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Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 16:45

Tecnologia Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona Modelo está disponível no aplicativo e no site do Meta AI e, nas próximas semanas, será liberado nos assistentes de IA de Instagram, Facebook e WhatsApp. Por Redação g1

A Meta apresentou nesta quarta-feira (8) o Muse Spark, o primeiro modelo de inteligência artificial de sua equipe de supertalentos na área.

O Muse Spark está disponível no aplicativo e no site do Meta AI. Nas próximas semanas, ele substituirá os modelos Llama usados nos chatbots de Instagram, Facebook e WhatsApp e na coleção de óculos inteligentes da Meta.

Ele foi criado pelo Meta Superintelligence Labs (MSL), uma equipe criada em 2025 a partir de uma disputa por talentos e uma reestruturação interna para alcançar rivais na corrida de IA.

O chefe da equipe é Alex Wang, presidente-executivo da Scale AI, que foi contratado pela Meta em um acordo de US$ 14,3 bilhões. O departamento inclui ainda engenheiros que foram atraídos por pacotes salariais de centenas de milhões de dólares.

Segundo a Meta, o novo modelo é capaz de usar vários agentes ao mesmo tempo para realizar uma tarefa. Em pesquisas sobre viagens, por exemplo, um agente cria o roteiro, outro compara cidades e um terceiro busca atividades para crianças, explicou a empresa.

O modelo também consegue analisar imagens sem que elas sejam descritas por usuários. Em uma demonstração, ele fez uma estimativa do total de calorias de uma refeição a partir de uma foto.

O Muse Spark conta ainda com um modo de compras, que reúne links para produtos, e com um modo que busca informações em redes sociais, que destaca posts públicos com base na localização e no tema da conversa.

"Este modelo inicial é pequeno e rápido por design, mas capaz o suficiente para raciocinar sobre questões complexas em ciência, matemática e saúde. É uma base sólida, e a próxima geração já está em desenvolvimento", afirmou a empresa em uma publicação no blog.

Muse Spark, modelo de IA da Meta, faz estimativa de calorias de refeição a partir de uma foto — Foto: Divulgação/Meta

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TikTok construirá segundo data center de 1 bilhão de euros na Finlândia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:48

Tecnologia TikTok construirá segundo data center de 1 bilhão de euros na Finlândia Projeto integra iniciativa europeia de 12 bilhões de euros, ampliando proteção para mais de 200 milhões de usuários e prevendo operação total até 2027. Por Reuters

O TikTok planeja investir 1 bilhão de euros na construção de um segundo data center na Finlândia em menos de um ano, transferindo o armazenamento de dados de usuários europeus para o continente, segundo afirmaram executivos da empresa nesta quarta-feira.

A empresa anunciou um novo investimento de 1 bilhão de euros em um centro de dados com capacidade inicial de 50 megawatts (MW) e capacidade potencial total de 128 MW em Lahti, localizada no sul da Finlândia.

O investimento faz parte da "iniciativa de soberania de dados europeia de 12 bilhões de euros da empresa, que oferece proteções líderes do setor para os dados de mais de 200 milhões de usuários europeus", disse o TikTok à Reuters.

O anúncio ocorre após a ByteDance, controladora chinesa do TikTok, evitar uma proibição nos Estados Unidos, em janeiro, relacionada a preocupações com a proteção de dados, e enquanto os países europeus intensificam a pressão sobre as empresas de mídia social para proteger crianças de algoritmos viciantes.

A Finlândia tornou-se um polo de atração para data centers, à medida que empresas como Microsoft e Google buscam reduzir custos de energia e cumprir metas climáticas, atraídas pelo clima frio do país, pela eletricidade de baixo custo e baixa emissão de carbono e por um ambiente regulatório estável e favorável aos negócios dentro da União Europeia.

No entanto, políticos finlandeses ficaram alarmados com o plano do TikTok de construir seu primeiro centro na Finlândia, após a Reuters ter revelado a informação em abril do ano passado.

