "debaixo do colchão" — sem a obrigatoriedade de declarar a origem dos recursos.

Em 10 de junho, lançou medidas como a flexibilização no uso de pesos e dólares no mercado de títulos públicos e um plano de captação de empréstimo de US$ 2 bilhões com emissões de títulos. Além disso, se comprometeu a reduzir a emissão de moeda pelo BC.

Já na semana anterior às eleições de Buenos Aires — e em meio à forte queda do peso frente ao dólar —, o governo de Milei anunciou sua intervenção no mercado de câmbio.

O secretário de Finanças, Pablo Quirno, afirmou em 2 de setembro que o Tesouro Nacional atuaria diretamente na compra e venda de dólares para garantir oferta suficiente e evitar desvalorizações abruptas.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas comerciais, melhorar o câmbio e atrair investimentos, enquanto avança no rigoroso ajuste econômico promovido por Milei.

Sergio Moro (PL) e Marcos do Val (Avante) foram substituídos por Beto Faro (PT) e Teresa Leitão (PT). Texto pede o indiciamento de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.

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Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 16:02

Piracicaba e Região Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil Análises dos preços são feitas diariamente pela equipe desde 1996, por meio de ligações às cooperativas. Por André Luís Rosa, EPTV e g1 Piracicaba e Região

O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e é a principal referência do Brasil no comércio do café.

O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do grão.

O indicador de norteia todo o comércio de café do Brasil, e inclusive, impacta o preço que vai chegar às prateleiras.

Companheiro da manhã, do fim da tarde e dos dias tumultuados do trabalho, o café faz parte do dia a dia dos brasileiros. O consumo indispensável traz outra preocupação tanto para quem compra no mercado quanto para quem movimenta milhões com o grão: o preço.

☕No Dia Mundial do Café, celebrado nesta terça-feira (14), a EPTV foi conhecer de perto como é apurado o preço comercial do café do indicador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), a principal referência do Brasil no comércio do grão.

As análises dos preços são feitas diariamente pela equipe da USP em Piracicaba (SP). Victor Hugo Abreu, analista de café do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), inicia o dia ligando para cooperativas de café de todo o País.

🔍 O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e as atualizações são diárias, com três parciais sendo publicadas ao longo do dia. De acordo com os analistas, o mercado é dinâmico e a variação de valores depende de fatores múltiplos.

Entenda o levantamento: O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do café, ou seja, o valor da saca vendida pelos produtores às cooperativas.

O valor indicado norteia todo o comércio de café do País e impacta diretamente a exportação do grão, bem como o preço que vai chegar às prateleiras.

Por que o preço do café robusta sempre foi menor?Dia Mundial do Café: teste seus conhecimentos sobre a bebida queridinha dos brasileiros USP analisa como mercado interno reage após abrir 2026 com negociações restritasProjeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP

Os pesquisadores de Piracicaba fazem a cotação ligando para as cooperativas que compram os cafés dos produtores e repassam para as empresas que fazem a moagem e torra do café.

"O mercado é muito dinâmico. Então, as oscilações acontecem muitas vezes no próprio decorrer do dia. O cenário cambial impacta bastante a condição de preço, então, se o mercado abre em uma condição de câmbio e fecha em outra condição, no decorrer do mesmo dia, a gente consegue ter alguma mudança em termos de precificação", reiterou o analista.

O trabalho de Vitor começa cedo: ele liga perguntando para as cooperativas o preço dos cafés tipos 6, 7, 8 e o Arábica Rio. Segundo o analista, é uma conversa bem simples, clara e direta. "Eu pergunto se sabem dizer também por que teve essa alteração e peço o preço", relatou.

Cedo, por causa do horário de Londres, quatro horas à frente do horário de Brasília;À tarde, por causa da bolsa de Nova Iorque, que funciona no fuso horário uma hora atrás do horário brasileiro.

"As negociações acontecem basicamente utilizando a referência da bolsa de Nova Iorque. Essa é a referência para os mercados e nós aqui conseguimos trazer uma referência dos fechamentos para o mercado interno. Então isso ajuda todo mundo na tomada de decisão", explicou.

Desde que o acompanhamento dos preços do café começou, a maior alta foi no início de 2025, quando a saca de 60 kg atingiu o recorde de R$ 2.769. O primeiro trimestre do ano passado foi, inclusive, o período de maior alta no café. A média da safra ficou em R$ 2,5 mil.

Neste ano, já houve uma redução, e a média entre janeiro e março ficou em R$ 1,7 mil. O menor valor registrado foi em 2002, com R$ 500 a saca.

☕ Para quem gosta de café, a projeção para o segundo semestre deste ano é animadora. Em julho começa a colheita e existe a possibilidade de o valor cair.

"O Brasil é o principal produtor de café e deve colher uma boa safra este ano. Os dados da Conab, por exemplo, indicam para uma safra recorde. E essa safra recorde com certeza vai favorecer que você tenha um aumento de oferta. Então é bem provável agora que, com a entrada da nova safra, os preços sofram uma certa pressão", explicou.

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