Embora o Ministério da Defesa da Finlândia tivesse aprovado o investimento em 2024, os políticos não haviam sido informados.

O então ministro da Economia da Finlândia, Wille Rydman, pediu no ano passado que o projeto fosse "reconsiderado" devido a preocupações com a segurança e à falta de transparência em relação aos planos da empresa.

"No mínimo, espero que esta empresa de desenvolvimento imobiliário reconsidere mais uma vez se realmente deseja o TikTok como inquilino", disse Rydman à emissora pública finlandesa Yle, referindo-se ao parceiro local do TikTok.

O TikTok afirmou que os dados de seus usuários europeus estão atualmente armazenados com medidas de segurança reforçadas em três data centers na Noruega, Irlanda e Estados Unidos.

Seu primeiro data center finlandês, em Kouvola, deverá entrar em operação até o final deste ano, e o segundo, até 2027.

"No contexto de Lahti, o investimento é substancial. Estamos satisfeitos que um contrato de locação principal foi assinado e que o projeto está progredindo conforme planejado", disse o prefeito de Lahti, Niko Kyynarainen, em comunicado.

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Guerra no Oriente prejudica exportações de pimenta e café, e produtores têm dificuldade de negociar produtos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Espírito Santo Agronegócios Guerra no Oriente prejudica exportações de pimenta e café, e produtores têm dificuldade de negociar produtos Cessar-fogo de duas semanas foi interrompido e, com isso, o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio global. Isso afeta diretamente os produtos exportados pelo Espírito Santo. Por Ana Elisa Bassi, Roger Santana, g1 ES e TV Gazeta

Cessar-fogo anunciado entre Estados Unidos, Israel e Irã, na terça-feira (7), trouxe alívio aos mercados internacionais. Mas não durou muito.

Nesta quarta (8), o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz após acordo ter sido rompido com novos ataques dos Estados Unidos.

Especialistas avaliam que o cenário segue instável e pode mudar rapidamente, mantendo o ambiente de cautela.

Mas o conflito afeta também a economia capixaba. Produtores têm tido dificuldades de exportar pimenta e café para países da região.

O Oriente Médio é um mercado estratégico para o agronegócio capixaba. Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para a região.

Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para o Oriente Médio, com destaque para o café e a pimenta-do-reino. — Foto: TV Gazeta

O cessar-fogo anunciado entre Estados Unidos, Israel e Irã nesta terça-feira (7) durou pouco e o cenário de guerra continua causando mortes e gerando incertezas econômicas que afetam também o Espírito Santo. Produtores de pimenta e café têm enfrentado dificuldades de exportar e fazer novos negócios com países daquela região.

O cessar-fogo de terça trouxe certo alívio aos mercados internacionais. Mas a trégua, que deveria ser de duas semanas, durou menos de 24 horas. O Irã acusou os Estados Unidos de fazer novos ataques. Como consequência, o país árabe voltou a fechar o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio global.

E essa tensão só aumenta as incertezas para exportadores do Espírito Santo. Especialistas avaliam que o cenário segue instável e pode mudar rapidamente, mantendo o ambiente de cautela para quem depende do comércio exterior.

O Oriente Médio é um mercado estratégico para o agronegócio capixaba. Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para a região, com destaque para o café (US$ 119,6 milhões) e a pimenta-do-reino (US$ 56,1 milhões).

Em 2026, até fevereiro, as vendas somaram US$ 29,2 milhões, alta de 34,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As possíveis perdas do conflito ainda não foram contabilizadas.

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Segundo o analista de mercado Marcus Magalhães, o cessar-fogo anunciado no início da semana até representou um alívio momentâneo, mas não garantiu estabilidade. A situação muda tão rápido que as falas do especialistas foram feitas minutos antes de o cessar-fogo ter sido novamente interrompido.

"A dinâmica da guerra é muito rápida. O que aconteceu agora não assegura que o cenário vai se manter, mas traz, num primeiro momento, a sensação de que algo positivo pode acontecer", afirmou.

Horas após o início da trégua, a movimentação no Estreito de Ormuz voltou a ser intensa, navios também voltaram a circular pela região, o que poderia reduzir custos de frete e riscos nas operações.

O abre e fecha do estreito elevam o preço do petróleo, encarecendo o transporte e pressionando os insumos como fertilizantes. E tudo isso afeta diretamente a competitividade dos produtos exportados pelo Espírito Santo.

"O que acontece num primeiro momento é que o preço do petróleo desaba. Na semana passada, vimos o barril a US$ 120; nesta terça (7) à noite, chegou a US$ 93. O dólar também foi para R$ 5,06, uma cotação não vista há pelo menos dois anos no Brasil. A gente pode ter a ansiedade da economia global perdendo força e, quem sabe, os bancos centrais pelo mundo mais seguros. Podemos ter também uma redução na pressão sobre fertilizantes e outros custos de produção. Isso ajuda a aliviar as expectativas negativas na economia global", explicou o analista.

O tempo de viagem entre portos capixabas e o Oriente Médio pode chegar a 30 dias, o que significa que cargas já embarcadas ainda enfrentam reflexos do período de instabilidade.

"Para um navio sair de Vitória e chegar ao Oriente Médio é, no mínimo, 30 dias. Muitas das cargas que estavam e estão a caminho podem chegar ao porto de destino se as coisas continuarem como estão. O fluxo marítimo pode voltar à sua normalidade nas próximas semanas".

O especialista fez uma analogia com um "cristal trincado" para se referir à sensação de incerteza que deve permanecer nos próximos dias.

"Podemos dizer que vivemos hoje um 'cristal trincado'. Você pode polir, mas a marca não sai. A região sempre vai ficar com o receio do que pode acontecer. Podemos ter, mais pra frente, um petróleo mais baixo do que os US$ 120, porém mais alto do que o praticado antes da guerra, tudo pelo cristal trincado que ficou para as questões energéticas", explicou.

Em 2025, cerca de 15% da pimenta-do-reino exportada pelo Espírito Santo teve como destino o Oriente Médio, segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura — Foto: TV Gazeta

A situação é mais delicada no mercado de pimenta-do-reino. O Espírito Santo é o maior produtor do país, com mais de 12 mil propriedades, principalmente no norte do estado. A safra de 2026 já foi colhida e está pronta para exportação, mas parte da produção enfrenta dificuldade para encontrar destino.

Exportadores relatam que, desde o início do conflito, têm buscado novos mercados fora da área afetada, como Europa, África e Ásia.

"Estamos dando preferência a outros continentes para continuar vendendo nossas especiarias", afirmou o exportador José Tarcísio Malacarne Júnior.

O principal entrave é a qualidade do produto destinado ao Oriente Médio, que costuma ser menos exigente. Redirecionar essa mercadoria para mercados mais rigorosos é um desafio.

"É um produto de menor qualidade. O grande desafio é encontrar novos compradores que aceitem essas características", explicou o exportador Frank Moro.

Em 2025, cerca de 15% da pimenta-do-reino exportada pelo Espírito Santo teve como destino o Oriente Médio, segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura.

Além da queda na demanda, exportadores também enfrentaram aumento no custo do frete marítimo e do seguro das cargas, já que embarcações passaram a buscar rotas alternativas para evitar áreas de risco.

"Se o cliente precisar muito da mercadoria, ele paga mais caro pelo transporte. Caso contrário, precisamos redirecionar ou até trazer o produto de volta", disse Malacarne.

Mesmo com a trégua, a avaliação do mercado é de que a instabilidade deixou marcas. Para especialistas, o cenário ainda exige cautela, já que qualquer nova escalada no conflito pode voltar a pressionar custos e afetar o fluxo de exportações.

Durante a trégua, delegações dos Estados Unidos e do Irã vão se reunir no Paquistão para negociar um fim definitivo da guerra entre os dois países.

A reunião para discutir o fim definitivo da guerra entre os países ocorrerá na sexta-feira (10) e foi anunciada pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atua como mediador do conflito. As negociações ocorrerão na capital paquistanesa Islamabad.

O Governo do Espírito Santo disse segue monitorando os desdobramentos do conflito e seus reflexos sobre o comércio exterior, acompanhando os dados para avaliar os impactos e orientar a atuação diante de um cenário internacional mais volátil.

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WhatsApp, Instagram e Facebook registram instabilidade nesta quarta (8)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Tecnologia WhatsApp, Instagram e Facebook registram instabilidade nesta quarta (8) Usuários começaram a reportar lentidão nas três redes da Meta a partir de 12h, segundo o site Downdetector. Por Redação g1

Os aplicativos WhatsApp, Instagram e Facebook, todos da Meta, estão registrando instabilidade na tarde desta quarta-feira (8), segundo o site Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais.

O WhatsApp teve mais de 2.000 notificações de instabilidade por volta das 14h; Instagram e Facebook ultrapassaram 200 notificações.

O g1 entrou em contato com a Meta, dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, para comentar sobre o problema. Não houve resposta até a última atualização deste texto.

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Preço dos ovos na quaresma é o menor dos últimos três anos em polo produtor de SP, aponta USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Piracicaba e Região Preço dos ovos na quaresma é o menor dos últimos três anos em polo produtor de SP, aponta USP Centro de pesquisa em Piracicaba (SP) registrou como maior valor R$ 174,03 para uma caixa com 30 dúzias de ovos brancos. No ano anterior, o valor dos ovos brancos em Bastos (SP) chegou a R$ 210. Por Aline Nascimento*, g1 Piracicaba e Região

O valor médio registrado pelo setor durante a quaresma de 2026 é o menor dos últimos três anos em Bastos (SP), principal polo produtor do estado de São Paulo.

É o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Piracicaba (SP).

O levantamento considera o preço dos ovos comerciais — ou seja, vendidos ao comerciante — de uma caixa com 30 dúzias, para pagamento à vista.

Durante a quaresma de 2026, o Cepea registrou como maior valor R$ 174,03 para os ovos brancos, entre 17 e 23 de março, e R$ 201,78 para os ovos vermelhos, entre 17 e 19 de março.

Mesmo com a alta de até 21% no preço dos ovos em março, um movimento comum devido à substituição da carne vermelha, o valor médio registrado pelo setor durante a quaresma de 2026 é o menor dos últimos três anos em Bastos (SP), principal polo produtor do estado de São Paulo.

É o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Piracicaba (SP). O levantamento considera o preço dos ovos comerciais — ou seja, vendidos ao comerciante — de uma caixa com 30 dúzias, para pagamento à vista.

Durante a quaresma de 2026, o Cepea registrou como maior valor R$ 174,03 para os ovos brancos, entre 17 e 23 de março, e R$ 201,78 para os ovos vermelhos, entre 17 e 19 de março. No ano anterior, o valor dos ovos brancos em Bastos chegou a R$ 210 — veja abaixo:

2024Vermelho: R$ 203,65Branco: R$ 176,662025Vermelho: R$ 239,73Branco: R$ 210,742026Vermelho: R$ 201,78Branco: R$ 174,03

Queda acumulada em 2025 e reflexo em janeiro de 2026Ao longo do ano anterior, os preços caíram em boa parte dos meses. Como reflexo desse movimento, conforme o Cepea, janeiro de 2026 registrou a menor média para o mês dos últimos seis anos em diversas regiões acompanhadas pelo centro.Mercado enfraquecido:O mercado de ovos iniciou 2026 com preços mais enfraquecidos e abaixo dos observados em no ano anterior, e o movimento de alta observado em fevereiro e março não foi suficiente para que a média de preços desta quaresma superasse há de anos anteriores.

Preços dos ovos têm queda durante a quaresma em Bastos (SP), aponta o Cepea — Foto: Claudia Assencio/g1

Segundo o Cepea, a procura por ovos perdeu força a partir da segunda quinzena de março, período em que tradicionalmente há redução no consumo.

As cotações recuaram em todas as regiões acompanhadas pelos pesquisadores nos últimos dias da quaresma, após alta contínua desde 18 de fevereiro — confira a variação em Bastos no gráfico abaixo:

As elevações registradas na primeira quinzena de março garantiram aumento na média em relação a fevereiro, mas, segundo os pesquisadores, não foram suficientes para manter os preços firmes até o fim do mês.

Apesar da oferta controlada, segundo os pesquisadores, o menor volume de negócios foi determinante para pressionar os preços. Com a baixa liquidez, compradores intensificaram pedidos de redução nos valores, resultando na queda das cotações.

A diferença entre os preços dos ovos brancos e vermelhos aumentou ao longo do mês de março em todas as regiões acompanhadas pelo centro em Piracicaba. Na região de Santa Maria de Jetibá–ES, principal município produtor do Brasil, o diferencial superou os 40% de fevereiro.

Conforme o Cepea, o aumento da diferença entre os preços das duas variedades de ovos reflete a menor oferta interna, sobretudo dos vermelhos. Veja a diferença de preços durante todo o ano de 2026 em Santa Maria de Jetibá, abaixo:

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Conflito no Oriente Médio ameaça espaço para cortes de juros no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 12:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%Oferecido por

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Nilton David, afirmou nesta quarta-feira (8) que a alta de preços provocada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã pode limitar o espaço para novos cortes na taxa básica de juros (Selic).

Segundo o diretor, o nível da Selic tem hoje mais “gordura” do que havia há seis meses — ou seja, os juros estão altos o suficiente para permitir alguns cortes por parte do BC sem que a taxa saia de um patamar compatível com o controle da inflação.

Com o aumento dos preços de energia e a potencial alta da inflação global decorrente do conflito no Oriente Médio, no entanto, é possível que o espaço para cortes de juros diminua, o que pode limitar reduções adicionais da Selic à frente.

“O nível de juros hoje tem mais gordura do que tinha seis meses atrás. Obviamente, esse conflito atua no sentido oposto, pois provoca um choque relevante de preços, com chances reais de gerar efeitos de segunda ordem”, afirmou o diretor em evento promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo, acrescentando que a autarquia não pode “baixar a guarda”.

O BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual em março, para 14,75% ao ano. A instituição não deu indicação clara sobre os próximos passos, mas defendeu a manutenção dos juros em nível restritivo, ou seja, alto o suficiente para conter o avanços dos preços, diante do aumento das incertezas relacionadas à guerra com o Irã.

Diante da piora recente nas previsões de mercado para a inflação para 2027 e 2028, David afirmou que esse movimento nas expectativas indica a percepção de que o BC poderia não combater eventuais novas altas da inflação —, “o que é um equívoco”.

O diretor abordou ainda o avanço do dólar frente ao real desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irã, no fim de fevereiro.

Em sua avaliação, o movimento de desvalorização do real “não foi tão diferente” do observado em outros países. Ele lembrou que o Brasil já enfrentou episódios de maior oscilação no câmbio, como o observado na virada de 2024 para 2025.

Naquele período, o dólar à vista chegou a superar R$ 6,20, em meio à piora das expectativas do mercado para a inflação no Brasil e ao fortalecimento da moeda americana no exterior.

De acordo com David, embora o real normalmente acompanhe os ciclos de alta e baixa das demais moedas no mundo, em muitos momentos sua variação é mais intensa.

Nesse contexto, ele acrescentou que a volatilidade dificulta o processo de trazer a inflação de volta para a meta e que as ações do Banco Central no mercado buscam justamente não ampliar essa volatilidade.

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Antes cotado para o Banco Central, Guilherme Mello será secretário-executivo do Ministério do Planejamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 12:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%Oferecido por

Guilherme Mello, então secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, durante encontro de ministros de finanças do G20 — Foto: André Ribeiro/TheNews2/Estadão Conteúdo

O governo informou nesta quarta-feira (8) que o atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, passará a exercer a função de secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Com a mudança, Mello passará a integrar a equipe do novo titular do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, que assumiu o cargo após a saída de Simone Tebet, que concorrerá a uma vaga no Senado pelo estado de São Paulo (SP).

Em fevereiro deste ano, o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que indicou a Lula o nome de Guilherme Mello para a diretoria do Banco Central — instituição responsável por fixar a taxa básica de juros para conter a inflação.

Também em fevereiro, Mello se disse "lisonjeado" pela lembrança de seu nome e "feliz pela confiança do ministro". Mas acrescentou que não recebeu nenhum convite até o momento, e que, por isso, não tem comentários a fazer. Mas deixou seu nome está à disposição para o cargo.

A informação de que Mello foi indicado ao BC repercutiu mal entre analistas do mercado financeiro, receosos de que seu perfil considerado desenvolvimentista (a favor de um corte mais rápido dos juros) possa prejudicar o controle da inflação.

Ele tem graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Também é mestre em Economia Política pela PUC-SP, e doutor em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas.

No começo deste mês, o governo brasileiro também indicou Guilherme Mello ao cargo de conselheiro de administração da Petrobras e solicitou que a indicação de Mello seja considerada à presidência do colegiado. A indicação do acionista controlador da companhia tem em vista a convocação da assembleia geral ordinária (AGO) para 16 de abril.

De acordo com o governo, a atual Subsecretária de Política Fiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, assumirá o comando da Secretaria, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo em toda a história da Secretaria.

Ela atuará sob o comando do novo titular da pasta, Dario Durigan. Débora Freire é servidora pública federal e possui reconhecida trajetória acadêmica e técnica nas áreas de política fiscal, macroeconomia e distribuição de renda.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerras impõem custos econômicos profundos e prolongados aos países, diz pesquisa do FMI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%Oferecido por

Pessoas observam um prédio destruído após um ataque, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, em Teerã, Irã, 21 de março de 2026. — Foto: Alaa Al-Marjani/Reuters

Guerras causam perdas econômicas grandes e persistentes nos países onde há combates, com a produção caindo cerca de 7% em cinco anos em média e cicatrizes econômicas que duram mais de uma década, afirmou o Fundo Monetário Internacional em uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8).

O FMI examinou o custo dos conflitos ativos – agora nos níveis mais altos desde o final da Segunda Guerra Mundial – e as consequências macroeconômicas de aumentos acentuados nos gastos militares em dois capítulos de seu próximo relatório Perspectiva Mundial.

Os capítulos não abordam a guerra no Oriente Médio ou o cessar-fogo de duas semanas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de terça-feira, mas oferecem uma visão abrangente das economias em tempos de guerra desde 1946 e dados sobre os gastos com armas de 164 países.

Em 2024, o ano mais recente para o qual há dados disponíveis, mais de 35 países passaram por conflitos em seus territórios e cerca de 45% da população mundial vivia em países afetados por conflitos.

"Além de seu devastador custo humano, guerras impõem custos econômicos grandes e duradouros e representam difíceis compensações macroeconômicas, especialmente para os países onde há combates", disse o FMI em um blog divulgado na mesma época.

Países envolvidos em conflitos externos podem evitar a destruição física em seu próprio solo e grandes perdas econômicas, mas os países vizinhos ou os principais parceiros comerciais sentirão o choque, disse o FMI.

"Perdas de produção decorrentes de conflitos persistem mesmo depois de uma década e normalmente excedem aquelas associadas a crises financeiras ou desastres naturais graves", disse o capítulo do FMI.

O FMI deve cortar sua previsão de crescimento global e aumentar as projeções de inflação como resultado da guerra do Irã, disse a diretora-gerente Kristalina Georgieva à Reuters na segunda-feira.

Na terça-feira, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, disse que a guerra resultará em algum grau de crescimento mais lento e inflação mais alta, independentemente da rapidez com que termine.

O FMI disse que conflitos contribuem para a depreciação sustentada da taxa de câmbio, perdas de reservas e aumento da inflação, uma vez que o aumento dos desequilíbrios externos ampliou o estresse macroeconômico.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em relatório sobre América Latina, Banco Mundial diz que Argentina se destaca e que Brasil ‘sofre’ com a perda de dinamismo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%Oferecido por

O Banco Mundial divulgou nesta quarta-feira (8) um relatório sobre o panorama econômico regional para a América Latina e o Caribe, no qual avalia que a economia argentina se destaca, ao mesmo tempo em que o Brasil e o México sofrem com a perda de dinamismo em meio a "condições financeiras internas restritivas, espaço fiscal limitado e incerteza em relação à política comercial".

No documento, o organismo internacional avalia que as perspectivas de crescimento da América Latina e Caribe permanecem "limitadas", apesar de condições financeiras globais ligeiramente mais favoráveis e da sustentação dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como petróleo e alimentos, entre outros).

E analisa que a falta de melhora em relação a 2025 "oculta perspectivas mais fracas para muitos países e implica ganhos de renda per capita praticamente estagnados". Diz, também, que o consumo segue na liderança, mas que "seu impulso é modesto, à medida que a renda real se recupera gradualmente e os custos reais de crédito continuam elevados".

"O principal fator limitante é o investimento, que permanece contido, enquanto as empresas aguardam sinais mais claros sobre o ambiente externo e os arcabouços de políticas internas. A Argentina emergiu como a principal exceção positiva, à medida que a estabilização e as reformas melhoraram as expectativas e as condições financeiras", diz o documento.

No relatório, o Banco Mundial projeta um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,6% para a Argentina neste ano, contra 4,4% em 2025 e tombo de 1,3% em 2024. Em comparação, a estimativa para a expansão da economia brasileira é de 2,2% em 2025, contra 2,8% no ano passado e 3,4% em 2024.

De perfil liberal, o presidente argentino, Javier Milei, tem levado adiante, nos últimos anos, uma agenda de reformas econômicas para conter a inflação e estimular o crescimento do país. Segundo o Banco Mundial, a Argentina "se destaca nesse contexto [da região]".

"Um ajuste decisivo liderado pela política fiscal — passando de um grande déficit em 2023 para superávits primários e globais, isso por meio da racionalização dos gastos, do combate ao desperdício e às ineficiências administrativas, além do redirecionamento dos subsídios energéticos baseados em preços, deixando de contemplar as famílias de maior renda — tem contribuído para ancorar as expectativas de inflação e reduzir o risco soberano [taxa de juros]", diz o documento.

Entre as medidas adotadas, o Banco Mundial cita, por exemplo: a reforma tributária, o Regime de Incentivo a Grandes Investimentos (RIGI), que visa grandes projetos nos setores de energia, com redução de tributos e estímulo às exportações, além da aprovação da reforma do mercado de trabalho, bem como os "esforços contínuos para melhorar o ambiente de negócios e o marco regulatório", estimulando investimentos.

"Outrossim, têm surgido âncoras externas complementares, tendo em vista que no dia 5 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e a Argentina lançaram uma estrutura estratégica para fortalecer as cadeias de suprimento de minerais críticos vinculando explicitamente instrumentos de financiamento e demanda dos EUA ao RIGI da Argentina", acrescentou o Banco Mundial.

Acrescenta, porém, que "riscos negativos permanecem significativos, especialmente diante das grandes necessidades de financiamento externo da Argentina em um contexto de reservas internacionais líquidas negativas e ainda limitado acesso aos mercados internacionais de dívida".

O organismo internacional concluiu que, de modo geral, uma maior clareza em relação à âncora fiscal e à agenda de reformas contribuiu para ancorar as expectativas, melhorar as condições financeiras e promover a recuperação do consumo e do investimento privados" na Argentina.

No relatório sobre a América Latina, o Banco Mundial avalia que a queda dos juros no começo deste ano e os preços de "commodities" vantajosos "permanecem insuficientes para superar o entrave causado por tensões comerciais persistentes, incertezas em matéria de políticas, espaço fiscal limitado e demanda privada fraca" no Brasil.

"Nesse contexto, espera-se que o Brasil desacelere ainda mais em relação a 2025, à medida que as condições financeiras restritivas — com as taxas de juros permanecendo elevadas até o início de 2026— e o ambiente externo fraco pressionam o crédito, o investimento e o comércio. Consequentemente, uma melhora mais perceptível deverá ocorrer apenas se as condições monetárias se normalizarem e as pressões globais diminuírem", diz o organismo internacional.

Nos últimos anos, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram elevados vários tributos mas, mesmo assim, o almejado superávit primário do governo (sem contar juros da dívida) ainda não foi alcançado por conta do aumento de gastos, principalmente com benefícios sociais – apesar da aprovação de uma nova regra para a contas públicas que previa trajetória positiva ao fim do mandato.

Analistas avaliam que o aumento de despesas no governo Lula contribuiu para pressionar a inflação no Brasil, obrigando o Banco Central a elevar a taxa básica de juros em um primeiro momento, e impedindo um corte mais rápido posteriormente — com o objetivo justamente de conter a expansão econômica (e a inflação, por tabela).

O Banco Mundial diz, ainda, que entre as grandes economias sul-americanas, a demanda doméstica vem enfraquecendo nos países em que as condições monetárias permanecem restritivas (juros altos) e o espaço fiscal é limitado — "principalmente no Brasil, onde taxas reais elevadas continuam a restringir o crédito, o investimento e os gastos discricionários [despesas livres do governo]".

O organismo internacional analisa, também, que a inadimplência de crédito vem aumentando gradualmente, refletindo os efeitos defasados das elevadas taxas reais de juros e das condições mais fracas para tomadores mais vulneráveis. "Ainda assim, os níveis de inadimplência permanecem moderados em termos históricos", acrescenta.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população. A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos. As duas medidas foram admitidas pelo próprio ministro da Fazenda, Dario Durigan.

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Produção de veículos no Brasil aumenta 27,6% no mês e bate recorde de antes da pandemia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Carros Produção de veículos no Brasil aumenta 27,6% no mês e bate recorde de antes da pandemia Março foi o melhor mês de fabricação de carros, caminhões e comerciais leves desde outubro de 2019. Crescimento foi de 35,6% se comparado a março de 2025. Exportações também subiram. Por Redação g1

Fiat Toro passa pela linha de produção da Stellantis em Goiana, Pernambuco — Foto: Divulgação / Stellantis

A fabricação mensal de veículos no Brasil alcançou, em março, o maior nível desde outubro de 2019. Foram fabricadas 264,1 mil unidades no mês, um aumento de 35,6% em comparação a março de 2025. Em relação a fevereiro, a alta foi de 27,6%. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

No acumulado do primeiro trimestre, a produção brasileira cresceu 6% em comparação com os três primeiros meses de 2025.

“Março foi um mês excepcional, sem feriados, com bom ritmo de produção e vendas. Ficamos entusiasmados, mas devemos aguardar se esse desempenho se repetirá nos próximos meses, para verificar se não foi um momento isolado de aquecimento pós-férias”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

Em março, o volume de veículos exportados chegou a 40,4 mil unidades, o que representa um crescimento de 21,1% em relação a fevereiro. O resultado também ficou 1,1% acima do registrado em março de 2025.

Mesmo com esse avanço, as exportações acumuladas no primeiro trimestre ficaram 18,5% abaixo do mesmo período de 2025. Uma das principais razões foi a forte oscilação do mercado argentino.

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